Minha lista de blogs

Mostrando postagens com marcador CRISE NA ECONOMIA AMERICANA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CRISE NA ECONOMIA AMERICANA. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de julho de 2011

ESTATAL QUE OS TUCANOS DA ERA DA DEVASTAÇÃO NEO LIBERAL DE FHC, SUCATEAVAM PARA VENDÊ-LA, FARÁ O MAIOR INVESTIMENTO EM NEGÓCIOS DA HISTÓRIA DO CAPITALISMO.

ÉPOCA SINISTRA A ERA PETROBRAX DOS TUCANOS, QUANDO PLATAFORMAS AFUNDAVAM.
ÉPOCA DE OURO,
LULA/DILMA ONDE A PETROBRAS É FOMENTADORA DO PROGRESSO BRASILEIRO.

E O CONSÓRCIO UDN/PSDB/DEMO/GLOBO NA DÉCADA DE 50,  O PIG EM GERAL, A ELITE BRASILEIRA, VAMOS DIZER ASSIM, ERAM CONTRA A SUA CRIAÇÃO E CONTRA VARGAS, POR ELES SÓ AS NAÇÕES DO NORTE TERIAM QUE PROSPECTAR PETRÓLEO EM TERRAS BRASILEIRAS.
AO BRASIL SEGUNDO OS NEO LIBERAIS DA ÉPOCA, GUIDIN E BOB FIELDS À FRENTE, FALO DE EUGÊNIO GUIDIN E ROBERTO CAMPOS, AO BRASIL CABERIA APENAS A TAREFA DE CAPINAR CAFÉ.

Petrobras injeta US$ 224 bi no “maior plano de negócios do mundo”


DO SITE VERMELHO:

Com Dilma Rousseff no Planalto, a Petrobras dá continuidade ao cronograma de investimentos iniciados em 2003 com o governo Lula. A empresa vai investir US$ 224 bilhões entre este ano e 2015, constituindo o "maior plano de negócios do mundo".

A informação foi dada pelo presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, em entrevista publicada ao Valor Econômico. "Esse plano é mais do que o governo americano teve de orçamento em dez anos para levar o homem à lua, mais do que os aliados investiram durante a Segunda Guerra Mundial", afirmou o executivo.

O Plano de Negócios 2011-2015 prevê a aplicação de 95% dos investimentos [US$ 213,5 bilhões] nas atividades desenvolvidas no Brasil e 5% (US$ 11,2 bilhões) nas atividades do exterior, contemplando um total de 688 projetos. Em relação ao total dos investimentos, 57% se refere a projetos já autorizados para execução e implementação.

Para efeito de comparação, o governo do PSDB e DEM (ex-PFL), no segundo mandato de FHC (1999-2002), assegurou à Petrobras investimentos de apenas US$ 31,2 bilhões. O governo FHC também privatizou parte da empresa, oferecendo cerca de um terço das ações da estatal em bolsas de valores no exterior.

Com 688 projetos acima de US$ 25 milhões com maturidades diferentes, o plano mantém o horizonte mais longo até 2020. Muitos dos projetos serão cimentados apenas no fim da década, incluindo o início da produção em grande escala no pré-sal, quando a companhia planeja pular dos atuais 2,1 milhões de barris de petróleo/dia para quase 5 milhões de barris/dia em 2020, dos quais 2 milhões de barris no pré-sal.

Esse processo vai exigir um extraordinário esforço de construção de sondas, plataformas de produção de diversos tipos e barcos de apoio. É também para 2020 que Gabrielli aponta ao defender as novas refinarias, sem as quais, diz ele, “a importação [do país] seria de 40% do mercado. E a Petrobras não é suicida. Não vamos perder 40% do nosso mercado”.

Gabrielli mostra números que justificam o plano que, segundo ele, não teve nenhum atraso, apesar de ter sido apresentado três vezes ao conselho de administração. "É pura intriga. Não tem o vai-e-vem. Estamos falando no maior plano de negócios do mundo. Ninguém vai aprovar sem olhar com cuidado o que está fazendo. O processo de aprofundamento naturalmente tem uma aproximação entre diretoria e conselho de administração, que estão sempre interagindo. Estamos com um plano grande depois de crescer muito."

O executivo falou também sobre os efeitos, na Petrobras, da política industrial que o governo promete divulgar em breve, lembrando o tamanho da frota de embarcações que a estatal vai ter em 2020. Cita, por exemplo, as encomendas de 65 sondas de perfuração em águas profundas, acima de 2 mil metros de lâmina d´água, quando atualmente a frota mundial é de 70 sondas do tipo.

Segundo Gabrielli, quem tem uma escala desse tamanho pode — e deve — abrir e expandir a indústria nacional. No total, a empresa vai adicionar 658 embarcações de portes e complexidade diversos à frota até 2015. Já em 2020, esse número terá aumentado para 810 embarcações. Sem contar o "potencial gigantesco" de produção no pré-sal e as vantagens trazidas pelo salto na produção “para a companhia desenvolver um parque de fornecedores nacionais”.

Da Redação, com informações da Liderança do PT/Câmara