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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A DIREITA CATÓLICA A QUE SEGUE O TAL DO SANTO JOSÉ MARIA ESCRIBÁ, OS QUE ACABARAM COM A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO, A OPÇÃO PELOS POBRES, A OPÇÃO QUE DOM ROMERO SEGUIA, O BISPO QUE MORREU PELOS POBRES DE EL SALVADOR, SEMPRE ACUSOU A ESQUERDA DE FAZER POLÍTICA NA IGREJA. E A DIREITA CATÓLICA O QUE FAZ? O QUE FEZ O BISPO DE GUARULHOS?

 ESTE HOMEM DE VESTIDO PRETO( EU MORRO DE MEDO DE HOMENS DE VESTIDO  PRETO, MAIS POR NOSSAS CRIANÇAS, DO QUE POR MIM.) É DA ALA EXTREMA DIREITA DA IGREJA, A DA OPUS DEI, FAZ POLÍTICA E GOSTA DO NEO LIBERALISMO. É O DO TAL DOS PANFLETOS APÓCRIFOS, DOM BERZOHGNINI, SEI LÁ SE É ESTE NOME MESMO.

DOM ROMERO (DE EL SALVADOR) MORREU AO PÉ DO ALTAR DEFENDENDO OS POBRES. NÃO  É NEM BEATIFICASO. ESCRIBÁ É  SANTO E SEMPRE ESTEVE AO LADO DOS RICOS, FOI SANTIFICADO PELO PAPA PAULO II O DEFENSOR DOS NEO LIBERAIS.

A DIREITA CATÓLICA ACREDITA NO DEUS MERCADO. AQUELA "MÃO INVISÍVEL" QUE O ADAM SMITH CRIOU. 

ADAM SMITH, O FUNDADOR DO NEO LIBERALISMO. EM SEU LIVRO " A RIQUEZA DAS NAÇÕES" ELE FALA NA "MÃO INVÍSIVEL" DO MERCADO. UM DEUS? SEUS BIÓGRAFOS ESCONDEM CONVENIENTEMENTE QUE ELE ERA UM TEÓLOGO.
MENOS CRUCIFIXO, MAIS TRABALHO FIXO"Milhares de indignados tomam as ruas do centro de Madrid nesta 4º feira e ocupam a praça do Sol em protesto contra gastos públicos  para a visita  do Papa Bento XVI, que chega nesta 5º feira à capital espanhola. 

'Mais educação, menos religião'; 'Menos crucifixo, mais trabalho fixo', dizem alguns dos cartazes  na  Praça do Sol.

Tradicional reduto dos 'indignados', o local foi interditado recentemente  como preparativo para a recepção ao Papa, que participa na Espanha da Jornada Mundial da Juventude.

O país tem o maior índice de desemprego do euro, 20%. Entre os jovens a taxa é dramaticamente superior: chega a 45%, no caso da Andaluzia, por exemplo. A crise atingiu em cheio a economia espanhola cujo crescimento mimetizou a bolha imobiliária norte-americana.

O governo Zapatero mimetizou igualmente a terapia  ortodoxa de cortes de gastos para atender à pressão dos mercados. Fundos e bancos ameaçam não  financiar mais a dívida pública, exigindo juros cada vez mais elevados. Zapatero antecipou para novembro as eleições a sua sucessão. Rubalcaba, o candidato dos socialistas, adotou um discurso à esquerda na tentativa de reconquistar o eleitor tradicional do partido.

Mas as pesquisas indicam que a direita está em vantagem na corrida eleitoral. Manifestantes laicos pró-emprego e cristão pró-Papa  trocaram insultos  na Porta do Sol, antecipando o clima das urnas em novembro.

CARTA  MAIOR.



quarta-feira, 13 de julho de 2011

O POETA E O REVOLUCIONÁRIO.

Militante debate formas de mobilização diante da atual situação política e econômica.



Tenho defendido dois pontos de vista:

1. Que o debate sobre o Brasil da atualidade não fique centrado apenas na conjuntura econômica mais imediata; menos ainda no moralismo generalizante – contra os políticos e a política – das tais classes médias, sem rosto, tradicionalmente medrosas, pessimistas e muitas vezes manipuladas pelas forças conservadoras. A internet tem sido o seu grande meio de expressão;


2. Que alguns movimentos e segmentos sociais, em particular o movimento sindical com maior peso e tradição histórica (por isso me volto para a CUT), cumpram o papel central de propor pautas e levantar bandeiras nacionais em oposição às levantadas pelos conservadores

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Também tenho me voltado para a esquerda católica, que praticamente desapareceu do mapa, depois que a direita do catolicismo mundial entrou aqui fazendo ameaças e denunciando que os progressistas faziam política, ao invés de religião. Por que não inverter o discurso na atualidade e recuperar terreno, agora que ela, direita, escancarou que o seu reino também é deste mundo?

O Brasil vem crescendo cada vez mais em importância política nesse confuso mundo atual. Por que não darmos mais um passo – essencial para a nossa própria libertação – agora no quesito indignação, colocando nas mãos da nossa juventude bandeiras capazes de apaixonar e fazer despertar os sonhos da maioria, dos quais penso que fazem parte as bandeiras levantadas no protesto de sexta-feira?

Com os trabalhadores nas ruas, aí sim, essas e outras bandeiras, claramente contrárias às dos especuladores, privatistas e entreguistas, entre outros inimigos históricos do nosso povo, poderiam ganhar força e legitimidade também nas redes sociais. Os jovens trabalhadores saberão ajudar nisso!


Ninguém melhor que o movimento sindical para puxá-las, com a legitimidade histórica que tem e o compromisso que precisa ter. Ninguém melhor do que o Movimento Sindical do ABC e a CUT para sair na frente e provar que é possível!


Como disseram o poeta e também o velho revolucionário: Quem samba fica, quem não samba vai embora!


* Moacyr Pinto é sociólogo e escritor, autor dos livros Conto de Vista – Histórias no Brasil que elegeu Lula; e Hiena - Minha revolta não se vende.