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quarta-feira, 27 de julho de 2011

OS ÁRABES SÃO TERRORISTAS, EUROPEUS SÃO FANÁTICOS, LOUCOS, EXTREMISTA.

NA FOTO UM NÓRDIGO. SE USASSE TURBANTE, SERIA UM TERRORISTA.

Eles venceram
 
 

 
Há algum tempo muitos analistas vêm falando do crescimento da extrema-direita na Europa e no mundo. Eu mesmo já escrevi aqui neste espaço algumas vezes sobre o tema.

Como em todo discurso de ódio, que a caracteriza, a nova extrema-direita precisa encontrar seu inimigo. Se antes este era encarnado nos judeus apátridas, que “vagavam” pela Europa prontos a “pilhar” os recursos dos cristãos, hoje o inimigo atende pelo nome de muçulmano. São seres esquisitos, que às vezes usam uma espécie de turbante, que não acreditam no verdadeiro filho de deus, e que, algumas vezes, interpretam literalmente o que seu deus teria dito através do profeta Maomé.

Este crescimento não é nem tão novidade assim, e tem sua origem no fim do Bloco Soviético. Por um lado, os europeus “ocidentais” se viram ameaçados com aquela massa de pessoas procurando empregos, ansiosos em entrar no modo de vida capitalista. Isso levou a uma depreciação do valor do trabalho. Os novos bárbaros vinham do leste para destruir o sonho da Europa Cristã capitalista.

Por outro lado, os que viviam dentro da cortina de ferro se viram órfãos, jogados num mundo que desconheciam, e por isso temiam. Muito do movimento de completar o círculo e se voltar à extrema-direita foi feita por estes europeus do leste, numa curiosa contradição. Os ocidentais se sentiam invadidos e queriam proteção contra os invasores. Os orientais, novatos no mundo da competição, queriam o mesmo.

Em comum apenas o ódio contra aquele passageiro que chega no ônibus já cheio, cuja presença vai encher ainda mais o veículo, e que, por isso, é visto com desconfiança pelos “nativos”. Estes, os mais recentes, são aqueles que não conseguem ser abarcados pela definição de Europa, os muçulmanos. Os ódios se juntam contra o terceiro.

Mas isso não interessa tanto. Interessa como a mídia repercutiu os atentados na Noruega na semana passada. Todos os veículos “ocidentais”, sem nenhuma exceção, correram para dizer que seriam obras de…. muçulmanos. As razões beiravam a esquizofrenia coletiva: desde a Líbia (com Kadafi relembrando os tempos da PanAm), até mesmo o Acordo de Paz de Oslo, que deveria por fim ao conflito Israel-Palestina, assinado por Yitzhak Rabin (Israel) e Yasser Arafat (OLP), mediado pelo então presidente dos EUA, Bill Clinton.

Os “especialistas”, atônitos com o ocorrido, tentaram, de toda e qualquer maneira, encaixar uma explicação qualquer que remetesse aos muçulmanos. Qualquer coisa, naquele momento, servia a eles, nos seus delírios, nas suas elucubrações. Diria eu que estavam estado de êxtase hipnótico, apontando o dedo rua afora e vendo fantasmas em todos os lugares.

Desde os primeiros momentos já estava claro, pra qualquer pessoa que tentasse entender o que se passava, que o alvo dos atentados não era a Noruega, ou mesmo o governo, mas sim um partido, uma posição política. Era claro, logo, que o atentado fora levado a cabo por razões internas.

O alvo, o modus operandi, tudo indicava solidamente pra nacionalistas noruegueses, para extrema-direita. Mas a mídia olhou, e não viu. Não quis ver.

Quando finalmente enxergou, as características “religiosas” do assassino, do terrorista norueguês, foram esquecidas. Ele tornou-se uma radical louco, um homem perturbado aos olhos dos jornais. Afinal era um de nós.

A mídia, seus intérpretes, seus analistas com doutorado em grandes universidades, especialistas em Relações Internacionais, em terrorismo, compraram acriticamente o discursos da extrema-direita do inimigo da Europa.

Neste quesito, tristemente posso falar: ela venceu. Pautou a mídia, espalhou o medo do outro e, como demonstrou, conquistou mentes.



terça-feira, 26 de julho de 2011

O QUE OCORREU NA NORUEGA É O QUE O CERRA CHAMOU PARA A CAMPANHA SÓRDIDA QUE FEZ...PARA SANTARRÃO, PRECONCEITUOSO!

CERRA E SUAS CONVICÇÕES NADA RELIGIOSAS. DE DIA NA MISSA, À NOITE COM PASTORES NEO PENTECOSTAIS.



GRAEFF, FOI O BRUCUTU DO CERRA NA NET, O QUE ESPALHOU A BOATARIA  PRECONCEITUOSA, SOBRE RELIGIÃO, HOMOFOBIA E O CAPETA 70.

ESTAS PESSOAS QUE ESTÃO NESTAS IMAGENS, FORAM AS RESPONSÁVEIS PELA BAIXARIA QUE SE TRANSFORMOU A CAMPANHA DE 2010 PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA BRASILEIRA.

COMO DIZ CIRO GOMES: CERRA EM UMA CAMPANHA É SINAL DE BAIXARIA.




domingo, 24 de julho de 2011

MÍDIA SIONISTA MUNDIAL ESPALHA BOATOS E PRECONCEITOS SOBRE OS ISLÂMICOS. ATENTADO COMETIDO PELA EXTREMA DIREITA CRISTÃ É ATRIBUÍDO AOS DE SEMPRE: OS ÁRABES.

O SIONISTA JUDEU E FASCISTA, MURDOCH.


O ASSASSINO ANDERS BEHRING BREIVIK. FUNDAMENTALISTA RELIGIOSO CRISTÃO.

Este agressor, postou um largo documento intitulado "2083 A European Declaration of Independence", em inglês, em que entre outras coisas declarava a "guerra de sangue" contra imigrantes e marxistas.

AQUI TAMBÉM , TEM SEUS FUNDAMENTALISTAS RELIGIOSOS, SEU NOME: CERRA!

 

A imprensalona brasileira, é americanófila. Murdoch, controla os grandes conglomerados da informação dos USA e Reino Unido, e manipula todas as notícias em favor de Israel, com isto, já conseguiu que os sionistas de Israel praticamente dominassem o cenário político americano, dominando completamente o congresso dos USA.

A imprensalona brasileira, o PIG, de pronto repetiu o cantochão da mídia americana de que árabes cometeram um atentado na Noruega, uma bárbarie que deixou de saldo mais de 90 mortos. Repetiram uma MENTIRA. Aliás a mídia brasileira recebe por isto. Tudo que se ligar ao terror, de pronto é relacionado aos árabes, o trabalho sujo é regiamente recompen$ado pelos USA.

ABAIXO CONSIDERAÇÕES DA AGÊNCIA CARTA MAIOR:






91 MORTOS EM OSLO:
AS DIMENSÕES CATASTRÓFICAS DO MASSACRE E O IMPÉRIO DO PRECONCEITO


A primeira reação da chamada grande imprensa diante dos atentados de dimensões catastróficas ocorridos em Oslo, em que morreram cerca de 90  pessoas, foi relacionar sua autoria a grupos terroristas islâmicos. O 'New Yok Times' chegou a divulgar um texto atribuído a um desses grupos,  que confirmava a autoria dos massacres.


 A informação foi rapidamente replicada em todo o mundo, sem qualquer investigação empírica, como algo dotado de uma lógica  autoexplicativa. Era falso.

 Tudo isso aconteceu antes que o próprio governo noruegues fornecesse uma pista para elucidar as motivações dos atentados. Quando se pronunciou, foi para advertir  que as maiores suspeitas recaíam sobre um noruegues branco, alto, louro, de olhos claros,  islamofóbico associado a grupos  de extrema direita  em Oslo, onde acontece a festa anual de entrega do Prêmio Nobel da Paz.

 O enredo não fazia sentido.

Na pauta esfericamente blindada da narrativa dominante  quase não há espaço para interações entre extrema direita política e violência terrorista.

É bom ir se acostumando. O estreitamento do horizonte social produzido por interesses financeiros que levaram o mundo a uma espiral ascendente de incerteza, desemprego e volatilidade gera impulsos mórbidos que a extrema direita historicamente instrumentalizou. Vide as duas guerras mundiais do século 20. Uma precipitação da mídia em circunstancias como essa envolve o risco, nada desprezível, de desencadear represálias violentas contra comunidades etnicas e religiosas em diferentes pontos do planeta.

 É inevitável lembrar que a manipulação do medo e do ódio nos EUA, através de mídias como a Fox News, de Rupert  Murdoch, após o repulsivo atentado de 11 de Setembro, pavimentou o caminho de uma guerra desordenada em busca de 'armas de destruição em massa', de resto nunca encontradas.

Sobretudo em situações extremas, a pluralidade da informação de alcance isonômico mostra-se uma salvaguarda indispensável da democracia contra a manipulação do medo e da dor pelo império do preconceito e da intolerancia.

(Carta Maior; Sábado, 23/07/ 2011)