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terça-feira, 12 de julho de 2011

PRESIDENTE MANTÉM PROCESSSO CONTRA JORNALISTA... NO EQUADOR!

De O Globo
Correa mantém processo judicial contra jornalista Emilio Palacio

RAFAEL CORREA PRESIDENTE DO EQUADOR, NÃO SUPORTA MENTIRAS!



Janaína Figueiredo, correspondente (janaina.figueiredo@oglobo.com.br)


BUENOS AIRES - O presidente do Equador, Rafael Correa, decidiu levar adiante um processo judicial contra o jornalista Emilio Palacio e os donos do jornal "El Universo", acusados de calúnia.


Apesar da decisão de Palacio de renunciar ao cargo de editor de opinião após vários meses de pressões, ontem o advogado do presidente, Alembert Vera, assegurou que Correa não vai retirar a denúncia e continuará pedindo três anos de prisão e US$ 80 milhões de indenização.

Ele afirmou que o presidente só está disposto a recuar se o jornal admitir que publicou mentiras.(O PIG BRASILEIRO TAMBÉM DEVERIA CONTAR AOS SEUS LEITORES QUE PUBLICAM MENTIRAS, GRIFO MEU PTREM DAS13E13)

O PRESIDENTE SENTE AZIA QUANDO LÊ AS MENTIRAS DO PIG, E PARA RIR ASSIM NÃO O  LÊ, E NÃO PROCESSA O PIG MENTIROSO DO BRASIL

ALÉM DE NÃO LIGAR PARA AS MENTIRAS DO OLIGOPÓLIO DA MÍDIA BRASILEIRA, ACABA TENDO SUA FOTOGRAFIA COMO POSTER NO METRÔ DE PARIS:  "LULA, ONDE A ESQUERDA FUNCIONA"










CONTROLEImprensa é incluída no projeto de poder de Correa



Este é o terceiro processo judicial contra Palacio - desta vez acusado de ter divulgado calúnias sobre o presidente em um artigo, publicado em 6 de fevereiro passado, sobre a atuação de Correa durante a revolta policial que em setembro de 2010 provocou uma delicada crise política no país.

Terceiro jornalista afastado por atrito com presidente


No texto, o agora ex-editor de opinião do principal jornal de Guayaquil afirmou que, no futuro, algum sucessor do presidente poderia levá-lo a uma corte penal "por ordenar fogo (tiros) e sem aviso prévio contra um hospital repleto de civis e gente inocente".

O hospital ao qual se refere Palacio foi o refúgio escolhido por Correa durante mais de 12 horas de crise, até que um comando conseguiu resgatá-lo.


- Palacio pediu desculpas? O jornal publicou em primeira página um texto que diga 'Perdão senhor Presidente?' - perguntou, em tom irônico, o secretário de Comunicação do governo, Fernando Alvarado.
Desde que apresentou sua carta de renúncia, no domingo, o jornalista decidiu permanecer em silêncio, à espera de uma resposta do Palácio Carondelet (sede do Executivo equatoriano).


 No texto, Palacio diz que sua decisão buscou, principalmente, garantir a preservação de todos os postos de trabalho de seus colegas e, sobretudo, a sobrevivência do jornal, já que seus donos não contam com os recursos suficientes para pagar o montante exigido pelo presidente.


Os crescentes conflitos entre Correa e a mídia levaram a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) a enviar uma missão a Quito no próximo sábado.


- O objetivo é alertar a sociedade sobre os danos que provocam os ataques aos meios de comunicação, porque prejudicam os direitos de todos os cidadãos. O caso de Palacio não tem precedentes na América Latina - afirmou ao GLOBO o presidente da SIP, Gonzalo Marroquín.


Marroquín lembrou, ainda, que "o presidente Correa recorre à Justiça num país no qual esse poder também está questionado".


A associação equatoriana Fundamedios lamentou a saída de Palacio e lembrou que trata-se do terceiro jornalista importante do Equador a ser silenciado pelo presidente Correa. Os primeiros foram Carlos Vera, em 2009, e Jorge Ortiz, em 2010.


- Estamos vivendo um novo caso de censura. Mais uma vez, Correa silenciou uma voz crítica - declarou César Ricarte, diretor-executivo da Fundamedios.

A própria Fundamedios foi atacada pelo presidente, que acusou a organização de defesa da liberdade de expressão de ser financiada pela CIA.

- Todos os que defendemos os direitos humanos estamos sofrendo no Equador- assegurou Ricarte.

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2011/07/11/correa-mantem-processo-judicial-contra-jornalista-emilio-palacio-924881591.asp#ixzz1RrboFod0

MINHA OPINIÃO: ESTA SIP ( SOCIEDADE INTERAMERIUCA DE PRENSA)  É NADA MAIS, NADA MESNOS QUE UM BRAÇO DA DIREITONA AMERICANA.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

ESTADO DE MINAS: INTERIOR MINEIRO, VAI SURFAR NO CONSUMO. O TABLÓIDE DO AÉCIO SÓ NÃO INFORMA O PORQUE!

O FOLHETIM DO AÉCIO NEVER.


O Estado de Minas, orgão de relações públicas do Aético Never, mancheteia hoje em letras garrafais, na capa, que o consumo no interior de minas vai bombar por causa do aumento de renda da classe c e d. Mas não informa porque houve o aumento de renda.

A máxima do Estado de Minas é:

JORNALISMO É O QUE EU NÃO PUBLICO, O RESTO É PUBLICIDADE.

Digam o nomes das pessoas responsáveis pelo aumento da classe c e d. Senhores sejam jornalistas, façam reportagens, e não reporcagem.

Vou refrescar a memória dos senhores, e mostrar a expressão que eles fazem quando lêm o que os senhores publicam:


A RENDA DA CLASSE C E D CRESCEU, O  ESTADO DE MINAS NÃO DESCOBRIU, QUEM AGIU PARA QUE ISTO OCORRESSE.

domingo, 10 de julho de 2011

DIÁRIO DO RIO DOCE FAZ REPORCAGENS SOBRE OBRAS ABANDONADAS.

E saber que Mauro Santayana, um dos mais brilhantes jornalistas brasileiro, trabalhou neste jornal !

"Jornalismo é o que eu não  Publico, o resto é publicidade"

Orson Welles( Cineasta americano, diretor do filme Cidadão keyne)



A NOTÍCIA DEVERIA SER: BARRACOS NÃO SERVEM PARA CENTRO DE APOIO À CULTURA!


A notícia dada pelo PIG local:

"Construido
 com recursos da secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas( SETOP) e entregue à prefeitura de Governador Valadares MG, em março de 2009, O Centro de apoio ao Turismoe Pórtico no Pico do Ibituruna Vive atualmente uma situação de completo abandono, pela não utilização no qual foram investidos 150  mil reais de dinheiro público." PAGINA 3B

Quem fez esta matéria, deveria é ter informado quem foi o safado, corrupto e ladrão que gastou 150 mil Reais de grana do povo para construir um barracão de zinco que nunca serviria para shongas nenhuma, muito menos para Centro de apoio para qualquer coisa.

A manchete deveria ser: Entregaram uma porcaria de obra para a prfeitura de valadares, uma obra super faturada e que não servirá para nada, o nome do prevaricador É xxxxxxxx.

Aliás qual partido administrava valadares em 2008 E ENTREGOU A PREFEITURA PARA O PT EM 2009, mesmo?






sexta-feira, 8 de julho de 2011

COMO O PIG TRATA SEUS JORNALISTAS HONESTOS: Acabo de sair da Folha Metropolitana a pedido de dois deputados tucanos .

Amigos e colegas:


Acabo de ser demitido da Empresa Jornalística Folha Metropolitana um ano, um mês e quatro dias depois de ser contratado para ser repórter de política.
 
Este não é meu primeiro trabalho e nunca tornei público o motivo da saída por julgar que admissão e demissão fazem parte da liturgia das empresas.
 
 Logo, jamais exporia as razões da saída, se o motivo fosse contenção de despesas, qualidade do trabalho prestado, incompatibilidade entre mim e a chefia...
 
Desta vez, porém, é diferente: a minha demissão ocorreu porque noticiei em primeira mão e venho acompanhando o caso de nepotismo na Secretaria de Estado da Energia, sob o deputado licenciado José Aníbal (PSDB).
 
 
 A notícia está na página 10 da edição desta quinta-feira do jornal Metrô News.
Na segunda-feira, fui para uma entrevista com o deputado Carlos Roberto de Campos (PSDB-SP), munido de várias perguntas, uma das quais sobre nepotismo. O Metrô News vem acompanhando o episódio da contratação de Mateus Achilles Gomes pelo secretário-adjunto da Pasta, Ricardo Achilles, desde o início de junho.
 
 
Uma das estratégias era ver a opinião de Carlos Roberto sobre o caso ocorrido na pasta comandada por José Aníbal, uma vez que o PSDB é muito veemente nas críticas contra irregularidades. Carlos Roberto não foi induzido ou coagido a falar, mas falou e criticou severamente Ricardo Achilles e o colega de ninho, José Aníbal. A matéria foi publicada hoje, claro, com o consentimento do editor-responsável.
Nesta tarde, Carlos Roberto foi à redação, conversou com a direção do jornal e exigiu que o veículo desse uma resposta.
 
A resposta foi a minha demissão.
 
 
Acho que devo dar essa explicação a todos os que me acompanham diariamente, seja por meio das das reportagens da Folha Metropolitana e do Metrô News ou na coluna 'Em Off', que mantinha às quartas e sextas-feiras.
Aproveito para agradecer o carinho dos colegas e me desculpar por possíveis desencontro de ideias. Creiam, sempre coloquei a lealdade e o respeito acima dos interesses diversos que permeiam o posto que ocupava. Nunca pactuei com interesses outros que não fosse o de dar a notícia da forma mais correta. Nunca usei do cargo para fins de ética duvidosa. Nunca aceitei barganhar a notícia. Nunca 'carlosrobertei', nem 'anibalizei' meu trabalho.
 
Peço que me ajudem a multiplicar essa mensagem indignada. Reitero: entrar e sair de empresas é fato comum e essa não é a primeira vez que acontece. Nunca, porém, tornei público o motivo da saída, por entender que essa é uma particularidade que cabe a patrão e a empregado.
 
 Dessa vez, porém, minha saída teve motivação política. Por trabalhar de forma correta, acabei punido.
O ciclo na empresa está terminado.
Um forte abraço a todos.

Gasto federal em políticas sociais cresceu 146% no governo Lula .

http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/

LULA APONTANDO PARA QUEM FARÁ MAIS QUE ELE.

E ainda tem idiota que diz que FHC fez mais que Lula em políticas sociais.Fez, perdoe a expressão, um caralho!.Esse corno manso só sabe levar galha, defender maconheiro e entregar as riquezas do Brasil.

 
Os gastos do governo federal em políticas sociais passaram de R$ 219,7 bilhões em 1995 para R$ 541,3 bilhões em 2009, um aumento de 146%, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).


Os dados mostram ainda que, em 1995, os gastos sociais federais representavam 11,24% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.


Em 2009, o percentual chegou a 15,8%, o maior patamar verificado nos 15 anos analisados.


De acordo com o Ipea, essa trajetória de crescimento, embora permanente, não foi homogênea. "Há momentos mais lentos, como 2002/2003, e outros mais velozes, como 1996/1997 e 2006/2007", diz o relatório.

Da redação, com informações do Uol.

DO BLOG TERROR DO NORDESTE: ATÉ O PIG ADMITE QUE GOVERNO LULA MATOU A PAU EM TERMOS DE POLÍTICAS SOCIAIS.

http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/


QUE ARREGALE ATÉ A CLOACA OW CERRA!


Daqui a pouco os demotucanos safados vão dizer que Lula comprou o jornalão o Globo, eterno aliado da direita.


Paternidade impossível


 
 Lena Lavinas
O Globo - 08/07/2011
O candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais, governador José Serra, publicou nesta página do GLOBO dias atrás um artigo pretensamente analítico sobre as perspectivas de sucesso do Programa de Erradicação da Miséria, recém-lançado pelo governo federal. As imprecisões são tantas que demanda esclarecimentos, pois desinformar é um ato de desutilidade pública. Geralmente é o que acontece quando a fraseologia de oportunidade prevalece sobre os fatos e o bom senso.


 
Olhar para o passado recente implica reconhecer que as ações compensatórias no Brasil deixaram para trás um status menor e desvalorizado, marcado pela inoperância e pela inefetividade, para tornar-se uma verdadeira política pública, fundada em direitos e regras estabelecidas e transparentes, que podem, inclusive, ser monitoradas. Vamos recordar que o maior programa de combate à miséria da primeira gestão FHC foi a doação de alimentos - mais de 27 milhões de cestas em 1998 -, cujos resultados foram inócuos. Ademais, custava caro, gerava inúmeras ineficiências (desperdícios alarmantes na estocagem e na distribuição, por exemplo) e acabou sendo abandonado pelo próprio governo diante das evidências irrefutáveis de que era melhor ampliar programas de transferência de renda monetária direta.

 
Durante o segundo mandato FHC, o Comunidade Solidária consolidou-se como o grande programa de enfrentamento da pobreza, mas pecou pelas debilidades inerentes ao seu desenho: iniciativas altamente pulverizadas no território e nos objetivos, pontuais, que jamais permitiram uma avaliação rigorosa do que logrou realizar de fato o programa, tamanha a fragmentação de boas ações, que, por melhores que possam ter sido, jamais se configuraram em política. O Comunidade Solidária não mudou a cara da pobreza no Brasil. Essa é uma obviedade incontestável qualquer que seja o ângulo - conservador ou progressista - da mirada!

 
É verdade que, ao final do segundo mandato FHC, o MEC resolveu adotar em nível nacional o Programa Bolsa Escola, cujas iniciativas bem-sucedidas se multiplicavam em vários municípios. Porém, o teto de cobertura do Bolsa Escola federal não passou do milhão de famílias, e o valor do benefício por criança era de R$15, o que não lhe assegurava a escala necessária, nem a eficácia requerida para ter um impacto na magnitude do problema a sanar. A política econômica do governo FHC tornava impeditiva uma política social eficaz nos seus propósitos.
 
Ao contrário do que afirma, em seu artigo, o candidato à Presidência derrotado, o Bolsa Família não é a mera unificação dos vários cadastros de programas que existiam antes, dispersos em muitos ministérios e todos, igual e inequivocadamente, inexpressivos em termos de resultados. O Bolsa Família constitui-se numa ruptura com as iniciativas pretéritas no campo dos programas assistenciais porque ele vai garantir uniformidade no atendimento, escala na cobertura e institucionalidade da política pública de assistência social, nos marcos da regulação existente e não à margem e na contramão, como o fez por oito anos o governo FHC.

Entretanto, dado que o Bolsa Família não é um direito, acabou por excluir alguns milhões de famílias dentre as mais destituídas embora cumprissem os critérios de elegibilidade para tornarem-se beneficiárias. O novo Plano de Erradicação da Miséria vem talhado para reparar essa falha grave e introduzir algumas inovações, a mais promissora delas o intento de associar satisfação de necessidades com promoção de oportunidades.

 
Há quem julgue que mantras produzem os efeitos esperados, pois seriam portadores de um poder específico. Deve ser essa a crença dos que repetem incessantemente que a novidade do crescimento com um pouco menos de desigualdade e um pouquinho mais de redistribuição, ampliação das camadas médias, mais crédito e a volta das políticas de infraestrutura social estavam nos genes do que precedeu o Bolsa Família. Não há exame de DNA possível para comprovar essa hipótese. Uma certeza temos, no entanto: a de que as urnas deram a vitória a quem soube, para além da garantia da estabilização, trazer segurança e prosperidade para que sonhos e projetos possam novamente alavancar o futuro da nação.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O PSDB A UDN OS DEMOS, O PIG, A MÍDIA GOLPISTA, A OPOSIÇÃO RAIVOSA, A MOLDURA MAQUIADA E O MARCENEIRO.

Post dedicado à oposição UDENISTA de Governador Valadares, à classe média conservadora desta cidade que lê o PIG e não percebe que não está sendo informada, estÁ sendo PIGUIOTIZADA,  Não lêm jornalismo, lêm opinionismo.


Até os anos 70, existia um profissional da marcenaria, que fazia uma arte nos móveis chamada MOLDURA MAQUIADA. Não havia máquina para isto.

Era feita num átimo de tempo, que o profissional sabia determinar pelo seu cérebro que guardava na memória o que o mestre lhe passou. Não existe  mais este profissional. Não existe máquina, para isto. Não existe mais um só cérebro, uma mente que guardou o segredo de tal ofício:

A ARTE DA MOLDURA MAQUIADA SÃO ESTAS RANHURAS NA PARTE SUPERIOR DO  GUARDA-LIVROS.


O que tem a ver o marceneiro da MOLDURA MAQUIADA, e o PSDB/UDN/DEMOS? Tudo! Explico:
nos anos 50 e 60, a UDN atual PSDB/DEMOS, tinha o seu marceneiro que MAQUIAVA A MOLDURA da UDN, apresentando uma bonita arte que escondia a  essência golpista do partido.
 Falo do CORVO DA RUA CHILE, CARLOS LACERDA. Como ele fazia para MAQUIAR A MOLDURA DA UDN? Belos discursos, todos bem elaborados, que escondia  espectro  golpista, da UDN



O MAQUIADOR DA MOLDURA DA UDN, O CORVO DA RUA CHILE, LACERDA.
ACUSAVA JK DE LADRÃO. JK MORREU POBRE, O CORVO MORREU MILIONÁRIO.


Eles também perderam o seu profissional. Não sobrou um profissional que tivesse o talento de discursar do golpista Carlos Lacerda. A única diferença da política para a marcenaria é que a ex UDN, atual PSDB/DEMOS, têm uma máquina para MAQUIAR A MOLDURA e esconder o golpismo do PSDB/UDN/DEMOS, AS ROTATIVAS DO PIG, Partido Da Imprensa Golpista:

Veja- Abril-civitta

Folha de são Paulo- Frias

O Estado de São Paulo- Mesquita

O Globo e rede Globo- Época- os filhos do dr Roberto Marinho( eles não têm nome)

Grupo RBS- No sul do país, Siroskys

Band- Saad

Diário do Comercio- PE
O Estado de Minas- Na redação quem manda é o Aécio Never, através da Andreia neves.

Correio Brasiliense-  Este é uma casa de mãe Joana, todos os golpistas do Brasil são blindados lá.
E por aí vai.

Mas veio o progresso e com a Internet, nós colocaresmos a máquina do PIG, num canto qualquer. Pelo menos tentaremos. Assim, por exemplo:

terça-feira, 5 de julho de 2011

DESCOBERTO PROGRAMA ULTRA SECRETO DO PSDB/UDN/DEMO!!!!!

ESTA RAÇA ARREBENTOU COM O BRASIL E QUERIA ACABAR COM A NOSSA, ELES É QUE FORAM EXTERMINADOS.

Serviço de Inteligência descobre projetos e programas do PSDB/UDN, até então mantidos em completo sigilo. Veja agora algumas das propostas que estão previstas:

Para as relações do Governo com o Congresso, será criada a Base de Operações Legislativas Avançadas - B.O.L.A

Para a Educação Básica, através de assinaturas de jornais e revistas da grande imprensa, está previsto o Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto – P.I.A.D.A.

Para a criação de novos Ministérios e reestruturação dos atuais, inclusive de estatais, será implantado o  Programa de Revisão Organizacional dos Poderes Institucionais Nacionais e Autarquias – P.R.O.P.I.N.A.

Para a Administração Federal será implantada a Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas - M.E.R.D.A

Para o Nordeste, área preferencial dos tucanos e onde Zé Pedágio possui raízes, será criada a Frente Organizada Destinada a Acabar com a Seca e Estiagem - F.O.D.A.S.E.

E, em relação ao Turismo, a criação da Base Organizada dos Serviços de Turismo Avançados - B.O.S.T.A.


Presidente recebeu prêmio Woodrow Wilson, em Nova York.Imprensa corrupta brasileira,com raiva,esconde !!!!!!

'Brasil tem instituições sólidas e democráticas', diz Lula.
Presidente recebeu prêmio Woodrow Wilson, em Nova York.Durante discurso, Lula defendeu a democracia no Brasil.

Da Agência Estado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma defesa da democracia no Brasil ao receber o prêmio Woodrow Wilson, em Nova York. O "Brasil é país de instituições sólidas e democráticas", discursou.
Lula ainda deu o exemplo do governo de esquerda em El Salvador para citar uma ocorrência que classificou como "responsável" - a vitória nas eleições por meio de um processo democrático.
O presidente diz que nunca teve problema para aprovar nada que fosse importante no Congresso brasileiro.

Na América do Sul, Lula citou como conquistas a "construção da Unasul, a construção do conselho de defesa sul-americana e o combate ao narcotráfico na Unasul". A região, afirmou, é "pacifica, tranquila e democrática".

Lula diz não ter dúvida de que brasileiros e americanos precisam "cooperar para que possamos garantir que a democracia seja consolidada. Por isso é que Brasil e EUA repudiaram o que aconteceu em Honduras. Nos não podemos aceitar mais golpe militar", afirmou o brasileiro.

P.S.: PEGUEI AQUI NO MEU LAP TOP, MAS, ACHO  QUE O TÍTULO É DO  HÉLIO BORBA, O APOSENTADO INVOCADO. TEM A CARA DELE , ESTE TÍTULO.

O AVIÃO FOGUETE BRASILEIRO. A MÍDIA GOLPISTA NÃO TE INFORMARÁ!






Do blog do Nassif:

Pela primeira vez sinto firmeza nesse papo de o brasil querer ser super-potência e talz quando achei essa notícia perdida num blog, veja só, português, apesar de que qualquer pedantismo ou nacionalismo exagerado deva ser condenado é preciso ter uma ambição do tamanho do 5º maior país do mundo em população e terrritório, senão seremos um gigante alejado. Enquanto agente importa super-trens da china e foguetes ucranianos esta é uma notícia e tanto:
   Notícia que não sai na nossa midia:
Yes, crianças, é projeto do Instituto de Estudos Avançados da FAB, mais precisamente do Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica Prof. Henry T. Nagamatsu.
O 14-X é um veículo de demonstração que deverá voar em 2013. Com 2 metros de comprimento, passará por três testes principais:
No primeiro será lançado em um foguete VSB-30. Ao atingir 100 mil pés o primeiro estágio será ejetado, o segundo acionado e o conjunto atingirá Mach 6 (sorry, Speed) sem que o 14-X seja desacoplado ou tenha os motores ligados. Isso permitirá que sejam colhidas informações de performance aerodinâmica e da câmara de combustão dos motores.
No segundo teste os motores serão ligados brevemente, com a aeronave acoplada.
Somente no terceiro teste o 14-X será ejetado e seus três motores scramjet entrarão em ação, levando o veículo a pelo menos Mach 10.
O Scramjet é um tipo de motor a jato sem partes móveis. A grande complexidade das turbinas está no compressor, necessário para que o ar seja (obviamente) comprimido. Esse ar, misturado com combustível e inflamado é que gera a propulsão. Um Scramjet não tem compressor.
Ele utiliza o ar externo em velocidade supersônica, que é comprimido pela própria forma interna das paredes do motor. O resultado é uma potência muito maior em relação ao peso, velocidade acima de qualquer coisa com partes móveis e manutenção mínima.
A parte ruim é que não pode ser acionado no solo, ou em baixa velocidade. Daí os foguetes para acelerarem o 14-X.
O protótipo Scramjet mais bem-sucedido é o X-43A, da NASA, que atingiu Mach 9.8 e 2004.
Depois disso o programa caiu em desgraça política, hoje o mais modesto Boeing X-51 segue como projeto mais promissor.
Não é uma tecnologia que vá melhorar a Ponte Aérea, mas em um mundo cada vez menor, o tempo de vôo ainda é um incômodo e um empecilho. O avião comercial mais rápido do mundo, o Concorde, fazia Londres-Nova York em 3h30min. Um vôo comercial normal leva entre 7 e 8 horas. O lendário SR-71 Blackbird fez o percurso em 1h54min.
Pense na economia de tempo, o Blackbird tinha velocidade máxima de Mach 3.2, um Scramjet comercial poderia fazer a maior parte do percurso em Mach 10. Descontando detalhes como preço, seria possível morar em um continente e trabalhar em outro.
Em um país onde ciência só aparece na TV para brigar com astrólogo e homeopata no Superpop, dá gosto, dá esperança ver uma pesquisa de ponta (MESMO!) sendo feita, visto que não é uma área exatamente abundante de recursos e verbas.
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Incrédulo, fui atras da fonte original até chegar no site meio bit
que por sua vez citava a fonte:
fotos em:
Exelente blog português:
  Aqui agente vê notícia  do hipersônico imaginário europeu pra 2050, e só vê o nosso através de site estrangeiro, pode ?  Claro isso é protótipo e ha um looongo caminho pela frente mas ja ficamos pra tras na tecnologia do sec 20 pelo menos estamos acompanhando a evolução de novas tecnologias de ponta!

FHC E CERRA CHORAM LÁGRIMAS DE CROCODILO NO VELÓRIO DE ITAMAR!


Todo o meio político sabe que o FHD ( D de doar) desprezava Itamar. Achava-o intelectualmente despreparado, como se o Farol de Alexandria, o FHD , fosse lá essas coisas. Itamar até perguntava mineiramente, uai, gente simples não pode governar?

Itamar detestava o Farol, pelo fato dele ter se apropriado do Plano Real. Como sabe-se o Farol ficou 10 meses como ministro da fazenda e não deixou um rabisco sequer de plano para domar a inflação, quem lançou o Real, foi Itamar tendo já como ministro da fazenda o Ricúpero, que falou demais e caiu. A participação de Pérsio Arida, André Lara Rezende foi crucial para a execução do plano. Sucedeu o Ricúpero, o Ciro Gomes, que continou tocando o barco.

O Farol quase que acaba com o Real, isto sim! Vide artigo aqui no Blog: FHC surfa no Real e quebrou o país duas vezes. E agora no velório do Itamar está lá o Farol a apropriar-se novamente do Real. Chorou Lágrimas de crocodilo.

Outro que chorou lágrimas de crocodilo foi o Cerra. Queria ser nomeado ministro da fazenda no governo Itamar, que agendou uma entrevista com o Cerra. Cerra chegou lá já com todo o PIG de prontidão , fotógrafos esperando o futuro ministro da fazenda, E TUDO O MAIS. Terminada a entrevista com o presidente, o PIG quiz saber o que ocorreu , se o Cerra seria nomeado e quando. Itamar respondeu de pronto: O Cerra não quer ser ministro, ele quer é o meu lugar. E aí está novamente o Cerra, com seu jeito todo especial chorando as lágrimas de crocodilo no velório do Itamar.
HIPÓCRITAS.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

POST DEDICADO AO PROVECTO E CIRCUNSPECTO "ECONOMISTA" DEPUTADO MOURÃO.

O deputado do PSDB/DEMO não quer que o governo gaste. O negócio dele é o  "Consenso de Washington."


Dias atrás o Senhor deputado Mourão deu uma de doublet de economista e fez valer a máxima do, este sim, légítimo economista Delfim neto, que dizia: Reportagem sobre economia no Brasil, não é uma coisa nem outra.

Pois bem, na esteira do PIG nacional,  publicou artigo no PIG local, lascando o sarrafo no governo, que segundo ele não controla a dívida interna, ou seja o mesmo método que o PIG nacional usa para amendrontar a piguiotizada classe média brasileira.

Ora, capitalismo faz-se com dívidas. Ele  deveria ter dito que nesta divida interna está incluida , as maiores obras contratadas no mundo atualmente, ou seja: 3 ferrovias( a transnordestina, está faltando apenas 128 km para o seu término)  3 hidrelétricas , sendo Belo Monte a terceira do mundo. 2 hidrovias, sendo que uma a de Tucuruí tem as maiores eclusas de desnível do mundo, portanto maior que as do panamá, maior obra do Sec. 19. A transposição de um rio, o São Francisco. Poderia citar mais obras inclusas nesta dívida, a dar com o pau, mas vamos para outra parte da dívida, as Despesas Correntes.

 AS DESPESAS CORRENTES ENGLOBAM UMA SÉRIE DE GASTOS E NÃO SÃO SÓ CLIPES E CAFEZINHO. SÂO ENERGIA , ÁGUA , TELEFONE , MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS , PESSOAL DE SAÚDE , DE SEGURANÇA , DAS FORÇAS ARMADAS , DA GUARDA NACIONAL , DA POLÍCIA FEDERAL , DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL E OUTROS FAZEM PARTE DAS DESPESAS CORRENTES , BEM COMO , COMBUSTÍVEL , MATERIAL MÉDICO-HOSPITALAR E OUTROS . QUEREM QUE O BRASIL PARE?(grifo de Hélio Borba, "aposentado invocado")

Bom mesmo era na época do FHD ( d de doar) em que o seu governo aumentava as despesas e o Brasil parava. Aos números:

- Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;
- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;
- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;
- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;
- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;
- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;
- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;
- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%; inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;
- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.

Depois querem saber porque o povo, os rejeitam soberanamente, nas urnas.




domingo, 3 de julho de 2011

3 MULHERES. 1 SÓ IDÉIA DE COMO GOVERNAR PARA O POVO. OS MESMOS DETRATORES. OS NEO LIBERAIS GOLPISTAS!


3 Mulheres. 2 conhecidas internacionalmente. À sua direita Elisa Costa, todas as 3 vêm de um mesmo corolário ideológico. As duas primeiras dispoem de instrumentos imensamente mais poderosos para enfrentar seus detratores que a terceira, que é a prefeita Elisa Costa, PT, prefeita de Governador Valadares MG.
A primeira até pelo jesto que ela está fazendo  que em uma entrevista faz este jesto para os jornalistas que estavam interrompendo-a, vê-se, que ela não tem medo e tem poder de enfrentar o PIG( Partido da Imprensa Golpista) da Argentina, a segunda mulher dispensa apresentações. Já em Governador Valadares a prefeita não dispõe de meios tão eficientes e poderosos quanto às duas primeiras.
A prefeita é esondida pela mídia, seus detratores do PIG local,usam o mesmo método do PIG nacional, ou seja, o que é ruim a gente mostra, o que é bom a gente esconde. Uma base aliada, fisiologista, que mais atrapalha que ajuda.
 Estão querendo transformar uma boa governança que Elisa costa vem fazendo, em má governança. Como? Simples, escondendo-a do noticiário favorável,  o PIG local cria um consciente coletivo abstrato, tira a realidade dos olhos do povo. Sem contar que seus detratores tem a capacidade de usar a infame prática de utilizar da teoria do medo e do preconceito religioso a mesma infâmia que o Padim Pade Cerra, usou na eleição presidencial de 2010, onde este UDENISTA golpista, parecia mais candidato a bispo que a presidente da república São uns corvos que nós da esquerda valadarense temos que combater diuturnamente.

LEMBREM-SE A UDN AINDA ESTÁ AÍ, TENTANDO CONVOCAR E PROVOCAR O GOLPE.



PSDB/DEMO/UDN


OS 100 CASOS MAIS ESCABROSOS DA MÍDIA UDENISTA E GOLPISTA!




Liberdade para mentir

A liberdade de opinião e a liberdade de imprensa que se defende no Brasil, essas que continuam a favorecer umas tantas “famiglias”, trazem hipócrita e cinicamente escondidas em sua defesa um único e insofismável propósito: a liberdade para mentir.
1)     Escola Base. Na noite de 4.3.94,  o Jornal Nacional, da Rede Globo, exibiu uma reportagem em que pais de alunos da Escola Base, situada no bairro da Aclimação, em São Paulo, acusavam diretores e professores de abusar sexualmente das crianças. Em apenas dez dias de investigações, o delegado responsável pelo caso concluiu que os acusados eram culpados por violento atentado ao pudor e formação de quadrilha. O casal proprietário do estabelecimento chegou a ser preso. Outros dois casais envolvidos passaram a ter sérios problemas psicológicos e financeiros. A escola foi fechada e em dezembro de 1999 seus dirigentes ainda tentavam recuperar-se dos prejuízos: entravam com uma ação contra o governo do Estado de São Paulo, já que o principal responsável pelo equívoco foi um delegado de polícia, que se precipitou e, com ele, praticamente toda a imprensa brasileira. Embora tenham sido expostos como hediondos para todo o país e tenham perdido o seu papel social de educadores e também o seu principal meio de vida, as vítimas da imprensa, nesse caso, conseguiram, até o momento, serem ressarcidas em apenas 100 salários mínimos, cada um dos diretores acusados.<<
2)     Bar Bodega. Situado em Moema, bairro nobre de São Paulo, essa choperia foi palco, em 10.8.1996, de um assalto seguido do assassinato de um rapaz e uma moça, fato que motivou a criação do movimento Reage São Paulo. Em sua ânsia por apresentar serviços, 15 dias depois a Polícia prendeu sucessivamente vários suspeitos, nove ao todo, posteriormente absolvidos por falta de provas e sob a alegação de que haviam confessado o crime mediante torturas. Nesse caso, como em tantos, a imprensa embarcou na versão errônea da polícia. Convocada, fotografou, filmou e inquiriu os acusados, algemados e exibidos com placas penduradas em seus corpos, indicando números. Não é comum em países desenvolvidos a exibição de suspeitos. Na investigação de um homicídio ocorrido no Central Park, em Nova York, no mesmo ano, a polícia norte-americana deteve cerca de 800 suspeitos, mas nenhum deles foi apresentado à imprensa.<<
3)     Ibrahim Abi-Ackel. Ministro da Justiça ao tempo do presidente João Batista Figueiredo (1980-85). Um contrabandista, preso nos Estados Unidos, disse a polícia que traficava pedras preciosas, a serviço do ministro e deputado federal brasileiro, pelo Estado de Minas Gerais. A imprensa explorou as acusações, mas o ministro foi inocentado. A sua imagem ficou, no entanto, associada à corrupção. A sua carreira política foi prejudicada. Perdeu a expressividade que tinha no plano federal, voltando a ser um político da província, marginalizado pelo noticiário.<<
4)     Roberto Cardoso Alves. Ex-deputado e ex-ministro, foi acusado de corrupção e caracterizado como fisiologista, sobretudo, a partir da citação que fez, referindo-se a São Francisco de Assis: “é dando que se recebe”. Processou a revista Veja, mas só obteve um direito de resposta um ano após a sua morte.
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5)     Alceni Guerra. Deputado federal e Ministro da Saúde ao tempo do presidente Fernando Collor de Mello (1990-92). Um amplo noticiário acerca de superfaturamento na compra de bicicletas para agentes de saúde procurou envolver o ministro, associando-o à imagem de corrupto. Foi objeto de reportagens e charges que o ridicularizaram e o levaram a pedir demissão. Um dia, o próprio procurador-geral da República, Aristides Junqueira, telefonou para o ministro para lhe dizer que mandara refazer várias vezes as investigações e nada encontrara que lhe caracterizasse como corrupto. Os próprios filhos do Ministro foram vítimas de humilhações. Alceni voltou ao plano político municipal e jamais conseguiu recuperar dos danos morais causados por um noticiário que, segundo a própria vítima contabilizou, bateu um recorde de ofensas: 104 horas de televisão e 10 mil metros quadrados (um hectare) de matérias na imprensa escrita.
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6)     Jorge Mirândola. Ex-oficial de chancelaria do Ministério das Relações Exteriores, foi acusado, preso e apresentado à imprensa como o autor de uma carta-bomba que em outubro de 1995 feriu a diplomata Andréia Rigueira David. O noticiário equivocado foi amplo e com chamadas de primeiras páginas. Posteriormente, foi inocentado. O verdadeiro terrorista foi identificado e preso. Mirândola, no entanto, teria apresentado seqüelas do trauma experimentado.  Em março de 1996, concedeu uma entrevista dizendo-se portador de previsões feitas por espíritos que o faziam trabalhar para o FBI e auxiliar a polícia francesa, para quem enviava cartas com informações preciosas sobre terroristas. Após a comprovação de que Mirândola nada tinha a ver com o episódio, seus advogados entraram com uma ação reivindicando o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais, o que não veio a ocorrer. Já o delegado que conduziu o caso foi promovido a adido da Polícia Federal no Paraguai.
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7)     Professor Leonardo. Provavelmente, nunca se saberá quem foi o responsável pela explosão da bomba no jato da TAM em 9.7.97, vôo 457, que resultou na morte do engenheiro Fernando de Moura, o único morto no incidente. Pode ser que também nunca venha a ser comprovado se o principal suspeito, o professor Leonardo Teodoro de Castro é culpado ou inocente. Durante uma semana, Moura ficou no noticiário como suspeito, para depois ser inocentado. A desconfiança foi então transferida para o professor, objeto de amplo noticiário nesse sentido, chegando a figurar na capa de Veja e em cartazes publicitários da revista, espalhados por bancas de todo o país. O “misterioso” professor ainda sofre as seqüelas de um atropelamento que o deixou sem condições sequer de depor. No seu caso, não funcionou a tradicional figura jurídica da presunção da inocência, mas, ao contrário, a presunção da culpa até que se prove a inocência. Esse, aliás, é um cacoete da imprensa, um comportamento repetitivo. Tanto a imprensa se apressa em acusar, como não tem o mesmo entusiasmo quando de corrigir os seus erros. No Brasil, pelo menos, é raro um órgão de imprensa pedir desculpas aos seu público. “PF não tem provas para indicar suspeito”, era o que noticiava a Folha de S. Paulo, em 22.7.97;  “PF não tem provas contra suspeito do vôo da TAM”, informava O Globo; “Falta de sigilo fere os direitos humanos”, comentava O Estado de S. Paulo (23.7.97). Leonardo teve os tímpanos arrebentados pela explosão da bomba; foi atropelado; ficou em estado de coma; e definitivamente com a saúde prejudicada, não podendo, portanto, defender-se.
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8)     Ney Matogrosso. Ganhou ações contra a revista Amiga e Manchete por terem noticiado, falsamente, ser o cantor portador do vírus HIV.
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9)     Caetano Veloso. Ganhou ações contra a revista Amiga e Manchete por terem noticiado, falsamente, ser o cantor portador do vírus HIV.
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10)  Glória Perez. Ganhou ações contra vários veículos por terem noticiado, falsamente, ser a atriz portadora do vírus HIV. <<
11)  Paula Burlamarqui. Ganhou ações contra vários veículos terem noticiado, falsamente, ser a atriz portadora do vírus HIV.
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12)  Luciana Silva. Ganhou ações contra vários veículos terem noticiado, falsamente, ser a modelo portadora do vírus HIV.
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13)  Cláudia Raia. Ganhou ações contra vários veículos terem noticiado, falsamente, ser a atriz portadora do vírus HIV.
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14)  Maria Zilda. Ganhou ações contra vários veículos terem noticiado, falsamente, ser a atriz portadora do vírus HIV.
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15)  Maitê Proença. Em 1995, a revista Playboy publicou um ensaio fotográfico contendo como atração principal as fotos da atriz. Nessa ocasião, a atriz apresentava, em Porto Alegre, um espetáculo teatral, gancho para o jornal Zero Hora publicar uma reportagem sobre ela, ilustrada com uma seleção das fotos do ensaio da Playboy. A atriz processou Zero Hora e a Playboy, por entender que ela havia posado para uma revista masculina e não para um jornal. E também porque não havia autorizado as reproduções. Ganhou a ação contra o Zero Hora, mas não conseguiu provar que a Editora Abril tivesse cedido as fotos, informação confirmada por Zero Hora, mas negada pela Playboy. Maitê Proença entendeu que as mesmas fotos num jornal, num momento em que ela trabalhava numa peça em Porto Alegre, prejudicava a sua imagem.
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16)  Milton Nascimento. Ganhou ações contra vários veículos por terem noticiado, falsamente, ser o cantor portador do vírus HIV. Na verdade, passou por uma crise de saúde e emagrecimento decorrentes de uma espécie de diabetes. <<
17)  Glória Pires. Vítima de um boato de que o seu marido havia abusado sexualmente da filha do primeiro casamento. Processou os veículos de imprensa que reproduziram a versão.
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18)  Chico Buarque. Processou por racismo o Diário da Manhã, de Goiânia, por ter-se referido, em abril de 1997, ao seu neto, filho do cantor e compositor Carlinhos Brown, então recém-nascido, como “mulatinho de nariz chato e beiços largos”.
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19)  Chico Buarque e Marieta Severo. Processaram por danos morais as revistas Manchete, Amiga e Veja, o jornal O Dia e a TV Manchete, pelo noticiário sobre a separação do casal, após 30 anos de casamento. O problema, segundo o advogado do casal, Antonio Carlos de Sá, foi a forma sensacionalista como a separação foi abordada e a insinuação de que a mesma teria ocorrido por causa de uma cantora.
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20)  Vera Fischer. Poucas pessoas no Brasil terão tido a sua privacidade tão invadida quanto a atriz Vera Fischer, especialmente ao longo de 1995, quando teve a sua vida devassada por todo o tipo de assédio e noticiário que davam conta de todo e qualquer detalhe envolvendo a estrela, seja na sua vida doméstica, seja na sua vida afetiva, seja nas suas dificuldades em se livrar de dependência química.
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21)  Esther Kosovski. Este é um dos casos em que a vítima foi inocentada e ainda ganhou uma ação de ressarcimento de danos morais. Foi acusada, em reportagem do Jornal do Brasil, de envolvimento com o tráfico de drogas. Depois de ter reconhecido o erro, o jornal franqueou espaço para resposta e até publicou um artigo da jurista. Entretanto, colegas seus moveram a ação contra o JB, que resultou no pagamento de R$ 80 mil (500 salários mínimos,  (um terço do que foi solicitado), além de 20% por conta de honorários advocatícios. No caso do JB, ficou clara a inconseqüência dos dois repórteres autores da matéria que, confiando em boatos, não tiveram a mínima preocupação quanto a procedência das ‘informações’ recebidas. Preferiram a versão maledicente, não se dando sequer ao trabalho de facilmente constatar a idoneidade da pessoa em questão. Kosovski, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, membro do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil e, na época da reportagem (15.1.93), dirigente regional do Conselho Federal de Entorpecentes e ainda presidente da Sociedade Brasileira de Vitimologia (por sua vez vinculada à World Society of Victimology) recebeu um único telefonema da reportagem sobre o que ela tinha a declarar acerca das denúncias contra ela. Chegou a pensar que era trote. Tratava-se, na realidade, da ânsia com que repórteres e editores se apressam em sair logo com uma matéria sensacional, antes que algum concorrente o faça. Julgando ter em seu poder um boa história, exclusiva, repórteres temem perdê-la, seja em função do prestígio dos nomes envolvidos, seja em decorrência de desmentidos. Arrisca-se, depois se vê as conseqüências. Nesse caso, os prejuízos não ficaram só com a vítima. Voltaram-se contra o jornal e contra a carreira dos repórteres. O caso Esther Kosovski espelha uma certa natureza intrínseca aos ‘fatos jornalísticos’, que é a propriedade que eles têm de fugir à ordem natural das coisas. A trama era perfeita em termos mediáticos. Uma situação absurda, mas, por isso mesmo, sensacional: uma autoridade do combate ao tráfico de drogas (supostamente) a serviço do mesmo. O resultado dessa imprudência foi a tramitação, por seis anos, até a indenização, período em que a jurista amargou uma imagem manchada, publicamente e perante os seus pares. Encontrava-se compondo a mesa de um congresso especializado, quando a notícia foi publicada. Esse caso demonstra que mesmo uma jurista pode levar seis anos para provar a sua inocência. Imagine-se o desfecho da mesma acusação se se tratasse de uma pessoa comum, sem o mesmo esclarecimento jurídico e sem a mesma capacidade de reação.
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22)  Nilo Batista. O ex-governador do Rio de Janeiro moveu 11 ações por danos morais (quase todas ganhas) pelo envolvimento, não confirmado, do seu nome num escândalo em torno de propinas pagas pelo bicheiro Castor de Andrade. Várias matérias e charges foram publicadas relacionando o governador ao jogo de bicho. A imprensa se baseou numa lista de beneficiados encontrada na “fortaleza” do bicheiro, quando de uma ação da polícia. As indenizações variaram de R$ 3,5 mil (US$ 1,7 mil, aproximadamente) a R$ 60 mil (cerca de US$ 30 mil).
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23)  Anestesista – Cláudia Liz. Em 1996, a modelo e atriz Cláudia Liz internou-se numa clínica para fazer uma lipoaspiração. A cirurgia não se concretizou devido a complicações anestésicas. O atendimento de emergência durou um minuto e 30 segundos. O fato, seguido da transferência da atriz para um grande e renomado hospital, complicou a vida da médica anestesista, a cirurgiã plástica Ana Helena Patrus de Souza, sócia da Clínica Santé, onde Cláudia Liz se internou. Sem checar se realmente se tratava de imperícia, a imprensa passou a assediar a médica, cuja carreira ficou prejudicada. Teve de se desfazer da sociedade e amargou sucessivos fracassos profissionais, morais e financeiros. Perdeu clientes e passou por situações vexaminosas, que atingiram também sua filha. A menina estressou-se tanto, a ponto de fazer xixi na roupa quando chegava à escola, onde era tratada pelos colegas como ‘... a filha da mulher que quase matou a atriz...’. No Conselho Regional de Medicina a conduta adotada pela médica foi considerada adequada.
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24)  Pegadinha - 1. Uma família de São Paulo (um casal e três filhos), ao passear no Parque Ibirapuera, encontrou uma carteira contendo R$ 50 (cerca de US$ 25, correntes) e um papel com o endereço de uma suposta proprietária. Dirigiram-se a um telefone público, quando foram abordados por três rapazes, pertencentes à produção do programa de tevê Domingo Legal, do SBT, que informaram tratar-se de uma “pegadinha”, brincadeira bastante comum em que as pessoas são filmadas sem o saber, em situações ‘engraçadas’. As cenas só foram ao ar um ano depois (16.11.1997), por coincidência, num dia em que era noticiada uma ‘pesquisa semelhante’, em âmbito mundial. Durante a exibição das imagens, o apresentador do programa, Augusto (Gugu) Liberato, fez comentários jocosos e incorretos, um deles, o seguinte: “Eles pegaram a carteira e foram embora...”. Quando foram abordados pela produção do programa, o casal assinou um documento permitindo o uso das imagens. Depois que isso aconteceu, no entanto, os membros da família passaram a ser objeto de piadinhas em qualquer lugar (‘Escondam as carteiras, que o fulano chegou’). As crianças foram ridicularizadas na escola e o casal alega ter tido prejuízos nos negócios. Sílvia Parisi Couri, veterinária, acredita ter perdido clientes em função do vexame a que foi exposta, numa “pesquisa sobre a honestidade dos cidadãos”. O marido, um consultor autônomo, deixou de fechar negócios. Sua sorte é que não era empregado de alguma empresa, pois, correria o risco de demissão. Embora tenha procurado telefonar para a suposta dona da carteira, a família foi mostrada como desonesta para uma audiência de 2 milhões de telespectadores. Neste caso, o SBT e o programa foram processados.
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25)  Pegadinha – 2. O cantor Rafael, ex-Polegar, amargou a constância com que o noticiário do show business explorou as suas dificuldades para se livrar das drogas. Refeito, teve, no entanto, a infelicidade de ser filmado por uma câmara oculta do programa de Sérgio Malandro (meados de 2000), com alguém lhe oferecendo droga, para ver se ele resistia tentação. Não concordou que a pegadinha e com a exibição das imagens, razão pela qual processou o apresentador.
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26)  Palmitos Gini. Em 14.2.1998, a Indústria de Conservas Gini Ltda., de São Paulo, foi surpreendida pela interdição da sua fábrica de palmitos e o recolhimento de todos os estoques. O diretor da empresa, Carlos Gini, só soube da suspeita de contaminação do seu produto pela bactéria Clostridium botulinum 15 minutos antes da imprensa, não tendo, portanto, tempo e condições para apurar o que estava acontecendo. Uma consumidora fez a denúncia ao Centro de Vigilância Sanitária, que constatou a contaminação. Ela foi hospitalizada e a empresa arcou com todos os gastos (R$ 600 mil), além de prover um emprego para a suposta vítima, suposta, pois, em todas as amostras examinadas por institutos especializados não constataram irregularidades. As indústrias Gini, após 30 anos de existência e sem jamais ter sido objeto de qualquer denúncia, amargou prejuízos estimados em R$ 1,6 milhão (aproximadamente, US$ 800 mil), sem contar com os danos à sua imagem e à imagem da marca. Existe a possibilidade de que a contaminação se tenha dado após a abertura do vidro de palmito.
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27)   Lilian Witte Fibe. A jornalista da TV Globo processou a revista Caras (edição Nº , de 7.4.95) a propósito de reportagem sobre a cirurgia de pálpebras que fez durante umas férias. Entrou na Justiça com uma ação de indenização por danos morais e violação do direito à imagem. A causa, para efeitos fiscais, recebeu o valor de R$ 100 mil (US$ 50 mil). Nos autos do processo a notícia foi qualificada de sensacionalista, entre outros motivos, por considerar que “se o público pudesse escolher o apresentador do Jornal Nacional da Globo, Lillian Witte Fibe (41) ficaria na lanterna dos eleitos”, expressão injuriosa, depreciativa, difamatória e antiética, na compreensão da jornalista.
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28)  Crime da Rua Cuba. O casal Jorge e Marília Cecília Bouchabki foi assassinado nesta rua de São Paulo, mas o caso não foi esclarecido. O erro da imprensa, no entanto, foi assumir como fato as suspeitas que recaíram sobre o filho do casal, o jovem Jorge Delmanto Bouchabki, à época com 18 anos, posteriormente inocentado.
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29)  “Assassino do pai”. No início de 1996, o dono da Agroceres e presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Ney Bittencourt, morreu em seu apartamento no bairro Jardins, em São Paulo, com um tiro. Portanto, por suicídio, homicídio ou acidente. A família inclinou-se por acreditar no suicídio, pois o empresário andava deprimido, tomando seis comprimidos por dia de um antidepressivo. A perícia encontrou resíduos de detonação (chumbo, zinco e cobre) numa das mãos do filho do empresário, Frederico Araújo, mas admitiu a possibilidade de que fosse verdadeira a versão de que ele lutou com o pai na tentativa de evitar o disparo, que acabou ocorrendo. Não foi esta, porém, a conclusão da promotoria. Quando foi decretada a prisão temporária de Frederico, ele se encontrava em Pato Branco (PR), na casa do sogro, para onde fora acompanhar o parto da esposa. A sua captura foi coberta pela imprensa e filmada por uma emissora de tevê, ocasião em que Frederico foi qualificado como fugitivo, embora apresentasse uma passagem de volta. A despeito da polêmica, entre a polícia e a Justiça, esse foi mais um caso em que a imprensa concluiu, por conta própria, que uma pessoa era criminosa,.
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30)  Matilde Borges. A polícia de São Paulo acusou Matilde Borges, e sua filha K., de 16 anos, de mandar matar o marido e pai. Quando se descobriu que o empresário Agenor Borges morrera num assalto, a imprensa sequer noticiou a inocência de Matilde e sua filha - à exceção da Folha de S. Paulo, em 13 linhas.
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31)  Dr. Fritz. O médium e curandeiro Rubens Farias Júnior, do Rio de Janeiro, que diz incorporar o espírito do médico alemão Adolph Frederick Yerperssoven, foi acusado pela ex-mulher de ser o responsável pela morte de ‘clientes’ e da ocultação dos cadáveres dos mesmos. Não ficou comprovado. Um dia, o médium atendeu ao apelo de uma emissora de TV para que desse uma entrevista. O médium recebeu a equipe da tevê, em casa, e deu o seu depoimento. Surpreendeu-se, no entanto, quando constatou o resultado de sua boa fé: a entrevista fora editada de forma a incriminá-lo. Já uma revista semanal de São Paulo, não só o acusou, como atribuiu-lhe frases sem nunca lhe ter sequer telefonado. Como as acusações não foram comprovadas, a imprensa silenciou sobre o caso, outra forma de injustiça, bastante comum – o esquecimento. Já uma outra emissora de tevê convidou-o para um programa e deu-lhe espaço, mas, acabou por pedir dele um espetáculo, o de incorporar ao vivo o espírito do Dr. Fritz, para o deleite da platéia. O Dr. Fritz ganhou notoriedade por atender multidões de populares, mas também por tentar curar doenças de personalidades da vida pública, a exemplo do ex-presidente João Figueiredo, de 79 anos, que a ele recorreu na esperança de se livrar de dores crônicas na coluna que já ameaçavam seus movimentos. Após as supostas denúncias contra o médium, sua carreira, se é que se pode falar assim, foi prejudicada. Ele teria se mudado do Brasil. 
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32)  “Máfia dos advogados”. Jorge Dino, advogado, residente em Brasília, professor de Direito. Chegou a depor quatro horas na “CPI do Judiciário”, em 1999, tentando provar a sua inocência face a acusação, à época transitando na Justiça, mas não julgada, de que teria, como um dos integrantes da “Máfia dos Advogados”, dilapidado a fortuna de um órfão. Dino acumula um acervo de documentos que totalizam cerca de quatro mil páginas de documentos e também processos contra vários jornalistas, por calúnia. A maioria deles pegou o bonde andando, tomando as acusações como tácitas. O advogado alega que, em aproximadamente onze anos, nunca teve oportunidade de conceder uma entrevista para se defender. Chegou a atender a um telefonema de uma repórter, mas inferiu que ela só queria ouvi-lo para legitimar a “lei dos dois lados”. Segundo esta “vítima” da imprensa, foi alegado à jornalista, que o processo é imenso e complexo, sendo impossível que o assunto fosse esclarecido por telefone. De qualquer maneira, o jurista mencionado não estava interessado em ver declarações suas, ao lado de acusações. Ele preferiu argüir na Justiça os repórteres, e exigir das empresas jornalísticas indenizações por danos morais, inclusive daqueles que pegaram o bonde andando e apenas deram prosseguimento às acusações. Em setembro de 2000, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal considerou Jorge Dino inocente. O fato mereceu uma pequena nota do serviço eletrônico (Correio Web) do Correio Braziliense, jornal que só em uma matéria sobre “a máfia dos advogados” havia dedicado ao assunto uma página inteira, sem anúncios. As acusações a Dino prosseguiram mesmo depois de ter sido absolvido pela Procuradoria Geral da República. Independentemente do que venha ainda a ser julgado, pois o caso envolve outros desdobramentos e outros nomes, nesse caso, o erro da imprensa consiste em não ouvir os acusados; em não considerar que as dívidas deixadas junto com os bens arrolados no espólio; e em dar suíte as acusações sem checá-las, sobretudo num caso complexo como esse e ainda inconcluso. A “máfia dos advogados” teria roubado R$ 30 milhões do menor. Jorge Dino disse no seu depoimento à CPI do Judiciário que as dívidas deixadas pelo empresário Washington Nominato (morto em 1987) eram quase tão altas quanto o patrimônio deixado. Mesmo assim, afirma ter conseguido deixar para o órfão Luiz Gustavo e sua mãe Miramar Rocha bens líquidos em valor acima de R$ 1 milhão. O juiz  titular da Vara de Órfãos do Sucessões do Fórum de Brasília, hoje desembargador, Asdrubral Cruxen, foi quem nomeou uma comissão gestora do espólio, constituída, entre outros nomes, pelo de Jorge Dino. Cruxen chegou a ser mostrado no programa Fantástico como o principal responsável pela desaparecimento da herança do menor. Desde então, Cruxen não emite declarações sobre o caso, mas processa cada jornalista e empresa que ousam acusá-lo.
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33)  Decana de Extensão. Em Brasília, na Universidade de Brasília, a Decana de Extensão, Maria José Rossi (1998), fechou um Posto de Extensão na cidade-satélite do Gama, após constatar que o mesmo já não estava sendo utilizado por nenhum projeto, mas, para fins outros, inclusive, indecorosos (para que supostos usuários levassem para lá mulheres de “programas”). Além disso, o local continuava gerando despesas de manutenção, água, luz etc. Um aluno da UnB, contrariado pela decisão da decana, foi a um jornal local e acusou-a de abuso de autoridade e de nepotismo: manter o esposo como assessor. O professor da UnB, mesmo sendo esposo da decana, foi nomeado não por ela, mas pelo Reitor, em função das suas competências e aptidões para a função, passageira, circunstancialmente, no âmbito administrativo em que também se encontrava a professora decana e sua mulher. Apesar de procurado, verbalmente e por escrito, para os esclarecimentos, estes foram ignorados pela direção do jornal que veiculou a denúncia, o Jornal de Brasília, que preferiu ficar com as acusações do aluno, ou seja, só concedeu publicidade a um dos lados da questão. Esse episódio é exemplar de como a imprensa acolhe facilmente a denúncia, mas não tem a mesma predisposição em ouvir os vários lados da polêmica.
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34)  “Estuprador da filha”. Em meados de 2000, a Rádio CBN noticiou um caso ocorrido em Alagoas de imputação falsa de crime. Um homem fora acusado de estuprar a própria filha, uma criança. O pai, inocentado, teria confessado o crime sob tortura.
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35)  Delegada “assassina”. Em Brasília, em 1997, uma delegada de polícia foi acusada pela reportagem do Correio Braziliense de ter sido responsável pela morte de uma criança atropelada. Segundo a delegada, a criança já estava morta, razão pela qual ordenou que o corpo fosse mantido no local, para a realização da perícia. A repórter do jornal tentou interferir e providenciar a remoção da criança para um pronto-socorro, no que foi impedida pela delegada, para quem a criança já estava morta. Na reportagem publicada ela foi retratada como responsável pela morte da criança.
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36)  Conflitos. Durante o V Congresso de Direitos Humanos, realizado na Câmara dos Deputados, em meados de 2000, um oficial da Polícia Militar de Alagoas relatou, no GT sobre “Mídia e Direitos Humanos”, a sua experiência em negociação de conflitos de terra. Segundo informou, o governo de Alagoas conseguiu realizar, pacificamente, cerca de 200 reintegrações de posse, sem que isso fosse noticiado, ao contrário do que ocorria sempre que havia algum conflito. Segundo seu depoimento, os cinegrafistas chegavam a tirar plantões, à espera de choques entre sem-terra e proprietários, mas não se interessava por conflitos solucionados.
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37)  Garoto “beijoqueiro”. No Pará, uma professora tampou com fita adesiva a boca de uma criança que, na escola, insistia em beijar os coleguinhas. O fato foi denunciado pela imprensa, inclusive, pelos telejornais de âmbito nacional, como uma prática desumana e pouco pedagógica. A imagem da criança, no entanto, foi exposta, o que não é permitido por lei.
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38)  Fitas eróticas. Em 1996, em Brasília, um casal tomava emprestado fitas de vídeo numa locadora, quando foi abordado por uma repórter de jornal que informou estar fazendo uma reportagem sobre preferências do público. Na reportagem, o casal apareceu identificado entre aqueles que apreciam filmes pornográficos, mas tem vergonha de assumir o gosto. O casal não havia dado essa informação e tampouco alugara fitas do gênero. A repórter cumpriu a sua pauta, mesmo falseando as informações. Usou identificações verdadeiras para dar veracidade a sua matéria, mas falseou as informações.
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39)  Elisabeth Lofrano. Algumas pessoas têm a infelicidade de ter a sua privacidade invadida, mesmo depois de mortas, como foi o caso de Elisabeth Lofrano, cuja vida pessoal foi vasculhada por reportagens de um caderno especial publicado pelo Correio Braziliense (1997). Com o propósito de cobrir amplamente os casos de corrupção do âmbito da CPI do Orçamento e especialmente o envolvimento do economista José Carlos Alves dos Santos, a repórter pautada pelo jornal para fazer uma série de encartes no formato tablóide sobre o assunto teve acesso aos autos do processo e de lá reproduziu fotos de família e retirou revelações até sobre o relacionamento sexual da morta com o seu marido e mandante (não confesso) de seu assassinato.
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40)  Pênis decepado. No Rio de Janeiro, um rapaz teve o seu pênis decepado por uma companheira ciumenta. O caso foi noticiado e a identidade do moço foi revelada. Foi vitimado duas vezes. O caso poderia ter sido noticiado com um pseudônimo e assim caracterizado com tal. Veja caso, a seguir.
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41)  Marido traído. Em Brasília, um caminhoneiro desconfiou que a esposa o traía. Depois de constatar a suspeita, levou o caso à polícia, que montou um flagrante, supreendendo a mulher com o amante, em um motel. O caso foi narrado pelo Correio Braziliense, com todos os detalhes, mas preservando a identidade da vítima do adultério, uma maneira de evitar a humilhação pública de quem já estava passando por sofrimentos e vexames. Faltou, no entanto, criar nomes fictícios também para a esposa e o amante. Ou seja, o marido traído ainda não estava totalmente protegido.
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42)  Maestro – “abuso sexual”. Em Caruaru (PE), um maestro montou uma orquestra com a participação de crianças pobres. A iniciativa fez sucesso e os pequenos músicos foram contemplados com reportagens e elogios da mídia, incluindo telejornais e programas dominicais de grande audiência. Posteriormente, o maestro ganhou notoriedade pela falsa acusação de ter abusado sexualmente de uma das crianças. Maestro e orquestra foram por água abaixo por causa de um boato.
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