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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A PRRIVATARIA TUCANA, SEGUNDO BIONDI EM 1996, NA FOLHA.

BIONDI UM NACIONALISTA, JÁ TINHA MOSTRADO OS CRIMES DOS TUCANOS EM 1996.
ALOYSIO BIONDI, na Folha de S. Paulo, em 28/11/1996.

Na semana passada, a Petrobrás anunciou a descoberta de um novo poço gigante, furado no fundo do mar de Campos, no Rio, capaz de produzir 10 mil barris por dia.

 Talvez um em cada 1 milhão de brasileiros seja capaz de entender o significado fantástico desse número. Então, vale a pena dissecá-lo, neste momento em que se debate a privatização da vale do Rio Doce, a quebra do monopólio estatal do petróleo, a venda de estatais a toque de caixa, com a divulgação de mentiras para manipular a opinião pública.


No Brasil – os primeiros poços de petróleo do Brasil, descobertos no Recôncavo Baiano, produziam em média cem barris por dia; eram poços ”fraquinhos” quando comparados com os do México, Venezuela ou Oriente Médio.


No final dos anos 60, em 1968, a Petrobrás descobriu o primeiro poço de petróleo no fundo do mar, mais exatamente na plataforma submarina de Sergipe, com poços capazes de produzir 1.300 barris por dia, isto é, 13 vezes mais do que os poços baianos e próximo da média de México e Venezuela.

O grande salto, que até hoje não foi suficientemente entendido pela opinião pública, veio a ocorrer em meados dos anos 70, com a descoberta de petróleo na plataforma submarina de Campos, onde poços de produção cada vez mais estonteante foram sendo localizados: 3.500 barris/dia, 7.000 barris/dia e, agora, 10 mil barris/dia. Cada poço.


No mundo – esses poços de produção gigantesca fornecem o dobro ou o triplo dos poços recordistas da Venezuela e do México. E, atenção, equivalem aos poços “malucamente” recordistas do Oriente Médio.


EUA e mentiras

Para atacar a Petrobrás, analistas mal-intencionados dizem frequentemente que as empresas petrolíferas abrem milhares de poços nos EUA a cada ano, contra centenas ou dezenas perfurados no Brasil.


A comparação é totalmente enganosa. Nos EUA, por causa da formação dos terrenos e outros fatores, os lençóis de petróleo estão situados a poucos metros de profundidade — e, por isso mesmo, não há brasileiro que não tenha visto, em filmes norte-americanos, um “mocinho” achar petróleo usando ridículas sondas normalmente usadas para abrir cisternas d’água.


Poços de poucos metros de profundidade, facílimos de perfurar — mas que, em compensação, não produzem mais do que dez barris (dez, mesmo) por dia. Mil vezes menos que o poço gigante brasileiro.

A Petrobrás está no extremo oposto. Com plataformas sofisticadíssimas, realiza façanhas: as sondas atravessam uma lâmina d’água (isto é, da superfície até o ”chão” do mar) de 300, 500 metros — e depois começam a perfurar o “chão” do mar, chegando a até 2.000 metros de terreno perfurado.

Uma tecnologia tão avançada, tão ano 2000 — para usar o modismo dominante — que a Petrobrás é premiada como líder absoluta, primeiro lugar absoluto em tecnologia de perfuração submarina. No mundo.

Ainda sem rubor

No caso da Vale, as mentiras são as mesmas. Há décadas, a Vale, por meio da sua subsidiária Docegeo, é a grande descobridora de minérios no país.

Por isso mesmo, descobriu e é dona, em Carajás, no Pará, da maior concentração de — atenção – todos os tipos de minério de — atenção — todo o mundo.

Quanto à sua eficiência administrativa, foi elogiada em artigo recente nesta Folha pelo empresário Antonio Ermírio de Moraes, que, com sua honestidade intelectual, chegou a pôr em dúvida o acerto da privatização ( isso, apesar de seu grupo ser um ”comprador em potencial” ). Se a Vale tem tecnologia e eficiência administrativa, é preciso inventar outra mentira, repetida por ministros, ex-ministros e de-formadores de opinião. Diz-se que a Vale paga de dividendos ou rende 1% a 2% ao ano para o Tesouro.

Ora, qualquer empresa privada faz o mesmo: se tem um lucro 100, entrega uma fatia aos donos, aos acionistas, aos sócios e reinveste o restante em novos negócios, novas empresas. Aumenta, com isso, o patrimônio dos donos e o valor de suas ações.

A capacidade de mentir à opinião pública ultrapassou qualquer limite da capacidade de ter vergonha.

 O poço gigante referido por Biondi no primeiro parágrafo: Roncador, onde seria instalada a P-36, que iniciou operação em Maio/2000 e explodiu-afundou em 15-20 de março/2001…

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

HOTEL CATARATAS DIA 17 DE OUTUBRO DE 2010, O DIA DA INFÂMIA. FHC E GLOBO ACERTAVAM A VENDA DO BRASIL, CASO JOSÉ FHC SERRA GANHASSE A ELEIÇÃO.

TODOS ENTEGUISTAS.


FHC DIZ A AMERICANOS QUE DOMOU AÉCIO E NORDESTE NÃO VAI VENCER SÃO PAULO

FHC DIZ A AMERICANOS QUE DOMOU AÉCIO E NORDESTE NÃO VAI VENCER SÃO PAULO


Laerte Braga





O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deixou o Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu na manhã de segunda-feira por volta das oito horas. Junto com ele viajaram alguns dos 150 investidores estrangeiros que no sábado e domingo participaram de um evento organizado por um diretor do grupo GLOBO, para assegurar a venda de estatais brasileiras (BANCO DO BRASIL, PETROBRAS e ITAIPU), como compromisso de José FHC Serra.

Os demais investidores, em sua maioria, deixaram o hotel na terça após o café da manhã.

A conversa oficial de FHC com os empresários ocorreu na noite de domingo em um jantar cercado de toda a segurança possível e fechado à imprensa.

Ato contínuo ao jantar o ex-presidente, em conversa informal com os investidores disse, entre outras coisas, que o “Aécio está domado. É só um menino que acha que pode ser presidente por ser neto de Tancredo. É neto, não é Tancredo”.

FHC procurou afastar os receios dos investidores em relação às pesquisas que indicam vitória maciça de Dilma Roussef no Nordeste. “Com o Aécio neutralizado o Nordeste não conseguirá derrotar São Paulo e Minas”. E acrescentou – “as coisas no Brasil hoje não se decidem em Brasília, nem no Nordeste, mas em São Paulo. Lá está a locomotiva, o resto da composição vem atrás sem poder contestar”.

Sobre os escândalos do governo José FHC Serra principalmente o último, envolvendo o engenheiro Paulo Preto, Fernando Henrique Cardoso disse que “essa figura é um arranjo do Aloísio (referia-se a Aloísio Nunes, senador eleito do PSDB paulista), mas já está controlado. Coisa do Aloísio e da filha do Serra, a imprensa não vai tratar disso por muito tempo, está sob nosso controle”.

Segundo FHC, “o Serra vai continuar mantendo essa postura nos debates, ele sabe fazer bem esse jogo, e na última semana a mídia vai aumentar o tom das denúncias contra Dilma. Temos o apoio de alguns bispos e o povo brasileiro é muito influenciável em se tratando de religião. O D. Luís está disposto a tudo, é nosso sem limites, é amigo íntimo do Alckimin. A descoberta da gráfica foi um golpe de sorte do PT, um vacilo da nossa segurança”.

O receio da influência de Tarso Genro no Rio Grande do Sul, foi eleito governador já no primeiro turno, também foi objeto de comentário do ex-presidente. “Vocês já notaram que quase não existe gaúcho negro? O eleitorado lá é branco em sua grande maioria e vai votar conosco”.

Marina da Silva, na opinião de FHC “está fadada a ser uma nova Heloísa Helena, vai acabar sendo vereadora. O encanto do primeiro turno terminou, foi ajudada pelos nossos para forçar o segundo turno”.

Para o ex-presidente a privatização de ITAIPU, BANCO DO BRASIL e PETROBRAS “deve ser tratada com calma e paciência, vamos ter que contornar algumas dificuldades com militares e é preciso ir amaciando esse pessoal com calma”

E sobre bases militares norte-americanas no Brasil. “É o assunto mais delicado. Um tema explosivo, mas temos alguns apoios nas forças armadas e vamos ter que negociar esse assunto com muito tato”.

Perguntado sobre as reações de sindicatos, centrais sindicais, da população em geral contra a entrega da PETROBRAS, o ex-presidente afirmou que à época que privatizou a VALE DO RIO DOCE enfrentou essas resistências “com polícia na rua e pronto”.

“O brasileiro é passivo não vai lutar por muito tempo contra a força do governo”.

FHC falou ainda sobre a possibilidade de ressuscitar a idéia da ALCA – ALIANÇA DE LIVRE COMÉRCIO DAS AMÉRICAS – “com outro nome, esse ficou marcado negativamente”.

E assegurou aos investidores norte-americanos que os acordos para compra de submarinos nucleares franceses serão revistos e dificultados. “Não temos necessidade desses submarinos”. Sobre a compra de aviões para a FAB foi sarcástico – “para que? Meia dúzia de brigadeiros brincarem de guerra aérea?”

Para FHC “quando um brasileiro nasce já começa a sonhar com São Paulo. Não precisam se preocupar com o resto do Brasil, muito menos com Minas Gerais. Foi-se o tempo que os mineiros decidiam alguma coisa na política brasileira. São Paulo hoje é a capital real do Brasil”.

Fernando Henrique jactou-se que fosse ele o candidato e já teria liquidado a fatura a mais tempo. “Serra não e Fernando Henrique, costuma se perder em algumas coisas e não sabe absorver golpes, fica irado e acaba criando problemas desnecessários. Mas vou estar por trás e asseguro cada compromisso que assumi aqui.”

“Lula não tem coragem de debater comigo. É um analfabeto, não passa de um pobretão que virou presidente num golpe de sorte. Acabou o tempo dele. Não vai eleger Dilma e vai terminar seus dias no ostracismo”.

Foi o arremate do acordo que selou a entrega do Brasil.

Breve nas telas, se José FHC Serra virar presidente, BRAZIL. Com “Z” assim e todos falando inglês.

FHC vai ser nomeado supremo sacerdote do novo País.