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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

LIVRO DO AMAURY NOS FAZ ENTENDER A IDADE DAS TREVAS DE FHHC.

JANTAVA À LUZ DE VELAS COM O BANQUEIRO CONDENADO NO PALÁCIO DO PLANALTO DECIDINDO COM REPARTIR O BUTIM.

A IDADE DAS TREVAS!!!!!
CAPÍTULO V -
DANIEL DANTAS COMO MODELO DE EMPREENDEDORISMO E DE COMO OS OLIGARCAS TUCANOS SAQUEARAM O ESTADO.
Recuando aos tormentosos anos 90, vislumbramos uma agitação febril nos bastidores do tucanato.

Vivia-se a panacéia da privatização das empresas estatais e, exatamente como fora ordenado pelo Consenso de Washington, FHC preparava, álacre, o edital para vender as estatais brasileiras na bacia das almas.


Dentre os empresários e proto-empresários que se destacavam na linha auxiliar do projeto tucano, um, em especial, se sobressaía: Daniel Valente Dantas.

Cevado nas hostes baianas de Antônio Carlos Magalhães, pós-graduado na Fundação Getúlio Vargas e pós-doutorado pelo MIT, Dantas, logo cedo se revelaria um mago das finanças.

Após vender sua cota societária no Banco Icatu e escapar, milagrosamente, do confisco do Plano Collor, Dantas funda o Banco Opportunity e se prepara para a grande jogada de sua vida: o programa de privatização das estatais brasileiras.

Fernando Henrique Cardoso havia sido eleito na esteira do Plano Real de Itamar Franco. Corria então o ano da graça de 1994.

Conforme prometido ao Consenso de Washington, FHC cumpre o acordado.

Andando no limite da irresponsabilidade e da safadeza, FHC entrega as principais empresas estatais para a iniciativa privada, majoritariamente estrangeira.

E o que é pior: não bastasse a venda das estatais subavaliadas, o Estado colocava o BNDES para emprestar dinheiro público para a camarilha comprar o patrimônio público! Obviamente que, com um jurinho camarada e carência a perder de vista!

Daniel Dantas virou o que é hoje, aí, nesse espaço-tempo nebuloso das ruinosas privatizações tucanas; nesse locus institucionalizado da pilantragem tucana!

Ancorado nos principais fundos de pensão (Previ, Petros, Funcef), que foram obrigados por FHC a, debaixo de vara, aportarem recursos bilionários em seus projetos, Dantas saiu de um cenário de sócio de um tamborete (o Icatu) para o controlador de um grande grupo da telefonia: a Brasil Telecom.

Esse foi o modelo aplicado a outros empresários também. Nenhum com o sucesso de Dantas, porém. Assim, no período negro da primeira tetraetéride Fernandina, assistimos ao mais descarado roubo ao patrimônio nacional; assistimos, impassíveis, a um verdadeiro saque ao Estado, comandado a partir de dentro, do próprio Palácio do Planalto, criando os novos oligarcas que dariam as cartas na vida política e econômica brasileira por vinte anos, segundo vaticinava Sérgio Mota.


A cena mais emblemática desse período foi o célebre jantar de Daniel Dantas com FHC, no palácio do Planalto. Segundo testemunhas, nesse jantar, Dantas reclamou com Fernando Henrique da recalcitrante diretoria da Previ, que se recusava a participar da pantomima.

No dia seguinte, a diretoria da Previ estava demitida e Dantas conseguiu a parceria que queria.



Não é à toa que FHC considera Daniel Dantas brilhante.


Alberto Bilac de Freitas

Igor Romanov


 

IMPRENSA ISENTA, O LIVRO DO AMAURY JÁ ESTÁ AÍ A 2 SEMANAS.

AÍ ESTÃO OS PORCALISTAS QUE NUNCA DÃO A NOTÍCIA.
Professor Emir Sader " CARTA MAIOR" 03.09.2009.

A grande imprensa brasileira, salvo raras excessões, não divulga informação: vende ideologia. São estelionatários ideológicos, porque ocultam dos seus consumidores seus reais objetivos e interesses.
 Se auto proclamam isentos ou imparciais, mas qualquer pessoa medianamente bem informada vê a tendenciosidade de cada editorial, comentário ou manchete. Lamentável.
 Mas o Brasil está pouco a pouco e com o auxílio da internet e seus blogs, identificando seus traidores, vendilhões, piratas do mundo contemporâneo.

domingo, 25 de dezembro de 2011

O QUE O JORNALISMO(BRASILEIRO) TE OFERECE?

ESTE LIVRO É UM LIXO( CERRA, SOBRE O LIVRO DO AMAURY, " A PRIVATARIA TUCANA")
O jornalismo tem uma coisa a seu favor.
 Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade".

Oscar Wilde(1854-1900)

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CPI DA PRIVATARIA PROTOCOLADA COM O PRESIDENTE DA CÂMARA, ERA A NOTÍCIA QUE EU TANTO ESPERAVA.

Redação Conversa Afiada

Protógenes protocolou CPI
com Marco Maia


DO BLOG DO PHA

O deputado Protógenes Queiroz protocolou a CPI da Privataria com o presidente da Câmara, Marco Maia.


Antes o Conversa Afiada tinha publicado:

O ansioso blogueiro recebeu SMS do deputado Protógenes Queiroz:

“Conferidas e assinadas, lista com 206 assinaturas”

Até que para uma obra de ficção, não está nada mau, não é isso, amigo navegante ?


Antes o Conversa Afiada tinha publicado:

O Deputado Protogenes de Queiroz acaba de postar no tuiter: Marco Maia, presidente da Camara, marcou com ele, Protogenes, no proprio gabinete do Maia, nesta quarta feira, às 12 horas, a criação da CPI da Privataria.


Antes o Conversa Afiada tinha publicado:

No programa Entrevista Record Atualidade, que vai ao ar nesta terça-feira, na Record News, às 22h10, logo após o programa do Heródoto Barbeiro, o deputado Protogenes Queiroz, do PC do B/SP, confia em obter 200 assinaturas para a CPI da Privataria.

O mínimo necessário para instalar uma CPI na Camara são 171 assinaturas.

O que é inédito, segundo Protógenes, ainda mais que há assinaturas de deputados tucanos, do DEM, como o Ephraim Filho, e Almeida Lima, do PPS.

Protógenes tinha esperança de, ainda nesta terça-feira, conseguir a do deputado ACM Neto, do DEM da Bahia.

E o presidente da Camara, Marco Maia, instala ou não instala a CPI, perguntou o ansioso blogueiro ?

Ainda no incio da tarde desta terça-feira, Protogenes recebeu de um intermediário a confirmação de que Maia vai cumprir o regulamento: com as assinaturas mínimas, instala a CPI.

Sobre o recurso
aqui mencionado por Mauricio Dias – “Protógenes pode levar a CPI ao Supremo” – Protógenes reconheceu que existe este recurso, que o brasileiro pode, sempre, confiar no Supremo, mas acredita que a própria Câmara saberá reagir aos anseios das redes sociais, da mídia alternativa e da voz das ruas – e instalar a CPI.

Sobre o livro “A Privataria Tucana “, do Amaury Ribeiro Junior – que dá origem à CPI- e as apuracões da Operação Satiagraha que ele presidiu, Protógenes disse que “são as mesmas pessoas de sempre “, que ele conhece desde que trabalhou na apuracão da lavagem de dinheiro no Banestado.

O tesoureiro das campanhas do Cerra e FHC (Ricardo Sergio de Oliveira), a figurinha carimbada do Daniel Dantas, Naji Nahas, a filha do Cerra, a irmã do Dantas, os doleiros Messer, Matalón e Toninho da Barcelona – todos “velhos conhecidos”.

E com a CPI da Privataria, o brasileiro poderá saber onde foi parar o dinheiro apurado com a venda do patrimônio nacional ?

Eles diziam – continua o raciocínio de Protógenes – eles diziam que iam vender a Vale para botar dinheiro na Saúde, na Educação.

Onde foi parar esse dinheiro ?

Protógenes insiste em dizer que vai chamar para depor o presidente do Banco Central no Governo FHC, Armínio Fraga.

Protógenes quer saber por que Armínio Fraga não acabou com o regime das chamadas CC-5, uma forma deslavada de lavar dinheiro.

Protógenes investigou a fundo a composição da dívida externa brasileira, sobretudo, a relação dela com o banco francês Paribas.

Protógenes tem certeza de que o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, diante do livro do Amaury, que corrobora a investigação da Satiagraha, saberá apressar o recurso ao Supremo que reavivará a Satiagraha, abatida provisoriamente no STJ, por obra de um Dr. Macabu.

O STJ considerou que a Satiagraha estava “contaminada?”, porque diante do boicoto de Luiz Fernando Corrêa, diretor da PF,  ao trabalho de Protógenes, a Satiagraha recorreu a funcionários da ABIN para localizar endereços no Google.

Um crime !

Uma contaminação letal, bradou o Dr Macabu, que tem um filho no escritório de um dos 4004 advogados de Daniel Dantas, o banqueiro condenado a dez anos cadeia.

Ponderou Protógenes:

Esse raciocínio do Dr. Macabu contamina TODAS as Operações da Policia Federal, que recorre rotineiramente – e legalmente – ao Banco Central, ao Ministro da Fazenda, à Receita Federal …

Protógenes não tem duvida do espírito cívico do Dr. Gurgel, que lidera uma instituição – o MPF – que os brasileiros respeitam e admiram.


Paulo Henrique Amorim

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

IZAIAS ALMADA PEDE UMA FAXINA DE VERDADE EM SÃO PAULO.

OS TUCANOS TORNARAM SÃO PAULO UMA LOCOMOTIVA DO ATRASO.

POR IZAIAS ALMADA NO BLOG ESCREVINHADOR


O ano de 2012 oferece ao eleitor brasileiro, ao eleitor paulista e ao paulistano em particular, a excelente oportunidade de iniciar uma providencial e necessária faxina no governo da cidade de São Paulo, e em 2014 no Palácio dos Bandeirantes, desalojando a gestão incompetente moradora há quase vinte anos no Palácio dos Bandeirantes e oito anos na cidade. Senão vejamos.


Confrontada com a sua indigência programática e com as sucessivas derrotas eleitorais nos últimos dez anos no plano federal, a atual oposição brasileira, aquela que majoritariamente se abriga sob as siglas do PSDB, DEM, PPS e agora do noviço PSD, cuja hipócrita defesa da alternância do poder não leva em consideração quando se trata de seus próprios interesses, tem que ser derrotada no Estado de São Paulo, sob o risco de o estado continuar a servir de estorvo ao espírito progressista assumido pelo país nos últimos anos. Tanto na capital em 2012, como no governo estadual em 2014.

E por quê? Pela simples razão de que essa oposição representa um perigo para o modelo desenvolvimentista brasileiro, para a soberania do país e para a própria democracia.


Começaria aí o verdadeiro sentido da faxina, quer do ponto de vista da alternância do poder, como tanto defendem em nível federal, quer do ponto de vista ético, com o desmonte de uma engrenagem viciada, com a limpeza das inúmeras falcatruas domésticas no estado, quando dezenas de CPIs são engavetadas na assembléia estadual e ignoradas pela mídia e que fariam destampar de vez o caldeirão do cinismo e da hipocrisia daqueles que já não têm alternativas a oferecer ao novo Brasil, a não ser as da sua própria incompetência.

Como afirmou o jornalista Mino Carta em recente simpósio em Salvador, “São Paulo é o estado mais reacionário da federação”. Sempre foi, aliás. Não há aqui o que contestar. Desde as famosas marchas em 1964 para não irmos mais atrás à História pátria, São Paulo continua sendo o depositário maior do espírito da Casa Grande em detrimento da Senzala.

Provas da afirmação do jornalista, a qual endosso, vão se acumulando no dia a dia da política brasileira, ganhando patamares perigosos para o próprio exercício da democracia, repito, mesmo que ainda incipiente e tutelada, após os anos de ditadura.


É em São Paulo que se localiza o quartel general da direita brasileira, aquela que representa de fato o atraso, a submissão a interesses estrangeiros, aquela que não perde a sua formação aculturada, o seu preconceito contra pobres, negros e nordestinos, por exemplo, aquela que morde o próprio cotovelo de inveja ao não querer reconhecer que um metalúrgico sem diploma universitário, sem plumas e paetês, tirou o país da condição de devedor passando-o a emprestador internacional. Oposição no mais puro estilo quinta coluna.


É em São Paulo também que se localiza o centro mais reacionário da mídia corporativa que diariamente apostou suas fichas contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante oito anos e agora continua a apostar contra o governo da presidenta Dilma Roussef na esperança de que possa encontrar motivos políticos para enfraquecê-la e preparar o terreno onde, numa eventual regresso ao governo federal, façam o Brasil voltar ao mercado de negócios e interesse escusos em que transformaram o país enquanto governaram, bem como o Estado de São Paulo que governam há anos e agora a capital do estado.


Tal qual na mitologia grega, o eleitor paulista entre outros tem que fazer um dos trabalhos de Hércules e ir cortando as cabeças da Hidra, tantos anos ignorada, e que insiste em renascer sob novos disfarces. Uma dessas cabeças, talvez a mais perigosa, reúne jornais, revistas e emissoras de televisão. Seu centro criativo e ideológico está em São Paulo, onde editoriais e jornalistas de aluguel destilam seus preconceitos ideológicos e sociais com o apoio do setor rentista, de grandes agências de publicidade, bancos, latifúndios muitos deles grilados, sucursais de empresas multinacionais, cujos interesses defendem sem qualquer escrúpulo e com a aceitação a conivência de grandes setores de uma classe média para fascista.

A promiscuidade desses atores do espectro econômico com seus representantes nas câmeras de vereadores, assembleias estaduais e principalmente em Brasília, através de lobbies com polpudas verbas nos bolsos vai, a cada ano que passa, transformando São Paulo numa peça cada vez mais encardida e rançosa no mapa político do país nesse início de século XXI, com o arcabouço administrativo da cidade e do estado engessado pela concepção econômica neoliberal e pela mesmice de quadros políticos que têm um olho político em nosso passado ditatorial e outro, econômico, na possibilidade de amealhar grandes fortunas no uso de tecnologias do futuro e não só, num jogo que beneficia os governantes de plantão e os seus apaniguados mais próximos.



Nesse audacioso jogo de assalto ao patrimônio público, onde o exercício da política quase que anula a procura pelo bem estar da coletividade, não é difícil enxergar, cada vez com maior nitidez os fios trançados entre os já nem tanto obscuros interesses econômicos e políticos da imprensa das quatro famiglias (Marinhos, Civitas, Mesquitas e Frias), onde não se descarta sempre a possibilidade de um hipotético, mas não de todo imprevisível golpe de estado, não aquele tradicional com soldados na rua, fechamento do Congresso, toques de recolher, etc., mas um golpe que, sob certo aspecto, é mais perverso: o da desinformação, quando não da repetição pura e simples de uma suposição, de uma acusação irresponsável ou mesmo de uma mentira.

Nesse aspecto, o impressionante e minucioso relato contido no livro PRIVATARIA TUCANA do jornalista Amaury Ribeiro Jr. não deixa dúvidas quanto à necessidade do eleitor paulista e paulistano darem início àquela que seria a verdadeira e necessária faxina para que o país iniciasse nova jornada de recuperação ética.

Arrumar a casa em São Paulo e dar o exemplo para o resto do país, pois o denuncismo seletivo e irresponsável que emana de certas redações paulistas recebeu agora um duro golpe, pois aqui não se trata de denúncia sem provas.

São tantas as denúncias de práticas criminosas nos anos 90 que fica difícil escolher qual a mais impressionante. Contudo, é curioso ver que os principais beneficiários, econômicos e políticos, são paulistas, o que não vem a ser exatamente uma coincidência, mas um jogo perverso pela manutenção do poder político, e o pior deles: o poder de assaltar o patrimônio público.

No meu entender, o eleitor paulista e paulistano têm o dever de fazer uma assepsia ética e política das mais rigorosas, desinfetando o Palácio dos Bandeirantes e a Prefeitura da Capital e devolvendo o Estado de São Paulo ao leito do novo país que começa a se erguer na América Latina e no mundo. Não se trata de comparar corrupções onde as houver, mas de combatê-las com o rigor da lei quando provadas.

E provas não faltam na PRIVATARIA TUCANA, provavelmente a mãe de todas as corrupções entre nós nos últimos anos pós ditadura. Nada mal que se pense numa CPI da Privataria, pois além dela convocar – com toda certeza – a juízo público os principais personagens da dilapidação de grande fatia da riqueza nacional para que expliquem o que fizeram, é muito provável que surjam sólidos motivos jurídicos para se pensar em uma ação de recuperação para o Estado de uma empresa como a VALE, por exemplo. Isso sem falar na necessidade de se estabelecer maior rigor na defesa de nossa soberania e na urgente reforma da Lei de Imprensa. Com a palavra o Brasil progressista e genuinamente democrático.

Izaías Almada é escritor, dramaturgo e roteirista cinematográfico, É autor, entre outros, dos livros TEATRO DE ARENA, UMA ESTÉTICA DE RESISTÊNCIA, da Boitempo Editorial e VENEZUELA POVO E FORÇAS ARMADAS, Editora Caros Amigos.

sábado, 10 de dezembro de 2011

O LIVRO "A PRIVATARIA TUCANA". 1a EDIÇÃO ESGOTADA! É A FORÇA DOS BLOGUES SUJOS.

O LIVRO DO AMAURY ESGOTOU NA 1a EDIÇÃO DE QUEBRA O LANÇAMENTO DO LIVRO "A PRIVATARIA TUCANA" LEVOU O  TARTUFO DO FHC A NÃO  COMPARECER NO LANÇAMENTO DO SEU LIVRO LÁ NO HIGIENÓPLIS.

171/1 CANA!
171/2 CANA!

DO SITE: VIOMUNDO

Emediato: Esgotada primeira edição de Privataria Tucana

por Luiz Carlos Azenha

Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial, experimentou ontem a força dos blogues sujos. E, obviamente, da capa da CartaCapital.


O fato é que, na noite de ontem, a editora já não tinha mais cópias do livro Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr.


Todos os 15 mil exemplares tinham sido despachados. A editora foi pega completamente de surpresa pela força de divulgação dos internautas e, durante o dia, teve de improvisar para dar conta de atender aos pedidos das livrarias, que não paravam de chegar.

Houve muitos boatos, inclusive sobre a apreensão do livro. De suspeito, mesmo, só alguns compradores que levaram todo o estoque de duas livrarias (50 livros em cada).

A Geração se especializou em lançamentos guerrilheiros, como o do livro Honoráveis Bandidos, de Palmério Dória, que vendeu mais de 100 mil cópias sem qualquer divulgação na grande mídia.
Há, porém, uma diferença: o livro de Amaury, embora trate de um tema espinhoso — lavagem de dinheiro — traz quase uma centena de páginas de documentos e pode ter desdobramentos políticos e até mesmo jurídicos de longo prazo.

PS do Viomundo: Nossos pedidos de desculpas aos leitores. Ontem, por uma lastimável falha técnica, o blog subiu uma janela para transmissão do twitcam que nos deixou na mão, sem que pudessemos corrigir a tempo. Felizmente, outros blogues supriram nossa deficiência.

PS do Viomundo2: Emediato ofereceu uma cópia do livro para ser sorteada entre os leitores do Viomundo. Deixem os nomes nos comentários, pois. Obrigado.