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domingo, 21 de outubro de 2012

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

RESGATANDO O LEGADO FHC, PILATRANGEM, SAFADEZA, MENTIRAS, PRIVATARIAS, ENGODO, MANIPULAÇÃO. ENTREGUISMO.

SABENDO QUE O PSDB FARÁ UMA GRANDE CAMPANHA PROMOCIONAL DE RESGASTE DO LEGADO DO FAMIGERADO GOVERNO LESA PÁTRIA FHD(D DE DOAR). PEGUEI PARTES DO TRABALHO DO SAUDOSO PROFESSOR ALOYSIO BIONDI E PUBLICAREI AQUI, NA ESPERANÇA DE PODER DESMENTIR  A ESPLENDORA E MENTIROSA CAMPANHA  QUE OS SAFADOS DOS TUCANOS ESTÃO PRESTES A FAZER. ALIÁS O QUE ELES MAIS SABEM FAZER:

ENGANAR, MENTIR, DETURPAR, OMITIR, TARTUFAR, EMBRUTECER O SEU NICHO DE ELEITORES: A CLASSE MÉDIA.
SERGIO MOTA UM DOS PAIS DA MENTIRA BRASILEIRA. POSOU DE OPOSITOR À DITADURA. NA VERDADE ERA UM UDENISTA NEOLIBERAL.

O TARTUFO MOR, GERENTE DOS GRINGOS NO BRASIL. GOSTAVA E GOSTA DE AO TERMINAR AS SUAS PALESTRAS(CADA VEZ MAIS MINGUADAS) PROFERIR A FRASE VIVE LA FRANCE! PATÉTICO.

TODOS SÃO RESPONSÁVEIS PELO CRIME DE TER LEGADO UMA DESGRAÇA AO BRASIL.

À ESQUERDA UM DEPUTADO UDENISTA MIRIM, À DIREITA UM DEPUTADO UDENISTA JUNIOR, CARIOCA, BON VIVANT, FREQUENTADOR DAS BALADAS DO LEBLON. É RESPONSÁVEL PELO CRIME DE LESA PÁTRIA TAMBÉM.

DO LIVRO DE ALOYSIO BIONDI, O BRASIL PRIVATIZADO.

As estatais,
sacos sem fundos.?

No primeiro semestre de 1997, a Telebrás ainda era uma empresa
estatal. Mas seu lucro, naqueles seis meses, deu um salto de
250%, passando para 1,8 bilhão de reais, contra 500 milhões de
reais em igual período do ano anterior.

Fenômeno similar ocorreucom as empresas de energia elétrica: a lucratividade da
Eletrobrás explodiu para 1,5 bilhão de reais, com praticamente
200% de avanço sobre os 550 milhões de reais do ano anterior.

Como explicar esses saltos, que desmentem desde já as afirmações
repetidas pelo governo
que as estatais são um "saco sem fundo", que devoram o dinheiro
do Tesouro?

Não houve "milagre" algum. Pura e simplesmente, como já visto
anteriormente, o governo havia, finalmente, começado a eli-
minar o congelamento das tarifas dos serviços das estatais, atualizando-
as.

Bastou dar início aos reajustes negados durante
anos, enquanto a inflação continuava a aumentar os custos das
estatais, para a situação se inverter e os lucros dispararem. Sem
privatização.

Os prejuízos que o achatamento de tarifas e preços trouxe para
as estatais teve efeitos que o consumidor conhece bem: nesses
períodos, elas ficaram sem dinheiro para investir e ampliar serviços.
Explicam-se, assim, as filas de espera para os telefones, ou as
constantes ameaças de "apagões" no sistema de eletricidade.

Ou,dito de outra forma: não é verdade que os serviços das estatais
tenham se deteriorado por "incompetência".

Como também é mentira que "o Estado perdeu sua capacidade de investir", como
diz a campanha dos privatizantes. O que houve foi uma política
econômica absurda, que sacrificou as estatais.

Além do congelamento das tarifas, houve outra decisão – absolutamente
incrível – que prejudicou os investimentos das estatais
de todas as áreas.

Por incrível que pareça, repita-se, em 1989 surgiu
um decreto do presidente da República, nunca revogado, pura
e simplesmente proibindo o banco oficial, o
de realizar empréstimos a empresas estatais.
FHC e pelos meios de comunicação deBNDE (hoje BNDES), Cancelando a história Proibir um banco estatal de financiar empresas estatais, de setores
vitais para o país, é uma decisão esdrúxula.

Mas, no caso do
próprio nome – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
(e Social) – diz, foi criado no governo Juscelino Kubitschek
exatamente com o objetivo de fornecer recursos para a execução
de projetos de infra-estrutura, que exigem desembolso de bilhões
e bilhões – e precisam de alguns anos para sua execução.

Mais especificamente, dentro da filosofia  desenvolvimentista do governo JK
 
 chega à beira da insanidade, porque esse banco, como o BNDES
 (disporia de recursos retirados dE outras fontes de "impostos", como o Imposto de renda, PIS_PASEP, FAT)  que permitiria a construção de usinas hidrelétricas, ferrovias, rodovias,
o BNDES disporia de recursos para construção de portos, sistemas de telecomunicações, enfim, toda a infra-estrutura
que o processo de industrialização exigia.

 Um instrumento estratégico, em resumo, capaz de viabilizar a política de desenvolvimento
de longo prazo, incumbido de dar apoio às áreas escolhidas
como prioritárias.

É, portanto, incrível que, de uma penada, o governo tenha cancelado
o próprio motivo de criação do banco, ao proibir que ele
financiasse as estatais, que passaram então a depender de seus
próprios lucros – ou de empréstimos internacionais – para a execução
de seus projetos.
 
As duas alternativas, obviamente, foram prejudicadas pelo congelamento de tarifas e preços, notadamentenas áreas de siderurgia (aço), telecomunicações e energia.

Para o setores em que o governo exerceu menor controle de preços, como
mineração e petróleo, os cofres dos banqueiros internacionais
continuaram abertos, desmentindo outro mito vendido pela campanha
de desmoralização das estatais, a saber, que elas tinham
"esgotado sua capacidade de financiamento no exterior".

 Até hoje, a Petrobrás, mesmo em fases de grave turbulência da economia
brasileira(ANO DE 2001/2002-GRIFO MEUPTREMDAS13E13), consegue facilmente empréstimos externos.

O governo (DE FHC, GRIFO MEU PTREMDAS13E13)é que a tem impedido de recorrer a essas fontes para acelerar a
produção de petróleo; portanto, não é por sua culpa que o Brasil
não é auto-suficiente em petróleo até hoje,(isto no governo do tartufo,FHD, grifo meu ptremdas13e13) argumento desonestamente utilizado para abrir caminho à privatização da Petrobrás
na surdina, operação já em andamento (veja mais à frente).Lula impediu como sabemos( grifo meu).


Dividendos, mais mentiras
Na campanha contra as estatais, foi insistentemente repetido o
argumento de que elas "absorvem" dinheiro do Tesouro e "rendem"
muito pouco para ele. Divulgou-se, por exemplo, que a Vale do Rio
Doce "rendia" mais para os funcionários do que para o Tesouro
(isto é, para toda a população), apontando-se que a quantia que a
empresa destinava ao fundo de aposentadoria dos seus funcionários
era maior do que o valor pago para o Tesouro, sob a forma de
dividendos.

O argumento é vergonhoso. Pura má-fé. Por quê? Em
primeiro lugar, porque efetivamente é verdade que, para cada 1 real
de contribuição paga pelos funcionários ao fundo de pensão, a Vale
contribuía com o dobro, ou 2 reais. Absurdo?

Não. É assim que osfundos funcionam, inclusive para as empresas privadas. E atenção:
segundo os dados oficiais, a Vale até contribuía com valores
abaixo dos padrões do mercado, pois as empresas privadas costumam
desembolsar dinheiro na proporção de 2,70 reais para 1 real
dos funcionários, e não de 2 para 1.

Não havia nenhum privilégio a"marajás da Vale", como se dizia.

Ao contrário.

Mas essa não era, ainda, a principal mentira a respeito dos dividendos.
Para entender a manipulação da opinião pública, tomese
o exemplo de qualquer empresa privada com sócios, acionistas
– como o Tesouro era da Vale. Suponha-se que ela tem um capital
de 1.000 ações, no valor de 1 real cada, ou 1.000 reais no total. Se,
no final do ano, a empresa verificar que teve um lucro de 100 reais,
o que faz com esse dinheiro? Entrega tudo aos sócios, para que
eles façam uma grande farra? Obviamente, não. Os próprios sócios
vão querer que, do lucro de 100 reais, a empresa lhes entregue
uns 15 ou 20 reais, isto é, 15% a 20%, sob a forma dos chamados
dividendos.

E os outros 85% ou 80%, isto é, 85 ou 80 reais?

Por decisão dos próprios acionistas, as empresas usarão esse dinheiro
para novos investimentos, instalações, conquista de mercado.

Garantia de crescimento, expansão, lucros cada vez maiores
nos anos futuros. Mas como os acionistas vão participar dos
resultados dessa evolução da empresa? Os lucros não distribuídos,
aplicados, são usados para aumentar o capital da empresa,
no caso de 1.000 para 1.080 ou 1.085. Isto é, o acionista passa
também a dispor de mais 8% ou 8,5% de ações, que pode guardar
e, quando desejado, ou necessário, vender.

Em resumo, o que importa para o acionista é o valor dos lucros
totais da empresa a cada ano, e não apenas os dividendos retirados
desses lucros. A Vale do Rio Doce, a Petrobrás e as demais
estatais agiam exatamente como as grandes empresas privadas,
ao menos as bem administradas: entregavam uma parte dos lucros
aos acionistas, como o Tesouro, e utilizavam a maior parcela
para aplicar em planos de expansão, que rendiam lucros maiores
no futuro – além de valorizarem suas ações, se vendidas em Bolsa.


Os críticos dos "dividendos ridículos" pagos pela Vale ou
Petrobrás sabem muito bem de tudo isso. Mentiram à opinião
pública, para jogá-la contra as empresas estatais e ganhar apoio
para a privatização.
Quem pensa nos pobres?Na verdade, em lugar de "sugar" o Tesouro, as estatais foram
utilizadas, ou "sugadas", pelo Tesouro, para desempenhar funções
que na verdade cabiam ao governo.

Nesse papel, sua lucratividade também era puxada para baixo.
Exemplos? No próprio caso das telefônicas, como apontado em capítulo anterior,
o governo sempre teve a preocupação – antes da privatização –
de manter preços mais baixos para os serviços utilizados pela
maioria da população – como as ligações locais, as fichas dos
orelhões –, para beneficiar os brasileiros de menor renda.

A mesma coisa para tarifas de energia elétrica e água, mais baixas
para as contas de residências com menor consumo.

Nessa política de "paga mais quem ganha mais", os serviços utilizados pelos
mais ricos (interurbanos, ligações internacionais) pagam preços
mais altos, para cobrir parte dos custos ou mesmo dos prejuízos
trazidos pelos serviços mais baratos, utilizados pela população
mais pobre.
As estatais, portanto, eram utilizadas também como instrumento
de maior justiça social, ou "redistribuição de renda", como dizem
os economistas.

Em outros países, o governo adota a política de preços mais baixos
para a população mais pobre, mas é ele mesmo,governo, que "banca"
os prejuízos dessa política.

Como assim?

O Tesouro paga às empresas fornecedoras, mesmo se forem
estatais, a "diferença" correspondente à redução dos preços.
No Brasil, a população é preponderantemente pobre, e por isso os
serviços mais sofisticados – e mais caros –, cujo faturamento deveria
ser capaz de compensar ao menos em parte os serviços mais
baratos, são proporcionalmente pouco utilizados. Vale dizer: a
receita que eles fornecem não é suficiente para assegurar o nível
normal de lucros.

Com a privatização, o governo eliminou – antes mesmo da venda
das estatais – os subsídios cruzados nas contas de telefones e
de energia. Por isso mesmo, os aumentos mais violentos de tarifas
ocorreram para as chamadas locais, ficha telefônica etc. Não
há mais tratamento especial para a população mais pobre. Tudo
para garantir maiores lucros aos "compradores". Tratamento que as estatais não recebiam.
Ah, a gasolina cara...De tão manipuladas, chegam a ser revoltantes as críticas à
Petrobrás e aos preços da gasolina no Brasil, "os mais altos do
mundo", como berram erradamente os críticos.

 Nunca se diz à população que, ao longo dos anos, a Petrobrás sempre teve direito
a uma parcela mínima sobre o preço do litro de gasolina e de
outros produtos, com a maior parcela sendo representada por
impostos, taxas e, em determinados períodos, até por uma fatia
para "baratear o álcool".

Para se ter uma idéia da realidade: em
outros países, a margem (porcentagem) de lucro das distribuidoras
é três vezes maior do que a recebida pela Petrobrás, que se
limitava a 9 centavos por litro, quando o litro da gasolina estava a
59 centavos.

 Mas isso não é tudo.

Assim como os subsídios à população pobre reduziam os lucros das teles e empresas de energia,
a Petrobrás também pagou o preço de decisões que o governo
tomou em favor de outros setores, por considerá-los "estratégicos"
dentro da política econômica do momento.

Para permitir que a indústria petroquímica nacional tivesse preços capazes de enfrentar
a concorrência internacional, por exemplo, a Petrobrás
durante longos anos vendeu a nafta, matéria-prima do setor, a
preços mais baixos, com um "prejuízo" acumulado que chegou aos
4 bilhões de dólares.

Na mesma linha, as siderúrgicas estatais,
como
em até 75%, acumulando imensos prejuízos em seus balanços. Somente
quando se preparava a privatização é que o aço teve aumentos
de até 300% nos preços. Por que o achatamento? O governo
impôs preços mais baixos na venda do aço nacional para
CSN, Cosipa, Usiminas, tiveram os preços do aço achatadosque as indústrias de automóveis, eletrodomésticos, máquinas e
equipamentos, principalmente, tivessem custos mais baixos e conseguissem
exportar, ou evitar importações, trazendo dólares para
o país.

As siderúrgicas estatais, portanto, também foram utilizadas
como arma na guerra para obter dólares (e conter a inflação).

Por isso, ficaram arruinadas. É lamentável que os consumidores
de aço ou nafta, que foram beneficiados com subsídios das siderúrgicas
estatais e da Petrobrás, nunca tenham dito uma palavra
para explicar à opinião pública que essa política foi a principal
culpada pelos prejuízos das siderúrgicas – e pela menor lucratividade
da Petrobrás –, permitindo que a população fosse convencida
de que as estatais "sugavam" o Tesouro.
Mais tecnologia, menos marajásA Petrobrás ganhou títulos mundiais de campeã no desenvolvimento
de técnicas para perfurar poços no fundo do mar, em grandes
profundidades, quilômetros abaixo da superfície.

E, graças aelas, descobriu poços capazes de produzir 10 mil barris de petróleo
por dia. Cada poço. Recordes fabulosos que somente são igualados
por poços dos países árabes.

A Vale do Rio Doce, antes mesmo ANTES da sua privatização, já era a maior exportadora de minério de
ferro do mundo.

 E uma de suas empresas subsidiárias, a Docegeo,
pesquisou e fez um mapeamento dos minerais existentes no Brasil
inteiro. Foi convidada a realizar pesquisas equivalentes em
outros países. Graças à sua tecnologia, a Vale do Rio Doce descobriu,
em plena selva amazônica, em Carajás, a maior província
mineral do mundo, com jazidas não só de ferro, mas de grande
variedade de minérios, inclusive ouro...

A Embraer, estatal fabricante de aviões, sempre foi a única indústria
aeronáutica – existente em um país menos desenvolvido –
fora do circuito dos países ricos, com tradição na área – e capaz de
roubar mercado das empresas multinacionais no filão que explora,
isto é, a produção de aviões de porte médio.

Na área de telecomunicações, a Telebrás mantinha desde os anos 1970 um Centro
Tecnológico, em Campinas, responsável por pesquisas que resulta-
ram na produção de equipamentos com tecnologia de ponta, que
fabricantes nacionais passaram a exportar para outros países.

Sobram exemplos como esses para mostrar que são descabidas
as afirmações, repetidas na campanha de desmoralização das estatais,
de que elas seriam ineficientes e incapazes de desenvolver
tecnologia própria.

Por que, a despeito do prestígio internacional,
se formou essa imagem negativa aqui dentro?

Um dos principaismotivos foram, certamente, as falhas e a
deterioração dos serviçosde telefonia e energia elétrica, exatamente aqueles com os quais
o público tem contato direto.
Uma deterioração que nada teve a ver com a deficiência tecnológica e, sim, com as políticas equivocadasde governo, que trouxeram prejuízos e limitações financeiras
às estatais, como visto antes.


Mas que foi largamente explorada
na manipulação da opinião pública.
ADELANTE VOU PUBLICAR MAIS, PARA QUE VCS NÃO CAIAM NO CONTO DO "RESGATE DO LEGADO" DE FHD(D DE DOAR)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

FHC VADE RETRO. POLITICAMENTE, VC MORREU EM 2010, ESQUECERAM DE TE ENTERRAR, VC ESTÁ MORTO. AO CONTRÁRIO DO QUE VC DISSE, EM 2011, 2012 E 2014, LULA SERÁ O MÓVEL CENTRAL NAS DISPUTAS MUNICIPAIS E PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

O TARTUFO DO FHC(VIDE TRADUÇÃO DE TARTUFO EM POST NESTE BLOG) BRADOU COM A CAMISA FORA DAS CALÇAS EM COMÍCIO EM SÃO PAULO:

LULA VC MORREU, LULA VC ACABOU!

A  HISTÓRIA MOSTRA O CONTRÁRIO.

POLITICAMENTE FHC É ISTO AÍ.

PARA DESESPERO DOS NEOUDENISTAS E ENTREGUISTA DO PSDB/DEMOS/PPS,  LULA SERÁ O POLÍTICO DECISIVO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2012 E PRESIDENCIAL EM 2014.

SERÁ QUE VOU OU SERÁ QUE FICO?


ALIÁS ELES BORRAM DE MEDO DE LULA VOLTAR À DISPUTA EM 2014. CORRE À BOCA MIUDA QUE O BALADEIRO DO LEBLON, ESTÁ MORRENDO DE MEDO DE NOVAMENTE ENFRENTAR DILMA/LULA EM 2014.

 PRETENDE VOLTAR À CANDITAR-SE A GOVERNADOR POR MINAS, JÁ QUE O SEU CONTÍNUO  POLÍTICO, FALO DE ANASTASIA, NÃO PODERÁ TENTAR A REELEIÇÃO.

FERNANDO HENRIQUE TARTUFO CARDOSO( GANHOU A ELEIÇÃO DE TARTUFO NO EX BLOG DO MINO CARTA) AO CONTRÁRIO DE LULA, É UMA MÚMIA POLÍTICA. CHAMAVA LULA DE SÁTIRO ÉM REUNIÃO COM SEUS COMPARSAS EM SEU APARTAMENTO NA RUA RIO DE JANEIRO N. 430 NO BAIRRO CHIQUE DE SÃO PAULO, O HIGIENÓPOLIS. NO ENTAQNTO ELE É QUE É UM PRIÁPICO, FOI VISTO PASSEANDO DE MÃOS DADAS COM UMA JOVEM SENHORA FUNCIONÁRIA DO IFHC, NO SHOPPING VENTURA EM MIAMI.

FHC, VOCÊ  NÃO TEVE UM BOM COMEÇO, BALDEOU-SE PARA A EXTREMA DIREITA, AO CONTRÁRIO DO PAI, RENOMADO MILITAR, QUE OPTOU PELO LADO ESQUERDO DO CAMINHO. VENDEU-SE AOS AMERICANOS, COM SUAS POLPUDAS DOAÇÕES DE DOLARES  DA CIA , ATRAVÉS DA FUNDAÇÃO FORD. VIDE LIVRO "QUEM PAGOU A CONTA" " O INVERNO DE 69". FOI EM FEVEREIRO DE 69 QUE VC E MUITOS OUTROS PROEMINENTES INTELECTUAIS DA AMERICA LATINA,  FORAM COOPTADOS, NÃO QUE EU ACHE VC INTELECTUAL.

VOCÊ PODERIA TER SE REDIMIDO E TER FEITO UM GRANDE FINAL. MAS NÃO. VOCÊ AINDA ESTÁ OFUSCADO PELOS DOLARES DO CEBRAP, QUE TE PERMITIA A ANDAR COM SUA RELUZENTE MERCEDES AZUL EM SANTIAGO DO CHILE, ESNOBANDO OS VERDADEIROS COMPANHEIROS, QUE ESTAVAM REALMENTE EXILADOS, POR PERSEGUIÇÃO POLÍTICA E NÃO PSEUDAMENTE EXILADO COMO VOCÊ.



VC PODERIA TER FEITO PORTANTO UM GRANDE FINAL, MAS  NÃO. VC CONTINUOU ENTREGUISTA E AMERICANÓFILO, VC E OS SEUS COMPARSAS DO IFHC,  ATÉ  HOJE COGITAM  PRIVATIZAR ATÉ AS RESERVAS BRASILEIRAS, COISA DE MALUCOS, JÁ QUE ESTAS POLÍTICAS NEOLIBERAIS DA EXTREMA DIREITA, ASSIM COMO DEVASTOU O BRASIL, DEVASTA HOJE O MUNDO.

VC FICOU EXTASIADO COM TANTA GRANA QUE OS AMERICANOS DAVA AO CEBRAP QUE VC CRIOU, MARAVILHOU-SE MAIS AINDA PELO FATO DE NÃO TER QUE PRESTAR CONTA DOS GASTOS, OU SEJA, PODIA GASTAR À VONTADE. LÓGICO! O DINHEIRO ERA PARA IDEOLOGIZAR A MONTAGEM DE UM CRIME: A ENTREGA DO BRASIL, QUE INFELIZMENTE VC CONSEGUIU EM PARTE.

 PUBLICOU COM OUTRO MALUCO O LIVRO " A AMÉRICA LATINA E A DEPENDENCIA EXTERNA" ONDE VOCÊ DIZIA QUE O BRASIL SERIA MA NAÇÃO SATÉLITE DOS ESTADOS UNIDOS E ETERNAMENTE DEPENDENTE DOS USA. COISA DE QUEM USAVA LSD OU MACONHA ESTRAGADA.

NILSON CRUZ EXPÕS A  LOUCURAQUE REPRESENTOU O SEU PENSAMENTO, NO LIVRO " A LONGA AGONIA DA DEPEDÊNCIA".

FOI PRECISO ELEGERMOS  UM PEÃO, UM OPERÁRIO DO PÁTIO DE UMA FÁBRICA, PARA ESTACANCARMOS A ENTREGA DO PATRIMÔNIO DO BRASIL PARA AS NAÇÕES DO NORTE.

VOCÊ PODERIA TER SE REDIMIDO E FEITO UM GRANDE FINAL, MAS  NÃO. AOS OITENTA ANOS DEVE REGOJIZAR-SE DE MORAR EM UM APARTAMENTO NA FOCH AVENUE EM PARIS, ONDE MORAM OS BILIARDÁRIOS DO MUNDO, OS REIS DO PETRÓLEO  E QUETAIS.

VOCÊ DEVE REGOJIZAR POR ANDAR DE MÃOS DADAS COM UMA FUNCIONÁRIA DO IFHC, COMO DOIS NAMORADINHOS ADOLESCENTES, EM SHOPPING DA AMÉRICA DO NORTE, PRECISAMENTE EM MIAMI, JÁ NO AUGE DOS SEUS OITENTA ANOS, PORTANTO PRESTE A DESENCARNAR.



O GARANHÃO DE QUANDO EM QUANDO TEM PROBLEMAS COM AS BALAZAQUEANAS QUE ELE PAQUERA. MIRIAM DUTRA EX REPÓRTER DA GLOBO QUE O DIGA. PIOR É QUE FOMOS NÓS O POVO BRASILEIRO, QUE PAGAMOS O "PATO", POR AQUELE SEGREDO POLICHINELO.


SEUS BIÓGRAFOS, E DISSO VC SABE, SABERÃO MOSTRAR QUEM FOI VOCÊ.

E É PRECISAMENTE ISTO QUE TE MAGOA. UM PRÓCER DA DIREITA AMERICANA, FORMADO COM UM MESTRE DA ESTIRPE DE FLORESTAN, QUE O PROIBIU DE VISITÁ-LO NO LEITO DE MORTE, UM DOUTO QUE LECIONOU NA SORBONE, PASSARÁ À POSTERIDADE NÃO COMO UM ESTADISTA.

AO CONTRÁRIO  PASSARÁ À POSTERIDADE COMO UM PRESIDENTE BRASILEIRO, SUBSERVIENTE ÀS NAÇÕES DO NORTE. PASSARÁ À POSTERIDADE COMO UM PRESIDENTE QUE REATIVOU A POLÍTICA DO BEIJA MÃO, INAUGURADA PELA UDN NOS ANOS 50; " O QUE É BOM PARA OS USA É BOM BRASIL".

NA FOTO FERNANDO HENRIQUE MANGABEIRA, BEIJA A MÃO DO PRESIDENTE AMERICANO IKE EISENHOWER.



 OCORRE QUE É JUSTAMENTE O CONTRÁRIO, O QUE É BOM PARA OS USA NÃO É BOM PARA O BRASIL. VOCÊ CHEGOU A DIZER, PRECISAMOS DE UM NOVO LACERDA. OU SEJA VC REINAUGUROU O LACERDISMO, UDENISTA DE VAREJO.

POR FIM PASSARÁ À POSTERIDADE COMO O PRESIDENTE QUE MAIS BENEFICOU AS ELITES SEPARATISTAS DESTE PAÍS, PASSARÁ À POSTERIDADE COMO O GERENTE DOS U.S.A NOS NEGÓCIOS COM O BRASIL. PASSÁRA À POSTERIDADE COMO O PRESIDENTE DOS RICOS, O MAIOR ENTREGUISTA DO BRASIL E PRESIDENTE QUE MAIS MISÉRIA  DESEMPREGO E QUEBRADEIRA LEGOU AO POVO BRASILEIRO.

QUEM PASSARÁ À POSTERIDADE COMO UM GRANDE ESTADISTA E LÍDER MUNDIAL INCONTESTE, SERÁ PARA A SUA AGONIA, UM OPERÁRIO: LULA!


E ISTO TALVEZ SEJA A ÚNICA COISA  QUE ESTÁ FAZENDO VOCÊ TRATAR O LULA, COM TANTA INVEJA.


PTREMDAS13E13.





Adeus também foi feito pra se dizer.


ADEUS FHC. VOCÊ JÁ FOI REJEITADO NAS

URNAS SOLENE E DEMOCRATICAMENTE

PELO POVO BRASILEIRO.GRIFO MEU

PTREMDAS13.


Do blog Brasília Eu Vi, de Leandro Fortes:







Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas e atrasadas do país. Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado. Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco –, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.
Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso.
Das eleições de 1994 surgiu esse esboço de FHC que ainda vemos no noticiário, um antípoda do mítico “príncipe dos sociólogos” brotado de um ninho de oposição que prometia, para o futuro do Brasil, a voz de um homem formado na adversidade do AI-5 e de outras coturnadas de então. Sobrou-nos, porém, o homem que escolheu o PFL na hora de governar, sigla a quem recorreu, no velho estilo de república de bananas, para controlar a agenda do Congresso Nacional, ora com ACM, no Senado, ora com Luís Eduardo Magalhães, o filho do coronel, na Câmara dos Deputados. Dessa tristeza política resultou um processo de reeleição açodado e oportunista, gerido na bacia das almas dos votos comprados e sustentado numa fraude cambial que resultou na falência do País e no retorno humilhante ao patíbulo do FMI.
Isso tudo já seria um legado e tanto, mas FHC ainda nos fez o favor de, antes de ir embora, designar Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, o que, nas atuais circunstâncias, dispensa qualquer comentário.

Em 1994, rodei uns bons rincões do Brasil atrás do candidato Fernando Henrique, como repórter do Jornal do Brasil. Lembro de ver FHC inaugurando uma bica (isso mesmo, uma bica!) de água em Canudos, na Bahia, ao lado de ACM, por quem tinha os braços levantados para o alto, a saudar a miséria, literalmente, pelas mãos daquele que se sagrou como mestre em perpetuá-la. Numa tarde sufocante, durante uma visita ao sertão pernambucano, ouvi FHC contar a uma platéia de camponeses, que, por causa da ditadura militar, havia sido expulso da USP e, assim, perdido a cátedra.
FOTOMONTAGEM POR CONTA DESTE BLOG.


Falou isso para um grupo de agricultores pobres, ignorantes e estupefatos, empurrados pelas lideranças pefelistas locais a um galpão a servir de tribuna ao grande sociólogo do Plano Real. Uns riram, outros se entreolharam, eu gargalhei: “perder a cátedra”, naquele momento, diante daquela gente simples, soou como uma espécie de abuso sexual recorrente nas cadeias brasileiras. Mas FHC não falava para aquela gente, mas para quem se supunha dono dela.

Hoje, FHC virou uma espécie de ressentido profissional, a destilar o fel da inveja que tem do presidente Lula, já sem nenhum pudor, em entrevistas e artigos de jornal, justamente onde ainda encontra gente disposta a lhe dar espaço e ouvidos. Como em 1998, às vésperas da reeleição, quando foi flagrado em um grampo ilegal feito nos telefones do BNDES. Empavonado, comentava, em tom de galhofa, com o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, das Comunicações, da subserviência da mídia que o apoiava acriticamente, em meio a turbilhão de escândalos que se ensaiava durante as privatizações de então:

Mendonça de Barros – A imprensa está muito favorável com editoriais.

FHC – Está demais, né? Estão exagerando, até!

A mesma mídia, capitaneada por um colunismo de viúvas, continua favorável a FHC. Exagerando, até. A diferença é que essa mesma mídia – e, em certos casos, os mesmos colunistas – não tem mais relevância alguma.

Resta-nos este enredo de ópera-bufa no qual, no fim do último ato, o príncipe caído reconhece a existência do filho bastardo, 18 anos depois de tê-lo mandado ao desterro, no bucho da mãe, com a ajuda e a cumplicidade de uma emissora de tevê concessionária do Estado – de quem, portanto, passou dois mandatos presidenciais como refém e serviçal.

Agora, às portas do esquecimento, escondido no quarto dos fundos pelos tucanos, como um parente esclerosado de quem a família passou do orgulho à vergonha, FHC decidiu recorrer à maconha.

A meu ver, um pouco tarde demais

quinta-feira, 14 de julho de 2011

LIVRO DO JORNALISTA AMAURY JUNIOR, DEMONSTRA QUE A TCHURMA DA PRIVATARIA DE FHC, ERAM UMA QUADRILHA QUE PROMOVIAM UMA TRAMPA, PARA FICAREM MILIONÁRIOS, INCLUSIVE O CERRA!

ESTA TURMA GOSTA DE VENDER... O QUE  NÃO É DELES!


Os porões da privataria

Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais.


Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC.

Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas.

Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.


Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios.

O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990.

E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …


Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso.

Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.


A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC

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(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se  der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)

Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2)

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O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. 

É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.


A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos.


 E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.


O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas.

 Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.


O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.


Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra.

Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica Serra começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br,  em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia  do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa.

 Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para  Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores.

São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.

Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato.

 Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu.


Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

DO BLOG DO PHA PUBLICADO O ANO PASSADO, O PIG ESCONDEU E CHAMOU COMO DOSSIÊ CONTRA O CERRA. AQUI PRÁ NÓS QUE CAMBADA DE LADRÕES!!!!!!

domingo, 10 de julho de 2011

OS CAMPEÕES NEO LIBERAIS DA PRIVATIZAÇÃO SOMEM DA TELINHA

TODOS OS 3 GOSTAM DA PRIVATARIA, O DA ESQUERDA DIZ QUE "PRIVATIZOU" A LIGHT.

DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ELE ENTENDE MUITO É DISTO AÍ ACIMA.

Por Altamiro Borges:

Nos últimos dias, os telejornais têm dado grande destaque às explosões de bueiros da Light no Rio de Janeiro. Na semana passada, foram cinco ocorrências. Pessoas já foram feridas e os cariocas transitam assustados pelas ruas da cidade. Na sua irreverência, o colunista José Simão até já encontrou o “terrorista” responsável pelo tormento: “Osama Bin Light”.

O tratamento dado ao episódio, porém, é dos mais superficiais, na linha da “espetaculização” da notícia. A mídia privatista evitar apontar a verdadeira causa da tragédia: o processo criminoso da privatização da empresa de energia elétrica
. Os neoliberais que fazem apologia do “deus mercado” e das maravilhas da iniciativa privada sumiram das telinhas. Eles são cúmplices da tragédia!
 “A Light abandonou a manutenção há 15 anos e a demanda pelos serviços só aumenta. Há uma grande necessidade de investimento para evitar novas explosões”.
Cadê os tucanos privatistas?

Desde o ano passado, a Light é controlada pela Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig), que adquiriu as ações do grupo francês EDF. O atual presidente da empresa “PRIVADA”, Jerson Kelman, que foi presidente do Comitê Gestor da Crise Energética durante o governo FHC, afirmou nesta semana que o problema dos bueiros só será resolvido no final do ano.

A MÍDIA PRIVATISTA, que voltou à ofensiva contra os escândalos de corrupção no governo federal, bem que poderia investigar as negociatas que envolveram a privatização da Light e de outras estatais durante a gestão de FHC. A explosão dos bueiros no Rio de Janeiro traz à tona também as relações sinistras entre conhecidos tucanos – como FHC, José Serra e Aécio Neves. Mas a mídia demotucana, na sua cobertura seletiva, prefere tratar o grave assunto na linha da “espetaculização” da notícia.

ESTE PILANTRA SEGUNDO O LAERTE BRAGA, GOSTA TAMBÉM DE VENDER TUDO QUE É DO ESTADO. VEJA COMO ESTÁ A ELETROPAULO!