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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

2014, LAVADA!!!! DILMA DINAMITE 57/º X B ALADEIRO AÉCIO NEVER 18/º. POST DEDICADO AO ANÔNIMO QUE DISSE AQUI NO BLOG, QUE ESTA ANTA, QUE SÓ ANDA COM A CACHOLA CHEIA, TEM CHANCE EM 2014.

Pesquisa 2014: Dilma 57% x 18% Aécio ou... Lula 76% x 11% Aécio


DINAMITE DILMA E LULA, IMBATÍVEIS.

NA FOTO À ESQUERDA, UM UDENISTA MIRIM, À DIREITA UM UDENISTA JUNIOR.

2014 ainda está longe, mas uma pesquisa já parece desanimadora para o senador tucano Aécio Neves. Ele perderia de "lavada" para Dilma. E se o candidato fosse Lula, a diferença seria maior ainda.
A eleição de 2010 nem completou 1 ano, Lula já disse que não é candidato em 2014, mas já tem gente fazendo pesquisa e incluindo seu nome no cenário.

A notícia abaixo é do Valor Econômico.
Maioria prefere que Lula concorra à Presidência

Por Cristian Klein | De São Paulo

A maioria da população brasileira (57%) gostaria que a presidente Dilma Rousseff desistisse de tentar uma reeleição para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se candidatasse em seu lugar. Apenas 29% preferem que Dilma busque um novo mandato em 2014. Esse é um dos principais resultados de pesquisa do Instituto Análise, que entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 5 e 11 deste mês, em cem municípios de todas as regiões do país.


A pesquisa mostra como, depois de oito meses de governo Dilma, a boa lembrança de Lula e sua administração predomina a avaliação do eleitorado e pode influenciar o tabuleiro político e eleitoral.

Para o cientista político Alberto Almeida, coordenador do instituto, um dos dados que chamam mais atenção é a permanência da popularidade de Lula - o que o torna um fator de extremo desequilíbrio no jogo presidencial.

No auge de sua popularidade, Lula alcançou 80% de aprovação (ótimo + bom), quando a campanha de Dilma Rousseff divulgava os feitos de seu governo. Agora, depois de cair um pouco pela falta de exposição na mídia, a aprovação do ex-presidente, de acordo com a pesquisa, chegaria a 82%.

"Isso significa não apenas um reconhecimento de bom desempenho, mas também que parte importante do eleitorado está com 'saudades de Lula'", afirma Alberto Almeida.

A aprovação ao governo Dilma Rousseff é exatamente a metade da de seu antecessor: 41% de respostas "ótimo" e "bom". A desaprovação é ainda mais contrastante: enquanto apenas 3% dos entrevistados consideram que o governo Lula foi ruim ou péssimo, 16% avaliam a administração Dilma como tal. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Outro fator que reforçaria a imagem e o peso de Lula é a transformação de seu governo numa espécie de referência à qual a população toma como medida. Ao serem questionados por que avaliam a administração Dilma Rousseff boa ou ótima, a principal justificativa (25%) dos entrevistados é que a presidente "está dando continuidade ao que o Lula fez". A manutenção do Bolsa-Família é a segunda razão e apareceu em 14% das respostas.

O modelo desenvolvimentista, marca do segundo mandato Lula, também ressurge como uma preferência do eleitorado. Em três questões, os entrevistados se mostraram mais tolerantes, em relação a pesquisa feita no ano passado, com um leve aumento da inflação desde que isso gere mais empregos (62% a 46%), com o risco de crescimento da inflação, se isso acelerar a geração de empregos (56% a 45%) ou se implicar mais gastos na solução dos problemas sociais (45% a 32%). Os resultados deste ano são semelhantes aos de 2009.

A pesquisa também traça cenários eleitorais para a disputa presidencial de 2014 nas quais Lula aparece na liderança absoluta, seja com que candidato for.

Enquanto Dilma, numa simulação de segundo turno, venceria o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por 57% a 18% (diferença de 39 pontos percentuais), Lula elevaria essa vantagem para 65 pontos percentuais: 76% a 11%.

Numa hipotética disputa entre Lula e Dilma, criador venceria criatura por 65% a 18%.

Almeida afirma que pesquisas com comparações como estas serão cada vez mais comuns e, caso os resultados se mantenham, farão com que cresçam as pressões para que Lula volte a disputar a Presidência da República, mesmo que Dilma Rousseff esteja bem avaliada pela opinião pública.
"O importante para o cálculo dos políticos é a expectativa de poder. A candidatura Lula significa minimizar os riscos", diz.
Para Almeida, a pressão virá de governadores, deputados federais e estaduais, que preferirão ter Lula como seu puxador de votos do que a presidente Dilma.

Por outro lado, diz o cientista político, a enorme popularidade de Lula, que põe o PT em situação confortável para 2014, permite a ela mais margem de manobra no governo, seja para arriscar mais, ou pelo, contrário, para adotar um estilo mais conservador.

domingo, 21 de agosto de 2011

FLAVIO AGUIAR: A OPOSIÇÃO NUNCA PODERÁ DIZER A QUE VEIO. POSTO ISTO MEUS CAROS VOCÊS NUNCA VERÃO UM PROJETO POLÍTICO DENTRO DE QUALQUER DISCURSOS DESTES UDENISTAS DOS INFERNOS! O TEXTO FALA DE CERRA MAS, SERVE PARA AÉCIO OU QUALQUER CANDIDATO DA UDN/PSDB/DEMOS.

ESTE PLAYBOY QUE NÃO CONSEGUE DIRIGIR UMA CAMIONETE DE LUXO ÀS 4 DA MADRUGA, (MANGUAÇA) JA ENTREGOU A CEMIG PARA A ANDRADE GUTIERREZ, ESPEROU SÓ O ITAMAR MORRER. 
CERRA: VCS DA CHEVRON VOLTARÃO COMIGO, O PRÉ-SAL SERÁ DE VCS.
SE NÃO FOSSE GETULIO, JK, JANGO, E LULA, O BRASIL SERIA UMA ENORME HACIENDA DELE, QUE SEMPRE USOU ESTA ELITE COM SÍNDROME DE VIRA LATA  BRASILEIRA. 
O incômodo de Serra com a entrevista de dois de seus agentes econômicos revelando como a coligação tuco-dema vai ferrar o Brasil, impondo-lhe uma recessão como a que o FMI e UE agora fazem cair sobre a Grécia é muito expressivo.

Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.

Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.

O candidato vai a Minas e desqualifica o Mercosul. Diante da grita dos nossos vizinhos, mais a que certamente ouviu de alguns empresários de seu apoio, apressa-se a correr para a Folha de S. Paulo para dizer que pretende “flexibilizar” o Mercosul para permitir mais acordos bilaterais. Quer dizer: diz e não diz, sofisma, tergiversa, quer convencer os ouvintes/leitores que vinho, vinagre, e ainda água e azeite são a mesma coisa.

Depois vai a um “programa policial” e anuncia que vai criar um Ministério da Segurança. A declaração – estapafúrdia em si – provoca mal-estar em suas hostes, pois vêm nisso um estado a inchar. Ele vai logo corrigindo, dizendo que em contrapartida vai fechar a Secretaria de Assuntos Estratégicos. 

Bom, há algum sentido nisso, porque para a visão tuco-dema o Brasil não precisa de uma SAE. Já temos o Departamento de Estado em Washington, o FMI, o Banco Mundial e os Chicago Boys para nos orientar, para que mais? Além disso, o que a coligação tuco-dema talvez queira fechar mesmo são as bocas dos ministros Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães.

Mas a única comparação numérica que se pode fazer entre as duas entidades citadas, uma projetada e a outra existente, é a da quantidade de letras que compõem os seus nomes. Agora já não se trata de introduzir um Cavalo de Tróia, mas um Elefante Branco. 

É algo como dizer: “eu vou construir um novo edifício de dez pisos na Esplanada dos Ministérios, com trinta escritórios por andar, mais o bar, o restaurante, o cafezinho, a segurança, e ainda o anexo que sem dúvida virá depois, criando uma certa confusão redundante com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Secretaria de Assuntos Penitenciários, talvez o Ministério da Defesa também. Em contrapartida, vou fechar esses três andares no Bloco O da mesma Esplanada, onde funciona a SAE, e redirecionar seus funcionários não sei bem para onde ainda, mas isso se arranjará”.

Quer dizer, sem plano consistente ou inconsistente que seja, a que se referir como horizonte ou moldura, a fala do candidato fica ao sabor da sua circunstância. Está certo que Ortega y Gasset nos disse que “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas nos disse também que “o que não é destino é frivolidade”. Sem destino manifesto, a fala do candidato fica dispersa em sua circunstância, como a biruta dos aeroportos, ao sabor dos ventos. E quem nasceu para biruta de aeroporto jamais chegará a galo de campanário.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.

FONTE CARTA MAIOR






domingo, 31 de julho de 2011

PRECONCEITO: O OVO DA SERPENTE( UDN, CARLOS LACERDA), O QUE CHOCOU O CERRA; E UMA HORDA DE HOMOFÓBICOS, HIGIENISTAS DE TODA SORTE, PRECONCEITUOSOS RELIGIOSOS, ISLAMAFÓBICOS, APAIXOUNOU-SE...POR UM RAPAZ!

EU HEIN ROSA,  ISTO É COISA DA UDN?

NERY DA FONSECA GOSTA DE LIVROS.

Na biblioteca com mais de 15 mil volumes que já manteve em casa, guardava muitos títulos sobre homossexualidade. Um dos preferidos, que continua na estante é La question homossexuelle, escrito por um padre francês, Marc Oraison.

Ele explica o fenômeno de maneira científica, sem criar monstros, como todos fizeram antes dele”. No Brasil, o livro foi editado pela Nova Fronteira, editora de Carlos Lacerda. “O político carioca ficou sensível à causa quando se apaixonou pelo neto de Cecília Meireles”, dispara Edson.


O senhor se tornou conhecido no Brasil inteiro por conta da Universidade de Brasília, onde montou a biblioteca e o curso de biblioteconomia. Era algo planejado?

Quando deixei o Recife, em 1946, me apaixonei pelo Rio de Janeiro. Não queria morar em Brasília. Fiz concurso para a biblioteca da Câmara dos Deputados e pensei em todas as alternativas para continuar no Rio. Não consegui. Ganhei na nova capital do país uma casa que era atacada por ratos todos os dias. Por ser alérgico ao veneno para exterminá-los, adotei os gatos como solução. Cheguei a ter 20. Sou conhecido por ter a casa cheia deles até hoje. Brasília surgiu para mim a partir dali, não foi planejado. Depois vieram os amigos famosos, a Biblioteca da UnB, que virou minha vida.

Um dos amigos mais próximos na nova capital do país foi o paisagista Carlos Burle Marx, que também era homossexual. Vocês foram namorados?
Fomos muito amigos porque ele precisava visitar Brasília o tempo inteiro por conta das obras em jardins públicos. Uma companhia incrível. Sua mãe era pernambucana e o pai, alemão. Por isso, aos 16 anos, foi mandado para a Alemanha, onde estudaria canto lírico. Ele adorava fazer voz de soprano para os amigos. Mas não chegamos a namorar.

O senhor tornou-se especialista na obra de Gilberto Freyre. Deve ter alguma explicação para o apoio dele ao golpe militar de 1964.
Tenho uma teoria que desagrada um pouco a família Freyre. Ele queria ser governador de Pernambuco. Achava que poderia ser indicado pelo presidente Humberto Castelo Branco sem precisar de eleições. Gostou de ser deputado na Constituinte de 1946, ao lado de Luís Carlos Prestes, Jorge Amado e Nereu Ramos. Conhecia o Nordeste, tinha convicção que melhoraria as condições de vida na região. Não era por pura vaidade. Mas quem ficou com o cargo foi Nilo Coelho, que oferecia lagosta a Castelo Branco nos almoços de domingo em Brasília. Quando percebeu o que seria, de fato, o golpe, desistiu do apoio. Mas ficou estigmatizado como reacionário.

O senhor tem quatro pontes de safena. Não parece ter sido um homem agitado.
Ja guardei muita raiva. Hoje, sou outro. Passo os dias rezando e escutando canto gregoriano. Redescobri minha vocação monástica na maturidade. Tanto que deixei minha casa na praia, na zona Sul do Recife, para morar bem perto do Mosteiro de São Bento, em Olinda. Virei um oblato, que é um cristão que vive com fervor o evangelho. Quase um monge, mas que vive fora do claustro. Hoje, tenho dificuldades para caminhar, não posso ir à missa todos os dias. Frequento o mosteiro aos domingos porque acho impressionante a proposta dos beneditinos. Eles me ensinaram que Deus é amor. Não o senhor impiedoso que o colégio nos mostrava.

sábado, 23 de julho de 2011

RÉQUIEM PARA HIGIENÓPLIS CITY. BYE BYE FOR EVER, FHC, CERRA E AÉCIO NEVER!

HIGIENÓPOLIS, SÃO PAULO, CAPITAL, BAIRRO DA ELITE BRANCA, SEPARATISTA E VIRA LATAS EM RELAÇÃO AOS ESTADOS UNIDOS.



FHC/REAGAN.


Uma Incelença
de Nosso Sinhô

Veste esta mortalha

Foi Deus quem mandô



Vocês estão mortos. Ou para usar idioma tão sonoro aos vossos ouvidos refinados: You're dead guys!

 Começaram a morrer em 2003, quando o Barbudo tomou posse. No início, nem desconfiaram que era a morte. Não. Dariam um jeito de cortar as asinhas do Barbudo e fá-lo-iam beijar a cruz do Deus-Mercado.

 E apesar disso, o Barbudo resistia a se enquadrar. Então, com toda a elegância e parcimônia acionaram o dândi Dantas, o OVS (olhos verdes sensuais), o Brilhante, o Pode-Tudo, o Manda-Brasa, o Rompe-Racha (com sua licença, mestre Rosa). E aí veio o Mensalão.

 Que coisa mais bonita de se ver: injetaram nas veias de Delúbio o sangue azul usinado nas entranhas mais nobres do tucanato e vertido pelos vasos fartos de Marcos Valério, e corromperam desde a medula o mandarinato petista deslumbrado com o acesso aos templos da elite!

 Agora sim, o Barbudo veria a cor da rosa e o preço de desafiar os donos do Brasil. Sim, porque o Brasil estava predestinado, desde sempre, a ser de vocês!

 Que outro segmento social vergava a espinha para o Império com tamanho charme? Que outros acadêmicos agradavam tanto os think thanks do Pentágono, como FHC e outros pensadores tucanos?

 Que outros chanceleres tiravam os sapatos na Aduana americana com tanta desenvoltura e esmero?

Naquele fatídico ano de 2005 vocês perderam a embocadura, eu sei. Vocês lamentam isso até hoje, e, veladamente, jogam toda a culpa nas costas de FHC, seu filho mais ilustre.

 Era para se ter liquidado com o Barbudo sem dó nem piedade, impeachmando-o liminarmente.

Mas não, foram ouvir FHC e seu méthode peu à peu. Deram com os burros n'água!

 Descobriram isso, amargamente, quando viram Alckmin vestir camisetas da Petrobrax, êpa, Petrobrás, dando loas ao BB e Caixa, num arroubo de estatismo tardio que mataram-vos de desgosto.

 É, vocês sofreram muito com aqueles dias de ira. Mas o vosso sofrimento aumentaria exponencialmente com a reeleição do Barbudo.

Hordas de farofeiros invadiam vossos aeroportos, debutando, quais pinto no lixo, nas viagens aéreas! Oh, quanto sofrimento, disputar com aquela bulha de noviços um espaço na fila do check-in!

Atroz sofrimento se repetia, inclusive, nas viagens internacionais, ora veja!

Mas como nada está tão ruim que não possa piorar, vocês descobriram que o doce sentimento de exclusividade havia acabado.

Além dos aeroportos abarrotados com os noveaux voyageurs que o Barbudo despejava no Mercado com suas toscas políticas distributivas, vocês descobriram-se, de repente, cercados num trânsito infernal, caótico e entupido de carros mil cilindradas, dirigidos perigosamente por um bando de pobres, recém-saídos do lumpesinato e buzinando alucinados e conspurcando as vias, até então, palco de um tráfego singular de mercedez, BMWs, Maseratis e Jaguares.

 Oh, quão difíceis aqueles dias! Vocês devem ter entupido os consultórios dos analistas de Higienópolis, nessa época infausta. Reportou-se, inclusive, alguns suicídios naqueles tempos bicudos. Sem contar a escassez de material de construção, todo ele sugado para a construção dos puxadinhos da pauvreté sans culotte!

Não sei se foi ai, nesse espaço-tempo tão ruinoso, que vocês tiveram a brilhante ideia de terceirizar para a grande mídia a tarefa de fazer oposição.

 Desacorçoados (que palavra) com a inépcia de seus representantes, vocês delegaram à imprensa a tarefa de combater o Barbudo apedeuta e seu partido vermelho, que haviam desarranjado um arranjo social que funcionava com perfeição, há séculos.

Em 2006, operou-se um teste singular, no episódio do dossiê dos aloprados. Ali, vocês jogaram um pedaço de carne sanguinolenta para a matilha da mídia, e viram, satisfeitos, que era bom.

 À inaptidão e incompetência de PSDB, DEM e PPS, vocês responderam com uma sacada genial: a imprensa, concessionária de espaços públicos e interesses privados, tornava-se a operadora política de fato, e partia para cima do Barbudo e sua corja, de maneira muito mais expedita e resoluta.

Foi um achado, cochichavam vocês em seus petit comité na praça Vilaboim. E descansaram no sétimo dia, com um cálice de chardonnay, que ninguém é de ferro!

Mas agora, passada a borrasca da campanha de 2010, onde vocês jogaram o tudo ou nada, vocês se perguntam: o que fizemos de errado?

Fizeram Serra abraçar a escória dogmática das igrejas católica e evangélica e pregar um terrorismo religioso sem precedentes e mesmo assim a fantoche de saias do Barbudo levou a melhor!

 Fizeram Serra prometer à Chevron que, se eleito, entregaria o pré-sal para as petroleiras internacionais, a ver se cativava um apoio mais explícito do Império! E nada!

 O que desandou? Transformaram a mídia, de incipiente parceira a agente política agressiva e feroz, em vossa trincheira principal e... nada!

Para desalento de vocês, mesmo o que era muito ruim vai se tornando insustentável. Após a posse de Dilma Roussef no cargo de presidente, as legendas de oposição, que amargaram grave redução numérica no Parlamento, entraram em um processo de liquefação orgânica e doutrinária sem precedentes.

Isso acendeu o vosso sinal vermelho de alerta e de seu quartel-general, FHC deu o brado retumbante: Façam alguma coisa!

E a coisa está sendo feita: vazados por um secretário serrista da prefeitura de São Paulo, dados sigilosos de uma empresa de Antônio Palocci vieram a furo e daí seguiram o esquema costumeiro: um dos veículos de mídia é escolhido para ser o propagador, divulga a notícia, editada ao modo do freguês, os outros veículos vem atrás, repercutindo, os colunistas bate-paus deblateram, apopléticos em suas colunas, e, ao fim e ao cabo, um parlamentar da oposição corre em desabalada carreira, a colher assinaturas para uma CPI.

Esse roteiro, verdadeiro modus operandi da oposição, é repetido desde 2006, sem sucesso.

O que vos leva a supor que, agora, dessa vez, dará certo? O que fez Palocci diferente de Malan, Pérsio Arida, Ricúpero? Nada.

 Até Maílson da Nobrega, verdadeira nulidade em termos acadêmicos e econômicos, defende o leite das crianças vendendo consultoria.

Então, vocês apostam que, revigorados por uma mídia muito mais virulenta, agora a coisa vai? Nada leva a essa direção, lamento vos dizer. E mais: liberado do mandato presidencial e transformado num Ubermensch (aquilo que não mata, me fortalece), Lula está aí, com a musculatura tesa e dentes afiados, pronto a lhes morder o calcanhar.

Aceitem o fato: vocês estão mortos.

Nem mais uma quartelada decente vocês podem dar.

Os militares, hoje cientes que sempre fizeram o serviço sujo para vocês, dessa vez se negam a fazê-lo.

 Sem contar que as vossas proposições entreguistas, no que toca ao petróleo e outras jazidas minerais, incomodam a cada vez mais militares, majoritariamente nacionalistas.

 Enfim, aceitem que estão mortos.

Aceitem que a mídia, a vossa parceira de infortúnios, outrora detentora do poder de alçar e depor presidentes, está acabada, reduzindo-se a quatro grandes (ainda) grupos midiáticos e uma meia dúzia de colunistas aloprados, que resistem furiosos, relembrando como era belo e doce o mundo, antes de ser corrompido pela pobraiada emergente.

 Vocês subestimaram a internet. Subestimaram a Blogosfera, como o agente do novo; como o novo instrumento de poder autóctone, gerado a partir de um teclado e de uma ideia. Um pobre com um laptop na mão é uma desgraça para vocês!

É um Glauber Rocha virtual, a fazer mais estragos que Terra em Transe!

Portanto, repito: vocês estão mortos! E nada do que fizerem, mudará esse axioma!


Higienópolis jamais será a mesma!


Trail's end for you!



Alberto Bilac de Freitas

DO BLOG TERRAGOYAZES





domingo, 17 de julho de 2011

CERRA ENDOIDOU DE VEZ! OU SERA O CALUNISTA DO PIG?

ACHO QUE ELE TÁ USANDO AQUELE  PRODUTO LÁ DE ANGOLA, QUE O FHC QUER LIBERAR,  PORÉM O PRODUTO ESTAVA ESTRAGADO!

Sérgio Lima/Folha  

Ao esboçar seus planos para 2014, o tucano José Serra faz apostas que destoam da média das opiniões disponíveis.

Para Serra, o antagonista do PSDB na próxima sucessão presidencial será Lula, não Dilma Rousseff.
Decidido a disputar pela terceira vez, Serra desdenha também da tese segundo a qual Aécio Neves tornou-se a bola da vez do tucanato.
Em privado, Serra acalenta a expectativa de que Aécio não se animará a medir forças com o PT se o oponente for Lula.
Algo que não ocorre com ele. Entre quatro paredes, Serra declara que tudo o que deseja é um novo confronto eleitoral com Lula.
Nos dois embates anteriores, levou a pior. Em 2002, perdeu para o próprio Lula. Em 2010, foi batido pela candidata de Lula, uma Dilma novata em urnas.
Serra acredita que o PSDB não terá como desprezar os 43,7 milhões de votos que ele obteve no ano passado.
Avalia que Dilma não será candidata à reeleição por duas razões: 1) Diz que, embora negue, Lula quer voltar. 2) Declara que a gestão Dilma resultará em fracasso.
Na opinião de Serra, os primeiros seis meses de Dilma foram marcados pelo desperdício de tempo.
Acha que, rendida por uma herança que não pode denunciar e sitiada por interesses partidários subalternos, Dilma absteve-se de tratar do essencial.
Não cuidou da reforma tributária. Elevou os juros em vez de rebaixá-los. E não desarmou a armadilha da sobrevalorização do Real.
Enxerga o recrudescimento do que chama de “desindustrialização”. E vaticina: as baixas taxas de investimento público agravarão os gargalos da infraestrutura.
Por todas essas razões, Serra defende internamente que a oposição escale sobre Dilma, adotando, desde logo, um discurso mais incisivo.
Contra a vontade de Serra conspiram os fatos. Formou-se dentro do PSDB uma densa maioria pró-Aécio.
Na eleição de 2010, além de empurrar para dentro de sua biografia uma segunda derrota presidencial, Serra colecionou desafetos.
Aécio cavalga essa insatisfação. Dono de um mandato de oito anos no Senado, não teria, em tese, razões para fugir das urnas em 2014.
Ainda que o rival seja Lula, Aécio tem pouco a perder. Na pior hipótese, leva a cara à TV, enverniza a imagem para embates futuros e retorna ao Senado.
Para o grosso da cúpula do PSDB, Serra precisa concentrar-se em 2012, não em 2014. O partido quer saber dele se vai ou não disputar a prefeitura de São Paulo.
Escrito por Josias de Souza às 04h24

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O CORVO E OUTRAS AVES! A CLASSE MÉDIA MEDROSA, PRECONCEITUOSA E O SEU FASCÍNIO POR ESTAS AVES!

O CORVO E OUTRAS AVES!




 história do "Corvo" nasceu durante o velório de um repórter (cujo nome, infelizmente, não lembro) do jornal "Última Hora", na década de 1950. Sua morte, causada por espancamento efetuado por policiais truculentos, comoveu a cidade do Rio de Janeiro.

 Samuel Wainer, proprietário da "Última Hora", acompanhava o velório quando viu chegar seu inimigo Carlos Lacerda, político e dono do jornal "Tribuna da Imprensa".


Lacerda tinha um histórico de jamais perder oportunidades para explorar comoções populares. "Ele apareceu no enterro vestido de preto dos pés à cabeça", descreveu Wainer em suas memórias, publicadas no livro "Minha razão de viver".

Certo de estar vendo não uma pessoa indignada com o assassinato de um colega de profissão, mas um ator em plena encenação, Wainer ficou profundamente irritado e foi embora do velório:

"Vou voltar para o jornal. Não agüento ver esse corvo na minha frente", explicou a amigos.

 Chegando à redação, ainda alterado e sem conseguir esquecer o assunto, Wainer pediu ao cartunista Claudius que desenhasse uma caricatura de Lacerda como corvo.

 Ela foi publicada na edição seguinte da "Última Hora" - e o apelido "Corvo" acompanhou Lacerda até sua morte, em 1977.




Carlos Lacerda foi um típico representante da direita brasileira. Arrogante, golpista, inescrupuloso, autoritário, hipócrita, falso moralista - a descrição é freqüente entre quem acompanhou a política do país naqueles tempos.

Conspirou contra os governos Vargas e JK, muitas vezes agindo contra a lei e contra a constituição.


 Boa parte da grande imprensa da época, conivente, dava apoio a suas campanhas. Em 1964, quando da derrubada de João Goulart, Lacerda achou que finalmente havia chegado sua hora. Mas ele era tão pouco confiável que nem os militares golpistas quiseram sua companhia. Teve seus direitos políticos cassados por dez anos.

Lacerda tinha uma retórica sedutora para a classe média amedrontada, para conservadores empedernidos e para aquele tipo de mente simplória que acredita na "linha dura" ("tolerância zero", preferem alguns) como solução imediata e definitiva para todos os problemas.


Eleito governador do estado da Guanabara (i.e., a cidade do Rio de Janeiro depois da mudança da capital para Brasília), resolveu acabar com o problema dos mendigos... acabando com os mendigos. Por ordem da secretária de Assistência Social, Sandra Cavalcanti, eles eram afogados no rio da Guarda.

Isso foi descoberto e Lacerda ganhou de Wainer mais um apelido: "mata-mendigos". (Lacerda e dona Sandra tinham também um método muito peculiar de acabar com as favelas: botavam fogo nelas.)
O que me espanta é a semelhança dessas barbaridades de quatro décadas atrás com coisas que acontecem hoje em todo o Brasil. Em São Paulo, QUANDO  da a posse do sr. José Serra, a prefeitura promoveu a construção de
rampas anti-mendigos e a destruição dos poucos bens de moradores de rua que se recusam a ir para alojamentos municipais.

Tucanos ou corvos?
P´RÁ MIM ISTO É UM CORVO TAMBÉM!

TEXTO DO BLOG DO PANDINIGP, QUE READPTEI AQUI.

sábado, 9 de julho de 2011

OS DEMOS QUEREM MUDAR DE IMAGEM JUNTO AO ELEITORADO E DE NOME TAMBEM!


Demos querem mudar a imagem junto ao seu eleitorado e provavelmente trocar de nome de novo.
´

    Só não entendo a utilidade disto, já que os eleitores  desta gente , são uma corja de reacionários, golpistas, preconceituosos e neo liberais, uma gangue de yuppies.




   QUASQHUASQQUASQHUASQHUAHUAHUA!!!!  SÓ RINDO MESMO.

LAERTE BRAGA: PSDB É UMA QUADRILHA!!!!!


PETIT COMITÉ,  de membros da quadrilha, segundo laerte braga.O da esquerda tem a mania de cair do cavalo. Será, mesmo, do cavalo? 

O pilantra do bolinhagate, segundo Laerte Braga.


O DA DIREITA É ENTREGUISTA E PRESIDENTE DE HONRA DA PATOTA.

Laerte Braga


Há uma diferença abissal entre a crítica de setores e partidos de esquerda ao governo Dilma e a crítica feita, por exemplo, pela GLOBO, ou por VEJA. No jornal que apresenta às 18 horas de segunda a sexta a GLOBONEWS – tevê por assinatura – edição de quarta-feira, a apresentadora fez questão de ressaltar a importância da denúncia de irregularidades no governo, onde quer que seja como papel do jornalista de estar sempre indignado – uma espécie de reflexo da indignação pública – com a corrupção que resultou na demissão do ministro dos Transportes.

O PSDB divulgou, quinta-feira, nota oficial onde afirma que esse Ministério “é a herança maldita da ética”. Nota oficial do PSDB falando em ética é complicado. Não é um partido, é uma quadrilha. E a indignação da jornalista deveria se estender a toda a série de irregularidades acontecidas no governo FHC, nos governos de Serra e Alckimin no estado de São Paulo e em qualquer governo tucano em qualquer lugar do País, todos bandidos.

Circula na internet, no youtube, um vídeo mostrando as relações do ex-governador de Minas Aécio Neves com a rede GLOBO e o jornal ESTADO DE MINAS, o terror implantado em seu governo no sentido de silenciar a mídia crítica, as muitas demissões de jornalistas por ousarem enfrentar o hoje senador.

Ano passado, em plena campanha eleitoral, o ex-governador e pilantra José Serra denunciou a existência de um complô via dossiê contra sua candidatura armado pelo partido do governo, o PT (são tantos). Uma ligeira investigação e Serra deixou de lado a denúncia. É que o dossiê fora encomendado e pago por Aécio Neves, quando ele e o tucano paulista disputavam a indicação do partido como pré-candidatos presidenciais e Aécio se vingava de Serra que havia antes encomendado um outro dossiê sobre ele Aécio. Aquele insinuado pelo jornalista capacho de Serra, Juca Kfoury, sobre os boatos que o mineiro era usuário de drogas.

Lula e Dilma pagam o preço da opção por alianças com partidos como o PR – Partido da República. É um partido de ladrões, quadrilha, ligado a uma igreja neopentecostal, seus principais acionistas são pastores e essa gente não faz outra coisa que não ludibriar a boa fé das pessoas, aquele negócio de vender tijolinho para ir fazendo casa no céu, ou dependendo do dízimo, mansão nas paragens cuja portaria é controlada por São Pedro.

http://brasilmobilizado.blogspot.com/



quinta-feira, 7 de julho de 2011

O PIG, A UDN,, O ATUAL CONSÓRCIO PSDB/DEMOS/UDN/PPS, DESDE OS ANOS 50 MENTEM E SÃO CONTRA GOVERNOS POPULARES, LEIAM ESTAS NOTÍCIAS DOS ANOS 50 E COMPROVEM, COMO A MÍDIA MENTIA NO PASSADO E MENTE NO PRESENTE

Pois BEM,  senhores, senhoras e senhorinhas, leiam estas notícias do PIG/UDN dos anos 50, e veja se alguma delas tornou-se verdade, comprovem se esto foi jornalismo ou opinionismo?


Ídolo da extrema-direita brasileira. Não pelas denúncias (que podiam ter fundamento ou não), mas pela estridência. Xingava o governo populista – o que levava a classe média alienada e americanizada ao delírio. A atual oposição, alquebrada e agonizante, seguramente se ressente da falta de um sujeito como ele em suas fileiras.

O corvo da rua Chile, falo de Carlos Lacerda, acusava o presidente JK, quando da construção de brasília de ter tornado-se a sétima maior fortuna do mundo. JK morreu pobre, o corvo morreu milionário.

CARLOS LACERDA, O CORVO DA RUA CHILHE.






Lacerda e o PIG ( Partido da imprensa Golpista ), sempre foram aves de mau agouro, sempre foram golpistas, manipuladores da classe média, que achavam que estavam lendo jornalismo. Estavam lendo, era  opinionismo e golpista. Ainda por cima mentirosos ( os opinionismos).
Leiam o que está escrito nestas páginas e aponte uma só informação que se tornaram VERDADEIRAS.





A UDN, capitaneada pelo sinistro Carlos Lacerda, espalhou que Brasília fez do presidente Juscelino Kubitschek a sétima maior fortuna do mundo. Lacerda morreu milionário. JK morreu pobre.


Bem“Brasília será a maior ruína da história contemporânea.A diferença das
outras é que nunca será habitada por ninguém,já que não ficará pronta”
Carlos Lacerda, líder da União
Democrática Nacional (UDN), em 1957. nova capital só
Brasilia fica pronta no prazo fixado se a Novacap se transformar em
fada madrinhade história dacarochinha e, em vez de vigas de aço
vindas da Américado Norte, a peso de ouro, utilizar uma
varinha de condão”
Editorial do Diário de Notícias,
em dezembro de 1958


“Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se comunicará
com o restantedo país”
Gustavo Corção, pensador católico
e na época especialista em
telecomunicações, em O Globo,
em julho de 1959
Encheu, viu?
O escritor Gustavo Corção, crítico ferrenho a Brasília, aproveitava-se de seu diploma de engenheiro para escrever artigos dizendo que, por ter o solo muito poroso, o Lago Paranoá nunca seria cheio.
Um dia chega à sua casa um telegrama da presidência da República com a singela pergunta: "Encheu, viu?".
Derrotado no Lago, Corção passou a dizer que devido à localização de Brasília os cabos telefônicos do Rio de Janeiro não chegariam à capital.
No dia 17 de abril de 1960, quando os cabos chegaram, JK pediu a um assessor que ligasse para a casa do escritor: "Os fios chegaram. Viu?".
1957o
4 - "Brasília será para JK, o que as pirâmides são para os faraós: seu
túmulo ".
Carlos Lacerda - 1957.


A Belém-Brasília é a estrada das onças. Liga o nada a lugar nenhum."
Presidente Jânio Quadros, em 1961ci
7"Autonomia do Rio não virá porque Brasília só servirá para veraneio."Monsenhor Olímpio de Melo, ex-prefeito do Rio, crítico da correria de JK, em março de 1959

5 - "Afinal de contas para que tanta pressa? Para satisfação da vaidade?
Bobagem. Quando se efetivar a mudança, daqui a 4, a 8 ou 10 anos, far-se-á
um obelisco monstro à entrada do El Dorado com a inscrição de que tudo
aquilo é devido ao doutor Juscelino e dar-se- á o seu nome à Praça dos Três
Poderes. Creio que assim ficará bem para a posteridade ". Editorial
"Variações sobre a mudança" de AH Right no Correio da Manhã, em
8/maio/58

6 — "Antigamente era negócio da China: hoje se diz negócio de Brasília

Meta número um (Brasília) já está paralisada: falta dinheiro para obras.
Três coisas estão prontas: 1- O palácio (do Presidente)
2) O hotel (dos turistas)
3) A cachoeira (que Deus fez)
Reportagem na Tribuna da Imprensa assinada pelo jornalista
Adirson de Barros, em 3/setembro/58

7 - "O sr. Cardia, da censura, interrompeu o locutor Luiz Jatobá que lia
uma crônica do jornalista Darwin Brandão, no programa "Noite de Gala",
da TV Rio. Houve protestos de Jatobá e do patrocinador do programa
Abraão Medina. A crônica começava assim: "Nosso assunto hoje é a
história de uma obsessão e de um obcecado. A obsessão: Brasília. O
obcecado: JK". A leitura da crônica foi interrompida depois desta frase:
"Surgiu uma conversa! Brasília não existe'9. Primeira página de O Globo
- 30 de setembro de 1958.

8 - ''''Dificilmente a nova capital será inaugurada em 1960 como deseja o
senhor Juscelino Kubitschek ".
Engenheiro João Carlos Vital (ex-prefeito do Distrito Federal - RJ) - 15
de outubro de 1958.

9 - "Brasília jamais será habitada. O poder executivo pode até levar sua
estrutura para o Planalto Central, mas e os outros dois, Legislativo e
Judiciário, são favoráveis à mudança? ".
Diário de Notícias (editorial) 15 de outubro de 1958.

10 - "Brasília será o símbolo da leviandade e da inconsciência
de um governo ou, antes, de um homem dominado pela
vaidade de imortalizar-se, como os faraós, construindo porém,
não para o próprio túmulo, mas o túmulo das finanças e do
crédito brasileiro. "
Diário de Notícias (editorial) 15 de dezembro de 1958.

13 — "Nada justificava e nem justifica a mudança da capital. Os motivos
alegados a favor da mudança não convencem a ninguém que possua um
mínimo de bom senso ". Senador Othon Mader (UDN-PR)
JB 2/4/59 - Título: Senador quer acabar com a aventura r

14 — "E um desatino!"
Do deputado Adauto Lúcio Cardoso (UDN -GB) depois de chefiar uma
Comissão Mista da Câmara que visitou as obras da construção de
Brasília
(Jornal do Brasil - Primeiro/maio/59 - Título: Brasília: um desatino


15 - "Tem-se objetado que a água do lago poderá ser absorvida pelo terreno,
deixando-o vazio, total ou parcialmente. Que o perigo existe, não há dúvida,
porque chuvas fortes e prolongadas não enchem os poços abertos, até 25
metros (...) ".
"Estará errada Brasília ou somos nós que estamos errados,
argumentando contra ela. O futuro dirá. "

Maurício Joppert da Silva - ministro dos Transportes no
governo José Linhares e presidente do Clube de
Engenharia, em longo artigo no Jornal do Brasil em
12/julho/1959.
O argumento de que o lago não iria encher foi muito usado também nas
crônicas por Gustavo Corção. Tanto que JK mandou um lacônico
telegrama a Corção quando da inauguração da barragem do Paranoá:
"-ENCHEU, VIU?!"

16 - "As decantadas maravilhas da região são ilusórias. Os seus
característicos de riquezas naturais são os mesmos das pobres savanas
tropicais do Brasil Central". São palavras de Lucas Lopes, (Eng. Lucas
Lopes (ex-Ministro dos Transportes nos governos Café Filho e Nereu
Ramos) um homem realmente de visão. Se as tivesse ouvido no devido
tempo, o dr. Juscelino estaria livre do abacaxi que o atormenta e que duvido
muito seja descascado até 21 de abril de 1960". Editorial do Correio da
Manhã "Homem de Visão" em 31 de julho/59.


17 - "Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se
comunicará com o restante do País ".
Gustavo Corção - crítico, colunista do Diário de Notícias e de O
Globo. Pensador católico e especialista em telecomunicações da
época.

18 - "O sr. Juscelino, na sua paranóia progressista, continua a
acelerar a construção de Brasília, como se o Brasil não estivesse
sendo atingido pela crise. A crise social o persegue; sua mania de
grandeza é Brasília".
Correio da Manhã - Editorial "O Feijão e o Delírio" -em
15/9/59

19 - "E preciso que alguém advirta às autoridades brasileiras,
especial ao Presidente da República, que é pouco perigoso isso
de transformar todo visitante estrangeiro numa espécie de camelô
de Brasília. Lá que aparece um que pode querer cobrar direitos
autorais ou serviços profissionais por suas relações públicas.
Que isto se faça com sr. Charles Asnavour, o Marajá de Maroda
ou artistas de cinema, ainda se compreende. Mas que se procure
induzir visitantes oficiais a ir a Brasília dizer coisas simpáticas
não parece elegante, para dizer pouco... Até criança se enfara de
girafa. "
Jornal do Brasil, matéria "Camelôs de Brasília" - 14/10/59

20 - "A Belém Brasília é estrada das onças. Liga o nada a lugar
nenhum ".
Presidente Jânio Quadros - 1961.


21 - "Brasília é uma cidade fria e sem alma. Uma ilha da
fantasia. Nem esquina a cidade tem. As pessoas não tem onde se
encontrar ".
De intelectuais cariocas, conceito que acabou tomando conta do
Brasil.
CONCLUSÃO:

A força da personalidade e do destino de JK era tão grande que, se ele não
tivesse construído Brasília naqueles exatos cinco anos da grande arrancada do
desenvolvimento nacional, em que tudo nascia das entranhas da História,
talvez Brasília jamais tivesse sido construída.

 Jânio Quadros não iria fazê-la,
pois era contra Brasília.

 João Goulart, cercado por crises de todos os lados,
muito menos.

E os militares não teriam imaginação para tanto. Brasília
continuaria sendo um belíssimo sonho constitucional.

Imagina, hoje, o presidente Lula tentando construir Brasília. Não teria licença
ambiental do Ibama nem para fazer o Catetinho.

Portanto leitores de classe média desconfiem muito das notícias que vcs lêm no PIG.