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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Desabafo de um leitor. FHC e o seu governo corrupto. O exterminador de pobres. Pena que foi anônimo, mas, pela sinceridade publico.

Comentário feito no post :

FHC, O PRESIDENTE MAIS CORRUPTO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA, APOIA A FAXINA QUE DILMA FAZ E ELE NUNCA OUSOU FAZER. QUEM NÃO SE LEMBRA DO SEU "ENGAVETADOR GERAL"? 

AQUI 

 

Diria que FHC não  é um idiota, nesta sociedade, imoral, foi corrupto, jogou sujo, e estudou sociologia para roubar pobres e analfabetos deste país.

A elite tinha conhecimento dos fatos, e não fizeram CPIs, em seu governo de CANALHAS, sinal que muito da alta sociedade se beneficiaram também.  EX. EDUCAÇÃO CONTINUADA.

Quando os filhos dos pobres deste país iriam concorrer a uma vaga nas faculdades federais, não sabiam nem escrever direito, e as vagas ficaria todinhas para beneficiar os filhinhos de ricos que estudavam em escolas particulares.

Ele mexeu no meu bolso, com minha família, com meu falecido pai que nem uma dentadura conseguiu colocar ate a sua morte, e FHC ria feito um desgraçado dos aposentados.

Calou a boca da policia federal, comprou votos no congressos daqueles lixos de deputados que não serve para nada.

Ficamos sem autoridades, para apuração dos fatos,se calarão durante todo o tempo em que FHC esteve no governo.

Tudo isto com o aval de seu partido miserável, e quanto não foi desviado dos miseráveis deste país para salvar banqueiros.

Se o BRASIL fosse um PAÍS serio,  este SENHOR já estaria na cadeia e devolvido tudo que ele e seu miserável partido roubaram da nação.

Não podemos tolerar corrupção em partido algum, devemos repensar em um novo sistema de governar este país, e primeiramente fechando o congresso nacional que deram as costas para o povo,  ex: o clamor da mudança do CODIGO PENAL BRASILEIRO de 70 anos alguém está lucrando com esta coisa macabra, porque eles relutam pela mudança.

Partido algum deste país nos merece!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hasta la vista, Fernando henrique Cardoso!








Chupinhado do SARAIVA

Adeus também foi feito pra se dizer
Fernando Henrique Cardoso foi um presidente da República limítrofe, transformado, quase sem luta, em uma marionete das elites mais violentas e atrasadas do país.

Era uma vistosa autoridade entronizada no Palácio do Planalto, cheia de diplomas e títulos honoris causa, mas condenada a ser puxada nos arreios por Antonio Carlos Magalhães e aquela sua entourage sinistra, cruel e sorridente, colocada, bem colocada, nas engrenagens do Estado.

Eleito nas asas do Plano Real – idealizado, elaborado e colocado em prática pelo presidente Itamar Franco –, FHC notabilizou-se, no fim das contas, por ter sido co-partícipe do desmonte aleatório e irrecuperável desse mesmo Estado brasileiro, ao qual tratou com desprezo intelectual, para não dizer vilania, a julgá-lo um empecilho aos planos da Nova Ordem, expedida pelos americanos, os patrões de sempre.
Em nome de uma política nebulosa emanada do chamado Consenso de Washington, mas genericamente classificada, simplesmente, de “privatização”, Fernando Henrique promoveu uma ocupação privada no Estado, a tirar do estômago do doente o alimento que ainda lhe restava, em nome de uma eficiência a ser distribuída em enormes lucros, aos quais, por motivos óbvios, o eleitor nunca tem acesso.
Das eleições de 1994 surgiu esse esboço de FHC que ainda vemos no noticiário, um antípoda do mítico “príncipe dos sociólogos” brotado de um ninho de oposição que prometia, para o futuro do Brasil, a voz de um homem formado na adversidade do AI-5 e de outras coturnadas de então.

Sobrou-nos, porém, o homem que escolheu o PFL na hora de governar, sigla a quem recorreu, no velho estilo de república de bananas, para controlar a agenda do Congresso Nacional, ora com ACM, no Senado, ora com Luís Eduardo Magalhães, o filho do coronel, na Câmara dos Deputados.

Dessa tristeza política resultou um processo de reeleição açodado e oportunista, gerido na bacia das almas dos votos comprados e sustentado numa fraude cambial que resultou na falência do País e no retorno humilhante ao patíbulo do FMI.
Isso tudo já seria um legado e tanto, mas FHC ainda nos fez o favor de, antes de ir embora, designar Gilmar Mendes para o Supremo Tribunal Federal, o que, nas atuais circunstâncias, dispensa qualquer comentário.
Em 1994, rodei uns bons rincões do Brasil atrás do candidato Fernando Henrique, como repórter do Jornal do Brasil.

Lembro de ver FHC inaugurando uma bica (isso mesmo, uma bica!) de água em Canudos, na Bahia, ao lado de ACM, por quem tinha os braços levantados para o alto, a saudar a miséria, literalmente, pelas mãos daquele que se sagrou como mestre em perpetuá-la.

 Numa tarde sufocante, durante uma visita ao sertão pernambucano, ouvi FHC contar a uma platéia de camponeses, que, por causa da ditadura militar, havia sido expulso da USP e, assim, perdido a cátedra.

Falou isso para um grupo de agricultores pobres, ignorantes e estupefatos, empurrados pelas lideranças pefelistas locais a um galpão a servir de tribuna ao grande sociólogo do Plano Real.

 Uns riram, outros se entreolharam, eu gargalhei: “perder a cátedra”, naquele momento, diante daquela gente simples, soou como uma espécie de abuso sexual recorrente nas cadeias brasileiras.

Mas FHC não falava para aquela gente, mas para quem se supunha dono dela.


Hoje, FHC virou uma espécie de ressentido profissional, a destilar o fel da inveja que tem do presidente Lula, já sem nenhum pudor, em entrevistas e artigos de jornal, justamente onde ainda encontra gente disposta a lhe dar espaço e ouvidos.

 Como em 1998, às vésperas da reeleição, quando foi flagrado em um grampo ilegal feito nos telefones do BNDES.

 Empavonado, comentava, em tom de galhofa, com o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, das Comunicações, da subserviência da mídia que o apoiava acriticamente, em meio a turbilhão de escândalos que se ensaiava durante as privatizações de então:
Mendonça de Barros – A imprensa está muito favorável com editoriais.
FHC – Está demais, né? Estão exagerando, até!
A mesma mídia, capitaneada por um colunismo de viúvas, continua favorável a FHC. Exagerando, até.

 A diferença é que essa mesma mídia – e, em certos casos, os mesmos colunistas – não tem mais relevância alguma.
Resta-nos este enredo de ópera-bufa no qual, no fim do último ato, o príncipe caído reconhece a existência do filho bastardo, 18 anos depois de tê-lo mandado ao desterro, no bucho da mãe, com a ajuda e a cumplicidade de uma emissora de tevê concessionária do Estado – de quem, portanto, passou dois mandatos presidenciais como refém e serviçal.

Agora, às portas do esquecimento, escondido no quarto dos fundos pelos tucanos, como um parente esclerosado de quem a família passou do orgulho à vergonha, FHC decidiu recorrer à maconha.
A meu ver, um pouco tarde demais.
Do Blog Brasília, eu vi. Blog de Leandro Fortes.