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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A EXPLICAÇÃO PARA O SILÊNCIO DA MÍDIA, SOBRE O LIVRO QUE DESBANCA CERRA DE SUA PSEUDO MORALIDADE. E A DOS TUCANOS.

IMPRENSA(PIG) O PRAVDA DO PSDB.

Tal comportamento, onde todos os meios de comunicação atuam de forma orquestrada, em fina sintonia com os comitês de campanha, traduz a relação simbiótica entre o tucanato e as famílias que controlam os mecanismos de produção e difusão informativos. No estreitamento do processo, um projeta no outro seus interesses pessoais e políticos. Serra é a mídia. A mídia é Serra."

"Cria-se uma vivência de alienação, situação de risco escolhida para se experimentar um novo cenário golpista."

"Quando, no entanto, a história mostra o seu compasso, o efeito delirante dá lugar ao desconforto da depressão e do vazio ameaçador. Serra é a mídia. A mídia é Serra."

"
"Não há espaço para o contraditório. Publicações que não fazem parte do pool tucano são censuradas no campo jornalístico. Escândalos são fabricados em escala crescente. Denúncias publicadas sem apuração. O contraditório inexiste."



"A imprensa golpista, involuntariamente, reaviva a advertência de Gramsci: enquanto o mundo velho não se finda e o novo não se afirma, a sociedade vive num estágio de morbidez latente, apta a produzir seus fenômenos mais perversos.
Nesse interregno, os Mervais, Leitões, Noblats, Josias e Fernandos, entre tantos outros, fazem, ou tentam fazer, o retorno a uma formação política infantilizada, desagregada e primitiva."

"Desculpem-me a sinceridade da pergunta, mas que tipo de comportamento vocês esperavam da mídia brasileira: isenção, equilíbrio, não alinhamento com a direita?
 Que os proprietários dos veículos fossem capazes de contrariar seus interesses financeiros e políticos em nome da cobertura lisa do processo democrático?
 O padrão editorial predominante em 1954 não se repetiu dez anos depois? Desde a eleição de Lula a que temos assistido? Por que razão ficamos esperando que agora fosse diferente?"



"Será que é preciso lembrar que continuamos vivendo em uma sociedade determinada pelos interesses de classe? E, quando se trata do principal, não podemos esquecer que somos o outro lado, os inimigos a serem derrotados. mais ainda a Dilma e o que ela representa simbolicamente. Ficar surpresos nos remete a uma ingenuidade inadmissível."


"A credibilidade no jornalismo é puro mito, pura hipocrisia, recurso de marketing usado pelas empresas."

#professorGilson Caroni Filho.

domingo, 9 de outubro de 2011

A DIREITA BRASILEIRA, NÃO TEM NORTE, NEM DISCURSO!



O declínio da oposição

por Mauricio Dias, em CartaCapital

Os adversários do PT ficaram sem o norte, dizem em coro. É mais grave, porém, do que isso. Eles se desnortearam ao se apresentarem nas eleições tentando esconder o que fizeram: as privatizações que pressupunham a destruição das bases do “Estado brasileiro” para soerguimento de um “Estado mínimo”, globalizado e sem soberania.
O retrato desse amedrontado comportamento foi exibido no decorrer das três últimas campanhas presidenciais.
Como opositores, são muitas as quimeras dos tucanos. Eles agora prenunciam uma “ditadura partidária” do PT que pode levar à situação ocorrida no México. Ou seja, o domínio, por 70 anos, do Partido Revolucionário Institucional (PRI).
Essa nova tentativa de aterrorizar a sociedade entra, no entanto, em contradição com o devaneio de que são da oposição, ou ainda melhor, significam rejeição a Dilma, 43 milhões, 711 mil e 388 votos obtidos pelo candidato José Serra no 2º turno. Isso equivale a 43,95% dos votos válidos. Eis a tese:
“O papel da oposição, em larga medida, foi representado pela mídia”, escreveu com precisão, recentemente (em O Globo), o embaixador aposentado Rubens Barbosa, presidente do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp, ao lamentar que a oposição tenha perdido o discurso. Mas foi impreciso o formulador tucano ao deduzir que “… 43 milhões rejeitaram o que o PT representa…”
Essa teoria trava uma briga de morte com os fatos. A teoria morre no fim.
Os eleitores não são cativos dos candidatos. Nem dos que ganham nem dos que perdem. Aqueles 43 milhões ainda estão colados no candidato derrotado?
Números inéditos da pesquisa Ibope, de março de 2011, respondem que não. Ao se manifestarem pela aprovação do governo e pela confiança que depositam em Dilma eles dão sinais de que se desgarram dos tucanos. Isso não significa, entretanto, que tenham trocado de lado. Dilma parece ter cooptado uma parte substancial dos eleitores que declararam ter votado em Serra no 2º turno (quadro ao lado). Ou seja, parece estar se esvaindo aquele estoque de votos que os tucanos acreditam cativo.
Eleitores e quimeras se esfumam como “a brancura da espuma que se desmancha na areia”, tal como ensina o samba Risque, clássico de Ari Barroso.



terça-feira, 4 de outubro de 2011

EX SENADOR PELA UDN/CE, TASSO. DR. PROTÓGENES AJUDA O PSDB RESGATAR OS SEUS "VALORES" E ASSUMIR-SE COMO O PARTIDÃO DA DIREITA BRASILEIRA.

VOTOU CONTRA A CPMF. DANÇOU TAMBÉM.
Aos freqüentadores desse blog, assusta-me figuras do PSDB assinando CPI. Dentre elas, destaca-se Tasso Jereissati.(AINDA BEM QUE O SENHOR NÃO VERÁ MAIS DR. PROTÓGENES, GRIFO MEU, PTREMDAS13E13)

Esse cidadão tem processo no Supremo por desvio de dinheiro público. Ele faliu o Banco do Estado do Ceará - BEC. O Banco Central fez uma auditoria e seguiu os cheques dos falsos empréstimos feitos pelo BEC, e comprovou que os beneficiários foram os financiadores da campanha dele, Tasso Jereissati, ao Senado. Segundo consta, foi quase um bilhão de reais.


Em virtude disso o Banco do Estado do Ceará - BEC faliu. Após a falência, o banco foi federalizado pelo famigerado FHC. 


Quer dizer, um governador assaltou um banco e a União (ou seja, nós brasileiros) assumimos os prejuízos do roubo. O jornal Tribuna da Imprensa, na coluna do Hélio Fernandes, destacou esse fato. O processo contra o Senador Tasso Jereissati dorme aos pés de seu, agora, compadre Gilmar Mendes.

Tem mais: na privatização da Companhia de Eletrificação do Ceará-COELCE, empresa de eletrificação do Governo do Estado do Ceará, privatizada por ele, Tasso Jereissati, aconteceram fatos escabrosos que os políticos e a justiça do Ceará, sequer tocam no assunto. Alguns políticos por medo. Outros, da justiça, por medo também.


O primeiro fato é sobre o dinheiro da privatização: o cearense não viu nem a cor desse dinheiro. Ainda sobre a privatização da COELCE, outro fato estranho chamou a atenção dos cearenses. Prestem atenção para esse fato mais que inusitado.


A COELCE possuía um Centro de Treinamento localizado no Bairro João XXIII, uma área muito valiosa de, aproximadamente, 6,0ha. (Vejam a foto no Google Earth posição 3º. 46`06,65”S, 38º. 


35`04,39 O) ANTES da privatização da COELCE, o governo do Estado repassou para uma associação dos servidores da companhia aquele imóvel. Concluída a privatização, o valioso imóvel, que deveria ter sido incluído na venda, MILAGROSAMENTE, apareceu nas mãos do grupo do governador e hoje é a sede de sua universidade, cujo reitor é seu braço direito e ex-Secretário dos Recursos Hídricos José Liberato Barroso.

O agora senador Tasso Jereissati aparece assinando pedido CPI. Coisa que, como governador, NUNCA permitiu ser feito para apurar a privatização da COELCE.
ASSIM É O PSDB.


Fonte: blogdoprotogenes. com.br

terça-feira, 20 de setembro de 2011

SER UDN É...



51 - ... ter uma coleçãozinha de carros de luxo, mas não contar pra ninguém.


 ... sair correndo para garantir uma boquinha na CET-SP.

- ...ser um grande democrata que gosta de condecorar ditadores e presidiários.

... ser muito emotivo e chorar porque levou uma surra na eleição e teve que voltar a trabalhar.

... ser eleito para a ABL não pelo que escreve, mas pelos patrões que tem.

... trocar de partido, mas não de caráter

http://tiacarmela.wordpress.com/2011/06/16/figurinhas-ser-udn-e-terceiro-pacotinho/

domingo, 18 de setembro de 2011

NEOLIBERALISMO, ´TÁ DIFÍCIL DE MATAR ESTA DESGRAÇA!


ESTA MERDA QUE COMEÇOU EM MONT PELLERIN, ( NA VERDADE, COMEÇOU BEM ANTES, MAS ISTO É OUTRA HISTÓRIA, ABORDAREMOS DEPOIS),  ´TÁ DIFÍCIL DE SER ENTERRADA!

O neoliberalismo foi condenado à morte, mas apresentou recurso e terá direito a um novo julgamento absolutamente imprevisível - do qual pode, inclusive, sair absolvido e fortalecido. Estudiosos de diversas áreas consideram que o atual momento capitalista não chegou ao fim, acrescentam que os próximos anos não serão fáceis e não se arriscam a prever quando e como o livre mercado estará enterrado.


“Não haverá superação do neoliberalismo se não houver uma alternativa concluída”, afirma Emir Sader, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Ele pontua que tudo o que poderia representar alternativas à superação do capitalismo, em especial o comunismo e o socialismo, sofreu golpes muito duros ao longo do século XX, e a gestação de um novo sistema não será uma tarefa simples. “Há uma disputa hegemônica aberta”, diz, o que significa que a acomodação de novas forças pode levar a atitudes drásticas e violentas.


Ignacy Sachs, professor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, é defensor de um novo modelo que integre economia, desenvolvimento sustentável e trabalho decente.


 Ele indica que a atual crise, em que os países mais ricos optaram por se fechar nas próprias tentativas de soluções em vez de prestar solidariedade aos mais pobres, é uma demonstração da criação de “egoísmos nacionais” criados pelo sistema capitalista.

Para ele, abandonou-se ao longo das décadas o hábito de planejamento a longo prazo das ações de Estados e das organizações multilaterais. “Não é uma volta pura e simples ao planejamento antigo. É um planejamento negociado entre os quatro grandes grupos de atores – o Estado, os empresários, os trabalhadores e a sociedade civil”, propõe.


Para os debatedores do seminário “Neoliberalismo, um colapso inconcluso”, realizado esta semana pela Agência Carta Maior, atravessa-se um momento em que a humanidade precisa buscar saídas criativas para que a transição de um sistema a outro não repita a trajetória do passado, sempre marcada por guerras frente a mudanças.

 “O paradigma neoliberal está em xeque. Estamos na gestação de alternativas ao que foram os vinte anos perdidos da humanidade”, defende Paulo Kliass, especialista em políticas públicas e gestão governamental.


A atual crise, iniciada em 2008, não é vista como um colapso exclusivamente econômico, mas da estrutura do capitalismo. Por um lado os recursos naturais se mostram absolutamente insuficientes dentro do atual modelo de desenvolvimento, calcado em consumo e em multiplicação de lucros.

 Por outro, trabalhadores em todo o mundo demonstram cansaço com a manutenção de um sistema desigual e que força a empregar cada vez mais tempo na conquista do sustento próprio. 
“O dinheiro tem essa duplicidade. Como finalidade de vida social, é terrível. Mas pode ser um instrumento libertador”, pondera Luiz Gonzaga Belluzzo, professor do Instituto de Economia da Unicamp. Ele acredita que a atual crise desenha uma reestruturação do capitalismo, e não a superação do mesmo.

De todo modo, o desfecho desta situação, adverte, não pode ser previsto mecanicamente, e resta lutar para que se dê tendo como base o bem-estar dos cidadãos. “O neoliberalismo é uma forma do capitalismo que é muito mais perene do que podemos imaginar”, diz Belluzzo.


A atual crise é frequentemente comparada à de 1929, que levou o mundo a uma primeira grande quebra em tempos de capitalismo. De lá para cá, salvo pelo começo da segunda metade do século passado, predominou a falta de regulação sobre o capital, vista como o motivo da crise financeira que tem provocado desemprego e culminado em instabilidade política.

 Na América Latina, reconhece-se como período de predominância das ideias neoliberais a década de 1990, quando, sob o chamado Consenso de Washington, os governos da região aplicaram a cartilha que prevê privatizações, não interferência do Estado sobre o mercado e enxugamento de gastos, o que implica deixar de prestar serviços outrora considerados básicos. 


Antes disso, a região havia experimentado ditaduras e o aumento das dívidas públicas, com arrocho salarial e inflação. “A herança maldita de Fernando Henrique Cardoso não é apenas a recessão imediata. É o enfraquecimento do Estado e o fim do projeto de desenvolvimento”, exemplifica Emir Sader. “Foi um retrocesso estúpido e brutal, e é nesse contexto que aparecem os governos progressistas, ou pós-neoliberais.” Ele acredita que, embora o processo iniciado por presidentes como Luiz Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez e Néstor Kichner esteja longe de conclusão, trata-se da única área do planeta em que se estão gestando projetos descolados da influência direta dos Estados Unidos, nação em decadência.

No mundo como um todo, a globalização resultou, na prática, na universalização da livre ação do chamado “mercado”, o que leva, neste momento de crise, à dúvida sobre quem está comandando a situação. Os governos das nações mais ricas se mostraram hesitantes quanto à aplicação de controles sobre o capital no primeiro episódio de colapso, em 2008, o que é entendido como o motivo para a nova etapa de problemas. 

“Estamos em uma perda sistêmica de governança”, indica Ladislau Dowbor, professor titular da PUC de São Paulo e coordenador do Núcleo de Estudos do Futuro. A falta de um banco central mundial que possa atuar sobre episódios como este é um dos exemplos da ausência de instrumentos de intervenção.

Dowbor lembra que as últimas décadas marcaram uma progressão grande da produtividade sem que ocorresse uma evolução dos salários. O aumento de lucros e a criação de instrumentos especulativos levaram a um mundo em que quem toma conta dos processos não está ajudando a produzir nada. 


Pelo contrário, constrói um ideário pró-livre mercado que leva à ampliação das desigualdades sociais. “Crianças morrem de fome e isso não é crise. Pertencemos a um eixo de construção de alternativas econômicas que precisa juntar forças para que os recursos sejam voltados ao que é verdadeiramente essencial.”

DO SITE VERMELHO.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A MÍDIA GOLPISTA FAZ PARTE DA CRISE. A IMPRENSA FABRICA A CRISE. A IMPRENSA BRASILEIRA É GOLPISTA. A IMPRENSA BRASILEIRA É A CRISE.



ESTES UDENISTAS AÍ, (DES)INFORMAM A CLASSE MÉRDIA BRASILEIRA.

Belluzzo: A Midia é parte da crise 


"O consenso em torno de certas ideias de dominância financeira -idéias que estão na origem da atual crise- não seria possível sem a sua vocalização pela mídia.

Não se trata de uma teoria conspiratória, estou dizendo que isso se deu através de um processo social em que as camadas dominantes impõem as idéias dominantes. A gente nunca pode perder essa dimensão da luta social; como ela se desenvolve e como maneja os símbolos, os significados, as palavras.

Tome o exemplo da queda da taxa de juros brasileira. Isso produziu em certas pessoas (da imprensa) uma estupefação; algumas mais estupefação e outras alguma indignação. As que ficaram mais estupefactas ficaram assim porque sempre disseram para elas o contrário, que era um perigo, era a ruína.

As ideias, como dizia um autor do século XIX, tem uma força material - a força material das idéias dominantes. Dizia o sociólogo Norberto Elias que é muito mais difícil você desconstruir um consenso como este. Daí a importância da luta social e política.
 Ou você acha que a crise vai ser resolvida mecanicamente por ela mesma? Não vai. É necessário formular alternativas. A solução dita ‘normal' é muito simples, como diz um economista americano, Doug Henwood. Ele tem uma newsletter de nome muito interessante, Left Business Observer, e foi encarregado de escrever sobre Wall Street, antes e depois da crise. É muito fácil, asseverou. Antes da crise Wall Street era o locus mais poderoso de interesses políticos, econômicos e sociais dos EUA.
Depois da crise, Wall Street continua sendo o locus mais poderoso de interesses políticos, econômicos e sociais dos EUA. 

Qualquer repórter que te entrevista sobre política monetária se ouvir algo diferente do que pontificam esses interesses ele hesita em publicar; quando publica o faz cheio de ressalvas. Esse jornalista foi emprenhado pelo ouvido, durante anos, para perguntar e ouvir a mesma coisa. 


O problema da mídia no mundo inteiro é conquistar essa diversidade de pontos de vista. O que aconteceu nos últimos anos é o monopólio de algumas empresas de mídia que veiculam a visão da classe dominante. Eles são a classe dominante. 

Nos anos 50 e 60 na Europa, por exemplo, você tinha uma mídia diversificada que expressava as posições políticas distintas. As pessoas liam, por exemplo, o Avanti, o La Unitá... Havia debate político. Hoje você não tem debate. Hoje você tem uma farsa' 

(Luiz Gonzaga Belluzzo no debate ‘Neoliberalismo, um colapso inconcluso', organizado por Carta Maior)