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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Leandro Fortes: A Veja é um esgoto. A oposição é um udenismo rasteiro e imoral.

Redações Poeirentas, atreladas  com o crime. 





Por Leandro Fortes

Na CartaCapital dessa semana há uma história dentro de uma história. A história da capa é o desfecho de uma tragédia jornalística anunciada desde que a Editora Abril decidiu, após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, que a revista Veja seria transformada num panfleto ideológico da extrema-direita brasileira.

Abandonado o jornalismo, sobreveio a dedicação quase que exclusiva ao banditismo e ao exercício semanal de desonestidade intelectual.


O resultado é o que se lê, agora, em CartaCapital: Veja era um dos pilares do esquema criminoso de Carlinhos Cachoeira. O outro era o ex-senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Sem a semanal da Abril, não haveria Cachoeira. Sem Cachoeira, não haveria essa formidável máquina de assassinar reputações recheada de publicidade, inclusive oficial.


A outra história é a de um jornalista, Policarpo Jr., que abandonou uma carreira de bom repórter para se subordinar ao que talvez tenha imaginado ser uma carreira brilhante na empresa onde foi praticamente criado.


Ao se subordinar a Carlinhos Cachoeira, muitas vezes de forma incompreensível para um profissional de larga experiência, Policarpo criou na sucursal da Veja, em Brasília, um núcleo experimental do que pior se pode fazer no jornalismo. Em certo momento, instigou um jovem repórter, um garoto de apenas 23 anos, a invadir o quarto do ex-ministro José Dirceu, no Hotel Nahoum, na capital federal.


Esse ato de irresponsabilidade e vandalismo, ainda obscuro no campo das intenções, foi a primeira exalação de mau cheiro desse esgoto transformado em rotina, perceptível até mesmo para quem, em nome das próprias convicções políticas, mantém-se fiel à Veja, como quem se agarra a um tronco podre na esperança de não naufragar.





A compilação e análise dos dados produzidos pela Polícia Federal em duas operações – Vegas, em 2009, e Monte Carlos, em 2012 – demonstram, agora, a seriedade dessa autodesconstrução midiática centrada na Veja, mas seguida em muitos níveis pelo resto da chamada “grande” imprensa brasileira, notadamente as Organizações Globo, Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e alguns substratos regionais de menor monta.


 Ao se colocar, veladamente, como grupo de ação partidária de oposição, esse setor da mídia contaminou a própria estrutura de produção de notícias, gerou uma miríade de colunistas-papagaios, a repetir as frases que lhes são sopradas dos aquários das redações, e talvez tenha provocado um dano geracional de longo prazo, a consequência mais triste: o péssimo exemplo aos novos repórteres de que jornalismo é um vale tudo, a arte da bajulação calculada, um ofício servil e de remuneração vinculada aos interesses do patrão.




A Operação Vegas, vale lembrar, foi escondida pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel, este mesmo que por ora acusa mensaleiros no STF com base em uma denúncia basicamente moldada sobre os clichês da mídia, em especial, desta Veja sobre a qual sabemos, agora, que tipo de fontes frequentava.

Na Vegas, a PF havia detecdado não somente a participação de Demóstenes Torres na quadrilha, mas também de Policarpo Jr. e da Veja. Essa informação abre uma nova perspectiva a ser explorada pela CPI do Cachoeira, resta saber se vai haver coragem para tal.


Há três meses, representantes das Organizações Globo e da Editora Abril fecharam um sórdido armistício com Michel Temer, vice-presidente da República e cacique-mor do PMDB. Pelo acordo, o noticiário daria um descanso para Dilma Rousseff em troca de jamais, em hipótese alguma, a CPI do Cachoeira convocar Policarpo Jr., ou gente maior, como Roberto Civita, dono da Abril.

 A fachada para essa negociata foi, como de costume, as bandeiras das liberdades de imprensa e de expressão, dois conceitos deliberadamente manipulados pela mídia para que não se compreenda nem um nem outro.

No dia 14 de agosto, terça-feira que vem, o deputado Dr. Rosinha irá ao plenário da CPI apresentar um requerimento de convocação do jornalista Policarpo Jr..

É possível, no mundo irreal criado pela mídia e onde vivem nossos piores parlamentares, que o requerimento caia, justamente, por conta do bloqueio do PMDB e dos votos dessa oposição udenista sem qualquer compromisso com a moral nem o interesse público.

Será uma chance de ouro de todos nós percebermos, enfim, quem é quem naquela comissão.





segunda-feira, 9 de julho de 2012

PHA: Lcaerda sobrevive em seguidores(PSDB/PIG) que não lhes chegam aos pés.


Quem disse que o Jango
era corrupto ? O PiG (*)


NO  CONVERSAAFIADA


O Historialismo (porque não é História nem Jornalismo) assegura que Jango caiu porque gostava de pernas: de cavalos e de coristas.

O PiG (*) do Lacerda, do Chateaubriand e do Roberto Marinho era mais consistente.

Acusava o Jango de “pelego comunista” e de ladrão.

Agora, o trabalho de Valente (cadê o livro sobre o Daniel Dantas, Valente ?) desmistifica o PiG (*).

Jango não era ladrão.

Era milionário.

É outra coisa.

Porque herdou uma fortuna do pai e tinha um talento incomum para negócios relacionados ao comércio de gado, como mostra a biografia escrita por Jorge Ferreira.

O “comunismo” do Jango era um slogan pigal.

Assim como é ficção a versão historialista de que Jango estivesse para dar um Golpe – e por isso foi apeado.

Jango caiu num Golpe paraguaio, com o apoio direto dos Estados Unidos.

O mundo gira, a Lusitana roda e o PiG (*) não sai do lugar.

É a hipocrisia udenista de sempre.


O Lacerda saiu do Governo da Guanabara dono de um banco.

Não é isso, Braguinha ?


O Cerra é inimputável.


E o Merval fica obcecado com o mensalão – que está por provar-se.

PHA.


(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

RENATO RABELO:EIS QUE VOS FALA UM SOCIALISTA!

SOCIALISTA DE "CULHONES". 

Renato Rabelo: a revolução é obra de milhões


Em sua intervenção final no seminário PCdoB 90 anos: história, legado, lições e alternativa socialista, o presidente nacional do PCdoB tira lições de nove décadas para a construção e a ação de um partido atualizado e capaz de enfrentar as contradições contemporâneas.

Por José Carlos Ruy, da Redação do Vermelho


As comemorações dos 90 anos do Partido Comunista do Brasil promovidas pela direção nacional foram encerradas em ponto alto no sábado (21) em São Paulo com a última etapa do seminário PCdoB 90m anos: história, legado, lições e alternativa socialista, iniciado na sexta-feira (20) com uma programação que envolveu, na parte da manhã, a exposição das condições contemporâneas da luta pela construção do socialismo na China, Vietnã, Cuba e Venezuela e, à tarde, pela exposição, pelo presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, sobre as Lições dos 90 anos de lutas do PCdoB (veja aqui).




Considerando o seminário como “pleno de êxito”, Renato Rebelo dedicou-se a fazer uma avaliação, de caráter teórico e analítico, das conquistas acumuladas nestes 90 anos de existência continua do Partido Comunista do Brasil, e dos desafios da luta pelo socialismo na atualidade. “Qual o novo período histórico que nós vivemos e qual o Partido necessário, viável, para - neste período histórico - alcançar novas conquistas na luta pelo socialismo”.

Para ser mais preciso, na “nova luta pelo socialismo”, como Renato Rebelo vem insistindo já a algum tempo. Ele parte de um diagnóstico circunstanciado da situação que o movimento comunista vive, no mundo, nestes duas décadas posteriores à derrocada do socialismo na União Soviética e no Leste Europeu.


 Aquela foi uma derrota estratégica, insiste ele. Mas a fase pior está passando, afirma. A fase mais aguda daquela derrota vai dando lugar, diz, a um novo período histórico, “abrindo possibilidades ao acúmulo revolucionário”.

Novo período histórico que pode ser caracterizado pelo aprofundamento da crise do capitalismo que o mundo vive nestes anos; pela mudança gradativa que ocorre a nível do poder mundial; no Brasil, pelo novo ciclo histórico aberto com a eleição de Luís Inácio Lula da Silva em 2002 e as mudanças iniciadas no quadro político, econômico e social no país; na América Latina, pela integração soberana e autônoma que o continente vive, principalmente na América do Sul, e pelas mudanças que indicam o fortalecimento da soberania continental face ao poderio do imperialismo dos EUA.

O mundo vive hoje condições de mudanças históricas de grande envergadura.. Há um grande acúmulo na base material moderna, disse, que leva a humanidade ao limiar de novas situações. É um desenvolvimento que se traduz no acúmulo de forças produtivas que só poderão ser liberadas com a superação no modo de produção capitalista. 



Deste ponto de vista, em sua explanação, Renato Rebelo identifica uma situação de contradição entre as novas forças produtivas e as relações de produção que só poderá ser resolvida, em benefício do conjunto da humanidade, num novo sistema que supere as limitações impostas pelo capitalismo. Cita, como exemplo, a conquista de uma nova base energética com potencial de superar a predominante atualmente, com base no petróleo e nos combustíveis sólidos.

 E conclui: o modo de produção está, do ponto de vista objetivo, superado historicamente, embora ainda prevaleça em virtude das condições subjetivas moldadas pela política e pela ideologia burguesa que persistem e dominam. Trata-se de uma nova situação que coloca os povos e as nações diante de uma encruzilhada de rumos, e o que prevalecerá depende da luta ideológica e política cujo centro é a definição de uma nova alternativa necessária e viável capaz de superar o sistema capitalista.

Nesta situação, pensa o dirigente comunista, ou surgem novas formas de ação política capazes de impulsionar as forças sociais e políticas interessadas na mudança revolucionária, ou o sistema capitalista pode ainda prevalecer por um longo período histórico marcado por outras crises e pela barbárie. E cita, entre a busca de novas alternativas, os exemplos das nações - como China, Vietnã, Cuba e, agora, Venezuela - que mantém a perspectiva socialista.

No Brasil, disse, o PCdoB procurou elaborar seu programa - que resultou das propostas formuladas anteriormente -, o Programa aprovado pelo 12º Congresso do Partido, em 2009, onde aponta a alternativa a ser seguida na nova luta pelo socialismo nas condições contemporâneas do Brasil. É um programa, disse, que veio exatamente para atender às perspectivas, tendências e desafios contemporâneos. Ali, o PCdoB propõe um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento que se apresenta como o caminho ao objetivo estratégico, a conquista da abertura da transição ao socialismo



]
. Este será o terceiro salto civilizacional da história nacional. Os dois anteriores foram representados pela conquista da independência, pelo fim da escravidão, pela passagem à República e, o segundo, pela revolução de 1930 que aprofundou as condições de industrialização e desenvolvimento moderno do país.


 E, acentua, a conquista deste terceiro salto civilizatório não será possível nos marcos do capitalismo, mas implica na abertura da transição para um sistema superior, o socialismo.

Neste sentido, o PCdoB - como portador deste programa mais avançado e como instrumento de organização da vanguarda do povo para enfrentar os novos desafios e alcançar novas conquistas - é imprescindível para este novo tempo e a nova luta pelo socialismo. Para enfrentar estas tarefas é necessário um partido de pensamento avançado e revolucionário, com uma tática combativa, ampla e flexível.




Assim, Renato Rabelo referiu-se aos guias básicos para forjar este novo Partido, a partir do balanço da experiência de 90 anos, e ancorado nela. Guias descritas e apresentadas de forma aprofundada no documento PCdoB: 90 anos em defesa do Brasil, da democracia e do socialismo, aprovado pelo Comitê Central do Partido em 1º de Abril de 2012 e lançado em livro durante o seminário realizado neste fim de semana.




Sucintamente, as guias se referem à luta incessante pela existência de um partido comunista de feição e prática revolucionária - contemporâneo, forte, independente e influente, como garantia para as vitórias; ao desenvolvimento e enriquecimento teórico e ideológico - baseado na ciência social mais avançada, o marxismo, e construído na prática social, como condição essencial para a definição de uma política justa e coerente, de um programa e prática de alcance revolucionário; à garantia da relação dialética e intrínseca entre a formação do Partido, da sua direção, e a conquista das massas trabalhadoras e populares, intervindo nos grandes acontecimentos políticos, como modo determinante para o Partido cumprir sua tarefa revolucionária; um Partido capaz de cumprir sua missão revolucionária deve ser forjado em firme unidade de ação baseada em uma política justa, comprovada no curso dos acontecimentos políticos, e elaborada no aprofundamento do método democrático e participativo, no estímulo à criatividade e à livre expressão das opiniões individuais, na atividade prática mobilizadora, sob a condução de um único centro dirigente; finalmente, na convicção de quem constrói o reúne os meios e as condições para montar e organizar o Partido são seus quadros e, uma vez definida a linha política, eles se tornam fator decisivo para a aplicação das decisões assumidas. 












A síntese destas nove décadas de existência do Partido Comunista do Brasil, concluiu Renato Rabelo, pode ser resumida no reconhecimento de que, com um rumo nítido, com a bandeira da revolução e do socialismo, é preciso ousar seguir um caminho próprio, combativo, amplo e criativo, que responda aos novos fenômenos, porque a revolução é obra de milhões de seres humanos.


sexta-feira, 2 de março de 2012

PIG: DE JÂNIO DE FREITAS, AO DESLUMBRADO GASPARI, SOBRE LULA, SÓ ESCREVERAM BOBAGENS. NÃO FORAM CAPAZES DE ANTEVIREM A ERA LULA

TENHO DITO ALHURES QUE OS TAIS GRANDES "ARTICULISTAS", OS TAIS "FORMADORES DE OPINIÃO", TANTO FAZ SER UM JORNALISTA PREMIADO  E  DE RENOME TAL QUAL JÃNIO DE FREITAS, COMO UM DESLUMBRADO HOMEM DE MIL CHAPÉUS COMO O ELIO GASPARI, SOBRE MIRIAM LEITÃO, ESTA CAMPEÃ DO SITE FBI(FESTIVAL DE BESTEIRAS DA IMPRENSA) DISPENSA  COMENTÁRIOS.

VOCES LERÃO ABAIXO 2 TEXTÍCULOS QUE CHUPINHEI POR AÍ NO MEU HD QUE ESTAVA JOGADO EM UM CANTO QUALQUER.

OBSERVE AS COISAS QUE O JÃNIO  PREVIA QUE ACONTECERIA COM O GOVERNO LULA, OBSERVEM O ARRAZOADO DE  FATOS QUE NUNCA ACONTECERAM. MUITO AO CONTRÁRIO, OS RUMOS TOMARAM O CAMINHO INVERSO AO QUE ELE DIZIA.

NENHUM DESTES ARTICULISTAS FORAM CAPAZES OU NÃO QUISERAM FAZER UM RACIOCÍNIO MAIS LÓGICO, PARA QUE PUDESSEM ANTEVIREM O QUE SERIA A ERA LULA.

POR ESTA  E OUTRAS QUE EU SÓ LEIO ESTA GENTE PARA MONTAR A  MINHA CRÍTICA EM CIMA DA MANIPULAÇÃO QUE ELES TENTAM FAZER, A MANDO DOS PATRÕES, OU POR QUERER, VÁ SABER!

EU UMA PESSOA QUE NUNCA TIVE ACESSO A INFORMAÇÕES QUE ELES TEM AOS BORBOTÕES  E QUE ATÉ HOJE NOS SONEGAM, ESTAVA PRESENTINDO QUE O  GOVERNO LULA SERIA UM DIVISOR DE ÁGUAS.

POR OUTRO, A CIGANA QUE FALOU,  PROS JÂNIOS, ELIOS, TODOS OS TUCANOS DA PÁGINA 2 DA FOLHA AS MIRIAMS PIG, A HICPÓLITOS, OS AZEVEDO, ENFIM A TCHURMA DO PIG EM GERAL, SABEM FAZER PROJEÇÕES SOBRE OS RUMOS POLÍTICOS  DO BRASIL, TOMOU O DINHEIRO DELES.

A   MINHA SURPRESA, FOI ENCONTRAR O JÂNIO NO MEIO DESTA TURMA DE URUBÚS!

BOBAGEM NUMBER ONE, ARTIGO DE JÂNIO  DE 2004:

JANIO DE FREITAS

No caminho errado.

Com a chegada de abril nesta semana, o governo Lula entra no 16º mês e vai completando já um terço do seu período.

 E continua nas promessas, continua em campanha. A rigor, não assumiu.

A conjugação das pesquisas feitas nos últimos dias faz três comprovações importantes. A imunidade de Lula à frustração com o seu governo era uma idéia falsa do próprio Lula, do pessoal de "comunicação" da Presidência e do jornalismo oficialista.

 Os mecanismos internos da opinião pública, que a formam e reformam, continuam com os mesmos sensores, o ritmo de reação e demais peculiaridades de um povo desinformado, manipulado, mas não insensível.


É clara, também, a relação direta entre as perdas do governo e de Lula na opinião nacional e os efeitos maléficos, sobre as famílias e sobre o país, da falta de política econômica responsável, lúcida e fundada em argumentos honestos.

A bravata de adotar metas ainda mais rígidas e anti-sociais que as exigidas pelo FMI, cúmulo da sabujice governamental diante do "mercado", só na cabeça dos transtornados pelo deslumbramento poderia encolher a economia, mas não a confiança em Lula.

Por fim, comprova-se que a influência do caso Waldomiro Diniz é relativamente inexpressiva, no conjunto de causas apuradas pelas diferentes pesquisas. "O Globo" deu uma poderosa e auto-explicável manchete: "Caso Waldomiro derruba popularidade de Lula".

Mas seu texto sobre a pesquisa Ibope tem trechos assim: "Pela primeira vez nas pesquisas feitas pela CNI/Ibope, o percentual dos que acreditam que o Brasil está no caminho errado (46%) é maior do que os que acham que o rumo está certo (40%).

 Em dezembro, 48% diziam que o caminho estava certo, contra 36% que acreditavam o contrário".

Ou: "Para os brasileiros, o pior desempenho do governo foi na área da economia". Ou: "A incerteza com os rumos do país também fez crescer o número de pessoas que acham que a inflação vai aumentar", "54% disseram que o desemprego vai aumentar" e por aí em diante.


Waldomiro Diniz não disputa com a (falta de) política econômica a primazia entre as causas da derrocada de Lula e do seu governo.

Até se justifica suspeitar de que tenha sido positivo para o governo. Com base nos "dados positivos do final do ano", o jornalismo de economia anunciava para este trimestre a "segura retomada do crescimento".

 Talvez Waldomiro Diniz tenha ajudado a desviar atenções, como ajudou parte da mídia, do resultado real: o trimestre foi péssimo. Vai ver, Waldomiro é que é o bom companheiro.







BOBAGEM NUMBER 2, ARTIGO DE ELIO, O HOMEM DE MIL  CHAPÉUS DE 2004.


Lula é insuperável no desemprego.

Eremildo é um idiota, acredita em tudo o que o governo faz. Ele esteve em Genebra, acompanhando o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini.

O doutor foi à Suíça cabalar votos para sua candidatura à presidência da Conferência Mundial do Trabalho, que se realiza em junho próximo.

Concorrem à cadeira de Águia dos Alpes os ministros do Equador e da República Dominicana. O embaixador brasileiro no pedaço ofereceu um coquetel em homenagem a Berzoini (e Eremildo). O Bolsa-Ministro pagou tudo.


Por idiota, Eremildo acha que nenhum brasileiro pode dispensar uma ocupação provisória, sobretudo num momento em que a taxa de desempregados nas seis maiores regiões metropolitanas, computada pelo IBGE, chegou a 12%.

 Segundo o Dieese, que pesquisa o mercado de trabalho na Grande São Paulo, as pessoas sem ocupação, somadas às que não conseguiram serviço decente durante o mês de fevereiro, somam 1,926 milhão de almas (contra 1,868 milhão em janeiro).

 Foi o pior fevereiro desde 1985, quando começou a pesquisa.
Eremildo fez as contas e está ansioso para pedir ao inigualável Lula que chame Duda Mendonça e o comissário Luiz Gushiken ao Torto para planejarem as festividades comemorativas da marca de 2 milhões de desempregados na Grande São Paulo.

 Pela conta do idiota, se a carruagem do PT Federal continuar como vai, chega-se ao desempregado número 2 milhões nos próximos 20 dias.

O insuperável Lula poderia abrir a festa no dia 1º de maio, lembrando que prometeu criar 10 milhões de empregos em quatro anos.

Para que se tenha uma idéia do que significam 2 milhões de pessoas desempregadas numa só cidade, esse número equivale a algo como o dobro da população da São Paulo da época retratada nesta semana na minissérie "Um só Coração". Ou ainda, a um pouco menos que toda (repetindo, toda) a população da cidade em 1950 (2,2 milhões).

Leis de Newton.

Pela lei da gravidade de Isaac Newton, Lula e o PSDB vão se aproximar.


Pela lei da contabilidade do ex-governador mineiro Newton Cardoso, Lula e o PMDB se aproximarão cada vez mais.



São movimentos contraditórios, típicos do tumulto mental dos sábios do Planalto.

Vale?

A quem interessar possa: Lula quer que o comissário José Dirceu fique calado.

Delúbio neles

Segundo uma agenda velha achada no Planalto, o comissário José Dirceu deixou uma fila de 54 parlamentares esperando por uma audiência.

Pena. Se os deputados e senadores pedissem ao tesoureiro petista Delúbio Soares para cuidar do assunto, teriam sido prontamente atendidos.

Como diz o companheiro: "Com burocrata de ministério? É só ligar e marcar para quatro, cinco dias depois".

Honra ao mérito.
O presidente argentino Néstor Kirchner transformou em museu o prédio da Escola de Mecânica da Armada, onde funcionou a central de torturas da ditadura militar.

O governador tucano Geraldo Alckmin rebarbou uma proposta de tombamento do prédio do DOI-Codi, em São Paulo.

MAMÃE, TOMEI UM SUSTO SOBRE A ERA LULA, NÃO ACONTECEU NADA QUE NÓS VENDEMOS PARA OS NOSSOS IDIO..., OPS, LEITORES!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

PARA A GLOBONEWS: SOBERBA.

A EMPÁFIA.

Soberba.

Soberba é o sentimento negativo caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas, de arrogâncias , por vezes sem fundamento algum em fatos ou variáveis reais. O termo provém do latim superbia.

As manifestações de soberba podem ser individuais ou grupais. Em termos grupais, podemos exemplificar o nacionalismo xenófobo como uma faceta da soberba. Também todos os tipos de racismo, corporativismo, elitismo, doutrina de povos escolhidos ou eleitos e outras concepções semelhantes, em que um grupo se firma na crença de que é superior, demonstram matizes da soberba.

A manipulação da soberba, do orgulho e da pretensão de superioridade de um grupo ou nação pode mobilizar conflitos armados, onde tais sentimentos de uma massa humana, pouco crítica servem aos interesses políticos, econômicos, ideológicos ou religiosos de seus líderes. Exemplo recente encontra-se na doutrina de superioridade da raça Ariana, que serviu de base ideológica para arregimentar uma nação e desencadear uma Guerra Mundial.

Além deste, podem ser citados o regime de Apartheid que vigorou na África do Sul, a atitude dos colonizadores europeus nos séculos XIX e XX, a atitude recíproca da parcela radical de árabes e judeus, o sistema de castas da sociedade indiana, a Ku Klux Klan norte-americana, entre inúmeros outros.

Também observam-se,  processo semelhante na grande maioria das guerras religiosas registradas na História, o que vem contabilizando um sem-número de mortes, mutilações, retaliações, revanchismos e hostilidades de vários gêneros.


Hélio Borba do blog APOSENTADO INVOCADO

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A EXPLICAÇÃO PARA O SILÊNCIO DA MÍDIA, SOBRE O LIVRO QUE DESBANCA CERRA DE SUA PSEUDO MORALIDADE. E A DOS TUCANOS.

IMPRENSA(PIG) O PRAVDA DO PSDB.

Tal comportamento, onde todos os meios de comunicação atuam de forma orquestrada, em fina sintonia com os comitês de campanha, traduz a relação simbiótica entre o tucanato e as famílias que controlam os mecanismos de produção e difusão informativos. No estreitamento do processo, um projeta no outro seus interesses pessoais e políticos. Serra é a mídia. A mídia é Serra."

"Cria-se uma vivência de alienação, situação de risco escolhida para se experimentar um novo cenário golpista."

"Quando, no entanto, a história mostra o seu compasso, o efeito delirante dá lugar ao desconforto da depressão e do vazio ameaçador. Serra é a mídia. A mídia é Serra."

"
"Não há espaço para o contraditório. Publicações que não fazem parte do pool tucano são censuradas no campo jornalístico. Escândalos são fabricados em escala crescente. Denúncias publicadas sem apuração. O contraditório inexiste."



"A imprensa golpista, involuntariamente, reaviva a advertência de Gramsci: enquanto o mundo velho não se finda e o novo não se afirma, a sociedade vive num estágio de morbidez latente, apta a produzir seus fenômenos mais perversos.
Nesse interregno, os Mervais, Leitões, Noblats, Josias e Fernandos, entre tantos outros, fazem, ou tentam fazer, o retorno a uma formação política infantilizada, desagregada e primitiva."

"Desculpem-me a sinceridade da pergunta, mas que tipo de comportamento vocês esperavam da mídia brasileira: isenção, equilíbrio, não alinhamento com a direita?
 Que os proprietários dos veículos fossem capazes de contrariar seus interesses financeiros e políticos em nome da cobertura lisa do processo democrático?
 O padrão editorial predominante em 1954 não se repetiu dez anos depois? Desde a eleição de Lula a que temos assistido? Por que razão ficamos esperando que agora fosse diferente?"



"Será que é preciso lembrar que continuamos vivendo em uma sociedade determinada pelos interesses de classe? E, quando se trata do principal, não podemos esquecer que somos o outro lado, os inimigos a serem derrotados. mais ainda a Dilma e o que ela representa simbolicamente. Ficar surpresos nos remete a uma ingenuidade inadmissível."


"A credibilidade no jornalismo é puro mito, pura hipocrisia, recurso de marketing usado pelas empresas."

#professorGilson Caroni Filho.

domingo, 25 de dezembro de 2011

ONDE SE LÊ LULA, LEIA-SE DILMA, AÍ O TEXTO FICA PERFEITO.

CERRA, O CHEFE!

O governador José Serra é conhecido internacionalmente por ter um pé na cozinha. O seu governo no estado de São Paulo já ficou famoso por ter fritado a educação e colocado na geladeira a redução do IPI que o governo federal deu de presente pra todo o país.

Mas a última iguaria de José Serra foi apontada pelo jornalista Luis Nassif em seu blog: o último suspiro de serra é um prato simples mas que já rendeu 800 comentários no post do bom jornalista, além de uma indigestão campeã no comitê de campanha do PSDB.

O Último Suspiro de Serra

Ingredientes:

- 1 apoio irrestrito da Rede Globo

- 20 jornalistas frescos da Folha de São Paulo. Não se preocupe, todo jornalista da Folha já vem fresco.

- 1 governador tarado pra ser presidente

- 1 prêmio da ONU comprado na Ri-Happy

- 10 colheres de pó (foi mal! Esse ingrediente é pra receita do Aécio!)

Modo de preparo

Numa panela funda, afogue o governo Lula com um monte de denúncias falsas inventadas pela Veja. Deixe esfriar e use a Folha de São Paulo pra requentar esses mesmos factóides depois de um tempo. Aproveite essa folha usada para jogar açúcar no período da ditadura.

Assim que ninguém levar isso à sério e sua batata começar a assar, adicione um Sarney refogado. Salpique meia dúzia de bobos dizendo “#forasarney” pra fingir que esse tempero faz parte da massa. Se alguém perguntar o que é esse bigode diga que é do saco do feijão

Bata em uns estudantes na faculdade pro bolo crescer. Pegue os 80 pedidos de CPI do seu estado, os milhões roubados pelo Arthur Virgílio e a Yeda Crusius e reserve. Reserve debaixo do tapete, bem longe. Especialmente porque ninguém é maluco de comer a Yeda. Já o Virgílio, não bote a mão no fogo.

Se publicarem uma crítica negativa do seu prato, frite jornalistas e blogueiros, mas cuidado pra não ficar azeredo.

A receita acima dá pra 1 porção de segundo lugar nas eleições de 2010. Ou você pode servir isso como merenda nas escolas do Estado de São Paulo. Convenhamos: as crianças da rede estadual de SP já comem coisa bem pior.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

MARINHA BRASILEIRA. NÃO DEU NA SUA TELINHA. FRAGATA UNIÃO ATRACA EM BEIRUTE.

FRAGATA UNIÃO (F45)
DEVE SER CHATO O PIG NOTICIAR FATOS QUE ENGRANDECEM NOSSAS ARMADAS.
PARA O PIG BOM MESMO É SÓ NOTICIAR FALAS DE ALGUM GENERAL DE PIJAMA GOLPISTA E AMERICANÓFILO. QUANDO TRATA-SE DE NOSSAS ARMADAS ESTAREM SENDO USADAS PARA A NOSSA SOBERANIA GEOPOLÍTICA, E NOSSA POLÍTICA EXTERNA. NEM UM PIU.
Fragata União atraca em Beirute para liderar frota de paz da ONU
Da BBC Brasil
Brasília - A fragata União, da Marinha brasileira, que liderará a frota das forças navais da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil, na sigla em inglês) atracou nesta segunda-feira (14) no Porto de Beirute, dando início a um "momento histórico para o Brasil", segundo o contra-almirante brasileiro Luiz Henrique Caroli.

Em entrevista à BBC Brasil a bordo do navio, Caroli disse que a presença na força marítima da ONU é crucial para o Brasil pela importância da região no cenário internacional, além de demonstrar a confiança da organização na competência dos militares brasileiros nesse tipo de operação.

"Toda a tripulação sabe da enorme responsabilidade de fazer parte de uma força de paz da ONU e do momento histórico para o Brasil em estar aqui", disse o contra-almirante, que é o comandante da Força Tarefa Marítima (MTF, na sigla em inglês), a unidade marítima da Unifil.


Esta é a primeira vez que militares brasileiros participam da frota naval de uma força de paz. Equipada com helicóptero e levando 243 militares brasileiros, a fragata União será o principal navio de uma frota internacional que conta ainda com três navios alemães, dois de Bangladesh, um grego, um turco e um da Indonésia.


O comandante do navio, o capitão de fragata Ricardo Fernandes Gomes, também reforçou que a tripulação está ciente "das repercussões políticas em torno da Unifil e das consequências de suas ações".


"Todos estão motivados e cientes das exigências de fazer parte das forças de paz em uma região conturbada como o Oriente Médio", disse. "Para isso, a Marinha está nos dando todo o apoio financeiro e logístico para desempenharmos um papel a altura."


Os dois militares explicaram que a incorporação da fragata União aumentará o poder de alcance da frota da Unifil, já que a embarcação tem mais recursos, permitindo maior alcance e cobertura, além de mais flexibilidade nas operações.


Para fazer parte da Unifil, os militares brasileiros passaram por treinamentos voltados para situações específicas de forças de paz e por cursos e palestras. "Um terço da tripulação fez estágios de operações de paz da Unifil. E militares brasileiros que estavam no Líbano palestraram para nossos marinheiros sobre o país e a vida entre as tropas de paz", disse Gomes.


Ele explicou que simulações de abordagem pacífica de embarcações e de uso de força para fazer vistorias também foram feitas, com o emprego de mergulhadores das operações especiais que, agora, integram a fragata. Como a ONU exige que militares das forças de paz sejam voluntários, a tripulação teve de passar por algumas reposições, segundo Gomes. "Cerca 5% da tripulação não se voluntariaram por motivos familiares, e outros 10% foram liberados para que realizassem cursos que já estavam agendados."


A missão brasileira, de oito meses, começou oficialmente em fevereiro, quando Caroli assumiu o comando da unidade marítima da Unifil. Atualmente, a missão monitora a fronteira entre Líbano e Israel e ajuda o governo libanês a evitar a entrada de armas ilegais no restante de suas fronteiras.


 A MTF patrulha águas da costa libanesa para evitar a violação do embargo de armas imposto ao Líbano, além de treinar a Marinha daquele país. A MTF foi criada por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU em 2006.


Já a Unifil, criada em 1978 para supervisionar a retirada das tropas de Israel do território do Líbano após a crise entre os dois países, conta atualmente com mais de 12 mil militares de 37 países.

Segundo o embaixador brasileiro no Líbano, Paulo Roberto Tarrisse da Fontoura, a relação entre Brasil e Líbano também se fortalecerá com a presença da fragata.

"O governo libanês tem enorme simpatia pelo Brasil e sabe que nós temos a competência necessária para fazer um bom trabalho".


Segundo Fontoura, o governo brasileiro sabe que a Unifil é instrumento fundamental para que o Estado libanês adquira a soberania sobre seu território.

"O país passou por guerra civil, ocupações israelense até o ano 2000 e da Síria, até 2005. O Sul do país ficou inacessível aos libaneses e ao governo por muito tempo.

A Unifil está sendo de suma importância para ajudar o Líbano a ter sua soberania", salientou o embaixador. "A presença de um navio brasileiro é, certamente, um orgulho nacional e algo de enorme importância para o Brasil".

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

LULA: APLAUSOS CENSURADOS.

A CENSURA VALE PARA QUALQUER PRÊMIO QUE LULA RECEBA. AQUI OU NO EXTERIOR.


GILSON CARONI FILHO.

Com o esgotamento do modelo neoliberal, sentindo-se cada vez mais ameaçada como aparelho privado de hegemonia, a edição jornalística já não se contenta mais em subordinar a apuração ao julgamento sumário de fatos e pessoas. Censurar registros que sejam incômodos aos seus interesses político-econômicos, deslegitimado uma estrutura narrativa viciada, passou a fazer parte da política editorial do jornalismo brasileiro.

Em recente viagem a Genebra,(2009) o presidente Lula foi ovacionado ao discursar no Conselho Nacional de Direitos Humanos da ONU. Depois, segundo relato da BBC, " foi aplaudido seis vezes" ao criticar o Consenso de Washington e o neoliberalismo na plenária da OIT. O silêncio dos portais da grande imprensa e a ausência de qualquer referência ao fato nas edições da Folha de São Paulo, Globo e Estadão foi gritante.

Representou o isolamento acústico dos aplausos recebidos. Uma parede midiática que abafa o “barulho insuportável" na razão inversa com que ampliou as vaias orquestradas na cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos em 2007, no Rio de Janeiro. Nada como um aparelho ideológico em desespero.

Se pesquisarmos as raízes do comportamento dos meios de comunicação, veremos que elas nos dirão o quanto já é forte a desagregação da ordem neoliberal a qual serviram desde o governo Collor, passando pelos dois mandatos de FHC. Durante doze anos (de 1990 a 2002), a sociedade civil sofreu rachaduras sob os abalos devastadores da "eficiência" de mercado. Elas afetaram a qualidade da história, as probabilidades de uma República democrática e de uma nação independente.

Lula aparece como condensação das forças sociais e políticas que se voltaram para a construção de um novo contrato social. O tucanato, com apoio de seus porta-vozes nas redações, figura como ator que tenta reproduzir o passado no presente, anulando ganhos e direitos sociais. O que parece assustar colunistas, articulistas e blogueiros é o crescente repúdio á truculência infamante que produzem diariamente. Salvo, claro, a parcela da classe média que tem no denuncismo vazio e no rancor classista elementos imprescindíveis à sua cadeia alimentar. Aquele restolho que costuma pagar a ração diária com comentários insultuosos, sob a proteção do anonimato.

É preciso ficar claro que estamos avançando. Ou os de cima aprendem a conviver com os de baixo, ou como na fábula da cigarra e da formiga, poderão descobrir o arrependimento tarde demais. Seria interessante para a própria imprensa que trocasse os insultos de seus escribas mais conhecidos pelo debate verdadeiramente político. Aquele que busca compreender as condições sociais, políticas, culturais e econômicas de uma modernização que, por não promover exclusão, representa revolução democrática combinada com mudança social. Isso inclui aplausos, mesmo que abafados.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

QUANDO A RELIGIÃO DESGRAÇA O FUTURO DE UMA NAÇÃO. PADRES REACIONÁRIOS ESQUECERAM DE FISCALIZAR A PEDOFILIA EM SUAS SACRISTIAS E CHAMARAM O POVO PARA O GOLPE CONTRA JANGO. OS SAFADOS DERAM O NOME DE: "MARCHA DA FAMÍLIA, COM DEUS, PELA LIBERDADE".

E A CLASSE MÉDIA, RICA, SEPARATISTA E BRANCA FOI MARCHAR A FAVOR DO GOLPE, AÇODADA POR UMA CORJA DE PADRES PILANTRAS, QUE NÃO QUIS AS REFORMAS QUE COLOCARIAM O BRASIL HOJE 50 ANOS À FRENTE. ELES ERAM OS LEITORES DO P.I.G DA ÉPOCA, QUE ERA MUITO MAIS PODEROSO E PERTECIAM AOS MESMOS DONOS DE HOJE. ERAM A FINA FLOR DA UDN, HOJE, PSDB/DEMOS
JANGO, UM ESTANCIEIRO RICO, QUE QUERIA ACABAR COM A MISÉRIA DO BRASIL, ATRAVÉS DAS "REFORMAS DE BASE", A VERDADEIRA MÃE  DO PAC. ANDAVA COM A IMAGEM DE NSRa APARECIDA PENDURADA NO PESCOÇO E ERA CHAMADO DE COMUNISTA E ATEU, PELO PSDB DA ÉPOCA, A UDN E PELOS PADRECOS  DÂNDIS,  QUE  TINHAM O MAIOR MEDO DE COMUNISMO, QUE HOOOOROR! FALAVAM OS DÂNDIS QUE SE DIZIAM PADRES. DESDE QUANDO POLÍTICAS PROGRESSISTAS E KEYNESIANISTAS SERIA COMUNISMO?CORJA! PREJUDICARAM A NAÇÃO E O POVO, PARA PROTEGER OS INTERESSES DOS PODEROSOS DA MÍDIA, OS MESMOS DE HOJE. QUE O BISPO  DE GUARULHOS ATÉ HOJE DEFENDE.

SEBASTOAO NERY.
na tribuna da net.
 
Nos fins de 1963, os jornalistas Murilo Marroquim e Benedito Coutinho, os dois mais antigos repórteres políticos de Brasília, foram chamados à Granja do Torto, residência oficial do presidente. João Goulart os esperava à beira da piscina, sozinho, serviu uísque aos dois:

- Vocês já estiveram na Rússia?

Murilo já, Benedito não.

- Pois se preparem os dois. Muito em breve iremos a Moscou. Olha, isso é inteiramente confidencial. Só quatro pessoas sabem disso: eu, o embaixador soviético e, agora, vocês.

Deu uma volta na piscina, pensando, voltou eufórico:

- Vamos construir a hidrelétrica de Sete Quedas (Itaipu).

ITAIPU
 Os dois ouviam espantados, em silencio :

- Com que recursos, presidente?

- Financiamento russo a juros minimos.

Grandes exportações de produtos agrícolas brasileiros para a União Soviética, para facilitar o pagamento.

 São 12 milhões de quilowatts. Técnicos brasileiros e soviéticos. Três planos quinquenais. Sós os russos possuem, hoje, turbinas para o porte de Sete Quedas.

 Já acertei com o Stroessner (presidente do Paraguai). A energia ociosa do Paraguai será comprada por nós.

O embaixador soviético me disse que seu país não tem o menor interesse em disputar o mercado ocidental. Interessam-lhe obras como a de Assuan, no Egito. Ou Itaipu.

JANGO

Os dois continuaram em silencio, surpresos, Jango sorriu:

- Vocês não acreditam? Tem mais. O plano global inclui a ligação do Amazonas ao Prata. Vamos realizar o velho sonho brasileiro.

Murilo Marroquim interrompeu:

- O plano é maravilhoso, mas o senhor não vai executar. É uma obra monumental, mas é uma obra política. A Rússia não fará uma Assuan na América Latina.

- Somos um país livre, independente. Contarei com o apoio das Forças Armadas para resistir a qualquer pressão externa, e com o povo. Vou fazer.

Três meses depois Jango era derrubado.

Itaipu foi feita com dinheiro ocidental, a juros máximos e apagões eventuais. À falta de melhor desculpa para o apagão que houve em Itaipu, Lula, Dilma e Lobão poderiam ter culpado o golpe de 64.( eles não culpam, mas, eu, além do lazarento FHC culpo os desgraçados que apoiaram este golpe dos infernos contra o progresso de uma nação e seu povo, para defender os interesses das mesmas famílias UDENISTAS golpistas e donas do oligopólio midiático nacional, grifo meu ptremdas13e13.)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O ÚNICO OBJETIVO DO PIG, (PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA) MANIPULAR, DESINFORMAR, EMBURRECER, OBLITERAR, AS MENTES DA CLASSE MÉDIA E DO POVÃO BRASILEIRO.


GOLPISTAS EM AÇÃO!

 

 

 

UMA VIAGEM LATINO AMÉRICA AFORA QUE A NOSSA MÍDIA IGNORA

Um presidente da República vai para palácio pilotando sua lambreta, para desespero dos seguranças. Seu nome: José Mujica. Antecedente: ex-guerrilheiro tupamaro. País: Uruguai.

PEPE MUJICA PRESIDENTE DO URUGUAI. 

Noutro país, é favorita para as próximas eleições presidenciais uma mulher. Até há pouco Los Grandes Hermanos de La Prensa, do Alasca até a Patagônia, diziam que com a morte do marido, ex-presidente, sua carreira tinha acabado. Nome: Cristina Kirchner. País: Argentina.
                                                Cristina Fernández de Kirchner



Nos Andes, uma universitária de 23 anos, filha de pais comunistas, portanto comunista desde criancinha, mais bela que a mais bela das atrizes, comanda uma revolta que ganhou o país e demole o presidente direitista que os EUA já consideravam o novo modelo de competência administrativa e sepultaria 20 anos de governos esquerdistas. Nome dela: Camila Vallejo. Dele: Sebastián Piñera. País: Chile.
Camilia Antonia Amaranta Vallejo Dowling (n. Santiago, 28 de abril de 1988) es una dirigente estudiantil chilena. Militante de las Juventudes Comunistas de Chile, es la actual presidenta de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECh), siendo la segunda mujer en ocupar este cargo en la historia de la Universidad, luego de Marisol Prado, quien lo hiciera entre 1997 y 1998.
Mais ao Norte, um presidente é dono de coragem, inclusive física: peita golpistas de peito aberto. Abrindo o paletó e gritando: “Atirem, covardes!”. Rafael Corrêa, Equador. Detalhezinho: formado por Harvard.
 RAFAEL CORREA PRESIDENTE DO EQUADOR. ACABA DE RECEBER POR DIFAMAÇÃO UMA IDENIZAÇÃO DE 40 MILHÕES DE DOLARES, DO JORNAL GAUAYQUINIL.
Outro, já no segundo mandato, mora tão singelamente que é muito comum não haver na mesa lugar para toda a família almoçar. Alguns se agacham no chão com os seus pratos, mesmo em dia de convidados estrangeiros especiais. Um presidente índio: Evo Morales, Bolívia.
 EVO MORALES, PRESIDENTE DA BOLÍVIA.
Este agora virou as costas ao seu criador, estendeu a mão a velhos inimigos, internos e externos, e ameaça pôr na cadeia por corrupção outra cria do ex-presidente que abriu as portas de seu país para CIA, DEA, US Air Force, o diabo. Manoel Santos, Colômbia.

 MANOEL SANTOS , PRESIDENTE DA COLOMBIA. MANDOU PARA OS INFERNOS O ENTREGUISMO AMERICANÓFILO DO SEU ANTECESSOR O DÉSPOTA DO URYBE.
E por último, mas não menos importante, este sobrevive no poder escapando de um golpe militar apoiado pelos Esteites e pelas forças reacionárias de todo o continente. E trava uma batalha contra um inimigo igualmente feroz: câncer. Hugo Chávez, Venezuela.
HUGO CHAVES.
Como os acima citados, de uma maneira ou de outra, buscam fechar as veias abertas da América Latina, a mídia de Los Grandes Hermanos fecha suas páginas para eles.