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sexta-feira, 27 de abril de 2012

NEOLIBERALISMO TEM CHEIRO DE MOFO. GUIDIN É O PROFESSOR GUIDINHO!

EUGÊNIO GUIDIN: ESTE NOVO LIBERAL ERA MOFADO DE VELHO E MENTIROSO, DIZIA QUE SÓ TOMAVA VINHO, O QUE SE FOSSE VERDADE, NÃO TERIA NOS DADO O DESPRAZER DE SUA COMPANHIA ATÉ AOS 102 ANOS. A MAIOR MENTIRA E QUE DEMONSTRA QUE ELE JÁ ERA VELHO ASSIM EM 1953, ERA DE QUE O BRASIL SÓ SERVIA PARA CARPIR CAFÉ, E ESTA NOTINHA NO "O GLOBO" DIZENDO O QUE ELE TERIA DITO SOBRE O 13o SALÁRIO.. ELE É DESDENHADAMENTE DENOMINADO POR PHA OU PELA GEÓRGIA, COMO PROFESSOR GUIDINHO, DADO À SUA INTENÇÃO DE TRANSFORMAR O BRASIL NUMA "HACIENDA" DOS U.SA. COMO NÃO PODERIA SER UMA EXCESSÃO DOS VIRA-LATAS, ELE ERA UDENISTA!(GRIFO MEU PTREMDAS13E13)
A UDN É ISTO AÍ, ESTA TCHURMA DA OPOSIÇÃO, DA IMPRENSA  CORRUPTA, GOLPISTA, ENFIM , O PSDBDEM, PCPFL,  



Uma notinha, na seção “Há 50 anos” do jornal O Globo, que não escapou ao ao olhar atentíssimo do amigo Ápio Gomes, mostra com,o não há nada de novo na cantilena de que os direitos sociais dos trabalhadores inviabilizam a competitividade das empresas brasileiras.

Há 50 anos, portanto, o Congresso aprovava e o presidente trabalhista João Goulart sancionava um benefício que se incorporou á vida brasileira e não provocou nenhum “desastre” como previa Eugênio Gudin, então a fina flor do reacionarismo econômico de então.

Como os que arranjaram a cobertura dos militares para derrubar Jango do Ministério do Trabalho, em 1953, por defender a elevação do salário mínimo, esta gente acha, há muito mais do que 50 anos, que o problema da economia é mesmo o trabalhador.

Se bobear, até a Princesa Isabel entra na lista dos “populistas”.

GRIFO MEU PTREMDAS13E13: E DEPOIS ELES NÃO ENTENDEM POR QUE O NUNCA DANTES E A JK DE SAIAS DÃO DE 10 X 0 NA UDN , NA IMPRENSALONA E NOS GOLPISTAS.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

RENATO RABELO:EIS QUE VOS FALA UM SOCIALISTA!

SOCIALISTA DE "CULHONES". 

Renato Rabelo: a revolução é obra de milhões


Em sua intervenção final no seminário PCdoB 90 anos: história, legado, lições e alternativa socialista, o presidente nacional do PCdoB tira lições de nove décadas para a construção e a ação de um partido atualizado e capaz de enfrentar as contradições contemporâneas.

Por José Carlos Ruy, da Redação do Vermelho


As comemorações dos 90 anos do Partido Comunista do Brasil promovidas pela direção nacional foram encerradas em ponto alto no sábado (21) em São Paulo com a última etapa do seminário PCdoB 90m anos: história, legado, lições e alternativa socialista, iniciado na sexta-feira (20) com uma programação que envolveu, na parte da manhã, a exposição das condições contemporâneas da luta pela construção do socialismo na China, Vietnã, Cuba e Venezuela e, à tarde, pela exposição, pelo presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, sobre as Lições dos 90 anos de lutas do PCdoB (veja aqui).




Considerando o seminário como “pleno de êxito”, Renato Rebelo dedicou-se a fazer uma avaliação, de caráter teórico e analítico, das conquistas acumuladas nestes 90 anos de existência continua do Partido Comunista do Brasil, e dos desafios da luta pelo socialismo na atualidade. “Qual o novo período histórico que nós vivemos e qual o Partido necessário, viável, para - neste período histórico - alcançar novas conquistas na luta pelo socialismo”.

Para ser mais preciso, na “nova luta pelo socialismo”, como Renato Rebelo vem insistindo já a algum tempo. Ele parte de um diagnóstico circunstanciado da situação que o movimento comunista vive, no mundo, nestes duas décadas posteriores à derrocada do socialismo na União Soviética e no Leste Europeu.


 Aquela foi uma derrota estratégica, insiste ele. Mas a fase pior está passando, afirma. A fase mais aguda daquela derrota vai dando lugar, diz, a um novo período histórico, “abrindo possibilidades ao acúmulo revolucionário”.

Novo período histórico que pode ser caracterizado pelo aprofundamento da crise do capitalismo que o mundo vive nestes anos; pela mudança gradativa que ocorre a nível do poder mundial; no Brasil, pelo novo ciclo histórico aberto com a eleição de Luís Inácio Lula da Silva em 2002 e as mudanças iniciadas no quadro político, econômico e social no país; na América Latina, pela integração soberana e autônoma que o continente vive, principalmente na América do Sul, e pelas mudanças que indicam o fortalecimento da soberania continental face ao poderio do imperialismo dos EUA.

O mundo vive hoje condições de mudanças históricas de grande envergadura.. Há um grande acúmulo na base material moderna, disse, que leva a humanidade ao limiar de novas situações. É um desenvolvimento que se traduz no acúmulo de forças produtivas que só poderão ser liberadas com a superação no modo de produção capitalista. 



Deste ponto de vista, em sua explanação, Renato Rebelo identifica uma situação de contradição entre as novas forças produtivas e as relações de produção que só poderá ser resolvida, em benefício do conjunto da humanidade, num novo sistema que supere as limitações impostas pelo capitalismo. Cita, como exemplo, a conquista de uma nova base energética com potencial de superar a predominante atualmente, com base no petróleo e nos combustíveis sólidos.

 E conclui: o modo de produção está, do ponto de vista objetivo, superado historicamente, embora ainda prevaleça em virtude das condições subjetivas moldadas pela política e pela ideologia burguesa que persistem e dominam. Trata-se de uma nova situação que coloca os povos e as nações diante de uma encruzilhada de rumos, e o que prevalecerá depende da luta ideológica e política cujo centro é a definição de uma nova alternativa necessária e viável capaz de superar o sistema capitalista.

Nesta situação, pensa o dirigente comunista, ou surgem novas formas de ação política capazes de impulsionar as forças sociais e políticas interessadas na mudança revolucionária, ou o sistema capitalista pode ainda prevalecer por um longo período histórico marcado por outras crises e pela barbárie. E cita, entre a busca de novas alternativas, os exemplos das nações - como China, Vietnã, Cuba e, agora, Venezuela - que mantém a perspectiva socialista.

No Brasil, disse, o PCdoB procurou elaborar seu programa - que resultou das propostas formuladas anteriormente -, o Programa aprovado pelo 12º Congresso do Partido, em 2009, onde aponta a alternativa a ser seguida na nova luta pelo socialismo nas condições contemporâneas do Brasil. É um programa, disse, que veio exatamente para atender às perspectivas, tendências e desafios contemporâneos. Ali, o PCdoB propõe um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento que se apresenta como o caminho ao objetivo estratégico, a conquista da abertura da transição ao socialismo



]
. Este será o terceiro salto civilizacional da história nacional. Os dois anteriores foram representados pela conquista da independência, pelo fim da escravidão, pela passagem à República e, o segundo, pela revolução de 1930 que aprofundou as condições de industrialização e desenvolvimento moderno do país.


 E, acentua, a conquista deste terceiro salto civilizatório não será possível nos marcos do capitalismo, mas implica na abertura da transição para um sistema superior, o socialismo.

Neste sentido, o PCdoB - como portador deste programa mais avançado e como instrumento de organização da vanguarda do povo para enfrentar os novos desafios e alcançar novas conquistas - é imprescindível para este novo tempo e a nova luta pelo socialismo. Para enfrentar estas tarefas é necessário um partido de pensamento avançado e revolucionário, com uma tática combativa, ampla e flexível.




Assim, Renato Rabelo referiu-se aos guias básicos para forjar este novo Partido, a partir do balanço da experiência de 90 anos, e ancorado nela. Guias descritas e apresentadas de forma aprofundada no documento PCdoB: 90 anos em defesa do Brasil, da democracia e do socialismo, aprovado pelo Comitê Central do Partido em 1º de Abril de 2012 e lançado em livro durante o seminário realizado neste fim de semana.




Sucintamente, as guias se referem à luta incessante pela existência de um partido comunista de feição e prática revolucionária - contemporâneo, forte, independente e influente, como garantia para as vitórias; ao desenvolvimento e enriquecimento teórico e ideológico - baseado na ciência social mais avançada, o marxismo, e construído na prática social, como condição essencial para a definição de uma política justa e coerente, de um programa e prática de alcance revolucionário; à garantia da relação dialética e intrínseca entre a formação do Partido, da sua direção, e a conquista das massas trabalhadoras e populares, intervindo nos grandes acontecimentos políticos, como modo determinante para o Partido cumprir sua tarefa revolucionária; um Partido capaz de cumprir sua missão revolucionária deve ser forjado em firme unidade de ação baseada em uma política justa, comprovada no curso dos acontecimentos políticos, e elaborada no aprofundamento do método democrático e participativo, no estímulo à criatividade e à livre expressão das opiniões individuais, na atividade prática mobilizadora, sob a condução de um único centro dirigente; finalmente, na convicção de quem constrói o reúne os meios e as condições para montar e organizar o Partido são seus quadros e, uma vez definida a linha política, eles se tornam fator decisivo para a aplicação das decisões assumidas. 












A síntese destas nove décadas de existência do Partido Comunista do Brasil, concluiu Renato Rabelo, pode ser resumida no reconhecimento de que, com um rumo nítido, com a bandeira da revolução e do socialismo, é preciso ousar seguir um caminho próprio, combativo, amplo e criativo, que responda aos novos fenômenos, porque a revolução é obra de milhões de seres humanos.


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

16 DE DEZEMBRO. 35 ANOS DA CHACINA DA LAPA, CRIME EFETUADO POR MILICOS ASSASSINOS.

DO SÍTIO:  VERMELHO

O ato, realizado nos 35 anos da chacina, pretende trazer à tona o contexto em que as mortes aconteceram e a importância da luta dos comunistas no processo de redemocratização no Brasil.

Entre os convidados estão Haroldo Lima e Aldo Arantes, dirigentes do Comitê Central do PCdoB que, na ocasião, foram presos pelas forças de repressão. Ambos foram soltos apenas com a Anistia, em 1979.

A homenagem é uma iniciativa do vereador Jamil Murad (PCdoB) e da Fundação Maurício Grabois e acontece a partir das 19h no salão nobre da Câmara (Viaduto Jacareí, 100 – 8º andar – Bela Vista).

Chacina da Lapa: democracia custou muitas vidas

No dia 16 de dezembro de 1976, três dirigentes do PCdoB – Ângelo Arroyo, João Batista Drummond e Pedro Pomar – foram assassinados por agentes da repressão em uma casa na Lapa, São Paulo, onde acontecia reunião da direção nacional da legenda comunista.

Outros dirigentes foram presos e torturados. Este acontecimento revela o ódio da ditadura contra um partido que resistiu ao golpe de 1964 e que, mesmo na clandestinidade, conseguiu combater o regime ao lutar por liberdade, democracia e pelo socialismo.

A Chacina da Lapa – cujo objetivo era aniquilar a direção do Partido Comunista do Brasil – representa o fato de a democracia ter renascido, em 1985, às custas de muitas lutas e de muitas vidas. Simboliza também a presença constante dos comunistas na jornada de amplos setores progressistas que, ao longo da história, lutam por uma república efetivamente democrática.

"Num momento em que o Brasil vive uma fase próspera, de melhoria das condições de vida de seus cidadãos, de desenvolvimento e de maior democracia e justiça social e institui a tão almejada Comissão da Verdade, é um dever histórico com as novas gerações recordar aqueles que deram sua contribuição, muitas vezes a própria vida, para termos um país melhor para todos", diz o convite para o ato que resgata um episódio importante da história e homenageia a memória de heróis da luta democrática e revolucionária.

Com informações da assessoria de Jamil Murad

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

VEJA, PEPINOS E ELEIÇÕES. ARGENTINA. QUE INVEJA!!!!

ELA SERÁ REELEITA SEM A INFÂMIA QUE DILMA ENFRENTOU.

O PAI DESTE EMPRESÁRIO OUVIU DO MINISTRO DE PERON: SENHOR VICTOR, O SENHOR TEM 48 HORAS PARA DEIXAR A ARGENTINA.

BRIZOLA PERGUNTAVA: QUANTOS PASSAPORTES OS CIVITTA TEM?

E O PEPINO?

E O QUE QUE TEM O PEPINO COM ESTA HISTÓRIA? EU NÃO SEI. MAS ESTE PESSOAL AQUI DIZEM QUE SABE:


"O jornalista que tinha um ?pepino? a resolver

O redator-chefe de Veja é outro protagonista de casos escabrosos. Depressivo crônico, tem fixação doentia pelo tema solidão. Vítima de impulsos suicidas, julga-se inferior e não devidamente reconhecido. Parte de sua conduta patológica gerou um livro interessante e revelador: o Antinarciso. Certa manhã, a secretária de Veja recebeu um telefonema insólito de Sabino, que estava num hotel fubango no centro de São Paulo. A dedicada funcionária teve de se desdobrar para encontrar um proctologista do hospital Albert Einstein. Foram três horas de angústia até que o especialista chegasse ao quarto 62. Quem quiser, pode checar. Mais uma eternidade até que o enorme pepino pudesse ser extraído do reto do jornalista."

ALGUÉM PODERIA ME INFORMAR QUEM DIABOS É ESTE REDATOR CHEFE?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A VEJA QUER O GOLPE. ¡NO PASARAN!

IZIDORA DOLORES IBÁRRURI GOMEZ, A LA PASIONARA.




O QUE ELE DIZ: FALE UMA MENTIRA MIL VEZES E VERDADE TORNARAR-SE!
"GOELBBELS".


ABRIL. APOIADORA OFICIAL PARA MÍDIA GOLPISTA IMPRESSA. EXPLICA AS ACUSAÇÕES CONTRA ORLANDO SILVA, OU NÃO?




sexta-feira, 5 de agosto de 2011

RAUL ENSINA COMO VIRAR PORCALISTA!





ESTE TUCANO GRAFT ZEPELLIN, FOI CHEFE DE PORCALISTAS NA REDE, EM 2010.






COMO “VIRAR” JORNALISTA? 

Raul Longo* 

Alguma vez já pensou em ser jornalista? Quem é que não? Nos últimos anos todo cidadão com acesso à Internet se tornou um formador de opinião. Não são poucos os que acorrem a distribuir aos seus correspondentes qualquer absurdo que abaixe nas suas caixas de correio eletrônico.

Você mesmo(a)! Ou vai negar que postou fotos do interior de um luxuoso avião das arábias com diversos detalhes foliados a ouro, jurando de pé junto ser o “aerolula”? Pois você mesmo, fazendo pose de escandalizado, há poucos dias também distribuiu acusação ao mesmo presidente (agora ex) por ter aceitado a oferta de carona em avião de deputado corrupto.

Não dá para saber se o voo foram os 30 minutos mais confortáveis da vida de Lula, mas e o avião que, segundo você, os brasileiros compraram para ele?

Apedeuto (ou “apedeuta” como você prefere), Lula se esqueceu de comprar apartamento com pista de pouso e voltou a morar no mesmo do ABC paulista que já possuía antes de ocupar o cargo. Talvez só por isso deixou o avião de herança para a Dilma e seus vindouros sucessores.

Ou será que aquele plano de perpetuidade de poder descoberto pela CIA e que você distribuiu para seus correspondentes provando a intenção de Lula se tornar um ditador, foi adiado para quando, então, Lula retomará o avião foliado a ouro que deixou guardado no hangar da Presidência?

Da fazenda do filho do Lula, você distribuiu até fotos, está lembrado(a)? E deu trabalho para o dono da fazenda, um dos maiores criadores e exportadores de gado Nelore do Brasil, para desmentir a história que prejudicou os negócios do homem. Ele teve de noticiar que a fazenda nunca esteve à venda e sequer recebeu proposta de compra de ninguém.

Outra sua foi aquela distribuição de fotos de coletores de ovos de tartarugas no Rio Solimões. Você distribuiu pra todo mundo, demonstrando que os órgãos federais são displicentes com o meio ambiente, mas não percebeu a evidência de que o ambiente das fotos é uma praia de mar assim como a tartaruga é marinha e não existe na Amazônia. Só depois se descobriu que quem iniciou a distribuição das fotos produzidas na Costa Rica, foi o portal do Deputado Raul Jungmann, chefe do INCRA do governo FHC. Fez você acreditar que o mar do Caribe é o Rio Solimões e rapidinho você repassou a mesma conversa fiada em seus correspondentes.

Aliás, você se especializou em distribuir mensagens de problemas ocorridos nos tempos de FHC, atribuindo-os ao Lula. Foi o caso do empresário de São Leopoldo que você considerou herói e santo porque a Revista Exame, da Editora Abril, publicou uma reclamação do homem contra a Previdência. 

Você tentou convencer seus correspondentes de que Silvanio Geremias estaria reclamando do governo Lula, mas não reparou num detalhe: a matéria da Exame com a reclamação do “bom” empresário foi publicada em 1996, em pleno governo FHC.

O chato é que você tanto elogiou o Geremias, falou tão bem do empresário de São Leopoldo, e o pilantra foi condenado por desvio milionário de dinheiro para o exterior.

Ou seja, nesse seu jornalismo amador pela internet, nos últimos anos realmente você conseguiu formar uma opinião entre seus correspondentes. Mas muito mais uma opinião a seu próprio respeito do que sobre este ou aquele governo.

Dos governos, entre seus correspondentes, talvez tenha se levantado uma dúvida, pois quando um grupo de políticos precisa de pessoas como você para espalhar tantas mentiras mal contadas, claro que levanta suspeitas. Já de você por certo seus correspondentes não tenham nenhuma suspeita ou desconfiança, mas sem dúvida puderam formar uma certeza.

Já que você gosta de usar seu computador e a internet para brincar de jornalista, preste atenção nestas matérias que são uma aula para tornar o que você distribui um pouco mais convincente do que aquelas mentiras encabeçadas com frases “essa é pra distribuir para todos”, “é pra espalhar pelo ventilador”, “todo brasileiro precisa saber”, e outras estímulos para os trouxas. Aprenda a usar o photoshop e vire um jornalista igualzinho aos do jornal Folha de São Paulo, da revista Veja, ou até, quem sabe, possa fazer especialização em jornalismo de hipóteses como o da TV Globo.

Você e seu computador têm um grande futuro pela frente.



*Raul Longo

Nascido em 1951 na cidade de São Paulo, atuou como redator publicitário e jornalista nas seguintes capitais brasileiras: São Paulo, Salvador, Recife, Campo Grande e Rio de Janeiro, também realizando eventos culturais e sociais como a “Mostra de Arte Sulmatogrossense”, (Circulo Cultural Miguel de Cervantes/SP), “Mostra de Arte Latinoamericana” (Centro Cultural Vergueiro/SP) e o Seminário Indigenista (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul/CG). Premiado em concursos literários nacionais promovidos pelo Unibanco, Rede Globo e Editora Abril; pelo Circulo Cultural Miguel de Cervantes; e pelo governo do Estado do Paraná. Publicou Filhos de Olorum – Contos e cantos de candomblé pela Cooeditora de Curitiba, e poemas escritos durante estada no Chile: A cabeça de Pinochet, pela Editora Metrópolis de São Paulo. Obteve montagem de duas obras teatrais: Samba/Jazz of Gafifa, no teatro Glauce Rocha da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, em Campo Grande; e Graças &; glórias nacionais, no Centro Cultural Vergueiro, em São Paulo.


Atualmente reside em Florianópolis, Santa Catarina.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

MAURO SANTAYANA: OS ASSALTANTES DA CONSCIÊNCIA!

ROBERTO MARIN..., DIGO RUPERT MURDOCH.

A MANIPULAÇÃO: TRANSFORMAR UMA NOTÍCIA BOA EM RUIM.

OS MANIPULADORES.

MAURO SANTAYANA... PENSAR QUE FOI UM DOS FUNDADORES DO DIÁRIO DO RIO DOCE, HEIN?

BERNAYS, TUDO COMEÇOU COM ELE.


Os assaltantes da consciência


Mauro Santayana

Muitos cometemos o engano de  atribuir a Goebbels a idéia da  manipulação das massas pela propaganda política. Antes que o ministro de Hitler cunhasse expressões fortes, como Deutschland, erwacht!, Edward Bernays começava a construir a sua excitante teoria sobre o tema.


Bernays, nascido em Viena, trazia a forte influência de Freud: era seu duplo sobrinho. Sua mãe foi irmã do pai da psicanálise, e seu pai, irmão da mulher do grande cientista. Na realidade, Bernays teve poucas relações pessoais com o tio. Com um ano de idade transferiu-se de Viena para Nova Iorque, acompanhando seus pais judeus. Depois de ter feito um curso de agronomia, dedicou-se muito cedo a uma profissão que inventou, a de Relações Públicas, expressão que considerava mais apropriada do que “propaganda”.  Combinando os estudos do tio sobre a mente e os estudos de Gustave Le Bon e outros, sobre a psicologia das massas, Bernays desenvolveu  sua teoria sobre a necessidade de manipular as massas, na sociedade industrial que florescia nos Estados Unidos e no mundo.  O texto que se segue é ilustrativo de sua conclusão:


“ A consciente e inteligente manipulação dos hábitos e das opiniões das massas é um importante elemento na sociedade democrática.

 Os que manipulam esse mecanismo oculto da sociedade constituem um governo invisível,  o verdadeiro poder dirigente de nosso país. Nós somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugeridas amplamente por homens dos quais nunca ouvimos falar.

 Este é o resultado lógico de como a nossa “sociedade democrática” é organizada. Vasto número de seres humanos deve cooperar, desta maneira acomodada, se eles têm que conviver em sociedade. Em quase todos os atos de nossa vida diária, seja na esfera política ou nos negócios, em nossa conduta social ou em nosso pensamento ético,  somos dominados por um relativamente pequeno número de pessoas. Elas entendem os processos mentais e os modelos das massas. E são essas pessoas que puxam os cordões com os quais controlam a mente pública”.

Bernays entendeu que essa manipulação só é possível mediante os meios de comunicação. Ao abrir a  primeira agência de comunicação em Nova Iorque, em 1913 – aos 22 anos – ele tratou de convencer os homens de negócios que o controle do mercado e o prestígio das empresas estavam “nas notícias”, e não nos anúncios. Foi assim que inventou o famoso press release. Coube-lhe também criar “eventos”, que se tornariam notícias. Patrocinou uma parada em Nova Iorque na qual, pela primeira vez, mulheres eram vistas fumando. Contratou dezenas de jovens bonitas, que desfilaram com suas longas piteiras – e abriu o mercado do cigarro para o consumo feminino. Dele também foi a idéia de que, no cinema, o cigarro tivesse, como teve, presença permanente – e criou a “merchandising”. É provável que ele mesmo nunca tenha fumado – morreu aos 103 anos, em 1995.


A prevalência dos interesses comerciais nos jornais e, em seguida, nos meios eletrônicos, tornou-se comum, depois de Bernays, que se dedicou também à propaganda política. Foi consultor de Woodrow Wilson, na Primeira Guerra Mundial, e de Roosevelt, durante o “New Deal”. É difícil que Goebbels não tivesse conhecido seus trabalhos.


A técnica de manipulação das massas é simples, sobretudo quando se conhecem os mecanismos da mente, os famosos instintos de manada, aos quais também ele e outros teóricos se referem. O “instinto de manada” foi manipulado magistralmente pelos nazistas e, também ali, a serviço do capitalismo. Krupp e  Schacht tiveram tanta importância quanto Hitler. Mas, se sem Hitler poderia ter havido o nazismo, o sistema seria impensável sem Goebbels. E Goebbels, ao que tudo indica, valeu-se de Bernays, Le Bon e outros da mesma época e de idéias similares.


A propósito do “instinto de manada” vale a pena lembrar a definição do fascismo por Ortega y Gasset: um rebanho de ovelhas acovardadas, juntas umas às outras pêlo com pêlo, vigiadas por cães e submissas ao cajado do pastor. Essa manipulação das massas é o mais forte instrumento de dominação dos povos pelas oligarquias financeiras. Ela anestesia as pessoas – mediante a alienação – ao invadir a mente de cada uma delas, com os produtos tóxicos do entretenimento dirigido e  das comunicações deformadas.

 É o que  ocorre, com a demonização dos imigrantes “extracomunitários” nos países europeus, mas, sobretudo, dos procedentes dos países islâmicos. Acossados  pela crise econômica, nada melhor do que encontrar um “bode expiatório”- como foram os judeus para Hitler, depois da derrota na Primeira Guerra -  e, desesperadamente, organizar nova cruzada para a definitiva conquista da energia que se encontra sob as areias do Oriente Médio.

Se essa conquista se fizer, há outras no horizonte, como a dos metais dos Andes e dos imensos recursos amazônicos. Não nos esqueçamos da “missão divina” de que se atribuía Bush para a invasão do Iraque – aprovada com entusiasmo pelo Congresso.


É preciso envenenar a mente dos homens, como envenenada foi a inteligência do assassino de Oslo – e desmoralizar, tanto quanto possível, as instituições do Estado Democrático – sempre a serviço dos donos do dinheiro.

 Quem conhece os jornais e as emissoras de televisão de Murdoch sabem que não há melhor exemplo de prática das idéias de Bernays e Goebbels do que a sua imensa empresa.

São esses mesmos instrumentos manipuladores que construíram o Partido Republicano americano e hoje incitam seus membros a impedir a taxação dos ricos para resolver o problema do endividamento do país, trazido pelas guerras, e a exigir os cortes nos gastos sociais, como os da saúde e da educação.

 Essa mesma manipulação produziu Quisling, o traidor norueguês a serviço de Hitler durante a guerra, e agora partejou o matador de Oslo.