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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Maria da Conceição Tavares: "O alvo não é o Mantega; é 2014"

Este quarteto inominável, está se lixando para a economia e o povo. Eles querem é a chave do cofre em 2014.



 
"A revista Economist sabe, e se não sabe deveria saber o que está acontecendo no mundo; a revista Economist, suponho, enxerga o que se passa na Europa; sobretudo, não é cega a ponto de não ver o que salta aos olhos em sua própria casa". (Leia nesta pág.a reportagem de Marcelo Justo sobre a Economist,direto de Londres). 


" A economia inglesa despenca de cabo a rabo atrelada ao que há de mais regressivo no receituário ortodoxo, numa escalada pró-cíclica de fazer medo ao abismo. Então que motivações ela teria para criticar o Brasil com a audácia de pedir a cabeça do ministro da economia de um governo que se notabiliza por não incorrer nas trapalhadas que estão levando o mundo à breca?"

"O coro contra o Mantega não me convence. Nem nas suas alegações, nem nos seus protagonistas, nem na sua batuta".

" Não acredito nessa geração espontânea nas páginas da Economist,por mais que isso combine com o seu conservadorismo. Não acredito que a motivação seja econômica e não acredito que o alvo seja o Mantega".

"Pela afinação do coro vejo mais como algo plantado daqui para lá; o alvo é 2014 e o objetivo é fortalecer o mineiro (NR Aécio Neves)".

"A mim não me enganam. Ah, quer dizer então que o Brasil vive uma crise de confiança, por isso os empresários não investem? Sei..."

" O investimento está retraído no planeta Terra, nos dois hemisférios do globo. Bem, a isso se dá o nome de crise sistêmica. É disso que se trata. Hoje e desde 2008; e, infelizmente, por mais um tempo o qual ninguém sabe até quando irá, mas não é coisa para amanhã ou depois, isso é certo. Então não existe horizonte sistemico de longo prazo e sem isso o dinheiro foge de compromissos que o imobilizem. Fica ancorado em liquidez e segurança, em papéis de governo ricos, em especial (paga para se abrigar nos papéis alemães,por exemplo, recebendo em troca menos que a inflação)".

"Não é fácil você compensar em um país aquilo que o neoliberalismo esfarelou e pisoteou nos quatro cantos do globo. Por isso não se investe nem aqui, nem na China ou nos EUA do Obama. E porque também mitos setores estão com capacidade ociosa --no mundo, repito, no mundo".

"A política monetária sozinha não compensa isso, da mesma forma que o consumo não alarga o horizonte a ponto de estender o longo prazo requerido pelo capital. Então do que essa gente está falando?"

" Alguns deles certamente conseguem compreender o que estou dizendo. Estes, por certo não fazem a crítica que eu faria, se fosse o caso de fazer alguma. A meu ver o Brasil tem que ser ainda mais destemido na redução do superávit primário --e nisso Mantega está sendo até excessivamente fiscalista, para o meu gosto".



"Mas com certeza a malta que pede a sua cabeça não pensa assim. Também não pensa, como eu penso, que o governo deve ir mais depressa no investimento estatal, fazer das tripas coração no PAC , porque é daí, do investimento público robustecido que pode irradir a energia capaz de destravar a inversão privada". 



"Mas não. A coisa toda cheira eleitoral. A economia internacional não vai crescer muito em 2013. O Brasil deve ficar acima da média. Mas, claro,nenhum desempenho radiante e eles sabem disso".



" Então imaginam ter encontrado a brecha para fincar o pé de palanque do mineiro. E começam a disparar para atingir Dilma".



"Agora pergunte o que eles propõem ao Brasil. Pergunte.E depois confira onde querem chegar olhando as estatísticas de emprego, investimento e as sondagens quanto a confiança dos empresários em Portugal, na Inglaterra, Espanha.


Ora, façam-me o favor". (Excertos da conversa de Maria da Conceição Tavares com Carta Maior; 09/12/2012)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Recordar é sofrer. O tartufo do FHC, anuncia em 1998 que vai ao FMI de pires na mão pela 3a vez, o país passa a ser governado pelo FMI e a imprensa corrupta diz que Lula seguiu a política deste safo.



Tartufo. Entregou o Brasil, para que fosse governado pelo FMI no seu segundo mandato, que foi comprado com uma reeleição a R$ 200.000,00 para deputados do baixo clero.


O FMI cortou todos os investimentos, em hospitais, escolas, universidades, programas assistenciais, e sem falar que este tartufo não deixou uma só obra que levassse cimento e tijolo.

Depois os cínicos da IDMB(Imprensa da Ditadura Militar Brasileira), vem repetindo o cantochão de que o governo Lula/Dilma, deu seguimento à política da  Longa Noite da Agonia Neo liberal, que este tartufo impôs ao povo brasileiro.

Não por acaso a presidenta recorreu agora a políticas Keynesuanistas e anuncia um mega pacote de 133 bi em infra Estrutura que este tartufo, nunca cogitou em fazê-lo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Dilma recorre a Keynes, faz Um mega pacote e manda os urubólogos para o inferno.

Dilma Keynesianista, manda os urubus para o inferno. 



O mundo quase parando; Dilma reage com pacote para acelerar a infra-estrutura:

iniciativa vem somar-se a desonerações de folha e cortes em tarifa elétrica num esforço para contrastar o novo degrau da crise mundial:
anemia norte-americana se realimenta do naufrágio europeu** 50% da zona do euro está em recessão**
Ásia desacelera; Japão parou**

arma do Brasil é o mercado de massa**pacote quer vitaminá-lo com incentivos e obras que mobilizem o investimento produtivo.

CARTAMAIOR 15.08.2012




sexta-feira, 20 de julho de 2012

DA DESGRAÇA QUE O BRASIL SE LIVROU. NOS ANOS 90, A UDN/PSDB, TINHA UM IDEÓLOGO NEOLIBERAL, UM TAL DE MELCHIOR, A RESPOSTA AO QUE ELE PREGAVA VEM DA ESPANHA.

José maria Melchior, o ideólogo liberal de Collor, da UDN e do PSDB, no início dos anos 90. Quem continuou a implantar o que estes palhaços liberais pregavam colhem suas tempestades. Vide a Espanha. No Brasil nos livramos destes udenistas, este morreu em 91 não foi preciso cassá-lo nas urnas, ele foi antes de fazermos a reforma anti liberal através do voto.



Ninguém aguenta mais: a Espanha vai às ruas .


Mais de 100 mil pessoas ocuparam a praça do Sol, em Madrid, na noite desta 5ª feira. Protestos tomaram outras 80 cidades da Espanha. As centrais sindicais exigem um plebiscito para definir o futuro da sociedade e da economia. As manifestações explodiram no mesmo dia em que o Congresso -dominado pela direita do PP - aprovou o novo pacote de arrocho ditado pela cúpula do euro à Madrid.

 O governo conservador de Mariano Rajoy já não comanda; o Palpacio de la Moncloa está sob intervenção direta dos homens de negro de Bruxelas que impõem medidas, fiscalizam políticas e fuçam as contas do Estado.

Em troca de empréstimos para salvar os bancos, cuja primeira parcela de 30 bi foi liberada esta semana, o Eurogrupo determinou cortes adicionais da ordem de 65 bi no fragilizado tecido social espanhol.

 O pacote sancionado nesta 5ª feira impõe perdas salariais aos funcionários públicos, eleva impostos e retalha adicionalmente orçamentos essenciais e restringe o auxílio desemprego em meio a um quadro de reduçao epidêmica de vagas.

Bombeiros aplaudiam manifestantes nas ruas de algumas cidades nesta 5ª feira --os homens do fogo também foram atingidos pelo incêndio neoliberal em que se transformou a Espanha.

O sacrifício é visto como inútil até pelos economistas conservadores: a Espanha já quebrou. Ao alimentar a recessão com mais arrocho o governo sabota sua própria capacidade de obter
receita e pagar contas.


 Os capitais sabem e fogem do país; mais de 200 bilhões de euros saíram este ano da Espanha: é o dobro do volume que Bruxelas acena emprestar para salvar os bancos.

A conta não fecha. Investidores preferem guardar o
dinheiro na Alemanha, e receber juro negativo, do que financiar o governo desastrado da direita espanhola, que lhes paga taxas recordes insustentáveis de 7%.


A derrocada espanhola é a síntese de dois momentos do ciclo neoliberal: a omissão estatal no ciclo de alta, feito de supremacia das bolhas de crédito e desregulamentação especulativa; e a ausência de soberania estatal agora, no colapso do modelo, quando a finança submete toda a sociedade à opressão para salvar-se.

O que as ruas de Madrid estão dizendo, finalmente, é que os espanhóis querem o Estado de volta para defendê-los; não para dilapidá-los com aguilhões e espetos da impunidade rentista. Trata-se de uma agenda universal.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

FODAM-SE! A roda da lusitana gira. Deputada espanhola a desempregados: Que se jodan! Eis a tragédia de que o Brasil se livrou: O neoliberalismo da UDN/PSDB.

MNEIROS DA MARCHA NEGRA AVISARAM: VOLTAREMOS COM DINAMITE.

Deputada fascista. Filha de peixe, peixe é. Que se Fodam, grita eufórica aos desempregados.






Funcionários públicos pediram a cabeça de Mariano Rajoy neste domingo, nas ruas de Madrid. O premiê espanhol pertence ao Partido Popular, uma espécie de Demos no poder, vitaminado pelo neoliberalismo tucano e, como estes, obcecado pelas 'reformas'. Herdeiro do franquismo, o PP exuda um conservadorismo político visceral, caramelado de ranço religioso opressivo.



Buñuel entendia dessa estirpe que vive seu fastígio político como braço executivo das 'reformas' tão acalentadas pelo elitismo em outras plagas também. A cepa de origem exibe perfeita aderência à natureza extremada das medidas requeridas para equacionar o colapso neoliberal sem afrontar os seus próprios termos.



A diferença agora é que sobra menos espaço para formalidades, digamos assim, quando se trata de tirar em espécie do tecido social para proceder a uma plástica na face do credo e no balanço dos credores. O cirurgião desse tipo de empreitada não pode hesitar. Mas o PP vai além da frieza.



Na 4ª feira da semana passada a face catatônica do impenetrável premiê Rajoy recitava aos deputados do Congresso a lista de sacrifícios adicionais determinados pelo Eurogrupo.



A intervenção de Bruxelas no Estado espanhol visa impor à 4ª economia da UE o mais dramático arrocho da história do ciclo democrático, pós Franco: 65 bilhões de euros serão extirpados da população, via impostos, mais cortes sociais e menos gastos públicos( incluindo-se cortes salariais).





Em troca, os homens de preto enviados por Bruxelas vão liberar um primeiro socorro de 30 bilhões de euros para salvar a banca espanhola. A desastrada aposta no arrocho para equilibrar as contas fiscais, como se sabe, agrava a recessão e, no saldo líquido, reduz receitas mesmo com aumento de impostos, o que torna a economia incapaz de gerar recursos próprios para se reerguer, tudo apontando para uma nova escalada de demissões.





No caso espanhol, significa engordar um explosivo contingente de 5,5 milhões de desempregados, a mais alta taxa de desemprego da UE, que atinge 50% no caso dos juventude espanhola.



No instante em que Rajoy anunciava, paradoxalmente, uma redução no incentivo às contratações e outra no auxílio desemprego, na 4ª feira --'para fomentar a procura ativa por trabalho'-- uma deputada de seu partido, Andrea Fabra, não conteve o júbilo pela dupla punição e esgoelou diante das câmeras: "Que se jodan", enquanto os companheiros do PP aplaudiam.


A catarse de Andrea Fabra faz furor na Espanha. Mas tem um antídoto tocante, na linguagem e no caráter.

O anti-Andrea é um vídeo (ver abaixo)sobre a resistência extremada às reformas, protagonizada pela comovente espiral de resistência dos mineiros das Astúrias. Custa acreditar, mas isso está acontecendo na Europa nesse momento, na polarização gerada pela desordem neoliberal.



SAUL LEBON NO BLOG DAS FRASES



sexta-feira, 29 de junho de 2012

A sensatez está à esquerda.





A SENSATEZ ESTÁ À ESQUERDA

A escassa disponibilidade de tempo, lógica e bom senso para evitar o pior levou Paul Krugman, um moderado, ao ponto de apelar para o instrumento de um manifesto global de economistas, no qual adverte:


 "Como resultado de suas ideias erradas, muitos políticos ocidentais estão impondo sofrimento em massa aos seus povos.


 Mas as ideias que eles defendem para lidar com as recessões foram rechaçadas por quase todos os economistas depois dos desastres de 1930.


É trágico..."




O gesto de Krugman indica que não há mais tempo , nem espaço, para qualquer solenidade na crise. Nesse momento, a Espanha --secundada pela Itália-- implora, esse é o termo, aos gerentes do euro,em Bruxelas, por uma linha de recursos para salvar seus bancos, sem que isso signifique o funeral do Estado, imolado em endividamento insustentável.


A lógica da ortodoxia que alimenta a grande de depressão do século XXI, retruca seu mantra: 'Se os bancos necessitam socorro, a sociedade pagará por eles'. Será longa e áspera a noite do século XXI, avisam autoridades do centro à periferia.


 A crise se espalhou. Sombras ofuscam a China, invadem o Brasil.


 Dos Brics ricocheteiam de volta à UE, sangrando empregos e exportações.


Onde está a sensatez? A sensatez está à esquerda, expressa, por exemplo, no enunciado simples e reto do Syriza -- 'Se não crescermos, não pagaremos".


 Mas a sensatez é demonizada pelo terrorismo ortodoxo, o mesmo que levou à vitória dos yes men em 17 de junho,na Grécia.


No dia seguinte, lá estavam os mercados usando a conquista de Atenas para devorar Madrid, até o osso; condição na qual Rajoy se apresenta agora aos pés de Bruxelas.


 O descarnado suplicando ao açougueiro, que chance ele tem?


(Carta Maior; 6ª feira/29/06/2012)


Governo da Dilmais se precavem da crise europeia. Que sorte o Brasil ter se livrado do Cerra.






 
Quarta-feira, 27 de junho de 2012





Os efeitos da crise europeia estão se espalhando pelo mundo todo, esfriando a economia e cortando empregos em países como a Espanha. Para evitar que os problemas internacionais atinjam o Brasil, a presidenta Dilma Rousseff anunciou uma série de medidas para aumentar os investimentos na produção e manter a criação de empregos no Brasil – que ainda gera muitos postos de trabalho.

O programa foi batizado de PAC Equipamentos. Além de estimular a economia, com o aumento da participação do governo nas compras e queda na taxa de juros, a iniciativa vai combater a seca e beneficiar escolas por meio da compra de ônibus e mobiliários.

A primeira medida é o aumento de R$ 6,6 bilhões nas compras governamentais já em 2012. No total, serão R$ 8,4 bilhões gastos no PAC Equipamentos. Assim, as empresas brasileiras podem investir porque terão mais um mercado para sua produção. O governo vai dar preferência a quem produzir no Brasil na hora de fazer a licitação de compras oficiais.

A segunda iniciativa foi baixar de 6% para 5,5% ao ano a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada para empréstimos às empresas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com isso, as empresas brasileiras terão crédito ainda mais barato para investir e tirar do papel seus projetos.

Vitória do meio ambiente – Na semana passada outra conquista brasileira foi comemorada pela presidenta Dilma Rousseff. O documento final na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi elogiado pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton. Segundo ela, a liderança brasileira permitiu que todos os países se reunissem para debater questões essenciais para todo o mundo.

“Esse documento é um ponto de partida, não de chegada. Não significa que os países não possam ter sua própria política. É um documento sobre o meio ambiente, desenvolvimento sustentável, biodiversidade, erradicação da pobreza. É necessário ter um ponto de partida. O que nós temos de exigir é que, a partir daí, as nações avancem”, afirmou a presidenta Dilma.

Saiba mais:

Dilma: Rio+20 é um ponto de partida

Dilma anuncia medidas para aumentar investimentos



OU SEJA, ENQUANTO OS URUBUS DO PIG PREGAM O CAOS O GOVERNO DILMA TRATA DE FORTALECER O MERCADO INTERNO  MANTENDO E CRIANDO EMPREGOS. ISTO NOS LEVA A PENSAR: COMO O BRASIL SE LIVROU DA DESGRAÇA,  AO LIVRAR-SE DO PADIM PADE SERRA E DA UDN/PSDB/DEMO.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Os liberais da direita arrebentaram com o Brasil até 31.12.de 2002.

Fernando henrique Cardoso e Roberto Marinho.


ELES QUASE DESTRUIRAM O BRASIL. É  ISTO AÍ QUE  ESTÁ ACONTECENDO NA EUROPA!
NO GOVERNO DESTES DOIS AÍ, O BRASIL SUBIU 3 VEZES AS ESCADAS DO PRÉDIO CINZENTO DO FMI, COM O PIRES NA MÃO!

Saul Leblon:



No plano internacional, esfarela-se o leque de referências econômicas que sustentaram a hegemonia do mercadismo tupiniquim. O tripé surrado feito de privatizações, Estado mínimo e supremacia das finanças desreguladas sobre a economia e a sociedade reduziu povos à condição de nações zumbis; destruiu o Estado do Bem-Estar Social; arrasta o mundo há quatro anos para uma espiral descendente igual ou pior que aquela produzida pela grande depressão dos anos 30.



Quem, hoje, em pleno controle de suas faculdades mentais apresentar-se-ia ao eleitor com a proposta de impingir ao Brasil um projeto anacrônico de laissez-faire como o que esmaga nações europeias, entregues a versões locais do programa demotucano?

A bandeira da moralidade, ademais, foi-lhes definitivamente subtraída pelo estouro da roleta tentacular da quadrilha Cachoeira.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Liberalismo. O Diabo sabe com quem faz pacto.

Adam Smith, o autor do livro  " A Riqueza das Nações". A base do capitalismo e  o pensamento dos liberais.

Tem pessoas que talvez pelo fato de não conhecer ou não sofrer com as causas catastróficas que o liberalismo causa, elogia, até admiram os liberais, que hoje, apartir de 1947 com a reunião da MPS( sociedade Mont ´Pèlerin) uma reunião que  participaram os corneteiros do capitalismo e o liberallismo, hoje neo liberalismo, os economistas Hayeck, e Friedman, suas teorias espalham o que vocês lerão abaixo, no texto sobre a crise européia..

Foi baseados nestas teoria que Tatcher, depois Reagan, implantaram o "Estado Mínimo", para o povo, por que para a elite ele ficou maior ainda, já que ela surripiou, o patrimônio do povo  com suas Privatarias, como a do reinado das trevas de FHC.

Foi deste corolário político que o governo Lula/Dima, fugiu como o diabo foge da cruz, apesar do cantochão da mídia de que Lula deu  continuidade às políticas de FHC, uma infâmia.

Os seus biógrafos, escondem, mas o pai do liberalismo, Smith, era um teólogo, logo, podemos supor que "A  Mão Invisível" do mercado que tudo regula e se auto regula, só pode ser pela desgraça que vem causando ao mundo, a mão do diabo.

Santayana lembra em uma de suas crônicas  que o brilhante ex presidente da OAB. Raymundo Faoro, quando estudante de direito em Porto Alegre, vindo de Vacaria, RS, tentou, para fugir da fome, um pacto com o diabo. O diabo não deu-lhe ouvidos. O diabo sabe com quem faz  pacto.

Mas fez com os liberais da  UDN, que nós retiramos do comando desta nação em outubro de 2002, quando rejeitamos, solene e democraticamente, o candidato da UDN, José Serra, que nos levaria  a viver o que a europa vive hoje, dor, sofrimento e miséria.

O texto acima é de responsabilidade deste blog sujo, abaixo lerão uma reportagem que lhes darão uma noção mais explícita do que nos livramos, quando rejeitamos a UDN.

O artigo é de Eduardo Frebbo na CARTAMAIOR 

"Catástrofe liberal": crise arrasta Europa para a incerteza

O cientista político, economista e ex-deputado ecologista Alain Lipietz resume o momento pelo qual atravessa a Europa com duas palavras: “a catástrofe liberal”. As bolsas europeias voltaram a fechar com índices negativos, enquanto a Espanha, arrastada pelo redemoinho da especulação e dos cortes, acusa a Grécia de ser a responsável pela situação. A União Europeia considera cada vez mais a possibilidade de a Grécia abandonar a moeda única. O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Paris.



Paris - A história cruza suas espadas e faz papel picado da construção europeia tal como ela foi plasmada no modelo ultraliberal. No momento em que o socialista François Hollande se prepara para assumir a presidência da República da França, a Europa está espremida em uma grave crise enquanto os mercados seguem movendo os fios para não perder um centavo de seus já abismais lucros: a Grécia continua sem formar um governo que aceite submeter o povo à sangria da austeridade imposta pelos mesmos que foram cúmplices da derrocada. As bolsas europeias - Paris, Londres, Milão, Frankfurt, Atenas – voltaram a fechar com índices negativos, enquanto a Espanha, arrastada pelo redemoinho da especulação e dos cortes, acusa a Grécia de ser a responsável pela situação.








“A instabilidade política grega é o principal elemento de incerteza e é aí que devemos agir. Temos que tomar decisões”, disse em Bruxelas o ministro espanhol da Economia, Luis de Guindos. A União Europeia se divide em torno do irmão menor. Responsáveis da Comissão Europeia, ministros, analistas e meios de comunicação já contempla, sem se escandalizar, o futuro da Europa com a Grécia fora do euro. Os responsáveis europeus colocaram Atenas ante uma disjuntiva com final similar: morrer dentro do euro, ou morrer fora dele. O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que “se os acordos não são respeitados por um país, isso significa que não há condições para continuar com esse país”.









Na verdade, são os mercados que antecipam a hecatombe. Assustados pela eventualidade de um atraso ou de uma suspensão das ajudas financeiras prometidas a Atenas para que faça frente a seus vencimentos, os investidores se refugiam ali onde seus capitais estão a salvo, neste caso nos títulos alemães. A taxa de risco espanhola alcançou um máximo histórico ao mesmo tempo em que os títulos alemães, os Band, percorreram o caminho contrário: chegaram a seu piso mais baixo da história graças à corrida dos investidores para esse produto seguro. A crise grega se juntou com os desarranjos da banca espanhola oriundos de anos anteriores. O incêndio está chegando aos cofres dos bancos e se expande com as faíscas do passado.









A reforma bancária proposta pelo governo conservador de Mariano Rajoy obriga os bancos a aportar provisões de 30 bilhões de euros para sustentar as contas castigadas por empréstimos imobiliários de alto risco. Cinco dos principais bancos do país – Bankia, CaixaBank, Popular, Santander e BBVA – necessitam de 16 bilhões de euros para sanear-se. Os bancos espanhóis arrastam uma sombra de 238 bilhões de dólares de ativos imobiliários cujo valor é aleatório.



Como se isso não bastasse, o socialista François Hollande assume nesta terça-feira a presidência em pleno confronto com a Alemanha a propósito do manto de austeridade com o qual Berlim cobriu a Europa. O presidente francês se empenhou em renegociar o pacto fiscal adotado em março passado por 25 dos 27 países da União Europeia com a meta de superar a crise. Mas esse pacto implica severas políticas de austeridade e Hollande disse que a austeridade sem crescimento não faz sentido. O chefe de Estado francês quer renegociar o tratando incluindo medidas a favor do crescimento, algo que a Alemanha rejeita. No entanto, os analistas consideram que a força da crise grega obrigará Paris e Berlim a um consenso no momento em que a ideia da saída da Grécia do euro deixou de ser uma metáfora.









O tabu sobre a unidade em torno do euro foi reduzido a pedaços. A União Europeia considera cada vez mais a possibilidade de que a Grécia abandone a moeda única. O semanário britânico The Observer chegou até a publicar uma nota sobre “como a Grécia poderia deixar o Euro em cinco etapas difíceis”. Em Atenas, o chefe do partido de extrema-esquerda Syriza, negou-se a formar um governo com mandato para aplicar um programa que ele mesmo qualificou de “criminoso”. Sem governo na Grécia, a única alternativa seria realizar novas eleições daqui a um mês. Marcus Huber, membro da empresa de consultoria financeira ETX Capital, disse à imprensa que “essas eleições não só conduziriam a um novo rechaço das medidas de austeridade, como representariam um verdadeiro referendo sobre a permanência ou não do país na zona do euro”.







Antes impensável, essa eventualidade torna-se tangível e as capitais europeias já começaram a fazer contas. Na França, o governador do Banco da França, Christian Noyer, declarou que nenhum grupo financeiro, banco ou companhia de seguro atravessaria sérias dificuldades em caso de “um cenário extremo na Grécia”. O passivo da Grécia com os bancos franceses chega a 13 bilhões de euros.









Atenas deve cumprir com o plano de ajuste ou partir. O cenário de um erro sem a Grécia é menos otimista que as declarações oficiais. Se isso ocorrer, muitas empresas entrariam em situação de moratória. Segundo a agência de avaliação financeira Fitch, as repercussões da Grécia fora do Euro se fariam sentir nas notas de países como Itália e Espanha. De fato, a crise polifônica que atinge a Europa é consequência do dogma liberal: desmontar os Estados, impor a bota da austeridade e do rigor. Em termos de funcionamento, o dogma também criou desarranjos difíceis de corrigir: o Banco Central Europeu (BCE) não empresta dinheiro aos Estados, só aos bancos privados. Só o BCE tem o poder de desvalorizar o euro e unicamente o BCE e os bancos privados podem emitir moeda, não os Estados.



Por esta razão, a Grécia não pode nem desvalorizar nem criar moeda, nem obter dinheiro do Banco Central a uma taxa razoável. A universitária Sophia Mappa, pesquisadora no Laboratório de Investigações sobre a Governabilidade (Largotec) assinala que “a crise grega é o espelho dos limites do modelo liberal, não só econômico, mas também social”. O cientista político, economista e ex-deputado ecologista Alain Lipietz resume o momento pelo qual atravessa a Europa com duas palavras: “a catástrofe liberal”.


Nada retrata melhor sua análise do que as cifras do banco BBVA. No informe anual apresentado em abril passado pelo BBVA, ante a Comissão do Mercado de Valores dos Estados Unidos, o banco registrou: “A crise da dívida soberana na Europa se intensificou em agosto de 2011 e se contagiou com pressões de financiamento no setor financeiro. As tensões financeiras na Europa seguem em níveis superiores àquelas verificadas após a queda do Lehman Brothers em 2008”. Quatro anos depois da grande quebra do Lehman, a crise não fez outra coisa do que desenhar um redemoinho que arrasta povos inteiros ao desemprego, à pobreza e à incerteza.

Tradução: Katarina Peixoto




quinta-feira, 10 de maio de 2012

Governo de 1o mundo é isto aí, chama-se arrocho, neoliberalismo, fome e miséria.

Edifício se de do FMI, cujas escadas o ministro da economia de FHC subia sempre de pires
na mão.
JK pulou fora, FHC aderiu e a JK de saias, nem precisou passar perto. 

A rainha do 1o mundo, anuncia as "boas novas", tem gente da UDN que
aplaude.

do sítio da CARTAMAIOR

"Discurso da Rainha" anuncia mais arrocho e cortes na Inglaterra

O primeiro ministro David Cameron fez a rainha Elizabeth II girar ligeiramente à direita no “Queens Speech”, o tradicional discurso no qual sua majestade enumera o programa governamental que “seu” governo adotará no ano legislativo. A rainha anunciou a flexibilização do mercado de trabalho “que dê aos empresários mais confiança na hora de empregar”, redução da regulação para investimento privado e uma reforma das aposentadorias de servidores públicos.

Londres - Para a recessão nada melhor do que um pouco mais de arrocho e uma camada adicional de mão fechada. O primeiro ministro David Cameron fez a rainha Elizabeth II girar ligeiramente à direita no “Queens Speech”, o tradicional discurso no qual sua majestade enumera o programa governamental que “seu” governo adotará no ano legislativo.

Com a pompa clássica que cerca a ocasião e que põe em cena o pacto que o parlamento selou com a monarquia no século 17 pelo qual o “rei reina mas não governa”, a eleita Câmara dos Comuns deslocou-se para a não eleita Câmara dos Lordes onde a rainha Elizabeth II anunciou aos deputados as medidas que “seus” ministros adotariam. “A prioridade de meus ministros é reduzir o déficit, reestabelecer a estabilidade econômica e criar as condições que permitam a recuperação econômica”, leu a rainha.

A monarca, que vem lendo programas legislativos de governos conservadores e trabalhistas desde a década de 50, prometeu nesta oportunidade uma flexibilização do mercado de trabalho “que dê aos empresários mais confiança na hora de empregar pessoas”, uma redução da regulação para facilitar o investimento privado e uma reforma das aposentadorias de servidores públicos.

 Em termos da agenda favorita de governos em problemas, a Segurança (“Law and Order”), o governo de sua majestade impulsionará a criação de uma agência similar ao FBI para combater simultaneamente o crime organizado, o abuso sexual, a exploração infantil, os crimes cibernéticos e reforçar a segurança das fronteiras.

O problema do governo é que ele não ficou com muita margem para girar à direita. Nos dois primeiros anos a coalizão lançou uma gigantesca reforma do Estado que contempla a eliminação de 700 mil postos e a redução de 130 bilhões de dólares no gasto público, uma semiprivatização da educação universitária e uma profunda reestruturação do sistema de bem estar social, além de abrir as portas para uma futura privatização do sistema de saúde.

A margem para uma nova agenda radical diminuiu não só pela escassa margem de manobra, mas também pela dura derrota sofrida pela coalizão nas eleições municipais da semana passada e pelos novos ventos que sopram na Europa.

Uma medida do impacto que representou a eleição de François Hollande foi a aparição conjunta do primeiro ministro Cameron e de seu vice, o liberal-democrata Nick Clegg, em uma fábrica de tratores em Essex na terça-feira. Em uma tentativa de amparar-se na magia da linguagem, Cameron assinalou que não era o caso de falar de “austeridade” – uma palavra favorita do vocabulário triunfalista da coalizão nos primeiros dois anos de governo -, mas sim de “eficiência”.

Sem ficar vermelho, o primeiro ministro comparou o seu governo com o de Hollande. “Seu programa para reduzir o déficit não é muito diferente do nosso. É um mito pensar que no resto da Europa estão gastando muito mais do que nós. Todos temos que lidar com o déficit”, observou.

 A seu lado, como quem deixa claro que as licenças de linguagem não implicam uma mudança de rumo, Clegg destacou que eliminar o déficit estrutural levaria não cinco anos como prometeu o governo, mas “seis ou sete”, ou seja, mais além de 2015, data das próximas eleições.

Estas eleições já começam a ser sentidas nos planos governamentais. No Discurso da Rainha, o governo propôs uma reforma da Câmara dos Lordes para convertê-la em algo similar a um Senado. Esta medida, rejeitada pelo setor mais direitista dos conservadores, era essencial para assegurar o acordo com os liberal-democratas e a estabilidade da coalizão.

O governo deixou claro que essa reforma não era sua prioridade, mas que era necessária para democratizar o Reino Unido. “Acreditamos que o poder deve passar dos políticos em Westminster para o povo britânico, razão pela qual cumpriremos com a promessa de nosso programa de reformar a Câmara dos Lordes”, assinalou o governo no prefácio ao Discurso da Rainha.

A direita conservadora deixou claro que não estava de acordo com esta reforma e insinuou que se oporia a ela no parlamento.

 A oposição trabalhista assinalou que o Discurso da Rinha mostra que seu governo “não tem a mínima ideia de como solucionar os problemas que afetam os britânicos”.

 Os sindicatos de servidores públicos convocaram uma greve contra a reforma das aposentadorias e uma manifestação na qual participarão cerca de 20 mil policiais da Inglaterra e do País de Gales que consideram que os cortes apontam para uma privatização da polícia “com desastrosas consequências”.

Se acrescentarmos as revelações que poderão surgir nas sessões da Comissão Leveson, que investiga a relação entre o mundo político e os meios de comunicação, nesta quinta e sexta-feira, será possível prever que a “retomada” do governo logo após a derrota eleitoral da semana terá vida curta.

Tradução: Marco Aurélio Weissheimer







quarta-feira, 9 de maio de 2012

Jango sempre esteve certo: Que morra de sede o capital especulativo!

Jango. A JK de saias fará o que ele não teve tempo de fazer: Enquadrar o capital especulativo.

O artigo é do professor Emir Sader na CARTAMAIOR


Que morra de sede o capital especulativo.

Originalmente o capital financeiro era um apoio do capital produtivo. Os agricultores tomavam dinheiro emprestado para a colheita, depois devolviam uma parte dos seus ganhos para os emprestadores.

O neoliberalismo teve como sua bandeira central a desregulamentação, a partir do diagnóstico de que a economia tinha deixado de crescer porque haveria excessiva quantidade de normas, que dificultariam os investimentos. Por isso o programa neoliberal pode ser resumido em: desregulamentação, liberalização, para a livre circulação dos capitais. Supostamente os capitais investiriam mais e todos terminariam ganhando, com mais produção, mais emprego, etc.

Não foi o que aconteceu. Porque o capital não é feito para produzir, mas para acumular riqueza. A desregulamentação promoveu uma gigantesca transferência de capitais do setor produtivo ao setor especulativo, onde os capitais ganham muito mais, pagando menos impostos e com liquidez quase total. Esse fenômeno se deu em escala mundial, a ponto de que atualmente mais de 90% dos intercâmbios econômicos não são de produção de bens, mas de compra e venda de papeis, de especulação, que não produz nem bens, nem empregos.

O neoliberalismo promoveu assim a hegemonia do capital financeiro, sob sua forma especulativa. Não a de financiar investimentos produtivos ou pesquisas ou consumo, mas de viver e lucrar da venda e compra de papeis, em detrimento da produção e da geração de empregos.

O poder do capital financeiro, diante de Estados fragilizados pelas aberturas econômicas dos mercados internos, pela financeirizacao das economias, pela desregulamentação econômica, faz com que ele seja o agente fundamental das crises econômicas, que são detonadas como crises financeiras.

Em 2008, a crise atual começou como crise dos bancos. Estes foram salvos pelos Estados. Mas, ao invés de salvarem os países, eles se salvaram a si mesmos. No novo ciclo da mesma crise, iniciado em 2011, os bancos foram agentes da crise e desta vez quebram Estados.

No Brasil, a taxa de juros mais alta do mundo é um obstáculo fundamental para dar continuidade ao ciclo de expansão econômica, com as políticas sociais intrinsecamente vinculadas a ela. Ela atrai o capital especulativo internacional e nacional, com todas as consequências desestabilizadoras sobre nossa economia.

O governo brasileiro está comprometido com que os juros no Brasil cheguem ao nível internacional, deixando de atrair o pior capital para cá. Mas isso não basta, é preciso taxar de forma mais forte a circulação do capital financeiro.

Esse é um enfrentamento antineoliberal central: quebrar a hegemonia do capital especulativo no Brasil. Fazer com que o capital especulativo morra de sede.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

DIlma desarma o cantochão midiático de que o governo Lula seguiu a política econômica do nefasto FHC, o rentismo emparedado!

O vendilhão da pátria, não está satisfeito, com o progressismo de Dilma.

no sítio da CARTAMAIOR



UM DIA DE DESAGRAVO A VARGAS, JANGO E BRIZOLA
Em seu discurso de despedida do Senado, em dezembro de 1994, o presidente eleito Fernando Henrique Cardoso anunciou o fim da Era Vargas.

 Foi generosamente elogiado pelas corporações midiáticas, saudado pelos bancos, aplaudido pelo capital estrangeiro, incensado, enfim, pelo dinheiro grosso e seus áulicos de escrita fina. Era preciso sedimentar o estigma maniqueísta para legitimar o projeto conservador.

 Foi o que se fez e ainda se faz. Não escapa ao observador atento a entrevista 'oportuna' de FHC esta semana à Folha para advertir a Presidenta Dilma em corajosa ofensiva contra os bancos pela redução dos juros."Vá devagar, não se brinca (sic) com o mercado financeiro", protestou o tucano. É coerente.

 Pelos quase dez anos seguintes seu governo negociaria barato o patrimônio público construído, na verdade, por décadas de lutas de toda a sociedade brasileira. Inclua-se nesse moedor a Vale do Rio Doce, mas também algo de incomensurável  importância simbólica: a auto-estima da população, seu discernimento sobre quem tem o direito e a competência para comandar o destino de uma sociedade e do desenvolvimento.

 Entorpecida a golpes de tacape midiático,  essa consciência seria desqualificada para a entronização dos 'mercados desregulados' --sobretudo o capital especulativo que desmonta as referências e compromissos comartilhados do desenvolvimento-- como o portador autossuficiente do futuro, da eficiência e do que restaria como sentido à história. Esse tempo acabou e Dilma,ontem, fez do seu réquiem um desagravo à história da luta pelo desenvolvimento brasileiro

sexta-feira, 27 de abril de 2012

NEOLIBERALISMO TEM CHEIRO DE MOFO. GUIDIN É O PROFESSOR GUIDINHO!

EUGÊNIO GUIDIN: ESTE NOVO LIBERAL ERA MOFADO DE VELHO E MENTIROSO, DIZIA QUE SÓ TOMAVA VINHO, O QUE SE FOSSE VERDADE, NÃO TERIA NOS DADO O DESPRAZER DE SUA COMPANHIA ATÉ AOS 102 ANOS. A MAIOR MENTIRA E QUE DEMONSTRA QUE ELE JÁ ERA VELHO ASSIM EM 1953, ERA DE QUE O BRASIL SÓ SERVIA PARA CARPIR CAFÉ, E ESTA NOTINHA NO "O GLOBO" DIZENDO O QUE ELE TERIA DITO SOBRE O 13o SALÁRIO.. ELE É DESDENHADAMENTE DENOMINADO POR PHA OU PELA GEÓRGIA, COMO PROFESSOR GUIDINHO, DADO À SUA INTENÇÃO DE TRANSFORMAR O BRASIL NUMA "HACIENDA" DOS U.SA. COMO NÃO PODERIA SER UMA EXCESSÃO DOS VIRA-LATAS, ELE ERA UDENISTA!(GRIFO MEU PTREMDAS13E13)
A UDN É ISTO AÍ, ESTA TCHURMA DA OPOSIÇÃO, DA IMPRENSA  CORRUPTA, GOLPISTA, ENFIM , O PSDBDEM, PCPFL,  



Uma notinha, na seção “Há 50 anos” do jornal O Globo, que não escapou ao ao olhar atentíssimo do amigo Ápio Gomes, mostra com,o não há nada de novo na cantilena de que os direitos sociais dos trabalhadores inviabilizam a competitividade das empresas brasileiras.

Há 50 anos, portanto, o Congresso aprovava e o presidente trabalhista João Goulart sancionava um benefício que se incorporou á vida brasileira e não provocou nenhum “desastre” como previa Eugênio Gudin, então a fina flor do reacionarismo econômico de então.

Como os que arranjaram a cobertura dos militares para derrubar Jango do Ministério do Trabalho, em 1953, por defender a elevação do salário mínimo, esta gente acha, há muito mais do que 50 anos, que o problema da economia é mesmo o trabalhador.

Se bobear, até a Princesa Isabel entra na lista dos “populistas”.

GRIFO MEU PTREMDAS13E13: E DEPOIS ELES NÃO ENTENDEM POR QUE O NUNCA DANTES E A JK DE SAIAS DÃO DE 10 X 0 NA UDN , NA IMPRENSALONA E NOS GOLPISTAS.

terça-feira, 24 de abril de 2012

EURO NA HORA DA VERDADE: URNA X MERCADO!!!!!

SEDE DO EDIFÍCIO QUE OS TUCANOS SUBIRAM SUAS ESCADAS, 3 VEZES, DE PÍRES NAS MÃOS. O F.M.I


SAUL LEBLON BLOG DAS FRASES.

As Bolsas desabaram na Europa nesta 2ª feira, recuando ao menor nível dos últimos três meses. O mergulho generalizado foi mais fundo nos países periféricos, caso da Espanha, por exemplo, cujo BC admitiu que a economia encontra-se em recessão, mas não poupou a Itália (menos 3,8%) e recuou também expressivamente em Frankfurt (menos 3,4%).

Um dia depois do 1º turno na França, que apontou a vitória de François Hollande sobre Sarkozy, a inquietação nas Bolsas se fez acompanhar da disparada do risco país em diferentes nações do euro submetidas ao garrote da austeridade suicida.


Para financiar economias submetidos a uma espiral paralisante de arrocho fiscal, recessão e esfarelamento de receitas, com consequente agravamento do déficit público, os capitais exigiam nesta 2ª feira juros de um a quatro pontos acima do índice-base pago pelos títulos alemães.

O conjunto reflete o pressentimento rentista de que está chegando a hora da verdade para a agenda da austeridade ortodoxa.


 A vitória apertada de Hollande sobre o braço-direito de Angela Merkel não seria motivo suficiente para tanto. Ocorre que os mercados fizeram a leitura correta da surpreendente ascensão da extrema direita francesa que obteve o voto de quase 1/5 dos eleitores.

A candidata do Partido Nacional, Marine Le Pen, cresceu capturando o ressentimento popular contra um governo que franqueou a Nação aos impulsos ortodoxos irradiados de Berlim, sem que a genuflexão se refletisse em melhorias tangíveis, sobretudo nos cinturões periféricos. Por caminhos distintos e proposições diversas, a mensagem consagrada nas urnas francesas foi a de que um governo fraco, um Estado amordaçado pelos interditos das finanças e uma democracia ornamental --sem poderes para preservar direitos, a começar pelo direito ao emprego-- não responde às urgências postas por uma crise que se arrasta e, no caso do euro, se agrava desde 2008.

Com maior ou menor ênfase, diferindo nas respostas ao colapso, foi isso que disseram as campanhas de Hollande, de Marine e de Mélenchon (cuja votação aquém do previsto indica o voto útil antecipado em Hollande).


Trata-se de uma inflexão histórica: desde o início da crise, mais de uma dezena de países europeus trocaram parcial ou totalmente seus governantes. Na maioria das vezes em direção a lideranças e políticas ainda mais conservadoras. A derrota doo conservador Sarkozy sugere o esgotamento dessa receita.

A regulação estatal da economia está de volta à agenda do euro; os captais se agitam, mas a experiência endossa a travessia.


 Na Europa, a pequena Islândia fez tudo ao contrário do que recomenda o figurino ortodoxo, a começar pelo fato de que decidiu em plebiscito não sacrificar a sociedade para salvar bancos; está se saindo melhor do que a maltratada Espanha, ou o desastroso calvário imposto a gregos, italianos, portugueses etc.

No Brasil, da mesma forma, a vitória recente do governo Dilma sobre a banca, dobrando uma resistência terrorista à redução dos juros, só foi possível porque o país ainda dispõe de um setor financeiro estatal que responde por 44% do crédito na economia. Ao acionar essa alavanca poderosa cortando o custo de suas linhas de crédito em até 50%, o Estado brasileiro obrigou os bancos privados a ceder para não perder mercado.


A grande lição brasileira é que não adianta substituir as ferramentas de política econômica por agências reguladoras ornamentais, tão caras à cartilha neoliberal.

A regulação da economia capitalista deve estar inscrita diretamente na engrenagem do sistema econômico. Isso se faz com relevante presença estatal nos setores estratégicos -- o financeiro, por certo, em primeiro lugar. Mas não só.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

STEPHEN KANITZ, O GIGANTE TINHA ACORDADO, DILMA O PÔS PARA ANDAR!



DILMA DÁ UM NORTE FANAL AO BRASIL.



Stephen Kanitz: Em menos de 15 meses, Dilma implanta a sua tese

do blog de Stephen Kanitz


Em 2007 na Veja, defendi a Dilma no seu projeto de abaixar os juros que ninguém achava que era possível, até ontem.


“Ela precisará de todo o apoio dos engenheiros, administradores, contadores, advogados, médicos que querem ver o custo da “renda fixa” cair, obrigando os investidores a virar empreendedores e a assumir o risco da “renda variável”.
Ela já tem o meu total apoio, agora só falta o seu”.


Dilma baixou o Custo de Capital das empresas brasileiras para 2% ano, algo que noticiou.
“Se o estado paga 13% ao ano de “renda fixa” para “rolar” a sua dívida, nenhum projeto empresarial com retorno abaixo de 13%, 14% ou talvez até 19% será retirado das gavetas, devido ao risco do negócio.”


“Nenhum administrador ou empreendedor vai assumir o risco de quebrar, o risco de perder tudo, o risco de processos trabalhistas e de consumidores, se o estado oferece 13% ao ano, e sem risco.”


Em vez de discutir o que escrevi acima, todo mundo está discutindo que os Spreads dos Bancos continuam elevados, que a caderneta é a opção.


O que ninguém se deu conta é que temos agora R$ 1 trilhão de Órfãos dos Juros Nominais dos Economistas do Estado, que não mais receberão os polpudos juros que os permitiam fazer nada.
Com somente 2%, vão mudar de ideia.


Vão ter que agora fazer algo, vão ter que investir em fundos de ações, fundos de private equity, e concorrer com os Bancos.


Se os Bancos não quiserem reduzir os Spreads, os fundos de private equity irão emprestar no seu lugar, com muito mais cuidado, governância e ajuda administrativa. Bancos nem sabem mais fazer isto.


Escrevi outros posts sobre a Tese da Dilma, que agora valem a pena reler.
http://blog.kanitz.com.br/2010/11/a-tese-da-dilma-e-futuro-do-brasil.html
http://blog.kanitz.com.br/2010/11/a-tese-da-dilma-e-a-miriam-leit%C3%A3o-.html
http://blog.kanitz.com.br/2010/11/a-tese-da-dilma-ii.html
Nem eu, h

onestamente, acreditei que a Dilma seria tão rápida e que isto ocorreria somente em 2013 ou 2014.
Um ano antes do planejado, a reeleição da Dilma está praticamente garantida, se o que ocorreu ontem for noticiado.


Só falta os que querem ver este país crescer divulgarem o significado de tudo isto para o desenvolvimento das empresas brasileiras, algo que faltou fazer.

Se ninguém perceber que o que acaba de ocorrer, o que a Dilma disse há mais de 5 anos que faria, se ninguém perceber que tudo isto aconteceu e não aproveitar esta janela de oportunidade, se todo mundo ficar falando de caderneta de poupança como opção e ficar culpando os Bancos que no mundo inteiro estão morrendo de velhos, vamos novamente morrer na praia.


Divulguem isto, minha gente, a China fez isto em 1986. Estive lá e vi com meus olhos. Por isto, tenho a segurança de dizer o que estou dizendo agora. O Custo do Capital das Empresas é a variável crítica deste país, não o Dólar ou a Taxa de Câmbio.
Como só tenho 19.000 seguidores no Blog, sei que vamos morrer na praia, sei que vamos jogar mais um bilhete premiado, como tantas vezes fizemos. Não entendo porque tão poucos seguem um blog que realmente informa com antecedência o que vai acontecer neste país. Deve ser minha péssima redação.

Esta é a nossa última chance, acreditem em mim. Não desperdissem esta última oportunidade.