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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A "ZELITE" CORTARÁ OS PULSOS. PESSOAL DO ENEM (A MAIORIA POBRES) ESTUDARÃO NO EXTERIOR. QUE HORROR!



Dilma, entre Haddad (à esquerda) e Gleisi Hoffmann (à direita), vê o Ciência sem Fronteira como "um dos grandes programas do governo" (Foto: Roberto Stuckert Filho/Pr)



 
São Paulo – Em parceria dos ministérios da Educação e Ciência, Tecnologia e Inovação, a presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (13), em Brasília, edital com oportunidade de mais 100 mil bolsas de estudo no exterior dentro do Programa Ciência sem Fronteiras, lançado em julho e gerenciado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Cnpq). A iniciativa de enviar estudantes para aprendizado em outros países, segundo a presidenta, irá corrigir as diferenças sociais dar as mesmas oportunidades para todas as classes.

São 75 mil bolsas financiadas pelo governo e 25 mil obtidas em parceria com empresas, como Petrobras e Vale. "Considero um dos grandes programas do meu governo", disse Dilma, ao considerar que a questão é "essencial" para os brasileiros. A presidenta ressaltou que, apesar de o país ter várias riquezas naturais e uma agricultura produtiva, o Brasil irá precisar em breve de homens e mulheres capazes de produzir conhecimento. As áreas prioritárias das bolsas são das ciências básicas, como matemática, física, química e biologia, com ênfase nas engenharias. 

Durante a cerimônia, foram anunciados os primeiros 1,5 mil estudantes que já seguem para estudos nos Estados Unidos, em janeiro. No edital agora lançado, países como Reino Unido, Alemanha, França e Itália são opções. A partir de fevereiro do próximo ano, Holanda, Bélgica, Espanha, Portugal, Coreia, China e Japão entram no programa do governo. As bolsas - que podem ser de graduação, doutorado e pós-doutorado - poderão ser pleiteadas por alunos que obtiverem nota 600 no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Bom desempenho acadêmico e participação anterior em algum programa educacional público serão diferenciais, segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.  Porém, o domínio da língua estrangeira ainda é entrave. O governo prevê, dentro do programa, o estímulo do Capes às universidades federais para que ofereçam, gradualmente, cursos específicos básicos e intermediários de idiomas. De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, estes cursos preparatórios poderão ser ministrados nas férias.

Haddad, pré-candidato à prefeitura da cidade de São Paulo pelo PT, ressaltou o papel do Enem como "alavanca" para que o programa do governo não repita erros de iniciativas passadas, que, segundo ele, priorizava a elite para cursos de intercâmbio. "Nosso desenvolvimento depende da interação e parceria com os estudantes. Com o Enem, estamos conseguindo oferecer ao jovem brasileiro a oportunidade de que, em sua cidade, ele realize um exame nacional e se qualifique para participar de seleções como essas", comemorou

domingo, 25 de setembro de 2011

UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS. O QUE O PSDB QUER ACABAR.

OS NEOLIBERAIS, CERRA À FRENTE, IRIAM ACABAR COM A CHANCE DOS POBRES E VOLTAR À VELHA "MERITOCRACIA". AQUELA EM QUE NOS ESTACIONAMENTSOS DA FACULDADES PÚBLICAS, SÓ VÍAMOS CARRÕES IMPORTADOS.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FERNANDO HADDAD: GOVERNO LULA REVOLUCIONOU O ENSINO NO BRASIL.

FERNANDO HADDAD.

Sob o comando do presidente Lula, nós inauguramos uma prática que pode servir de modelo para a educação brasileira. Após sua reeleição em 2006, ele exigiu que formulássemos um plano para a gestão, o Plano de Desenvolvimento da Educação [PDE]. A lista de exigências era grande, envolvia a expansão e interiorização das universidades federais; a reorganização e a expansão da educação profissional federal, com a criação dos institutos técnicos; a criação do Ideb; a regulamentação do Fundeb [Fundo Nacional de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]; a regulamentação do piso nacional do magistério; a reformulação do financiamento estudantil; a consolidação da Universidade Aberta do Brasil [ensino superior à distância]; o incremento dos programas federais de apoio ao estudante, com mais investimentos em merenda escolar, livro didático e transporte escolar; e o próprio Bolsa Família, cuja condicionalidade [de frequência à escola dos filhos dos beneficiados] é atribuição do MEC. Tudo isso com uma inovação que merece registro: 100% dos reitores, governadores e prefeitos assinaram termo formal de compromisso com o MEC pactuando a perseguição das metas quantitativas e qualitativas traçadas pelo PDE.


Valor: Ainda assim a percepção de avanço na qualidade da educação é muito lenta. Por quê?


Haddad: Recebo essa crítica com muita humildade. É natural. Quando as metas do PDE foram anunciadas eram consideradas ousadas. Depois de cumpridas, alguns passaram a considerá-las tímidas. Agora, o avanço da educação brasileira está muito claro para os organismos internacionais que fazem estudos comparativos, como o Banco Mundial, a Unesco, a OCDE, a Unicef. Para eles o ritmo é notável, a ponto de servir de referência. No último Pisa [avaliação internacional da educação], por exemplo, o Brasil foi o terceiro país que mais avançou. Superamos a Argentina e reduzimos à metade a distância que nos separava do México, países com os quais podemos fazer comparações justas. Em termos de aumento de escolaridade superamos a China.



domingo, 31 de julho de 2011

DANIEL DINIZ:A REVOLUÇÃO NO CEFET, O QUE O GOVERNO LULA FEZ NAS UNIVERSIDADES. O GOVERNO DILMA SIGNIFICA A CONTINUIDADE DISTO AÍ.


E PENSAR QUE O SOCIÓLOGO METIDO A GARANHÃO, NÃO FUNDOU UMA SÓ UNIVERSIDADE!
O APAGÃO DELE NÃO FOI SÓ O ELÉTRICO. O ENSINO SUPERIOR BRASILEIRO PAGOU CARO POR TER TIDO ESTE TARTUFO MOR DO BRASIL, ESTE NEO LIBERAL DOS INFERNOS.



POIS É, NINGUÉM FOI BESTA DE ACREDITAR NAS PROMESSAS DO CERRA!


Por daniel diniz

Prezado Nassif,

assunto que tem me chamado muito a atenção é a insistência do Serra na questão do ensino técnico.

Sou professor de um Instituto Federal, antigo CEFET, e tenho acompanhado uma verdadeira revolução nessas escolas.

 Mas é revolução mesmo!

 São inúmeras as vagas abertas todos os anos para efetivação de professores, expansão impressionante do número de alunos, fundação de inúmeros campi novos, dinheiro para obras de infraestrutura (salas de aula, laboratórios, etc), verbas para pesquisa, a transformação dos centros em institutos (gerando aumento substancial do número de graduações tecnológicas e licenciaturas inclusive), melhoria salarial, perspectiva de crescimento tanto vertical como horizontal, reforço da assistência estudantil (com melhoria dos restaurantes universitários e com bolsas alimentação e trabalho para alunos necessitados).


No ensino superior, também, o quadro é impressionante. Dias atrás conheci o canteiro de obras da Universidade Federal os Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em Diamantina, e - sem exagero - fiquei boquiaberto... Parecia a construção de Brasília dada a quantidade e o tamanho dos prédios.

Um campus inteiro brotando do nada, no meio do interior do país. Tenho notícia de que isso se repete em várias universidades e inúmeras outras escolas técnicas.

Nossos alunos, além disso, dada a política de valorização profissional a que nós professores estamos submetidos nas escolas técnicas, contam com professores mestres e doutores nas mais diversas áreas do conhecimento, inclusive nas disciplinas básicas.

Um técnico em mineração que formamos hoje, por exemplo, em nosso campus, além de cursar as disciplinas técnicas com excelentes professores, possui aulas de filosofia, literatura, matemática, história, geografia, dentre outras, com doutores ou doutorandos formados pelas melhores universidades brasileiras, num quadro que tem se expandido rapidamente nos últimos anos e que tende a ser massificado em caso de continuação da política atual.


Então vem Serra dizer, diariamente, que vai investir em ensino técnico como se tivesse descoberto um grande filão, uma grande ausência do atual governo e como se não soubesse que a política do governo FHC para as escolas técnicas foi homicida: transferia para municipios e iniciativa privada tal modelo de ensino - algo tão furado que nem mesmo o governo de São Paulo, sob Serra, adotou.

Além disso, Serra parece realmente que não compreende que o filho das classes mais baixas e média baixa, e inclusive seus pais, não desejam que o filho se forme apenas um técnico e migre para o mercado de trabalho. Isso foi assim no passado. Hoje, nosso aluno sabe que sairá de nossa escola e migrará para a universidade pública.

Há cerca de um ano eu conversava com uma aluna nossa, excelente por sinal, que dizia que ao concluir o curso de mineração faria vestibular provavelmente para engenharia civil, pois seu pai era pedreiro e ela pensava que, formando-se na civil ela poderia, com ele, montar algum tipo de negócio em que aliasse seu conhecimento ao expertise do pai. Ela não falava isso como um sonho inatingível; antes, era uma realidade, uma opção dentre outras. Ela sabe que pode escolher pois há universidades por perto e há sua formação que é sólida, numa escola pública (e por isso, inclusive, é tão importante ter bons professores nas disciplinas básicas).


O que Serra finge não perceber é que muitos até sairão da escola técnica e migrarão diretamente para as empresas, mas isso será opcional e não destino único. O que não percebe, ou finge não notar, é que seu discurso sobre as escolas técnicas não cola entre professores, alunos, pais de alunos, vizinhos e familiares de alunos e professores da rede de ensino técnico e tecnológico no Brasil atualmente, sobretudo por que essas pessoas são muitas e estão espalhadas dada a capilaridade que somente no quadro atual se alcançou.

 Para quem discursa, então, o candidato do governo que entre 1995 e 2002 quase desmontou essa mesma rede que hoje diz querer expandir? Por que acreditar naquele que participou de um governo que quase não contratou professores e negou sistematicamente melhoria das condições salariais e de trabalho aos técnico-administrativos e professores da rede federal de ensino técnico e tecnológico e não naquela que representa o governo que não apenas salvou o modelo, como lhe deu estatuto legal (que não possuía), lhe dobrou o número de escolas e mudou, radicalmente, sua qualidade? Por fim, por que Serra fala indistintamente sobre isso sem que ninguém o questione ou duvide de suas boas intenções? 


sexta-feira, 29 de julho de 2011

LAEL VARELA DO DEM, (TINHA QUE SER) RECEBE VERBA ILEGALMENTE.

CARA EXXXPERTO, CERTO?

Deputado do DEM, que pôs próprio nome em negócio, recebeu por prova do Enem

Batizada com o nome do deputado do DEM de Minas Gerais, a empresa Lael Varella Educação e Cultura Ltda. recebeu dos cofres públicos R$ 76,2 mil desde 2003, de acordo com registros do Tesouro Nacional. Pagamentos como esses contrariam a Constituição, como sustenta a auditoria do TCU.A empresa Lael Varella administra a Faculdade de Minas, na região metropolitana de Belo Horizonte. Recebeu dinheiro da União, na maior parte das vezes, por ceder espaço para a realização de concursos públicos e provas do Enem.

Em recente decisão do TCU, os ministros consideraram que o artigo 54 da Constituição impede parlamentares - ou empresas das quais sejam donos, diretores ou sócios - de receber dinheiro da União. No final da tarde de ontem, Lael Varella informou que passará a empresa para o nome dos filhos e deixará a sociedade. Mais cedo, ele havia negado ser sócio da empresa ou ter recebido pagamentos da União.


sexta-feira, 15 de julho de 2011

A GRANDE META DESTE GOVERNO DA DILMAIS ESTÁ SENDO ESCONDIDA PELO PIG: O BRASIL SEM MISÉRIAS. DEVEMOS ANÚNCIÁ-LO A TODOS OS PULMÕES, POIS SE DEPENDER DA IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA ESTA META SERÁ BOICOTADA.

O PIG ESTÁ  BOICOTANDO A GRANDE META DA DILMAIS, O BRASIL SEM MISÉRIA.

Abaixo uma letra de Noite Ilustrada, para lembrar a esta elite preconceituosa e higienista, o que a miséria produz:





Não despreze o menor abandonado que quase esta batendo em seu portão.

É o retrato da necessidade pedindo a sociedade um simples pedaço de pão
.Filho,talvez,de um casal desajustado por isso não é culpado da cruel situação.
Mostre para ele o bom caminho,dê-lhe escola e carinho e verás o cidadão.

Porque com cassetete não tem jeito ele será um" mata sete" ou um madame satã(travesti, famosa criminosa dos anos 50, grifo meu ptremsdas13e13)

Não se deve maltratar uma criança,ela vive a esperança de um promissor amanhã.