Minha lista de blogs

Mostrando postagens com marcador OPOSIÇÃO SEM RUMO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OPOSIÇÃO SEM RUMO. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O JORNALISMO ONANISTA.



O  JORNALISMO ONANISTA

Tome-se uma melodia qualquer; durante cinco anos martele-se a letra e a música no consciente e no subconsciente da sociedade.

 Na TV repita-se sempre o título da canção, divulgue trechos com caras e bocas sugestivas.

 Debulhe-se os versos de forma intermitente nas colunas de jornalistas 'de prestígio'; durante cinco anos dê a eles a oportunidade de ecoar suas colunas nas emissoras de TV e nos noticiários das rádio pela manhã, à tarde e à noite; dissemine-se os bordões à exaustão ao longo desse período em artigos e entrevistas; dedique-se a eles dúzias de manchetes , capas e escaladas em telejornais.

 Finalmente, numa 5ª feira de agosto, (09-08) vá a campo e pergunte a 2.562 pessoas se elas conhecem a melodia e que opinião tem sobre os estribilhos massificados durante cinco anos.

No domingo seguinte (12-08) espete-se os resultados em manchetes impactantes': 73% da população tem a mesma opinião da mídia sobre a cantilena em questão.

 A saber, assegura o Datafolha: 73% dos brasileiros acham que os acusados do chamado 'mensalão' devem ser condenados à prisão.

 Ah, sim, a partir da 2ª feira, (13-08), acione-se a etapa seguinte; o mesmo dispositivo midiático põe-se a martelar o resultado da pesquisa como sendo 'a vontade da Nação'.

Sugere-se que não pode ser outro o discernimento da Suprema corte do país, sob risco de perder a 'credibilidade perante a opinião pública'.

 Dê a esse onanismo midiático o nome de liberdade de imprensa e classifique como chavista quem ousar arguí-lo.
 A  propósito, leia nesta pág. o artigo de Tarso Genro sobre o linchamento inédito em curso na democracia brasileira.

Editorial  CARTAMAIOR,  13.08.2012.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

COIMBRA: DILMA LEVA EM 2014. NÃO TEM BISPO DE GUARULHOS QUE ATRAPALHE, NEM COM PANFLETOS APÓCRIFOS.

MARCOS COIMBRA. É DILMA EM 2014.

Marcos Coimbra.

Hoje, o PT tem, portanto, dois muito bons candidatos à Presidência: Lula - não se precisa demonstrar - e Dilma. Qualquer um deles, se tivéssemos uma eleição agora, venceria (provavelmente com folga)

Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populimarcoscoimbra.df@dabr.com.br



 
Olhando para 2014
Enquanto se entretinham na contabilidade das crises nos ministérios e se ocupavam com as escaramuças entre os partidos da base governista, poucos analistas de nossa política perceberam algo que ocorreu em 2011. Trata-se, no entanto, de um fato de consequências mais relevantes que todos esses episódios somados.

Ao longo do ano, Dilma tornou-se uma candidata fortíssima a vencer a eleição em 2014 e a permanecer no cargo até 2018. Com isso, a repetir a performance de Lula e a completar um período de 16 anos de hegemonia petista à frente do governo federal.

A possibilidade sempre existiu. Desde quando foi aprovado o instituto da reeleição (não esquecendo que por iniciativa e intenso trabalho do PSDB e de Fernando Henrique Cardoso), foram raros os casos de ocupantes de cargos executivos — presidente, governador ou prefeito — que perderam a eleição de renovação do mandato.

São as exceções, governantes cuja gestão era considerada péssima ou que enfrentaram adversários notáveis. A regra é vencer, mesmo quando as administrações não enchem os olhos. Na dúvida entre o razoável, mas seguro, e o ótimo, porém incerto, a maioria das pessoas costuma preferir o conhecido. Sem contar que é comum a convicção de que quatro anos não são suficientes para pronunciar-se sobre o trabalho de alguém.

Dilma tinha o problema dos que venceram mais pelo prestígio de um patrono do que por seus próprios atributos. Sua vitória veio apesar de quase ninguém a conhecer e de não haver vínculos emocionais entre ela e o eleitor. Seu julgamento poderia, portanto, ser mais severo, e maior o risco de muitos se decepcionarem com ela.

Mas era a sucessora de Lula e se beneficiaria da aprovação das políticas que estavam em andamento e que permaneceriam. E seria, em 2014, a presidente em exercício.

Tudo considerado, era fácil imaginar que Dilma poderia, em tese, ser uma candidata com chance de vencer a reeleição. Salvo se seu governo fosse uma catástrofe.

Terminado 2011, o que vimos foi aumentar a avaliação positiva de seu trabalho. As pesquisas de dezembro e janeiro confirmaram o que se podia perceber desde o início do ano passado: uma tendência de melhoria dos índices de satisfação da população com o governo.

Ela atravessou o desgaste de uma série de problemas no ministério e no segundo escalão, atingidos por sucessivas denúncias, das quais algumas eram verdadeiras e exigiram providências. Enfrentou um ano de complicações crescentes na economia mundial, com reflexos relevantes no nosso desenvolvimento.

Foi aprovada pela vasta maioria da opinião pública e, de candidata potencialmente forte, tornou-se forte no sentido concreto.

É claro que é cedo e que muita água ainda vai correr por baixo da ponte até 2014. Mas é assim que ela começa o segundo ano de governo.

Hoje, o PT tem, portanto, dois muito bons candidatos à Presidência: Lula — não se precisa demonstrar — e Dilma. Qualquer um deles, se tivéssemos uma eleição agora, venceria (provavelmente com folga). E ambos têm idade (ele aos 66, ela aos 64) para disputar algumas mais nos próximos anos.

E as oposições?
Como mostram as pesquisas, só há dois nomes nacionais, de políticos que a maioria da população identifica: FHC e Serra. Nenhum, no entanto, em condições de disputar novas eleições: o primeiro diz que não deseja; o segundo não tem apoio sequer em seu estado e entre seus (ex-) amigos.
O mínimo que deveriam fazer era lançar, o quanto antes, seu candidato “óbvio”, como diz Fernando Henrique. Aécio precisa ser logo identificado como o rosto da oposição, o político que vai representar o “outro lado” em 2014.
Os próximos três anos são indispensáveis para alguém que apenas 20% da população conhece um pouco melhor. Talvez não resolvam, mas não podem ser desperdiçados.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

É DE CHORAR DE RIR A UDN É CONTRA O AUMENTO DO IPI DE CARRÕES IMPORTADOS. ELES ENTRARAM NA JUSTIÇA, PARA GARANTIR EMPREGOS NO EXTERIOR E DESEMPREGAR OS TRABALHADORES BRASILEIROS.

A TURMA DO CANSEI, GOSTA DE UNS MIMOS!
E AGORA AÉCIO, COMO EU VOU COMPRAR UMA LAND ROVER IGUAL A SUA, PERGUNTA O DEPUTADO UDENISTA MIRIM, AO DEPUTADO UDENISTA JUNIOR.




DEMos entram na Justiça contra mais empregos no Brasil, e defendem seus carrões importados

O DEMos ingressará na Justiça com uma ação contra o aumento de 30% no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) para carros importados, determinado pelo governo Dilma.

A medida tomada pelo governo foi para enfrentar a concorrência desleal estrangeira, garantindo empregos para metalúrgicos da indústria automobilística e de auto-peças nacionais.

Os senadores Demóstenes Torres (GO) e José Agripino Maia (RN), além do líder do partido na Câmara, deputado ACM Neto, alegam ajuste da alíquota "abusivo".

Abusivo para quem? Para os ricos que importam BMW's, Mercedes, Audi, Ferraris, Land Rover's?José Agripíno Maia (DEMos/RN)
declarou ao TSE em 2010 possuir um BMW modelo 645 Cabrio no valor de R$ 300 mil, e mais um Mercedes CL 500 no valor de R$ 330 mil.


Demóstenos Torres (DEMos/GO) declarou possuir um Captiva Sport no valor de R$ 102 mil (confira aqui). O carro é importado do México pela GM do Brasil.

ACM Neto diz ter um Honda e um Toyota (confira aqui). Não especificou os modelos, se são ou não importados. O Honda foi declarado com o valor de R$ 120 mil, e deve ser importado.
DO OS AMIGO DO PRESIDENTE LULA.



TUCANOS ENCHEM A CACHOLA DE SEI LAÁ O QUÊ, SURTAM E DIZEM QUE SUCESSO DE LULA DEVE-SE AO FHC. SERÁ QUE ESTES TUCANOS, ESTÃO FAZENDO O QUE FAZEM AQUELES INDIOS TUKANOS LÁ DO NORTE DO BRASIL?

SE ELE ESTIVER CHEGANDO DO LEBLON, ´TÁ DE RESSACA E NO FINAL DA MANGUAÇA. NÃO VALE A PENA LEVAR EM CONTA O QUE ELE ´TÁ FALANDO.

DEU NO BLOG DO BRIZOLA NETO: O TIJOLAÇO.

Tucanos geniais: sucesso de Lula foi obra de FHC!

Incrível, fantástico, extraordinário. Numa impressionante autocrítica sobre sua “obra”, o PSDB, segundo matéria de O Globo, acha que a principal razão de vir perdendo as eleições é ter escondido a figura de Fernando Henrique Cardoso.


Sim, porque isso permitiu que “o PT se apropriasse do que fizemos”, segundo o luminar – como foi mesmo que Lula o classificou? – Sérgio Guerra, que lamenta o fato de “durante dez anos” os tucanos não terem defendido o que fizeram.

Vejam como são bobinhos estes tucanos. Porque será que não defenderam o que fizeram, e duante dez anos?

Esqueceram-se? Não tiveram tempo? “O rapaz faltou”? O marqueteiro não se lembrou?

Sim, porque na genial avaliação feita pelo tucanato não entra o fato de que o esconderam porque ele era rejeitado pela imensa maioria da população.

 Ou o povo idolatra FHC, apóia o atoleiro em que ele manteve o Brasil, entusiasma-se com a privatização e a entrega do patrimônio público, etc…

O exemplo que usam é – “60% dos brasileiros atribuírem a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) aos petistas, esquecendo-se que eles votaram contra a proposta” –  é uma rematada tolice, até porque 60% dos brasileiros nem sequer ouviram falar na LRF.

Quem quiser conferir pode acessar aqui a pesquisa feita, ano passado, pela empresa Foco, por encomenda da Scola Superior de Administração Fazendária,  que mostra que só 39% das pessoas entrevistadas tinham ouvido falar na LRF em todo o Brasil.

A pesquisa está aqui, e você pode conferir na página 91.

Mas tomara que os tucanos acreditem mesmo no que estão dizendo e resolvam fazer de FHC o carro chefe de suas campanhas e o símbolo do que representam. Não ganham nunca mais uma eleição.

 CONSIDERAÇÕES MINHAS PTREMDAS13E13:

QUASQHUASQHUASQHUASQQUAQUAQUA!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

AÉCIO NEVER, ESCREVE UM ARTIGO CONTRA O GOVERNO COM UM MONTE DE NÚMEROS IDIOTAS, LÓGICO, DEVE ESTAR SOB O EFEITO DA MESMA SUBSTÂNCIA QUE O IMPEDIU DE DIRIRGIR UMA LAND ROVER DE R$ 340.000,00 NAS MADRUGADAS DO BAIXO LEBLON!

UM BALADEIRO QUE NÃO SABE O QUE DIZ A UM GUARDA DE TRÂNSITO,(Os homens mais sérios têm temporadas de vícios.”. jOÃO DO RIO)
 QUER DIZER ALGUMA COISA À NAÇÃO. 

ANTES DESTE PLAYBOY APRESENTAR UM ARRAZOADO DE NÚMEROS NEGATIVOS PARA O BRASIL EM QUE, ELES FORAM O QUE MAIS CONTRIBUIRAM PARA QUE ELES OCORRESSEM, ELE DEVERIA ESTAR DIZENDO É QUE O GOVERNO DELE NÃO CUMPRE A LEI E NÃO PAGA O PISO NACIONAL PARA OS PROFESSORES DE MINAS.

DEVERIA ESTAR FALANDO É SOBRE A SUA BRASILÂNDIA, UMA OBRA TOTALMENTE INÚTIL, QUE DESGRAÇOU COM A VIDA DE MILHARES DE SERVIDORES, QUE SERVIU MAIS PARA AJUDAR OS EMPREITEIROS AMIGOS DO QUE SERVIR AO ESTADO. DEVERIA ESTAR FALANDO QUE COMO ELE MESMO DISSE O BRASIL É A 7a ECONOMIA DO MUNDO. NA ÉPOCA QUE ELE ERA LÍDER DO GOVERNO DO ENTREGUISTA DO FHC ERA A 15a.

DEVERIA DIZER QUE O BRASIL NA ERA LULA DILMA  É O PAÍS QUE MAIS ATRAI INVESTIMENTOS NA ÁREA PRODUTIVA NO MUNDO.

DEVERIA DIZER QUE OS ENGENHEIROS DA EUROPA, USA, E ÁSIA, ESTÃO MUDANDO PARA O BRASIL DE MALA E CUIA, JÁ QUE O EMPREGO DE QUALIFICAÇÃO CIENTÍFICA ESTÁ AQUI NO BRASIL.

DEVERIA DIZER QUE AO FAZERMOS 14 UNIVERSIDADES, E AUMENTARMOS ATÉ O FINAL DE 2014, AS EXTENSÕES UNIVERSITÁRIAS PARA 293 CAMPIS, O BRASIL ESTÁ FAZENDO CONCURSOS PARA CIENTISTAS ESTRANGEIROS JÁ QUE NO MUNDO VELHO, POR SEGUIREM A POLÍTICA NEO LIBERAL DESTES TUCANOS ECONOMIA RODA PRESA, ELES FORAM À BRECA.
ABAIXO UM TEXTO TÍPICO DE QUE ENCHEU A CARA COM UMA GARRAFA DE UÍSQUE E OUTRAS COSITAS MÁS, SINTAM O TAMANHO DA BOBAGEM:


AÉCIO NEVES
Agenda do futuro

Assim como a média do mundo emergente, vamos crescer nas próximas décadas.
A maneira como vamos crescer é que fará toda a diferença.


Para haver desenvolvimento é preciso ampliar as oportunidades geradoras de renda, criar empregos de melhor qualidade( LEIA DELFIM E VEJA QUE O BRASILEIRO, JÁ MUDA DE PATAMAR E PROCURA EMPREGOS MELHORES, ESTE FATO O HIPÓCRITA ESCONDE, GRIFO MEU PTREMDAS 13) e incluir mais brasileiros nesse círculo virtuoso,( CÍRCULO VIRTUOSO, QUE FOI CRIADO POR LULA, AO ABANDONAR AS POLÍTICAS ECONÕMICAS DO GOVERNO DELE, GRIFO MEU) superando o modelo que nos faz refém de circunstâncias políticas que preservam feudos e interesses e perpetuam o atraso.( FEUDO É O QUE ELE TEM EM MINAS, INCLUSIVIE CALANDO A IMPRENSA ATRAVÉS DE $$$$$)
Todos os dias o governo nos apresenta números buscando nos tranquilizar de que estamos no caminho certo. Mas vale a pena nos debruçarmos também sobre indicadores que mostram como o Brasil é visto pelo mundo.( O BRASIL É VISTO PELO MUNDO COMO O LOCAL ONDE A ESQUERDA NÃO OPTOU PELAS POLÍTICAS DOS TUCANOS, O NEOLIBERALISMO, TEM ATÉ CARTAZ NO METRÔ DE PARIS).
Somos hoje a 7ª economia do planeta, com 41% dos moradores urbanos ainda sem acesso à rede de esgoto e com 43% dos domicílios inadequados para moradia, número que chega a 60% no Nordeste e a 72% no Norte.( ESTES NÚMEROS CAIRÃO DRASTICAMENTE, QUANDO O PAC III ESTIVER A PLENO VAPOR, ALIÁS O PAC QUE ELE DISSE QUE NÃO EXISTIA)
A OCDE indica apenas 11% dos brasileiros de 25 a 64 anos com diploma universitário.( E ELES NÃO CRIARAM UMA SÓ UNIVERSIDADE PARA MELHORAR ESTES ÍNDICES, O LULA CRIOU 14, E ESTE HIPÓCRITA SABE, QUE ESTES NÚMEROS SÃO DE PARTE DO GOVERNO DELE, GARANTO QUE JÁ MELHOROU E MUITO)
Perdemos três posições no indicador de negócios do Banco Mundial em apenas um ano.( UMA DAS MAIORES ESCOLAS DE NEGÓCIOS DO MUNDO A FUNDAÇÃO DOM CABRAL, QUE ESTÁ EM MINAS E ELE NÃO CONHECE, NÃO CORROBORA ESTES NÚMEROS) Saímos da 124ª para a 127ª classificação. No ranking geral de competitividade global do Fórum Econômico Mundial perdemos nove posições desde 2004. Somos o 10º mercado doméstico, mas o 111º em ambiente macro econômico e 114º na eficiência de mercado.( MAIS UMA BESTEIRA, O LULA CRIOU UM MERCADO INTERNO VIGOROSO QUE TIROU O BRASIL DA CRISE.E SE ESTES NÚMEROS FOSSEM VERDADES, PORQUE O BALADEIRO NÃO INFORMA QUE TEM 9 MONTADORAS QUERENDO MUDAR PARA O BRASIL DE MALA E CUIA?) Ocupamos o 105º lugar em qualidade das rodovias num ranking de 139 países.( RODOVIAS QUE AGORA NO GOVERNO LULA COMEÇAM A SEREM REESTRUTURADAS, ELE NÃO INFORMA QUE A TRANSOCEÂNICA ERA UM SONHO DE 1 SÉCULO, E ESTÁ TERMINANDO AGORA NO GOVERNO LULA, QUE A PONTE SOBRE O RIO NEGRO DE 4 KM DE ESTENSÃO, FOI UMA ESPERA DE 150 ANOS, E ELE QUANDO GOVERNO NÃO FEZ PATAVINA NENHUMA PARA QUE ELA FOSSE TERMINADA, FOI TERMINADA EM JUNHO DESTE ANO NO GOVERNO DILMA.
O Brasil da Copa do Mundo perdeu sete posições em dois anos no indicador de competitividade do turismo. Saímos da 45ª para a 52ª.
Como se vê, é preciso vencer uma extensa agenda de grandes tarefas. Precisamos de políticas públicas que construam pontes para negócios portadores de um futuro mais justo e sustentável.


Temos todas as condições para nos tornarmos o primeiro país desenvolvido com economia de baixo carbono, com ampla produção de energias renováveis e práticas industriais, comerciais e agrícolas competitivas e sustentáveis.


Viveremos nas próximas duas décadas com mais pessoas em idade produtiva, que se somam às terras férteis, ricas em água, minérios e incomparável biodiversidade. O salto do que somos para o que queremos ser demanda uma inédita capacidade coletiva de superação de entraves importantes, que têm aprisionado o país no plano das promessas irrealizadas.( OS ENTRAVES, GRAÇAS A DEUS , SE MANTIVERMOS VCS LONGE DO COFRE, SERÃO ELIMINADOS)


Diferente do simples crescimento econômico, desenvolvimento é consequência das escolhas que fazemos. E precisamos, cotidianamente, reafirmar as nossas por uma nação ética, mais justa, mais competitiva e sustentável.


É necessário que as ações governamentais sejam mais ousadas e capazes de criar um novo relacionamento com o setor produtivo e novos pactos com a sociedade.


POR FIM, AÉCIO NEVER, FAZ COMO O FHC, CALA A BOCA E PARA DE FALAR BOBAGENS.
ESPECIALIDADE DO "JENIO" AÉCIO NEVER, CAIR DO CAVALO.  

VOU REFRESCAR A CABEÇA DO GAROTO DO LEBLON COM NÚMEROS DESASTROSOS PARA O BRASIL E O POVO BRASILEIRO EM QUE ELE ESTAVA SE LIXANDO. 

ESTAVA MAIS PREOCUPADO ERA EM CRIAR OS ALICERÇES PARA LEVAR A  VIDA  DE BILIONÁRIO EM QUE VIVE HOJE.
SINTAM O TAMANHO DA DESGRAÇA:


Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;

- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;


- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;


- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;


- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;


- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;


- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;


- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%;

inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;

- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.










quarta-feira, 20 de julho de 2011

POR QUE A OPOSIÇÃO NÃO FALA DE ECONOMIA?

Á DIREITA MURUDOCH, DIGO, ROBERTO MARINHO COM O DITADOR.

O PSDB, o jornal O Globo e seus aliados estão indignados com a corrupção no Brasil. Querem que o povo saia às ruas. Mas o povo só costuma sair às ruas quando a economia vai mal. E, curiosamente, aqueles que querem que o povo saia às ruas, não querem falar de economia. Distração? Falta de ter o quê dizer?

Subitamente, setores da sociedade brasileira querem que o povo saia às ruas. É preciso qualificar esses “setores da sociedade brasileira”. São aqueles que foram apeados do poder político no início dos anos 2000 e que tiveram sua agenda política e econômica dilacerada pela realidade. A globalização econômica cantada em prosa e verso nos anos 1990 revelou-se um fracasso retumbante.

 A globalização financeira, a única que houve, afundou em uma crise dramática que drenou bilhões de dólares da economia real, conta que, agora, está sendo paga por quem costuma pagar essas lambanças: o povo trabalhador que vive da renda de seu trabalho.

Durante praticamente duas décadas, nos anos 80 e 90, a esmagadora maioria da imprensa no Brasil e no exterior repetiu os mesmos mantras: o Estado era uma instituição ineficiente e corrupta, era preciso privatizar a economia, desregulamentar, flexibilizar. A globalização levaria o mundo a um novo renascimento. Milhares de editoriais e colunas repetiram esse discurso em jornais, rádios, tvs e páginas da internet por todo o mundo. Tudo isso virou pó. Os gigantes da economia capitalista estão mergulhados em uma grave crise, a Europa, que já foi exemplo de Estado de Bem-Estar Social, corta direitos conquistados a duras penas após duas guerras mundiais. A principal experiência de integração regional, a União Europeia, anda para trás.

No Brasil, diante da total ausência de programa, de projeto, os representantes políticos e midiáticos deste modelo fracassado que levou a economia mundial para o atoleiro, voltam-se mais uma vez para o tema da corrupção.

Essa é uma história velhíssima na política brasileira.

Já foi usada várias vezes, contra diferentes governantes. Afinal de contas, os corruptos seguem agindo dentro e fora dos governos.

Aparentemente, por uma curiosa mágica, eles são apresentados sempre como um ser que habita exclusivamente a esfera pública. Quando algum corrupto privado aparece com algemas, costuma haver uma surda indignação contra os “excessos policiais”.
No último domingo, o jornal O Globo publicou uma reportagem para questionar por que os brasileiros não saem às ruas para protestar contra a corrupção (aliás, o MST respondeu à pergunta, mas não teve sua resposta publicada). O Globo sabe a resposta. Como costuma acontecer no Brasil e no resto do mundo, o povo só sai às ruas quando a economia vai mal, quando há elevadas taxas de desemprego, quando as prateleiras dos super mercados tornam-se território hostil, quando não há perspectiva para a juventude.

 Não há nada disso no Brasil de hoje. Há outros problemas, sérios, mas não estes. A violência, o tráfico de drogas, as filas na saúde, a falta de uma educação de melhor qualidade. É de causar perplexidade (só aparente, na verdade) que nada disso interesse à oposição.

 Quem está falando sobre isso são setores mais à esquerda do atual governo.


Comparando com o que acontece no resto do mundo, a economia brasileira vai bem. Não chegamos ao paraíso, obviamente. Longe disso. Há preocupações legítimas em nosso vale de lágrimas que deveriam ser levadas a sério pelo governo federal sobre a correção e pertinência da atual política cambial e de juros, apenas para citar um exemplo.

 O Brasil virou mais uma vez um paraíso para o capital especulativo e a supervalorização do real incentiva um processo de desindustrialização.

Curiosamente, essa não é a principal bandeira da oposição. Por que estão centrando fogo no tema da corrupção e não na ausência de mecanismos de controle de capitais, por exemplo?
 Por que não há editoriais irados e enfáticos contra a política do Banco Central e as posições defendidas pelos agentes do setor financeiro?
 Bem, as respostas são conhecidas. Os partidos políticos não são entidades abstratas descoladas da vida social das comunidades. Alguns até acabam pervertendo seus ideais de origem e se transformam em híbridos de difícil definição.

 Mas outros permanecem fiéis às suas origens e repetem seus discursos e estratégias, década após década.

Nos últimos dias, lideranças nacionais do PSDB e seus braços midiáticos vêm repetindo um mesmo slogan: o Brasil vive uma das mais graves crises de corrupção de sua história.

Parece ser uma tese com pouco futuro.

Tomando as denúncias de corrupção como critério, o processo de privatizações no período FHC é imbatível.

 Há problemas econômicos reais no horizonte. É curioso que isso não interesse à oposição.

 Afinal, é isso que, no final das contas, faz o povo sair às ruas. Sempre foi assim: a guerra, a fome, o desemprego. Esses são os combustíveis das revoluções.

A indigência intelectual e programática da oposição brasileira não consegue fazer algo além do que abrir a geladeira, pegar o feijão congelado meio embolorado da UDN, colocá-lo no forno e oferecê-lo à população como se fosse uma feijoada irrecusável.

 Mas no fundo não se trata de indigência. É falta de alternativa mesmo. Falta de ter o quê dizer. Não falta matéria-prima para uma oposição no Brasil, falta cérebro e, principalmente, compromisso com um projeto de país e seu povo.
O modelo político-econômico que hoje, no Brasil, abraça a corrupção como principal bandeira esteve no poder nas últimas décadas por toda a América Latina e foi varrido do mapa político do continente, com algumas exceções.

Seu ideário virou sinônimo de crise por todo o mundo. É preciso mudar de assunto mesmo.

A verdade, em muitos casos, pode ser insuportável, ou, simplesmente, inconveniente.
Marco Aurélio Weissheimer é editor-chefe da Carta Maior (correio eletrônico: gamarra@hotmail.com)




terça-feira, 5 de julho de 2011

O ENTREGUISTA CERRA DISSE QUE IRIA DAR O PRÉ-SAL PARA A CHEVRON EXPLORAR, ENTREGUISTA!!!

ESTE NEO LIBERAL QUERIA ENTREGAR O PRÉ SAL PARA OS GRINGOS!
SERIA A PETROBRAX QUE ESTAVA PARA SER PRIVATIZADA.

O PAPEL INDUTOR DE UMA ESTATAL.
OU, O QUE SE PERDERIA COM A PRIVATIZAÇÃO DO PRÉ-SAL
"...para cada dólar investido pela Petrobras, outro US$ 1,6 a US$ 2 são investidos na rede de fornecedores. Estatal investirá US$ 224 bilhões até 2014; significa que junto com seus fornecedores (os investimentos) nos próximos quatro anos serão da ordem de  US$ 624 bilhões e US$ 824 bilhões.

 "De janeiro a setembro, a Petrobras investiu, aproximadamente, R$ 2.370 por segundo;  hoje, sozinha, (ela responde por ) 10% da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) do país. Cada sistema de produção (plataformas etc) ...custa algo em torno de US$ 3 bilhões. Precisaremos de 40/41 sistemas desses.

 Para funcionar, cada um precisa, em média, de cinco barcos de apoio. Estamos falando, portanto, de 200 barcos de apoio de todo tipo Para produzir 4 milhões de barris, vamos precisar de muitos petroleiros para transportar tudo isso. ....em torno de 20 a 30 navios por dia . A nossa demanda está identificada em 3.200 componentes, atualizada trimestre a trimestre, até 2014. Quando entra um novo projeto, a demanda é atualizada. Por exemplo: o fornecedor de parafuso sextavado sabe que vamos precisar de 25 mil unidades para o terceiro trimestre de 2010.(...) oferecemos aos (fornecedores) pacotes grandes, com sete sondas, dez navios, 3 mil alternadores etc.

Com isso, aumentamos a escala e dizemos o seguinte ao fabricante: "O primeiro equipamento vai custar mais, tudo bem, mas o décimo tem que custar o mesmo preço do internacional. (...) temos hoje 670 termos de cooperação assinados para identificar qual é o estrangulamento daquele fornecedor específico (...) estamos investindo no aumento da capacidade da comunidade científica e tecnológica brasileira. Montamos 50 redes temáticas no país, envolvendo 70 universidades e centros de pesquisa (...)Estamos lançando também o programa Progredir, com cinco bancos brasileiros, em que o fornecedor do primeiro elo de relação com a Petrobras pode repassar para os seus fornecedores parte do contrato.

Com isso, amplia-se para os fornecedores dos fornecedores..."

 (José Sergio  Gabrielli; Valor 06-12)

DEUS EXISTE SIM. IMAGINEM SE ESTA GENTE DO PSDB/UDN GANHASSEM A ELEIÇÃO PRESIDENCIAL