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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A IMPRENSA BRASILEIRA SEMPRE TEVE UM VIÉS GOLPISTA. 54, 64, 92,2005,2006, 2007, 2010, 2011. OU SEJAM SEMPRE QUE FICAM FORA DO PODER.

OBSERVEM QUE NÃO FORAM GOLPISTAS DE 64 A 91 E DE 93 A 2002, QUANDO ESTAVAM NO PODER.
A morte de Getúlio Vargas e o jogo da imprensa.
Na manhã de 24 de agosto de 1954 um foguetório nos céus do Rio de Janeiro comemorava a deposição do Presidente Getúlio Vargas que segundo o noticiário da Rádio Tupi às 3:35 e Rádio Globo às 4:00, renunciara à Presidência da República.


Noticiário falso, induzido por uma fonte não identificada, seguramente um dos participantes da reunião do gabinete convocada pelo primeiro mandatário para discutir os rumos a tomar em função da crise deflagrada em 05 de agosto quando do atentado da Rua Toneleros contra o jornalista Carlos Lacerda.


A “barrigada” da imprensa radiofônica contribuiu para espalhar o boato da renuncia e estimular o júbilo popular, manifesto com a queima de foguetes às 6:30, segundo narrou o repórter Murilo Melo Filho na sua retrospectiva dos acontecimentos publicada na revista Manchete.

Não sei por que até hoje ninguém fez a ilação entre os fatos: as notícias falsas divulgadas pela imprensa, a repercussão dessas notícias com comemorações de júbilo e o suicídio do presidente ocorrido por volta das 8:00. Nos seus aposentos do Palácio do Catete o chefe da nação deve ter ouvido os foguetes e algum impacto teve nos seus ouvidos fragilizados, um estado de ânimo depressivo em função do desfecho da reunião ministerial que, contrariando sua vontade, insistira na tese da licença provisória.

Ou seja, a renúncia por um período indeterminado que se sabia, ou pressentia-se, não teria retorno. Ilações apenas, que, se em nada contribuem para explicar os fatos, também não devem ser descartadas. Afinal, foguetes são a representação festiva e ruidosa de um inconsciente coletivo.

Responsabilidades A questão que cabe aqui analisar é qual a responsabilidade das duas emissoras de rádio nesse processo? Levando em consideração que ambas desejavam dar exatamente a notícia da renúncia, proposta que tinha a inspiração na linha de frente da Tribuna da Imprensa, O Globo e Rádio Globo, TV e Rádio Tupi (unidos em torno dos interesses da CPI contra o jornal Última Hora em 1953) e como coadjuvantes Correio da Manhã, O Estado de São Paulo, Folha da Manhã e Diário Carioca.

A fonte que passou a noticia falsa, seguramente por telefone, às emissoras de rádio, agiu de má fé?

Segundo os historiadores Getulio deixou a reunião determinando que as forças armadas garantissem a ordem pública e, nesse caso, ele aceitava licenciar-se, ou do contrário os revoltosos encontrariam o seu cadáver no Palácio.

A fonte apostou na primeira opção que era exatamente o que a imprensa oposicionista queria e defendia em editoriais. Há de se considerar ainda que as noticias falsas divulgadas pelo rádio ocorreram num contexto de rígida censura.

Quem liberou? Teria sido o próprio Lourival Fontes, chefe do DIP, o informante, a estas alturas convencido que esse seria o desfecho inevitável?

Afinal, foi Fontes quem anunciou oficialmente, às 5:00 a renúncia do presidente. A noticia, naquele momento era verdadeira, mesmo contrariando as determinações de Getúlio.

Mas não era verdadeira às 3:35 da manhã quando a rádio Tupi fez o primeiro anúncio, 35 minutos apenas transcorridos do início da reunião de gabinete. E não era verdade quando a rádio Globo a repercutiu, meia hora depois, com trilha sonora de marchas militares para potencializar o impacto do noticiário.

O fato é que as noticias eram falsas, geraram reações populares, tornaram-se verdadeiras a partir das 5:00 para se confirmarem novamente falsas três horas depois quando Heron Domingues anunciou em edição extra do Repórter Esso o trágico desfecho do suicídio. A imprensa jogou nesse tabuleiro da crise e o povo assim o entendeu.

Daí as reações do populacho com invasões e depredações de veículos de comunicação principalmente no Rio de janeiro e Porto Alegre. Rescaldo de uma tragédia anunciada pelo seu próprio protagonista.

Por Paulo Cesar , Correio da Mahã, 27.08.2009

A EXPLICAÇÃO PARA O SILÊNCIO DA MÍDIA, SOBRE O LIVRO QUE DESBANCA CERRA DE SUA PSEUDO MORALIDADE. E A DOS TUCANOS.

IMPRENSA(PIG) O PRAVDA DO PSDB.

Tal comportamento, onde todos os meios de comunicação atuam de forma orquestrada, em fina sintonia com os comitês de campanha, traduz a relação simbiótica entre o tucanato e as famílias que controlam os mecanismos de produção e difusão informativos. No estreitamento do processo, um projeta no outro seus interesses pessoais e políticos. Serra é a mídia. A mídia é Serra."

"Cria-se uma vivência de alienação, situação de risco escolhida para se experimentar um novo cenário golpista."

"Quando, no entanto, a história mostra o seu compasso, o efeito delirante dá lugar ao desconforto da depressão e do vazio ameaçador. Serra é a mídia. A mídia é Serra."

"
"Não há espaço para o contraditório. Publicações que não fazem parte do pool tucano são censuradas no campo jornalístico. Escândalos são fabricados em escala crescente. Denúncias publicadas sem apuração. O contraditório inexiste."



"A imprensa golpista, involuntariamente, reaviva a advertência de Gramsci: enquanto o mundo velho não se finda e o novo não se afirma, a sociedade vive num estágio de morbidez latente, apta a produzir seus fenômenos mais perversos.
Nesse interregno, os Mervais, Leitões, Noblats, Josias e Fernandos, entre tantos outros, fazem, ou tentam fazer, o retorno a uma formação política infantilizada, desagregada e primitiva."

"Desculpem-me a sinceridade da pergunta, mas que tipo de comportamento vocês esperavam da mídia brasileira: isenção, equilíbrio, não alinhamento com a direita?
 Que os proprietários dos veículos fossem capazes de contrariar seus interesses financeiros e políticos em nome da cobertura lisa do processo democrático?
 O padrão editorial predominante em 1954 não se repetiu dez anos depois? Desde a eleição de Lula a que temos assistido? Por que razão ficamos esperando que agora fosse diferente?"



"Será que é preciso lembrar que continuamos vivendo em uma sociedade determinada pelos interesses de classe? E, quando se trata do principal, não podemos esquecer que somos o outro lado, os inimigos a serem derrotados. mais ainda a Dilma e o que ela representa simbolicamente. Ficar surpresos nos remete a uma ingenuidade inadmissível."


"A credibilidade no jornalismo é puro mito, pura hipocrisia, recurso de marketing usado pelas empresas."

#professorGilson Caroni Filho.

VIVA O POVO BRASILEIRO! PARTIREMOS AGORA EM 2012 PARA MAIS UMA BATALHA CONTRA OS REPRESENTANTES DA VANGUARDA DO ATRASO.

O POVO BRASILEIRO, DESCOLOU DOS "FORMADORES DE OPINIÃO" PAGOS PELAS OLIGARQUIAS NACIONAIS.

O POVO BRASILEIRO DEMONSTROU EM 2010 A SUA GRATIDÃO A LULA, ELEGENDO SUA CANDIDATA.

Professor Emir sader:

Viva o povo brasileiro!

Massacrado pelos monopólios da velha mídia, desinformado sobre o país, vitima das mentiras reiteradas da oposição midiática, o povo brasileiro demonstra nestas eleições um grau de consciência política e de maturidade cívica exemplares.

Consegue distinguir o essencial do secundário, opta pela prioridade das políticas sociais sobre a absolutização do ajuste fiscal, condena os políticos responsáveis pelos governos desastrosos do passado, opta pelo Estado como indutor do crescimento e da distribuição de renda.

Reconhece em Lula e na Dilma os principais responsáveis pelas mudanças positivas que o pais vive, execra a FHC, a Serra, à Globo e aos seus aliados da velha mídia, não dando bola para seus factóides e deixando-os na solidão do seu golpismo.

O povo reconhece os avanços principais que o país teve, assiste os programas da Dilma na TV, comparece aos comícios de Lula e da Dilma, e se reconhece, sabe que tudo o que se mostra e se diz reflete as mudanças de vida que estão vivendo no seu mundo sofrido e até aqui abandonado.

Não deram ouvidos para as infâmias da oposição e sua velha mídia, de preconceitos contra as mulheres – que hoje majoritariamente também preferem Dilma -, contra os lutadores contra a ditadura, contra os movimentos sociais e os militantes políticos, que saem todos engrandecidos com o apoio popular.

Derrotados saem a Globo, a Veja, a FSP (Força Serra Presidente), o Estadão e todos os arautos do golpismo, do velho Brasil, das oligarquias tradicionais, com seus métodos de manipulação da opinião pública e de desprezo e discriminação pelo povo e por tudo o que é popular.

O povo percebe a diferença entre a demagogia opositora, não dá ouvidos a quem pretende ser eqüidistante dos dois campos em luta, relega ao ostracismo os que pretendem que nada mudou no Brasil.

O povo não é bobo, encontra em Lula e na Dilma as vertentes do futuro, reconhecem a valorização do Brasil, sentem a auto-estima revigorada, superam o desalento, voltam a acreditar em si mesmos e no país.

Por isso o povo impõe a mais acachapante derrota às elites tradicionais, com sua velha imprensa, seus políticos caducos, sua demagogia superada.

Derrota os caciques tradicionais que os enganaram durante tanto tempo, mandam FHC para o exílio e Serra para a aposentadoria, os tucanos para o museu da história.

“Esse povo de quem fui escravo, não será mais escravo de ninguém”, pregava e previa o Getúlio na sua Carta Testamento. Quem não reconhece esse povo, que começa a construir sua soberania, sua emancipação, seu destino próprio, suas formas solidárias de vida, está de costas para o país e merece ser derrotado fragorosamente nas eleições deste ano.

LIVRO DO AMAURY NOS FAZ ENTENDER A IDADE DAS TREVAS DE FHHC.

JANTAVA À LUZ DE VELAS COM O BANQUEIRO CONDENADO NO PALÁCIO DO PLANALTO DECIDINDO COM REPARTIR O BUTIM.

A IDADE DAS TREVAS!!!!!
CAPÍTULO V -
DANIEL DANTAS COMO MODELO DE EMPREENDEDORISMO E DE COMO OS OLIGARCAS TUCANOS SAQUEARAM O ESTADO.
Recuando aos tormentosos anos 90, vislumbramos uma agitação febril nos bastidores do tucanato.

Vivia-se a panacéia da privatização das empresas estatais e, exatamente como fora ordenado pelo Consenso de Washington, FHC preparava, álacre, o edital para vender as estatais brasileiras na bacia das almas.


Dentre os empresários e proto-empresários que se destacavam na linha auxiliar do projeto tucano, um, em especial, se sobressaía: Daniel Valente Dantas.

Cevado nas hostes baianas de Antônio Carlos Magalhães, pós-graduado na Fundação Getúlio Vargas e pós-doutorado pelo MIT, Dantas, logo cedo se revelaria um mago das finanças.

Após vender sua cota societária no Banco Icatu e escapar, milagrosamente, do confisco do Plano Collor, Dantas funda o Banco Opportunity e se prepara para a grande jogada de sua vida: o programa de privatização das estatais brasileiras.

Fernando Henrique Cardoso havia sido eleito na esteira do Plano Real de Itamar Franco. Corria então o ano da graça de 1994.

Conforme prometido ao Consenso de Washington, FHC cumpre o acordado.

Andando no limite da irresponsabilidade e da safadeza, FHC entrega as principais empresas estatais para a iniciativa privada, majoritariamente estrangeira.

E o que é pior: não bastasse a venda das estatais subavaliadas, o Estado colocava o BNDES para emprestar dinheiro público para a camarilha comprar o patrimônio público! Obviamente que, com um jurinho camarada e carência a perder de vista!

Daniel Dantas virou o que é hoje, aí, nesse espaço-tempo nebuloso das ruinosas privatizações tucanas; nesse locus institucionalizado da pilantragem tucana!

Ancorado nos principais fundos de pensão (Previ, Petros, Funcef), que foram obrigados por FHC a, debaixo de vara, aportarem recursos bilionários em seus projetos, Dantas saiu de um cenário de sócio de um tamborete (o Icatu) para o controlador de um grande grupo da telefonia: a Brasil Telecom.

Esse foi o modelo aplicado a outros empresários também. Nenhum com o sucesso de Dantas, porém. Assim, no período negro da primeira tetraetéride Fernandina, assistimos ao mais descarado roubo ao patrimônio nacional; assistimos, impassíveis, a um verdadeiro saque ao Estado, comandado a partir de dentro, do próprio Palácio do Planalto, criando os novos oligarcas que dariam as cartas na vida política e econômica brasileira por vinte anos, segundo vaticinava Sérgio Mota.


A cena mais emblemática desse período foi o célebre jantar de Daniel Dantas com FHC, no palácio do Planalto. Segundo testemunhas, nesse jantar, Dantas reclamou com Fernando Henrique da recalcitrante diretoria da Previ, que se recusava a participar da pantomima.

No dia seguinte, a diretoria da Previ estava demitida e Dantas conseguiu a parceria que queria.



Não é à toa que FHC considera Daniel Dantas brilhante.


Alberto Bilac de Freitas

Igor Romanov


 

OS REAIS VAZAMENTOS QUE DETONARAM A CANDIDATURA DO CERRA BOLINHA DE PAPEL.

UM ARAPONGA, COISA QUE O PADIM CERRA TANTO GOSTA.
Luiz Carlos Trabuco Cappi, BANQUEIRO, PRESIDENTE DO BRADESCO, QUE VAZOU OS DADOS QUE DETONARAM COM A CAMPANHA DO PADIM CERRA!

Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do banco Bradesco, 'vazou' nesta 5º feira informações que atingem de forma letal a candidatura Serra. Aspas para as inconfidencias de Trabuco: I]

"O que sentimos, tendo por base nosso relacionamento com 1,4 milhão de empresas, é que o Brasil está crescendo em todos os setores. Não há uma dependência setorial";

II] "...11 milhões de brasileiros vão viajar pela primeira vez de avião nos próximos 12 meses" ;

III] "...o Brasil passará nos próximos anos pelo melhor ciclo econômico de sua história; vamos vivenciar, na segunda década do século XXI, aquilo que foi chamado de "sonho americano". Ao longo do dia, de diferentes áreas do governo e da economia, outros vazamentos sacudiriam a combalida higidez da candidatura José Serra, a saber: a] BC interrompe alta dos juros;

b] carga tributária declina; c] vendas recordes de automóveis em agosto;

d] massa salarial tem aumento real de 32,7% entre 2004 e 2010; e] classes C e D já superam a classe B em poder de consumo;

f] setor industrial investe R$ 549 bilhões até 2013; g] definida a capitalização da Petrobras: fatia estatal da empresa deve saltar de 29% para 42% e garantir --à revelia do condomínio midiáticotucano-- a soberania brasileira no pré-sal;

h] infraestrutura teve R$ 199 bilhões em investimentos entre 2005 e 2008; terá mais R$ 310 bilhões entre 2010-2013;

i] Brasil realiza os três maiores investimentos em geração de energia elétrica do planeta - Jirau e Santo Antônio e Belo Monte; j] otimismo dos brasileiros atinge o maior nível em 9 anos... Visivelmente abalado, no final do dia, o candidato tucano retomaria seu discurso contra as Farcs, contra Moráles, o narcotráfico, o PT...

(Carta Maior e a insuportável peneira de vazamentos pró-Dilma; 02-09)

COLONISTAS DO PIG, OS JOVENS NÃO LÊM JORNAIS. VOCÊS SÃO UM "PÉ NO SACO."

PARA OS JOVENS VOCÊS TÊM MAIS É QUE BAIXAR EM OUTRA FREGUESIA.

Professor Emir Sader Diz:


O melhor sintoma da decadência irreversível da imprensa escrita está na ausência dos jovens entre seus leitores, projetando a desaparição dessa modalidade de imprensa em um futuro não muito distante – porque se tornará inviável economicamente, depois de se tornar politicamente intranscendente.

Mas a razão de fundo da decadência irreversível da velha mídia está na sua falta total de credibilidade. A ponto de que atacaram implacavelmente o governo Lula e chegaram ao final de 8 anos com apenas 4% de rejeição do governo e 87% de apoio, o que vale também para medir a capacidade de influência da velha mídia sobre o povo brasileiro.

Quando o jornal da ditabranda, dos carros emprestados à Oban e do “espectro do comunismo” me propôs escrever o artigo principal da página 3 em um domingo – em um reconhecimento claro que jornalistas seus tinham cometido graves erros que aumentam ainda mais a falta de credibilidade do jornal -, eu respondi que não me interessava.

Que um artigo escrito em um blog, multiplicado pelos que os reenviam, mais seus ecos nos twitters e nos facebooks, além do twitcam, consegue muito mais leitores que um artigo em um jornal. Além de chegar aos jovens e aos setores dinâmicos da sociedade.

Pesquisas mais recentes feitas pelo próprio jornal demonstram como seus leitores hoje são, em sua grande maioria, tucanos.

(os petistas abandonaram a leitura do jornal), dos grupos A e B, que representam a minoria da sociedade, com ausência absoluta de leitores jovens.

Para a empresa interessa, porque são setores de maior poder aquisitivo, o que chama publicidade, mas se distanciaram ainda mais do Brasil real.

O jornal é muito chato, desinteressante, requentado, com cronistas que pararam nos ano 90, jurássicos, que se negam a acreditar que o país mudou, parecem todos iguais, repetem velhões chavões.


Alguns jovens de idade, envelheceram prematuramente, incorporaram um ceticismo decadente, que chega rapidamente ao cinismo. Ficaram com os velhos tucanos como leitores, gente sem interesse e sem influência. Dai que tenham um caderno que se pretendem cultural que não é lido por ninguém, nem por eles mesmos.

Eu respondi à oferta que prefiro escrever aqui, propondo que a direção do jornal – que me ligou diretamente – mandasse um texto com suas opiniões, com o compromisso que seria publicado integralmente – o que eles não fazem -, mas que teriam que receber as opiniões dos leitores – interatividade a que eles não estão acostumados.

Claro que não mandaram, odeiam a internet, estão irremediavelmente auto-excluidos do futuro da formação democrática da opinião pública.

Mas a velha mídia ainda constitui uma espécie de Exército regular- pesados, caros, lentos -, enquanto nós agimos com métodos de guerrilha, de estocadas, valendo-nos da mobilidade, da surpresa, da criatividade, do humor.

Essa a grande batalha democrática entre o velho - que tenta sobreviver, com grandes dificuldades - , e o novo – que busca, com enormes esforços –criar os espaços democráticos e pluralistas que o novo Brasil requer.

O PIB BRASILEIRO E O BICHINHO DE ESTIMAÇÃO DA MIRIAM PIG.

Como se sabe as previsões sobre economia da senhora leitão, tem a credibilidade de uma nota de 3 doláres, nunca acertou uma em 8 anos de governo Lula r 1 ano de governo Dilma.

Isto me credencia a garantir-vos que o animalzinho de estimação dela é muito parecido com o anilmalzinho de estimação da UDN golpista e sua Mídia também golpista, aquela do Carlos Lacerda, o exterminador de mendigos, só que o deles era representado pela figura de um CORVO, o da Miriam é esta gracinha aí abaixo:
Na foto, o bichinho de estimação da senhora Leitão!!!

Mas como vaticinadora eu acho mesmo é que ela é:



CONSCENSO DE WASHINGTON, NÃO É NEM NUNCA FOI CONSCENSO DE DROGA NENHUMA!

SÓ OS SABUJOS DA MÍDIA FINGEM NÃO SABRE QUE O NEOLIBERALISMO JÁ ERA.

O Consenso de Washington não é mais consenso algum, a especulação financeira colocou os países ricos de joelhos, os países emergentes estão se saindo melhor na crise e isso ocorre justamente por causa da ação do Estado na economia.

Tudo isso contradiz aquela fé ortodoxa na capacidade dos Mercados se auto-regularem.


Nesse contexto, o Brasil cresceu como nunca, diminuiu a desigualdade como nunca, controlou a inflação como nunca e passou a ser reconhecido no plano global como exemplo de condução econômica e social eficiente.

 Foi através da ação do Estado que o Brasil estabeleceu o maior programa de complementação de renda do mundo, aumentou o salário-mínimo, está investindo fortemente na infra-estrutura produtiva, aumentou o número de empregos formais, equalizou a questão da previdência e civilizou o atendimento, descobriu o Pré-Sal e por aí vai.

Há pouco tempo, mesmo a contragosto, a mídia teve que anunciar que no mês passado o país gerou um saldo positivo de 240 mil postos de trabalho formai(AGOSTODE 2009).

 Esse é também mais um resultado do governo Lula, que conseguiu combater a maior crise internacional desde a década de 1920 utilizando recursos equivalentes a 1% do PIB e mais nada. Só para comparar, a China “torrou” nada menos do que 13% do PIB. Muito mais.


Sim, as conquistas no governo Lula são inquestionáveis, mas a mídia não mostra isso. Com certeza as famílias que gerem a mídia conhecem algo de Gramsci ou mandaram os seus “feitores” ler os escritos do nosso Antonio. Eles manipulam, distorcem e mentem.
Pois sabem que o fato objetivo é que um operário conduziu bem o Brasil nos tempos de calmaria e recentemente salvou o nosso “navio” de uma tempestade perfeita.

Se as famílias Marinho, Civita e Mesquita assumissem essa realidade, estariam dando pano pra manga.
Teriam de concordar que existe uma transformação na Hegemonia Política em que os donos do poder perdem eleição e perdem a moral também. E isso não pegaria bem para o “andar de cima” desse país não é mesmo? Daí é que eles dizem que esse Lula tem mesmo é “sorte” e fim de papo.

Agora falando sério: está em andamento na Argentina a aprovação de uma nova lei do audiovisual, que vai democratizar no país o controle dos meios de comunicação.

No Brasil também existem iniciativas semelhantes, mas elas encontram uma rejeição enorme por parte da própria mídia, que por sua vez representa os verdadeiros “donos do poder”.

Se Gramsci estivesse vivo, tenho certeza que ele faria o máximo possível para divulgar a necessidade de se democratizar as comunicações, afinal ele propunha a chegada ao poder via Democracia. E é lógico, sem diversidade de pontos de vista não existe a tal Democracia.

Chega daquela velha (e mesma) opinião formada sobre tudo na nossa mídia. A grande maioria da população tem muito interesse nesse tema e muitos precisam ser avisados disso.

Fonte: Olhar Analítico

IMPRENSA ISENTA, O LIVRO DO AMAURY JÁ ESTÁ AÍ A 2 SEMANAS.

AÍ ESTÃO OS PORCALISTAS QUE NUNCA DÃO A NOTÍCIA.
Professor Emir Sader " CARTA MAIOR" 03.09.2009.

A grande imprensa brasileira, salvo raras excessões, não divulga informação: vende ideologia. São estelionatários ideológicos, porque ocultam dos seus consumidores seus reais objetivos e interesses.
 Se auto proclamam isentos ou imparciais, mas qualquer pessoa medianamente bem informada vê a tendenciosidade de cada editorial, comentário ou manchete. Lamentável.
 Mas o Brasil está pouco a pouco e com o auxílio da internet e seus blogs, identificando seus traidores, vendilhões, piratas do mundo contemporâneo.

TUCANOS ENTREGUISTAS NÃO TEM CORÉ, CORÉ, A PETROBRAS É DO POVO BRASILEIRO

DEFENSORES DO PATRIMÔNIO DO POVO.
CERRA VENDILHÃO DO PATRIMÔNIO DO POVO!
“A Petrobras de hoje é a cara deste novo Brasil. É a oitava maior empresa do mundo. Não existe nenhuma empresa, na Europa, do tamanho dela. Nas Américas, fica atrás apenas de três gigantes norte-americanas. E é a segunda empresa em lucratividade.

E, entre as petroleiras, a segunda em valor de mercado no mundo.

A Petrobras chegou aí, entre outros motivos, porque este governo acreditou e investiu, dando condições para que ela aumentasse a produção, encomendasse plataformas, sondas, modernizasse e ampliasse refinarias, treinasse e contratasse funcionários. Além de construir uma grande infra-estrutura de gás natural e entrar na área de biocombustíveis.

O coroamento deste esforço foi exatamente a descoberta, pela própria Petrobras, das reservas do pré-sal. Um feito extraordinário, que encheu de admiração o mundo e de orgulho os brasileiros”


Presidente Lula. Discurso de 7 de setembro de 2009, anunciando uma nova independência do BRASIL.

EM 2009 O QUE SE PUBLICOU SOBRE O 7 DE SETEMBRO NA VISÃO DO TARTUFO FHHC.

PARA O TARTUFO 7 DE SETEMBRO É PALHAÇADA!


Se fosse o 14 Juillet ou Fourth of July ?

É do conhecimento até do mundo mineral que, o ex-presidente Fernando Henrique, em uma entrevista à revista Piaui, uma revista feita por e para banqueiros, aludiu ao 7 de setembro, como uma "palhaçada".

Como sabe-se , ele não gostava de participar das comemorações cívicas do grande dia da pátria.
Vai que teria que ficar frente a frente com o povo?

Palhaçada ex presidente? Na sua república do Galeão de hoje, falo da república do Rio de janeiro, uma alusão à rua Rio de janeiro no elegante bairro de Higienópolis, São Paulo capital, mais precisamente no número 430, onde hoje funciona e opera as hostes UDENISTAS e GOLPISTAS.

Sabemos do seu anti-nacionalismo, sabemos que o senhor em atos e fatos, jogou contra o Brasil. Sabemos que o senhor sempre dizia ter o pé "na cozinha" e ao deixar o governo o senhor disse cinicamente: na cozinha francesa!
Pois bem senhor ex-presidente, acabou a palhaçada.

Hoje, neste, 7 de Setembro, comemoramos o dia da pátria com orgulho e altivez. Anunciamos ao mundo um grande acordo militar, que nos possibilitará desenvolver a nossa tecnologia nuclear, acabaremos com aquele acordo lambe botas com os USA que o senhor fez, de "não proliferação nuclear".

Anunciamos ao mundo uma espetacular descoberta de riquezas petrolíferas e mais, anunciamos que a sociedade decidirá como explorá-la, mas de antemão anunciamos que ela pertence ao povo brasileiro e que não ficará na mão de uns poucos, estes poucos sempre entreguistas. Comemore aí da sua república UDENISTA da rua Rio de Janeiro, o seu 14 Juillet ou Fourth of July.

 Nós daqui comemoramos o 7 de Setembro, viva o BRASIL!


CURSO BÁSICO DE TUCANÊS!

ESTA TUCANADA, ACHA QUE FALA BONITO.
APRENDA TUCANÊS

Seja um mestre na arte de não dizer nada com palavras pomposas. Veja como é fácil dizer frases bombásticas em ocasiões que deseja impressionar os ouvintes, mas que não querem dizer absolutamente nada.

Você será como os grandes intelectuais tucanos, com minguados recursos de expressão, semelhantes a personagem Fabiano (de Vidas Secas de Graciliano Ramos) que decorava algumas palavras difíceis e empregava-as inteiramente fora de propósito. Ninguém fará a mais remota idéia do que foi dito, mas não admitirá tal fato, lógico... e o mais importante, as frases soam maravilhosamente bem...

Agora você vai fazer sua carreira política sem muito esforço, como o Geraldo, o FHC, José Serra... ou então vai poder ser um novo Noblábláblá... ou um Mainardi...

O método é o seguinte: Veja as palavras chaves na tabela abaixo. Escolhe-se ao acaso, um número qualquer de três algarismos e se busca a palavra correspondente a cada algarismo em cada uma das três colunas. Por exemplo: número 3-1-6 produz “planificação operacional coordenada”: e o número 7-4-0, produz “instrumentação estrutural sistemática”.

Qualquer delas pode ser referida em conversas, com indiscutível autoridade. Nada de usar metáforas claras para população entender o que está acontecendo como faz o Lula, isso é coisa de pobre!!! O objetivo do tucanês é confundir...para depois poder chamar os petistas de ignorantes, apedeutas e por ai vai:

coluna 1...... coluna 2...... coluna3
0-programação 0-funcional 0-sistemática
1-estratégia 1-operacional 1-integrada
2-mobilidade 2-dimensional 2-equilibrada
3-planificação 3-transacional 3- totalizada
4-dinâmica 4-estrutural 4-presumida
5-flexibilidade 5-global 5-balanceada
6-implementação 6-direcional 6-coordenada
7-instrumentação 7-opcional 7-combinada
8-retroação 8-central 8-estabilizada
9-projeção 9-logística 9-paralela

Pronto agora você será um intelectual tucano de classe média!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

SE ALGUÉM TEM DÚVIDA DO POR QUE A MÍDIA APOIU O CERRA!

EI OW CERRA AÍ, ME DÁ UM DINHEIRO AÍ, ME DÁ UM DINHEIRO AÍ.
Namaria: Como Serra comprou a mídia. ]http://namarianews.blogspot.com

Este é um verdadeiro ÇoÇialista!!!!
Sem dúvida são conquistas inestimáveis à escolaridade pública paulista. Não por acaso somos o Estado com a melhor colocação universal em todos os exames avaliativos, nossos alunos saem das escolas estaduais direto para as melhores universidades públicas, depois eles ocupam os melhores cargos; nossos professores são belissimamente remunerados, portanto, felizes. Não falta nada. Somos uma potência. Alvíssaras!

O povo gastou, até agora e só nesta singela e incompleta busca, a bagatela de R$75.913.495,60 sem sentir dor. Isto é que é amizade.

Os artistas abaixo agradecem.

DO - 23/outubro/2007

15/1063/07/04 - Fundação Victor Civita - Assinatura da Revista Nova Escola destinada as escolas da rede Estadual de Ensino - Prazo: 300 dias - Valor: R$ 408.600,00 - Data de Assinatura: 27/09/2007. (Ver: Despacho da Diretora de Projetos Especiais, de 25/9/2007 - Declarando inexigível licitação ... eis que trata-se de renovação de 18.160 assinaturas, da Revista “Nova Escola” destinadas às Diretorias de Ensino, Oficinas Pedagógicas e Escolas da Rede...)

DO - 29/março/2008 (ver também: DO - 4/março/2008)
* 15/0134/08/04 – (já retificado de acordo com DO de 6/março/2008) Panini Brasil – 90.000 unidades - Almanaque do Cascão, 90.000 unidades Almanaque da Mônica - Programa Ler e Escrever – 3/3/2008 - Prazo: 60 dias (retificado em 15/abril/2009) - Valor: R$ 561.600,00 - Data de Assinatura: 14/03/2008.
* 15/0135/08/04 – (já retificado de acordo com DO de 6/março/2008) Panini Brasil Ltda - 9.000 Assinaturas Revista da Turma Mônica – Programa Ler e Escrever – Prazo: 365 dias - Valor: R$ 1.422.900,00 - Data de Assinatura: 19/03/2008
* 15/0181/08/04 - Editora Abril S/A - 3.000 assinaturas - Revista Recreio – ao Programa Ler e Escrever Prazo: 365 dias - Valor: R$ 1.071.000,00 - Data de Assinatura: 14/03/2008.
* 15/0182/08/04 – (já retificado de acordo com DO de 6/março/2008) Editora Abril SA - 6.000 Assinaturas Revista Recreio - Programa Ler e Escrever – Editora Abril S/A -
Objeto: Programa Ler e Escrever - Prazo: 365 dias - Valor: R$ 2.142.000,00 - Data de Assinatura: 14/03/2008.

DO - 2/abril/2008

15/0180/08/04 – (já retificado de acordo com DO de 6/março/2008) Ediouro Publicações de Passatempos e Multimídia Ltda - 126.000 Assinaturas Revista Coquetel Picolé (12 edições anuais) - Programa Ler e Escrever. DO - 2/abril/2008 - Prazo: 365 dias - Valor: R$ 1.738.800,00 - Data de Assinatura: 14/03/2008.

DO -14/maio/2008 - Termo de Aditamento nº 1 – Valor: R$ 153.262,80 - Data de assinatura: 13/05/2008. DO - 15/julho/2009 - Legislativo - graças ao aditamento o valor fica alterado para R$ 1.892.062,80.

DO- 23/abril/2008
15/0543/08/04 (anunciado em 4/abril/2008) - Editora Abril S/A - Aquisição de 415.000 exemplares do Guia do Estudante - atualidades Vestibular 2008, destinado a alunos da 3ª séries do Ensino Médio, incluindo a entrega às Diretorias de Ensino da Cogsp e Diretorias de Ensino da CEI. - Prazo: 30 dias - Valor: R$ 2.437.918,00 - Data de Assinatura: 15/04/2008.

DO - 29/maio/2008
15/0695/08/04 - Panini Brasil Ltda – 103.092 revistas avulsas, sendo 51.546 Almanaque do Cascão e 51.546 Almanaque da Mônica - aos alunos do 1º ano do Ensino Fundamental, pertencentes a CEI - Coordenaria de Ensino do Interior - Programa Ler e Escrever. DO - 24/junho/2008 - Prazo: 60 dias - Valor: R$ 321.647,04 - Data de Assinatura: 17/06/2008.

DO- 12/agosto/2008
* 15/0670/08/04 - Editora Abril S/A – 5.155 assinaturas da Revista Recreio - 365 dias - Valor: R$ 1.840.335,00 - Data de Assinatura: 23/07/2008.
* 15/0694/08/04 - Panini Brasil Ltda - Aquisição de 5.155 Assinaturas de Revista Turma da Mônica – solicitação da CENP para alunos da 1º ano do ensino fundamental - 365 dias - Valor: R$ 815.005,50 - Data de Assinatura: 17/07/2008. VER: Despacho da Diretora de Projetos Especiais, de 4/julho/2008.

DO - 14/outubro/2008
15/1045/08/04 – Panini Brasil Ltda - Livros de Ficção e não ficção - Programa “Ler e Escrever”- Títulos diversos destinados a alunos da 2ª, 3ª e 4ª séries do Ciclo I da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 30 dias - Valor: R$ 47.946,30 - Data de Assinatura: 02/10/2008 (na mesma página, ver as compras para o mesmo projeto, outras editoras, sem especificações de títulos).

DO - 22/outubro/2008
15/1104/08/04 - Editora Abril S/A - Impressão, manuseio e acabamento de 2 edições do Guia do Estudante - Prazo: 45 dias - Valor: R$ 4.363.425,00 - Data de Assinatura: 08/09/2008. Ver: DO 20/agosto/2008 - Declarando inexigível... aquisição de 2 edições, nºs 7 e 8, do Guia do Estudante Atualidades Vestibular, sendo 430.000 exemplares cada a serem distribuídos às escolas da Rede Estadual para os alunos da 3º série do Ensino Médio, subsidiando o Projeto Apoio à Continuidade de Estudos, conforme solicitação da CENP - Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas a ser fornecido pela Editora Abril S/A fornecedora exclusiva...

DO - 25/outubro/2008
15/1165/08/04 - Fundação Victor Civita - Aquisição pela FDE, de 220.000 (duzentos e vinte mil) assinaturas da Revista Nova escola, com 10 (dez) edições anuais, para Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 300 dias - Valor: R$ 3.740.000,00 - Data de Assinatura: 01/10/2008. NOTA: O Tribunal de Contas de SP, em 24 de março de 2009, julgou a negociação perfeita. Votaram pela normalidade absoluta os seguintes Conselheiros do TC: Fulvio Julião Biazzi (Presidente e Relator), Renato Martins Costa e Robson Marinho. Ver: Questionamentos inúteis de Roberto Felício em Plenário, Requerimento de Informação Nº 285 – 2/outubro/2008.

DO - 11/fevereiro/2009
15/0063/09/04 - Editora Abril S/A - Aquisição de 430.000 exemplares do Guia do Estudante Atualidades Vestibular - Edição nº 08, e 20.000 exemplares da publicação Atualidades Revista do Professor, incluindo entrega às 3.530 unidades escolares e 91 Diretorias de Ensino da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 45 dias - Valor: R$ 2.498.838,00 - Data de Assinatura: 05/02/2009.

DO - 2/abril/2009
15/0147/09/04 - Panini Brasil Ltda. - Aquisição de 57.310 assinaturas da Revista Turma da Mônica que serão encaminhadas as Escolas da Rede Pública de Ensino, pertencentes a COGSP e a CEI - Prazo: 608 dias - Valor: R$ 14.277.067,20 - Data de Assinatura: 01/04/2009.

DO - 17/abril/2009
* 15/0146/09/04 - Panini Brasil Ltda - Aquisição de 34.938 assinaturas da Revista Turma da Mônica Jovem e aquisição de 279.504 unidades de números avulsos do nº 01 ao nº 08, da Revista Turma da Mônica Jovem que serão destinados às escolas da Rede Pública para classes de 3º séries e 3ª séries PIC e para classes da 4ª séries e 4ª séries PIC. - Prazo: 608 dias - Valor: R$ 4.373.538,84 - Data de Assinatura: 15/04/2009. Mudança de dotação orçamentária – DO 24/julho/2009 - Termo de Reti-Ratificação nº1 - ref. ao item 4.1., da Cláusula Quarta - da Dotação Orçamentária - Data de assinatura: 21/07/2009.
* 15/0148/09/04 - Panini Brasil Ltda - Aquisição de 195.749 unidades da Revista Almanaque do Cascão e 195.749 unidades da Revista Almanaque da Mônica - destinadas às escolas da Rede de Ensino do Estado de São Paulo - Prazo: 60 dias - Valor: R$ 1.291.943,40 - Data de Assinatura: 15/04/2009.
* 15/0149/09/04 - Editora Abril S/A - Aquisição de 25.702 assinaturas da Revista Recreio - destinadas às escolas da Rede de Ensino da COGSP e da CEI - Prazo: 608 dias - Valor: R$ 12.963.060,72 - Data de Assinatura: 09/04/2009.

DO - 24/abril/2009
15/0176/09/04 - Editora Globo S/A - Aquisição de assinatura da revista Galileu, sendo 2 exemplares por classe de 4ª série e para 4ª serie PIC – COGSP CEI - Prazo: 547 dias - Valor: R$ 1.918.722,96 – Data de Assinatura: 13/04/2009.

DO - 12/maio/2009
15/0200/09/04 - Empresa Folha da Manhã SA - Aquisição de 5.449 assinaturas de jornais (Folha de São Paulo), destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo - Prazo: 364 dias - Valor: R$ 2.704.883,60 - Data de Assinatura: 11/05/2009.

DO - 15/maio/2009
15/0199/09/04 - O Estado de São Paulo - Aquisição de 5.449 assinaturas de jornais, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo - Prazo: 364 dias - Valor: R$ 2.691.806,00 - Data de Assinatura: 14/05/2009.

DO - 19/maio/2009
15/0358/09/04 - Editora Brasil 21 Ltda - Aquisição de 5.449 assinaturas da Revista Isto É - 52 Edições, destinadas às escolas da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 364 dias - Valor: R$ 1.260.898,00 - Data de Assinatura: 14/05/2009.

DO - 20/maio/2009
* 15/0355/09/04 - Editora Abril S/A - Aquisição de 5.449 assinaturas da Revista Veja, 51 Edições, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 364 dias - Valor: R$ 1.167.175,80 - Data de Assinatura: 18/05/2009.
* 15/0185/09/04 - Ediouro Publicações de Passatempos e Multimídia Ltda - Aquisição de 132.244 assinaturas da Revista Coquetel Picolé - às escolas da Rede Pública aos alunos da 1ª série do Ensino Fundamental - Programa Ler e Escrever - Prazo: 609 dias - Valor: R$ 3.023.097,84 - Data de Assinatura: 18/05/2009.

DO - 21/maio/2009
15/0354/09/04 - Editora Globo S/A - Aquisição de 5.449 assinaturas da Revista Época, 52 Edições, destinado as escolas da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 364 dias - Valor: R$ 1.190.061,60 - Data de Assinatura: 18/05/2009.

DO - 16/junho/2009
15/0238/09/04 - Editora Abril S/A - Aquisição de 540.000 exemplares do Guia do Estudante Atualidades Vestibular Edição nº 09 e 25.000 exemplares publicação Atualidades - Revista do Professor, incluindo a entrega às 3.530 unidades escolares e 91 Diretorias de Ensino da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 45 dias - Valor: R$ 3.143.120,00 - Data de Assinatura: 10/06/2009.

DO - 23/julho/2009 – ainda sem valores
* 15/0528/09/04 - Editora Abril S/A - aquisição de 2.259 assinaturas da Revista Recreio destinada às escolas da Rede de Ensino.
* 15/0529/09/04 – Ediouro Publicações de Passatempos e Multimídia Ltda - aquisição de 62.129 assinaturas da Revista Coquetel Picolé destinadas às escolas da Rede Estadual de Ensino.

DO - 6/agosto/2009
15/0502/09/04 (anunciado em 23/julho/2009) - Panini Brasil Ltda. - Aquisição de 11.295 assinaturas da Revista “Turma da Mônica” que serão encaminhadas às escolas da Rede Pública, sendo 05 exemplares por classe de 1ª série - CEI. - Prazo: 17 meses - Valor: R$ 2.344.842,00 - Data de Assinatura: 04/08/2009.


ESTADOS UNIDOS UTILIZAM A MÍDIA PARA AGUDIZAR O COMPLEXO DE VIRA LATAS DAS ELITES.

ESPIÃO ELE NÃO E NÃO. MAS É BABA OVO DAS EMBAIXADAS AMERICANAS, É O  TAL "INTERLECUTOR".



“O destino de qualquer pensamento hegemônico é atrair a mediocridade, que adora o senso comum."
A estratégia política dos EUA em relação ao

BRASIL.


Por Manuel Cambeses Júnior, 25.08.2009

As dimensões geográficas, demográficas e econômicas do Brasil, seu potencial, sua privilegiada posição geopolítica e geoestratégica no continente sul-americano, voltado de frente para o continente africano, o tornam o único possível rival à influência hegemônica dos Estados Unidos no Hemifério Ocidental Sul.

Assim, a estratégia estadunidense geral visa preservar a aproximação com o Brasil, aumentar a sua influência sobre a elite brasileira, convencê-la da inevitabilidade, irresistibilidade e dos benefícios da influência hegemônica e da liderança norte-americana no hemisfério. Em segundo lugar, cooperar para que o país se mantenha como ponto de equilíbrio ao sul, mas que ao mesmo tempo não se desenvolva, econômica e militarmente, em níveis que possam torná-lo competitivo com os Estados Unidos, em termos de influência econômica e política, na região do Hemisfério Ocidental.

Desta forma, ao mesmo tempo em que se aplicam ao Brasil alguns dos objetivos estratégicos em nível mundial e para a América Latina, é possível identificar objetivos estratégicos específicos da superpotência hegemônica para o Brasil.

Do ponto de vista de sua estratégia militar, os EUA têm procurado, em primeiro lugar, manter a influência americana sobre a doutrina e o equipamento militar brasileiro, enquanto, a partir da queda do Muro de Berlim e dentro do enfoque geral de desarmamento da periferia, argumentam que a inexistência de inimigos, ameaças, visíveis no momento atual, fazem prever uma era de paz perpétua, em que as Forças Armadas brasileiras devem ser reduzidas em efetivos e se adaptar à luta contra os “novos inimigos”, quais sejam, o narcotráfico, o terrorismo, etc.
 Em segundo lugar, sua estratégia tem como objetivo evitar o surgimento de uma indústria bélica brasileira de nível competitivo e, muito em especial, evitar a aquisição pelo Brasil de tecnologias de armas modernas e de destruição em massa.

A estratégia política norte-americana em relação ao Brasil tem como seu principal objetivo apoiar os governos brasileiros que sejam receptivos à iniciativas políticas americanas no hemisfério e em geral e, simultaneamente, manter canais abertos ao diálogo com a oposição, mesmo a oposição a esses governos “simpáticos”. Como corolário desse objetivo maior, a estratégia estadunidense procura evitar a articulação brasileira com outros Estados que possa pôr em risco a hegemonia e a capacidade de negociação americana.

Um aspecto de sua estratégia tem sido convencer a sociedade e o governo brasileiro da “culpa exclusiva” brasileira pela situação de direitos humanos no país e pela situação de subdesenvolvimento em geral e até eliminar o conceito de “desenvolvimento”, substituindo-o pela noção de injustiça. A lapidar frase “O Brasil não é mais um país subdesenvolvido, é um país injusto” reflete, cabalmente, a equivocada percepção de um amplo setor da intelectualidade brasileira, e que é, cada vez mais, desmentida cotidianamente pela realidade.

No campo econômico, a estratégia americana tem como objetivo máximo assegurar a maior liberdade de ação possível para as empresas americanas, evitar o surgimento de empresas competidoras fortes de capital brasileiro no Brasil e, como corolário, reduzir o papel do Estado como investidor, regulamentador e fiscalizador da atividade econômica. Secundariamente, porém certamente de forma complementar, procura sugerir com insistência a adoção de políticas de “crescimento” econômico com base em vantagens comparativas estáticas e propugnar o combate assistencial à pobreza de preferência a uma estratégia de desenvolvimento econômico e social.

A estratégia ideológica, que é central para todas as demais, procura convencer a elite e a população brasileira do desinteresse e do altruísmo americano em suas relações com o Brasil, inclusive com o objetivo de garantir o apoio da elite brasileira à idéia de liderança americana benéfica no continente e no mundo. Para atingir tais objetivos, a estratégia estadunidense considera como imprescindível garantir o livre acesso dos instrumentos de difusão do American Way of Life à sociedade brasileira e formar grupos de influência norte-americana no Brasil e, como meio, formar a elite brasileira em instituições americanas.

Como reverter essa influência nefasta para a Nação? Eu diria que através de medidas governamentais – abrangendo o amplo espectro da tecitura social -, no sentido de esclarecer a sociedade brasileira das mazelas do Neoliberalismo e do “atrelamento automático” aos ditames da superpotência mundial. Faz-se mister conscientizar e mobilizar as elites brasileiras no sentido de que dispam-se do comodismo e assumam atitudes corajosas objetivando reeducar as nossas lideranças e o povo em geral, criando condições favoráveis ao florescimento de uma atitude mais nacionalista, mais patriótica e mais favorável ao surgimento de um desenvolvimento autóctene, sem a intromissão de potências estrangeiras em assuntos de natureza interna, em nosso país.



(*) Coronel-aviador, conferencista especial da ESG, membro do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e vice-diretor do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica. Artigo publicado no Monitor Mercantil
.

E A ALCA? FHHC, PROMETEU QUE SE CERRA GANHASSE, ELA, VOLTARIA, COM OUTRO NOME.

FOTO TIRADA À ESCONDIDAS DO TARTUFO MOR DO BRASIL, FHHC, QUE ESTAVA REUNIDO CLANDESTINAMENTE NO HOTEL CATARATAS EM FOZ DO IGUAÇÚ, NO DIA 17.10.2010, PROMETENDO A INVESTIDORES INTERNACIONAIS EM EVENTO PROMOVIDO PELA GLOBOPAR, QUE SE CERRA GANHASSE, A ALCA VOLTARIA COM OUTRO NOME E QUE AMACIARIA CERTOS SETORES MILITARES E PRIVATIZARIA, FURNAS, PETROBRÁS E ATÉ A AVÓ DELE.GRIFO MEU PTREMDAS13E13.

DO BLOG DO NASSIF:


E a Alca?

Por Rui Daher

Diante do reconhecimento do México de que a sua estrondosa queda do PIB se deveu ao nível de dependência com a economia norte-americana, fico esperando a reação de Lampreias, Barbosas, Ricuperos, Márcios Camargos, etc., que tanto criticaram a diversificação de parceiros das políticas externa e comercial brasileiras.

Comentários:

Em toda decisão de política pública há acertos, erros leves, erros graves e erros fundamentais - aquele que compromete o futuro do país. A adesão à ALCA teria sido a pá de cal em qualquer pretensão do Brasil de um dia aspirar a ser um país desenvolvido."Nassif".




E o tal sub do sub do sub, um estadunidensem chamado Zoelick, que disse que
 
Se o BRASIL,


não negociasse com a ALCA, teria que negociar com o Polo Norte. Quasquasqhuahuahua!!! O governo Lula jogou uma pá de cal na ALCA, trabalhou para que o comércio exterior brasileiro ficasse com 78 por cento de negócios feitos ao redor do mundo, ficando os outros 22 por cento com o mercado norte americano, ou seja, independência quase total. Hoje o tal de Zoellick diz que a diplomacia brasileira é eficiente e invejável. Grifo meu
PTREMDAS13E13.


SENADORES TRAÍRAS TIRARAM MAIS DE 40 BI DO SUS.E PASMEM, COMEMORARAM!

TRAÍRAS COMEMORAM A DESGRAÇA DO POVO.
Os procedimentos COMPLEXOS e o SUS!
Por Sidney


Cerca de onze anos atrás, fui vitima de uma forte hemorragia digestiva, necessitando de uma cirurgia de urgência. Descobri que era portador de hepatite C, com uma cirrose em grau avançada, já instalada. Possuía dois convênios, um particular pago pessoalmente e outro como dependente de minha esposa, funcionária de um banco estatal.

Após a estabilização do quadro, informaram que necessitaria de um transplante de fígado e um tratamento quimioterápico longo ( 18 meses ), para tentar eliminar o vírus.

Com surpresa verifiquei que os convênios não cobriam o transplante, nem o tratamento, e que a taxa de sobrevivência, dos casos similares, não ultrapassava 10% em 3 anos.

Sem muitos percalços, consegui ser encaminhado para o Hospital das Clinicas de SP, para ser tratado pela então equipe do dr Silvano Raia. Após alguns anos de fila e de tratamento, consegui ser transplantado no Hospital Albert Einstein, pelo SUS, com todo êxito. Tive todo o tratamento e a maioria dos medicamentos, fornecido gratuitamente pelo governo, como a acontece com a grande maioria dos transplantados no Brasil.

No hospital, permaneci algum tempo na UTI, ao lado da mãe de uma famosa apresentadora de televisão, e não notei nenhuma diferenciação no atendimento ou nos procedimentos.

Em todos esses anos de tratamento e peregrinações por hospitais da rede publica, nunca fui destratado e nem ví alguem ser destratado. Por outro lado, é relativamente comum ver pacientes e familiares, exigindo atendimento “diferenciado”, julgando ser caso ou paciente especial.

Julgo que a maioria dos relatos contra a rede publica, tem grande influencia da mídia, que tende a generaliza excessões da rede pública, e nenhum interesse em denunciar as omissões e desmandos dos convênios e da rede particular.

Outra experiência importante relatada pelo Nassif, é a vivencia da proximidade da morte, que realmente te torna um ser com uma outra leitura da vida. Nessas desventuras, tive duas paradas cardíacas e acompanhei a morte de muitas pessoas, algumas delas com uma relação de amizade, convivência e luta pela vida, muito próximas.
Comentário:
O sistema público de saúde tem padrão de excelência para doenças de alta complexidade. Os curitibanos poderão conferir no Hospital das Clínicas de Curitiba o trabalho excepcional da equipe do Dr. Pasquini. Em São Paulo é a mesma coisa. E há uma estrutura do SUS, montada há muitos anos, que faz a captação de pacien
tes de todo o país.

Essa visão de que o SUS é ineficaz decorre da falta de informação.
 FONTE:TAVA NO MEU HD, ACHO QUE É DO BLOG DO NASSIF, PELE MENOS TEM OS GENES DE LÁ.

CLASSE MÉDIA PRÉ-LULA. ALMOÇO GRÁTIS, SÓ PARA MIM!

O PSDB DISSE PARA ESQUECER O POVÃO!
Não existe almoço grátis, a não ser que seja para mim!

Outro dia, na minha aula de espanhol, a professora levou um texto do El País que falava sobre o Bolsa Família para que lêssemos e depois discutíssemos.
Lemos rapidamente e ela perguntou a minha opinião sobre esse programa de transferência de renda do Governo Federal.
Vocês sabem, eu tenho um opinião bastante favorável a ele. Após o meu discurso pró-Bolsa Família, a professora começou a desancá-lo, utilizando velhos argumentos: isso é bolsa-esmola; está ajudando a criar vagabundos; quanto menor o Estado melhor; o Estado não tem que se meter nem na vida das pessoas nem na economia; o Estado é essencialmente corrupto; o Estado é feio, bobo e tem cabeça de melão...

Então eu contra-argumentei e a discussão se prolongou até o final da aula, claro que sem levar a lugar nenhum, pois são inconciliáveis visões de mundo tão diferentes como a minha e a dela.
Mas esse papo me deixou muito irritado, vocês podem imaginar.

Aí, finda a aula, a professora perguntou:

- Bruno, você é urologista, né?

- Quase, sou residente ainda..., eu respondi.

- Ah tá, é que eu tô com um cálculo no rim, tenho até um raio-X aqui comigo... Quer dar uma olhada?

Eu pensei: "olha, não existe almoço grátis...", mas respondi: "claro, pega lá, deixa eu dar uma olhada".

Aí eu olhei o raio-X, fiz as orientações e disse: "acho que você deveria fazer um ultrassom, mas já te adianto que provavelmente você vai ter que operar". E ela: " É, eu já sabia, meu médico disse a mesma coisa que você" e depois perguntou:

- Você opera pelo SUS?

- Eu só atendo e opero pelo SUS.

- Tem como eu marcar uma consulta com você?

Eu quase falei: "Uai, mas o Estado não é feio, bobo e tem cabeça de melão?", mas disse: "Claro" e a orientei sobre o que ela teria que fazer para marcar a consulta.

***
Essa historinha é só para ilustrar o espírito da nossa classe média.
 Ela pensa, normalmente papagaiando o que lê nos jornalões ou na Veja, que o Estado é a encarnação do mal. Acha que políticas de distribuição de renda só servem para "criar vagabundos" e são o "maior programa de compra de votos do mundo"; que trabalha muito para sustentar um Governo gastador; que o Estado é essencialmente corrupto, então sonegar impostos passa a ser defensável ("Vou pagar imposto pra quê? Para eles roubarem?)... Mas, curiosamente, acha que o Estado deixa de ter cabeça de melão quando oferece a ela alguma bolsa de estudos ou quando precisa usar serviços do SUS, por exemplo (tenho uma colega de trabalho que é neoliberal militante, participou até de passeata pelo fim da CPMF, e não se constrange em pegar medicações fornecidas pelo SUS para tratar sua hepatite C crônica.

 Com isso ela economiza mais ou menos 2 mil reais por mês. Afinal, "o Estado tem que servir para alguma coisa, né?") . E mesmo pede mais Estado quando é assaltada ("Tem que investir mais em segurança!") ou quando seu filho se forma e não encontra trabalho ("Pô, será que não vão abrir outro concurso público?").

Essa é a nossa classe média e eis o seu lema: não existe almoço grátis, a não ser que seja para mi

A MALDIÇÃO DA CONCENTRAÇÃO MIDIÁTICA NO BRASIL.

ALTAMIRO BORGES DO BLOG DO MIRO
Altamiro: O super monopólio midiático brasileiro.

“A concentração aqui no Brasil,na minha opinião é uma das piores do mundo. Não teve nenhum regramento para os meios de comunicação. Você pega hoje os Estados Unidos, que são a pátria dos neoliberais, ou foram a pátria, eles têm várias regras para os meios de comunicação.

 Lá, desde a Segunda Guerra Mundial, é proibida a propriedade cruzada, que é a mesma empresa ter televisão, rádio, jornal, várias plataformas.

Aqui no Brasil nunca tivemos regra nennhma. Foram se formando grandes corporações a partir de famílias que possuem essa propriedade horizontal.

 A mesma empresa hoje é dona de TV, de rádio, de revista, de jornal, de internet. O que torna a linguagem ainda mais uma linguagem de pensamento único.

Uma visão muito monolítica das coisas. O que o jornal dá a rádio reproduz, a TV reproduz, o portal da internet reproduz. Isso no meu entender desfigura. É uma concentração piorada.”


A DEMOCRACIA DEPENDE DA SITUAÇÃO,DA IMPRENSA E DA OPOSIÇÃO.O QUÊ QUEREM ESSES AGENTES NO BRASIL?


Tomar partido é próprio da democracia , não é um mal é uma benção. O embate entre os agentes democráticos traz a direção das políticas públicas de um país. Portanto , por favor , levem os seus papéis a sério e tenham em mente que o povo brasileiro merece um olhar reabilitador.

Não nos condenem a rejeitar a democracia e suas instituições. Não nos tirem esse bem maior , pelo qual tantos lutaram e deram suas próprias vidas.

Fiquem certos que os poderes da república brasileira necessitam de um grande aprimoramento e nós exigimos urgência na realização dessa tarefa , que já tarda.

E o que dizer da imprensa brasileira ? Nesse caso , ao tomar partido tem por obrigação abrir o voto.
Não pode fingir que informa a população com isenção. Ao expor sua preferência ideológica e partidária age com honestidade e nos permite aceitar ou não.

O povo brasileiro necessita virar a página das velhas práticas da politicagem e entrar definitivamente na era da Política.


Assinado:Helio de Souza Borba

DO APOSENTADOINVOCADO

domingo, 25 de dezembro de 2011

ONDE SE LÊ LULA, LEIA-SE DILMA, AÍ O TEXTO FICA PERFEITO.

CERRA, O CHEFE!

O governador José Serra é conhecido internacionalmente por ter um pé na cozinha. O seu governo no estado de São Paulo já ficou famoso por ter fritado a educação e colocado na geladeira a redução do IPI que o governo federal deu de presente pra todo o país.

Mas a última iguaria de José Serra foi apontada pelo jornalista Luis Nassif em seu blog: o último suspiro de serra é um prato simples mas que já rendeu 800 comentários no post do bom jornalista, além de uma indigestão campeã no comitê de campanha do PSDB.

O Último Suspiro de Serra

Ingredientes:

- 1 apoio irrestrito da Rede Globo

- 20 jornalistas frescos da Folha de São Paulo. Não se preocupe, todo jornalista da Folha já vem fresco.

- 1 governador tarado pra ser presidente

- 1 prêmio da ONU comprado na Ri-Happy

- 10 colheres de pó (foi mal! Esse ingrediente é pra receita do Aécio!)

Modo de preparo

Numa panela funda, afogue o governo Lula com um monte de denúncias falsas inventadas pela Veja. Deixe esfriar e use a Folha de São Paulo pra requentar esses mesmos factóides depois de um tempo. Aproveite essa folha usada para jogar açúcar no período da ditadura.

Assim que ninguém levar isso à sério e sua batata começar a assar, adicione um Sarney refogado. Salpique meia dúzia de bobos dizendo “#forasarney” pra fingir que esse tempero faz parte da massa. Se alguém perguntar o que é esse bigode diga que é do saco do feijão

Bata em uns estudantes na faculdade pro bolo crescer. Pegue os 80 pedidos de CPI do seu estado, os milhões roubados pelo Arthur Virgílio e a Yeda Crusius e reserve. Reserve debaixo do tapete, bem longe. Especialmente porque ninguém é maluco de comer a Yeda. Já o Virgílio, não bote a mão no fogo.

Se publicarem uma crítica negativa do seu prato, frite jornalistas e blogueiros, mas cuidado pra não ficar azeredo.

A receita acima dá pra 1 porção de segundo lugar nas eleições de 2010. Ou você pode servir isso como merenda nas escolas do Estado de São Paulo. Convenhamos: as crianças da rede estadual de SP já comem coisa bem pior.

JORNALISTAS BRASILEIROS, "CÃES DE GUARDA", PROSTITUTOS E PROSTITUTAS DO INTELECTO.

P.I.G, PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA.


O que seria dos interesses das elites dominantes, se não contassem com escribas, pagos pelas empresas de mídia privada, para tentar fazer passar esses interesses com se fossem os interesses do país?

Para isso eles contam com equipes de “cães de guarda”, que defendem, com unhas e dentes, os interesses das elites dominantes, especialmente concentrados na mídia.

Tentam, por exemplo, identificar a liberdade com a liberdade do capital, condenando qualquer forma de limitação à sua livre circulação. Tentar identificar liberdade com a existência da grande propriedade privada, opondo-se a qualquer definição de critérios sociais para a propriedade, especialmente a monopólica e a propriedade não produtiva no campo, opondo-se a qualquer tipo de ação de socialização da propriedade.

 Porque essas próprias empresas são monopolistas.

O filósofo francês Paul Nizan escreveu um livro, em 1932, a que deu o nome de “Cães de guarda” para se referir aos intelectuais que prestam serviço de promover legitimidade e dar razões de sobrevivência ao poder das elites dominantes.

“Eles adorariam ser Zola, mas para acusar as vítimas...”, escreve Serge Halimi, no prefácio da edição mais recente do livro, mencionando como esses guardiães da ordem estabelecida adoram estar de acordo com seus patrões, acusando os pobres, os marginalizados, as vítimas do sistema, como se fossem verdugos. “Quanto à sua obra, ela se autodestrói um quarto de segundo depois do tiro de morteiro midiático...”, acrescenta Halimi.

Na introdução do livro de Halimi, “Os novos cães de guarda” – publicado no Brasil pela Jorge Zahar -, Pierre Bourdieu recorda como trabalhos de denuncia desse tipo contribui a “arruinar um dos suportes invisíveis da prática jornalística, a amnésia...” E se pergunta: “por que, de fato, os jornalistas não deveriam responder por suas palavras, dado que eles exercem um tal poder sobre o mundo social e sobre o próprio mundo do poder?”

Mas, entrando já diretamente nos chacais de guarda daqui – para não ofender aos cães -, se tiverem paciência, olhem alguns dos livros que decretaram o fim do governo Lula em 2005. Uma jornalista que insiste em fazer comentários sem voltar sobre o que disse ontem, sustentava seu livro oportunista para ganhar dinheiro e agradar seus patrões com a crise de 2005, apoiada por outro colunista que come nas mesmas mãos, que reiterava essa morte do governo na contracapa do livro.

Como não tem compromisso algum com o que escrevem, que só se justifica pelos serviços prestados a seus empregadores, fontes e outros representantes das elites dominantes, seguem em frente como se não tivessem dito nada ontem, como seguirão amanhã fingindo que não disseram nada hoje. Não são mais do que ventríloquos dessas elites.

Indo mais longe: a imprensa que convocou os militares a dar golpe militar, apoiou a derrubada do governo legalmente constituído de Jango e sustentou o golpe militar, inclusive reproduzindo as versões mentirosas que escondiam os seqüestros, as torturas e os fuzilamentos dos opositores, segue de acordo com as posições que tiveram.

 Um dos jornais, que emprestou seus carros,(FOLHA DE SÃO PAULO, GRIFO MEU, PTREMDAS 13E13) para que os órgãos repressivos da ditadura atuassem disfarçados de jornalistas, nem sequer tentou se defender das gravíssimas acusações, que faz com que a empresa, os jornais que publicam e os membros dos comitês editoriais, tenham as mãos sujas de sangue pelos seqüestros, torturas e execuções da ditadura.

Ao não fazerem autocrítica, automaticamente aceitam ter cometido esses crimes de lesa democracia e jornalismo minimamente objetivo.

Essa mesma mídia vive acusando o povo de “não ter memória”. Talvez seja essa a razão pela qual elegem e reelegem os lideres políticos execrados diariamente pela mídia, porque hoje não obedecem a seus desígnios.

Mas são eles os primeiros a cultuarem a falta de memória, a amnésia, de todos, ao esquecer o que disseram ontem. Estiveram a favor da ditadura, com que moral acusam governos e partidos de não ser democráticos?

O que dizem os empregados de uma empresa que praticamente nasceu durante a ditadura,(REDE GLOBO, GRIFO MEU PTREMDAS13R13) foi o órgão oficial da ditadura? Que legitimidade acreditam que podem ter órgãos dessa empresa?

Um dos colunistas de um dos jornais da imprensa de propriedade de uma das poucas famílias que dominam de forma monopolista o ramo, se orgulha de nunca ter ido aos foros Sociais Mundiais, por ter ido a todos os Foros de Davos – onde manifestamente ele se sente no seu mundo. Seria bom ele ouvir agora os arautos da globalização – incluído seu prócer FHC – para saber o que pensam da crise atual, provocada por suas políticas.

 Teria que se deslocar não a Davos, mas algumas prisões, onde alguns deles foram encarcerados, depois de reveladas suas trapaças – alias, nenhuma delas revelada pela imprensa, conivente e complacente com o ricaços de Davos.

Um outro jornalista disse, em outro momento da sua carreira, em conferência pública, que quando um jornalista senta para escrever uma matéria, pensa, em primeiro lugar, no dono da empresa; em segundo, nas fontes do que vai publicar; em terceiro na enorme quantidade de desempregados do lado de fora da empresa.

A esse filtro haveria que acrescentar as agências de publicidade e os grandes grupos econômicos que financiam os órgãos de imprensa e acabam pagando os seus salários.

Foi se criando uma verdadeira casta de jornalistas, empregados dos maiores meios de imprensa no Brasil, promíscuos com o poder, que renunciam a qualquer ataque aos interesses do poder que dominou o país durante séculos: capital financeiro, grandes monopólios, latifundiários, as próprias grandes empresas monopólicas da mídia, o imperialismo norteamericano, o FMI, o Banco Mundial, a OMC, a direita política – Tucanos, DEM, FHC, Serra, Tasso Jereissatti, Jarbas Vasconcellos.

Preferem, para conveniência de seus empregos e dos interesses dos seus patrões, atacar o que incomoda à direita – sindicatos, o MST, o pensamento crítico, as universidades publicas, os partidos de esquerda.

Além dos casos mencionados, há os pobres diabos que querem adquirir certo verniz “intelectual” – não agüentam a inveja do pensamento crítico – e citam autores, viajam pelo mundo em eventos sem nenhuma importância, escrevem em jornais e falam em rádios e TVs, sem nenhum prestigio, colunas que ninguém leva a sério ou mesmo lê.

 Um deles foi chefe de gabinete de um dos ditadores, depois foi demitido, fotografado na cama para a Playboy, tentando mostrar méritos que não conseguiu na política e que circulava nos governos anteriores com toda promiscuidade pelos ministérios e Palácio do Planalto – de que esse tipo de gente sentem uma falta danada.(TRATA-SE  DE ALEXANDRE GARCIA, GRIFO MEU, PTREMDAS13E13)
A ideologia do “’quarto poder” se tornou antiquada, porque o monopólio da mídia privada detém muito mais poder do que isso, termina dando direção ideológica e política aos fracos partidos opositores. Claro que o que realmente não são é “contra-poder”, porque na verdade fazem parte intrínseca dos poderes constituídos, como força conservadora.

Como a noticia se transformou definitivamente em uma mercadoria na mão dessa casta, perdeu toda credibilidade. Conhece-se o caso de colunistas econômicos que fingem estar preocupados com a situação de um setor do empresariado, e vendem reunião e assessoria a eles, em troca de defender mais explicitamente seus interesses.

Se devem às suas fontes, a tal ponto que a editoria econômica passou a ser a mais comprometida com os interesses criados, de forma similar a como certa cobertura policial se deve às fontes nas delegacias e nas policias, sem as quais ficam sem seus “furos”.

“Quem paga, comanda”, recorda Halimi. E a mídia, como sabemos é financiada não pelos leitores com as compras na banca e as assinaturas, mas pelas agencias de publicidade. E vejam quem são os grandes anunciantes, com os quais a mídia tem o rabo preso – bancos, telefonias, fabricas de automóveis, etc. Não pelas organizações populares, sindicatos, centros culturais, nada disso.

 Quem paga, comanda. Já viram jornais, rádios, televisões, colunistas, fazerem campanha de denúncia – com um pouquinho da sanha que tem contra o governo e a esquerda – contra os bancos, suas falcatruas, contra as grandes corporações multinacionais, contra a lavagem de dinheiro nos paraísos fiscais?
 Nâo, porque seria tiro no pé, atentado contra os que financiam a essa mídia.
Perguntado sobre como a elite controla a mídia, Chomsky respondeu: “Como ela controla a General Motors? A questão nem se coloca. A elite não tem que controlar a General Motors. Ela lhe pertence.

 Albert Camus disse que a mídia francesa se tornou “a vergonha do país.” E a nossa? O Brasil e seu povo têm orgulho ou vergonha dessa mídia que anda por ai?

A lei apresentada pelo governo argentino para regulamentar o audiovisual – umas das razões da brutal ofensiva da imprensa de lá contra seu governo – determina que as empresas da mídia tem que declarar publicamente suas fontes de financiamento – quem as financia, com que quantidades de dinheiro. Poderiam aproveitar e declarar publicamente quanto ganham os magnatas dessa casta midiática, enquanto a massa dos jornalistas ganha uma miséria, é terceirizado e passível a qualquer momento de serem mandado embora, se não cumprem à risca as orientações que os chacais lhes impõem.

Um jornalista norteamericano citado por Halimi, disse: “Sobre as questões econômicas (impostos, ajuda social, política comercial, luta contra o déficit, atitude em relação aos sindicatos), a opinião dos jornalistas de renome tornou-se muito mais conservadora à medida que suas rendas foram aumentando”.

Quem discorda dos consensos que tentam impor nos seus desagradabilíssimos e redundantes programas de entrevistas ou suas colunas de merchandising , como se sabe, é chamado de “populista”, de “demagogo”, de “aventureiro”.

Que são, como também se sabe, os governantes que fazem políticas sociais e têm alto nível de apoio da população. Por isso chamam sempre os mesmos, seus amigos, operadores das bolsas de valores, empresários que passam a lhes dever favores, para dizer as mesmas baboseiras que a realidade não se cansa de desmentir.

“Mídias cada vez mais concentradas, jornalistas cada vez mais dóceis, uma informação cada vez mais medíocre” –conclui Halimi. E cita um político de direita francês, Claude Allègre, sobre as possibilidades do meio midiático se reformar: “Eu vou lhes dar uma resposta estritamente marxista, eu que jamais fui marxista: porque não há interesse... Por que vocês queriam que os beneficiários dessa situação sintam necessidade de mudá-la?”

 E, para concluir, conforme se aproxima a Conferencia Nacional de Comunicação, declaração do também conservador jornalista Frances Jacques Julliard:
“Uma das reformas mais urgentes neste país, seria aquela que pudesse dar às mídias um mínimo de seriedade e de dignidade. Sobretudo de dignidade!”
PROFESSOR E