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sábado, 25 de maio de 2013

Pilantragem tucana: CEMIG é dos gringos e da Andrade Gutierrez, e rouba o povo mineiro cobrando imposto por dentro.



DE QUE LADO ESTE MALUCO HEDONISTA ESTÁ? A DO GRANDE CAPITAL É LÓGICO. O POVO QUE  EXPLUDA-SE!




Imposto cobrado representa 42%  da conta de luz em Minas!

Movimentos sociais organizam plebiscito popular para promover o debate sobre tarifa de energia da Cemig

por Arcângelo Queiroz e Rosana Zica, de Belo Horizonte, no 
Brasil de Fato

Movimentos populares, sindicalistas, professores, estudantes, trabalhadores sem-terra, agentes de pastorais sociais, atingidos por barragens se uniram para organizar um plebiscito em Minas Gerais. 

A votação será realizada de 19 a 27 de outubro, com o objetivo de levar à sociedade os questionamentos em relação ao valor da conta de luz praticada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), uma das mais caras dentre os estados brasileiros.
O coordenador geral do Sindicato dos Eletricitários (Sindieletro/MG) e secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT Minas), Jairo Nogueira Filho, destaca que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide sobre a eletricidade é calculado por um critério chamado ‘tributação por dentro’, no qual a base de incidência do imposto inclui o próprio imposto, taxas e tributos da conta.


Isso faz com que a tributação real seja maior que o imposto indicado na conta. Por exemplo: uma alíquota de 30% de ICMS representa uma tributação real de 42,8%. “O exagero do imposto é um modelo socialmente injusto, pois sobretaxa um bem essencial, que é a energia”, avalia Jairo.


Nos dias 4 e 5 de maio, será realizado, em Belo Horizonte, um encontro de formação, preparando lideranças para levar o debate para todas as regiões do estado, mas já há lideranças divulgando a consulta.

 A dirigente sindical e representante do Plebiscito Popular na Região Oeste, Katarina do Valle, diz que as primeiras reuniões mostram insatisfação geral com o serviço prestado e com a tarifa.


“A população de baixa renda é mais sacrificada e está esperando o plebiscito para cobrar mudanças na conta de luz”, antecipa.
Joceli Andreoli, da coordenação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) acredita que o Plebiscito Popular permitirá que toda a sociedade mineira se manifeste sobre a questão da energia. “Será um momento único de envolvimento na discussão de um modelo energético Popular”, avalia.


Imposto alto, qualidade do serviço baixa!


Além do consumidor residencial da Cemig amargar um ICMS alto, é penalizado pela queda na qualidade dos serviços da empresa. Pelo menos 77% dos consumidores da Cemig esperam mais tempo que o definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o restabelecimento de energia. 

O DEC da Cemig, que mede o tempo que as famílias ficam sem luz, só vem piorando e ficou, no ano passado, 37% acima do indicador registrado em 2003.


Em abril, a Aneel divulgou o ranking da qualidade do serviço prestado pelas distribuidoras de energia do país ao longo de 2012 e a situação da Cemig não é nada boa. 


A empresa, que ficou em 20º lugar na lista do ano passado, caiu para a 25ª posição.


O lucro de uma terceirização que mata!


A Cemig hoje é uma holding de economia mista, que é controlada por acionistas privados nacionais e internacionais. 

Mais de 60% do lucro da empresa é remetido ao exterior, comprometendo investimentos em melhorias no sistema elétrico e na garantia de condições adequadas de trabalho para os eletricitários.


Há dez anos a terceirização é usada indiscriminadamente pela empresa como ferramenta para aumentar os lucros para os acionistas, o que não só compromete a qualidade dos serviços prestados como leva à precarização das condições de trabalho nas empreiteiras contratadas. 

Os acidentes fatais envolvendo trabalhadores que prestam serviços para a Companhia já são quase mensais.

 Em contrapartida, a Cemig já garantiu aos acionistas um repasse de R$ 3 bilhões para o ano de 2013.


Minas não dá o desconto total na conta de luz.


O governo federal aprovou uma iniciativa que alivia a população do alto valor da tarifa. A Medida Provisória 579, que se transformou na lei 12.783, antecipou a renovação das concessões das empresas públicas de energia que venceriam até 2015.

 As novas regras garantiram a redução da tarifa já em 2013 de 18% para os consumidores residenciais.


No entanto, os governos de Minas Gerais, Paraná e São Paulo, todos governados pelo PSDB, não pactuaram com a proposta de adequação às novas regras. 

Ao renunciarem à renovação das concessões das usinas, colocam em risco o patrimônio da população com a ameaça de privatização, pois as empresas, hoje do Estado, devem ser leiloados para a iniciativa privada.

Chupinhado no: VIOMUNDO



terça-feira, 21 de maio de 2013

O Brasil comete um "crime" contra o Deus mercado.



CRIME CONTRA O MERCADO: O BRASIL CRIA 200 MIL NOVOS POSTOS DE TRABALHO FORMAIS EM ABRIL.



O BRASIL NA CONTRA MÃO DO DESEMPREGO, ARROCHO E  E  CORTE DE GASTOS.

 NA CONTRA MÃO DOS ENSINAMENTOS DO FMI E DA TROIKA EUROPÉIA E AMERICANA(DO NORTE).


 A TURMA ADEPTA DO CONSENSO DE WASHINGTON.


A TURMA QUE PARARAM O MUNDO EM 1990,

 OS NEO LIBERAIS, A TURMA ADEPTA DAQUELA CORJA DE MONT PELLÈRIN EM 1947, ONDE O SAFADO DO HAYECK E PILANTRA DO FRIEDMAN BOTARAM O OVO DA SERPENTE.

ENFIM, NA CONTRA MÃO DESTES TUCANOS HIPÓCRITAS AÍ.

QUE PREGAM O ARROCHO, AUMENTO DE JUROS, E JÁ ESTÃO ACHANDO O SALÁRIO MÍNIMO, "MÁXIMO" DEMAIS.
 




quarta-feira, 15 de maio de 2013

Deputado e ex delegado Protógenes, lasca o bambu na base traíra do governo Dilma, por causa da MP dos Portos.



DEPUTADO PROTÓGENES, EXPLICA POR QUE A MP DOS PORTOS, ESTÁ COM TANTA DIFICULDADE DE SER APROVADA. O PROBLEMA CHAMA-SE O BANQUEIRO BANDIDO CONDENADO DANIEL DANTAS, AQUELE QUE RECEBEU DE BANDEJA UM MINI ANCORADOURO DE FHC, CHAMADO PORTO DE SANTOS. PELO VISTO TEM MUITA GENTE DO DEM/PSDB E DA BASE TRAILADA DO GOVERNO,  QUE ANDOU RECEBENDO UM "PRESENTINHO" DO GRANDE OPERADOR DA PRIVATARIA TUCANA, SEGUNDO PAULO HENRIQUE AMORIM.

terça-feira, 14 de maio de 2013

DOCUMENTÁRIO CHILENO DE 1971.OS HORRORES DA DITADURA. O GOLPE DE 1964, HOMENAGEM A OTAVIO FRIAS DA FOLHA DE SÃO PAULO, QUE CHAMA ESTE CIRCO DE HORRORES DE "DITABRANDA".

O TERROR QUE A DITADURA MILITAR IMPLANTOU NO BRASIL, COM O APOIO DA IMPRENSA, DO CLERO, E DA CLASSE MÉDIA COOPTADA PELA IMPRENSA FASCISTA BRASILEIRA. A FOLHA DE SÃO PAULO A CHAMOU EM EDITORIAL DE "DITABRANDA". O PAI DO EDITOR,  O "SEU" FRIAS UM EX GRANJEIRO, EMPRESTAVA CAMINHONETES PARA OS MILITARES ASSASSINAREM QUEM OS COMBATIAM. PONTO FINAL. O RESTO COMO DIZIA O LALAU, "É LUAR EM PAQUETÁ".

NO YOUTUBE:
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domingo, 5 de maio de 2013

Golpe em Jango. Não subestimem a direita!



O comício de Jango na Central do Brasil em 64.

Este homem que andava com a imagen de NSRA Aaparecida pendurado em um cordão de ouro e o usava diuturrnamente, era taxado de comunista, e que iria fundar uma Cuba no Brasil. Americanos idiotas.


Conseguiram cooptar uma corja da extrema direita e apear do poder JANGO,  através de um golpe, executado por  militares lambe botas dos americanos.

Através de uma campanha maciça na imprensa, açulou os militares e a clase mérdia brasileira que apoiou esta sandice com a também intensa colaboração da extrema direita da ICAR, a turma da OPUS DEI, TFP, este pessoal aí.

Fizeram a tal "MARCHA COM DEUS COM A FAMÍLIA PELA LIBERDADE".

ENFIARAM O BRASIL EM 21 ANOS DE DITADURA SANGRENTA.

Os filhos desta classe média depois vieram a perecer nos porões sangrentos, imorais, e infernais da ditadura.

Que queria Jango: Justiça social, reforma agrária, reforma em infra estrutura, reforma tributária, reforma política,.

Tomemos pois cuidado com as togas.

A extrema direita criminosa e insana, encastelou-se no judiciário.

O judiciário passou a ser o monte Fornovo di Taro, deles.

Façamos pois como nossos pracinhas da FEB em 1945.

Vamos expulsá-los de lá.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O PSDB, quer voltar para terminar o desmonte do estado, que ele promoveu e tornar o Brasil um país de pobres.

FHD (D DE DOAR, O PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO.) 

Saul Leblon na CARTAMAIOR


O conservadorismo brasileiro ignorou olimpicamente a desmoralizante refrega sofrida pelos pelotões do arrocho fiscal nos últimos dias.

Dois de seus centuriões (Rogoff & Reinhart), como se sabe, foram flagrados em malfeitos intelectuais por um estudante de economia de 28 anos.

O rapaz percebeu que eles deram uns anabolizantes à ponderação de dados que confirmavam suas teses. E ministraram um chá de sumiço aos teimosos números que refutavam as mesmas premissas.

Quais?

As de que, independente das condições de vento e temperatura, históricas e sociais, o gasto público é algo devastador, sobretudo quando transita na faixa dos 90% do PIB.

Quente ainda o defunto da fraude intelectual, o Instituto Fernando Henrique Cardoso convocou um similar para esgrimir o opróbio de uma das pilastras de sua agenda para o Brasil.

O PSDB quer terminar o que começou: o desmonte completo do Estado brasileiro.

Mãos à obra.

Vito Tanzi, ex-FMI, ‘amigo’ do Brasil desde a crise da dívida externa,nos anos 80, desembarcou aqui para demonstrar em carne e osso como a ideologia não muda. Independente dos vexames de seus formuladores.

E por uma razão muito forte.

Por trás das ideias, melhor dizendo, à frente delas, caminham os interesses.

Em nome deles, quase como por encomenda, Tanzi falou no Instituto FHC.

Depois, reiterou ao jornal Valor:

“O tamanho do Estado brasileiro, refletido no amplo número de programas econômicos e sociais, é algo que precisa ser enfrentado. Uma vez introduzido um programa é muito difícil voltar atrás’, alertou o tecnocrata à la carte, para lançar um petardo de suspeição no arremate:” É possível que o déficit fiscal do Brasil talvez seja maior do que apontam as estatísticas, em razão de "truques"

Tanzi não é um atirador solitário da restauração conservadora planejada pelos tucanos.

Há solistas locais a ombreá-lo no esforço de redimir a ‘boa ciência’, para tê-la à mão na disputa contra ‘a intervencionista’, em 2014.

Edmar Bacha, um dos formuladores do projeto econômico da candidatura Aécio Neves, atacou na mesma direção, num debate promovido também pelo jornal Valor:

“Falando só de economia, uma coisa que está clara é a dívida pública bruta (do Brasil) de 65% do PIB, que é extraordinariamente elevada para um país em desenvolvimento; comparado com nossos parceiros de renda per capita é extremamente elevado".

"O padrão normal seria mais nos 20%", estabeleceu Bacha com sua voz macia, que lubrifica um torniquete fiscal paralisante. (Leia sobre esse assunto a esclarecedora coluna de Paulo Kiass)

Como chegar lá?

Cortando gastos. Na verdade, um ajuste dessa proporção implicaria destroçar o pouco da capacidade de fazer política pública restaurada no Brasil na última década.

Em resumo, concluir o desmonte estatal produzido pelo PSDB quando o partido esteve no poder nos anos 90.

Há vozes discordantes, felizmente.

E com decibéis intelectuais suficientes para evidenciar que subjacente à gororoba do contracionismo-expansionista, defendida pelos Rogoffs,Tanzis & Bachas (destruir o Estado e as estatais para liberar a expansão do setor privado) emergiria um gigantesco vácuo.

Uma amplificação do vazio que dá origem a boa parte dos impasses enfrentados pelo desenvolvimento brasileiro nesse momento.

Um vácuo de coordenação econômica.

Uma verdadeira mazorca dos mercados sem lei.

Um déficit não propriamente fiscal, como querem os contracionistas, que fazem da Europa atualmente um mausoléu de Estados e direitos sociais.

Mas um déficit de ação ordenadora do Estado, deliberadamente desprovido de estatais e de instrumentos, engessado por interditos e carências que cerceiam seu papel histórico no desenvolvimento.

O conjunto explica não apenas o colapso atual da infraestrutura brasileira, como boa parte da hesitação do investimento privado, que será sempre titubeante quando desprovido de bússola pública para guia-lo (a fixação do câmbio adequado é um dos ponteiros dela).

No mencionado debate promovido pelo jornal Valor, o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, em resposta a Bacha, cuidou de colocar o desafio brasileiro nos seus devidos termos. 



É importante acompanhar o que pensa o professor, um dos mais argutos intelectuais da atualidade:

Fala Belluzzo:

“O diabo é que eu tenho boa memória, eu não sou muito inteligente, mas boa memória eu tenho.

A taxa (de investimento) no auge do milagre chegou a 27%, mas na verdade a média era 22%, 23% (NR: hoje está abaixo de 20%).

A partir da crise da dívida externa tivemos um declínio fortíssimo. Vou analisar algumas questões estruturais do período anterior para a gente entender.

Você tinha uma sinergia muito grande entre investimento público e privado naquela época em que construímos toda a nossa infraestrutura, até os anos 1970.

Temos 30 anos atrasados na infraestrutura.

Keynes era um liberal conservador, gostava das conquistas culturais e civilizatórias do capitalismo, mas achava que o sistema não funcionava muito bem.

Então, o que ele recomendou?

Precisa ter uma sinergia para que você tenha um mínimo de estabilidade na taxa de inversão entre os programas de investimento, uma coordenação.

O que você perdeu aqui no Brasil foi muito dessa coordenação, nós tínhamos, mal ou bem, essa coordenação nos anos 1950 e 1960.

Quem fazia isso?

As empresas estatais.

Eu não estou dizendo que você tem que desfazer a privatização, eu estou dizendo o seguinte: o governo precisa ter um orçamento de capital separado do orçamento corrente, orçamento corrente tem que ser sempre equilibrado, o orçamento de capital é aquele que regula as flutuações cíclicas, isso foi o que ele pensou.

Muito bem, deixamos o investimento público aqui baixo.

Nossa indústria de bens de capital está reduzida.

A taxa de investimento é muito baixa. E ela ficou estagnada com flutuações muito pequenas ao longo desses últimos 30 anos.

O investimento público caiu para menos de 2% do PIB.

Não é possível, isso é uma economia que não tem coordenação (...)

Essa coordenação nós perdemos a partir da crise da dívida externa, tivemos graves problemas fiscais e nunca recuperamos a capacidade do Estado de investir e coordenar o setor privado.

E aí está o resultado na infraestrutura.

Isso tem um impacto grande. (...) e aí eu vou ter a primeira relação crítica com o Bacha, temos sim um problema de oferta e temos um problema demanda efetiva, porque se você quer criar oferta você tem que gerar demanda.

Esse problema não ficou claro e agora está começando a ficar, porque durante o período da bonança nós promovemos uma mudança na composição da demanda doméstica, certo?

Por causa dos programas sociais, do salário mínimo etc (...) Mas nós estamos em um enrosco, por quê?

Como o crescimento se deu dessa maneira, e é claro que se incorporou um monte de gente como consumidor, e dadas as mudanças que ocorreram na economia, sobretudo a queda da inflação, eles viraram demandantes de crédito.

Nos anos 1980 você não tinha crédito, a relação crédito/PIB era de 20%?

Era isso? Quanto é hoje, 50%.

Ocorreu alguma coisa diferente, quem não tomava crédito começou a tomar.

Isso tudo deu uma mudança na estrutura da demanda, qual foi o impacto na estrutura da oferta? (NR :importações baratas passaram a suprir parte dessa expansão da demanda, estrangulando a manufatura local e pressionando a balança comercial, que registrou déficit de quase US$ 1 bi em abril ).

O governo precisa colocar o câmbio no lugar.

Eu acho que hoje em dia, dada a reestruturação da indústria mundial, essa questão cambial é crucial.

Agora não é suficiente; por quê?

Vamos pegar o exemplo bem-sucedido.

O Bacha fez uma crítica ao conteúdo nacional (NR: a exigência de conteúdo nacional nas encomendas da Petrobras que, segundo o porta-voz do PSDB, partido que quase liquidou o petróleo brasileiro com a Petrobrax, estaria matando a estatal...) 


Eu acho que precisa escolher alguns setores que têm maior poder de disseminação e dar prioridade a eles.

Para terminar: este é o país mais burocratizado do mundo (...) vai ter que resolver esses impasses que estão cada vez mais graves entre Legislativo, Judiciário e Executivo.

Existe uma interferência burocrática na ação econômica do Estado que a gente precisa discutir “ (‘Valor‘; 02-05-2013)