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sábado, 10 de setembro de 2011

O PSDB É UM ANTRO DE HIPÓCRITAS, MENTIROSOS, UDENISTAS , E ENTREGUISTAS DOS INFERNOS, OBSERVEM A "ESTABILIDADE" QUE ELES DIZIAM QUE ESTAVAM PROMOVENDO NO BRASIL. ESTE ERA O CANTOCHÃO DA MÍDIA: ESTABILIDADE DO REAL. ERA CONVERSA PARA BOI DORMIR. EM 8 ANOS DO MALFADADO GOVERNO FHC, ELES DEVASTARAM O BRASIL.

FHC TREVAS E MAIS TREVAS. APAGÃO, ELÉTRICO, APAGÃO  ECONÔMICO, APAGÃO NO MERCADO DE TRABALHO, APAGÃO NO DESENVOLVIMENTISMO, APAGÃO MORAL.

O QUARTETO DO MAL, POR ONDE ESTA GENTE PASSA, SÓ SE VÊ ARROCHO, ENTEGUISMO, PRIVATIZAÇÕES, DESEMPREGO, O Pior Salário Do Brasil. 

EM OITO ANOS DE GOVERNO, DESTES MENTIROSOS NO PLANO FEDERAL, DEVASTARAM O BRASIL, JOGANDO MILHÕES DE PESSOAS NA MISÉRIA, E NOS ESTADOS, PRIVATIZARAM TUDO, PRECARIZARAM O ENSINO DE FORMA BRUTAL E EM SÃO PAULO ALÉM DE TER O PIOR ENSINO DO BRASIL, PRIVATIZARAM ATÉ LEITOS DE HOSPITAIS PÚBLICOS.

EM MINAS O BALADEIRO DO LEBLON, ENTREGOU O CONTROLE DA CEMIG PARA A ANDRADE GUTIERREZ, POR BAIXO DOS PANOS, JÁ QUE HÁ UMA LEI NA CONSTITUIÇÃO MINEIRA QUE O ITAMAR MANDOU COLOCAR, QUE IMPEDE A CEMIG DE SER PRIVATIZADA.



E O SEU ESPECTRO POLÍTICO, FALO DE ANASTAZIA, RECUSA-SE A CUMPRIR LEI FEDERAL AO NÃO PAGAR O PISO NACIONAL SALARIAL PARA OS PROFESSORES.

A RESPEITO DESTA LEI, ELA SÓ FOI CONTESTADA NOS ESTADOS ONDE O CONSÓRCIO UDN/PSDB/DEMOS, ERAM QUEM ESTAVA NO PODER.
OS TUCANOS SÓ SE SUSTENTAM, COM O APOIO DESTES PROPAGADORES DE MENTIRAS. 
ONDE ESTÃO AS IDÉIAS E OS PLANOS DE GOVERNO DA OPOSIÇÃO? 


CONVERSA DO CONSÓRCIO PIG(PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA) UDN/PSDB/DEMIS/PPS.



COLAPSO

Quando FH tomou posse pela segunda vez, a 1º de janeiro de 1999, o real estava derretendo por dentro. Apesar da submissão ao FMI, da implementação do pacote-arrocho e da maior desnacionalização do patrimônio nacional de todos os tempos, os especuladores seguiram em debandada, levando consigo os dólares emprestados pelo FMI e o “lastro” da “âncora cambial” do real, isto é, as reservas em dólares. Se não tinham certeza, pelo menos intuíam que, enquanto persistisse a sobrevalorização do real, não se garantiriam os superávites comerciais necessários ao retorno da remuneração e ao “repatriamento” de seus capitais.


O pacote-arrocho até poderia produzir o superávit primário necessário a que o governo pagasse parte dos juros da dívida pública, mas não era capaz de viabilizar o superávit comercial necessário para enviar esses recursos para fora do país.


Mesmo depois de haver entrado em dezembro de 1998 a primeira parcela do empréstimo do FMI/BIS, os especuladores seguiram em rota de fuga. Levaram US$ 5 bilhões das nossas reservas em dezembro e mais US$ 6 bilhões nas primeiras duas semanas de janeiro (US$ 8,4 bilhões ao longo do mês). Na verdade, os especuladores interpretaram corretamente que o aporte do FMI/BIS tinha o objetivo de garantir que eles levassem imediatamente seus recursos aplicados no país. 



E, de fato, o objetivo do FMI, ao aportar recursos a um país em dificuldades em suas contas externas, não é ajudar esse país, mas viabilizar as condições para que os financistas estrangeiros que aplicam seus recursos nesse país possam escapulir sãos e salvos.


A esse grau de vulnerabilidade nos havia levado a teimosia subserviente da equipe de FH, ao insistir na sobrevalorização artificial do real e, portanto, no importacionismo, no endividamento externo e na desnacionalização da nossa economia.


Sob o risco de ficar sem reservas cambiais e sem novos capitais externos para cobrir o rombo do importacionismo, soltou-se a “âncora” do real e este entrou em colapso. Sob a pressão dos especuladores estrangeiros, que se aproveitavam da fragilidade das contas externas e públicas do país, provocada pela política de sobrevalorização do real, não restou a FH outra alternativa senão liquidar sua criatura: o Plano Real. 



Desmoronava o mito da “moeda forte” tão propalado durante quatro anos e meio. Em face da política de “banda estreita” adotada desde a crise mexicana, o dólar já estava a R$ 1,2115. O BC então adotou a política de “banda larga”, autorizando o dólar a flutuar até R$ 1,32. Só que o BC implementou essa desvalorização do real pelo pior caminho: em lugar de fazê-lo sob controle governamental, entregou aos especuladores com moeda estrangeira a definição do valor da nossa moeda. Era esse o significado do chamado “câmbio flutuante”.


A especulação que daí surgiu levou, num primeiro momento, a um violento e desordenado processo de desvalorização da moeda nacional. Atropelado pelo “mercado”, o governo deixou-se submeter ainda mais aos especuladores: a 15 de janeiro, decidiu que o câmbio passaria a flutuar livremente, isto é, seria estabelecido ao sabor dos humores do capital especulativo.



Antes de seu enterro sem pompa nem vela, a sobrevalorização artificial do real, isto é, o Plano Real, já havia feito seu estrago: a dívida externa subira de US$ 145,7 bilhões no final de 1993 para US$ 241,6 bilhões em dezembro de 1998 para financiar o rombo externo; a dívida mobiliária federal subira de US$ 62 bilhões para US$ 319 bilhões em consequência da política de juros altos adotada para atrair os capitais externos necessários ao fechamento das contas externas; o conjunto da dívida líquida do setor público subira de R$ 153,45 bilhões no começo do governo FH (janeiro de 1995) para R$ 479,09 bilhões em janeiro de 1999, subindo de 29,35% do PIB para 50,49%; o patrimônio público havia sido torrado na bacia das almas; o capital estrangeiro abocanhara o que havia de mais expressivo na economia nacional, num inédito e brutal processo de desnacionalização:


  A participação das empresas estrangeiras nas vendas das 500 maiores empresas privadas e 50 maiores estatais instaladas no país aumentara de 32% em 1994 para 43,5% em 1998, enquanto o passivo externo bruto crescera de US$ 220 bilhões em dezembro de 1995 para US$ 332 bilhões em dezembro de 1998; importantes setores industriais haviam sido dizimados ou sucateados, como a indústria de bens de capital, informática, telecomunicações, eletrônicos de consumo, componentes, autopeças, várias especialidades na área química e farmacêutica; o emprego industrial em São Paulo havia sido ceifado em 25%, fazendo com que, na época da desvalorização, a taxa de desemprego na Grande São Paulo atingisse inéditos 20% da força de trabalho.


Era essa a “estabilidade” alardeada por FH.


JORNAL A HORA DO POVO-PPL- PARTIDO PÁTRIA LIVRE.