VOU COMPRAR 4 CAIXAS QUE É PARA DURAR TODO O ANO DE 2012.
CHEGARÁ UM DIA, EM QUE ESTA IMPRENSA, MENTIROSA, FASCISTA, E CRIMINOSA FORMARÁ UM PÚBLICO TÃO VIL QUANTO ELA PRÓPRIA. "JOSEPH PULLITZER", JORNALISTA HUNGARO-AMERICANO. Vai lendo aí PIPI.
Minha lista de blogs
Mostrando postagens com marcador MST. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MST. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A MINHA CACHAÇA!
Marcadores:
AS ESCOLAS DO MST,
ASSENTAMENTOS DO MST,
CACHAÇA A SOCIALISTA,
INCRA,
MST,
OS JOVENS DO MST,
REFORMA AGRÁRIA,
REFORMA DE BASE NO GOVERNO JANGO
quarta-feira, 20 de julho de 2011
RESPOSTAS DO MST À PERGUNTAS DO "O GLOBO", NÃO PUBLICADAS.
Por que a população não sai às ruas contra a corrupção?
19 de julho de 2011
Da Página do MST
O jornal O Globo publicou uma reportagem no domingo para questionar por que os brasileiros não saem às ruas para protestar contra a corrupção.
Para fazer a matéria, os repórteres Jaqueline Falcão e Marcus Vinicius Gomes entrevistaram os organizadores das manifestações de defesa dos direitos dos homossexuais e da legalização da maconha. E a Coordenação Nacional do MST.
A repórter Jaqueline Falcão enviou as perguntas por correio eletrônico, que foram respondidas pela integrante da coordenação do MST, Marina dos Santos, e enviadas na quinta-feira em torno das 18h, dentro do prazo.
A repórter até então interessada não entrou mais em contato. A reportagem saiu só no domingo. E as respostas não foram aproveitadas.
Por que será?
Abaixo, leia as respostas da integrante da Coordenação Nacional do MST, Marina dos Santos, que não saíram em O Globo.
Por que o Brasil não sai às ruas contra a corrupção?
Arrisco uma tentativa de responder essa pergunta ampliando e diversificando o questionamento: por que o Brasil não sai às ruas para as questões políticas que definem os rumos do nosso país?
O povo não saiu às ruas para protestar contra as privatizações – privataria – e a corrupção existente no governo FHC.
Os casos foram numerosos - tanto é que substituiu-se o Procurador Geral da Republica pela figura do “Engavetador Geral da República”.
Não saiu às ruas quando o governo Lula liberou o plantio de sementes transgênicas, criou facilidades para o comércio de agrotóxicos e deu continuidade a uma política econômica que assegura lucros milionários ao sistema financeiro.
Os que querem que o povo vá as ruas para protestar contra o atual governo federal – ignorando a corrupção que viceja nos ninhos do tucanato - também querem ver o povo nas ruas, praças e campo fazendo política?
Estão dispostos a chamar o povo para ir às ruas para exigir Reforma Agrária e Urbana, democratização dos meios de comunicação e a estatização do sistema financeiro?
O povo não é bobo. Não irá às ruas para atender ao chamado de alguns setores das elites porque sabe que a corrupção está entranhada na burguesia brasileira.
Basta pedir a apuração e punição dos corruptores do setor privado junto ao estatal para que as vozes que se dizem combater a corrupção diminua, sensivelmente, em quantidade e intensidade.
Por que não vemos indignação contra a corrupção?
Há indignação sim. Mas essa indignação está, praticamente restrita à esfera individual, pessoal, de cada brasileiro.
O poderio dos aparatos ideológicos do sistema e as políticas governamentais de cooptação, perseguição e repressão aos movimentos sociais, intensificadas nos governos neoliberais, fragilizaram os setores organizados da sociedade que tinham a capacidade de aglutinar a canalizar para as mobilizações populares as insatisfações que residem na esfera individual.
Esse cenário mudará. E povo voltará a fazer política nas ruas e, inclusive, para combater todas as práticas de corrupção, seja de que governo for.
Quando isso ocorrer, alguns que querem ver o povo nas ruas agora assustados usarão seus azedos blogs para exigir que o povo seja tirado das ruas.
As multidões vão às ruas pela marcha da maconha, MST, Parada Gay...e por que não contra a corrupção?
Porque é preciso ter credibilidade junto ao povo para se fazer um chamamento popular. Ter o monopólio da mídia não é suficiente para determinar a vontade e ação do povo.
Se fosse assim, os tucanos não perderiam uma eleição, o presidente Hugo Chávez não conseguiria mobilizar a multidão dos pobres em seu país e o governo Lula não terminaria seus dois mandatos com índices superiores a 80% de aprovação popular.
Os conluios de grupos partidários-políticos com a mídia, marcantes na legislação passada de estados importantes - como o de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul - mostraram-se eficazes para sufocar as denúncias de corrupção naqueles governos.
Mas foram ineficazes na tentativa de que o povo não tomasse conhecimento da existência da corrupção. Logo, a credibilidade de ambos, mídia e políticos, ficou abalada.
A sensação é de impunidade?
Sim, há uma sensação de impunidade. Alguns bancos já foram condenados devolver milhões de reais porque cobraram ilegalmente taxas dos seus usuários. Isso não é uma espécie de roubo?
Além da devolução do dinheiro, os responsáveis não deveriam responder criminalmente? Já pensou se a moda pegar: o assaltante é preso já na saída do banco, e tudo resolve coma devolução do dinheiro roubado...
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em recente entrevista à Revista Piauí, disse abertamente: “em 2014, posso fazer a maldade que for. A maldade mais elástica, mais impensável, mais maquiavélica. Não dar credencial, proibir acesso, mudar horário de jogo.
E sabe o que vai acontecer? Nada. Sabe por quê? Por que eu saio em 2015. E aí, acabou.(...) Só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no Jornal Nacional.”
Nada sintetiza melhor o sentimento de impunidade que sentem as elites brasileiras. Não temem e sentem um profundo desrespeito pelas instituições públicas.
Teme apenas o poder de outro grupo privado com o qual mantêm estreitos vínculos, necessários para manter o controle sobre o futebol brasileiro.
São fatos como estes, dos bancos e do presidente da CBF – por coincidência, um dos bancos condenados a devolver o dinheiro dos usuários também financia a CBF - que acabam naturalizando a impunidade junto a população.
Da Página do MST
O jornal O Globo publicou uma reportagem no domingo para questionar por que os brasileiros não saem às ruas para protestar contra a corrupção.
Para fazer a matéria, os repórteres Jaqueline Falcão e Marcus Vinicius Gomes entrevistaram os organizadores das manifestações de defesa dos direitos dos homossexuais e da legalização da maconha. E a Coordenação Nacional do MST.
A repórter Jaqueline Falcão enviou as perguntas por correio eletrônico, que foram respondidas pela integrante da coordenação do MST, Marina dos Santos, e enviadas na quinta-feira em torno das 18h, dentro do prazo.
A repórter até então interessada não entrou mais em contato. A reportagem saiu só no domingo. E as respostas não foram aproveitadas.
Por que será?
Abaixo, leia as respostas da integrante da Coordenação Nacional do MST, Marina dos Santos, que não saíram em O Globo.
Por que o Brasil não sai às ruas contra a corrupção?
Arrisco uma tentativa de responder essa pergunta ampliando e diversificando o questionamento: por que o Brasil não sai às ruas para as questões políticas que definem os rumos do nosso país?
O povo não saiu às ruas para protestar contra as privatizações – privataria – e a corrupção existente no governo FHC.
Os casos foram numerosos - tanto é que substituiu-se o Procurador Geral da Republica pela figura do “Engavetador Geral da República”.
Não saiu às ruas quando o governo Lula liberou o plantio de sementes transgênicas, criou facilidades para o comércio de agrotóxicos e deu continuidade a uma política econômica que assegura lucros milionários ao sistema financeiro.
Os que querem que o povo vá as ruas para protestar contra o atual governo federal – ignorando a corrupção que viceja nos ninhos do tucanato - também querem ver o povo nas ruas, praças e campo fazendo política?
Estão dispostos a chamar o povo para ir às ruas para exigir Reforma Agrária e Urbana, democratização dos meios de comunicação e a estatização do sistema financeiro?
O povo não é bobo. Não irá às ruas para atender ao chamado de alguns setores das elites porque sabe que a corrupção está entranhada na burguesia brasileira.
Basta pedir a apuração e punição dos corruptores do setor privado junto ao estatal para que as vozes que se dizem combater a corrupção diminua, sensivelmente, em quantidade e intensidade.
Por que não vemos indignação contra a corrupção?
Há indignação sim. Mas essa indignação está, praticamente restrita à esfera individual, pessoal, de cada brasileiro.
O poderio dos aparatos ideológicos do sistema e as políticas governamentais de cooptação, perseguição e repressão aos movimentos sociais, intensificadas nos governos neoliberais, fragilizaram os setores organizados da sociedade que tinham a capacidade de aglutinar a canalizar para as mobilizações populares as insatisfações que residem na esfera individual.
Esse cenário mudará. E povo voltará a fazer política nas ruas e, inclusive, para combater todas as práticas de corrupção, seja de que governo for.
Quando isso ocorrer, alguns que querem ver o povo nas ruas agora assustados usarão seus azedos blogs para exigir que o povo seja tirado das ruas.
As multidões vão às ruas pela marcha da maconha, MST, Parada Gay...e por que não contra a corrupção?
Porque é preciso ter credibilidade junto ao povo para se fazer um chamamento popular. Ter o monopólio da mídia não é suficiente para determinar a vontade e ação do povo.
Se fosse assim, os tucanos não perderiam uma eleição, o presidente Hugo Chávez não conseguiria mobilizar a multidão dos pobres em seu país e o governo Lula não terminaria seus dois mandatos com índices superiores a 80% de aprovação popular.
Os conluios de grupos partidários-políticos com a mídia, marcantes na legislação passada de estados importantes - como o de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul - mostraram-se eficazes para sufocar as denúncias de corrupção naqueles governos.
Mas foram ineficazes na tentativa de que o povo não tomasse conhecimento da existência da corrupção. Logo, a credibilidade de ambos, mídia e políticos, ficou abalada.
A sensação é de impunidade?
Sim, há uma sensação de impunidade. Alguns bancos já foram condenados devolver milhões de reais porque cobraram ilegalmente taxas dos seus usuários. Isso não é uma espécie de roubo?
Além da devolução do dinheiro, os responsáveis não deveriam responder criminalmente? Já pensou se a moda pegar: o assaltante é preso já na saída do banco, e tudo resolve coma devolução do dinheiro roubado...
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, em recente entrevista à Revista Piauí, disse abertamente: “em 2014, posso fazer a maldade que for. A maldade mais elástica, mais impensável, mais maquiavélica. Não dar credencial, proibir acesso, mudar horário de jogo.
E sabe o que vai acontecer? Nada. Sabe por quê? Por que eu saio em 2015. E aí, acabou.(...) Só vou ficar preocupado, meu amor, quando sair no Jornal Nacional.”
Nada sintetiza melhor o sentimento de impunidade que sentem as elites brasileiras. Não temem e sentem um profundo desrespeito pelas instituições públicas.
Teme apenas o poder de outro grupo privado com o qual mantêm estreitos vínculos, necessários para manter o controle sobre o futebol brasileiro.
São fatos como estes, dos bancos e do presidente da CBF – por coincidência, um dos bancos condenados a devolver o dinheiro dos usuários também financia a CBF - que acabam naturalizando a impunidade junto a população.
Marcadores:
A IMPRENSA BRASILEIRA APOIOU A DITADURA,
CLASSE MÉDIA ACREDITA NO PIG,
MÍDIA GOLPISTA.,
MST,
O GLOBO,
REFORMA AGRÁRIA,
RESPOSTA DO MST AO GLOBO
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
DANIEL DANTAS DE BANQUEIRO A GRILADOR DE TERRAS QUE IRIAM PARA O MST, AS CHICANAS CARTORIAIS PARA APROPRIAR-SE DE TERRAS DO ESTADO, CORRE SOLTA NO PAÍS.
Há muitas terras da união e dos estados para uso da reforma agrária. Quer um exemplo? Ha uma propriedade de 30 mil hectares compradas pelo banqueiro bandido e condenado Daniel Dantas, provavelmente para atuar na lavanderia de dolares e nas riquezas do subsolo do estado do Maranhão.
Pois bem estas terras foram cedidas em regime de comodato a um consórcio de fazendeiros, para exploração comercial, portanto jamais poderiam ser vendidas, portanto são terras do estado do Maranhão, foram postas em condições de vendas através de chicanas cartoriais, portanto é dever de todo cidadão brasileiro, de forma pacífica tentar reavê-la para o estado do Maranhão.
Exemplo como estes tem aos milhares no Brasil.do Como no pontal de Paranapanema, que terras devolutas do Estado permanece na mão de grandes latifundiários, através de filigranas jurídicas.
O MST é o maior movimento de reivindicação social da américa latina, depois do revolução zapatista, da década de 20 do século passado.
É demonizado pela mídia.
Agora virou até movimento terrorista, segundo os FDP dos Ianques.
O que não é dito: Mais de 5 milhões de jovens, estudam em boas escolas, as do MST recebem prêmios de excelência, e aprendem a cultivar a terra e formam-se em cursos técnicos de veterinária, passam a cuidar de gado e demais animais, pertencentes aos assentamentos. O que estariam fazendo estes jovens nas grandes cidades? Iriam para o tráfico, roubo, quadrilhas? Onde a sociedade alocaria jovens, já com uma formação tão primorosa?
Quanto tem a devida assistência do Estado o MST, deslancha, produz a melhor soja não trânsgenica, as melhores carnes para exportação. O melhor leite. Alimentos produzidos com taxa de alta produtividade e sem VENENO, agora chamado eufemisticamente de "defensivo agrícola."
Não sei agora, mas a uns tempos atrás o acampamento União da
Fronteira em SC, exportava até jeans.
Mas isto não sairá na sua telinha.
Sairá a miss moto serra, Kátia Abreu.
Pois bem estas terras foram cedidas em regime de comodato a um consórcio de fazendeiros, para exploração comercial, portanto jamais poderiam ser vendidas, portanto são terras do estado do Maranhão, foram postas em condições de vendas através de chicanas cartoriais, portanto é dever de todo cidadão brasileiro, de forma pacífica tentar reavê-la para o estado do Maranhão.
Exemplo como estes tem aos milhares no Brasil.do Como no pontal de Paranapanema, que terras devolutas do Estado permanece na mão de grandes latifundiários, através de filigranas jurídicas.
O MST é o maior movimento de reivindicação social da américa latina, depois do revolução zapatista, da década de 20 do século passado.
É demonizado pela mídia.
Agora virou até movimento terrorista, segundo os FDP dos Ianques.
O que não é dito: Mais de 5 milhões de jovens, estudam em boas escolas, as do MST recebem prêmios de excelência, e aprendem a cultivar a terra e formam-se em cursos técnicos de veterinária, passam a cuidar de gado e demais animais, pertencentes aos assentamentos. O que estariam fazendo estes jovens nas grandes cidades? Iriam para o tráfico, roubo, quadrilhas? Onde a sociedade alocaria jovens, já com uma formação tão primorosa?
Quanto tem a devida assistência do Estado o MST, deslancha, produz a melhor soja não trânsgenica, as melhores carnes para exportação. O melhor leite. Alimentos produzidos com taxa de alta produtividade e sem VENENO, agora chamado eufemisticamente de "defensivo agrícola."
Não sei agora, mas a uns tempos atrás o acampamento União da
Fronteira em SC, exportava até jeans.
Mas isto não sairá na sua telinha.
Sairá a miss moto serra, Kátia Abreu.
Assinar:
Postagens (Atom)



