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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Justiça manda parar obra de Belo Monte. Haviam licenças ambientais na ditadura militar?

Alguém tem notícias da intervenção da justiça quando da construção da ponte Rio/Niteroi? Itaipu? Havia o Ministério do Meio Ambiente? 

Tomemos como exemplo este conjunto habitacional, construido em 1969, que em homenagem a um ditador que ocupava a Presidência da República, foi dado o seu nome, o conjunto foi construido quase dentro de um caudaloso rio, o Rio Doce, o maior da Bacia do Rio doce, no leste de minas, na cidade de Governador Valadares MG.

Aqui este conjunto é chamado de Conjunto Habitacional Ditador Medici. Observem as fotos, vejam a irresponsabilidade. E isto era elogiado às pamparras pelo PIG da época. Na verdade não era PIG, era uma espécie IDB (Imprensa da Ditadura Brasileira).

Vejam, o que ocorre quase todos os anos quando do período das chuvas, simplesmente somem as garagens e a área livre do referido conjunto:







quarta-feira, 9 de maio de 2012

Celso Lungaretti, PV e Serra se merecem. Texto primoroso, esta narrativa é para arquivar.

DO BLOG Naufrago da utopia de Celso Lungaretti



 


O PV E SERRA SE MERECEM

Em 2006, quando se aproximava o final do prazo para filiação a partidos de quem se dispunha a ser candidato às eleições daquele ano, um amigo promotor, grande defensor dos direitos humanos, recomendou que eu me inscrevesse em alguma agremiação.

Respondi que não tinha nenhum projeto desse tipo, mas ele insistiu: quem sabe adiante?

Nem de longe cogitava então um projeto desses, salvo na remotíssima eventualidade de vir a ser anticandidato ao Executivo por algum partido que se dispusesse a usar as tribunas fornecidas pelo sistema para defender posições revolucionárias, sem nenhuma ambição de vitória eleitoral. Algo que se fazia no passado, mas parece ter saído de moda; agora, todos querem mais é obter nacos do poder.

Pelo sim, pelo não, acabei concordando com a sugestão do meu amigo.

Vem de longe minha atitude de deixar uma porta aberta para as improbabilidades: aos 18 anos, quando tirei a carteira de motorista, optei pela habilitação profissional, apenas porque o único requisito adicional era preencher uma página a mais de questões de múltipla escolha. Adquiri o direito de dirigir qualquer veículo, menos os que transportassem cargas perigosas; e, claro, nunca o exerceria...

Aceitei uma má indicação do bom Jorge: ele me recomendou o Partido Verde porque era, no seu entender, o menos sectário do campo da esquerda.

Mas, depois da inscrição, nem o PV me contatou, nem o procurei. Ocupei-me de outros projetos. Nunca me convidaram nem compareci a reunião nenhuma.

Ao contrário do Jânio, o PV já
decidiu o rumo: direita, volver!
Postava, contudo, meus artigos na comunidade do PV no Orkut.

O que lancei em março de 2007, à véspera de mais um aniversário da quartelada de 1964, foi mal recebido por uma dirigente estadual, que me respondeu com esta farpa:
"Quem fez a luta armada, já fez sua autocrítica, na medida que tantas mortes não foram de grande serventia".
A discussão azedou e eu invoquei o direito que tínhamos de pegar em armas contra uma tirania:
"Eu participei da luta armada e considero nossa opção plenamente justificada nas circunstâncias da época, já que o fechamento de todos os caminhos da luta política, a partir do AI-5, só nos deixava a alternativa de desistirmos da resistência à ditadura ou pegarmos em armas".
Ela retrucou:
"Me espanta isso, pq isso abre precedente prá que numa situação crítica, novamente o fim justifique os meios.
A menos que eu esteja completamente equivocada, o PV defende o pacifismo".
Então, face à insistência dela de que eu deveria respeitar o opção estatutária do PV pela não violência do Gandhi, eu comuniquei que estava deixando aquela comunidade do Orkut e providenciaria a desfiliação do partido logo no dia seguinte (o que fiz).

REQUIESCAT IN PACE

Hoje reavaliei minha postura em relação àquela desafeta virtual: deveria tê-la poupado de recriminações e, isto sim, agradecer-lhe efusivamente por ter aberto meus olhos.

Que alívio estar há cinco anos fora desse partido que acaba de decidir o apoio a José Serra na próxima eleição municipal!
Plínio Salgado + Índio da Costa +
Geraldo Alckmin = José Serra atual
O que o PV teve um dia de esquerda --meu ex-companheiro de movimento secundarista e militância revolucionária, Edmauro Gopfert, foi um verde de primeira hora-- desmanchou no ar. Hoje não passa de um partidinho fisiológico como qualquer outro.

Aderir a quem se mancomunou explicitamente com a extrema-direita na última eleição presidencial é vergonhoso.

Assim como vergonhoso é somar forças com quem, como governador, iniciou a escalada autoritária em São Paulo e, mesmo tendo um dia presidido a UNE, não hesitou em autorizar a invasão da USP por brucutus fardados.

E o caráter ignominioso de tal aliança aumenta se lembrarmos da administração calamitosa dos tucanos no Estado, consolidando a ocupação militar da USP, ordenando a blitzkrieg na Cracolândia e a barbárie no Pinheirinho, dentre outras reincidências nas práticas ditatoriais das quais pensávamos ter-nos livrado em 1985.

Enfim, como bom cristão, deixarei os mortos enterrarem seus mortos. O PV e Serra se merecem.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

CORJA DE GRINGOS, O CERRA PERDEU A ELEIÇÃO, O PRE´SAL É NOSSO E NÃO DA CHEVRON, BELO MONTE SERÁ CONSTRUIDA E NÃO TEM PAPO FURRECO!

DEUS EXISTE SIM, O CERRA DANÇOU, O AÉCIO CAIU DO CAVALO, O FHC COMPLETOU 80 ANINHOS, A DILMA GANHOU, E O BRASIL NÃO SERÁ ENTREGUE AOS GRINGOS.


Um relatório confidencial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), de maio, identifica as diversas ONGs ambientalistas estrangeiras que, em associação com entidades congêneres no Brasil, vêm desenvolvendo atividades visando sabotar a construção usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, um dos principais projetos do governo federal para aumentar a geração de energia no país nos próximos dez anos.


O documento destaca que as campanhas contrárias à construção de Belo Monte “têm recebido apoio de estrangeiros e ONGs internacionais cujas atividades no país são parcialmente financiadas por organismos internacionais e governos estrangeiros”. “Tais campanhas têm disseminado, no Brasil e no exterior, posicionamento ideológico maniqueísta, norteado por suas sedes internacionais”, diz o texto.


A Abin relacionou como “ONGs estrangeiras com atuação contrária à construção” da usina a Amazon Watch, International Rivers, Avaaz Foundation, Greenpeace, World Wide Fund for Nature (WWF), Rainforest Foundation US e Interamerican Association for Environmental Defense (Aida). Como parceiras de ONGs brasileiras, as organizações The Nature Conservaney (TNC), Friends of the Eart, Conservation International (CI) e Clinton Global Initiative (CGI).


De acordo com o relatório, divulgado dia 5 de julho no blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, a suíça WWF, por meio de sua subsidiária no país, a WWF-Brasil, participou de abaixo-assinado em janeiro de 2011 contra a construção de Belo Monte, em conjunto com Movimento Xingu Vivo para Sempre (MXVPS)
.
“Segundo o relatório anual da WWF-Brasil de 2009, menos de 9% do orçamento da instituição provém de doadores nacionais. Em 2008, a rede internacional WWF respondeu por 76% do orçamento da WWF-Brasil, acrescido de doações da Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos – USAID (R$ 2,5 milhões), da União Europeia (R$ 1,8 milhão), da embaixada da Holanda no Brasil (R$ 6 mil) e da embaixada britânica no Brasil (R$ 4 mil)”, descreve a Abin.


Mais adiante, o documento revela que a Clinton Global Initiative (CGI), fundada pelo ex-presidente Bill Clinton, firmou em 2008 acordo de colaboração com a ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, considerada uma das organizações brasileiras mais atuantes em campanhas contra a construção da usina. A Amigos da Terra, por sua vez, está vinculada à Friends of the Earth, fundada nos EUA em 1969.

“Segundo o relatório contábil de 2007, último disponibilizado para consulta pública, as contribuições da União Européia (R$ 1,5 milhão), da Commonwealth (R$ 276 mil) e da embaixada dos Países Baixos (R$ 9,6 mil) correspondem, somadas, a mais de 76% do orçamento anual da entidade, de R$ 2,3 milhões”, diz o texto.

A Interamerican Association for Environmental Defense (Aida), com sede nos EUA, “foi co-autora da denúncia apresentada pelo MXVPS à Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), que provocou a solicitação oficial ao governo brasileiro para suspender a construção da hidrelétrica, que teria sido licenciada sem assegurar consulta adequada aos grupos indígenas locais”.

COM INFORMAÇÕES DO JORNAL A HORA DO POVO,
CIAO GRINGOS. A IDADE DAS TREVAS, DO APAGÃO E ENTREGUISMO, ACABOU!

BLABLARINA SAI DO PV E DIZ QUE VAI CRIAR UM MOVIMENTO SEM NOME AINDA! QUASQHUASQHUAHUA! SÓ RINDO MESMO DESTA LARANJA VERDE!

A ex-senadora e ex-ministra, Marina Silva (AC), anunciou na quinta-feira (7) a sua desfiliação do Partido Verde no evento “Encontro por uma nova política”, realizado na Zona Oeste de São Paulo.
Ela disse também que agora vai liderar um movimento que ainda não tem nome para discutir política.

A TRAIRA DA BLABLARINA, LARANJA DO CERRA, ACHOU QUE PASSADA A ELEIÇÃO,  A DIREITA CONTINUARIA A  FORNECER JATINHOS DE LUXO PARA ELA!


 “Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”, disse marina em seu discurso cheio de críticas à direção do PV. A carta de desfiliação da ex-ministra foi assinada por outras 15 pessoas. 
VÁ  ENTENDER, O QUE ESTA TRAIRA QUER DIZER!