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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

(J)PORCALISTAS DO PIG, OU SEJA, FOLHA, VEJA, RBS, GLOBO, TUDO UMA CORJA DE ENTEGUISTAS, DEDOS DUROS A SERVIÇO DOS AMERICANOS.

NA FOTO OTÁVIO MANGABEIRA, DA UDN, ATUAL PSDB, FAZ O QUE OS PORCALISTAS FAZEM HOJE, BEIJA A MÃO DOS AMERICANOS.

QUEM ESTE  PARDIDO DE VENDILHÕES REPRESENTA!




PRECISA DIZER PRÁ QUE LADO ESTA LAIA VAI?


“Articulistas” da ‘Folha’, ‘Globo’ e ‘Estadão’ são informantes dos EUA, diz Wikileaks

Novos documentos vazados pelo WikiLeaks trazem à tona detalhes e provas da estreita relação dos monopólios de mídia no Brasil com os Estados Unidos. Vários comunicados oficiais sigilosos revelam encontros de membros do corpo diplomático com diversos jornalistas e representantes de grandes grupos midiáticos.

Um despacho diplomático de 2005, por exemplo, assinado pelo então cônsul de São Paulo, Patrick Dennis Duddy, narra o encontro em Porto Alegre do então embaixador John Danilovich com representantes do grupo RBS, afiliado à Rede Globo, que é descrito como “o maior grupo regional de comunicação da América Latina”.

Um dos pontos mais curiosos do relato diz respeito a uma entrevista concedida por Danilovich a veículos da RBS. “O embaixador teve um almoço ‘off the record’ (cujo teor da conversa não pode ser divulgado) com a direção editorial do grupo RBS”.

Outro despacho de 2005 descreve um encontro entre Danilovich e líderes da comunidade judaica da capital paulista, dois meses antes da Cúpula América do Sul-Países Árabes daquele ano, em Brasília, que teve a presença de Abraham Goldstein, presidente da B’nai Brith do Brasil, e Henry Sobel, rabino chefe da maior sinagoga paulistana. A conversa foi sobre uma campanha pró-sionista, na qual o jornal “O Estado de S. Paulo” se prontificou a ajudar, prometendo uma cobertura “positiva” para Israel.

Nos documentos, também há relatos de reuniões com os considerados “articulistas” da mídia. Carlos Eduardo Lins da Silva, ex-ombudsman da “Folha de S.Paulo”, participou de quatro encontros com diplomatas descritos nos telegramas. Os despachos diplomáticos citam ainda três encontros de William Waack, apresentador do Jornal da Globo, com emissários da administração dos EUA.

Segundo os telegramas, o repórter especial de política da “Folha” e autor do blog UolPolítica, Fernando Rodrigues, teve pelo menos duas conversas com o assessor político da embaixada dos Estados Unidos.

FONTE HORA DO POVO - PARTIDO PÁTRIA LIVRE



segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

WIKILEAKS MOSTROU QUE LIBERDADE DE IMPRENSA É UM PAPÃO FURADO! É CONVERSA PRÁ BOI DORMIR, SÓ IDIOTAS ACREDITAM NESTA BABAQUICE, SE NÃO FOSSE UM REPUBLICANO NA CASA BRANCA, NUNCA TERÍAMOS UM WATERGATE! O WASHINGTON POST É DOS DEMOCRATAS E NIXON ERA UM REPUBLICANO.

LIBERDADE DE IMPRENSA É PAPO FURRECO!

ASSANGE

COMO É OS USA QUE O PERSEGUE NINGUÉM FALA, OU PUBLICA NADA SOBRE CERCEAMENTO DE LIBERDADE, CENSURA. ATENTADO À LIBERDADE "DE IMPRENSA". E AGORA O QUE É O TAL ATENTADO "À LIBERDADE DA IMPRENSA"  DE QUE O BARONATO DA MÍDIA TANTO SE DEFENDE? PORQUE NINGUÉM ACUSA OS USA DE DITADORES, CERCEADORES DA LIBERDADE?



O Controle social da mídia existe a muito tempo. Ela é exercida pelo oligopólio midiático, ou seja pelos donos da mídia, no Brasil e no Mundo. O Wikileaks desnudou a vestimenta da mentira da mídia nativa e mundial.  No Brasil da mídia associada à SIP(SOCIEADE INTERAMERICANA DE IMPRENSA,uma cambada de mafiosos), notadamente americanófila, subalterna à ONGs como a tal de NED, americana, que recebe dinheiro da CIA, que é repassada por fundações tal como a fundação Ford, informam, desinformam, omitem. manipulam, como for o desejo da grande nação do Norte, falo dos USA. Imaginem se Julian Assange, estivesse sendo perseguido por governos (que nunca fariam isto) como Evo,Correa, Chaves, Mujica, Lugo e outros.

Seria uma grita total a favor da tal liberdade da imprensa.  Mas cadê a grita? Nada, nadica de nada!  O Império não quer que o povo saiba o que realmente está acontecendo. Mas nós hoje sabemos. A diplomacia americana é executada através de informações de órgãos midiáticos pertencentes a famílias elitistas e parceira dos americanos de longa data. A  diplomacia americana é feita apartir de fofocas, futricas, mentiras e o diabo a quatro. CORJA. E estes idiotas acharam que iria tomar o pré sal do povo brasileiro, através do Padim Pade Çerra, que jamais ganharia do LULA ou através de um ministro X9, falo do JONHBIM, ou seja,  ministro Jobim. O  serrista. Never TIO SAM !


Quem acredita nestata joça de liberdade de imprensa, ou, que a imprensa americana é um primor de liberdade leia  o texto abaixo e lembre-se: “jornalismo é o que eu não publico, o resto é publicidade.” Orson Welles, cineasta americano.  Do filme Cidadão Kane.

QUER EXPLICAÇÕES?

TOMA:




Clinton. Bill Keller, editor-chefe do New York Times, teve estômago para escrever que: “Concordamos de todo o coração com a ideia de que a transparência não é bem absoluto. A liberdade de imprensa inclui a liberdade de não publicar, e essa é uma liberdade que exercemos com alguma regularidade”. Keller, considerado jornalista, na prática só deseja não ter de publicar coisa alguma que tenha a ver com “cablegate”. Já disse, com todas as letras, que, para o New York Times, é função da imprensa zelar pelos segredos do governo.
Nos remotos tempos dos sovietes havia o Pravda; agora, o Pravda mora em Nova Iorque e é escrito em inglês [4]. E, cereja do bolo, temos o governo de Barack Obama, Prêmio Nobel da Paz, que lançou todos os cães de uma blitzkrieg extrajudicial contra WikiLeaks. O fato de que WikiLeaks não feriu nenhuma lei norte-americana é, claro, irrelevante. O imperador carece desesperadamente exibir um exemplo: vejam o que acontece com quem desafia o desejo do imperador. Mas não se pode dizer que a estratégia do Departamento de Justiça dos EUA incorpore exatamente o imperativo categórico de Kant. Tentarão de tudo, possível e impossível, para obrigar Manning a depor contra Assange –, para, depois, acusarem Assange de crime de conspiração no “cablegate” e nos vazamentos de arquivos do Iraque e do Afeganistão.
RESUMO: o governo Obama obra para criminalizar o jornalismo investigativo. Criminalizar o bom jornalismo. Ponto. O professor de Direito de Yale Jack Balkin já disse que “a teoria da conspiração também ameaça os jornalistas tradicionais”. E tudo isso, por aplicação de uma lógica tortuosa digna da era Bush: “OK, fazemos um acordo com o americano imbecil que vazou aquela merda. Depois pegamos o estrangeiro imbecil que pôs aquela merda na internet”. O governo dos EUA prepara-se para meter WikiLeaks na câmara de tortura. Começarão com a tortura do semiafogamento. Todos estamos ameaçados de morte.