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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Os liberais da direita arrebentaram com o Brasil até 31.12.de 2002.

Fernando henrique Cardoso e Roberto Marinho.


ELES QUASE DESTRUIRAM O BRASIL. É  ISTO AÍ QUE  ESTÁ ACONTECENDO NA EUROPA!
NO GOVERNO DESTES DOIS AÍ, O BRASIL SUBIU 3 VEZES AS ESCADAS DO PRÉDIO CINZENTO DO FMI, COM O PIRES NA MÃO!

Saul Leblon:



No plano internacional, esfarela-se o leque de referências econômicas que sustentaram a hegemonia do mercadismo tupiniquim. O tripé surrado feito de privatizações, Estado mínimo e supremacia das finanças desreguladas sobre a economia e a sociedade reduziu povos à condição de nações zumbis; destruiu o Estado do Bem-Estar Social; arrasta o mundo há quatro anos para uma espiral descendente igual ou pior que aquela produzida pela grande depressão dos anos 30.



Quem, hoje, em pleno controle de suas faculdades mentais apresentar-se-ia ao eleitor com a proposta de impingir ao Brasil um projeto anacrônico de laissez-faire como o que esmaga nações europeias, entregues a versões locais do programa demotucano?

A bandeira da moralidade, ademais, foi-lhes definitivamente subtraída pelo estouro da roleta tentacular da quadrilha Cachoeira.

quinta-feira, 29 de março de 2012

LEIA A RESENHA QUE LEVOU O PRESIDENTE DO PSDB,SERGIO ESTELITA HARAS GUERRA PEDIR A DEMISSÃO DO JORNALISTA CELSO DE CASTRO BARBOSA.A UDN QUER É A LIBERDADE DA EMPRESA.

O PRESIDENTE DO PSDB SERGIO ESTELITA HARAS GUERRA.

E ELES DIZEM QUE QUEREM LIBERDADE DE IMPRENSA. NA VERDADE A UDN QUER É A LIBERDADE DA EMPRESA.

O jornalismo não morreu
Privataria Tucana prova que a reportagem de investigação está viva e José Serra, aparentemente, morto
Celso de Castro Barbosa
Engana-se quem imagina morta a reportagem de investigação no Brasil. Embora os jornalões, revistas semanais e emissoras de TV emitam precários sinais vitais do gênero, ele está vivíssimo, como prova A Privataria Tucana, livro do premiado repórter Amaury Ribeiro Jr.
Lançado em dezembro e recebido pela grande imprensa com estridente silêncio, seguido de críticas que tentaram desqualificar a reportagem e o autor, o sucesso do livro, já na terceira edição e no topo das listas dos mais vendidos, não se deve a suposto sentimento antitucano.  Até porque os fatos objetivos relatados não poupam o PT. Não há santos na Privataria.
Com base em documentos oficiais, da CPI do Banestado e outros que o autor conseguiu em cartórios, Amaury torna pública a relação de dirigentes do PSDB e a abertura de contas no exterior de empresas de fachada, responsáveis pelo retorno ao Brasil do dinheiro sujo da corrupção. Dinheiro que voltou, naturalmente, limpo.
Muita gente deve explicações à Justiça que, nesse episódio como em outros envolvendo expressivos representantes da elite brasileira, move-se a passos de tartaruga. Ou simplesmente não se move. Pelo cargo que ocupou na época das tenebrosas transações, as privatizações da era FHC, José Serra, então ministro do Planejamento e depois duas vezes candidato à presidência, prefeito e governador de São Paulo, é quem tem a imagem mais chamuscada, para não dizer estorricada, ao fim da Privataria Tucana.
De origem humilde, o tucano paulista exibe patrimônio incompatível com os rendimentos de um político. Tudo em nome de sua filha, Verônica, que ao lado de Ricardo Sérgio, tesoureiro das campanhas de Serra e Fernando Henrique, emergem como principais parceiros do ex-governador no propinoduto que marcou a venda das empresas de telecomunicação.
Além de jogar uma pá de cal na aura de honestidade de certos tucanos, o livro de Amaury tem ainda o mérito de questionar, involuntariamente, a atuação da grande imprensa no país.

Agindo como partido único, onde só é permitida uma única opinião, jornais, revistas e mídia eletrônica defenderam, com unhas e dentes, a privatização. O principal argumento era a vantagem que traria aos consumidores: eficiência e tarifas baixas por causa da concorrência.

Passados mais de dez anos, o Brasil cobra tarifas de telefone das mais altas do planeta e as concessionárias são campeãs de reclamação nos Procons.
Não bastasse, ao ignorar o lançamento do livro, a imprensa hegemônica mostra sua face semelhante à dos piratas: um olho tapado, que nada vê, e outro atento à movimentação dos adversários.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

CONTROLE SOCIAL DA MÍDIA. A ELITE UDENISTA DESTE PAÍS, SEMPRE PAPAGAIARAM A EUROPA E OS U.S.A, TUDO LÁ É EVOLUIDO AQUI NÃO. É O FAMOSO COMPLEXO DE VIRA LATAS, MAS EM UMA COISA ELES NÃO QUEREM IMITAR, O CONTROLE DA MÍDIA PELA SOCIEDADE.


O COMPLEXO DE VIRA LATAS DA ELITE UDENISTA, FOI ANULADO NO QUESITO REGULAÇÃO DA MÍDIA.

                             O perfumeiro  Jean-Paul Guerlain, conversou bobagens racistas em tv francesa e a tv levou a breca. Lá a mídia tem controle, não pode ser usada para espalhar venenos como aqui no Brasil.

O Conselho Superior dos Meios Audiovisuais. Trata-se do órgão francês que põe em prática uma Ley de Medios. É bom dar o exemplo da França, para a Judith Britto, presidente da ANJ, não dizer que isso é coisa de argentino.

Cadê a Judith Brito, por falar nisso?, a autoproclamada "líder da oposição" ? Vai levar o "perito" Molina para o Conselho de Tecnologia Aplicada da ANJ ?

O Conselho de Áudio-Visual vai punir o canal France 2 porque exibiu declaração do "perfumeiro" Jean-Paul Guerlain, que disse ter trabalho como "um negro" para produzir o perfume Samsara. Guerlain chegou ao requinte de dizer que não tinha certeza se, de fato, os negros são capazes de trabalhar muito.

O Conselho de Audiovisual entrou em campo. A punição pode ser a multa e, até, o fechamento do canal. Vive la France!


A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR. O QUE ISTO TEM A VER COM CENSURA? 


terça-feira, 6 de setembro de 2011

CENSURA. QUEM DIZ QUE REGULAR A MÍDIA ATRAVÉS DE CONTROLE DA SOCIEDADE É CENSURAR, SÃO OS SABUJOS DA MÍDIA. O MINISTRO MEDROSO, O BERNARDO CONCORDA.




QUEM REGULA A MÍDIA E SEUS LIMITES É A SOCIEDADE, ATRAVÉS DE LEIS QUE VÊM DOS ANSEIOS DESTA SOCIEDADE, CABE AO LEGISLATIVO VOTAR TAIS LEIS. QUEM DISSE QUE ISTO É CENSURA? TODOS OS OUTROS SETORES DA SOCIEDADE TEM ORGÃOS REGULAMENTADORES, POR QUE NÃO A IMPRENSA? 

EUA e Europa já cancelaram ou não renovaram outorgas de rádio e TV

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Mayrá Lima - Brasil de Fato
08.10.2007
A possibilidade constitucional de uma rede de TV ou emissora de rádio ter rejeitada sua concessão não é uma exclusividade do Brasil. Recentemente, ganhou destaque a não renovação da concessão da RCTV, uma espécie de Globo venezuelana, pelo presidente Hugo Chávez. A empresa colaborou para insuflar, junto com setores conservadores, o golpe de Estado que afastou Chávez da presidência em abril de 2002. Contudo, o venezuelano não inventou a roda. Dados do jornalista chileno, Ernesto Carmona, presidente do Colégio de Jornalistas do Chile, mostram que o feito de Chávez é comumente realizado por diferentes motivos e lugares.

Ente os anos de 1934 e 1987, a Administração Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), um órgão do governo dos Estados Unidos, fechou 141 concessionárias de rádio e TV. Em 40 desses casos, a FCC nem esperou que acabasse o prazo da concessão;

Na Inglaterra, o governo Margareth Thatcher cancelou a concessão de uma das maiores estações de TV do país, simplesmente por ter difundido notícias desagradáveis, embora verídicas; argumentou, simplesmente, que “se tiveram a estação de TV por 30 anos, por que deveriam ter um monopólio?”;

Também no Reino Unido, a autoridade estatal decretou, em março de 1999, o fechamento temporário do MED TV, canal 22; em agosto de 2006, revogou a licença da ONE TV; em janeiro de 2004, a licença da Look 4 Love 2; em novembro de 2006, a da StarDate TV 24; e em dezembro de 2006, revogou o canal de televendas Auctionworld;

Em 1999, o Canadá revogava a Country Music Television;

A Espanha revogou em julho de 2004 a concessão da TV Laciana (um canal a cabo) e, em abril de 2005, a das emissoras de rádio e TV de sinal aberto em Madri. Em 2005, o país revogou a TV Católica;

A França revogou a licença da V& em fevereiro de 1987, e em dezembro de 2004 fez o mesmo com a Al Manar. Em dezembro de 2005, fechou a TF1, por ter colocado em dúvida a existência do Holocausto;

A Rússia, em agosto de 2000, fechou uma emissora de TV por divulgar publicidade subliminar. Já em março de 2006, fechou a TV6

Em 2006, o Peru fechou dois canais de TV e três de rádio por não cumprimento da lei local