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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Maurício Caleiro: O PT, acovardado, não reagirá

OLHEM  DO QUE QUE ESTA IMPRENSA FASCISTA GOSTA.

Rara oportunidade de investigar ligações entre o oligopólio da comunicação e o crime organizado é jogada no lixo, com grande prejuízo para a sociedade


por Maurício Caleiro, no Cinema e Outras Artes


Determinada pela presidência do PT, a decisão do deputado Odair Cunha (MG), relator da CPI do Cachoeira, de deixar de indiciar cinco jornalistas suspeitos de ligação com o crime organizado – entre eles Policarpo Júnior, editor-chefe da Veja – e de abdicar da sugestão de que o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, seja investigado pelo Conselho Nacional do Ministério Público tem causado indignação entre a militância petista, apoiadores do governo e cidadãos preocupados com o atual estágio das relações entre política, mídia e Justiça no Brasil.


Instalada a duras penas, a CPI representou uma rara oportunidade de promoção de uma investigação séria sobre as ligações entre mídia e crime organizado no país, a partir das para lá de suspeitas relações entre o criminoso condenado “Carlinhos” Cachoeira e a revista Veja. Tal oportunidade está perdida, e, embora a responsabilidade por tal retrocesso deva ser repartida com os demais membros da aliança governista – o PMDB, notadamente -, ele corrobora uma constatação que se difunde entre um número cada vez maior de pessoas: a de que, não importa o que a mídia apronte, o PT está acovardado e não reagirá.


Reação corporativa


Além da saraivada de ataques disparados pela imprensa, nos últimos dias, contra o indiciamento dos jornalistas – categoria profissional que, no Brasil, parece estar acima das leis – e do corporativismo extremado do Ministério Público em defesa de Gurgel, rondam o recuo petista ameaças menos ou mais veladas advindas do potencial supostamente explosivo da divulgação da correspondência entre o ex-presidente Lula e a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, indiciada na última sexta-feira pela Polícia Federal, com estridente alarde, mesmo para os padrões brasileiros.


Ainda que remota, a possibilidade de que Lula venha se candidatar a governador de São Paulo em 2014, com grandes chances de estabelecer hegemonia petista no município, no estado e no país, tem levado a mídia corporativa, linha-auxiliar do tucanato, a recrudescer as manifestações de ódio contra o ex-presidente, num exemplo claro do conflito de classes e de disputa de poder – e da posição que, neles, a mídia, que idealmente deveria buscar a imparcialidade, assume. 


Isso inclui, como índice de baixeza operacional da mídia, o desprezo pelo tratamento discreto da vida afetiva dos ex-presidentes da República, norma rigidamente seguida em relação a Fernando Henrique Cardoso, mas que as presentes insinuações em relação a Lula e Rosemary mandam às favas. 

Neste momento, reside no fuçar de e-mails e telefonemas entre eles a “grande esperança branca” do conservadorismo brasileiro – uma aposta, a meu ver, fadada ao fracasso.


O caso Rosemary


Dadas as condições materiais tipicamente de classe média de Rosemary e a vagueza das acusações de tráfico de influência – ainda mais contra uma agente radicada em São Paulo, longe do poder concentrado no Planalto Central – não se deve descartar a hipótese de que, assim como ocorreu com Erenice Guerra, com Luiz Gushiken e com Orlando Silva, trate-se, ao final, de mais um factoide para abastecer a mídia de manchetes escandalosas contra Lula e o PT. 

O modo como os jornais têm tratado as perfeitamente aceitáveis duas viagens oficiais ao ano efetuadas pela ex-secretária na última década chamando-as de “a volta ao mundo de Rosemary” – sugere exatamente isso.


Já vimos esse filme várias vezes, e a sensação de déjà vu é inevitável: se, ao final, a acusada for proclamada inocente, como aconteceu com os personagens citados, uma notinha escondida na página 11 será a compensação pela enxurrada de manchetes e reportagens televisivas.

 Os danos morais, a desqualificação pessoal, o tratamento como criminoso dispensado a quem é apenas suspeito, o direito de resposta, o ouvir o outro lado?

 São detalhes que, naturalmente, não requerem o instrumento anacrônico da Lei de Imprensa, que a sapiência e o espírito democrático reinantes no STF extinguiram. 

Deixemos tudo à autorregulação, como sugeria o saudoso Ayres Britto.


Ufanismo fora de lugar


Os entusiastas do governo nas redes sociais dedicam horas e horas, diariamente, a prognosticar um golpe de Estado iminente, a destilar seu ódio contra o STF e a rebater todas as bobagens tendenciosas que Ricardo Noblat e Reinaldo Azevedo escrevem – o que dá mais audiência a tais “blogueiros”, provocadores profissionais a soldo dos interesses da plutocracia mediática.



 Se esses internautas direcionassem uma pequena parte de sua energia a fins mais concretos – como pressionar o governo que apoiam a confrontar a mídia venal e a cumprir os compromissos assumidos em campanha -, não só as possibilidades de ruptura institucional tornar-se-iam mais remotas, mas, entre outras áreas, seria outra a situação da saúde, da segurança pública e da educação (onde, conforme anunciado ontem, o Brasil ficou em 39o. lugar entre 40 países concorrentes no ranking do Índice Global de Habilidades Cognitivas e Realizações Profissionais, evidência que desmistifica e contraria o discurso ufanista predominante nessa área durante as administrações petistas).


 Além disso, poderíamos ao menos vislumbrar a possibilidade de regular a ação da mídia de acordo com parâmetros éticos.


Ao invés disso, temos um cenário em que, como resume um dos maiores estudiosos da mídia no país, Venício A. de Lima, “apesar do trabalho desenvolvido há décadas por pessoas e/ou entidades da sociedade civil, e apesar do inegável aumento da consciência coletiva sobre a centralidade da mídia na vida cotidiana, não tem havido resposta correspondente dos poderes da República no sentido da proposta e/ou implementação de políticas públicas que promovam a universalização do direito à comunicação em nosso país”.


Paz sem voz não é paz, é medo


O fato de a arena comunicacional do país ser dominada por uma mídia corporativa que age de forma parcial e partidarizada, tendo como métodos rotineiros a desqualificação agressiva, o escândalo e a mentira é uma herança do capitalismo selvagem e do patrimonialismo que por décadas vigeu no país – açulados, na última década, pela perda progressiva de poder e pelo ódio de classes.


Já o fato de tal distorção antidemocrática permanecer ativa e impune durante uma década de administração federal petista é resultado da omissão, pusilanimidade e covardia – e, quem sabe, de interesses não confessos – que têm caracterizado a inação do Partido dos Trabalhadores no que concerne à sua relação com a mídia, na qual não se limita a apanhar calado: continua a encher as burras das editoras e corporações midiáticas que, suspeitas de conluio com o crime organizado, o atacam e à democracia.


Como assinala Saul Leblon, em artigo de leitura obrigatória, o petismo no poder parece resignado após assinar uma “pax branca” que concede ao conservadorismo o pleito da hegemonia intocável na esfera da comunicação”. 

Esse conformismo, que hoje desqualifica reputações, envenena o jogo político e deturpa o debate democrático, pode vir a ter consequências ainda mais graves, institucionalmente traumáticas, para o partido e, pior, para o país. E fica cada vez mais evidente que o PT nada fará contra o inimigo que alimenta.

Peguei no AZENHA


sexta-feira, 29 de junho de 2012

A oposição do PSDB/UDN tentou o golpe branco contra Lula em 2005. NãO TIVERAM APOIO DO vIce nem culhões para enfrentar o povo nas ruas.


A gênese é a UDN. UDN lembra golpe.



Numa manhã de 2005, no auge da crise do mensalão, o então vice-presidente, José Alencar, chegou contrariado ao seu gabinete. Ele estava irritado e repetiu algumas vezes que iria combater veementemente se quisessem tirar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do cargo.

Quem conta isso é um amigo de Alencar, que disse ter presenciado a explosão daquele dia. "Ele deu a entender que tinha sido procurado por gente da oposição e também por gente de outros setores e que não aceitaria, que não entraria numa dessa e que combateria qualquer iniciativa de apear o Lula da Presidência", disse ao Valor esse interlocutor de Alencar que pediu para não ter seu nome citado.As informações são do jornal Valor Econômico

A frase que o então vice-presidente (morto em 2011) usou naquele momento e que ficou na memória do amigo foi: "Tem gente da oposição e também mais gente querendo tirar o Lula". Quem ouviu isso naquela hora ficou com a sensação de que Alencar se referia aos partidos de oposição e a pessoas da área empresarial, lembra o amigo.

O episódio envolvendo Alencar foi relatado esta semana em um artigo escrito pelo ex-ministro de Lula e atual governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT). O texto foi veiculado pela agência "Carta Maior" sob o título "Um golpe de novo tipo contra Lugo". Genro fala do que chama de "uma conspiração de direita" que votou na semana passada pelo impeachment do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, e que, segundo o petista, deu um novo tipo de golpe de Estado, "pelas vias legais".

O governador compara a situação de Lugo com as pressões sofridas por Lula durante a crise do mensalão - o esquema de compra de votos de parlamentares que abalou o primeiro mandato do então presidente. E escreve que se tivesse isolado, Lula certamente teria sido afastado em meio ao uso político do mensalão.

E prossegue: "Acresce-se que aqui no Brasil - sei isso por ciência própria pois me foi contado pelo próprio José Alencar - o nosso vice-presidente falecido foi procurado pelos golpistas "por dentro da lei" e lhes rejeitou duramente."

domingo, 17 de junho de 2012

Aos que não conhecem a imprenssa udenista.


Memória da imprensa udenista.

 

 

 

 

 



Por Mauricio Dias, na CartaCapital:



Vale a pena pagar 37 reais por uma aula de história contada com mestria pelo jornalista Flávio Tavares, no recém-lançado: 1961 – O golpe derrotado (L&PM).

Tavares viveu aqueles momentos numa dupla função. Era o jornalista destacado para acompanhar os movimentos da resistência, organizado pelo governador Leonel Brizola no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS), em defesa da posse do vice-presidente Jango, mas, além da tarefa profissional,
ele aderiu à vitoriosa Rede da Legalidade empunhando um revólver calibre 38. Como em Itararé, não houve disparos.



 Os militares, diante da corajosa reação civil, recuaram.


O ano de 1961 sucede a 1954 e antecede 1964. São datas que não formam apenas uma banal cronologia do tempo. Marcam etapas de crises políticas em páginas infelizes da República. Na ordem cronológica correta, compõem uma década iniciada com o suicídio de Getúlio Vargas (1954) e, após isso, com a renúncia de Jânio (1961), seguida pela derrubada de Jango (1964).

Um dos fios condutores desses três
momentos é o posicionamento uniforme dos “barões da mídia”. Eles ficaram contra Vargas, contra a posse de Jango, sucessor legal de Jânio (que renunciou), e a favor do golpe de Estado.

Não se trata de mera coincidência. A imprensa retrata a poderosa reação conservadora e, nesses casos, reacionária e golpista como seria em etapas futuras. Também não se trata de acaso o fato de as vítimas, como nos exemplos de Getúlio Vargas e João Goulart, ou adversários como Leonel Brizola e Luiz Inácio Lula da Silva, integrarem, embora com variações, uma só linha política nos últimos 60 anos na história da República.

Lula sofreu essa mesma pressão. Sobreviveu com concessões políticas e apoio numa fenomenal popularidade vinda da tônica social do governo.

Getúlio foi o precursor desse caminho quando montou, nos anos 1930, as bases do moderno Estado brasileiro de um lado e, de outro, com as regras iniciais dos direitos do trabalho, já sob pressão do movimento operário. Posteriormente, no governo constitucional, nos anos 1950, fortaleceria o papel do Estado como indutor de crescimento.

Foi derrubado com apoio da imprensa. Desarmou o sucesso do golpe com o suicídio e, assim, favoreceu a vitória de JK. Juscelino navegou em águas procelosas. Cruzou a tormenta porque mudou o rumo e a velocidade do barco.

Em 1960, a imprensa embarcou na aventura de Jânio Quadros para assegurar a derrota do marechal Lott, apoiado pelas forças trabalhistas, que, de qualquer forma, impuseram a presença de Jango no poder como vice de Jânio. Assim permitia a legislação. Isso se repetiria no futuro, em 1989, quando apoiou Fernando Collor para derrotar Lula.

Em 1961, a reação daria o troco com a renúncia de Jânio Quadros. Apoiou a tentativa de golpe para conter a ascensão de Jango, como narra Flávio Tavares ao remontar, com gravidade e graça picaresca, as Luzes e Sombras do Movimento da Legalidade.

Tavares resgatou
manchete de O Globo (de 1961) com uma ameaça retumbante: “Estamos na encruzilhada: democracia ou comunismo”.

Prova isso a tragédia subsequente de 21 anos de ditadura. QUE A IMPRENSA UDENISTA NOS LEGOU! (GRIFO MEU, ptremdas 13e13)




domingo, 25 de dezembro de 2011

O QUE O JORNALISMO(BRASILEIRO) TE OFERECE?

ESTE LIVRO É UM LIXO( CERRA, SOBRE O LIVRO DO AMAURY, " A PRIVATARIA TUCANA")
O jornalismo tem uma coisa a seu favor.
 Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade".

Oscar Wilde(1854-1900)

sábado, 24 de dezembro de 2011

BILHETE PARA UM OPERÁRIO(QUE CHEGOU LÁ) 15.09.1980.


BILHETE PARA UM OPERÁRIO (15/09/1980)

Pegaram um dia um operário e disseram-lhe:
Senta-te no banco dos réus.

És acusado de haveres nascido com sonhos na cabeça. És acusado de teres os cabelos encaracolados.

És acusado de teres bigodes vastos, negros, provocativos.

És acusado de teres alguns pedaços de dedos a menos que o comum dos mortais,
podados pelas engrenagens das máquinas.
És acusado de ficares pelas esquinas conversando em voz baixa com amigos
enquanto a luz dos postes te ilumina o suor do rosto. És acusado de terem te visto no bar dando gargalhadas.
És acusado de tua casa ter um pequeno jardim com grama e flores.
És acusado de conheceres a sinfonia das sirenes das fábricas anunciando a aurora do primeiro turno.
És acusado de seres reconhecido na portaria e todos te cumprimentarem, e te baterem levemente nas costas com alegria, e te dizerem: olá, meu chapa.
És acusado de inventares um partido que não é o único, mas não se confunde com siglas e teorias de alfarrábios envelhecidos.
És acusado de fazeres discursos de improviso com vigor e garra que nascem do fundo das vísceras do espírito.
És acusado de não seres magro nem raquítico como teus irmãos deviam ser.
És acusado de jogares baralho e dares dores de cabeça aos homens sérios deste país.
És acusado de usares gravata em vez de macacão, vestindo-te com roupas permissíveis no enterro do melhor amigo.
És acusado de freqüentar reuniões e discutires com sábios e iluminados sem pedir licença nem apresentar diploma.
És acusado de te haverem visto com ministros, criaturas importantes, e não te ocorrer submeter-se a elas.
És acusado de não teres te colocado no lugar cavado para o oprimido.
És acusado de haveres gritado com toda a força de teus pulmões fuliginosos.
És acusado de teres filhos bonitos e uma mulher doce, que devia ser feia e talhada a foice.
És acusado de não seres rapaz comportado, meigo, gentil, acetinado.
És acusado de conheceres a prensa e não te afugentar o ronco que ela faz na madrugada.
És acusado de quereres a pátria livre e livre, também, o coração e os sentimentos do homem.
És acusado de rezares e de pôr a boca no trombone quando todos se calam e descrêem de Deus e dos homens.
És acusado de teres o desplante de ser líder num país desnaturado onde quem levanta a fronte é triturado.
És acusado de haveres perdido a paciência de esperar pelo futuro que não chega nunca.
És acusado de usares sapatos 42, de couro, quando o normal é sandália havaiana.
És acusado de romperes as cadeias invisíveis que amarram teus braços peludos e tuas mãos penadas.
És acusado de atraíres os operários com tua voz, teu berro, teu silêncio, teu olhar, tua dor, tua ânsia, teu mistério, e saberes contar, sorrindo, tristes histórias recolhidas em barracos e cômodos-e-cozinhas.
És acusado de estares em pé, quando devias estar de bruços, de borco, exangue e vencido.
És acusado de não seres o que queriam que tu fosses.
Meu caro operário sentado no banco dos réus, por favor, recebe este recado:
Se existir mesmo essa senhora difusa e vaga a que chamam Justiça, confia nela.
Não creio que essa matrona seja cega.

HINO DO PIG.

TICO TICO REI.

Hino do PIG ( RITMO DE TICO TICO NO FUBÁ)

Eu manipulo cá, eu manipulo lá / Eu manipulo pro governo derrubar / O Lula cai aqui, o Hugo Chávez lá / E a minha grana corrigida vai voltar // Aí omito aqui, aí aumento lá / Distorço tudo pra melhor manipular / O Lula cai aqui, Evo Morales lá / E essa raça vai voltar pro seu lugar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

LULA: O SILÊNCIO ENSURDECE!!

LULA: A NOTÍCIA NUNCA ESTÁ LÁ. QUE DESTAQUE A MÍDIA CORRUPTA DÁ A ESTE FATO?

CHUPINHADO DO BLOG:ESQUERDOPATA


Lula viaja ao México para receber mais um prêmio 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja nesta terça-feira  para o México, onde receberá o prêmio Amalia Solórzano. O prêmio é concedido pelo Centro Lázaro Cárdenas y Amalia Solórzano.

Lula será homenageado por ter ajudado na redução da exclusão social do Brasil e na integração da América Latina.

No ultimo mês, o ex-presidente já recebeu dois prêmios, um nos Estados Unidos e outro na Polônia.

Neste ano, Lula também recebeu sete títulos de honoris causa.

No México, ele também participa de um evento com a presença do presidente mexicano Felipe Calderón.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

VEJA, PEPINOS E ELEIÇÕES. ARGENTINA. QUE INVEJA!!!!

ELA SERÁ REELEITA SEM A INFÂMIA QUE DILMA ENFRENTOU.

O PAI DESTE EMPRESÁRIO OUVIU DO MINISTRO DE PERON: SENHOR VICTOR, O SENHOR TEM 48 HORAS PARA DEIXAR A ARGENTINA.

BRIZOLA PERGUNTAVA: QUANTOS PASSAPORTES OS CIVITTA TEM?

E O PEPINO?

E O QUE QUE TEM O PEPINO COM ESTA HISTÓRIA? EU NÃO SEI. MAS ESTE PESSOAL AQUI DIZEM QUE SABE:


"O jornalista que tinha um ?pepino? a resolver

O redator-chefe de Veja é outro protagonista de casos escabrosos. Depressivo crônico, tem fixação doentia pelo tema solidão. Vítima de impulsos suicidas, julga-se inferior e não devidamente reconhecido. Parte de sua conduta patológica gerou um livro interessante e revelador: o Antinarciso. Certa manhã, a secretária de Veja recebeu um telefonema insólito de Sabino, que estava num hotel fubango no centro de São Paulo. A dedicada funcionária teve de se desdobrar para encontrar um proctologista do hospital Albert Einstein. Foram três horas de angústia até que o especialista chegasse ao quarto 62. Quem quiser, pode checar. Mais uma eternidade até que o enorme pepino pudesse ser extraído do reto do jornalista."

ALGUÉM PODERIA ME INFORMAR QUEM DIABOS É ESTE REDATOR CHEFE?

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

DILMA DINAMITE, FAZ HISTÓRIA NA ONU E DETONA A DIREITA MIDIÁTICA BRASILEIRA! TOMA, IDIOTAS DO MANHANTTAN CONECTION!

DILMA. APLAUDIDA NA ONU ANTES MESMO DE DISCURSAR, RECEBEU APLAUSOS ATÉ PELA MENÇÃO DO SEU NOME.

ANTAS DO MANHANTTAN CONECTION, VÃO GANHAR O NOBEL DE FÍSICA QUÂNTICA PELA PUBLICAÇÃO DO LIVRO: " UNIVERSO PARALELO, NÓS ESTIVEMOS EM UM E SABEMOS COMO É".


NELSON DE SÁ NA:

 FALHA

Dilma Rousseff ganhou aplausos antes mesmo de entrar em cena, quando foi citada pelo secretário-geral da ONU. Depois, "ao contrário de Obama", como sublinhou a Associated Press, precisou parar seu próprio discurso duas vezes, ao lembrar que era a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral e ao apoiar o Estado palestino.
 
Eram os temas que atraíam a polarizada plateia e os canais de notícias, que mostraram suas imagens e palavras em breves entradas ao vivo. A CNN chegou a avaliar que ela "faz história na ONU".

Sites de jornais como "Wall Street Journal" e "China Daily" contrastaram sua posição sobre os palestinos com a de Obama, que falou em seguida. E o Daily Beast, site da "Newsweek", revista que dedicou a ela sua capa, deu como manchete que "Dilma se bate pelas mulheres".

Embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia -aliás, pouco mencionada por Obama.

Como a Al Jazeera descreveu, Dilma falou que poucos governos provocaram a crise, mas agora todos precisam se coordenar para enfrentá-la.
Se não conseguiu aplausos imediatos, foi o que ecoou depois na cobertura -que trouxe más notícias para bancos americanos e europeus.

Por agências e sites de jornais financeiros, os enunciados sobre Dilma se voltaram à crítica que fez às "guerras cambiais", no que foi entendido pelo "Financial Times" como referência à política monetária dos EUA, e à defesa de maior "coordenação".

Em artigo que assina hoje no mesmo "FT", a presidente brasileira segue na ofensiva. O título adiantado no site, em tradução livre, é "Brasil vai contra-atacar os manipuladores de câmbio".
Escreve que "as nações que imprimem moedas de reserva estão manipulando a liquidez internacional sem senso do bem comum", com "efeitos devastadores para todos, mas especialmente para os países em desenvolvimento".
E defende o G20, em contraposição ao G7 reativado por EUA e Europa, como fórum para uma resposta coordenada à crise de 2008, que "não acabou, especialmente nas economias avançadas".
Além de cobrar papel para o Brasil na solução da crise, Dilma voltou a tratar do Conselho de Segurança.

A "Foreign Policy", que anteontem já havia apontado a importância do reconhecimento da Palestina por Lula para que a questão chegasse à ONU, destacou do discurso de Dilma a cobrança do lugar permanente no "clube dos meninos grandes".


terça-feira, 20 de setembro de 2011

SER UDN É...



51 - ... ter uma coleçãozinha de carros de luxo, mas não contar pra ninguém.


 ... sair correndo para garantir uma boquinha na CET-SP.

- ...ser um grande democrata que gosta de condecorar ditadores e presidiários.

... ser muito emotivo e chorar porque levou uma surra na eleição e teve que voltar a trabalhar.

... ser eleito para a ABL não pelo que escreve, mas pelos patrões que tem.

... trocar de partido, mas não de caráter

http://tiacarmela.wordpress.com/2011/06/16/figurinhas-ser-udn-e-terceiro-pacotinho/

domingo, 18 de setembro de 2011

REVISTA DO P.I.G, A"QUANTO É", FAZ PORCALISMO EM CIMA DO MST, PUBLICANDO UM FESTIVAL DE MENTIRAS E TOMA UM PASSA MOLEQUES, DA DIREÇÃO NACIONAL DO MST.

PORCALISMO, QUE VISA PIGUIOTIZAR A CLASSE MÉDIA ALIENADA, QUE COMPRA UM LIXO DESTE PARA LER. 
A NATA DO P.I.G.

ESTADO MENTAL DOS LEITORES DO P.I.G 

Da Secretaria Nacional do MST

A revista IstoÉ publica na capa da edição desta semana um boné do MST bem velho e surrado, sob terras forradas de pedregulhos.

Decreta na capa “O fim do MST”, que teria perdido a base de trabalhadores rurais e apoio da sociedade.

Premissa errada, abordagem errada e conclusões erradas.
A mentira

A IstoÉ informa a seus leitores que há 3.579 famílias acampadas no Brasil, das quais somente 1.204 seriam do MST.

A revista mente ou equivoca-se fragorosamente. E a partir disso dá uma capa de revista.

Segundo a revista, o número de acampamentos do MST caiu nos últimos 10 anos. E teria chegado a apenas 1.204 famílias acampadas, em nove acampamentos em todo o país.

Temos atualmente mais de 60 mil famílias acampadas em 24 estados.


Levantamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) aponta que há 156 mil famílias acampadas no país, somando todos os movimentos que lutam pela democratização da terra.

A revista tentou dar um tom de credibilidade com as visitas a uma região do Rio Grande do Sul, onde nasceu o Movimento, e ao Pontal do Paranapanema, em São Paulo.
Se contasse apenas os acampados nessas duas regiões, chegariam a um número bem maior do que divulgou.

A reportagem poderia também ter ido à Bahia, por exemplo, onde há mais de 20 mil famílias acampadas que organizamos.

O repórter teve oportunidade de receber esses esclarecimentos e até a lista de acampamentos pelo país.

Mas não quis ou não fez questão, porque se negou a mandar as perguntas por e-mail para o nosso setor de comunicação.

Outra forma seria perguntar para o Incra ou pesquisar no cadastro do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).

Tampouco isso a IstoÉ fez.

Se foi um erro, além de incompetente, a direção da IstoÉ é irresponsável ao amplificá-lo na capa da revista.

Se não foi um erro, há mais mistérios entre o céu e a Terra do que supõe a nossa vã filosofia, como escreveu William Shakespeare.

O desvio

A IstoÉ se notabilizou nos últimos tempos nos meios jornalísticos como uma revista venal. A revista é do tipo “pagou, levou”. Tanto é que tem o apelido de "QuantoÉ".

Governos, empresas, partidos, entidades de classe, igrejas (vejam a capa da semana anterior) compram matérias e capas da revista. E pagam por quilo, pelo “peso” da matéria.
A matéria da IstoÉ não é fruto de um trabalho jornalístico, mas de interesses de setores que são contra os movimentos sociais e a Reforma Agrária.

Não é de se impressionar uma vez que a revista abandonou qualquer compromisso com jornalismo sério com credibilidade, virando um “ativo” para especuladores.

Nelson Tanure e Daniel Dantas, do Grupo Opportunity, banqueiro marcado por casos de corrupção, disputaram a compra da revista em 2007.

Com o que esses tipos têm compromisso? Com o dinheiro deles.

Reação do latifúndio

A matéria é uma reação à nossa jornada de lutas de agosto.

Foram mobilizados mais de 50 mil trabalhadores rurais, em 20 estados.

Um acampamento em Brasília, com 4 mil trabalhadores rurais, fez mobilizações durante uma semana e ocupou o Ministério da Fazenda para cobrar medidas para avançar a Reforma Agrária.

A jornada foi vitoriosa e demonstrou a representatividade social e a solidez das nossas reivindicações na luta pela Reforma Agrária.

O governo dobrou o orçamento para a desapropriação de terras para assentar 20 mil famílias até o final do ano, liberou o orçamento para cursos para trabalhadores Sem Terra, anunciou a criação de um programa de alfabetização e a criação de um programa de agroindústrias.

Interesses foram contrariados e se articularam para atacar o nosso Movimento e a Reforma Agrária. Para isso, usam a imprensa venal para alcançar seus objetivos.

Os resultados da jornada e a reação do latifúndio do agronegócio, por meio de uma revista, apenas confirmam que o MST é forte e representa uma resistência à transformação do Brasil numa plataforma transnacional de produção de matéria-prima para exportação e à contaminação das lavouras brasileiras pela utilização excessiva de agrotóxicos.

A luta vai continuar até a realização da Reforma Agrária e a consolidação de um novo modelo agrícola, baseado em pequenas e médias propriedades, no desenvolvimento do meio rural, na produção de alimentos para o povo brasileiro sem agrotóxicos por meio da agroecologia.





segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MANIFESTANTES COLOCAM REPÓRTER DA GLOBO PARA CORRER. E O PIOR QUE É O REPÓRTER MAIS ÉTICO DO QUADRO DA GLOBO. É NISTO QUE DÁ, POR 20 MIL RÉIS...

A MÍDIA GOLPISTA FAZ PARTE DA CRISE. A IMPRENSA FABRICA A CRISE. A IMPRENSA BRASILEIRA É GOLPISTA. A IMPRENSA BRASILEIRA É A CRISE.



ESTES UDENISTAS AÍ, (DES)INFORMAM A CLASSE MÉRDIA BRASILEIRA.

Belluzzo: A Midia é parte da crise 


"O consenso em torno de certas ideias de dominância financeira -idéias que estão na origem da atual crise- não seria possível sem a sua vocalização pela mídia.

Não se trata de uma teoria conspiratória, estou dizendo que isso se deu através de um processo social em que as camadas dominantes impõem as idéias dominantes. A gente nunca pode perder essa dimensão da luta social; como ela se desenvolve e como maneja os símbolos, os significados, as palavras.

Tome o exemplo da queda da taxa de juros brasileira. Isso produziu em certas pessoas (da imprensa) uma estupefação; algumas mais estupefação e outras alguma indignação. As que ficaram mais estupefactas ficaram assim porque sempre disseram para elas o contrário, que era um perigo, era a ruína.

As ideias, como dizia um autor do século XIX, tem uma força material - a força material das idéias dominantes. Dizia o sociólogo Norberto Elias que é muito mais difícil você desconstruir um consenso como este. Daí a importância da luta social e política.
 Ou você acha que a crise vai ser resolvida mecanicamente por ela mesma? Não vai. É necessário formular alternativas. A solução dita ‘normal' é muito simples, como diz um economista americano, Doug Henwood. Ele tem uma newsletter de nome muito interessante, Left Business Observer, e foi encarregado de escrever sobre Wall Street, antes e depois da crise. É muito fácil, asseverou. Antes da crise Wall Street era o locus mais poderoso de interesses políticos, econômicos e sociais dos EUA.
Depois da crise, Wall Street continua sendo o locus mais poderoso de interesses políticos, econômicos e sociais dos EUA. 

Qualquer repórter que te entrevista sobre política monetária se ouvir algo diferente do que pontificam esses interesses ele hesita em publicar; quando publica o faz cheio de ressalvas. Esse jornalista foi emprenhado pelo ouvido, durante anos, para perguntar e ouvir a mesma coisa. 


O problema da mídia no mundo inteiro é conquistar essa diversidade de pontos de vista. O que aconteceu nos últimos anos é o monopólio de algumas empresas de mídia que veiculam a visão da classe dominante. Eles são a classe dominante. 

Nos anos 50 e 60 na Europa, por exemplo, você tinha uma mídia diversificada que expressava as posições políticas distintas. As pessoas liam, por exemplo, o Avanti, o La Unitá... Havia debate político. Hoje você não tem debate. Hoje você tem uma farsa' 

(Luiz Gonzaga Belluzzo no debate ‘Neoliberalismo, um colapso inconcluso', organizado por Carta Maior)

domingo, 11 de setembro de 2011

MAS AFINAL O QUE QUER ESTA IMPRENSA FASCISTA BRASILEIRA? NINGUÉM AGUENTA MAIS! SÃO 9 ANOS E MEIO DE URUBOLOGISMO E CRÍTICAS INFUNDADAS SOBRE TUDO! A PERGUNTA VALE PARA ESTES BALADEIROS QUE SÃO CONSIDERADOS OS LÍDERES DA OPOSIÇÃO.

AFINAL, PARA QUE LADO ELES QUEREM IR?

"ESPECIALISTA" EM TUDO. ELA DÁ VERACIDADE À FRASE DE DELFIM NETO: "JORNALISMO ECONÔMICO NO BRASIL, NÃO É UMA COISA NEM OUTRA".


 A imprensa golpista sabe que quer ou não?A sempre chamada de grande mídia brasileira – hoje nem tão grande assim – cada dia honra a sua definição mais apropriada: PiG (Partido da Imprensa Golpista). É impressionante como alguns veículos de comunicação brasileiros mudam de opinião da noite para o dia quando oassunto é detratar o governo federal. As recentes medidas da presidenta Dilma Rousseff para minorar os efeitos da crise mundial refletem isso.

Por Orozimbo Souza Júnior*

Os midiáticos especialistas em economia, na Globo capitaneados por Míriam Leitão, desde que o mundo é mundo e que Lula chegou ao poder sempre disseram que reduzir a taxabásica de juros seria a solução para tudo no Brasil.
 
A cada reunião do Copom (Conselho dePolítica Monetária) em que era definida a manutenção do percentual de juros, ou mesmoseu aumento, o front de experts em finanças esbravejava com manchetes garrafais, sempreapoiadas pelo empresariado.

Mas na semana passada uma bomba caiu na cabeça desses detratores com o anúncio de quea famosa taxa Selic sofreria uma redução de meio ponto percentual, recuando de 12,5% aoano para 12%. Desnorteado, o PiG tratou de arrumar economistas paracriticarem a medidado governo.

 
Tais especialistas, sem pestanejar, disseram que não era a hora de cortar juros.Incrível! Chega a ser de um cinismo ardil a postura da imprensa.
 
Algum desavisado com um mínimo de senso crítico poderia concluir que essa mudança de atitude indicaria que a "grande mídia" não sabe o que quer. O lado perverso é que sabe sim, ou seja, buscar maneiras de bater em todas as medidas emanadas do Palácio do Planalto, pouco importando cair emcontradição.

O braço da imprensa no Congresso Nacional, também convalido pelo golpe inesperado
nos juros, tratou de arrumar um discurso também.

Eles nunca se dão por vencidos e, mesmo afundando na lava do vulcão, querem mostrar que estão com a razão.


A oposição, representada por figuras como o senador José Agripino (antigo PFL-RN), estava indignadacom o que ela definia como ingerência no Banco Central. Sem discutir o mérito do efeitoque o corte de juros traria ao país (para o bem ou para o mal), buscaram criar uma criseao afirmarem que o BC só baixou os juros após sofrer pressão do governo.

Fato de pronto desmentido por ambos os lados, mas que sobrevive em uma oposição que está sem rumo,quer seja no Congresso, quer seja na TV e nas páginas dos jornais.

Como nunca se dá por vencido, o PiG novamente busca apagar o fogo da crise econômica
mundial usando galões de gasolina.

 
Eles não se emendam e, mesmo quebrando a cara com as previsões catastróficas que fizeram em 2008 – e que não se concretizaram quando eclodiu o descontrole do mercado de hipotecas nos EUA -, seguem ávidos pelo caos na economia brasileira para terem o que dizer contra o governo.
 
O que deve deixar a todos aliviados é que a história se repete nos mesmos moldes de três anos atrás, com imprensa prevendo o fim do mundo, e as notícias do Planalto garantindo que o país está preparado, embora reconheça a complexidade do momento.

Fora do campo econômico onde se apoia em palpiteiros formados em economia, ou não, a
bola da vez é o Complexo do Alemão no Rio de Janeiro. Os conflitos entreremanescentes do crime e militares do Exército suscitou algo inusitado.

 
Ao acompanhar o noticiário, a impressão que se tem é a de que na imprensa existem muitos que querem o tráfico de volta ao comando daquele conjunto de favelas.
 
Ora, é evidente que ainda haja alguns traficantes infiltrados entre os moradores e que muitos destes, por sua vez, preferem a presença do tráfico enquanto não conseguem ocupação no mercado de trabalho. É uma questão de sobrevivência. Mas a abordagem da mídia faz com que iniciativa bem sucedida da implantação das UPP’s seja colocada em xeque porque alguns moradores não gostam de ser revistados...

No Brasil é isso: a imprensa golpista não pensa duas vezes quando seus interesses estão em jogo e muda de postura ao sabor dos ventos. Governos já foram derrubados por essa ação sorrateira e é bom que o atual fique atento a essas manobras. Infelizmente para o PiG, o cidadão da classe média avalia sua condição de vida ao pensar em governantes.

 
Ou seja, como é inegável que a situação dos brasileiros melhorou e muito nos últimos anos, a tarefa daimprensa será difícil. Mas nunca é bom se descuidar com essa gente.


* Orozimbo Souza Júnior é jornalista, especialista em comunicação política

IMPRENSA GOLPISTA ATACA DILMA. NINGUÉM CHUTA CACHORRO MORTO. QUEREM AFETAR A ALTÍSSIMA POPULARIDADE DA PRESIDENTA.

MONTAGEM TOSCA POR UMA GENTE TOSCA. 

                                                       "Faxina" e "Dilmona" na piada carregada de ódio e preconceito do UOL.

A FALTA DE RESPEITO DESTES CRÁPULAS DO UOL, QUE LEMBRAM MAIS DE 11 DE SETEMBRO, DO QUE O 7 DE SETEMBRO, É UMA CALHORDICE DE UDENISTAS, GOLPISTAS, LAC ERDISTAS DOS INFERNOS.

DO SITE CONTEXTOLIVRE:

Quando a gente pensa que já viu de tudo, em termos de baixaria e de manipulação, o PIG – Partido da Imprensa Golpista – se supera e consegue apresentar um lixo ainda maior, disfarçado de “jornalismo” nas manchetes que estampa. Remexendo esse lixo, você encontra todo tipo de má fé, de ódio, de preconceito, de calúnia e de difamação.

O olhar perspicaz e atento da blogueira feminista Rosângela Basso não deixou passar a mais nova tentativa de desmoralização da presidenta Dilma Rousseff (PT) na capa do site UOL nesta manhã de sábado. O UOL postou uma montagem com a foto da presidenta no palanque oficial do 7 de Setembro em Brasília, colocando a seu lado um Marcos Valério com cartaz em que se lê: “Dilmona é pra varrer e não voar. Se voar, é bruxa”. Do outro lado de Dilma, uma mulher abraça e fala ao ouvido da presidenta, como quem se posiciona ali para tirar uma foto. O próprio termo “faxina” que o noticiário político costuma fazer uso para se referir às medidas enérgicas de Dilma no combate à corrupção e no apuro de denúncias levantadas, cai como uma luva no gosto do PIG num governo comandado por uma mulher. Típico!

As mensagens que o PIG tenta passar têm um único objetivo: afetar a alta popularidade da chefe da Nação, seja colando o escândalos do Mensalão e denúncias de corrupção no palanque presidencial, seja associando conteúdos homofóbicos, quando carimba um rótulo homossexual na imagem – Dilmona, abraçada a uma mulher. E a montagem tosca mereceu destaque entre as chamadas de notícias do site, ou seja, o espaço consagrado às principais manchetes, dividido com a pole position de Sebastian Vettel na Fórmula 1, os temporais em Santa Catarina e as “musas” do Brasileirão.

De onde vem tanto ódio e ataque de terror? O PIG que pareceu ter dado trégua à Dilma logo após sua eleição e posse, que chegou a dedicar atenção ao ex-presidente Lula e foi mirando os ministros (em especial as ministras) para cercar Dilma, como se estivesse em um grande tabuleiro de xadrez, volta com toda força a destilar seu veneno contra a presidenta. Da forma mais vil e violenta que lhe é peculiar. E isso acontece justamente uma semana após o 4º Congresso Nacional do PT deliberar como pauta de debate nacional o marco regulatório da mídia e a liberdade de expressão, ampliando o horizonte sobre o que se convencionou chamar de comunicação social e que não é mais compatível com a concentração de poder e renda nesse setor estratégico ao desenvolvimento com inclusão social.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

CENSURA. QUEM DIZ QUE REGULAR A MÍDIA ATRAVÉS DE CONTROLE DA SOCIEDADE É CENSURAR, SÃO OS SABUJOS DA MÍDIA. O MINISTRO MEDROSO, O BERNARDO CONCORDA.




QUEM REGULA A MÍDIA E SEUS LIMITES É A SOCIEDADE, ATRAVÉS DE LEIS QUE VÊM DOS ANSEIOS DESTA SOCIEDADE, CABE AO LEGISLATIVO VOTAR TAIS LEIS. QUEM DISSE QUE ISTO É CENSURA? TODOS OS OUTROS SETORES DA SOCIEDADE TEM ORGÃOS REGULAMENTADORES, POR QUE NÃO A IMPRENSA? 

EUA e Europa já cancelaram ou não renovaram outorgas de rádio e TV

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Mayrá Lima - Brasil de Fato
08.10.2007
A possibilidade constitucional de uma rede de TV ou emissora de rádio ter rejeitada sua concessão não é uma exclusividade do Brasil. Recentemente, ganhou destaque a não renovação da concessão da RCTV, uma espécie de Globo venezuelana, pelo presidente Hugo Chávez. A empresa colaborou para insuflar, junto com setores conservadores, o golpe de Estado que afastou Chávez da presidência em abril de 2002. Contudo, o venezuelano não inventou a roda. Dados do jornalista chileno, Ernesto Carmona, presidente do Colégio de Jornalistas do Chile, mostram que o feito de Chávez é comumente realizado por diferentes motivos e lugares.

Ente os anos de 1934 e 1987, a Administração Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), um órgão do governo dos Estados Unidos, fechou 141 concessionárias de rádio e TV. Em 40 desses casos, a FCC nem esperou que acabasse o prazo da concessão;

Na Inglaterra, o governo Margareth Thatcher cancelou a concessão de uma das maiores estações de TV do país, simplesmente por ter difundido notícias desagradáveis, embora verídicas; argumentou, simplesmente, que “se tiveram a estação de TV por 30 anos, por que deveriam ter um monopólio?”;

Também no Reino Unido, a autoridade estatal decretou, em março de 1999, o fechamento temporário do MED TV, canal 22; em agosto de 2006, revogou a licença da ONE TV; em janeiro de 2004, a licença da Look 4 Love 2; em novembro de 2006, a da StarDate TV 24; e em dezembro de 2006, revogou o canal de televendas Auctionworld;

Em 1999, o Canadá revogava a Country Music Television;

A Espanha revogou em julho de 2004 a concessão da TV Laciana (um canal a cabo) e, em abril de 2005, a das emissoras de rádio e TV de sinal aberto em Madri. Em 2005, o país revogou a TV Católica;

A França revogou a licença da V& em fevereiro de 1987, e em dezembro de 2004 fez o mesmo com a Al Manar. Em dezembro de 2005, fechou a TF1, por ter colocado em dúvida a existência do Holocausto;

A Rússia, em agosto de 2000, fechou uma emissora de TV por divulgar publicidade subliminar. Já em março de 2006, fechou a TV6

Em 2006, o Peru fechou dois canais de TV e três de rádio por não cumprimento da lei local

terça-feira, 30 de agosto de 2011

AÉCIO NEVER ENCHE A CACHOLA DÁ UMA DE ARTICULISTA E DEITA FALAÇÃO CONTRA O GOVERNO.

O FILHO DO AVÔ, DEVE FAZÊ-LO REVIRAR NA TUMBA, O AVÔ ERA CONSERVADOR E DE CENTRO, ESTE É DE EXTREMA DIREITA E ENTREGUISTA, PASSAR O COMANDO DA CEMIG EM QUE O ESTADO  É O ACIONISTA MAIORITÁRIO, PARA A ANDRADE GUTIERREZ QUE É MINORITÁRIO, DEVE TER TIDO VARIO$ MOTIVO$, $Ó PODE!
OW AÉCIO NEVER SEU HEDONISTA DAS MADRUGADAS DO LEBLON, ANTES DE VOCÊ ESCREVER ARTIGOS, QUE MAIS PARECE QUE VOCÊ ESTÁ NUMA "DAQUELAS" EM QUE VC NÃO CONSEGUIA DIRIGIR UM AUTOMÓVEL. LEIA ABAIXO ALGUNS NÚMEROS LEVANTADOS POR DELFIM NETO QUE, DORMINDO ENTENDE MAIS DE ECONOMIA, QUE TODOS OS "ESPECIALISTAS" DO PIG, DE ONDE VOCÊ CATA ESTES SEUS NÚMEROS CONTRA O GOVERNO. DE ONDE VEM TODOS SABEM QUE TÊM A CREDIBILIDADE DE UMA NOTA DE 3 REAIS.

VAMOS LÁ:

Delfim Netto: FHC surfou sobre o Plano Real e quebrou o país
Ex-ministro denuncia desastre e “métodos absolutamente heterodoxos para se reeleger”


O deputado federal Delfim Netto (PMDB/SP) afirmou que Fernando Henrique “surfou sobre o plano real” para se eleger presidente da República por dois mandatos, aplicando um “duplo estelionato eleitoral” no povo brasileiro.


“Elevou para 29% a carga tributária bruta e aumentou de 31% para 49% do PIB o endividamento. Não fez o menor esforço para controlar as despesas, reduzindo o superávit a zero no primeiro quadriênio. Em apenas quatro anos, acumulamos um déficit em conta corrente da ordem de US$ 100 bilhões! O resultado foi trágico”, ressaltou o deputado, assinalando que essa política levou o Brasil a quebrar em 1998 e recorrer ao FMI “com o chapéu na mão, pedir um socorro de US$ 40 bilhões!”. Foi o primeiro “estelionato”, disse Delfim.


O deputado continuou, afirmando que no segundo mandato – depois de se eleger e procurar, “com métodos absolutamente heterodoxos, a sua reeleição sem desincompatibilização, o que seria o segundo ‘estelionato eleitoral’” – diante da exigência de arrocho fiscal feita pelo FMI “descarregou o problema sobre o setor privado, aumentando a carga tributária bruta para 32% já em 1999” .


“Puxado pelo nariz, o governo perdeu o controle do câmbio para o ‘mercado’. Instalou-se depois uma nova e melhor política monetária. Mas o fim foi melancólico. Terminamos 2002 com uma inflação de 12,5% e um crescimento de 1,9%. Acumulamos mais US$ 80 bilhões de déficit em conta corrente. Com reservas de US$ 16 bilhões, e o Brasil ‘quebrado’ pela segunda vez”, observou.


Delfim Neto destaca também que o último surto de desenvolvimento experimentado pelo Brasil ocorreu no governo Itamar Franco (1993/94), “quando crescemos 5,4% ao ano, com equilíbrio externo”. “A carga tributária bruta era de 27% do PIB, e a dívida líquida do setor público, 31% – graças ao vigoroso superávit primário de 3,7% ao ano, em média, no período. As reservas internacionais eram de US$ 40 bilhões, correspondentes a um ano de importação”, completou.



MAIS NÚMEROS DO NEFASTO PERÍODO DO GOVERNO TUCANO EM  QUE ESTE TARTUFO DO AÉCIO FOI LÍDER DO GOVERNO:

 Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;

- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;

- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;


- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;
- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;


- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;


- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;


- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%; inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;


- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.









segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ESCÂNDALOS DO (DES)GOVERNO FHD, D DE DOAR, PARA QUE OS MAIS JOVENS NÃO ESQUEÇAM O MAL QUE ESTE SENHOR CAUSOU AO BRASIL.

FHC SEMPRE AGIU NAS SOMBRAS. ESTA FOTO MOSTRA-O EM UMA REUNIÃO COM MEGA INVESTIDORES NO DIA 17 DE OUTUBRO DE 2010, PROMETENDO ENTREGAR O BRASIL AOS GRINGOS SE CERRA TIVESSE GANHO AS ELEIÇÕES. VADE RETRO! 




1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.
1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar.
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%. 
1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo".
1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.
1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.
1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos.
1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico.
2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.
2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.
2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada. Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.
Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.
Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.
O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.
Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.
Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.
Explosão da violência: Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.
Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.
Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).