Minha lista de blogs

Mostrando postagens com marcador JOSÉ SERRA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador JOSÉ SERRA. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de maio de 2012

Nassif: A tragédia de que o Brasil se livrou.

Ciro Gomes: Cerra em uma campanha é sinal de baixaria.

Luís Nassif em seu BLOG


Fantasias de ególatra.

Jose Serra, no Estadão de hoje

O sr. ficou com alguma mágoa da campanha de 2010?


Não. Eu preferia ter ganhado, mas... Em eleição, você tem que ter um mínimo de preparação para assimilar resultados, porque a decisão não é você que toma. A decisão é das pessoas, milhões de pessoas. Pode parecer frase feita, mas faz parte. A derrota é um ingrediente importantíssimo de uma eleição quando você vai para a disputa. Por outro lado, eu acredito que, nas duas eleições (presidenciais), a minha campanha condicionou muito o próprio desempenho do governo posterior. Agora, muitas das coisas que o governo faz, sem dúvida nenhuma, foram resultado da minha campanha.


O sr. fala especificamente da política de juros do governo Dilma?

Juros, infraestrutura, mesmo a defesa da liberdade de imprensa... Uma série de questões variadas. Dar exemplos sempre é ruim. Sem dúvida nenhuma, o grosso das teses que nós defendemos em 2010 eram corretas e o governo incorporou muitas delas. É normal que isso aconteça. Eu não acho que, na vida pública, cópia seja plágio. Cópia, se bem feita, de maneira honesta e não eleitoreira, é uma virtude.


Por Luís Nassif
Há duas hipóteses para essas fantasias de Serra. Se acredita no que diz, é doente; se não acredita, é mentiroso.


Quando surgir a cura da AIDS, ele dará uma entrevista dizendo que partiu dele a sugestão para que a doença fosse pesquisada.


Foi o mais medíocre governador da história recente de São Paulo, mais ausente da gestão do dia a dia do que Luiz Antonio Fleury. No campo das propostas, tendo à sua disposição o mais rico laboratório administrativo - o Estado de São Paulo, com sua infraestrutura, instituições, empresas, capital intelectual - foi incapaz de deixar uma obra duradoura, a não ser pontes geridas por Paulo Preto.


Não apenas obras. Foi incapaz de trazer uma ideia inovadora sequer na área de gestão, inovação, políticas sociais.


Na mais ampla tragédia ambiental de São Paulo - as enchentes do Tietê - não se reuniu UMA VEZ sequer com a defesa civil. Na grande crise de 2008, aumentou os impostos da indústria e só aceitou receber associações empresariais quando estas ameaçaram uma manifestação na porta do Palácio Bandeirantes. Sumiu, simplesmente sumiu de cena em todos os momentos conturbados: invasão da USP, greve da Polícia Civil, enchentes etc.


Produziu a campanha mais obscurantista da história, sepultando a história do PSDB com o esgoto mais fétido que se tem notícia.


Mas, agora, graças às obviedades que falou na campanha eleitoral, Dilma conseguiu mudar o Brasil.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

POR QUE O PADIM CERRA, ANDA TÃO NERVOSO?

O EX CANDIDATO A SANTARRÃO, PADIM PADE CERRA. 

DA SÉRIE: POR QUE SERRA ESTÁ NERVOSO?

Algumas hipóteses pinçadas das páginas dos jornais esta semana:

 I) a política social do ciclo Lula reduziu à metade a mortalidade infantil no país na década passada, informa o Censo de 2010 do IBGE. No Nordeste a taxa caiu 58,6% entre 2000 e 2010.

 II) o governo Dilma acionou os bancos estatais e emparedou a banca privada entre a concorrência e a execração pública: os juros estão em queda sem que a inflação escape ao controle. 

III) No primeiro trimestre, as cartas consultas para financiar investimentos industriais junto ao BNDES cresceram 37% em comparação com janeiro/março de 2011 . 

IV) Um governo de coalizão entre bicheiro e tucanos foi flagrado em Goiás pela operação 'Monte Carlo', da PF. Carlinhos Cachoeira, em escuta da PF: "nós pusemos ele" (Perillo, fiel aliado de Serra no PSDB)" lá" (no Palácio das Esmeraldas).

 V) Sob a administração Kassab aumentou em 6% o número de moradores de rua em SP: de 13.66, em 2009, para 14.458, em 2011.


VI) Faltam professores em 32% da rede estadual de ensino em SP, administrado há 17 anos pelo PSDB. 

VII) Serra, 70 anos, em tom jovial: 'Modéstia à parte, sempre fomos muito inovadores'. Por exemplo: ao assumir o governo do Estado em 2006, o tucano ' inovou' nos serviços de desassoreamento do rio Tietê, interrompendo-os por quatro anos seguidos.
 A 'inovação' pôs a perder R$ 1,7 bi em gastos realizados com a limpeza do rio durante os quatro anos anteriores.

 Hoje a meta do Estado é recuperar a vazão do Tietê existente antes de Serra assumir o governo, período em que 3 milhões de m³ de detritos se acumularam no leito do rio.

 O espírito inovador agravou a frequência e a gravidade das inundações na capital, cuja prefeitura Serra agora vai disputar.

 Em setembro de 2009, por exemplo, mesmo fora da temporada de chuvas, uma tempestade naufragou São Paulo.

Desde então, a cada verão o rio transborda. No ano passado, ao final de fevereiro, o Tietê já havia transbordado três vezes, o que levou o governo Alckmin a tomar a decisão de voltar a investir em obras de desassoreamento para recuperar uma vazão de 1.048 m³ por segundo.

A mesma capacidade de sete anos atrás, quando Serra 'inovou'.

(Carta Maior; 6ª feira/27/04/2012)



terça-feira, 20 de setembro de 2011

SER UDN É...



51 - ... ter uma coleçãozinha de carros de luxo, mas não contar pra ninguém.


 ... sair correndo para garantir uma boquinha na CET-SP.

- ...ser um grande democrata que gosta de condecorar ditadores e presidiários.

... ser muito emotivo e chorar porque levou uma surra na eleição e teve que voltar a trabalhar.

... ser eleito para a ABL não pelo que escreve, mas pelos patrões que tem.

... trocar de partido, mas não de caráter

http://tiacarmela.wordpress.com/2011/06/16/figurinhas-ser-udn-e-terceiro-pacotinho/

terça-feira, 12 de julho de 2011

MARCOS COIMBRA: CERRA O CONSELHEIRO!

Da CartaCapital
Marcos Coimbra: José Serra, o conselheiro 
11 de julho de 2011 às 20:33
por Marcos Coimbra, em CartaCapital

CERRA EX CANDIDATO A PRESIDENTE, JÁ ERA.



Em um gesto inusitado (mas não imprevisível), o ex-governador José Serra, na qualidade de presidente do conselho político do PSDB, divulgou um documento que deixou embaraçada a direção de seu partido. “Nossa Missão” tem um título que sugere que o autor ao menos tentava olhar o Brasil de uma perspectiva partidária e coletiva, mas não o fazia.

PARA O CERRA, ABORTO NO CHILE PODE.



A publicação aconteceu no blog do ex-candidato, talvez para lhe permitir, se necessário, justificá-la como privada. Como não consultou seus colegas ou procurou saber se estavam de acordo com o que queria dizer, melhor ter esse recurso.

Isso não diminuiu o constrangimento dos líderes tucanos. O texto tinha todas as características de um documento oficial do partido, não somente pelo cargo do responsável, mas pela natureza: uma conclamação aos filiados, a proposta de uma agenda, a fixação de um calendário de ações para seus órgãos nacionais e estaduais. Só que era apenas uma manifestação pessoal.

Ao externá-la da forma que fez, Serra extrapolou o papel que lhe havia sido delegado pela convenção peessedebista de junho. Aquela, em que seu grupo foi derrotado pelo de Aécio Neves, em que tentou, sem sucesso, emplacar a direção do Instituto Teotônio Vilela e na qual foi obrigado a se contentar com a presidência do então criado conselho.

Parece que Serra queria dar uma resposta a seus adversários de dentro do partido. Se achavam que ficaria quieto em seu canto, satisfeito com o cargo honorífico a ele destinado, se enganavam. Na primeira oportunidade, veriam do que era capaz.


CERRA, O HIPÓCRITA, DE DIA BEIJAVA SANTAS, E NA BOCA, QUANDO TODOS SABEMOS QUE IMAGENS DE SANTOS, BEIJAMOS , SÃO OS PÉS. À NOITE ENCONTRAVA-SE COM NEOPENTECONSTAIS, PARA FALAR DE HOMOFOBIA.

Escolheu uma hora inconveniente. Veio com um texto agressivo, cheio de acusações e ressentimentos, justo quando a convivência entre o PSDB e o PT começava a perder a beligerância do período eleitoral, quando o clima (por obra sua) ficara mais tenso que o normal para nossos costumes políticos.
Partiu de Dilma Rousseff o primeiro movimento de desanuviamento dos espíritos, na carta de homenagem a Fernando Henrique pelos seus 80 anos
.
Até contrariando os sentimentos de parte do PT, havia sido bem mais que protocolar no reconhecimento de sua contribuição para o Brasil de hoje.

FHC respondeu acenando com uma proposta de entendimento mínimo entre governo e oposição para enfrentar as dificuldades externas. Embora velhas desavenças permanecessem, o ex-presidente sinalizava que um diálogo mais produtivo entre os dois lados era possível.



Para Serra, não. De seu ponto de vista, tucanos e petistas são inimigos irreconciliáveis e suas visões do Brasil, antagônicas. Uns estão totalmente certos, outros inteiramente errados. No seu partido só há gente notável, no outro só incapazes, oportunistas e bandidos. Lula tinha apenas “talento de animador”, Dilma faz um governo “autoritário e incompetente”.



O mais extraordinário no texto de Serra é entender por que não aproveitou a última campanha presidencial para defender ideias como essas, deixando para fazê-lo agora, de forma tão mais limitada. Como comparar um blog à enorme mídia de que dispunha? Entre agosto e o fim de outubro de 2010, Serra teve mais tempo de televisão e rádio que qualquer anunciante privado. Se quisesse, poderia ter lançado uma marca, uma moda, uma ideia.


Imaginando que a visão de Brasil que transparece em seu texto não foi inventada de repente, que não foi agora que ficou sabendo do que se passa no país que queria governar, a pergunta é por que se calou quando teve oportunidade de falar. Por que subtraiu do cidadão verdades tão graves?


Hoje diz, por exemplo, que o governo FHC não é devidamente “reconhecido”. Como se não fosse ele quem nunca falou em Fernando Henrique nas suas campanhas. Quem sempre pretendeu não ter vínculos com o governo que integrou por oito anos.
Quando pôde se dirigir ao país sem qualquer embaraço, o que fez foi se apresentar como “o candidato mais preparado para prosseguir a obra de Lula”. Nem uma palavra se ouviu para criticá-lo. Seu discurso era ser “O Zé que vai continuar o trabalho do Lula da Silva”.


É, realmente, um percurso peculiar: do mais lulista ao mais radical dos oposicionistas, em questão de meses. Outro dia mesmo, brigava com Dilma pelo posto de campeão da continuidade. Agora, é o tucano incendiário, para quem nada presta no governo.


O texto termina de forma patética: depois de instar “nossas direções em todos os níveis” à “combatividade”, Serra pede a seus companheiros (até com humildade) que “não antecipem as decisões sobre alianças e candidaturas em 2014”. Ou seja, que não o descartem de vez.

O que não quer é reconhecer que seu sonho de ser presidente da República acabou.

terça-feira, 5 de julho de 2011

FHC E CERRA CHORAM LÁGRIMAS DE CROCODILO NO VELÓRIO DE ITAMAR!


Todo o meio político sabe que o FHD ( D de doar) desprezava Itamar. Achava-o intelectualmente despreparado, como se o Farol de Alexandria, o FHD , fosse lá essas coisas. Itamar até perguntava mineiramente, uai, gente simples não pode governar?

Itamar detestava o Farol, pelo fato dele ter se apropriado do Plano Real. Como sabe-se o Farol ficou 10 meses como ministro da fazenda e não deixou um rabisco sequer de plano para domar a inflação, quem lançou o Real, foi Itamar tendo já como ministro da fazenda o Ricúpero, que falou demais e caiu. A participação de Pérsio Arida, André Lara Rezende foi crucial para a execução do plano. Sucedeu o Ricúpero, o Ciro Gomes, que continou tocando o barco.

O Farol quase que acaba com o Real, isto sim! Vide artigo aqui no Blog: FHC surfa no Real e quebrou o país duas vezes. E agora no velório do Itamar está lá o Farol a apropriar-se novamente do Real. Chorou Lágrimas de crocodilo.

Outro que chorou lágrimas de crocodilo foi o Cerra. Queria ser nomeado ministro da fazenda no governo Itamar, que agendou uma entrevista com o Cerra. Cerra chegou lá já com todo o PIG de prontidão , fotógrafos esperando o futuro ministro da fazenda, E TUDO O MAIS. Terminada a entrevista com o presidente, o PIG quiz saber o que ocorreu , se o Cerra seria nomeado e quando. Itamar respondeu de pronto: O Cerra não quer ser ministro, ele quer é o meu lugar. E aí está novamente o Cerra, com seu jeito todo especial chorando as lágrimas de crocodilo no velório do Itamar.
HIPÓCRITAS.

A CIVILIDADE DE DILMA E O ESGOTO POLÍTICO DO CERRA!!!!!

A PRESIDENTA DILMA É CIVILIZADA COM OS ADVERSÁRIOS.

Quando da passagem natalícia de FHD ( D de doar ), a presidenta Dilma, mandou-lhe uma carta  felicitando-o pelo aniversário e o elogiando como ex presidente do Brasil. Se bem, que eu particularmente, acho que neste quesito ele não tem nada para  ser elogiado.

Pois bem. Não é que na outra semana, o CERRA, redige um manifesto em nome do PSDB/UDN, cheio de ataques hidrófobos ao governo da presidenta Dilma e a ela própria?  E o Cerra ainda teve a audácia de pedir que seus colegas de partido assinassem tal barbaridade. Foi peremptoriamente negado por todos eles. Aliás não é de hoje que seus "muy amigos" lhe puxam o tapete. Só que desta vez acertaram.
Um sujeito destes só poderia ser retratado da forma como está aí abaixo:


CARÁTER AGRESSIVO.
ESPERAVA UM MILAGRE.

É HIGIENISTA. DETESTA POBRE.



NÃO ENTENDEU QUE POLTICAMENTE JÁ ERA.


USOU DE FORMA TORPE A TEMÁTICA, RELIGIÃO, NA ELEIÇÃO.
PARA O PADIM CERRA, ABORTO NO CHILE PODE.

GRANDE META DE DILMA É ACABAR COM A POBREZA EXTREMA! E NÃO É QUE VAI MESMO?

´^Tô de saco cheio de ouvir os leitores do PIG, agirem como o corvo da rua Chile, falo de Lacerda, disparar mau agouro a respeito da grande meta deste governo, que é devidamente escondido no PIG, que a grande façanha de acabar com a pobreza extrema no Brasil.
O UDENISTA LACERDA, O CORVO, .DEIXOU SEU DNA NO PSDB.





Abaixo uma notícia que vc não lerá no PIG e nem verá na sua telinha:

Brasil terá menos pobres que EUA, diz Santander

Presidente do banco no Brasil afirma que aumento da classe média é impressionante


Aline Cury Zampieri, enviada à Espanha

Em alguns anos, o Brasil terá menos pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza do que os Estados Unidos. A avaliação é de Marcial Portela, presidente do Santander no País. Durante entrevista coletiva na cidade de Santander, na Espanha, ele reforçou o interesse do banco na diversificação geográfica de seus negócios e a intenção de participar da bancarização da América Latina (AL) e do Brasil.


“O Brasil deve ter um ingresso de 25 milhões de pessoas no sistema bancário em quatro anos”, afirmou. “Queremos conquistar entre 15% e 20% dessa fatia.” O Santander possui atualmente 40 milhões de clientes na América Latina, sendo metade deles no Brasil. “O fenômeno da classe média brasileira é impressionante. Nosso grande desafio é conquistar as camadas mais baixas, da classe D, nas quais ainda não temos muita experiência.”


Portela lembra que o banco já entrou no microcrédito brasileiro, com R$ 1 bilhão em empréstimos. Tem um projeto semelhante no Chile e pretende levar a experiência também para o México. “Estamos em processo de vinculação e ampliação do número de clientes, em geral. Crescemos a uma taxa média de 10% ao ano na América Latina.”