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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MAS NÃO É POSSÍVEL! ATÉ HOJE ALGUNS IMBECÍS NÃO ACEITAM DO FEMININO DE PRESIDENTE. O MAIS INCRÍVEL, IMBECÍS OUSAM "CORRIGIR" QUEM USA O FEMININO DE PRESIDENTE, OU SEJA, P R E S I D E N T A !!!!!


É P R E S I D E N T A !!!!!!! 



Um portal pediu que respondesse às perguntas abaixo sobre o uso do "termo" presidenta. Achava que o caso já tinha morrido. Disse isso à pessoa que fez contato, após mandar um e-mail. Soube que leitores reclamam... Ah, os leitores! Sabendo disso, resolvi responder, brevemente, por escrito, para evitar que minhas pobres declarações fossem picadas. As perguntas eram: "É aceitável? É correto? Quais os prós e contras?".

Minha resposta: 
a) As perguntas são um pouco inadequadas. Correção e aceitabilidade, em sociedades abertas, não são universais (como em muitos outros casos envolvendo cultura ou política). 
b) "Presidenta" não é bem um termo. É o feminino de "presidente". 
c) É correto? Pelos critérios das gramáticas e dos dicionários, sim. Mas é curioso que os que apelam para gramáticas para criticar "os livro" não aceitam as gramáticas quando abonam "presidenta"! Os que não aceitam a forma não devem conhecer esses "livros". 
d) É aceitável? Para muitos, sim. Para outros, não (por falta de cultura letrada ou por preconceito; ou por ambas as razões). 
e) Os argumentos a favor são os gramaticais (em mais de um sentido). Os contrários podem vir da sua conotação política ou feminista. 
e) Se se tratar de problemas "de ouvido", há duas soluções: ler mais ou ir ao otorrinolaringologista.




quarta-feira, 13 de julho de 2011

MAURO SANTAYANA: O DESALENTO DA PRESIDENTA. SANEAMENTO DO ESTADO.

 NA FOTO MAURO SANTAYANA. MEU DEUS! E ESTE BRILHANTE JORNALISTA, JÁ TRABALHOU NO DRD.


O desalento da presidente

 

COM ELA NÃO É PERMITIDO ADITIVAR. PREVARICOU DANÇOU!



Mauro Santayana

Ao falar, ontem, a emissoras do Paraná, a Presidente Dilma Roussef foi sincera e humana: há muitas coisas no governo que a entristecem. Pode estar certa a chefe de Estado que os brasileiros em sua  imensa maioria comungam do mesmo desalento.

 Os cidadãos entendem que o ato de governar é difícil, e que reclama habilidade e paciência, mas não  aceitam -  salvo  os interessados na instabilidade política – as pressões que se fazem à presidente.

Depois de ouvir um correligionário irado, que se queixava  do tratamento privilegiado a um aliado do governo, Juscelino gastou meia hora tranqüilizando-o. Quando o reclamante saiu, desabafou-se com seu chefe da Casa Civil, Vítor Nunes Leal:


- Aqui, na Presidência, suporto insolência que não agüentaria, se fosse simples prefeito de Diamantina.

Ele não foi prefeito de Diamantina, mas, os que o conheceram prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas,  se lembram de que ele era rigoroso  com seus subordinados, e sabia cobrar as tarefas com energia.


Podemos entender as dificuldades da presidente e não podemos negar-lhe solidariedade e apoio.

Não lhe serve de consolo, mas de estímulo, saber que os governantes dos principais países do mundo não se sentem tampouco em plena felicidade nestes últimos meses e anos. Estamos em um daqueles momentos históricos em que a ruptura se anuncia, mas pede líderes sensatos, capazes de criar instrumentos políticos hábeis para vencer a conjuntura perigosa.


Não é seguro que a História se repita, embora os seus movimentos de impaciência sempre se pareçam.

 O grande fermento das mudanças é a informação, que amplia o entendimento dos homens e suscita idéias novas, nas artes, na filosofia e na política.

Isso explica que o Renascimento tenha sido contemporâneo da imprensa, e o Iluminismo, sua continuidade, haja trazido  ebulição intelectual que não só deflagraria a Revolução Francesa, mas também estabeleceria os fundamentos científicos da tecnologia contemporânea.


A química de Lavoisier abriu a imensa perspectiva da produção de sucedâneos das matérias naturais e sem ela seria impensável a nanotecnologia, entre outras conquistas da ciência de hoje. Mas o excepcional cientista deixou-se seduzir pela corrupção, ao participar de uma empresa concessionária da cobrança de impostos, que lesou as finanças revolucionárias, e foi guilhotinado. Não são raros os casos de corrupção de homens geniais.


O que está ocorrendo em algumas áreas do governo felizmente não chega a anunciar horas tão trágicas como as vividas na França de há 220 anos – mas incomoda principalmente os  que têm muito a elogiar na política econômica e social dos últimos oito anos e seis meses. Não se pode perder uma experiência que reduziu drasticamente a desigualdade e promoveu o desenvolvimento do país, de forma tão marcante, em conseqüência dessa promiscuidade entre setores do governo e do parlamento com empreendedores privados.


Um dos mais audaciosos criminosos dos anos 70, o assaltante Lúcio Flávio, ficou famoso por uma sentença óbvia, ao explicar por que não se envolvia com policiais: polícia é polícia, bandido é bandido.

 A máxima – reduzida a crueza de sua origem e circunstância – pode ser ampliada: governo é governo, empresas privadas são empresas privadas. A realidade – aqui e em todos os países ocidentais, registre-se – mostra que já não há fronteiras nítidas entre a administração pública e os grandes negócios.

 

Os pequenos empresários se candidatam ao poder municipal, e começam a crescer fazendo negócios com a prefeitura. Em seguida se elegem para os parlamentos estaduais e para o Congresso – onde ampliam sua participação nos recursos públicos:   mediante suas próprias empresas, ou se associando a grupos nacionais e internacionais. Em alguns casos, preferem ser apenas intermediários. São lobistas privilegiados, com acesso a todos os níveis de poder.


Estamos chegando aos limites da paciência dos povos. Nos Estados Unidos, Obama não consegue taxar os ricos em favor dos pobres, porque a maioria dos congressistas representa ali os grandes interesses financeiros e industriais, entre eles os dos fabricantes de armas. Na Europa, para salvar o dinheiro dos grandes bancos, os estados nacionais estão indo à falência. A razão é simples: são os ricos que financiam as eleições e a eles os governos prestam obediência.


É interessante relembrar que, na França de 1789, o povo foi às ruas e derrubou a Bastilha em favor de um banqueiro que, na administração das finanças nacionais, corroídas pela ladroagem dos nobres, defendia reformas moralizadoras. Necker teve a lucidez que falta aos banqueiros de hoje – e, por isso mesmo, não perdeu a cabeça naquelas jornadas sangrentas.


A presidente está diante de  arriscada oportunidade: a de iniciar o processo de saneamento da administração do Estado. Os observadores sensatos contam com sua paciência diante da protérvia e sua firmeza estratégica. É certo que enfrentará inimigos poderosos, internos e externos, mas, se assim agir, a maioria do povo brasileiro estará ao seu lado, como esteve nas eleições do ano passado.




terça-feira, 5 de julho de 2011

GRANDE META DE DILMA É ACABAR COM A POBREZA EXTREMA! E NÃO É QUE VAI MESMO?

´^Tô de saco cheio de ouvir os leitores do PIG, agirem como o corvo da rua Chile, falo de Lacerda, disparar mau agouro a respeito da grande meta deste governo, que é devidamente escondido no PIG, que a grande façanha de acabar com a pobreza extrema no Brasil.
O UDENISTA LACERDA, O CORVO, .DEIXOU SEU DNA NO PSDB.





Abaixo uma notícia que vc não lerá no PIG e nem verá na sua telinha:

Brasil terá menos pobres que EUA, diz Santander

Presidente do banco no Brasil afirma que aumento da classe média é impressionante


Aline Cury Zampieri, enviada à Espanha

Em alguns anos, o Brasil terá menos pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza do que os Estados Unidos. A avaliação é de Marcial Portela, presidente do Santander no País. Durante entrevista coletiva na cidade de Santander, na Espanha, ele reforçou o interesse do banco na diversificação geográfica de seus negócios e a intenção de participar da bancarização da América Latina (AL) e do Brasil.


“O Brasil deve ter um ingresso de 25 milhões de pessoas no sistema bancário em quatro anos”, afirmou. “Queremos conquistar entre 15% e 20% dessa fatia.” O Santander possui atualmente 40 milhões de clientes na América Latina, sendo metade deles no Brasil. “O fenômeno da classe média brasileira é impressionante. Nosso grande desafio é conquistar as camadas mais baixas, da classe D, nas quais ainda não temos muita experiência.”


Portela lembra que o banco já entrou no microcrédito brasileiro, com R$ 1 bilhão em empréstimos. Tem um projeto semelhante no Chile e pretende levar a experiência também para o México. “Estamos em processo de vinculação e ampliação do número de clientes, em geral. Crescemos a uma taxa média de 10% ao ano na América Latina.”