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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

RESGATANDO O LEGADO FHC, PILATRANGEM, SAFADEZA, MENTIRAS, PRIVATARIAS, ENGODO, MANIPULAÇÃO. ENTREGUISMO.

SABENDO QUE O PSDB FARÁ UMA GRANDE CAMPANHA PROMOCIONAL DE RESGASTE DO LEGADO DO FAMIGERADO GOVERNO LESA PÁTRIA FHD(D DE DOAR). PEGUEI PARTES DO TRABALHO DO SAUDOSO PROFESSOR ALOYSIO BIONDI E PUBLICAREI AQUI, NA ESPERANÇA DE PODER DESMENTIR  A ESPLENDORA E MENTIROSA CAMPANHA  QUE OS SAFADOS DOS TUCANOS ESTÃO PRESTES A FAZER. ALIÁS O QUE ELES MAIS SABEM FAZER:

ENGANAR, MENTIR, DETURPAR, OMITIR, TARTUFAR, EMBRUTECER O SEU NICHO DE ELEITORES: A CLASSE MÉDIA.
SERGIO MOTA UM DOS PAIS DA MENTIRA BRASILEIRA. POSOU DE OPOSITOR À DITADURA. NA VERDADE ERA UM UDENISTA NEOLIBERAL.

O TARTUFO MOR, GERENTE DOS GRINGOS NO BRASIL. GOSTAVA E GOSTA DE AO TERMINAR AS SUAS PALESTRAS(CADA VEZ MAIS MINGUADAS) PROFERIR A FRASE VIVE LA FRANCE! PATÉTICO.

TODOS SÃO RESPONSÁVEIS PELO CRIME DE TER LEGADO UMA DESGRAÇA AO BRASIL.

À ESQUERDA UM DEPUTADO UDENISTA MIRIM, À DIREITA UM DEPUTADO UDENISTA JUNIOR, CARIOCA, BON VIVANT, FREQUENTADOR DAS BALADAS DO LEBLON. É RESPONSÁVEL PELO CRIME DE LESA PÁTRIA TAMBÉM.

DO LIVRO DE ALOYSIO BIONDI, O BRASIL PRIVATIZADO.

As estatais,
sacos sem fundos.?

No primeiro semestre de 1997, a Telebrás ainda era uma empresa
estatal. Mas seu lucro, naqueles seis meses, deu um salto de
250%, passando para 1,8 bilhão de reais, contra 500 milhões de
reais em igual período do ano anterior.

Fenômeno similar ocorreucom as empresas de energia elétrica: a lucratividade da
Eletrobrás explodiu para 1,5 bilhão de reais, com praticamente
200% de avanço sobre os 550 milhões de reais do ano anterior.

Como explicar esses saltos, que desmentem desde já as afirmações
repetidas pelo governo
que as estatais são um "saco sem fundo", que devoram o dinheiro
do Tesouro?

Não houve "milagre" algum. Pura e simplesmente, como já visto
anteriormente, o governo havia, finalmente, começado a eli-
minar o congelamento das tarifas dos serviços das estatais, atualizando-
as.

Bastou dar início aos reajustes negados durante
anos, enquanto a inflação continuava a aumentar os custos das
estatais, para a situação se inverter e os lucros dispararem. Sem
privatização.

Os prejuízos que o achatamento de tarifas e preços trouxe para
as estatais teve efeitos que o consumidor conhece bem: nesses
períodos, elas ficaram sem dinheiro para investir e ampliar serviços.
Explicam-se, assim, as filas de espera para os telefones, ou as
constantes ameaças de "apagões" no sistema de eletricidade.

Ou,dito de outra forma: não é verdade que os serviços das estatais
tenham se deteriorado por "incompetência".

Como também é mentira que "o Estado perdeu sua capacidade de investir", como
diz a campanha dos privatizantes. O que houve foi uma política
econômica absurda, que sacrificou as estatais.

Além do congelamento das tarifas, houve outra decisão – absolutamente
incrível – que prejudicou os investimentos das estatais
de todas as áreas.

Por incrível que pareça, repita-se, em 1989 surgiu
um decreto do presidente da República, nunca revogado, pura
e simplesmente proibindo o banco oficial, o
de realizar empréstimos a empresas estatais.
FHC e pelos meios de comunicação deBNDE (hoje BNDES), Cancelando a história Proibir um banco estatal de financiar empresas estatais, de setores
vitais para o país, é uma decisão esdrúxula.

Mas, no caso do
próprio nome – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
(e Social) – diz, foi criado no governo Juscelino Kubitschek
exatamente com o objetivo de fornecer recursos para a execução
de projetos de infra-estrutura, que exigem desembolso de bilhões
e bilhões – e precisam de alguns anos para sua execução.

Mais especificamente, dentro da filosofia  desenvolvimentista do governo JK
 
 chega à beira da insanidade, porque esse banco, como o BNDES
 (disporia de recursos retirados dE outras fontes de "impostos", como o Imposto de renda, PIS_PASEP, FAT)  que permitiria a construção de usinas hidrelétricas, ferrovias, rodovias,
o BNDES disporia de recursos para construção de portos, sistemas de telecomunicações, enfim, toda a infra-estrutura
que o processo de industrialização exigia.

 Um instrumento estratégico, em resumo, capaz de viabilizar a política de desenvolvimento
de longo prazo, incumbido de dar apoio às áreas escolhidas
como prioritárias.

É, portanto, incrível que, de uma penada, o governo tenha cancelado
o próprio motivo de criação do banco, ao proibir que ele
financiasse as estatais, que passaram então a depender de seus
próprios lucros – ou de empréstimos internacionais – para a execução
de seus projetos.
 
As duas alternativas, obviamente, foram prejudicadas pelo congelamento de tarifas e preços, notadamentenas áreas de siderurgia (aço), telecomunicações e energia.

Para o setores em que o governo exerceu menor controle de preços, como
mineração e petróleo, os cofres dos banqueiros internacionais
continuaram abertos, desmentindo outro mito vendido pela campanha
de desmoralização das estatais, a saber, que elas tinham
"esgotado sua capacidade de financiamento no exterior".

 Até hoje, a Petrobrás, mesmo em fases de grave turbulência da economia
brasileira(ANO DE 2001/2002-GRIFO MEUPTREMDAS13E13), consegue facilmente empréstimos externos.

O governo (DE FHC, GRIFO MEU PTREMDAS13E13)é que a tem impedido de recorrer a essas fontes para acelerar a
produção de petróleo; portanto, não é por sua culpa que o Brasil
não é auto-suficiente em petróleo até hoje,(isto no governo do tartufo,FHD, grifo meu ptremdas13e13) argumento desonestamente utilizado para abrir caminho à privatização da Petrobrás
na surdina, operação já em andamento (veja mais à frente).Lula impediu como sabemos( grifo meu).


Dividendos, mais mentiras
Na campanha contra as estatais, foi insistentemente repetido o
argumento de que elas "absorvem" dinheiro do Tesouro e "rendem"
muito pouco para ele. Divulgou-se, por exemplo, que a Vale do Rio
Doce "rendia" mais para os funcionários do que para o Tesouro
(isto é, para toda a população), apontando-se que a quantia que a
empresa destinava ao fundo de aposentadoria dos seus funcionários
era maior do que o valor pago para o Tesouro, sob a forma de
dividendos.

O argumento é vergonhoso. Pura má-fé. Por quê? Em
primeiro lugar, porque efetivamente é verdade que, para cada 1 real
de contribuição paga pelos funcionários ao fundo de pensão, a Vale
contribuía com o dobro, ou 2 reais. Absurdo?

Não. É assim que osfundos funcionam, inclusive para as empresas privadas. E atenção:
segundo os dados oficiais, a Vale até contribuía com valores
abaixo dos padrões do mercado, pois as empresas privadas costumam
desembolsar dinheiro na proporção de 2,70 reais para 1 real
dos funcionários, e não de 2 para 1.

Não havia nenhum privilégio a"marajás da Vale", como se dizia.

Ao contrário.

Mas essa não era, ainda, a principal mentira a respeito dos dividendos.
Para entender a manipulação da opinião pública, tomese
o exemplo de qualquer empresa privada com sócios, acionistas
– como o Tesouro era da Vale. Suponha-se que ela tem um capital
de 1.000 ações, no valor de 1 real cada, ou 1.000 reais no total. Se,
no final do ano, a empresa verificar que teve um lucro de 100 reais,
o que faz com esse dinheiro? Entrega tudo aos sócios, para que
eles façam uma grande farra? Obviamente, não. Os próprios sócios
vão querer que, do lucro de 100 reais, a empresa lhes entregue
uns 15 ou 20 reais, isto é, 15% a 20%, sob a forma dos chamados
dividendos.

E os outros 85% ou 80%, isto é, 85 ou 80 reais?

Por decisão dos próprios acionistas, as empresas usarão esse dinheiro
para novos investimentos, instalações, conquista de mercado.

Garantia de crescimento, expansão, lucros cada vez maiores
nos anos futuros. Mas como os acionistas vão participar dos
resultados dessa evolução da empresa? Os lucros não distribuídos,
aplicados, são usados para aumentar o capital da empresa,
no caso de 1.000 para 1.080 ou 1.085. Isto é, o acionista passa
também a dispor de mais 8% ou 8,5% de ações, que pode guardar
e, quando desejado, ou necessário, vender.

Em resumo, o que importa para o acionista é o valor dos lucros
totais da empresa a cada ano, e não apenas os dividendos retirados
desses lucros. A Vale do Rio Doce, a Petrobrás e as demais
estatais agiam exatamente como as grandes empresas privadas,
ao menos as bem administradas: entregavam uma parte dos lucros
aos acionistas, como o Tesouro, e utilizavam a maior parcela
para aplicar em planos de expansão, que rendiam lucros maiores
no futuro – além de valorizarem suas ações, se vendidas em Bolsa.


Os críticos dos "dividendos ridículos" pagos pela Vale ou
Petrobrás sabem muito bem de tudo isso. Mentiram à opinião
pública, para jogá-la contra as empresas estatais e ganhar apoio
para a privatização.
Quem pensa nos pobres?Na verdade, em lugar de "sugar" o Tesouro, as estatais foram
utilizadas, ou "sugadas", pelo Tesouro, para desempenhar funções
que na verdade cabiam ao governo.

Nesse papel, sua lucratividade também era puxada para baixo.
Exemplos? No próprio caso das telefônicas, como apontado em capítulo anterior,
o governo sempre teve a preocupação – antes da privatização –
de manter preços mais baixos para os serviços utilizados pela
maioria da população – como as ligações locais, as fichas dos
orelhões –, para beneficiar os brasileiros de menor renda.

A mesma coisa para tarifas de energia elétrica e água, mais baixas
para as contas de residências com menor consumo.

Nessa política de "paga mais quem ganha mais", os serviços utilizados pelos
mais ricos (interurbanos, ligações internacionais) pagam preços
mais altos, para cobrir parte dos custos ou mesmo dos prejuízos
trazidos pelos serviços mais baratos, utilizados pela população
mais pobre.
As estatais, portanto, eram utilizadas também como instrumento
de maior justiça social, ou "redistribuição de renda", como dizem
os economistas.

Em outros países, o governo adota a política de preços mais baixos
para a população mais pobre, mas é ele mesmo,governo, que "banca"
os prejuízos dessa política.

Como assim?

O Tesouro paga às empresas fornecedoras, mesmo se forem
estatais, a "diferença" correspondente à redução dos preços.
No Brasil, a população é preponderantemente pobre, e por isso os
serviços mais sofisticados – e mais caros –, cujo faturamento deveria
ser capaz de compensar ao menos em parte os serviços mais
baratos, são proporcionalmente pouco utilizados. Vale dizer: a
receita que eles fornecem não é suficiente para assegurar o nível
normal de lucros.

Com a privatização, o governo eliminou – antes mesmo da venda
das estatais – os subsídios cruzados nas contas de telefones e
de energia. Por isso mesmo, os aumentos mais violentos de tarifas
ocorreram para as chamadas locais, ficha telefônica etc. Não
há mais tratamento especial para a população mais pobre. Tudo
para garantir maiores lucros aos "compradores". Tratamento que as estatais não recebiam.
Ah, a gasolina cara...De tão manipuladas, chegam a ser revoltantes as críticas à
Petrobrás e aos preços da gasolina no Brasil, "os mais altos do
mundo", como berram erradamente os críticos.

 Nunca se diz à população que, ao longo dos anos, a Petrobrás sempre teve direito
a uma parcela mínima sobre o preço do litro de gasolina e de
outros produtos, com a maior parcela sendo representada por
impostos, taxas e, em determinados períodos, até por uma fatia
para "baratear o álcool".

Para se ter uma idéia da realidade: em
outros países, a margem (porcentagem) de lucro das distribuidoras
é três vezes maior do que a recebida pela Petrobrás, que se
limitava a 9 centavos por litro, quando o litro da gasolina estava a
59 centavos.

 Mas isso não é tudo.

Assim como os subsídios à população pobre reduziam os lucros das teles e empresas de energia,
a Petrobrás também pagou o preço de decisões que o governo
tomou em favor de outros setores, por considerá-los "estratégicos"
dentro da política econômica do momento.

Para permitir que a indústria petroquímica nacional tivesse preços capazes de enfrentar
a concorrência internacional, por exemplo, a Petrobrás
durante longos anos vendeu a nafta, matéria-prima do setor, a
preços mais baixos, com um "prejuízo" acumulado que chegou aos
4 bilhões de dólares.

Na mesma linha, as siderúrgicas estatais,
como
em até 75%, acumulando imensos prejuízos em seus balanços. Somente
quando se preparava a privatização é que o aço teve aumentos
de até 300% nos preços. Por que o achatamento? O governo
impôs preços mais baixos na venda do aço nacional para
CSN, Cosipa, Usiminas, tiveram os preços do aço achatadosque as indústrias de automóveis, eletrodomésticos, máquinas e
equipamentos, principalmente, tivessem custos mais baixos e conseguissem
exportar, ou evitar importações, trazendo dólares para
o país.

As siderúrgicas estatais, portanto, também foram utilizadas
como arma na guerra para obter dólares (e conter a inflação).

Por isso, ficaram arruinadas. É lamentável que os consumidores
de aço ou nafta, que foram beneficiados com subsídios das siderúrgicas
estatais e da Petrobrás, nunca tenham dito uma palavra
para explicar à opinião pública que essa política foi a principal
culpada pelos prejuízos das siderúrgicas – e pela menor lucratividade
da Petrobrás –, permitindo que a população fosse convencida
de que as estatais "sugavam" o Tesouro.
Mais tecnologia, menos marajásA Petrobrás ganhou títulos mundiais de campeã no desenvolvimento
de técnicas para perfurar poços no fundo do mar, em grandes
profundidades, quilômetros abaixo da superfície.

E, graças aelas, descobriu poços capazes de produzir 10 mil barris de petróleo
por dia. Cada poço. Recordes fabulosos que somente são igualados
por poços dos países árabes.

A Vale do Rio Doce, antes mesmo ANTES da sua privatização, já era a maior exportadora de minério de
ferro do mundo.

 E uma de suas empresas subsidiárias, a Docegeo,
pesquisou e fez um mapeamento dos minerais existentes no Brasil
inteiro. Foi convidada a realizar pesquisas equivalentes em
outros países. Graças à sua tecnologia, a Vale do Rio Doce descobriu,
em plena selva amazônica, em Carajás, a maior província
mineral do mundo, com jazidas não só de ferro, mas de grande
variedade de minérios, inclusive ouro...

A Embraer, estatal fabricante de aviões, sempre foi a única indústria
aeronáutica – existente em um país menos desenvolvido –
fora do circuito dos países ricos, com tradição na área – e capaz de
roubar mercado das empresas multinacionais no filão que explora,
isto é, a produção de aviões de porte médio.

Na área de telecomunicações, a Telebrás mantinha desde os anos 1970 um Centro
Tecnológico, em Campinas, responsável por pesquisas que resulta-
ram na produção de equipamentos com tecnologia de ponta, que
fabricantes nacionais passaram a exportar para outros países.

Sobram exemplos como esses para mostrar que são descabidas
as afirmações, repetidas na campanha de desmoralização das estatais,
de que elas seriam ineficientes e incapazes de desenvolver
tecnologia própria.

Por que, a despeito do prestígio internacional,
se formou essa imagem negativa aqui dentro?

Um dos principaismotivos foram, certamente, as falhas e a
deterioração dos serviçosde telefonia e energia elétrica, exatamente aqueles com os quais
o público tem contato direto.
Uma deterioração que nada teve a ver com a deficiência tecnológica e, sim, com as políticas equivocadasde governo, que trouxeram prejuízos e limitações financeiras
às estatais, como visto antes.


Mas que foi largamente explorada
na manipulação da opinião pública.
ADELANTE VOU PUBLICAR MAIS, PARA QUE VCS NÃO CAIAM NO CONTO DO "RESGATE DO LEGADO" DE FHD(D DE DOAR)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

EDUARDO CAMPOS. JORNALISTA E INTELECTUAL, MAURO SANTAYANA O ELENCA COMO A NOVA LIDERANÇA POLÍTICA NACIONAL. O DIABO É QUE NA SUA POLIDEZ, INCLUI TAMBÉM O AÉCIO MALVADEZA, LEITOR NÃO CONCORDA, ESTE BLOG TAMBÉM NÃO.

EDUARDO CAMPOS. ANOTE O NOME. PRESIDÊNCIA É DESTINO, MAS, 2018 ´TÁ COM A CARA DELE. POR QUE NÃO OUTRO PROGRESSISTA NOS COMANDOS DA NAÇÃO.

Por outro lado, a inexorável marcha do tempo está impondo a renovação na liderança política brasileira.
 Há, entre as pessoas que se encontram na fase da boa maturidade, personalidades que revelam ter boa visão do processo político e social.

São líderes como Aécio e Eduardo Campos que, embora herdeiros de antigos homens públicos, não têm por que renegar a ascendência. Seus avós,Miguel Arraes e Tancredo, embora tivessem divergências ocasionais, sempre serviram ao Brasil com o melhor de sua honra e de sua razão.

E não há só eles, que são homens de centro-esquerda. Há, mesmo entre os conservadores, nomes novos, desvinculados dessa forma penumbrosa de fazer política." MAURO SANTAYANA"
http://www.maurosantayana.com/2011/09/oposicao-governo-e-estado.html

COM TODO RESPEITO AO GRANDE JORNALISTA NÃO PIGUISTA MAURO SANTAYANA, NÃO DÁ PARA MISTURAR UM PROGRESSISTA E TRABALHISTA COMO EDUARDO CAMPOS E AÉCIO MALVADEZA. EDUARDO CAMPOS FAZ JUZ À SUA ASCENDÊNCIA, A ÉCIO MALVADEZA NÃO DEMONSTRA SER DE CENTRO E ENVERGONHA A MEMÓRIA DO AVÔ, QUE ERA CONSERVADOR, MAS ERA NACIONALISTA E NÃO ENTREGUISTA. AO CONTRÁRIO DE AÉCIO, VIDE O ÚLTIMO EXEMPLO: ENTREGOU O COMANDO DA CEMIG, PARA A ANDRADE GUTIERREZ, UM SÓCIO MINORITÁRIO. AÉCIO ESTÁ MAIS PARA A UDN(EXTREMA DIREITA) QUE PARA CENTRO. ALÉM DE SER ADEPTO DO FILÓSOFO DO PRAZER: EPICURO, COMO BEM LEMBRA O LEITOR DO BLOG DO SANTAYANA, NO COMENTÁRIO QUE REPRODUZO ABAIXO:
Barbosa Maciel disse...
Caríssimo.

Brilhante texto. Veio acompanhado da sua já reconhecida polidez. Porém não devo furtar-me em dizervo-te que em matéria de ascendência, Eduardo Campos, tem correspondido muito mais ao legado que recebeu do seu avô, do que o senhor Aécio Neves, ou seria Aécio Cunha? O estilo de vida pautado pelo hedonismo e deslumbramento pelo luxo do Leblon, não combina com o que sonhava Arraes e nem Tancredo, todos os dois nacionalistas, mas de certa forma conservadores. Em relação à Tancredo, conservador até demais. O diabo é que Aécio está mais para Epicuro do que para Tancredo.
Ruy Barbosa maciel- Governador Valadares MG
EMAIL PÚBLICO: carlopontty@gmail.com

VEJA SÓ SE EDUARDO CAMPOS MISTURARIA COM ESTA CAMBADA DE UDENISTAS .

MISTURARIA POLITICAMENTE COM ESTE CORNETEIRO DO NEOLIBERALISMO, DO" XOQUE DE JESTÃO", ESTE GERENTÃO PAU MANDADO DOS PODEROSOS DA UDN?

CABE NO MEIO DESTES CHORROS, UM SOCIALISTA?


terça-feira, 20 de setembro de 2011

PASTOR FAZ O MAIOR CHÔRÔRÔ NO BLOG DO PAULO LOPES, POR CAUSA DAS GENERALIZAÇÕES SOBRE PASTORES DOMO $ILA$ MALACHEIA.

PA$TOR $ILA$ MALACHEIA. GANHAVA, SEGUNDO O CAIO FÁBIO, 40 MIL DOLARES POR MÊS DO PEDIR MAI$CEDO NA IURD.
BIBLIA DO UDENISTA QUE APOIOU O CERRA!

de um leitor a propósito de
Pastores do Malafaia têm salário de até R$ 20 mil, além de casa e carro

Sou pastor da Igreja Presbiteriana Independente. Li vários comentários afirmando que ser evangélico é ser ingênuo, incoerente, imbecil... Pois bem, gostaria de fazer algumas considerações:

a) Há uma distinção clara entre as chamadas igrejas históricas (Presbiteriana do Brasil, Presbiteriana Independente, Luterana, Metodista, Batista, etc.), as igrejas pentecostais (Assembléia de Deus, Congregação Cristã no Brasil, Evangelho Quadrangular, etc.) e as igrejas neopentecostais (Universal, Internacional da Graça, Mundial da Graça, etc.). Os comentários tendem a fazer afirmações superficiais, sem conhecer minimamente a diferença entre igrejas.

b) Há generalizações irresponsáveis em muitos comentários. Por exemplo, eu conheço alguns ateus alcoólatras. No entanto, não posso sair por aí afirmando que todo ateu é alcoólatra. Conheço alguns católicos adúlteros, mas não posso sair por aí que ser católico é ser adúltero. Do mesmo modo, há maus pastores, especialmente na mídia. Agora, não podemos esquecer que existem pastores sérios, que não fazem da Palavra de Deus mercadoria, que vivem vida modesta e servem a Deus e ao povo com honestidade e respeito.

c) Sou pastor evangélico. Cada um tem a liberdade para falar mal ´da pastorada´ a vontade. Mas não esqueça que essas generalizações são incoerentes e injustas.

CONSIDERAÇÕES MINHAS:

PASTOR,  POSSO TE GARANTIR QUE A MAIORIA DOS ALCOÓLATRAS, SÃO CRENTES, PORTANTO NÃO DÁ PARA GENERELIZAR QUE TODO ATEU É ALCOÓLATRA.
NO MEU CASO O SENHOR ACERTOU EM CHEIO: EU SOU ALCOÓLATRA E ATEU, MAS, SOU UMA MINORIA PASTOR, JÁ QUE 99 POR CENTO DOS ALCOÓLATRAS, PRESIDIÁRIOS, BANDIDOS,  ASSASSINOS, CRIMINOSOS DO COLARINHO BRANCO, PRINCIPALMENTE POLÍTICOS, NÃO SE DECLARAM ATEUS. MAS DÁ PARA GENERALIZAR QUE A GRANDE MAIORIA DE ALCOÓLATRAS SÃO CRENTES.

AGORA, AQUI PRÁ NÓS PASTOR, BEM QUE DEUS PODIA ENSINAR ESTES PA$TORE$ COMO O MALACHEIA, A LIDAR MELHOR COM $$$$ E PARAR COM ESTA PEDIÇÃO DOS INFERNOS. PTREMDAS13E13.

LEI MAIS EM:
 http://www.paulopes.com.br/



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ESCÂNDALOS DO (DES)GOVERNO FHD, D DE DOAR, PARA QUE OS MAIS JOVENS NÃO ESQUEÇAM O MAL QUE ESTE SENHOR CAUSOU AO BRASIL.

FHC SEMPRE AGIU NAS SOMBRAS. ESTA FOTO MOSTRA-O EM UMA REUNIÃO COM MEGA INVESTIDORES NO DIA 17 DE OUTUBRO DE 2010, PROMETENDO ENTREGAR O BRASIL AOS GRINGOS SE CERRA TIVESSE GANHO AS ELEIÇÕES. VADE RETRO! 




1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.
1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar.
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%. 
1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo".
1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.
1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.
1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos.
1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico.
2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.
2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.
2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada. Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.
Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.
Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.
O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.
Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.
Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.
Explosão da violência: Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.
Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.
Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).

domingo, 21 de agosto de 2011

OS "INIMPREGÁVEIS" DE FHC, UM CARIOCA, QUE A ELITE PAULISTA ASSUMIU E A FRASE, A QUESTÃO SOCIAL É UM CASO DE POLÍCIA DE WASHINGTON LUIS OUTRO CARIOCA QUE A ELITE PAULISTA, ASSUMIU NA DÉCADA DE 30, EXPLANA BEM O QUE É O PSDB E A UDN!


 FHC UM CARIOCA BON VIVANT, A ELITE PAULISTA O ASSUMIU, MORA NA RUA RIO DE JANEIRO NO HIGIENÓPOLIS, SOMETIMES NA FOCH AVENUE EM PARIS. SE O LULA MORASSE NA FOCH AVENUE, SERIA UM ESCÂNDALO!


O FILHO DO AVÔ, AÉCIO, NINGUÉM SE LEMBRA DO NOME DO PAI DELE, É UM CARIOCA RESIDENTE NO LEBLON, SERÁ QUE A ELITE PAULISTA VAI ASSUMÍ-LO?

WAHINGTON LUIS, UM CARIOCA QUE A ELITE PAULISTA ASSUMIU E QUE TRAIROU O PACTO DA POLÍTICA DO CAFÉ COM LEITE E GRAÇAS A DEUS, VEIO GETULIO. E LEIAM O QUE ESTE SAFADO DISSE A RESPEITO DA MERDA QUE ESTA ELITE ESTAVA CRIANDO:



A frase "A questão social é um caso de polícia" é da autoria do presidente Washington Luís, o último da República Velha. Ela é emblemática das concepções da elite política brasileira a respeito das reivindicações das camadas baixas da população entendidas como crimes políticos.

OU SEJA, UDENISMO NA VEIA!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

RELOAD: POST DEDICADO AO ÉTICOS DO PSDB/UDN/DEMO, OU SEJA A OPOSIÇÃO SEM RUMO DE GV, MINAS E BRASIL! O GAROTO DO LEBLON AECIO NERVER DOANDO À GLOBO?


Mercado futuro eleitoral? Aécio compra a Light transferindo US$ 269 milhões para fundos credores da Globo

Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

Breve, o novo podcast Alerta Total no seu computador.http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

Por Jorge Serrão
http://www.alertatotal.net/2007/03/mercado-futuro-eleitoral-acio-compra.html

Esta notícia Homer Simpson dificilmente verá no seu querido “Jornal Nacional”. A Receita Federal e a Comissão de Valores Mobiliários foram acionadas para investigar possíveis irregularidades na aquisição do controle acionário da Light por uma empresa criada pelo governo de Minas Gerais: a RME – Rio Minas Energia Participações SA. A denúncia é do Novo Jornal, de Minas Gerais.

Sem qualquer autorização legislativa, o governador Aécio Neves negociou o controle da Light utilizando US$ 269 milhões de um crédito em ações da Cemig. Mas o prejuízo do patrimônio público mineiro não para por ai. A Cemig, que tem 25% das ações da RME, assumiu na compra da Light uma dívida de US$ 1,5 bilhão.

O que chama atenção na operação, na Nova Bovespa, é que os recursos foram transferidos para três fundos credores que pediam a falência da Globopar (holding das Organizações Globo), em Nova York. Os beneficiados foram o GMAM Investment Founds Trust Inc, Foundations For Research, WRH Global Securities Pooled Trust. Auditores da Receita e a CVM investigam a suspeita de que há ocorrido um “pagamento feito a maior”. Tal esquema é muito usado pelas empresas que atuam em bolsas de valores para esconder ou desviar lucros. A compra e venda de notas frias dão ares de “legalidade” aos negócios.

As suspeitas de irregularidades foram observadas a partir da análise da folha 4 - II do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda, que analisou e aprovou a transação. Do documento consta que a RME - Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40% da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%. Pelo menos esta a quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a compra.

O mesmo número foi informado no próprio site da Light.A diferença entre os percentuais aparece apenas como uma operação (escrituração no pregão da Nova Bovespa). Só foi possível devido a diferença entre avaliação patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago. Outra coincidência que chamou a atenção do mercado foi o fato de o governador Aécio Neves ter indicado para a direção financeira da Light o nome do ex-presidente da Globopar, Ronnie Vaz Moreira.

O caso, que tem tudo para ser abafado no Brasil, teve repercussão no exterior. A Justiça norte-americana está pedindo explicações da origem do dinheiro utilizado pela Globopar para pagamento do pedido de falência ajuizado em Nova York. O pagamento da dívida ocorreu “por dentro da contabilidade da Globopar”, o que acabou deixando rastro. Agora, os norte-americanos suspeitam que o esquema de compra da Light tenha ajudado a pagar as dívidas da holding das Organizações Globo.

O Conselho de Administração da Cemig autorizou que a RME comprasse 88,84% das ações da EDF International, que na Light correspondiam a 79,57% de suas ações. Ao contrário, apenas 75,40% vieram para a RME – Rio Minas Energia Participações S/A. A diferença de 4,17% representa as ações que ficaram em poder de EDFI para serem negociadas em Bolsa. Fica difícil para a empresa RME-Rio Minas Energia Participações S/A explicar como comprou 79, 57% e só recebeu 75, 40%. Tudo isso em uma operação de Bolsa no valor de US$ 2 bilhões.

Diretores com problemas
O governador Aécio Neves escolheu vários diretores com problemas para integrar a alta direção da Light.

No conselho de administração da empresa aparece Ricardo Coutinho de Sena.

Ele foi diretor da concessionária Ponte S/A, denunciado pelo Ministério Público e processado na Justiça Federal de Niterói, estado do Rio de Janeiro, por simulação de empréstimo de US$ 9.500,000 milhões em paraíso fiscal das Bahamas, avalizado pela Construtora Camargo Correia, para remessa irregular de lucros para o exterior.

O caso foi apurado pela Comissão de Fiscalização financeira da Câmara Federal.

Outros com problemas
Aldo Floris, conhecido no meio financeiro pela capacidade de fraudar preço de ações como no golpe que deu um prejuízo ao Bank of América no valor de R$ 185.000.000,00 milhões enviados irregularmente para fundos off-shore no exterior, conforme relatório da Receita Federal, por solicitação da Justiça Federal de Nova York.

Este mesmo expert do mercado financeiro simulou uma carta de crédito de R$ 1 bilhão, na privatização da Telemar, conforme apurado no processo da Polícia Federal, que indiciou os dirigentes da Previ por crime na privatização do setor de telecomunicação em 1998, auge do governo tucano.

Aécio também indicou Gilberto Sayão da Silva, dirigente do Banco Pactual, que foi indiciado pela CVM por práticas irregulares no mercado financeiro, conforme Processo Administrativo nº CVM RJ2005/3304.

Velho amigo da família

Aécio também indicou para o conselho o ex-presidente do Banco do Estado da Guanabara e ex-ministro de Sarney, Raphael de Almeida Magalhães.

Ele é um eterno elo de ligação entre a família Neves e os Diários Associados, pois seu pai Dario de Almeida Magalhães dirigiu a sede carioca dos jornais de Assis Chateubriand quando Tancredo era presidente do Banco do Brasil, além de ter dirigido também o jornal Estado de Minas.

Aécio é sobrinho do falecido presidente Tancredo Neves.

Negócios com a Mídia
No final de dezembro, o governo de Minas Gerais autorizou transferência de R$ 800 milhões em ações da Copasa a para a empresa Capital Group International Inc.

Apenas por coincidência, a empresa pertence ao mesmo grupo econômico da Editora Abril e Folha de S. Paulo.

Em MG, corre o boato no mercado de mídia que empresários muito ligados a Aécio estariam formando uma parceria com a construtora Andrade Gutierrez, via Telemar, que adquiriu recentemente a Way, e uma série de empresas concessionárias de serviço a cabo do interior mineiro.

A intenção é montar um novo grupo de Comunicação, tendo como geradora local de programação a TV Alterosa.

O que diz a Cemig

A nota divulgada pela assessoria de imprensa da estatal mineira em resposta à consulta feita pela reportagem do Novo Jornal, que denunciou o caso, foi a seguinte:

“Para a Cemig participar de leilões, consórcios ou compra de ativos (como é o caso da compra da Light), a empresa não precisa de nenhuma lei para isso, mas sim a autorização do Conselho de Administração da empresa. A proposta é enviada pela Diretoria ao Conselho de Administração, que é presidido pelo Brumer, que autoriza ou não a compra”.

Para comprar ativos a diretoria da empresa necessitaria apenas de autorização do Conselho de Administração, do qual fazem parte o pai do governador e o sogro de sua irmã.

O que a CVM e Receita vão investigar

A reunião do Conselho de Administração da Cemig, de 24/03/2006, autorizou apenas a compra das ações da Light pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A, CNPJ 07.925.628/0001-47.

Mas não houve autorização legislativa, exigência constitucional para criação da empresa RME, que tem como sócio a JLA Participações S/A, constituída exclusivamente para participar da nova empresa, conforme relatório da secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.

A JLA pertence ao Liberal International Limited, sociedade constituída em Bahamas e a Pactual Energia, que é uma sociedade controlada por um fundo de investimento estrangeiro denominado Pactual Latin América Power Fund Limited, gerido pelo Pactual Banking Limited, instituição financeira com sede em Cayman.

Apenas por coincidência, as Bahamas e as Ilhas Cayman são paraísos fiscais e sedes do maior centro de lavagem de dinheiro do mundo.

Suspeitas lá fora

No mercado financeiro norte-americano, circula a fofoca de que a empresa Liberal International Limited, que possui diversos imóveis e empreendimentos em seu nome, em inúmeros locais do país, seria administrada pelo secretário de Governo de Minas Gerais, Danilo de Castro.

Nem a Cemig e nem os demais sócios da RME-Rio Minas Energia Participações S/A informaram quem era o verdadeiro proprietário do Liberal International Limited.

Para esclarecer esta dúvida, bastaria que a Cemig ou a Light trouxesse a público estas informações, que independente da vontade das empresas, em breve, serão divulgados pelo relatório da Comissão Especial do Senado Federal americano, criado para apurar a lavagem de dinheiro internacional.

Auditoria à vista?

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa de Minas Gerais aprovou no dia 20 de dezembro de 2006 requerimento de autoria do deputado estadual Laudelino Augusto (PT) pedindo que seja encaminhado ofício ao Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCMG) para a realização de auditoria nas contas da Cemig.

O deputado solicitou o exame da arrecadação de receitas públicas e execução de despesas, de outros atos de gestão de repercussão contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, praticados pelos seus administradores nos últimos cinco anos, considerando a legalidade, economicidade, eficiência e demais princípios constitucionais.

Links para entender o complicado caso

O Novo Jornal, de Minas Gerais, que denunciou tal caso, disponibilizou uma série de links sobre o assunto:
Anúncio da Globo no exterior, informando pagamento e reestruturação de sua dívida.

O Negócio da Notícia - Tânia Caliari.

Manipulação de preço de ações que gerou fraude no Bank Of America, realizado pelo conselheiro da Light, Aldo Floris.

Aldo Floris Polícia Federal

Decisão do Colegiado de CVM 24.01.06 Relativo ao conselheiro Gilberto Sayão da Silva

Requerimento da Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara Federal, convocando, Ricardo Coutinho de Sena, por fraude em empréstimo internacional.


Assembléia Geral da Light para escolha da direção

Folder Novo MercadoRegulamento Novo Mercado BOVESPA - Lista das participantes do Novo Mercado

FATO RELEVANTE (RME ainda em constituição)

Extrato da Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Extrato da Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Ata reunião Conselho de Administração Cemig 24 03 06

Sumário Reunião do Conselho dia 24 03 06Consulta CVMRelatório da administração - Exercício de 2005

Balanço 2006 da Light

CNPJ RME Participações S/A

Cemig assume 1,5 bilhão de dólares na compra da Light ( Procure por CEMIG)

Vênus Endividada com papagaio de USProcesso Globopar Nova Iorque Parecer Seae-AC-2006-08012.002569-

quarta-feira, 6 de julho de 2011

POST DESDICADO AO ÉTICOS DO PSDB/UDN/DEMO, OU SEJA A OPOSIÇÃO SEM RUMO DE GV, MINAS E BRASIL! O GAROTO DO LEBLON AECIO NERVER DOANDO À GLOBO?

Será Verdade esta Falcatrua da RME e do Aécio?




Mercado futuro eleitoral? Aécio compra a Light transferindo US$ 269 milhões para fundos credores da Globo

Edição de Quinta-feira do Alerta Total http://alertatotal.blogspot.com/

Breve, o novo podcast Alerta Total no seu computador.http://podcast.br.inter.net/podcast/alertatotal

Por Jorge Serrão
http://www.alertatotal.net/2007/03/mercado-futuro-eleitoral-acio-compra.html

Esta notícia Homer Simpson dificilmente verá no seu querido “Jornal Nacional”. A Receita Federal e a Comissão de Valores Mobiliários foram acionadas para investigar possíveis irregularidades na aquisição do controle acionário da Light por uma empresa criada pelo governo de Minas Gerais: a RME – Rio Minas Energia Participações SA. A denúncia é do Novo Jornal, de Minas Gerais.

Sem qualquer autorização legislativa, o governador Aécio Neves negociou o controle da Light utilizando US$ 269 milhões de um crédito em ações da Cemig. Mas o prejuízo do patrimônio público mineiro não para por ai. A Cemig, que tem 25% das ações da RME, assumiu na compra da Light uma dívida de US$ 1,5 bilhão.

O que chama atenção na operação, na Nova Bovespa, é que os recursos foram transferidos para três fundos credores que pediam a falência da Globopar (holding das Organizações Globo), em Nova York. Os beneficiados foram o GMAM Investment Founds Trust Inc, Foundations For Research, WRH Global Securities Pooled Trust. Auditores da Receita e a CVM investigam a suspeita de que há ocorrido um “pagamento feito a maior”. Tal esquema é muito usado pelas empresas que atuam em bolsas de valores para esconder ou desviar lucros. A compra e venda de notas frias dão ares de “legalidade” aos negócios.

As suspeitas de irregularidades foram observadas a partir da análise da folha 4 - II do parecer nº 06326/2006/RJ da Secretaria de Acompanhamento Econômico, do Ministério da Fazenda, que analisou e aprovou a transação. Do documento consta que a RME - Rio Minas Energia Participações S/A adquiriu 75,40% da Light, embora tenha comprado e pago 79,57%. Pelo menos esta a quantidade de ações constantes nas atas da Cemig que autorizaram a compra.

O mesmo número foi informado no próprio site da Light.A diferença entre os percentuais aparece apenas como uma operação (escrituração no pregão da Nova Bovespa). Só foi possível devido a diferença entre avaliação patrimonial da empresa (valor real com deságio) e o valor pago. Outra coincidência que chamou a atenção do mercado foi o fato de o governador Aécio Neves ter indicado para a direção financeira da Light o nome do ex-presidente da Globopar, Ronnie Vaz Moreira.

O caso, que tem tudo para ser abafado no Brasil, teve repercussão no exterior. A Justiça norte-americana está pedindo explicações da origem do dinheiro utilizado pela Globopar para pagamento do pedido de falência ajuizado em Nova York. O pagamento da dívida ocorreu “por dentro da contabilidade da Globopar”, o que acabou deixando rastro. Agora, os norte-americanos suspeitam que o esquema de compra da Light tenha ajudado a pagar as dívidas da holding das Organizações Globo.

O Conselho de Administração da Cemig autorizou que a RME comprasse 88,84% das ações da EDF International, que na Light correspondiam a 79,57% de suas ações. Ao contrário, apenas 75,40% vieram para a RME – Rio Minas Energia Participações S/A. A diferença de 4,17% representa as ações que ficaram em poder de EDFI para serem negociadas em Bolsa. Fica difícil para a empresa RME-Rio Minas Energia Participações S/A explicar como comprou 79, 57% e só recebeu 75, 40%. Tudo isso em uma operação de Bolsa no valor de US$ 2 bilhões.

Diretores com problemas
O governador Aécio Neves escolheu vários diretores com problemas para integrar a alta direção da Light.

No conselho de administração da empresa aparece Ricardo Coutinho de Sena.

Ele foi diretor da concessionária Ponte S/A, denunciado pelo Ministério Público e processado na Justiça Federal de Niterói, estado do Rio de Janeiro, por simulação de empréstimo de US$ 9.500,000 milhões em paraíso fiscal das Bahamas, avalizado pela Construtora Camargo Correia, para remessa irregular de lucros para o exterior.

O caso foi apurado pela Comissão de Fiscalização financeira da Câmara Federal.

Outros com problemas
Aldo Floris, conhecido no meio financeiro pela capacidade de fraudar preço de ações como no golpe que deu um prejuízo ao Bank of América no valor de R$ 185.000.000,00 milhões enviados irregularmente para fundos off-shore no exterior, conforme relatório da Receita Federal, por solicitação da Justiça Federal de Nova York.

Este mesmo expert do mercado financeiro simulou uma carta de crédito de R$ 1 bilhão, na privatização da Telemar, conforme apurado no processo da Polícia Federal, que indiciou os dirigentes da Previ por crime na privatização do setor de telecomunicação em 1998, auge do governo tucano.

Aécio também indicou Gilberto Sayão da Silva, dirigente do Banco Pactual, que foi indiciado pela CVM por práticas irregulares no mercado financeiro, conforme Processo Administrativo nº CVM RJ2005/3304.

Velho amigo da família

Aécio também indicou para o conselho o ex-presidente do Banco do Estado da Guanabara e ex-ministro de Sarney, Raphael de Almeida Magalhães.

Ele é um eterno elo de ligação entre a família Neves e os Diários Associados, pois seu pai Dario de Almeida Magalhães dirigiu a sede carioca dos jornais de Assis Chateubriand quando Tancredo era presidente do Banco do Brasil, além de ter dirigido também o jornal Estado de Minas.

Aécio é sobrinho do falecido presidente Tancredo Neves.

Negócios com a Mídia
No final de dezembro, o governo de Minas Gerais autorizou transferência de R$ 800 milhões em ações da Copasa a para a empresa Capital Group International Inc.

Apenas por coincidência, a empresa pertence ao mesmo grupo econômico da Editora Abril e Folha de S. Paulo.

Em MG, corre o boato no mercado de mídia que empresários muito ligados a Aécio estariam formando uma parceria com a construtora Andrade Gutierrez, via Telemar, que adquiriu recentemente a Way, e uma série de empresas concessionárias de serviço a cabo do interior mineiro.

A intenção é montar um novo grupo de Comunicação, tendo como geradora local de programação a TV Alterosa.

O que diz a Cemig

A nota divulgada pela assessoria de imprensa da estatal mineira em resposta à consulta feita pela reportagem do Novo Jornal, que denunciou o caso, foi a seguinte:

“Para a Cemig participar de leilões, consórcios ou compra de ativos (como é o caso da compra da Light), a empresa não precisa de nenhuma lei para isso, mas sim a autorização do Conselho de Administração da empresa. A proposta é enviada pela Diretoria ao Conselho de Administração, que é presidido pelo Brumer, que autoriza ou não a compra”.

Para comprar ativos a diretoria da empresa necessitaria apenas de autorização do Conselho de Administração, do qual fazem parte o pai do governador e o sogro de sua irmã.

O que a CVM e Receita vão investigar

A reunião do Conselho de Administração da Cemig, de 24/03/2006, autorizou apenas a compra das ações da Light pela RME – Rio Minas Energia Participações S/A, CNPJ 07.925.628/0001-47.

Mas não houve autorização legislativa, exigência constitucional para criação da empresa RME, que tem como sócio a JLA Participações S/A, constituída exclusivamente para participar da nova empresa, conforme relatório da secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda.

A JLA pertence ao Liberal International Limited, sociedade constituída em Bahamas e a Pactual Energia, que é uma sociedade controlada por um fundo de investimento estrangeiro denominado Pactual Latin América Power Fund Limited, gerido pelo Pactual Banking Limited, instituição financeira com sede em Cayman.

Apenas por coincidência, as Bahamas e as Ilhas Cayman são paraísos fiscais e sedes do maior centro de lavagem de dinheiro do mundo.

Suspeitas lá fora

No mercado financeiro norte-americano, circula a fofoca de que a empresa Liberal International Limited, que possui diversos imóveis e empreendimentos em seu nome, em inúmeros locais do país, seria administrada pelo secretário de Governo de Minas Gerais, Danilo de Castro.

Nem a Cemig e nem os demais sócios da RME-Rio Minas Energia Participações S/A informaram quem era o verdadeiro proprietário do Liberal International Limited.

Para esclarecer esta dúvida, bastaria que a Cemig ou a Light trouxesse a público estas informações, que independente da vontade das empresas, em breve, serão divulgados pelo relatório da Comissão Especial do Senado Federal americano, criado para apurar a lavagem de dinheiro internacional.

Auditoria à vista?

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa de Minas Gerais aprovou no dia 20 de dezembro de 2006 requerimento de autoria do deputado estadual Laudelino Augusto (PT) pedindo que seja encaminhado ofício ao Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCMG) para a realização de auditoria nas contas da Cemig.

O deputado solicitou o exame da arrecadação de receitas públicas e execução de despesas, de outros atos de gestão de repercussão contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, praticados pelos seus administradores nos últimos cinco anos, considerando a legalidade, economicidade, eficiência e demais princípios constitucionais.

Links para entender o complicado caso

O Novo Jornal, de Minas Gerais, que denunciou tal caso, disponibilizou uma série de links sobre o assunto:

Anúncio da Globo no exterior, informando pagamento e reestruturação de sua dívida.

O Negócio da Notícia - Tânia Caliari.

Manipulação de preço de ações que gerou fraude no Bank Of America, realizado pelo conselheiro da Light, Aldo Floris.

Aldo Floris Polícia Federal

Decisão do Colegiado de CVM 24.01.06 Relativo ao conselheiro Gilberto Sayão da Silva

Requerimento da Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara Federal, convocando, Ricardo Coutinho de Sena, por fraude em empréstimo internacional.


Assembléia Geral da Light para escolha da direção

Folder Novo MercadoRegulamento Novo Mercado BOVESPA - Lista das participantes do Novo Mercado

FATO RELEVANTE (RME ainda em constituição)

Extrato da Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 365ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Extrato da Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Resumo a Ata da 377ª Reunião do Concelho de Administração da Cemig

Ata reunião Conselho de Administração Cemig 24 03 06

Sumário Reunião do Conselho dia 24 03 06Consulta CVMRelatório da administração - Exercício de 2005

Balanço 2006 da Light

CNPJ RME Participações S/A

Cemig assume 1,5 bilhão de dólares na compra da Light ( Procure por CEMIG)

Vênus Endividada com papagaio de USProcesso Globopar Nova Iorque Parecer Seae-AC-2006-08012.002569-

terça-feira, 5 de julho de 2011

DESCOBERTO PROGRAMA ULTRA SECRETO DO PSDB/UDN/DEMO!!!!!

ESTA RAÇA ARREBENTOU COM O BRASIL E QUERIA ACABAR COM A NOSSA, ELES É QUE FORAM EXTERMINADOS.

Serviço de Inteligência descobre projetos e programas do PSDB/UDN, até então mantidos em completo sigilo. Veja agora algumas das propostas que estão previstas:

Para as relações do Governo com o Congresso, será criada a Base de Operações Legislativas Avançadas - B.O.L.A

Para a Educação Básica, através de assinaturas de jornais e revistas da grande imprensa, está previsto o Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto – P.I.A.D.A.

Para a criação de novos Ministérios e reestruturação dos atuais, inclusive de estatais, será implantado o  Programa de Revisão Organizacional dos Poderes Institucionais Nacionais e Autarquias – P.R.O.P.I.N.A.

Para a Administração Federal será implantada a Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas - M.E.R.D.A

Para o Nordeste, área preferencial dos tucanos e onde Zé Pedágio possui raízes, será criada a Frente Organizada Destinada a Acabar com a Seca e Estiagem - F.O.D.A.S.E.

E, em relação ao Turismo, a criação da Base Organizada dos Serviços de Turismo Avançados - B.O.S.T.A.