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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

COMPLEXO DE VIRA LATAS.

ONDE SE LÊ, BRASILEIRO, LEIA SEMPRE ELITE BRASILEIRA, EM RELAÇÃO AO COMPLEXO DE VIRA LATAS.

Achar a Europa o máximo é coisa de gente caipira e brega

DO BLOG PAULOPES

brasileiro tem complexo de vira-lata. Adora bancar o chique falando mal de si mesmo.

Principalmente quando alguém chique (leia-se, europeu) fala mal do Brasil. Um modo específico de nosso complexo de vira-lata é achar a Europa o máximo.

Quem conhece bem a Europa e ultrapassou a caipirice de achar tudo lindo por lá sabe que os europeus são (também) arrogantes, metidos, preconceituosos e exploradores e pensam, ainda hoje, que somos uns "índios" mal alimentados, ignorantes e mal-educados.

Claro que há exceções, portanto, não se faz necessário que europeus me escrevam jurando que são legais, ou que seus avós são legais, ou que seus cachorros são criados com todos os direitos humanos, mesmo porque, apesar de que isso não é sabido, ninguém pode ajuizar sobre sua própria virtude.

Lamento pela gente que se julga "crítica e consciente", mas todo mundo que se acha legal por definição é um mentiroso.

Se você for uma leitora que um dia mochilando pela Europa transou com um europeu (europeus costumam adorar brasileiras, porque acham nossas mulheres fáceis e doces, coisa rara nas mulheres europeias de hoje em dia, que a cada dia se tornam mais chatas, competitivas e estéreis), não confunda o papo que teve com ele antes do coito com o fato de que os europeus nos acham subdesenvolvidos. Inclusive porque para eles você é fácil porque é subdesenvolvida.

Sim, achar a Europa o máximo é coisa de gente caipira e brega. Se você pensa assim, tome um remédio. Ou minta.

Recentemente, um intelectual europeu em visita ao Brasil fez críticas ao país. Nada que não saibamos sobre nós mesmos. Mas, logo, alguns intelectuais e artistas vira-latas tiveram um orgasmo porque o "sinhozinho" falou mal das "zelites".

Sim, a elite brasileira pode ser bem brega na sua condição de elite de colônia. E horrorosa na sua ignorância "luxuosa". Aqui, ostentação é destino. Pessoas educadas sabem que a felicidade (seja lá no que for) deve ser guardada a sete chaves. Só gente brega "mostra" que é feliz. Neste caso, um toque de melancolia é elegância.

Por exemplo, o hábito de cultuar restaurantes pretensiosos como "de Primeiro Mundo" porque são caros é comum entre nós.

Dizer que você esteve em tal restaurante "caríssimo" (sempre pretensioso) é atestado de breguice. Mas julgar alguém "superinteligente" porque vem da Europa também é brega.

É fácil posar de "culto e crítico" e ficar horrorizado com nossas injustiças sociais quando se teve a chance de ganhar muito dinheiro ao longo da história à custa das injustiças sociais dos outros. Europeu que se faz de rogado pela injustiça no mundo só cola em vira-lata.

Por outro lado, se a riqueza cultural europeia é óbvia, e não se trata de negar este fato, ela se deve em grande parte às injustiças sociais europeias do passado e não ao seu "estado de bem-estar social" atual. Este tipo de "estado" produz apenas banalidades e monotonias de classe média.

Uma grande falácia é supor que injustiça social e riqueza cultural sejam excludentes, pelo contrário. Ou que justiça social produza necessariamente originalidade intelectual.

Não sou um "patriota", patriotismo é para canalhas. Calabar -que optou pelos holandeses em detrimento dos portugueses no Pernambuco colonial- pode ter razão. Falo aqui apenas de nosso complexo de vira-lata.

É muito comum que grandes intelectuais estrangeiros venham a nossa terra inculta e falem um "feijão com arroz" básico supondo que somos ignorantes mesmo e por isso não precisam suar a camisa diante de nossas plateias que sacodem seus ouros, exibem seus decotes e orelhas de livros.

Já vi isso acontecer várias vezes. Também no mundo acadêmico isso acontece, não só no mundo da filosofia de luxo.

Um grande professor que tive e que vive na Europa há anos me disse certa feita que até hoje os europeus não acreditam que "na volta das caravelas que colonizaram as Américas" pode haver algum "índio" que seja igual ou melhor do que eles.

A afetação moral em europeus não é muito diferente da afetação intelectual de nossos decotes de marca.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

NA MADRUGADA FRIA DE 10.O6.2010, LULA ESTANCOU O ENTREGUISMO.REECONTROU VARGAS.

LULA ACABOU COM O SONHO ENTREGUISTA DO CONSÓRCIO UDN/PSDB/DEMOS.

Quando o Senado aprovou a capitalização da Petrobras em até US$ 60 bilhões, o que ampliará  a dimensão estatal da empresa, e o regime de partilha, que garante a exploração soberana das jazidas do pré-sal, a história se tornou presente no espaço.

Ignorando o intervalo de 57 anos, a madrugada fria de 10 de junho de 2010 trouxe de volta o tema do petróleo como questão de soberania.

Das brumas de 3 de outubro de 1953, Vargas voltou a sancionar a Lei 2.004, recriando a Petrobras, com o restabelecimento do monopólio do Estado para exploração do nosso mais valioso recurso natural. Da névoa seca do Planalto, Lula retomou a campanha de O petróleo é nosso, reinventando Brasília como capital da consciência histórica.
A decisão do Congresso representa derrota para o projeto de Serra e das petroleiras internacionais que lutaram até o fim para adiar votação, na expectativa de uma reversão do quadro político nacional, após as eleições de outubro. O novo marco regulador garante à Petrobras o papel de operadora única de jazidas gigantescas que podem conter até 50 bilhões de barris, segundo a Agência Nacional de Petróleo. Com isso, a estatal brasileira terá, no mínimo, 30% dos novos campos, mas poderá receber do Estado 100% de novas áreas sem licitação.
Ao contrário do consórcio neoliberal que o antecedeu, o governo petista lega às gerações futuras um passaporte de emancipação social, em vez de dívidas, crise e alienação de patrimônio público.
É a reiteração de uma estratégia de desenvolvimento econômico e social que rompe com os padrões anteriores. Assistimos à implantação crescente de políticas industriais e tecnológicas voltadas para o parque produtivo brasileiro, respondendo aos desafios impostos pela conjuntura econômica internacional e às exigências de um sólido mercado interno.

Se antes a ação econômica instrumentalizou a política, fazendo dela um meio de coerção para a maximização dos fins acumulativos, agora, após oito anos de governo democrático-popular, a institucionalidade democrática inverteu os termos da equação.
Antes mesmo que o sol nascesse, Lula, elegantemente, se despediu de Vargas. Quem assistiu à cena improvável, jura que o Angelus Novus, de Paul Klee, sorriu satisfeito. Nas suas costas não havia mais ruínas.
GILSON CARONI FILHO.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A CORJA DE NEOLIBERAIS USAM A TÉCNICA DA GRADAÇÃO, QUANDO A POPULAÇÃO ACORDA, A DESGRAÇA JÁ ASSOLA SUAS VIDAS.

CIDADÃOS, CUIDADO. AO OUVIR QUALQUER COISA DESTAS BESTAS FERAS, REPRESENTANTES DOS DONOS DO BRASIL E DO PLANETA. NADA QUE ELES DISSEREM, NÃO ACREDITEM. ANALISEM, PENSEM E PERCEBERÃO QUE TUDO O QUE ELES DEFENDEM, NÃO INCLUI O POVO E NEM A SOBERANIA DA NOSSA NAÇÃO.

SÃO UNS LACAIOS DA BANCA MUNDIAL E NACIONAL.

DO CHILE PARA OS USA, PARA APRENDER A VENDER O BRASIL, O QUE ELE FOI FAZER NA SUÍÇA, EM 2007 QUANDO A JUSTIÇA DE LÁ INVESTIGAVA A ALSTOM?

O CÍNICO DISSE AO LARGAR O GOVERNO QUE TINHA O PÉ NA COZINHA... FRANCESA, EVIDENTEMENTE. POIS NÃO É QUE O TARTUFO TEM UM APARTAMENTO EM PARIS NA FOCH AVENUE. ONDE VIVE OS BILIONÁRIOS?

ALGUNS JÁ RECEBERAM MILHÕES PARA REPRESENTAR O PODER MUNDIAL, FALO DE FHC E SUA CEBRAP, QUE RECEBEU DINHEIRO DAS CIA. ESTE TARTUFO DESFILAVA PELAS RUAS DO CHILE COM SUA MERCEDEZ AZUL MARINHO (UM LUXO) PARA QUEM ERA "ESQUERDISTA" REFUGIADO. CERRA, OUTRO "ESQUERDISTA" ESTUDOU, MAS NÃO TERMINOU O CURSO, EM UMA UNIVERSIDADE AMERICANA. COMO,  EM PLENA GUERRA FRIA, OS USA CONCEDERIA BOLSA DE ESTUDOS, PARA UM "ESQUERDISTA".

NA VERDADE, TANTO ELE QUANTO O TARTUFO MOR, FALO DE FHC, ESTAVAM SENDO PREPARADOS PARA USURPAR O PODER NO BRASIL E FAZER DO NOSSO PAÍS UMA ENORME "HACIENDA" DOS USA. FHC COMEÇOU, O CERRA IRIA  TERMINAR.

BARRAMOS ESTES ENTREGUISTAS UDENISTAS DOS INFERNOS NAS URNAS.

NÃO TENHAM VERGONHA DE COMEMORAR ESTE FATO. EU COMEMORO TODOS OS DIAS E COM ENORME JÚBILO.

NÃO SE ILUDAM TAMBÉM COM O FALSO MORALISMO DELES. SÃO TÚMULOS CAIADOS A QUAL CRISTO SE REFERIU.

DESONRA O AVÔ, QUE ERA CONSERVADOR, MAS NÃO ERA ENTREGUISTA, O AVÔ SÓ LEGOU A ELE UMA COISA ERRADA,  CONSPIRAR CONTRA AS ELEIÇÕES DIRETAS, JÁ QUE SABIA QUE NAS URNAS NÃO LEVAVA.

QUE MORAL TEM UM AÉCIO NEVER PARA FALAR DE HONESTIDADE? COMO UM FILHO DO AVÔ CONSEGUE LEVAR UMA VIDA DE BILIONÁRIO, SE SÓ VIVEU DE POLÍTICA? COMO ELE CONSEGUE PAGAR ESTE LUXO TODO DE VIVER PRÁ CIMA E PRÁ BAIXO ENTRE  O BAIXO LEBLON, AMSTERDAM E NOVA YORQUE?

SÓ FALTA ERIGIR UM PANTEÃO DA MORALIDADE PARA ESTES HIPÓCRITAS.


QUE MORAL TEM O TASSO TENHO JATINHO POR QUE POSSO, JÁ QUE TEM O JATO MAS ABASTECE COM DINHEIRO PÚBLICO?

QUE MORAL TEM O ESTELITA GUERRA, QUE NÃO DECLARA O MILIONÁRIO HARAS À RECEITA?

CORJA, O POVO BRASILEIRO SABERÁ ESCORRAÇÁ-LOS NAS URNAS DEFINITIVAMENTE.
A IGREJA DELES, A SEDE DO FMI, ELES ADORAM O DEUS "MERCADO". OS BIÓGRAFOS NÃO FALAM, MAS O FUNDADOR DO CAPITALISMO NA SUA ESSÊNCIA ERA UM TEÓLOGO. POR ISTO QUE EU DIGO, SE FÔSSEMOS DEPENDER DAS TEORIAS DE TEÓLOGOS, ESTARÍAMOS ATÉ HOJE, ANDANDO NO LOMBO DE BURRO.

NO FIM TODOS SEGUEM ESTE TEÓLOGO, ADAM SMITH, OS QUE FUNDARAM A IGREJA ACIMA, SEMPRE AUSPICIARAM NELE. NA TAL "AS RUIQUEZAS DAS NAÇÕES" QUE ESTE TARTUFO IDEALIZOU NUNCA SOBROU NADA PARA O POVO.

 estudantes marcham em Brasília por 10% do PIB para a educação** extinção da CPMF em 2007 deixou a saúde pública com um rombo de R$ 30 bilhões

** emenda 29 busca garantir recursos para o setor, mas divide a base do governo

** arrocho fiscal na Espanha demite 3 mil professores precários da rede pública de Madrid e impõe cortes orçamentários em várias províncias

**professorado espanhol se levanta em greves e mobilizações

** professores da rede estadual  de MG completam três meses em greve por um piso salarial que não canibalize gratificações  anteriores.


RENTISMO CRITICA CORTE NO JURO QUE  DEVORA $ 114,5 BI DO ORÇAMENTO DE 2012 .

 Orçamento federal para 2012 prevê um total de investimentos públicos de R$165,3 bilhões. Os gastos com o juro da dívida pública vão consumir  R$ 114,5 bilhões ( isso apenas para o superávit primário, sem considerar amortizações e rolagem).

O demonizado salário mínimo de R$ 619,00 previsto para 2012, um reajuste de 13%, em nome do qual se acena com o fantasma do descontrole das contas públicas, custará  à União menos que 12% ( R$ 13,3 bi) do total de recursos devorados pelos rentistas.

Com uma diferença importante: beneficiará 19 milhões de aposentados e pensionistas que robustecem o mercado interno de massa num horizonte de recidiva da recessão mundial. 

Apesar da equação favorável a banda rentista e seu tambor midiático criticaram a decisão acertada do Banco Central, que ontem cortou em meio ponto a taxa básica de juro do país, trazendo-a para a 12%.O BC  ao contrário da ortodoxia cega deve ter lido o artigo de Martin Wolf, economista neoliberal e respeitado analista do Financial Times, que avaliou assim o quadro da crise mundial em sua coluna de 30-09:

"  ...a tomada de consciência de que nem os EUA nem a região do euro podem criar condições para uma rápida recuperação do crescimento - ou pior, da paralisante divergência sobre quais seriam essas condições - é assustadora (...). Os riscos de um círculo vicioso, saindo dos fundamentos econômicos ruins aos erros de política, passando pelo pânico e depois voltando aos maus fundamentos, são grandes, no caso de mais retração econômica no futuro (...) Outra reversão da economia agora certamente seria um desastre.

A chave, certamente, é não lidar com uma situação tão perigosa como esta dentro dos limites do pensamento convencional".

DESTINO QUE OS TUNGANOS DE SÃO PAULO OS  DO ROBOANEL CERTAMENTE LEVARIAM O BRASIL.


 

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ESCÂNDALOS DO (DES)GOVERNO FHD, D DE DOAR, PARA QUE OS MAIS JOVENS NÃO ESQUEÇAM O MAL QUE ESTE SENHOR CAUSOU AO BRASIL.

FHC SEMPRE AGIU NAS SOMBRAS. ESTA FOTO MOSTRA-O EM UMA REUNIÃO COM MEGA INVESTIDORES NO DIA 17 DE OUTUBRO DE 2010, PROMETENDO ENTREGAR O BRASIL AOS GRINGOS SE CERRA TIVESSE GANHO AS ELEIÇÕES. VADE RETRO! 




1994 e 1998. O dinheiro secreto das campanhas: Denúncias que não puderam ser apuradas graças à providenciais operações abafa apontaram que tanto em 1994 como em 1998 as campanhas de Fernando Henrique Cardoso foram abastecidas por um caudaloso esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. 1995. Extinção da Comissão Especial de Investigação. Assim que assumiu a presidência da república, em 1995, Fernando Henrique Cardoso baixou um decreto extinguindo a chamada Comissão Especial de Investigação, instituída pelo antecessor, presidente Itamar Franco, que, composta por representantes da sociedade civil, tinha o objetivo combater a corrupção. Seis anos mais tarde, em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, o presidente Cardoso conseguiu desviar a atenção da sociedade criando uma tal Controladoria-Geral da União, que se notabilizou por abafar as denúncias que motivaram sua criação.
1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração, Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das "reformas" que o país precisava fazer para se modernizar.
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%. 
1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente Fernando Henrique Cardoso ameaçou e "convenceu" as lideranças do Senado a engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos. Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu) a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB distribuiu nota dizendo não ser justo "que se roube o pouco dinheiro de aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do roubo".
1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço científico e tecnológico do país.
1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que acomodava "amigos dos amigos" e foi extinta por fraudes contra a Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e, preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador do país no México.
1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma revista que lhes fez até tirar os sapatos.
1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15 milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia. Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um "risco sistêmico" para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico.
2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.
2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso, completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O povo atendeu a campanha de economizar energia e, como "prêmio", teve as tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes repassaram R$ 22,5 bilhões.
2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um "acordo de cooperação internacional" que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada. Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.
Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes "gerentes financeiros" da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.
Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.
O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que "flexibiliza" a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.
Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.
Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado "Massacre Eldorado do Carajás", no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.
Explosão da violência: Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.
Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.
Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).

domingo, 21 de agosto de 2011

FLAVIO AGUIAR: A OPOSIÇÃO NUNCA PODERÁ DIZER A QUE VEIO. POSTO ISTO MEUS CAROS VOCÊS NUNCA VERÃO UM PROJETO POLÍTICO DENTRO DE QUALQUER DISCURSOS DESTES UDENISTAS DOS INFERNOS! O TEXTO FALA DE CERRA MAS, SERVE PARA AÉCIO OU QUALQUER CANDIDATO DA UDN/PSDB/DEMOS.

ESTE PLAYBOY QUE NÃO CONSEGUE DIRIGIR UMA CAMIONETE DE LUXO ÀS 4 DA MADRUGA, (MANGUAÇA) JA ENTREGOU A CEMIG PARA A ANDRADE GUTIERREZ, ESPEROU SÓ O ITAMAR MORRER. 
CERRA: VCS DA CHEVRON VOLTARÃO COMIGO, O PRÉ-SAL SERÁ DE VCS.
SE NÃO FOSSE GETULIO, JK, JANGO, E LULA, O BRASIL SERIA UMA ENORME HACIENDA DELE, QUE SEMPRE USOU ESTA ELITE COM SÍNDROME DE VIRA LATA  BRASILEIRA. 
O incômodo de Serra com a entrevista de dois de seus agentes econômicos revelando como a coligação tuco-dema vai ferrar o Brasil, impondo-lhe uma recessão como a que o FMI e UE agora fazem cair sobre a Grécia é muito expressivo.

Mas não só do passa-moleque que se está preparando para o eleitor. É claro que a função do candidato, nessa altura, fica sendo mais a de espalhar uma cortina de cinzas sobre o verdadeiro Cavalo de Tróia que querem por de volta na economia brasileira, além do freio nos dentes do povão brasileiro – essa eterna “fonte de inflação” para os economistas desse grupo.

Também fica evidente que o teor programático das intervenções do candidato é não ter teor algum. Serra não pode expor o “verdadeiro” programa que se trama no seu bastidor, ou até nas suas costas. Então suas frases e intervenções ficam assim como desossadas, sem esqueleto que as sustente, como uma geléia exposta ao sol e sem prato que a sustente pelas laterais.

O candidato vai a Minas e desqualifica o Mercosul. Diante da grita dos nossos vizinhos, mais a que certamente ouviu de alguns empresários de seu apoio, apressa-se a correr para a Folha de S. Paulo para dizer que pretende “flexibilizar” o Mercosul para permitir mais acordos bilaterais. Quer dizer: diz e não diz, sofisma, tergiversa, quer convencer os ouvintes/leitores que vinho, vinagre, e ainda água e azeite são a mesma coisa.

Depois vai a um “programa policial” e anuncia que vai criar um Ministério da Segurança. A declaração – estapafúrdia em si – provoca mal-estar em suas hostes, pois vêm nisso um estado a inchar. Ele vai logo corrigindo, dizendo que em contrapartida vai fechar a Secretaria de Assuntos Estratégicos. 

Bom, há algum sentido nisso, porque para a visão tuco-dema o Brasil não precisa de uma SAE. Já temos o Departamento de Estado em Washington, o FMI, o Banco Mundial e os Chicago Boys para nos orientar, para que mais? Além disso, o que a coligação tuco-dema talvez queira fechar mesmo são as bocas dos ministros Celso Amorim e Samuel Pinheiro Guimarães.

Mas a única comparação numérica que se pode fazer entre as duas entidades citadas, uma projetada e a outra existente, é a da quantidade de letras que compõem os seus nomes. Agora já não se trata de introduzir um Cavalo de Tróia, mas um Elefante Branco. 

É algo como dizer: “eu vou construir um novo edifício de dez pisos na Esplanada dos Ministérios, com trinta escritórios por andar, mais o bar, o restaurante, o cafezinho, a segurança, e ainda o anexo que sem dúvida virá depois, criando uma certa confusão redundante com o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Secretaria de Assuntos Penitenciários, talvez o Ministério da Defesa também. Em contrapartida, vou fechar esses três andares no Bloco O da mesma Esplanada, onde funciona a SAE, e redirecionar seus funcionários não sei bem para onde ainda, mas isso se arranjará”.

Quer dizer, sem plano consistente ou inconsistente que seja, a que se referir como horizonte ou moldura, a fala do candidato fica ao sabor da sua circunstância. Está certo que Ortega y Gasset nos disse que “o homem é o homem e suas circunstâncias”. Mas nos disse também que “o que não é destino é frivolidade”. Sem destino manifesto, a fala do candidato fica dispersa em sua circunstância, como a biruta dos aeroportos, ao sabor dos ventos. E quem nasceu para biruta de aeroporto jamais chegará a galo de campanário.

Flávio Aguiar é correspondente internacional da Carta Maior em Berlim.

FONTE CARTA MAIOR






domingo, 14 de agosto de 2011

O QUANTO A UDN (HOJE É O CONSÓRCIO PSDB/DEMO/PPS) É AMERICANÓFILA E ENTREGUISTA. O UDENISTA OTÁVIO MANGABEIRA BEIJA A MÃO DO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS, EM PLENO PARLAMENTO BRASILEIRO. ESPETÁCULO DEPRIMENTE E HUMILHANTE PARA COM O POVO BRASILEIRO.

O UDENISTA OTÁVIO MANGABEIRA BEIJANDO A MÃO DO PRESIDENTE EISENHOWER.

Esta é a atitude das elite brasileira. O complexo de vira latas. Esta gente era contra Getúlio e contra a criação da Petrobras. É esta mesma laia que queria transformar a Petrobras em Petrobrax, estavam sucateando-a para entregá-la aos gringos. Foi esta mesma laia que executou a devastação neo liberal da nefasta era tucana de FHC. O Cerra é isto aí. É um entreguista jáestava preparando a entrega do pré-sal para a Chevron. É famosa a sua frase: "Vocês saem agora e voltam comigo". Graças a deus o falso do Cerra não ganhou.
                                                                     A HIPOCRISIA DO ÓDIO RELIGIOSO, PERDEU!

 Esta cena humilhante ao povo brasileiro e captada pelo jovem jornalista Hibraim Sued, dá o início da política do beija mão, inaugurada pela elite brasileira. E o mangabeira não era qualquer um da elite, um dos fundadores da UDN, político baiano fortíssimo, rico e poderoso mas submisso aos interesses do norte.

A elite brasileira sempre foi contra os interesses do povo brasileiro. Contra qualquer projeto do Brasil se tornar uma grande nação. contra todos os governos trabalhistas, Getúlio, JK, Jango, Lula, Dilma, contra todos que não representam os donos do Brasil, a Banca nativa e internacional e a elite separatista paulista.

Eles entregam o  Brasil. Queriam entregar o Pré Sal. Lógico que seus descendentes seriam ricos até daqui a 4000 mil anos.

A política do Beija mão foi matraqueada pelo Chanceler e general Juracy magalhães " o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil". Mentira! Mentira e mentira!

O ministro Celso Amorim provou o contrário. Implodiu a ALCA, defendeu milímetro por milímetro os interesses brasileiros. Saiu fora da ortodoxia que os americanos sempre nos expôs. Procurou novos parceiros, defendeu nosso comércio, conseguiu provar que com  os subsídios que os americanos ao algodão o brasil estava sendo prejudicado.

Não por acaso que o Rodrigo Viana denunciou em seu blog o ESCREVINHADOR, que a ordem para as redações da Gloelbells  era descontruir o ministro Amorim.

Descoberto a campanha de assassinato de reputação do ministro, a Gloelbells lançou o seu manual de princípios. Princípios que, devido ao seu DNA entreguista e americanóilo, nunca seguirá.
                             ESTES SABUJOS CHAMAM O ATO DE DEFENDER INTERESSES DO BRASIL DE ANTI AMERICANISMO.

ELES QUEREM A VOLTA DA POLÍTICA DO BEIJA MÃO!
Ainda bem que  a partir de 2003, estancamos o entreguismo.