Clima de velório na imprensa udenista. A safra vai ser um tiro na inflação!
CHEGARÁ UM DIA, EM QUE ESTA IMPRENSA, MENTIROSA, FASCISTA, E CRIMINOSA FORMARÁ UM PÚBLICO TÃO VIL QUANTO ELA PRÓPRIA. "JOSEPH PULLITZER", JORNALISTA HUNGARO-AMERICANO. Vai lendo aí PIPI.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
PHA acha este instante brasileiro um horror!
O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, disse hoje (9) à presidenta Dilma Rousseff que o Brasil alcançou a maior safra da história. Segundo Mendes Ribeiro, apesar da seca no Sul e no Nordeste, o país terá uma safra de 165,9 milhões de toneladas este ano, com uma área plantada de 50,81 milhões de hectares. Ele afirmou que a presidenta demonstrou muita satisfação ao receber a notícia.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
E se a UDN, estivesse no comando do Brasil?
O staff Udenista, à sua esquerda um "Anão do Orçamento" o Estellita Guerra.
E
SE ELES AINDA ESTIVESSEM NO COMANDO?
Em 31 de agosto do ano
passado, o governo Dilma, ancorado numa percepção correta de agravamento do
quadro mundial, cortou a taxa de juro pela primeira vez em seu mandato.
O dispositivo
midiático-tucano reagiu entre 'indignado e estupefato', como disse então o
economista Luiz Gonzaga Belluzzo em debate promovido por Carta Maior.
Um mês depois, o ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso ecoava as avaliações dos think tanks demotucanos, a exemplo
da Casa das Garças, e dizia ao jornal Valor Econômico que considerava a
decisão do BC 'precipitada'.
Expoentes menores mas igualmente aplicados
na defesa dos mercados autorreguláveis, como o economista de banco Alexandre
Schwartzman, já haviam se manifestado na mesma linha da abalizada percepção
tucana das coisas.
Em sua douta análise dos fatos, veiculada em
4-09-2011, Alexandre Schwartzman, também conhecido como 'o professor de Deus'
pontificava em pedra e cal:" não há indícios de que a crise econômica
global de 2011 seja tão grave quanto a de 2008".
Outros sábios de bico longo
e o mesmo olhar de lince, como Luis Carlos Mendonça de Barros, o Mendonção,
ex-presidente do BNDES e expoente das privatizações no sistema de
comunicações, advertiam então que o BC brasileiro ficara refém de um
agravamento da crise mundial que justificasse a sua decisão." "O BC
passou a torcer pela crise", diziam, argüindo a estratégia brasileira de
priorizar o enfrentamento da crise ao combate à inflação.
As linhas acima recuperam
uma nota publicada em Carta Maior em 11-11-2011. Seis meses depois, alguns
milhares de desempregados à mais e quase uma Grécia a menos no euro, o
governo brasileiro --corretamente-- anuncia nesta 2ª feira novas medidas
contracíclicas para afrontar a caleidoscópica reprodução da crise financeira
mundial --que a sapiência demotucana avaliava como miragem heterodoxa.
É forçoso arguir: e se eles ainda estivessem
no comando da Nação?
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(Carta Maior; 2ª feira/21/05/2012)
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COMPLEXO DE VIRA LATAS,
FASCISMO O PSDB E O NEOLIBERALIMO DO BRASIL.,
OS LOBERAIS E A UDN,
POLÍTICA EXTERNA DO BEIJA MÃOS,
UDENISMO,
UDN
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Governo de 1o mundo é isto aí, chama-se arrocho, neoliberalismo, fome e miséria.
Edifício se de do FMI, cujas escadas o ministro da economia de FHC subia sempre de pires
na mão.
JK pulou fora, FHC aderiu e a JK de saias, nem precisou passar perto.
A rainha do 1o mundo, anuncia as "boas novas", tem gente da UDN que
aplaude.
do sítio da CARTAMAIOR
"Discurso da Rainha" anuncia mais arrocho e cortes na Inglaterra
O primeiro ministro David Cameron fez a rainha Elizabeth II girar ligeiramente à direita no “Queens Speech”, o tradicional discurso no qual sua majestade enumera o programa governamental que “seu” governo adotará no ano legislativo. A rainha anunciou a flexibilização do mercado de trabalho “que dê aos empresários mais confiança na hora de empregar”, redução da regulação para investimento privado e uma reforma das aposentadorias de servidores públicos.
Marcelo Justo - Londres
Londres - Para a recessão nada melhor do que um pouco mais de arrocho e uma camada adicional de mão fechada. O primeiro ministro David Cameron fez a rainha Elizabeth II girar ligeiramente à direita no “Queens Speech”, o tradicional discurso no qual sua majestade enumera o programa governamental que “seu” governo adotará no ano legislativo.
Com a pompa clássica que cerca a ocasião e que põe em cena o pacto que o parlamento selou com a monarquia no século 17 pelo qual o “rei reina mas não governa”, a eleita Câmara dos Comuns deslocou-se para a não eleita Câmara dos Lordes onde a rainha Elizabeth II anunciou aos deputados as medidas que “seus” ministros adotariam. “A prioridade de meus ministros é reduzir o déficit, reestabelecer a estabilidade econômica e criar as condições que permitam a recuperação econômica”, leu a rainha.
A monarca, que vem lendo programas legislativos de governos conservadores e trabalhistas desde a década de 50, prometeu nesta oportunidade uma flexibilização do mercado de trabalho “que dê aos empresários mais confiança na hora de empregar pessoas”, uma redução da regulação para facilitar o investimento privado e uma reforma das aposentadorias de servidores públicos.
Com a pompa clássica que cerca a ocasião e que põe em cena o pacto que o parlamento selou com a monarquia no século 17 pelo qual o “rei reina mas não governa”, a eleita Câmara dos Comuns deslocou-se para a não eleita Câmara dos Lordes onde a rainha Elizabeth II anunciou aos deputados as medidas que “seus” ministros adotariam. “A prioridade de meus ministros é reduzir o déficit, reestabelecer a estabilidade econômica e criar as condições que permitam a recuperação econômica”, leu a rainha.
A monarca, que vem lendo programas legislativos de governos conservadores e trabalhistas desde a década de 50, prometeu nesta oportunidade uma flexibilização do mercado de trabalho “que dê aos empresários mais confiança na hora de empregar pessoas”, uma redução da regulação para facilitar o investimento privado e uma reforma das aposentadorias de servidores públicos.
Em termos da agenda favorita de governos em problemas, a Segurança (“Law and Order”), o governo de sua majestade impulsionará a criação de uma agência similar ao FBI para combater simultaneamente o crime organizado, o abuso sexual, a exploração infantil, os crimes cibernéticos e reforçar a segurança das fronteiras.
O problema do governo é que ele não ficou com muita margem para girar à direita. Nos dois primeiros anos a coalizão lançou uma gigantesca reforma do Estado que contempla a eliminação de 700 mil postos e a redução de 130 bilhões de dólares no gasto público, uma semiprivatização da educação universitária e uma profunda reestruturação do sistema de bem estar social, além de abrir as portas para uma futura privatização do sistema de saúde.
O problema do governo é que ele não ficou com muita margem para girar à direita. Nos dois primeiros anos a coalizão lançou uma gigantesca reforma do Estado que contempla a eliminação de 700 mil postos e a redução de 130 bilhões de dólares no gasto público, uma semiprivatização da educação universitária e uma profunda reestruturação do sistema de bem estar social, além de abrir as portas para uma futura privatização do sistema de saúde.
A margem para uma nova agenda radical diminuiu não só pela escassa margem de manobra, mas também pela dura derrota sofrida pela coalizão nas eleições municipais da semana passada e pelos novos ventos que sopram na Europa.
Uma medida do impacto que representou a eleição de François Hollande foi a aparição conjunta do primeiro ministro Cameron e de seu vice, o liberal-democrata Nick Clegg, em uma fábrica de tratores em Essex na terça-feira. Em uma tentativa de amparar-se na magia da linguagem, Cameron assinalou que não era o caso de falar de “austeridade” – uma palavra favorita do vocabulário triunfalista da coalizão nos primeiros dois anos de governo -, mas sim de “eficiência”.
Uma medida do impacto que representou a eleição de François Hollande foi a aparição conjunta do primeiro ministro Cameron e de seu vice, o liberal-democrata Nick Clegg, em uma fábrica de tratores em Essex na terça-feira. Em uma tentativa de amparar-se na magia da linguagem, Cameron assinalou que não era o caso de falar de “austeridade” – uma palavra favorita do vocabulário triunfalista da coalizão nos primeiros dois anos de governo -, mas sim de “eficiência”.
Sem ficar vermelho, o primeiro ministro comparou o seu governo com o de Hollande. “Seu programa para reduzir o déficit não é muito diferente do nosso. É um mito pensar que no resto da Europa estão gastando muito mais do que nós. Todos temos que lidar com o déficit”, observou.
A seu lado, como quem deixa claro que as licenças de linguagem não implicam uma mudança de rumo, Clegg destacou que eliminar o déficit estrutural levaria não cinco anos como prometeu o governo, mas “seis ou sete”, ou seja, mais além de 2015, data das próximas eleições.
Estas eleições já começam a ser sentidas nos planos governamentais. No Discurso da Rainha, o governo propôs uma reforma da Câmara dos Lordes para convertê-la em algo similar a um Senado. Esta medida, rejeitada pelo setor mais direitista dos conservadores, era essencial para assegurar o acordo com os liberal-democratas e a estabilidade da coalizão.
Estas eleições já começam a ser sentidas nos planos governamentais. No Discurso da Rainha, o governo propôs uma reforma da Câmara dos Lordes para convertê-la em algo similar a um Senado. Esta medida, rejeitada pelo setor mais direitista dos conservadores, era essencial para assegurar o acordo com os liberal-democratas e a estabilidade da coalizão.
O governo deixou claro que essa reforma não era sua prioridade, mas que era necessária para democratizar o Reino Unido. “Acreditamos que o poder deve passar dos políticos em Westminster para o povo britânico, razão pela qual cumpriremos com a promessa de nosso programa de reformar a Câmara dos Lordes”, assinalou o governo no prefácio ao Discurso da Rainha.
A direita conservadora deixou claro que não estava de acordo com esta reforma e insinuou que se oporia a ela no parlamento.
A direita conservadora deixou claro que não estava de acordo com esta reforma e insinuou que se oporia a ela no parlamento.
A oposição trabalhista assinalou que o Discurso da Rinha mostra que seu governo “não tem a mínima ideia de como solucionar os problemas que afetam os britânicos”.
Os sindicatos de servidores públicos convocaram uma greve contra a reforma das aposentadorias e uma manifestação na qual participarão cerca de 20 mil policiais da Inglaterra e do País de Gales que consideram que os cortes apontam para uma privatização da polícia “com desastrosas consequências”.
Se acrescentarmos as revelações que poderão surgir nas sessões da Comissão Leveson, que investiga a relação entre o mundo político e os meios de comunicação, nesta quinta e sexta-feira, será possível prever que a “retomada” do governo logo após a derrota eleitoral da semana terá vida curta.
Tradução: Marco Aurélio Weissheimer
Se acrescentarmos as revelações que poderão surgir nas sessões da Comissão Leveson, que investiga a relação entre o mundo político e os meios de comunicação, nesta quinta e sexta-feira, será possível prever que a “retomada” do governo logo após a derrota eleitoral da semana terá vida curta.
Tradução: Marco Aurélio Weissheimer
domingo, 1 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
VIRA LATAS DO PIG , NÃO RECONHECEM A IMPORTÂNCIA DOS BRICS. DA ESTADISTA DILMA ROUSSEF, NEM UMA MENÇÃO, DE COMO O MUNDO FICOU FASCINADO COM A PRESIDENTA DO BRASIL.
OS "PENAS AMESTRADAS" DO PIG, NÃO PERECEBERAM AINDA QUEM MANDA!
POR HUMBERTO MARTINS NO VERMELHO
O Brics e a necessidade de uma nova ordem mundial
Comentaristas da nossa malfadada mídia burguesa, ainda fascinadas pelos encantos de um império em decadência, não se cansam de sublinhar as contradições econômicas e políticas entre os países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para sustentar que o grupo não tem unidade nem sentido objetivo para existir. Seria “muito mais uma sigla do que um grupo de países com amplos interesses comuns”, como sugere o articulista do "Estadão" Rolf Kuntz.(COM SEU COMPLEXO DE VIRA LATAS, GRIFO MEU PTREMDAS13E13 )
Por Umberto Martins
Viúvas do neoliberalismo
As contradições apontadas pelos ideólogos e políticos conservadores, que se opõem à política externa do governo Dilma e morrem de saudades da diplomacia dos pés descalços de FHC, são reais. Não é difícil perceber, por exemplo, conflitos de interesses no comércio exterior decorrentes da feroz concorrência no setor industrial ou divergências de opinião em relação ao Conselho de Segurança da ONU.
Sabe-se que nem tudo são flores nas relações entre as nações. Estas geralmente obedecem ao mandamento dialético de unidade e luta. Além disto, enquanto prevalecer o capitalismo o caminho do comércio, das finanças e da geopolítica estará sempre minado por infinitas contradições, especialmente em tempo de crise, e mesmo as guerras são inevitáveis.
Mas os fatos revelam que também existem fortes interesses convergentes entre as cinco nações que justificam a unidade dos Brics e explicam sua crescente projeção como grupo político em contraposição (a cada dia mais nítida e aberta) ao decrépito G7. São coisas que as viúvas do neoliberalismo não querem enxergar. A corrente comercial no interior do bloco, responsável hoje por mais de 50% do crescimento mundial, saltou “de US$ 27 bilhões em 2002 para estimados US$ 250 bilhões em 2011", conforme notou a presidente Dilma Rousseff.
Uma ordem obsoleta
O interesse maior do grupo, que vai ficando mais claro na medida em que a história avança, consiste precisamente na necessidade de mudança da presente ordem mundial, que se fundamenta em uma realidade econômica ultrapassada, fruto de uma correlação de forças que caducou em função do desenvolvimento desigual das nações.
Tal ordem, ancorada na hegemonia dos EUA e na liderança do dólar, foi desenhada nos acordos entre potências capitalistas firmados na cidade estadunidense de Bretton Woods em 1944, num momento em que a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim. A força da economia dos EUA era avassaladora na ocasião e sua liderança no mundo capitalista incontestável e desejada por aliados em pânico com a expansão do socialismo soviético no leste europeu.
O cenário econômico internacional sofreu profundas mudanças ao longo das últimas décadas, com o declínio do poderio econômico relativo dos Estados Unidos, Europa e Japão, e a ascensão espetacular da China (maior exportadora do mundo e grande investidora e credora mundial) e, em segundo plano, outros países considerados “emergentes”.
Crise mundial
A crise mundial do capitalismo, iniciada no final de 2007 e ainda hoje em curso, aprofundou o processo de desenvolvimento desigual, reforçando o deslocamento da produção industrial do Ocidente para o Oriente e a necessidade objetiva de uma nova ordem internacional, que já não é meramente teórica e ganha corpo e concretude nas reuniões do Brics.
As bases econômicas da hegemonia imperialista dos EUA ruíram, de modo que a velha e caduca ordem proveniente de Bretton Woods é sustentada hoje pela hegemonia ideológica, assegurada pelos monopólios midiáticos, e pela supremacia militar dos EUA e da Otan, que por enquanto é incontestável. A crise, a instabilidade financeira e monetária, o tsunami monetário e o caos fiscal nos países ricos, sobretudo na União Europeia, são sinais inequívocos de falência.
Unidade contra os “ricos”
Realçar as divergências e os conflitos reais ou imaginários no interior do Brics é hoje um osso de ofício da ideologia dominante e reflete especialmente os interesses dos EUA e do G7 em conservar a atual ordem e suas instituições.
A última (quarta) reunião dos Brics, realizada na Índia, avançou nesta direção ao propor iniciativas que apontam para o fim da hegemonia do dólar como moeda mundial, com acordos que preconizam relações comerciais e financeiras baseadas nas moedas dos países que compõem o grupo, a criação de um banco de desenvolvimento (em contraposição ao Banco Mundial), a revisão do sistema de cotas do FMI e Bird e a condenação dos desequilíbrios globais engendrados pela política econômica dos “países ricos”, com destaque para o tsunami monetário criticado por Dilma.
Ao lado do crescimento das relações econômicas, a necessidade de transição a uma nova ordem mundial explica e justifica a unidade do grupo originado por um acrônimo que começou a ganhar forma, identidade e realidade política em 2009, quando realizou sua primeira reunião na cidade russa de Ekaterinburgo. O jogo mal começou.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
COMPLEXO DE VIRA LATAS.
ONDE SE LÊ, BRASILEIRO, LEIA SEMPRE ELITE BRASILEIRA, EM RELAÇÃO AO COMPLEXO DE VIRA LATAS.
Achar a Europa o máximo é coisa de gente caipira e brega
DO BLOG PAULOPES
brasileiro tem complexo de vira-lata. Adora bancar o chique falando mal de si mesmo.
Principalmente quando alguém chique (leia-se, europeu) fala mal do Brasil. Um modo específico de nosso complexo de vira-lata é achar a Europa o máximo.
Quem conhece bem a Europa e ultrapassou a caipirice de achar tudo lindo por lá sabe que os europeus são (também) arrogantes, metidos, preconceituosos e exploradores e pensam, ainda hoje, que somos uns "índios" mal alimentados, ignorantes e mal-educados.
Claro que há exceções, portanto, não se faz necessário que europeus me escrevam jurando que são legais, ou que seus avós são legais, ou que seus cachorros são criados com todos os direitos humanos, mesmo porque, apesar de que isso não é sabido, ninguém pode ajuizar sobre sua própria virtude.
Lamento pela gente que se julga "crítica e consciente", mas todo mundo que se acha legal por definição é um mentiroso.
Se você for uma leitora que um dia mochilando pela Europa transou com um europeu (europeus costumam adorar brasileiras, porque acham nossas mulheres fáceis e doces, coisa rara nas mulheres europeias de hoje em dia, que a cada dia se tornam mais chatas, competitivas e estéreis), não confunda o papo que teve com ele antes do coito com o fato de que os europeus nos acham subdesenvolvidos. Inclusive porque para eles você é fácil porque é subdesenvolvida.
Sim, achar a Europa o máximo é coisa de gente caipira e brega. Se você pensa assim, tome um remédio. Ou minta.
Recentemente, um intelectual europeu em visita ao Brasil fez críticas ao país. Nada que não saibamos sobre nós mesmos. Mas, logo, alguns intelectuais e artistas vira-latas tiveram um orgasmo porque o "sinhozinho" falou mal das "zelites".
Sim, a elite brasileira pode ser bem brega na sua condição de elite de colônia. E horrorosa na sua ignorância "luxuosa". Aqui, ostentação é destino. Pessoas educadas sabem que a felicidade (seja lá no que for) deve ser guardada a sete chaves. Só gente brega "mostra" que é feliz. Neste caso, um toque de melancolia é elegância.
Por exemplo, o hábito de cultuar restaurantes pretensiosos como "de Primeiro Mundo" porque são caros é comum entre nós.
Dizer que você esteve em tal restaurante "caríssimo" (sempre pretensioso) é atestado de breguice. Mas julgar alguém "superinteligente" porque vem da Europa também é brega.
É fácil posar de "culto e crítico" e ficar horrorizado com nossas injustiças sociais quando se teve a chance de ganhar muito dinheiro ao longo da história à custa das injustiças sociais dos outros. Europeu que se faz de rogado pela injustiça no mundo só cola em vira-lata.
Por outro lado, se a riqueza cultural europeia é óbvia, e não se trata de negar este fato, ela se deve em grande parte às injustiças sociais europeias do passado e não ao seu "estado de bem-estar social" atual. Este tipo de "estado" produz apenas banalidades e monotonias de classe média.
Uma grande falácia é supor que injustiça social e riqueza cultural sejam excludentes, pelo contrário. Ou que justiça social produza necessariamente originalidade intelectual.
Não sou um "patriota", patriotismo é para canalhas. Calabar -que optou pelos holandeses em detrimento dos portugueses no Pernambuco colonial- pode ter razão. Falo aqui apenas de nosso complexo de vira-lata.
É muito comum que grandes intelectuais estrangeiros venham a nossa terra inculta e falem um "feijão com arroz" básico supondo que somos ignorantes mesmo e por isso não precisam suar a camisa diante de nossas plateias que sacodem seus ouros, exibem seus decotes e orelhas de livros.
Já vi isso acontecer várias vezes. Também no mundo acadêmico isso acontece, não só no mundo da filosofia de luxo.
Um grande professor que tive e que vive na Europa há anos me disse certa feita que até hoje os europeus não acreditam que "na volta das caravelas que colonizaram as Américas" pode haver algum "índio" que seja igual ou melhor do que eles.
A afetação moral em europeus não é muito diferente da afetação intelectual de nossos decotes de marca.
Principalmente quando alguém chique (leia-se, europeu) fala mal do Brasil. Um modo específico de nosso complexo de vira-lata é achar a Europa o máximo.
Quem conhece bem a Europa e ultrapassou a caipirice de achar tudo lindo por lá sabe que os europeus são (também) arrogantes, metidos, preconceituosos e exploradores e pensam, ainda hoje, que somos uns "índios" mal alimentados, ignorantes e mal-educados.
Claro que há exceções, portanto, não se faz necessário que europeus me escrevam jurando que são legais, ou que seus avós são legais, ou que seus cachorros são criados com todos os direitos humanos, mesmo porque, apesar de que isso não é sabido, ninguém pode ajuizar sobre sua própria virtude.
Lamento pela gente que se julga "crítica e consciente", mas todo mundo que se acha legal por definição é um mentiroso.
Se você for uma leitora que um dia mochilando pela Europa transou com um europeu (europeus costumam adorar brasileiras, porque acham nossas mulheres fáceis e doces, coisa rara nas mulheres europeias de hoje em dia, que a cada dia se tornam mais chatas, competitivas e estéreis), não confunda o papo que teve com ele antes do coito com o fato de que os europeus nos acham subdesenvolvidos. Inclusive porque para eles você é fácil porque é subdesenvolvida.
Sim, achar a Europa o máximo é coisa de gente caipira e brega. Se você pensa assim, tome um remédio. Ou minta.
Recentemente, um intelectual europeu em visita ao Brasil fez críticas ao país. Nada que não saibamos sobre nós mesmos. Mas, logo, alguns intelectuais e artistas vira-latas tiveram um orgasmo porque o "sinhozinho" falou mal das "zelites".
Sim, a elite brasileira pode ser bem brega na sua condição de elite de colônia. E horrorosa na sua ignorância "luxuosa". Aqui, ostentação é destino. Pessoas educadas sabem que a felicidade (seja lá no que for) deve ser guardada a sete chaves. Só gente brega "mostra" que é feliz. Neste caso, um toque de melancolia é elegância.
Por exemplo, o hábito de cultuar restaurantes pretensiosos como "de Primeiro Mundo" porque são caros é comum entre nós.
Dizer que você esteve em tal restaurante "caríssimo" (sempre pretensioso) é atestado de breguice. Mas julgar alguém "superinteligente" porque vem da Europa também é brega.
É fácil posar de "culto e crítico" e ficar horrorizado com nossas injustiças sociais quando se teve a chance de ganhar muito dinheiro ao longo da história à custa das injustiças sociais dos outros. Europeu que se faz de rogado pela injustiça no mundo só cola em vira-lata.
Por outro lado, se a riqueza cultural europeia é óbvia, e não se trata de negar este fato, ela se deve em grande parte às injustiças sociais europeias do passado e não ao seu "estado de bem-estar social" atual. Este tipo de "estado" produz apenas banalidades e monotonias de classe média.
Uma grande falácia é supor que injustiça social e riqueza cultural sejam excludentes, pelo contrário. Ou que justiça social produza necessariamente originalidade intelectual.
Não sou um "patriota", patriotismo é para canalhas. Calabar -que optou pelos holandeses em detrimento dos portugueses no Pernambuco colonial- pode ter razão. Falo aqui apenas de nosso complexo de vira-lata.
É muito comum que grandes intelectuais estrangeiros venham a nossa terra inculta e falem um "feijão com arroz" básico supondo que somos ignorantes mesmo e por isso não precisam suar a camisa diante de nossas plateias que sacodem seus ouros, exibem seus decotes e orelhas de livros.
Já vi isso acontecer várias vezes. Também no mundo acadêmico isso acontece, não só no mundo da filosofia de luxo.
Um grande professor que tive e que vive na Europa há anos me disse certa feita que até hoje os europeus não acreditam que "na volta das caravelas que colonizaram as Américas" pode haver algum "índio" que seja igual ou melhor do que eles.
A afetação moral em europeus não é muito diferente da afetação intelectual de nossos decotes de marca.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
MARINHA BRASILEIRA. NÃO DEU NA SUA TELINHA. FRAGATA UNIÃO ATRACA EM BEIRUTE.
FRAGATA UNIÃO (F45)
DEVE SER CHATO O PIG NOTICIAR FATOS QUE ENGRANDECEM NOSSAS ARMADAS.
PARA O PIG BOM MESMO É SÓ NOTICIAR FALAS DE ALGUM GENERAL DE PIJAMA GOLPISTA E AMERICANÓFILO. QUANDO TRATA-SE DE NOSSAS ARMADAS ESTAREM SENDO USADAS PARA A NOSSA SOBERANIA GEOPOLÍTICA, E NOSSA POLÍTICA EXTERNA. NEM UM PIU.
Fragata União atraca em Beirute para liderar frota de paz da ONUBrasília - A fragata União, da Marinha brasileira, que liderará a frota das forças navais da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil, na sigla em inglês) atracou nesta segunda-feira (14) no Porto de Beirute, dando início a um "momento histórico para o Brasil", segundo o contra-almirante brasileiro Luiz Henrique Caroli.
Em entrevista à BBC Brasil a bordo do navio, Caroli disse que a presença na força marítima da ONU é crucial para o Brasil pela importância da região no cenário internacional, além de demonstrar a confiança da organização na competência dos militares brasileiros nesse tipo de operação.
"Toda a tripulação sabe da enorme responsabilidade de fazer parte de uma força de paz da ONU e do momento histórico para o Brasil em estar aqui", disse o contra-almirante, que é o comandante da Força Tarefa Marítima (MTF, na sigla em inglês), a unidade marítima da Unifil.
Esta é a primeira vez que militares brasileiros participam da frota naval de uma força de paz. Equipada com helicóptero e levando 243 militares brasileiros, a fragata União será o principal navio de uma frota internacional que conta ainda com três navios alemães, dois de Bangladesh, um grego, um turco e um da Indonésia.
O comandante do navio, o capitão de fragata Ricardo Fernandes Gomes, também reforçou que a tripulação está ciente "das repercussões políticas em torno da Unifil e das consequências de suas ações".
"Todos estão motivados e cientes das exigências de fazer parte das forças de paz em uma região conturbada como o Oriente Médio", disse. "Para isso, a Marinha está nos dando todo o apoio financeiro e logístico para desempenharmos um papel a altura."
Os dois militares explicaram que a incorporação da fragata União aumentará o poder de alcance da frota da Unifil, já que a embarcação tem mais recursos, permitindo maior alcance e cobertura, além de mais flexibilidade nas operações.
Para fazer parte da Unifil, os militares brasileiros passaram por treinamentos voltados para situações específicas de forças de paz e por cursos e palestras. "Um terço da tripulação fez estágios de operações de paz da Unifil. E militares brasileiros que estavam no Líbano palestraram para nossos marinheiros sobre o país e a vida entre as tropas de paz", disse Gomes.
Ele explicou que simulações de abordagem pacífica de embarcações e de uso de força para fazer vistorias também foram feitas, com o emprego de mergulhadores das operações especiais que, agora, integram a fragata. Como a ONU exige que militares das forças de paz sejam voluntários, a tripulação teve de passar por algumas reposições, segundo Gomes. "Cerca 5% da tripulação não se voluntariaram por motivos familiares, e outros 10% foram liberados para que realizassem cursos que já estavam agendados."
A missão brasileira, de oito meses, começou oficialmente em fevereiro, quando Caroli assumiu o comando da unidade marítima da Unifil. Atualmente, a missão monitora a fronteira entre Líbano e Israel e ajuda o governo libanês a evitar a entrada de armas ilegais no restante de suas fronteiras.
A MTF patrulha águas da costa libanesa para evitar a violação do embargo de armas imposto ao Líbano, além de treinar a Marinha daquele país. A MTF foi criada por uma resolução do Conselho de Segurança da ONU em 2006.
Já a Unifil, criada em 1978 para supervisionar a retirada das tropas de Israel do território do Líbano após a crise entre os dois países, conta atualmente com mais de 12 mil militares de 37 países.
Segundo o embaixador brasileiro no Líbano, Paulo Roberto Tarrisse da Fontoura, a relação entre Brasil e Líbano também se fortalecerá com a presença da fragata.
"O governo libanês tem enorme simpatia pelo Brasil e sabe que nós temos a competência necessária para fazer um bom trabalho".
Segundo Fontoura, o governo brasileiro sabe que a Unifil é instrumento fundamental para que o Estado libanês adquira a soberania sobre seu território.
"O país passou por guerra civil, ocupações israelense até o ano 2000 e da Síria, até 2005. O Sul do país ficou inacessível aos libaneses e ao governo por muito tempo.
A Unifil está sendo de suma importância para ajudar o Líbano a ter sua soberania", salientou o embaixador. "A presença de um navio brasileiro é, certamente, um orgulho nacional e algo de enorme importância para o Brasil".
domingo, 4 de setembro de 2011
UNIVERSIDADE DE VALADARES É GERIDA POR UMA FUNDAÇÃO QUE LEVA O NOME DE UM "171" IANQUE, DAS FINANÇAS INTERNACIONAIS DO INÍCIO DO SÉCULO PASSADO: PERCIVAL FARQUHAR. UM AMERICANO LADINO QUE DEPOIS DE GETULIO (DÉCADA DE 30) O LEITE DELE SECOU
Percival Farquhar, 171, QUE LUCRAVA COM NEGOCIATAS NO BRASIL NO INÍCIO DO SÉCULO XX.
Percival Farquhar (Iorque, 1864 — Nova Iorque, 4 de agosto de 1953) foi um empresário estadunidense, cuja atuação na América Latina é alvo de constantes polêmicas.
A edição de 22 de setembro de 1912 do The New York Times, num artigo intulado Two New Yorkers Try to 'Harrimanize' South America" confirma que o sonho de Farquhar era dominar todo o transporte ferroviário da América Latina: Percival Farquhar e Dr. F. S. Pearson pretendem consolidar as ferrovias lá (na América Latina) num grande sistema transcontinetal do Canadá ao Cabo Horn [2].
Destemido e arrojado financista, com grande trânsito pelo mercado de capitais da Europa, dizia-se "capaz de financiar qualquer coisa". Segundo Gauld, Farquhar "teve mais fome de terras do que qualquer personagem da história da América Latina desde o tempo dos incas" [10].
O início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, interrompeu sua fonte de recursos a financiamentos e o já precário império de Farquhar - que fora criado a poder de contrair dívidas sobre dívidas - altamente endividado, desmoronou-se. Suas empresas entraram em concordata em outubro de 1914. Seus financiadores perderam todo o capital investido. Farquhar acabou arruinado. Apesar disso, ainda assim se re-ergueria novamente, após o término da guerra - usando as mesmas táticas - para tornar a quebrar na crise de 1929. Após a revolução de 1930 viu seus espaços contidos, durante o governo Getúlio Vargas, e assim terminou por deixar o Brasil.( POR ISSO QUE EU SEMPRE FALO, SE NÃO FOSSE GETULIO, JK, JANGO E LULA, O BRASIL SERIA UMA ENORME "HACIENDA" DOS USA, GRIFO MEU PTREMDAS13)
Já Ivan Alves [17] relembra que os críticos descreviam Farquhar como:
- "um pirata da finança internacional, empregado ou diretor de empresas norte-americanas... caixeiro viajante da finança internacional... Sua tentacular Brazil Railway Company controlava toda a rede ferroviária gaúcha, geria a Sorocabana, tinha interesses na Paulista, na Mogiana... obteve os direitos da Vitória Minas Gerais... passou a dirigir o Port of Para e a Companhia do Porto do Rio Grande do Sul... onde montou armazens frigoríficos, como no Rio de Janeiro. Afora isso, dispunha ainda de indústrias de papel, empresas pecuárias e de colonização, madeireiras, etc."
Foi também o construtor da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, cujas obras foram inteiramente pagas pelo governo brasileiro. Sua construção, iniciada em 1907 - para ligar Santo Antônio do Rio Madeira a Guajará-Mirim - com a extensão de 362 quilômetros - foi concluída em 1 de agosto de 1912. Pelo serviço executado na chamada Ferrovia do Diabo, o truste de Percival Farquhar pleiteou, do Tesouro Nacional brasileiro, um pagamento em dinheiro de 102 mil contos de réis, equivalente na época ao valor de 50 toneladas de ouro.
SE OS GESTORES DESTA FUNDAÇÃO DE GOVERNADOR VALADARES SE INSPIRAREM NO PILANTRA QUE LHE DÁ O NOME, ESTAMOS ROUBADOS. AGORA AQUI PRÁ NÓS, É MUITA VIRA LATICE DESTA GENTE DA UDN QUE MANDA NESTA FUNDAÇÃO, É OU NÃO É? JÁ QUE TODO UDENISTA É PUXA SACO DE AMERICANOS, POR QUE NÃO NOMINARAM ESTA FUNDAÇÃO COM O NOME DE OUTROS UDENISTAS ILUSTRES, COMO MILTOM CAMPOS OU A´TÉ MESMO COM O NOME DE GOLPISTAS COMO CARLOS LACERDA OU MAGALHÃES PINTO, TODOS AMERICANÓFILOS.
POR OUTRO, EU TENHO UMA DÚVIDA. SERÁ QUE ALGUM AMERICANO ENDIHEIRADO, OU ATÉ MESMO A FUNDAÇÃO FORD, NÃO ENVIOU "ALGUM", PARA QUE FOSSE DADO O NOME DO PERCIVAL À ESTA FUNDAÇÃO? AFINAL NOS ANOS 60 A CIA ESTAVA USANDO A FUNDAÇÃO FORD, PARA INUNDAR DE DOLARES, OS ALIADOS COOPTADOS NA AMÉRICA LATINA, EURÁSIA, ASIA, INDIA, E A OCEANIA.
sábado, 25 de dezembro de 2010
DO PERIGO DO QUE PODERIA ACONTECER AO BRASIL A VITÓRIA DE DILMA NOS LIVROU, DO VIRA LATISMO DE NOSSA EX ELITE E PRINCIPALMENTE DO VIRA LATA PSDB!
Por 'complexo de vira-lata' entendo eu a inferioridade em que o brasileiro( PSDB, A MÍDIA NATIVA, A ELITE SEPARATISTA PAULISTA, GRIFO MEU, ROSKOLNIKOFI) se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo.
NELSON RODRIGUES.
o brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima. A TURMA DO AMERICANÓFILOS DO PSDB. GRIFO MEU.
Mas isto acabou no governo lula e consolidará seu final no governo Dilma, vira latas nunca mais.
Professor Emir Sader:O Brasil submisso dos tucanos.
“O Brasil tem um papel adequado ao seu tamanho. O Brasil não pode querer ser mais do que é, mesmo porque tem uma série de limitações, a principal das quais é o seu déficit social.” A afirmação é do Ministro de Relações Exteriores do governo FHC, Luiz Felipe Lampreia, e dá bem idéia da imagem e do tamanho que eles queriam que o Brasil tivesse para sempre.
Sobre a Área de Livre Comércio das América (ALCA), Lampreia disse: “Nós estamos tendo uma posição muito aberta, estamos dispostos a conversar. Os nossos interesses são claríssimos, mas não adianta brigarmos por isto antes da hora. É um assunto em que é preciso que o maior jogador, que são os Estados Unidos, se defina primeiro."Maior subserviência não poderia haver.Para eles, “O Brasil não deveria ser mais do que é”. Considera que temos um destino a que devemos corresponder – assim como o “destino manifesto” que os EUA se reivindicam é o de dominar o mundo, o nosso seria o de ser subservientes à dominação deles. Deveríamos estar onde nos colocaram, onde sempre estivemos, estavam contentes e conformados com o papel que os EUA nos reservavam – aliados privilegiado, incondicional, subserviente.
Desse “destino” a política internacional do governo Lula nos livrou,
projetando-nos como potência soberana e orgulhosa do novo destino que constrói, junto com os países latinoamericanos e do Sul do mundo. O Brasil – e os países do Sul do mundo – podem , querem e estão sendo mais do sempre foram, soberanos, emergentes, solidários e rebeldes ao domínio das grandes potencias coloniais e imperialistas.
NELSON RODRIGUES.
Ainda segundo Rodrigues,
| “ | o brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima.[2] |
o brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a auto-estima. A TURMA DO AMERICANÓFILOS DO PSDB. GRIFO MEU.
Mas isto acabou no governo lula e consolidará seu final no governo Dilma, vira latas nunca mais.
Professor Emir Sader:O Brasil submisso dos tucanos.
“O Brasil tem um papel adequado ao seu tamanho. O Brasil não pode querer ser mais do que é, mesmo porque tem uma série de limitações, a principal das quais é o seu déficit social.” A afirmação é do Ministro de Relações Exteriores do governo FHC, Luiz Felipe Lampreia, e dá bem idéia da imagem e do tamanho que eles queriam que o Brasil tivesse para sempre.
Sobre a Área de Livre Comércio das América (ALCA), Lampreia disse: “Nós estamos tendo uma posição muito aberta, estamos dispostos a conversar. Os nossos interesses são claríssimos, mas não adianta brigarmos por isto antes da hora. É um assunto em que é preciso que o maior jogador, que são os Estados Unidos, se defina primeiro."Maior subserviência não poderia haver.Para eles, “O Brasil não deveria ser mais do que é”. Considera que temos um destino a que devemos corresponder – assim como o “destino manifesto” que os EUA se reivindicam é o de dominar o mundo, o nosso seria o de ser subservientes à dominação deles. Deveríamos estar onde nos colocaram, onde sempre estivemos, estavam contentes e conformados com o papel que os EUA nos reservavam – aliados privilegiado, incondicional, subserviente.
Desse “destino” a política internacional do governo Lula nos livrou,
projetando-nos como potência soberana e orgulhosa do novo destino que constrói, junto com os países latinoamericanos e do Sul do mundo. O Brasil – e os países do Sul do mundo – podem , querem e estão sendo mais do sempre foram, soberanos, emergentes, solidários e rebeldes ao domínio das grandes potencias coloniais e imperialistas.
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