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domingo, 4 de setembro de 2011

UNIVERSIDADE DE VALADARES É GERIDA POR UMA FUNDAÇÃO QUE LEVA O NOME DE UM "171" IANQUE, DAS FINANÇAS INTERNACIONAIS DO INÍCIO DO SÉCULO PASSADO: PERCIVAL FARQUHAR. UM AMERICANO LADINO QUE DEPOIS DE GETULIO (DÉCADA DE 30) O LEITE DELE SECOU

 

                           Percival Farquhar, 171, QUE LUCRAVA COM NEGOCIATAS NO BRASIL NO INÍCIO DO SÉCULO XX.

Percival Farquhar (Iorque, 1864 — Nova Iorque, 4 de agosto de 1953) foi um empresário estadunidense, cuja atuação na América Latina é alvo de constantes polêmicas.
A edição de 22 de setembro de 1912 do The New York Times, num artigo intulado Two New Yorkers Try to 'Harrimanize' South America" confirma que o sonho de Farquhar era dominar todo o transporte ferroviário da América Latina: Percival Farquhar e Dr. F. S. Pearson pretendem consolidar as ferrovias lá (na América Latina) num grande sistema transcontinetal do Canadá ao Cabo Horn [2].

É certo que criou e dirigiu inúmeros negócios na região latino-americana, incontáveis deles no Brasil. Suas atividades estavam freqüentemente ligadas a concessões governamentais e privilégios - e a garantias de juros governamentais para o capítal investido - que obtinha habilmente junto aos jovens e inexperientes governos locais, muitas vezes mediante espórtulas constrangedoras.
Destemido e arrojado financista, com grande trânsito pelo mercado de capitais da Europa, dizia-se "capaz de financiar qualquer coisa". Segundo Gauld, Farquhar "teve mais fome de terras do que qualquer personagem da história da América Latina desde o tempo dos incas" [10].


O início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, interrompeu sua fonte de recursos a financiamentos e o já precário império de Farquhar - que fora criado a poder de contrair dívidas sobre dívidas - altamente endividado, desmoronou-se. Suas empresas entraram em concordata em outubro de 1914. Seus financiadores perderam todo o capital investido. Farquhar acabou arruinado. Apesar disso, ainda assim se re-ergueria novamente, após o término da guerra - usando as mesmas táticas - para tornar a quebrar na crise de 1929. Após a revolução de 1930 viu seus espaços contidos, durante o governo Getúlio Vargas, e assim terminou por deixar o Brasil.( POR ISSO QUE EU SEMPRE FALO, SE NÃO FOSSE GETULIO, JK, JANGO E LULA, O BRASIL SERIA UMA ENORME "HACIENDA" DOS USA, GRIFO MEU PTREMDAS13)

Já Ivan Alves [17] relembra que os críticos descreviam Farquhar como:
"um pirata da finança internacional, empregado ou diretor de empresas norte-americanas... caixeiro viajante da finança internacional... Sua tentacular Brazil Railway Company controlava toda a rede ferroviária gaúcha, geria a Sorocabana, tinha interesses na Paulista, na Mogiana... obteve os direitos da Vitória Minas Gerais... passou a dirigir o Port of Para e a Companhia do Porto do Rio Grande do Sul... onde montou armazens frigoríficos, como no Rio de Janeiro. Afora isso, dispunha ainda de indústrias de papel, empresas pecuárias e de colonização, madeireiras, etc."
Controlador da Brazil Railway Company e da Southern Brazil Lumber and Colonization Co., cujas atividades de extrativismo florestal, entre outros danos, acabaram provocando a Guerra do Contestado - na qual morreram mais de dez mil brasileiros - exterminou a flora e a fauna em grandes áreas dos estados do Paraná e de Santa Catarina [18].

Foi também o construtor da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, cujas obras foram inteiramente pagas pelo governo brasileiro. Sua construção, iniciada em 1907 - para ligar Santo Antônio do Rio Madeira a Guajará-Mirim - com a extensão de 362 quilômetros - foi concluída em 1 de agosto de 1912. Pelo serviço executado na chamada Ferrovia do Diabo, o truste de Percival Farquhar pleiteou, do Tesouro Nacional brasileiro, um pagamento em dinheiro de 102 mil contos de réis, equivalente na época ao valor de 50 toneladas de ouro.

SE OS GESTORES DESTA FUNDAÇÃO DE GOVERNADOR VALADARES SE INSPIRAREM NO PILANTRA QUE LHE DÁ O NOME, ESTAMOS ROUBADOS. AGORA AQUI PRÁ NÓS, É MUITA VIRA LATICE DESTA GENTE DA UDN QUE MANDA NESTA FUNDAÇÃO, É  OU NÃO É? JÁ QUE TODO UDENISTA É PUXA SACO DE AMERICANOS, POR QUE NÃO NOMINARAM ESTA FUNDAÇÃO COM O NOME DE OUTROS UDENISTAS ILUSTRES, COMO MILTOM CAMPOS OU A´TÉ MESMO COM O NOME DE GOLPISTAS COMO CARLOS LACERDA OU MAGALHÃES PINTO, TODOS AMERICANÓFILOS.

POR OUTRO, EU TENHO UMA DÚVIDA. SERÁ QUE ALGUM AMERICANO ENDIHEIRADO, OU ATÉ MESMO A FUNDAÇÃO FORD, NÃO  ENVIOU "ALGUM", PARA QUE FOSSE DADO O NOME DO PERCIVAL À ESTA FUNDAÇÃO? AFINAL NOS ANOS 60 A CIA ESTAVA USANDO A FUNDAÇÃO FORD, PARA  INUNDAR DE DOLARES, OS ALIADOS COOPTADOS NA AMÉRICA LATINA, EURÁSIA, ASIA, INDIA, E A OCEANIA.


domingo, 31 de julho de 2011

PRECONCEITO: O OVO DA SERPENTE( UDN, CARLOS LACERDA), O QUE CHOCOU O CERRA; E UMA HORDA DE HOMOFÓBICOS, HIGIENISTAS DE TODA SORTE, PRECONCEITUOSOS RELIGIOSOS, ISLAMAFÓBICOS, APAIXOUNOU-SE...POR UM RAPAZ!

EU HEIN ROSA,  ISTO É COISA DA UDN?

NERY DA FONSECA GOSTA DE LIVROS.

Na biblioteca com mais de 15 mil volumes que já manteve em casa, guardava muitos títulos sobre homossexualidade. Um dos preferidos, que continua na estante é La question homossexuelle, escrito por um padre francês, Marc Oraison.

“Ele explica o fenômeno de maneira científica, sem criar monstros, como todos fizeram antes dele”. No Brasil, o livro foi editado pela Nova Fronteira, editora de Carlos Lacerda. “O político carioca ficou sensível à causa quando se apaixonou pelo neto de Cecília Meireles”, dispara Edson.


O senhor se tornou conhecido no Brasil inteiro por conta da Universidade de Brasília, onde montou a biblioteca e o curso de biblioteconomia. Era algo planejado?

Quando deixei o Recife, em 1946, me apaixonei pelo Rio de Janeiro. Não queria morar em Brasília. Fiz concurso para a biblioteca da Câmara dos Deputados e pensei em todas as alternativas para continuar no Rio. Não consegui. Ganhei na nova capital do país uma casa que era atacada por ratos todos os dias. Por ser alérgico ao veneno para exterminá-los, adotei os gatos como solução. Cheguei a ter 20. Sou conhecido por ter a casa cheia deles até hoje. Brasília surgiu para mim a partir dali, não foi planejado. Depois vieram os amigos famosos, a Biblioteca da UnB, que virou minha vida.

Um dos amigos mais próximos na nova capital do país foi o paisagista Carlos Burle Marx, que também era homossexual. Vocês foram namorados?
Fomos muito amigos porque ele precisava visitar Brasília o tempo inteiro por conta das obras em jardins públicos. Uma companhia incrível. Sua mãe era pernambucana e o pai, alemão. Por isso, aos 16 anos, foi mandado para a Alemanha, onde estudaria canto lírico. Ele adorava fazer voz de soprano para os amigos. Mas não chegamos a namorar.

O senhor tornou-se especialista na obra de Gilberto Freyre. Deve ter alguma explicação para o apoio dele ao golpe militar de 1964.
Tenho uma teoria que desagrada um pouco a família Freyre. Ele queria ser governador de Pernambuco. Achava que poderia ser indicado pelo presidente Humberto Castelo Branco sem precisar de eleições. Gostou de ser deputado na Constituinte de 1946, ao lado de Luís Carlos Prestes, Jorge Amado e Nereu Ramos. Conhecia o Nordeste, tinha convicção que melhoraria as condições de vida na região. Não era por pura vaidade. Mas quem ficou com o cargo foi Nilo Coelho, que oferecia lagosta a Castelo Branco nos almoços de domingo em Brasília. Quando percebeu o que seria, de fato, o golpe, desistiu do apoio. Mas ficou estigmatizado como reacionário.

O senhor tem quatro pontes de safena. Não parece ter sido um homem agitado.
Ja guardei muita raiva. Hoje, sou outro. Passo os dias rezando e escutando canto gregoriano. Redescobri minha vocação monástica na maturidade. Tanto que deixei minha casa na praia, na zona Sul do Recife, para morar bem perto do Mosteiro de São Bento, em Olinda. Virei um oblato, que é um cristão que vive com fervor o evangelho. Quase um monge, mas que vive fora do claustro. Hoje, tenho dificuldades para caminhar, não posso ir à missa todos os dias. Frequento o mosteiro aos domingos porque acho impressionante a proposta dos beneditinos. Eles me ensinaram que Deus é amor. Não o senhor impiedoso que o colégio nos mostrava.

sábado, 23 de julho de 2011

RÉQUIEM PARA HIGIENÓPLIS CITY. BYE BYE FOR EVER, FHC, CERRA E AÉCIO NEVER!

HIGIENÓPOLIS, SÃO PAULO, CAPITAL, BAIRRO DA ELITE BRANCA, SEPARATISTA E VIRA LATAS EM RELAÇÃO AOS ESTADOS UNIDOS.



FHC/REAGAN.


Uma Incelença
de Nosso Sinhô

Veste esta mortalha

Foi Deus quem mandô



Vocês estão mortos. Ou para usar idioma tão sonoro aos vossos ouvidos refinados: You're dead guys!

 Começaram a morrer em 2003, quando o Barbudo tomou posse. No início, nem desconfiaram que era a morte. Não. Dariam um jeito de cortar as asinhas do Barbudo e fá-lo-iam beijar a cruz do Deus-Mercado.

 E apesar disso, o Barbudo resistia a se enquadrar. Então, com toda a elegância e parcimônia acionaram o dândi Dantas, o OVS (olhos verdes sensuais), o Brilhante, o Pode-Tudo, o Manda-Brasa, o Rompe-Racha (com sua licença, mestre Rosa). E aí veio o Mensalão.

 Que coisa mais bonita de se ver: injetaram nas veias de Delúbio o sangue azul usinado nas entranhas mais nobres do tucanato e vertido pelos vasos fartos de Marcos Valério, e corromperam desde a medula o mandarinato petista deslumbrado com o acesso aos templos da elite!

 Agora sim, o Barbudo veria a cor da rosa e o preço de desafiar os donos do Brasil. Sim, porque o Brasil estava predestinado, desde sempre, a ser de vocês!

 Que outro segmento social vergava a espinha para o Império com tamanho charme? Que outros acadêmicos agradavam tanto os think thanks do Pentágono, como FHC e outros pensadores tucanos?

 Que outros chanceleres tiravam os sapatos na Aduana americana com tanta desenvoltura e esmero?

Naquele fatídico ano de 2005 vocês perderam a embocadura, eu sei. Vocês lamentam isso até hoje, e, veladamente, jogam toda a culpa nas costas de FHC, seu filho mais ilustre.

 Era para se ter liquidado com o Barbudo sem dó nem piedade, impeachmando-o liminarmente.

Mas não, foram ouvir FHC e seu méthode peu à peu. Deram com os burros n'água!

 Descobriram isso, amargamente, quando viram Alckmin vestir camisetas da Petrobrax, êpa, Petrobrás, dando loas ao BB e Caixa, num arroubo de estatismo tardio que mataram-vos de desgosto.

 É, vocês sofreram muito com aqueles dias de ira. Mas o vosso sofrimento aumentaria exponencialmente com a reeleição do Barbudo.

Hordas de farofeiros invadiam vossos aeroportos, debutando, quais pinto no lixo, nas viagens aéreas! Oh, quanto sofrimento, disputar com aquela bulha de noviços um espaço na fila do check-in!

Atroz sofrimento se repetia, inclusive, nas viagens internacionais, ora veja!

Mas como nada está tão ruim que não possa piorar, vocês descobriram que o doce sentimento de exclusividade havia acabado.

Além dos aeroportos abarrotados com os noveaux voyageurs que o Barbudo despejava no Mercado com suas toscas políticas distributivas, vocês descobriram-se, de repente, cercados num trânsito infernal, caótico e entupido de carros mil cilindradas, dirigidos perigosamente por um bando de pobres, recém-saídos do lumpesinato e buzinando alucinados e conspurcando as vias, até então, palco de um tráfego singular de mercedez, BMWs, Maseratis e Jaguares.

 Oh, quão difíceis aqueles dias! Vocês devem ter entupido os consultórios dos analistas de Higienópolis, nessa época infausta. Reportou-se, inclusive, alguns suicídios naqueles tempos bicudos. Sem contar a escassez de material de construção, todo ele sugado para a construção dos puxadinhos da pauvreté sans culotte!

Não sei se foi ai, nesse espaço-tempo tão ruinoso, que vocês tiveram a brilhante ideia de terceirizar para a grande mídia a tarefa de fazer oposição.

 Desacorçoados (que palavra) com a inépcia de seus representantes, vocês delegaram à imprensa a tarefa de combater o Barbudo apedeuta e seu partido vermelho, que haviam desarranjado um arranjo social que funcionava com perfeição, há séculos.

Em 2006, operou-se um teste singular, no episódio do dossiê dos aloprados. Ali, vocês jogaram um pedaço de carne sanguinolenta para a matilha da mídia, e viram, satisfeitos, que era bom.

 À inaptidão e incompetência de PSDB, DEM e PPS, vocês responderam com uma sacada genial: a imprensa, concessionária de espaços públicos e interesses privados, tornava-se a operadora política de fato, e partia para cima do Barbudo e sua corja, de maneira muito mais expedita e resoluta.

Foi um achado, cochichavam vocês em seus petit comité na praça Vilaboim. E descansaram no sétimo dia, com um cálice de chardonnay, que ninguém é de ferro!

Mas agora, passada a borrasca da campanha de 2010, onde vocês jogaram o tudo ou nada, vocês se perguntam: o que fizemos de errado?

Fizeram Serra abraçar a escória dogmática das igrejas católica e evangélica e pregar um terrorismo religioso sem precedentes e mesmo assim a fantoche de saias do Barbudo levou a melhor!

 Fizeram Serra prometer à Chevron que, se eleito, entregaria o pré-sal para as petroleiras internacionais, a ver se cativava um apoio mais explícito do Império! E nada!

 O que desandou? Transformaram a mídia, de incipiente parceira a agente política agressiva e feroz, em vossa trincheira principal e... nada!

Para desalento de vocês, mesmo o que era muito ruim vai se tornando insustentável. Após a posse de Dilma Roussef no cargo de presidente, as legendas de oposição, que amargaram grave redução numérica no Parlamento, entraram em um processo de liquefação orgânica e doutrinária sem precedentes.

Isso acendeu o vosso sinal vermelho de alerta e de seu quartel-general, FHC deu o brado retumbante: Façam alguma coisa!

E a coisa está sendo feita: vazados por um secretário serrista da prefeitura de São Paulo, dados sigilosos de uma empresa de Antônio Palocci vieram a furo e daí seguiram o esquema costumeiro: um dos veículos de mídia é escolhido para ser o propagador, divulga a notícia, editada ao modo do freguês, os outros veículos vem atrás, repercutindo, os colunistas bate-paus deblateram, apopléticos em suas colunas, e, ao fim e ao cabo, um parlamentar da oposição corre em desabalada carreira, a colher assinaturas para uma CPI.

Esse roteiro, verdadeiro modus operandi da oposição, é repetido desde 2006, sem sucesso.

O que vos leva a supor que, agora, dessa vez, dará certo? O que fez Palocci diferente de Malan, Pérsio Arida, Ricúpero? Nada.

 Até Maílson da Nobrega, verdadeira nulidade em termos acadêmicos e econômicos, defende o leite das crianças vendendo consultoria.

Então, vocês apostam que, revigorados por uma mídia muito mais virulenta, agora a coisa vai? Nada leva a essa direção, lamento vos dizer. E mais: liberado do mandato presidencial e transformado num Ubermensch (aquilo que não mata, me fortalece), Lula está aí, com a musculatura tesa e dentes afiados, pronto a lhes morder o calcanhar.

Aceitem o fato: vocês estão mortos.

Nem mais uma quartelada decente vocês podem dar.

Os militares, hoje cientes que sempre fizeram o serviço sujo para vocês, dessa vez se negam a fazê-lo.

 Sem contar que as vossas proposições entreguistas, no que toca ao petróleo e outras jazidas minerais, incomodam a cada vez mais militares, majoritariamente nacionalistas.

 Enfim, aceitem que estão mortos.

Aceitem que a mídia, a vossa parceira de infortúnios, outrora detentora do poder de alçar e depor presidentes, está acabada, reduzindo-se a quatro grandes (ainda) grupos midiáticos e uma meia dúzia de colunistas aloprados, que resistem furiosos, relembrando como era belo e doce o mundo, antes de ser corrompido pela pobraiada emergente.

 Vocês subestimaram a internet. Subestimaram a Blogosfera, como o agente do novo; como o novo instrumento de poder autóctone, gerado a partir de um teclado e de uma ideia. Um pobre com um laptop na mão é uma desgraça para vocês!

É um Glauber Rocha virtual, a fazer mais estragos que Terra em Transe!

Portanto, repito: vocês estão mortos! E nada do que fizerem, mudará esse axioma!


Higienópolis jamais será a mesma!


Trail's end for you!



Alberto Bilac de Freitas

DO BLOG TERRAGOYAZES





quarta-feira, 20 de julho de 2011

POR QUE A OPOSIÇÃO NÃO FALA DE ECONOMIA?

Á DIREITA MURUDOCH, DIGO, ROBERTO MARINHO COM O DITADOR.

O PSDB, o jornal O Globo e seus aliados estão indignados com a corrupção no Brasil. Querem que o povo saia às ruas. Mas o povo só costuma sair às ruas quando a economia vai mal. E, curiosamente, aqueles que querem que o povo saia às ruas, não querem falar de economia. Distração? Falta de ter o quê dizer?

Subitamente, setores da sociedade brasileira querem que o povo saia às ruas. É preciso qualificar esses “setores da sociedade brasileira”. São aqueles que foram apeados do poder político no início dos anos 2000 e que tiveram sua agenda política e econômica dilacerada pela realidade. A globalização econômica cantada em prosa e verso nos anos 1990 revelou-se um fracasso retumbante.

 A globalização financeira, a única que houve, afundou em uma crise dramática que drenou bilhões de dólares da economia real, conta que, agora, está sendo paga por quem costuma pagar essas lambanças: o povo trabalhador que vive da renda de seu trabalho.

Durante praticamente duas décadas, nos anos 80 e 90, a esmagadora maioria da imprensa no Brasil e no exterior repetiu os mesmos mantras: o Estado era uma instituição ineficiente e corrupta, era preciso privatizar a economia, desregulamentar, flexibilizar. A globalização levaria o mundo a um novo renascimento. Milhares de editoriais e colunas repetiram esse discurso em jornais, rádios, tvs e páginas da internet por todo o mundo. Tudo isso virou pó. Os gigantes da economia capitalista estão mergulhados em uma grave crise, a Europa, que já foi exemplo de Estado de Bem-Estar Social, corta direitos conquistados a duras penas após duas guerras mundiais. A principal experiência de integração regional, a União Europeia, anda para trás.

No Brasil, diante da total ausência de programa, de projeto, os representantes políticos e midiáticos deste modelo fracassado que levou a economia mundial para o atoleiro, voltam-se mais uma vez para o tema da corrupção.

Essa é uma história velhíssima na política brasileira.

Já foi usada várias vezes, contra diferentes governantes. Afinal de contas, os corruptos seguem agindo dentro e fora dos governos.

Aparentemente, por uma curiosa mágica, eles são apresentados sempre como um ser que habita exclusivamente a esfera pública. Quando algum corrupto privado aparece com algemas, costuma haver uma surda indignação contra os “excessos policiais”.
No último domingo, o jornal O Globo publicou uma reportagem para questionar por que os brasileiros não saem às ruas para protestar contra a corrupção (aliás, o MST respondeu à pergunta, mas não teve sua resposta publicada). O Globo sabe a resposta. Como costuma acontecer no Brasil e no resto do mundo, o povo só sai às ruas quando a economia vai mal, quando há elevadas taxas de desemprego, quando as prateleiras dos super mercados tornam-se território hostil, quando não há perspectiva para a juventude.

 Não há nada disso no Brasil de hoje. Há outros problemas, sérios, mas não estes. A violência, o tráfico de drogas, as filas na saúde, a falta de uma educação de melhor qualidade. É de causar perplexidade (só aparente, na verdade) que nada disso interesse à oposição.

 Quem está falando sobre isso são setores mais à esquerda do atual governo.


Comparando com o que acontece no resto do mundo, a economia brasileira vai bem. Não chegamos ao paraíso, obviamente. Longe disso. Há preocupações legítimas em nosso vale de lágrimas que deveriam ser levadas a sério pelo governo federal sobre a correção e pertinência da atual política cambial e de juros, apenas para citar um exemplo.

 O Brasil virou mais uma vez um paraíso para o capital especulativo e a supervalorização do real incentiva um processo de desindustrialização.

Curiosamente, essa não é a principal bandeira da oposição. Por que estão centrando fogo no tema da corrupção e não na ausência de mecanismos de controle de capitais, por exemplo?
 Por que não há editoriais irados e enfáticos contra a política do Banco Central e as posições defendidas pelos agentes do setor financeiro?
 Bem, as respostas são conhecidas. Os partidos políticos não são entidades abstratas descoladas da vida social das comunidades. Alguns até acabam pervertendo seus ideais de origem e se transformam em híbridos de difícil definição.

 Mas outros permanecem fiéis às suas origens e repetem seus discursos e estratégias, década após década.

Nos últimos dias, lideranças nacionais do PSDB e seus braços midiáticos vêm repetindo um mesmo slogan: o Brasil vive uma das mais graves crises de corrupção de sua história.

Parece ser uma tese com pouco futuro.

Tomando as denúncias de corrupção como critério, o processo de privatizações no período FHC é imbatível.

 Há problemas econômicos reais no horizonte. É curioso que isso não interesse à oposição.

 Afinal, é isso que, no final das contas, faz o povo sair às ruas. Sempre foi assim: a guerra, a fome, o desemprego. Esses são os combustíveis das revoluções.

A indigência intelectual e programática da oposição brasileira não consegue fazer algo além do que abrir a geladeira, pegar o feijão congelado meio embolorado da UDN, colocá-lo no forno e oferecê-lo à população como se fosse uma feijoada irrecusável.

 Mas no fundo não se trata de indigência. É falta de alternativa mesmo. Falta de ter o quê dizer. Não falta matéria-prima para uma oposição no Brasil, falta cérebro e, principalmente, compromisso com um projeto de país e seu povo.
O modelo político-econômico que hoje, no Brasil, abraça a corrupção como principal bandeira esteve no poder nas últimas décadas por toda a América Latina e foi varrido do mapa político do continente, com algumas exceções.

Seu ideário virou sinônimo de crise por todo o mundo. É preciso mudar de assunto mesmo.

A verdade, em muitos casos, pode ser insuportável, ou, simplesmente, inconveniente.
Marco Aurélio Weissheimer é editor-chefe da Carta Maior (correio eletrônico: gamarra@hotmail.com)




quinta-feira, 14 de julho de 2011

O CORVO E OUTRAS AVES! A CLASSE MÉDIA MEDROSA, PRECONCEITUOSA E O SEU FASCÍNIO POR ESTAS AVES!

O CORVO E OUTRAS AVES!




 história do "Corvo" nasceu durante o velório de um repórter (cujo nome, infelizmente, não lembro) do jornal "Última Hora", na década de 1950. Sua morte, causada por espancamento efetuado por policiais truculentos, comoveu a cidade do Rio de Janeiro.

 Samuel Wainer, proprietário da "Última Hora", acompanhava o velório quando viu chegar seu inimigo Carlos Lacerda, político e dono do jornal "Tribuna da Imprensa".


Lacerda tinha um histórico de jamais perder oportunidades para explorar comoções populares. "Ele apareceu no enterro vestido de preto dos pés à cabeça", descreveu Wainer em suas memórias, publicadas no livro "Minha razão de viver".

Certo de estar vendo não uma pessoa indignada com o assassinato de um colega de profissão, mas um ator em plena encenação, Wainer ficou profundamente irritado e foi embora do velório:

"Vou voltar para o jornal. Não agüento ver esse corvo na minha frente", explicou a amigos.

 Chegando à redação, ainda alterado e sem conseguir esquecer o assunto, Wainer pediu ao cartunista Claudius que desenhasse uma caricatura de Lacerda como corvo.

 Ela foi publicada na edição seguinte da "Última Hora" - e o apelido "Corvo" acompanhou Lacerda até sua morte, em 1977.




Carlos Lacerda foi um típico representante da direita brasileira. Arrogante, golpista, inescrupuloso, autoritário, hipócrita, falso moralista - a descrição é freqüente entre quem acompanhou a política do país naqueles tempos.

Conspirou contra os governos Vargas e JK, muitas vezes agindo contra a lei e contra a constituição.


 Boa parte da grande imprensa da época, conivente, dava apoio a suas campanhas. Em 1964, quando da derrubada de João Goulart, Lacerda achou que finalmente havia chegado sua hora. Mas ele era tão pouco confiável que nem os militares golpistas quiseram sua companhia. Teve seus direitos políticos cassados por dez anos.

Lacerda tinha uma retórica sedutora para a classe média amedrontada, para conservadores empedernidos e para aquele tipo de mente simplória que acredita na "linha dura" ("tolerância zero", preferem alguns) como solução imediata e definitiva para todos os problemas.


Eleito governador do estado da Guanabara (i.e., a cidade do Rio de Janeiro depois da mudança da capital para Brasília), resolveu acabar com o problema dos mendigos... acabando com os mendigos. Por ordem da secretária de Assistência Social, Sandra Cavalcanti, eles eram afogados no rio da Guarda.

Isso foi descoberto e Lacerda ganhou de Wainer mais um apelido: "mata-mendigos". (Lacerda e dona Sandra tinham também um método muito peculiar de acabar com as favelas: botavam fogo nelas.)
O que me espanta é a semelhança dessas barbaridades de quatro décadas atrás com coisas que acontecem hoje em todo o Brasil. Em São Paulo, QUANDO  da a posse do sr. José Serra, a prefeitura promoveu a construção de
rampas anti-mendigos e a destruição dos poucos bens de moradores de rua que se recusam a ir para alojamentos municipais.

Tucanos ou corvos?
P´RÁ MIM ISTO É UM CORVO TAMBÉM!

TEXTO DO BLOG DO PANDINIGP, QUE READPTEI AQUI.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

MARCOS COIMBRA: GOVERNO DILMA CHEGA AOS 6 MESES, O SALDO? SUCESSO TOTAL!

ESTA DILMINHA... EU JÁ SABIA QUE SERIA SUCESSO TOTAL!


Marcos Coimbra


As pessoas tendem a olhar Dilma e o governo da mesma maneira que percebem as vicissitudes de sua vida concreta. Mudanças, desafios, errar e acertar são parte das experiências reais pelas quais as pessoas passam, no trabalho, na escola, no cotidiano

sociólogo e presidente do instituto Vox Populi

» marcoscoimbra.df@dabr.com.br


O governo Dilma faz seis meses

O governo chega aos seis meses com uma imagem muito boa, apesar de que nem todos (como é natural) fiquem felizes com isso.

Existem diversas pesquisas publicadas sobre como é percebido pela sociedade. Vários resultados são relevantes, mas um é fundamental: a vasta maioria dos entrevistados diz estar satisfeita com seu trabalho.

Dilma tem um nível de aprovação popular superior a qualquer outro presidente em momento semelhante. Nenhum chegou ao fim de seu primeiro semestre com números iguais. Nem Lula, que só foi além mais tarde, no segundo ano de seu segundo mandato.

Não é apenas isso que as pesquisas mostram. Quando, em pesquisas qualitativas, se aprofundam as perguntas de avaliação de seu comportamento, o que se vê é uma ampla tolerância em relação ao que as pessoas entendem como um período de adaptação e aprendizagem.

Para aqueles que votaram nela, a informação de que ela não tinha experiência política anterior não era fundamental e, provavelmente, sequer relevante. Tanto que não hesitaram em preferi-la a quem se apresentava como mais qualificado e que possuía, segundo qualquer critério objetivo, mais credenciais no currículo.

As 47 milhões de pessoas que votaram em Dilma no primeiro turno a escolheram sabendo o que faziam. Não foram iludidas a vê-la como o que não era. Sua campanha não inventou uma biografia.

Para os outros 8 milhões que votaram em Dilma apenas no segundo turno, ela não era a primeira preferência, mas, quando se decidiram por ela, não foi por compará-la favoravelmente a Serra no passado de gestora. Foram outras coisas que levaram em conta.

Seus 55 milhões de eleitores em 31 de outubro estavam conscientes de que ela iria aprender a ser presidente exercendo a função. De que precisaria de tempo para se desempenhar com máxima eficiência. De que, por isso mesmo, apoiaria-se na equipe e nos projetos do governo anterior. De que, enquanto estivesse “se acostumando” com suas funções, precisaria da colaboração de Lula.

Muitos dos que não votaram nela pensam de forma parecida, pelo que mostram as pesquisas atuais. É claro que não são poucos os que não comungam com essas ideias, mas são minoria. Se não, como estaria ela batendo recordes de popularidade?

O que acontece é que, independentemente do voto, as pessoas tendem a olhar Dilma e o governo da mesma maneira que percebem as vicissitudes de sua vida concreta. Mudanças, desafios, treino, aprendizagem, errar e acertar, ficar à vontade em uma nova atividade, são parte das experiências reais pelas quais as pessoas passam, no trabalho, na escola, no cotidiano. É com base nelas, ou seja, na sua própria vida, que pensam o governo.

Ao contrário do que acreditam alguns, as pessoas comuns não imaginam que quem ocupa a Presidência da República é um ser superior, alguém fundamentalmente diferente do que são. Nem esperam, nem cobram que seja capaz de proezas intelectuais ou gestos heroicos.

Há, nisso, algo muito positivo: a dessacralização da função pública, a humanização do governante. E, para um país com nossas tradições hierárquicas, uma benvinda transformação. Não faz muito tempo, pensávamos diferente. No centro do sistema político, tínhamos que ter um sol. A Presidência era lugar para super-homens (ou super-mulheres).

Foi aprendendo com decepções que chegamos aqui. A frustração com os que tinham experiência política para dar e (especialmente) vender, a desmoralização do salvadorismo, o fracasso da genialidade, abriram o caminho para Lula. Que continuava, no entanto, a ser extraordinário, pelo caráter único de sua trajetória. É com Dilma que o processo se completa.

As pessoas aprovam seu trabalho reconhecendo que está no início. Que avança na direção combinada. Que vai, aos poucos, fazendo um governo dela.

Só quem insiste no velho modelo se sente no direito de querer mais (ou finge querer, para poder externar sua antipatia).

domingo, 10 de julho de 2011

DIÁRIO DO RIO DOCE FAZ REPORCAGENS SOBRE OBRAS ABANDONADAS.

E saber que Mauro Santayana, um dos mais brilhantes jornalistas brasileiro, trabalhou neste jornal !

"Jornalismo é o que eu não  Publico, o resto é publicidade"

Orson Welles( Cineasta americano, diretor do filme Cidadão keyne)



A NOTÍCIA DEVERIA SER: BARRACOS NÃO SERVEM PARA CENTRO DE APOIO À CULTURA!


A notícia dada pelo PIG local:

"Construido
 com recursos da secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas( SETOP) e entregue à prefeitura de Governador Valadares MG, em março de 2009, O Centro de apoio ao Turismoe Pórtico no Pico do Ibituruna Vive atualmente uma situação de completo abandono, pela não utilização no qual foram investidos 150  mil reais de dinheiro público." PAGINA 3B

Quem fez esta matéria, deveria é ter informado quem foi o safado, corrupto e ladrão que gastou 150 mil Reais de grana do povo para construir um barracão de zinco que nunca serviria para shongas nenhuma, muito menos para Centro de apoio para qualquer coisa.

A manchete deveria ser: Entregaram uma porcaria de obra para a prfeitura de valadares, uma obra super faturada e que não servirá para nada, o nome do prevaricador É xxxxxxxx.

Aliás qual partido administrava valadares em 2008 E ENTREGOU A PREFEITURA PARA O PT EM 2009, mesmo?






sábado, 9 de julho de 2011

OS DEMOS QUEREM MUDAR DE IMAGEM JUNTO AO ELEITORADO E DE NOME TAMBEM!


Demos querem mudar a imagem junto ao seu eleitorado e provavelmente trocar de nome de novo.
´

    Só não entendo a utilidade disto, já que os eleitores  desta gente , são uma corja de reacionários, golpistas, preconceituosos e neo liberais, uma gangue de yuppies.




   QUASQHUASQQUASQHUASQHUAHUAHUA!!!!  SÓ RINDO MESMO.

LAERTE BRAGA: PSDB É UMA QUADRILHA!!!!!


PETIT COMITÉ,  de membros da quadrilha, segundo laerte braga.O da esquerda tem a mania de cair do cavalo. Será, mesmo, do cavalo? 

O pilantra do bolinhagate, segundo Laerte Braga.


O DA DIREITA É ENTREGUISTA E PRESIDENTE DE HONRA DA PATOTA.

Laerte Braga


Há uma diferença abissal entre a crítica de setores e partidos de esquerda ao governo Dilma e a crítica feita, por exemplo, pela GLOBO, ou por VEJA. No jornal que apresenta às 18 horas de segunda a sexta a GLOBONEWS – tevê por assinatura – edição de quarta-feira, a apresentadora fez questão de ressaltar a importância da denúncia de irregularidades no governo, onde quer que seja como papel do jornalista de estar sempre indignado – uma espécie de reflexo da indignação pública – com a corrupção que resultou na demissão do ministro dos Transportes.

O PSDB divulgou, quinta-feira, nota oficial onde afirma que esse Ministério “é a herança maldita da ética”. Nota oficial do PSDB falando em ética é complicado. Não é um partido, é uma quadrilha. E a indignação da jornalista deveria se estender a toda a série de irregularidades acontecidas no governo FHC, nos governos de Serra e Alckimin no estado de São Paulo e em qualquer governo tucano em qualquer lugar do País, todos bandidos.

Circula na internet, no youtube, um vídeo mostrando as relações do ex-governador de Minas Aécio Neves com a rede GLOBO e o jornal ESTADO DE MINAS, o terror implantado em seu governo no sentido de silenciar a mídia crítica, as muitas demissões de jornalistas por ousarem enfrentar o hoje senador.

Ano passado, em plena campanha eleitoral, o ex-governador e pilantra José Serra denunciou a existência de um complô via dossiê contra sua candidatura armado pelo partido do governo, o PT (são tantos). Uma ligeira investigação e Serra deixou de lado a denúncia. É que o dossiê fora encomendado e pago por Aécio Neves, quando ele e o tucano paulista disputavam a indicação do partido como pré-candidatos presidenciais e Aécio se vingava de Serra que havia antes encomendado um outro dossiê sobre ele Aécio. Aquele insinuado pelo jornalista capacho de Serra, Juca Kfoury, sobre os boatos que o mineiro era usuário de drogas.

Lula e Dilma pagam o preço da opção por alianças com partidos como o PR – Partido da República. É um partido de ladrões, quadrilha, ligado a uma igreja neopentecostal, seus principais acionistas são pastores e essa gente não faz outra coisa que não ludibriar a boa fé das pessoas, aquele negócio de vender tijolinho para ir fazendo casa no céu, ou dependendo do dízimo, mansão nas paragens cuja portaria é controlada por São Pedro.

http://brasilmobilizado.blogspot.com/



sexta-feira, 8 de julho de 2011

DO BLOG TERROR DO NORDESTE: ATÉ O PIG ADMITE QUE GOVERNO LULA MATOU A PAU EM TERMOS DE POLÍTICAS SOCIAIS.

http://wwwterrordonordeste.blogspot.com/


QUE ARREGALE ATÉ A CLOACA OW CERRA!


Daqui a pouco os demotucanos safados vão dizer que Lula comprou o jornalão o Globo, eterno aliado da direita.


Paternidade impossível


 
 Lena Lavinas
O Globo - 08/07/2011
O candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais, governador José Serra, publicou nesta página do GLOBO dias atrás um artigo pretensamente analítico sobre as perspectivas de sucesso do Programa de Erradicação da Miséria, recém-lançado pelo governo federal. As imprecisões são tantas que demanda esclarecimentos, pois desinformar é um ato de desutilidade pública. Geralmente é o que acontece quando a fraseologia de oportunidade prevalece sobre os fatos e o bom senso.


 
Olhar para o passado recente implica reconhecer que as ações compensatórias no Brasil deixaram para trás um status menor e desvalorizado, marcado pela inoperância e pela inefetividade, para tornar-se uma verdadeira política pública, fundada em direitos e regras estabelecidas e transparentes, que podem, inclusive, ser monitoradas. Vamos recordar que o maior programa de combate à miséria da primeira gestão FHC foi a doação de alimentos - mais de 27 milhões de cestas em 1998 -, cujos resultados foram inócuos. Ademais, custava caro, gerava inúmeras ineficiências (desperdícios alarmantes na estocagem e na distribuição, por exemplo) e acabou sendo abandonado pelo próprio governo diante das evidências irrefutáveis de que era melhor ampliar programas de transferência de renda monetária direta.

 
Durante o segundo mandato FHC, o Comunidade Solidária consolidou-se como o grande programa de enfrentamento da pobreza, mas pecou pelas debilidades inerentes ao seu desenho: iniciativas altamente pulverizadas no território e nos objetivos, pontuais, que jamais permitiram uma avaliação rigorosa do que logrou realizar de fato o programa, tamanha a fragmentação de boas ações, que, por melhores que possam ter sido, jamais se configuraram em política. O Comunidade Solidária não mudou a cara da pobreza no Brasil. Essa é uma obviedade incontestável qualquer que seja o ângulo - conservador ou progressista - da mirada!

 
É verdade que, ao final do segundo mandato FHC, o MEC resolveu adotar em nível nacional o Programa Bolsa Escola, cujas iniciativas bem-sucedidas se multiplicavam em vários municípios. Porém, o teto de cobertura do Bolsa Escola federal não passou do milhão de famílias, e o valor do benefício por criança era de R$15, o que não lhe assegurava a escala necessária, nem a eficácia requerida para ter um impacto na magnitude do problema a sanar. A política econômica do governo FHC tornava impeditiva uma política social eficaz nos seus propósitos.
 
Ao contrário do que afirma, em seu artigo, o candidato à Presidência derrotado, o Bolsa Família não é a mera unificação dos vários cadastros de programas que existiam antes, dispersos em muitos ministérios e todos, igual e inequivocadamente, inexpressivos em termos de resultados. O Bolsa Família constitui-se numa ruptura com as iniciativas pretéritas no campo dos programas assistenciais porque ele vai garantir uniformidade no atendimento, escala na cobertura e institucionalidade da política pública de assistência social, nos marcos da regulação existente e não à margem e na contramão, como o fez por oito anos o governo FHC.

Entretanto, dado que o Bolsa Família não é um direito, acabou por excluir alguns milhões de famílias dentre as mais destituídas embora cumprissem os critérios de elegibilidade para tornarem-se beneficiárias. O novo Plano de Erradicação da Miséria vem talhado para reparar essa falha grave e introduzir algumas inovações, a mais promissora delas o intento de associar satisfação de necessidades com promoção de oportunidades.

 
Há quem julgue que mantras produzem os efeitos esperados, pois seriam portadores de um poder específico. Deve ser essa a crença dos que repetem incessantemente que a novidade do crescimento com um pouco menos de desigualdade e um pouquinho mais de redistribuição, ampliação das camadas médias, mais crédito e a volta das políticas de infraestrutura social estavam nos genes do que precedeu o Bolsa Família. Não há exame de DNA possível para comprovar essa hipótese. Uma certeza temos, no entanto: a de que as urnas deram a vitória a quem soube, para além da garantia da estabilização, trazer segurança e prosperidade para que sonhos e projetos possam novamente alavancar o futuro da nação.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

ACREDITAR NO CANTOCHÃO DA MÍDIA GOLPISTA, QUE O SUCESSO DO GOVERNO LULA/DILMA, DEVEU-SE À CONTINUIDADE DO DE FHC, É SER UM IDIOTA!

 Amigos meus pertencentes à classe média alta e até da classe média que o Lula criou, vira e mexe, repete o velho CANTOCHÃO que a midia diz à classe média, é lógico que eu nunca acreditei em shongas nenhuma disto.

O diabo é fazer esta gente entender que eles estão sendo manipulados de forma vil e que eles estão caindo no verdadeiro CONTO DO VIGÁRIO.

 O que não entendo é como que esta gente tem a mémória tão curta, que agora eu não discuto mais com eles e nem tenho saco para isto.

 Meu negócio agora é números, já ando com a minha pasta rosa com o dossiê PIG, com todos os números do malfadado governo do FHD ( D de doar) e os números do governo Lula.

Os números mostram exatamente o contrário. O governo Lula foi a descontinuidade do neo liberalismo entreguista do governo FHD, aliás Lula salvou o capitalismo no Brasil. E com números não há como brigar, com fé, sim, fé é fé, vc tem o direito de crer no que quiser, se não tiver que ser confrontado com a exatidão dos números, vejamos se lula Realmente deu continuidade a isto:


- Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;
- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;
- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;
- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;
- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;
- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;
- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;
- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%; inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;
- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.

Alguém já sequer sonhou com manchetes destas abaixo, relacionadas com o presidente Lula?
  Então? Ele continuou ou descontinuou o governo de terra arrasada dos tucanos da era FHC?




VAI ACONTECER ISTO AÍ.


HÁ VIDA INTELIGENTE NO BAIRRO, CIDADE JARDIM SENHORA DO CARMO, VULGO ILHA DOS ARAUJOS.

Como sabe-se a Ilha dos Araújos, é reduto de uma classe média ultra, hiper, a número 1, no quesito reacionarismo.

   Odeiam o governo, federal e municipal, O  ESTADUAL NÃO. Afinal o estadual é do PSDB/UDN, não? deitam o sarrafo no presidente Lula, na presidenta Dilma, e na prefeita Elisa Costa, todos OS 3 do PT.

    Falar mal da prefeita Elisa Costa então é inaceitável, já que este bairro é dos mais bem atendidos por ela, esta ilha está um "brinco" por asssim dizer,  na administração da prefeita Elisa Costa.

    Considero uma burrice falar mal da prefeita, pelo fato de não precisar de entender de política para ver as boas coisas feitas no bairro, pois elas estão à olhos vistos.

  Quanto ao Lula e a Dilma, é até compreensível, pois como leitores do PIG, são por eles manipulados e todo o preconceito que têm jogam a culpa em Lula e Dilma.

 Querem um exemplo? Eles acham que o benefício "Auxílio  Reclusão" concedido pelo INSS à presos que contribuiram para a previdência, é coisa de Lula. Eles chamam auxílio bandido.

 Vejam a ignorância desta gente, uma lei de 1960, regulamentada pela constituinte de 1988, é coisa de Lula! BÚÚÚÚÚ, pra esta gente.

Quanto à Dilma é também compreensível, pois com a Dilma fazendo a economia bombar e criando de janeiro a maio 1.137.000, empregos Hum milhão!!!!!!! Olha que no governo do Farol  de alexandria (FHC), em oito  anos só criou 780.000, empregos em oito anos!

    Pois bem a Dilma tá puxando o tapete desta gente, pois seus ex servos e servas estão estão estudando e indo trabalhar no comércio. "Olha seu moço a gente não consegue nem mais gente para trabalhar para nós", não sei como você defende este governo. Que horror! não conseguem mais empregadas, porcausa do sucesso dos governos Lula/Dilma.

   Qúashuasqquasqhuahua! Só rindo mesmo. É a  economia estúpido! Já dizia o BILL, aquele que passou um pito no FHC em público.
  
     Eu mesmo conheço umas 6 ex domésticas de lá que largaram a "senzala" , a tal depedência de empregada e estão trabalhando em farmácias, supermercados e quetais, detalhe: Conseguem pagar aluguel e estudar, com os salários que recebem.

  Mas eis que um dia fazendo minha caminhada diária no calçadão da Ilha, deparo-me com uma cena impensável de ocorrer naquele local. Um ser letrado e inteligente, que sabe o que tem que ir para o lixo:



Jornais PIGUISTAS, zero quilômetro, sequer foram folheados.

O TEMPO, A Folha da Província de São Paulo,. Sujeito esperto este, colocou-os no seu devido lugar:
O LIXO


Nem o meu cachorro aceita como forro na sua casinha!


Ponte que leva à ILHA DOS ARAÚJOS. Vai ficar igual às "Pontes de Madson", já que a prefeita Elisa Costa, vai colocar uma cobertura nela. E a "massa cheirosa" da ILHA ainda reclama da prefeita. 



O bairro, que é uma ilha, fica à esquerda, é cercada pelas águas do Rio Doce e árvores nativas da floresta da Mata Atlântica e da Floresta Amazônica que o IBAMA plantou. Só que os ilhéus, ficaram ilhados politicamente.

O PIG, A UDN,, O ATUAL CONSÓRCIO PSDB/DEMOS/UDN/PPS, DESDE OS ANOS 50 MENTEM E SÃO CONTRA GOVERNOS POPULARES, LEIAM ESTAS NOTÍCIAS DOS ANOS 50 E COMPROVEM, COMO A MÍDIA MENTIA NO PASSADO E MENTE NO PRESENTE

Pois BEM,  senhores, senhoras e senhorinhas, leiam estas notícias do PIG/UDN dos anos 50, e veja se alguma delas tornou-se verdade, comprovem se esto foi jornalismo ou opinionismo?


Ídolo da extrema-direita brasileira. Não pelas denúncias (que podiam ter fundamento ou não), mas pela estridência. Xingava o governo populista – o que levava a classe média alienada e americanizada ao delírio. A atual oposição, alquebrada e agonizante, seguramente se ressente da falta de um sujeito como ele em suas fileiras.

O corvo da rua Chile, falo de Carlos Lacerda, acusava o presidente JK, quando da construção de brasília de ter tornado-se a sétima maior fortuna do mundo. JK morreu pobre, o corvo morreu milionário.

CARLOS LACERDA, O CORVO DA RUA CHILHE.






Lacerda e o PIG ( Partido da imprensa Golpista ), sempre foram aves de mau agouro, sempre foram golpistas, manipuladores da classe média, que achavam que estavam lendo jornalismo. Estavam lendo, era  opinionismo e golpista. Ainda por cima mentirosos ( os opinionismos).
Leiam o que está escrito nestas páginas e aponte uma só informação que se tornaram VERDADEIRAS.





A UDN, capitaneada pelo sinistro Carlos Lacerda, espalhou que Brasília fez do presidente Juscelino Kubitschek a sétima maior fortuna do mundo. Lacerda morreu milionário. JK morreu pobre.


Bem“Brasília será a maior ruína da história contemporânea.A diferença das
outras é que nunca será habitada por ninguém,já que não ficará pronta”
Carlos Lacerda, líder da União
Democrática Nacional (UDN), em 1957. nova capital só
Brasilia fica pronta no prazo fixado se a Novacap se transformar em
fada madrinhade história dacarochinha e, em vez de vigas de aço
vindas da Américado Norte, a peso de ouro, utilizar uma
varinha de condão”
Editorial do Diário de Notícias,
em dezembro de 1958


“Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se comunicará
com o restantedo país”
Gustavo Corção, pensador católico
e na época especialista em
telecomunicações, em O Globo,
em julho de 1959
Encheu, viu?
O escritor Gustavo Corção, crítico ferrenho a Brasília, aproveitava-se de seu diploma de engenheiro para escrever artigos dizendo que, por ter o solo muito poroso, o Lago Paranoá nunca seria cheio.
Um dia chega à sua casa um telegrama da presidência da República com a singela pergunta: "Encheu, viu?".
Derrotado no Lago, Corção passou a dizer que devido à localização de Brasília os cabos telefônicos do Rio de Janeiro não chegariam à capital.
No dia 17 de abril de 1960, quando os cabos chegaram, JK pediu a um assessor que ligasse para a casa do escritor: "Os fios chegaram. Viu?".
1957o
4 - "Brasília será para JK, o que as pirâmides são para os faraós: seu
túmulo ".
Carlos Lacerda - 1957.


A Belém-Brasília é a estrada das onças. Liga o nada a lugar nenhum."
Presidente Jânio Quadros, em 1961ci
7"Autonomia do Rio não virá porque Brasília só servirá para veraneio."Monsenhor Olímpio de Melo, ex-prefeito do Rio, crítico da correria de JK, em março de 1959

5 - "Afinal de contas para que tanta pressa? Para satisfação da vaidade?
Bobagem. Quando se efetivar a mudança, daqui a 4, a 8 ou 10 anos, far-se-á
um obelisco monstro à entrada do El Dorado com a inscrição de que tudo
aquilo é devido ao doutor Juscelino e dar-se- á o seu nome à Praça dos Três
Poderes. Creio que assim ficará bem para a posteridade ". Editorial
"Variações sobre a mudança" de AH Right no Correio da Manhã, em
8/maio/58

6 — "Antigamente era negócio da China: hoje se diz negócio de Brasília

Meta número um (Brasília) já está paralisada: falta dinheiro para obras.
Três coisas estão prontas: 1- O palácio (do Presidente)
2) O hotel (dos turistas)
3) A cachoeira (que Deus fez)
Reportagem na Tribuna da Imprensa assinada pelo jornalista
Adirson de Barros, em 3/setembro/58

7 - "O sr. Cardia, da censura, interrompeu o locutor Luiz Jatobá que lia
uma crônica do jornalista Darwin Brandão, no programa "Noite de Gala",
da TV Rio. Houve protestos de Jatobá e do patrocinador do programa
Abraão Medina. A crônica começava assim: "Nosso assunto hoje é a
história de uma obsessão e de um obcecado. A obsessão: Brasília. O
obcecado: JK". A leitura da crônica foi interrompida depois desta frase:
"Surgiu uma conversa! Brasília não existe'9. Primeira página de O Globo
- 30 de setembro de 1958.

8 - ''''Dificilmente a nova capital será inaugurada em 1960 como deseja o
senhor Juscelino Kubitschek ".
Engenheiro João Carlos Vital (ex-prefeito do Distrito Federal - RJ) - 15
de outubro de 1958.

9 - "Brasília jamais será habitada. O poder executivo pode até levar sua
estrutura para o Planalto Central, mas e os outros dois, Legislativo e
Judiciário, são favoráveis à mudança? ".
Diário de Notícias (editorial) 15 de outubro de 1958.

10 - "Brasília será o símbolo da leviandade e da inconsciência
de um governo ou, antes, de um homem dominado pela
vaidade de imortalizar-se, como os faraós, construindo porém,
não para o próprio túmulo, mas o túmulo das finanças e do
crédito brasileiro. "
Diário de Notícias (editorial) 15 de dezembro de 1958.

13 — "Nada justificava e nem justifica a mudança da capital. Os motivos
alegados a favor da mudança não convencem a ninguém que possua um
mínimo de bom senso ". Senador Othon Mader (UDN-PR)
JB 2/4/59 - Título: Senador quer acabar com a aventura r

14 — "E um desatino!"
Do deputado Adauto Lúcio Cardoso (UDN -GB) depois de chefiar uma
Comissão Mista da Câmara que visitou as obras da construção de
Brasília
(Jornal do Brasil - Primeiro/maio/59 - Título: Brasília: um desatino


15 - "Tem-se objetado que a água do lago poderá ser absorvida pelo terreno,
deixando-o vazio, total ou parcialmente. Que o perigo existe, não há dúvida,
porque chuvas fortes e prolongadas não enchem os poços abertos, até 25
metros (...) ".
"Estará errada Brasília ou somos nós que estamos errados,
argumentando contra ela. O futuro dirá. "

Maurício Joppert da Silva - ministro dos Transportes no
governo José Linhares e presidente do Clube de
Engenharia, em longo artigo no Jornal do Brasil em
12/julho/1959.
O argumento de que o lago não iria encher foi muito usado também nas
crônicas por Gustavo Corção. Tanto que JK mandou um lacônico
telegrama a Corção quando da inauguração da barragem do Paranoá:
"-ENCHEU, VIU?!"

16 - "As decantadas maravilhas da região são ilusórias. Os seus
característicos de riquezas naturais são os mesmos das pobres savanas
tropicais do Brasil Central". São palavras de Lucas Lopes, (Eng. Lucas
Lopes (ex-Ministro dos Transportes nos governos Café Filho e Nereu
Ramos) um homem realmente de visão. Se as tivesse ouvido no devido
tempo, o dr. Juscelino estaria livre do abacaxi que o atormenta e que duvido
muito seja descascado até 21 de abril de 1960". Editorial do Correio da
Manhã "Homem de Visão" em 31 de julho/59.


17 - "Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se
comunicará com o restante do País ".
Gustavo Corção - crítico, colunista do Diário de Notícias e de O
Globo. Pensador católico e especialista em telecomunicações da
época.

18 - "O sr. Juscelino, na sua paranóia progressista, continua a
acelerar a construção de Brasília, como se o Brasil não estivesse
sendo atingido pela crise. A crise social o persegue; sua mania de
grandeza é Brasília".
Correio da Manhã - Editorial "O Feijão e o Delírio" -em
15/9/59

19 - "E preciso que alguém advirta às autoridades brasileiras,
especial ao Presidente da República, que é pouco perigoso isso
de transformar todo visitante estrangeiro numa espécie de camelô
de Brasília. Lá que aparece um que pode querer cobrar direitos
autorais ou serviços profissionais por suas relações públicas.
Que isto se faça com sr. Charles Asnavour, o Marajá de Maroda
ou artistas de cinema, ainda se compreende. Mas que se procure
induzir visitantes oficiais a ir a Brasília dizer coisas simpáticas
não parece elegante, para dizer pouco... Até criança se enfara de
girafa. "
Jornal do Brasil, matéria "Camelôs de Brasília" - 14/10/59

20 - "A Belém Brasília é estrada das onças. Liga o nada a lugar
nenhum ".
Presidente Jânio Quadros - 1961.


21 - "Brasília é uma cidade fria e sem alma. Uma ilha da
fantasia. Nem esquina a cidade tem. As pessoas não tem onde se
encontrar ".
De intelectuais cariocas, conceito que acabou tomando conta do
Brasil.
CONCLUSÃO:

A força da personalidade e do destino de JK era tão grande que, se ele não
tivesse construído Brasília naqueles exatos cinco anos da grande arrancada do
desenvolvimento nacional, em que tudo nascia das entranhas da História,
talvez Brasília jamais tivesse sido construída.

 Jânio Quadros não iria fazê-la,
pois era contra Brasília.

 João Goulart, cercado por crises de todos os lados,
muito menos.

E os militares não teriam imaginação para tanto. Brasília
continuaria sendo um belíssimo sonho constitucional.

Imagina, hoje, o presidente Lula tentando construir Brasília. Não teria licença
ambiental do Ibama nem para fazer o Catetinho.

Portanto leitores de classe média desconfiem muito das notícias que vcs lêm no PIG.