CHEGARÁ UM DIA, EM QUE ESTA IMPRENSA, MENTIROSA, FASCISTA, E CRIMINOSA FORMARÁ UM PÚBLICO TÃO VIL QUANTO ELA PRÓPRIA. "JOSEPH PULLITZER", JORNALISTA HUNGARO-AMERICANO. Vai lendo aí PIPI.
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
PHA: Lcaerda sobrevive em seguidores(PSDB/PIG) que não lhes chegam aos pés.
Quem disse que o Jango
era corrupto ? O PiG (*)
NO CONVERSAAFIADA
O Historialismo (porque não é História nem Jornalismo) assegura que Jango caiu porque gostava de pernas: de cavalos e de coristas.
O PiG (*) do Lacerda, do Chateaubriand e do Roberto Marinho era mais consistente.
Acusava o Jango de “pelego comunista” e de ladrão.
Agora, o trabalho de Valente (cadê o livro sobre o Daniel Dantas, Valente ?) desmistifica o PiG (*).
Jango não era ladrão.
Era milionário.
É outra coisa.
Porque herdou uma fortuna do pai e tinha um talento incomum para negócios relacionados ao comércio de gado, como mostra a biografia escrita por Jorge Ferreira.
O “comunismo” do Jango era um slogan pigal.
Assim como é ficção a versão historialista de que Jango estivesse para dar um Golpe – e por isso foi apeado.
Jango caiu num Golpe paraguaio, com o apoio direto dos Estados Unidos.
O mundo gira, a Lusitana roda e o PiG (*) não sai do lugar.
É a hipocrisia udenista de sempre.
O Lacerda saiu do Governo da Guanabara dono de um banco.
Não é isso, Braguinha ?
O Cerra é inimputável.
E o Merval fica obcecado com o mensalão – que está por provar-se.
PHA.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Liberalismo. O Diabo sabe com quem faz pacto.
Adam Smith, o autor do livro " A Riqueza das Nações". A base do capitalismo e o pensamento dos liberais.
Tem pessoas que talvez pelo fato de não conhecer ou não sofrer com as causas catastróficas que o liberalismo causa, elogia, até admiram os liberais, que hoje, apartir de 1947 com a reunião da MPS( sociedade Mont ´Pèlerin) uma reunião que participaram os corneteiros do capitalismo e o liberallismo, hoje neo liberalismo, os economistas Hayeck, e Friedman, suas teorias espalham o que vocês lerão abaixo, no texto sobre a crise européia..
Foi baseados nestas teoria que Tatcher, depois Reagan, implantaram o "Estado Mínimo", para o povo, por que para a elite ele ficou maior ainda, já que ela surripiou, o patrimônio do povo com suas Privatarias, como a do reinado das trevas de FHC.
Foi deste corolário político que o governo Lula/Dima, fugiu como o diabo foge da cruz, apesar do cantochão da mídia de que Lula deu continuidade às políticas de FHC, uma infâmia.
Os seus biógrafos, escondem, mas o pai do liberalismo, Smith, era um teólogo, logo, podemos supor que "A Mão Invisível" do mercado que tudo regula e se auto regula, só pode ser pela desgraça que vem causando ao mundo, a mão do diabo.
Santayana lembra em uma de suas crônicas que o brilhante ex presidente da OAB. Raymundo Faoro, quando estudante de direito em Porto Alegre, vindo de Vacaria, RS, tentou, para fugir da fome, um pacto com o diabo. O diabo não deu-lhe ouvidos. O diabo sabe com quem faz pacto.
Mas fez com os liberais da UDN, que nós retiramos do comando desta nação em outubro de 2002, quando rejeitamos, solene e democraticamente, o candidato da UDN, José Serra, que nos levaria a viver o que a europa vive hoje, dor, sofrimento e miséria.
O texto acima é de responsabilidade deste blog sujo, abaixo lerão uma reportagem que lhes darão uma noção mais explícita do que nos livramos, quando rejeitamos a UDN.
O artigo é de Eduardo Frebbo na CARTAMAIOR

"Catástrofe liberal": crise arrasta Europa para a incerteza
O cientista político, economista e ex-deputado ecologista Alain Lipietz resume o momento pelo qual atravessa a Europa com duas palavras: “a catástrofe liberal”. As bolsas europeias voltaram a fechar com índices negativos, enquanto a Espanha, arrastada pelo redemoinho da especulação e dos cortes, acusa a Grécia de ser a responsável pela situação. A União Europeia considera cada vez mais a possibilidade de a Grécia abandonar a moeda única. O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Paris.
Eduardo Febbro - De Paris
Paris - A história cruza suas espadas e faz papel picado da construção europeia tal como ela foi plasmada no modelo ultraliberal. No momento em que o socialista François Hollande se prepara para assumir a presidência da República da França, a Europa está espremida em uma grave crise enquanto os mercados seguem movendo os fios para não perder um centavo de seus já abismais lucros: a Grécia continua sem formar um governo que aceite submeter o povo à sangria da austeridade imposta pelos mesmos que foram cúmplices da derrocada. As bolsas europeias - Paris, Londres, Milão, Frankfurt, Atenas – voltaram a fechar com índices negativos, enquanto a Espanha, arrastada pelo redemoinho da especulação e dos cortes, acusa a Grécia de ser a responsável pela situação.
“A instabilidade política grega é o principal elemento de incerteza e é aí que devemos agir. Temos que tomar decisões”, disse em Bruxelas o ministro espanhol da Economia, Luis de Guindos. A União Europeia se divide em torno do irmão menor. Responsáveis da Comissão Europeia, ministros, analistas e meios de comunicação já contempla, sem se escandalizar, o futuro da Europa com a Grécia fora do euro. Os responsáveis europeus colocaram Atenas ante uma disjuntiva com final similar: morrer dentro do euro, ou morrer fora dele. O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que “se os acordos não são respeitados por um país, isso significa que não há condições para continuar com esse país”.
Na verdade, são os mercados que antecipam a hecatombe. Assustados pela eventualidade de um atraso ou de uma suspensão das ajudas financeiras prometidas a Atenas para que faça frente a seus vencimentos, os investidores se refugiam ali onde seus capitais estão a salvo, neste caso nos títulos alemães. A taxa de risco espanhola alcançou um máximo histórico ao mesmo tempo em que os títulos alemães, os Band, percorreram o caminho contrário: chegaram a seu piso mais baixo da história graças à corrida dos investidores para esse produto seguro. A crise grega se juntou com os desarranjos da banca espanhola oriundos de anos anteriores. O incêndio está chegando aos cofres dos bancos e se expande com as faíscas do passado.
A reforma bancária proposta pelo governo conservador de Mariano Rajoy obriga os bancos a aportar provisões de 30 bilhões de euros para sustentar as contas castigadas por empréstimos imobiliários de alto risco. Cinco dos principais bancos do país – Bankia, CaixaBank, Popular, Santander e BBVA – necessitam de 16 bilhões de euros para sanear-se. Os bancos espanhóis arrastam uma sombra de 238 bilhões de dólares de ativos imobiliários cujo valor é aleatório.
Como se isso não bastasse, o socialista François Hollande assume nesta terça-feira a presidência em pleno confronto com a Alemanha a propósito do manto de austeridade com o qual Berlim cobriu a Europa. O presidente francês se empenhou em renegociar o pacto fiscal adotado em março passado por 25 dos 27 países da União Europeia com a meta de superar a crise. Mas esse pacto implica severas políticas de austeridade e Hollande disse que a austeridade sem crescimento não faz sentido. O chefe de Estado francês quer renegociar o tratando incluindo medidas a favor do crescimento, algo que a Alemanha rejeita. No entanto, os analistas consideram que a força da crise grega obrigará Paris e Berlim a um consenso no momento em que a ideia da saída da Grécia do euro deixou de ser uma metáfora.
O tabu sobre a unidade em torno do euro foi reduzido a pedaços. A União Europeia considera cada vez mais a possibilidade de que a Grécia abandone a moeda única. O semanário britânico The Observer chegou até a publicar uma nota sobre “como a Grécia poderia deixar o Euro em cinco etapas difíceis”. Em Atenas, o chefe do partido de extrema-esquerda Syriza, negou-se a formar um governo com mandato para aplicar um programa que ele mesmo qualificou de “criminoso”. Sem governo na Grécia, a única alternativa seria realizar novas eleições daqui a um mês. Marcus Huber, membro da empresa de consultoria financeira ETX Capital, disse à imprensa que “essas eleições não só conduziriam a um novo rechaço das medidas de austeridade, como representariam um verdadeiro referendo sobre a permanência ou não do país na zona do euro”.
Antes impensável, essa eventualidade torna-se tangível e as capitais europeias já começaram a fazer contas. Na França, o governador do Banco da França, Christian Noyer, declarou que nenhum grupo financeiro, banco ou companhia de seguro atravessaria sérias dificuldades em caso de “um cenário extremo na Grécia”. O passivo da Grécia com os bancos franceses chega a 13 bilhões de euros.
Atenas deve cumprir com o plano de ajuste ou partir. O cenário de um erro sem a Grécia é menos otimista que as declarações oficiais. Se isso ocorrer, muitas empresas entrariam em situação de moratória. Segundo a agência de avaliação financeira Fitch, as repercussões da Grécia fora do Euro se fariam sentir nas notas de países como Itália e Espanha. De fato, a crise polifônica que atinge a Europa é consequência do dogma liberal: desmontar os Estados, impor a bota da austeridade e do rigor. Em termos de funcionamento, o dogma também criou desarranjos difíceis de corrigir: o Banco Central Europeu (BCE) não empresta dinheiro aos Estados, só aos bancos privados. Só o BCE tem o poder de desvalorizar o euro e unicamente o BCE e os bancos privados podem emitir moeda, não os Estados.
Por esta razão, a Grécia não pode nem desvalorizar nem criar moeda, nem obter dinheiro do Banco Central a uma taxa razoável. A universitária Sophia Mappa, pesquisadora no Laboratório de Investigações sobre a Governabilidade (Largotec) assinala que “a crise grega é o espelho dos limites do modelo liberal, não só econômico, mas também social”. O cientista político, economista e ex-deputado ecologista Alain Lipietz resume o momento pelo qual atravessa a Europa com duas palavras: “a catástrofe liberal”.
Nada retrata melhor sua análise do que as cifras do banco BBVA. No informe anual apresentado em abril passado pelo BBVA, ante a Comissão do Mercado de Valores dos Estados Unidos, o banco registrou: “A crise da dívida soberana na Europa se intensificou em agosto de 2011 e se contagiou com pressões de financiamento no setor financeiro. As tensões financeiras na Europa seguem em níveis superiores àquelas verificadas após a queda do Lehman Brothers em 2008”. Quatro anos depois da grande quebra do Lehman, a crise não fez outra coisa do que desenhar um redemoinho que arrasta povos inteiros ao desemprego, à pobreza e à incerteza.
Tradução: Katarina Peixoto
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A QUESTÃO HOMOSSEXUAL, ISTO É DA BIBLIA. ÔRRA MEU!!!!
Filosofando
Não me instes para que te deixe. Aonde tu fores, eu irei, e onde pousares, eu pousarei. O teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que vieres a morrer, morrerei eu, e aí serei sepultada; faça-me o Senhor o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti”.
Livro de Ruth 1:16-17
Vejamos: Na Bíblia hebraica, Ruth é um dos cinco Megilloth ou “rolos”, incluídos nos “Escritos”, a terceira divisão do cânon judaico. É lido anualmente pelos judeus na Festa das Semanas. Na Septuaginta, na Vulgata e na maioria das versões modernas, o livro vem imediatamente depois do Livro de Juízes.
Ruth é a heroína do livro que tem o seu nome. Ela era uma moabita que viveu no período dos Juízes. Em sua própria terra de Moabe, Ruth se casara com Malom (Rt 4:10), filho mais velho de Elimeleque e Noemi, israelitas vindos de Belém-Judá para Moabe durante certa época de fome. Noemi ficou viúva, e em seguida seus dois filhos também faleceram sem deixar herdeiros. Ela resolveu retornar à sua pátria nativa, quando então Ruth anunciou que pretendia acompanhá-la, adotando tanto a sua nacionalidade como o seu Deus. Somente a morte poderia separá-las (Rt:1:17).
Pode parecer, para pessoas religiosas, que relacionar esses versos a um maravilhoso caso de amor seja uma interpretação fantasiosa ou absurda. Consta que, em Belém, Noemi planejou um casamento levirato para Ruth, com seu próprio parente chegado, Boaz. O primeiro filho de Boaz e Ruth, Obede, foi considerado como filho de Noemi. Esse menino, mais tarde, foi o avô de Davi.
Não é apenas suposição que Noemi e Ruth tiveram uma relação lésbica. Basta ler com atenção o livro de Ruth. É uma história romântica, mas não entre Ruth e Boaz. Noemi é, de fato, a personagem central e Ruth a sua redentora. O relacionamento de Boaz com Ruth está distante de ser romântico, não passou de uma questão de dever familiar e propriedade. Leia Rt 4:5. Está escrito: “A isso (e aqui se refere ao fato de Boaz assumir o papel de parente-redentor -cf.Lv 25:25, 47:49) Boaz apresentou adicionalmente a obrigação de casar-se com Ruth conforme o casamento levirato”.
A história de Ruth e Noemi contém a mais comovente promessa de fidelidade num relacionamento entre duas pessoas em toda a Bíblia. Apesar de nenhuma atividade sexual ser mencionada entre elas, fica claro que há um pacto entre ambas. Para os antigos israelitas, um pacto era visto como um laço sagrado, uma união poderosa entre duas pessoas. Por outro lado, não existem meios para sabermos, mas está claro que as duas mulheres tiveram durante a vida uma relação passional com comprometimento celebrado nas escrituras.
domingo, 31 de julho de 2011
PRECONCEITO: O OVO DA SERPENTE( UDN, CARLOS LACERDA), O QUE CHOCOU O CERRA; E UMA HORDA DE HOMOFÓBICOS, HIGIENISTAS DE TODA SORTE, PRECONCEITUOSOS RELIGIOSOS, ISLAMAFÓBICOS, APAIXOUNOU-SE...POR UM RAPAZ!
EU HEIN ROSA, ISTO É COISA DA UDN?
NERY DA FONSECA GOSTA DE LIVROS.
“Ele explica o fenômeno de maneira científica, sem criar monstros, como todos fizeram antes dele”. No Brasil, o livro foi editado pela Nova Fronteira, editora de Carlos Lacerda. “O político carioca ficou sensível à causa quando se apaixonou pelo neto de Cecília Meireles”, dispara Edson.
O senhor se tornou conhecido no Brasil inteiro por conta da Universidade de Brasília, onde montou a biblioteca e o curso de biblioteconomia. Era algo planejado?
Quando deixei o Recife, em 1946, me apaixonei pelo Rio de Janeiro. Não queria morar em Brasília. Fiz concurso para a biblioteca da Câmara dos Deputados e pensei em todas as alternativas para continuar no Rio. Não consegui. Ganhei na nova capital do país uma casa que era atacada por ratos todos os dias. Por ser alérgico ao veneno para exterminá-los, adotei os gatos como solução. Cheguei a ter 20. Sou conhecido por ter a casa cheia deles até hoje. Brasília surgiu para mim a partir dali, não foi planejado. Depois vieram os amigos famosos, a Biblioteca da UnB, que virou minha vida.
Um dos amigos mais próximos na nova capital do país foi o paisagista Carlos Burle Marx, que também era homossexual. Vocês foram namorados?
Fomos muito amigos porque ele precisava visitar Brasília o tempo inteiro por conta das obras em jardins públicos. Uma companhia incrível. Sua mãe era pernambucana e o pai, alemão. Por isso, aos 16 anos, foi mandado para a Alemanha, onde estudaria canto lírico. Ele adorava fazer voz de soprano para os amigos. Mas não chegamos a namorar.
O senhor tornou-se especialista na obra de Gilberto Freyre. Deve ter alguma explicação para o apoio dele ao golpe militar de 1964.
Tenho uma teoria que desagrada um pouco a família Freyre. Ele queria ser governador de Pernambuco. Achava que poderia ser indicado pelo presidente Humberto Castelo Branco sem precisar de eleições. Gostou de ser deputado na Constituinte de 1946, ao lado de Luís Carlos Prestes, Jorge Amado e Nereu Ramos. Conhecia o Nordeste, tinha convicção que melhoraria as condições de vida na região. Não era por pura vaidade. Mas quem ficou com o cargo foi Nilo Coelho, que oferecia lagosta a Castelo Branco nos almoços de domingo em Brasília. Quando percebeu o que seria, de fato, o golpe, desistiu do apoio. Mas ficou estigmatizado como reacionário.
O senhor tem quatro pontes de safena. Não parece ter sido um homem agitado.
Ja guardei muita raiva. Hoje, sou outro. Passo os dias rezando e escutando canto gregoriano. Redescobri minha vocação monástica na maturidade. Tanto que deixei minha casa na praia, na zona Sul do Recife, para morar bem perto do Mosteiro de São Bento, em Olinda. Virei um oblato, que é um cristão que vive com fervor o evangelho. Quase um monge, mas que vive fora do claustro. Hoje, tenho dificuldades para caminhar, não posso ir à missa todos os dias. Frequento o mosteiro aos domingos porque acho impressionante a proposta dos beneditinos. Eles me ensinaram que Deus é amor. Não o senhor impiedoso que o colégio nos mostrava.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
O CORVO E OUTRAS AVES! A CLASSE MÉDIA MEDROSA, PRECONCEITUOSA E O SEU FASCÍNIO POR ESTAS AVES!
O CORVO E OUTRAS AVES!
história do "Corvo" nasceu durante o velório de um repórter (cujo nome, infelizmente, não lembro) do jornal "Última Hora", na década de 1950. Sua morte, causada por espancamento efetuado por policiais truculentos, comoveu a cidade do Rio de Janeiro.
Samuel Wainer, proprietário da "Última Hora", acompanhava o velório quando viu chegar seu inimigo Carlos Lacerda, político e dono do jornal "Tribuna da Imprensa".
Lacerda tinha um histórico de jamais perder oportunidades para explorar comoções populares. "Ele apareceu no enterro vestido de preto dos pés à cabeça", descreveu Wainer em suas memórias, publicadas no livro "Minha razão de viver".
Certo de estar vendo não uma pessoa indignada com o assassinato de um colega de profissão, mas um ator em plena encenação, Wainer ficou profundamente irritado e foi embora do velório:
"Vou voltar para o jornal. Não agüento ver esse corvo na minha frente", explicou a amigos.
Chegando à redação, ainda alterado e sem conseguir esquecer o assunto, Wainer pediu ao cartunista Claudius que desenhasse uma caricatura de Lacerda como corvo.
Ela foi publicada na edição seguinte da "Última Hora" - e o apelido "Corvo" acompanhou Lacerda até sua morte, em 1977.
Carlos Lacerda foi um típico representante da direita brasileira. Arrogante, golpista, inescrupuloso, autoritário, hipócrita, falso moralista - a descrição é freqüente entre quem acompanhou a política do país naqueles tempos.
Conspirou contra os governos Vargas e JK, muitas vezes agindo contra a lei e contra a constituição.
Boa parte da grande imprensa da época, conivente, dava apoio a suas campanhas. Em 1964, quando da derrubada de João Goulart, Lacerda achou que finalmente havia chegado sua hora. Mas ele era tão pouco confiável que nem os militares golpistas quiseram sua companhia. Teve seus direitos políticos cassados por dez anos.
Lacerda tinha uma retórica sedutora para a classe média amedrontada, para conservadores empedernidos e para aquele tipo de mente simplória que acredita na "linha dura" ("tolerância zero", preferem alguns) como solução imediata e definitiva para todos os problemas.
Eleito governador do estado da Guanabara (i.e., a cidade do Rio de Janeiro depois da mudança da capital para Brasília), resolveu acabar com o problema dos mendigos... acabando com os mendigos. Por ordem da secretária de Assistência Social, Sandra Cavalcanti, eles eram afogados no rio da Guarda.
Isso foi descoberto e Lacerda ganhou de Wainer mais um apelido: "mata-mendigos". (Lacerda e dona Sandra tinham também um método muito peculiar de acabar com as favelas: botavam fogo nelas.)
O que me espanta é a semelhança dessas barbaridades de quatro décadas atrás com coisas que acontecem hoje em todo o Brasil. Em São Paulo, QUANDO da a posse do sr. José Serra, a prefeitura promoveu a construção de rampas anti-mendigos e a destruição dos poucos bens de moradores de rua que se recusam a ir para alojamentos municipais.
Tucanos ou corvos?
história do "Corvo" nasceu durante o velório de um repórter (cujo nome, infelizmente, não lembro) do jornal "Última Hora", na década de 1950. Sua morte, causada por espancamento efetuado por policiais truculentos, comoveu a cidade do Rio de Janeiro.
Samuel Wainer, proprietário da "Última Hora", acompanhava o velório quando viu chegar seu inimigo Carlos Lacerda, político e dono do jornal "Tribuna da Imprensa".
Lacerda tinha um histórico de jamais perder oportunidades para explorar comoções populares. "Ele apareceu no enterro vestido de preto dos pés à cabeça", descreveu Wainer em suas memórias, publicadas no livro "Minha razão de viver".
Certo de estar vendo não uma pessoa indignada com o assassinato de um colega de profissão, mas um ator em plena encenação, Wainer ficou profundamente irritado e foi embora do velório:
"Vou voltar para o jornal. Não agüento ver esse corvo na minha frente", explicou a amigos.
Chegando à redação, ainda alterado e sem conseguir esquecer o assunto, Wainer pediu ao cartunista Claudius que desenhasse uma caricatura de Lacerda como corvo.
Ela foi publicada na edição seguinte da "Última Hora" - e o apelido "Corvo" acompanhou Lacerda até sua morte, em 1977.
Carlos Lacerda foi um típico representante da direita brasileira. Arrogante, golpista, inescrupuloso, autoritário, hipócrita, falso moralista - a descrição é freqüente entre quem acompanhou a política do país naqueles tempos.
Conspirou contra os governos Vargas e JK, muitas vezes agindo contra a lei e contra a constituição.
Boa parte da grande imprensa da época, conivente, dava apoio a suas campanhas. Em 1964, quando da derrubada de João Goulart, Lacerda achou que finalmente havia chegado sua hora. Mas ele era tão pouco confiável que nem os militares golpistas quiseram sua companhia. Teve seus direitos políticos cassados por dez anos.
Lacerda tinha uma retórica sedutora para a classe média amedrontada, para conservadores empedernidos e para aquele tipo de mente simplória que acredita na "linha dura" ("tolerância zero", preferem alguns) como solução imediata e definitiva para todos os problemas.
Eleito governador do estado da Guanabara (i.e., a cidade do Rio de Janeiro depois da mudança da capital para Brasília), resolveu acabar com o problema dos mendigos... acabando com os mendigos. Por ordem da secretária de Assistência Social, Sandra Cavalcanti, eles eram afogados no rio da Guarda.
Isso foi descoberto e Lacerda ganhou de Wainer mais um apelido: "mata-mendigos". (Lacerda e dona Sandra tinham também um método muito peculiar de acabar com as favelas: botavam fogo nelas.)
O que me espanta é a semelhança dessas barbaridades de quatro décadas atrás com coisas que acontecem hoje em todo o Brasil. Em São Paulo, QUANDO da a posse do sr. José Serra, a prefeitura promoveu a construção de rampas anti-mendigos e a destruição dos poucos bens de moradores de rua que se recusam a ir para alojamentos municipais.
Tucanos ou corvos?
P´RÁ MIM ISTO É UM CORVO TAMBÉM!
TEXTO DO BLOG DO PANDINIGP, QUE READPTEI AQUI.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
O PIG, A UDN,, O ATUAL CONSÓRCIO PSDB/DEMOS/UDN/PPS, DESDE OS ANOS 50 MENTEM E SÃO CONTRA GOVERNOS POPULARES, LEIAM ESTAS NOTÍCIAS DOS ANOS 50 E COMPROVEM, COMO A MÍDIA MENTIA NO PASSADO E MENTE NO PRESENTE
Pois BEM, senhores, senhoras e senhorinhas, leiam estas notícias do PIG/UDN dos anos 50, e veja se alguma delas tornou-se verdade, comprovem se esto foi jornalismo ou opinionismo?
Ídolo da extrema-direita brasileira. Não pelas denúncias (que podiam ter fundamento ou não), mas pela estridência. Xingava o governo populista – o que levava a classe média alienada e americanizada ao delírio. A atual oposição, alquebrada e agonizante, seguramente se ressente da falta de um sujeito como ele em suas fileiras.
Ídolo da extrema-direita brasileira. Não pelas denúncias (que podiam ter fundamento ou não), mas pela estridência. Xingava o governo populista – o que levava a classe média alienada e americanizada ao delírio. A atual oposição, alquebrada e agonizante, seguramente se ressente da falta de um sujeito como ele em suas fileiras.
O corvo da rua Chile, falo de Carlos Lacerda, acusava o presidente JK, quando da construção de brasília de ter tornado-se a sétima maior fortuna do mundo. JK morreu pobre, o corvo morreu milionário.
CARLOS LACERDA, O CORVO DA RUA CHILHE.
Lacerda e o PIG ( Partido da imprensa Golpista ), sempre foram aves de mau agouro, sempre foram golpistas, manipuladores da classe média, que achavam que estavam lendo jornalismo. Estavam lendo, era opinionismo e golpista. Ainda por cima mentirosos ( os opinionismos).
Leiam o que está escrito nestas páginas e aponte uma só informação que se tornaram VERDADEIRAS.A UDN, capitaneada pelo sinistro Carlos Lacerda, espalhou que Brasília fez do presidente Juscelino Kubitschek a sétima maior fortuna do mundo. Lacerda morreu milionário. JK morreu pobre.
Bem“Brasília será a maior ruína da história contemporânea.A diferença das
outras é que nunca será habitada por ninguém,já que não ficará pronta”
Carlos Lacerda, líder da União
Democrática Nacional (UDN), em 1957. nova capital só
Brasilia fica pronta no prazo fixado se a Novacap se transformar em
fada madrinhade história dacarochinha e, em vez de vigas de aço
vindas da Américado Norte, a peso de ouro, utilizar uma
varinha de condão”
Editorial do Diário de Notícias,
em dezembro de 1958
“Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se comunicará
com o restantedo país”
Gustavo Corção, pensador católico
e na época especialista em
telecomunicações, em O Globo,
em julho de 1959
Encheu, viu?
O escritor Gustavo Corção, crítico ferrenho a Brasília, aproveitava-se de seu diploma de engenheiro para escrever artigos dizendo que, por ter o solo muito poroso, o Lago Paranoá nunca seria cheio.
Um dia chega à sua casa um telegrama da presidência da República com a singela pergunta: "Encheu, viu?".
Derrotado no Lago, Corção passou a dizer que devido à localização de Brasília os cabos telefônicos do Rio de Janeiro não chegariam à capital.
No dia 17 de abril de 1960, quando os cabos chegaram, JK pediu a um assessor que ligasse para a casa do escritor: "Os fios chegaram. Viu?".
1957o
4 - "Brasília será para JK, o que as pirâmides são para os faraós: seu
túmulo ".
Carlos Lacerda - 1957.
A Belém-Brasília é a estrada das onças. Liga o nada a lugar nenhum."
Presidente Jânio Quadros, em 1961ci
7"Autonomia do Rio não virá porque Brasília só servirá para veraneio."Monsenhor Olímpio de Melo, ex-prefeito do Rio, crítico da correria de JK, em março de 1959Presidente Jânio Quadros, em 1961ci
5 - "Afinal de contas para que tanta pressa? Para satisfação da vaidade?
Bobagem. Quando se efetivar a mudança, daqui a 4, a 8 ou 10 anos, far-se-á
um obelisco monstro à entrada do El Dorado com a inscrição de que tudo
aquilo é devido ao doutor Juscelino e dar-se- á o seu nome à Praça dos Três
Poderes. Creio que assim ficará bem para a posteridade ". Editorial
"Variações sobre a mudança" de AH Right no Correio da Manhã, em
8/maio/58
6 — "Antigamente era negócio da China: hoje se diz negócio de Brasília
Meta número um (Brasília) já está paralisada: falta dinheiro para obras.
Três coisas estão prontas: 1- O palácio (do Presidente)
2) O hotel (dos turistas)
3) A cachoeira (que Deus fez)
Reportagem na Tribuna da Imprensa assinada pelo jornalista
Adirson de Barros, em 3/setembro/58
7 - "O sr. Cardia, da censura, interrompeu o locutor Luiz Jatobá que lia
uma crônica do jornalista Darwin Brandão, no programa "Noite de Gala",
da TV Rio. Houve protestos de Jatobá e do patrocinador do programa
Abraão Medina. A crônica começava assim: "Nosso assunto hoje é a
história de uma obsessão e de um obcecado. A obsessão: Brasília. O
obcecado: JK". A leitura da crônica foi interrompida depois desta frase:
"Surgiu uma conversa! Brasília não existe'9. Primeira página de O Globo
- 30 de setembro de 1958.
8 - ''''Dificilmente a nova capital será inaugurada em 1960 como deseja o
senhor Juscelino Kubitschek ".
Engenheiro João Carlos Vital (ex-prefeito do Distrito Federal - RJ) - 15
de outubro de 1958.
9 - "Brasília jamais será habitada. O poder executivo pode até levar sua
estrutura para o Planalto Central, mas e os outros dois, Legislativo e
Judiciário, são favoráveis à mudança? ".
Diário de Notícias (editorial) 15 de outubro de 1958.
10 - "Brasília será o símbolo da leviandade e da inconsciência
de um governo ou, antes, de um homem dominado pela
vaidade de imortalizar-se, como os faraós, construindo porém,
não para o próprio túmulo, mas o túmulo das finanças e do
crédito brasileiro. "
Diário de Notícias (editorial) 15 de dezembro de 1958.
13 — "Nada justificava e nem justifica a mudança da capital. Os motivos
alegados a favor da mudança não convencem a ninguém que possua um
mínimo de bom senso ". Senador Othon Mader (UDN-PR)
JB 2/4/59 - Título: Senador quer acabar com a aventura r
14 — "E um desatino!"
Do deputado Adauto Lúcio Cardoso (UDN -GB) depois de chefiar uma
Comissão Mista da Câmara que visitou as obras da construção de
Brasília
(Jornal do Brasil - Primeiro/maio/59 - Título: Brasília: um desatino
15 - "Tem-se objetado que a água do lago poderá ser absorvida pelo terreno,
deixando-o vazio, total ou parcialmente. Que o perigo existe, não há dúvida,
porque chuvas fortes e prolongadas não enchem os poços abertos, até 25
metros (...) ".
"Estará errada Brasília ou somos nós que estamos errados,
argumentando contra ela. O futuro dirá. "
Maurício Joppert da Silva - ministro dos Transportes no
governo José Linhares e presidente do Clube de
Engenharia, em longo artigo no Jornal do Brasil em
12/julho/1959.
O argumento de que o lago não iria encher foi muito usado também nas
crônicas por Gustavo Corção. Tanto que JK mandou um lacônico
telegrama a Corção quando da inauguração da barragem do Paranoá:
"-ENCHEU, VIU?!"
16 - "As decantadas maravilhas da região são ilusórias. Os seus
característicos de riquezas naturais são os mesmos das pobres savanas
tropicais do Brasil Central". São palavras de Lucas Lopes, (Eng. Lucas
Lopes (ex-Ministro dos Transportes nos governos Café Filho e Nereu
Ramos) um homem realmente de visão. Se as tivesse ouvido no devido
tempo, o dr. Juscelino estaria livre do abacaxi que o atormenta e que duvido
muito seja descascado até 21 de abril de 1960". Editorial do Correio da
Manhã "Homem de Visão" em 31 de julho/59.
17 - "Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se
comunicará com o restante do País ".
Gustavo Corção - crítico, colunista do Diário de Notícias e de O
Globo. Pensador católico e especialista em telecomunicações da
época.
18 - "O sr. Juscelino, na sua paranóia progressista, continua a
acelerar a construção de Brasília, como se o Brasil não estivesse
sendo atingido pela crise. A crise social o persegue; sua mania de
grandeza é Brasília".
Correio da Manhã - Editorial "O Feijão e o Delírio" -em
15/9/59
19 - "E preciso que alguém advirta às autoridades brasileiras,
especial ao Presidente da República, que é pouco perigoso isso
de transformar todo visitante estrangeiro numa espécie de camelô
de Brasília. Lá que aparece um que pode querer cobrar direitos
autorais ou serviços profissionais por suas relações públicas.
Que isto se faça com sr. Charles Asnavour, o Marajá de Maroda
ou artistas de cinema, ainda se compreende. Mas que se procure
induzir visitantes oficiais a ir a Brasília dizer coisas simpáticas
não parece elegante, para dizer pouco... Até criança se enfara de
girafa. "
Jornal do Brasil, matéria "Camelôs de Brasília" - 14/10/59
20 - "A Belém Brasília é estrada das onças. Liga o nada a lugar
nenhum ".
Presidente Jânio Quadros - 1961.
21 - "Brasília é uma cidade fria e sem alma. Uma ilha da
fantasia. Nem esquina a cidade tem. As pessoas não tem onde se
encontrar ".
De intelectuais cariocas, conceito que acabou tomando conta do
Brasil.
CONCLUSÃO:
A força da personalidade e do destino de JK era tão grande que, se ele não
tivesse construído Brasília naqueles exatos cinco anos da grande arrancada do
desenvolvimento nacional, em que tudo nascia das entranhas da História,
talvez Brasília jamais tivesse sido construída.
Jânio Quadros não iria fazê-la,
pois era contra Brasília.
João Goulart, cercado por crises de todos os lados,
muito menos.
E os militares não teriam imaginação para tanto. Brasília
continuaria sendo um belíssimo sonho constitucional.
Imagina, hoje, o presidente Lula tentando construir Brasília. Não teria licença
ambiental do Ibama nem para fazer o Catetinho.
Portanto leitores de classe média desconfiem muito das notícias que vcs lêm no PIG.
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