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sábado, 7 de abril de 2012

UDN. O ESTANDARTE DA HIPOCRISIA!

FHC: É FOGO NO PALHEIRO! PRECISAMOS EVOCAR O ESPÍRITO DE CARLOS LACERDA.

Estandarte da hipocrisia

por Mauricio Dias, em CartaCapital

O senador Demóstenes Torres é uma figura mais emblemática do que ele próprio imagina. Essa derrocada que sofreu, após assumir o papel de guardião da moral pública, tem sido típica da oposição conservadora há mais de meio século.
Caso houvesse um lema na bandeira desses oposicionistas – sem dúvida representada pelo lábaro udenista  (foto)– ele seria composto de duas palavras: “Moralidade e Legalidade”, e poderia ser apelidado imediatamente de “Estandarte da Hipocrisia”.
Esse espírito da UDN, hipocritamente moralista e legalista, assombra a democracia brasileira desde a fundação, em abril de 1945. Na esteira da participação militar do País na Segunda Guerra Mundial, os udenistas encarnaram o papel de principal oposição ao Estado Novo. Muita gente, à esquerda e à direita, foi presa e sofreu no cárcere. Não se sabe, no entanto, de nenhum udenista preso ou torturado durante o regime varguista.
No DNA da UDN, além de uma ideologia que varia do conservadorismo ao reacionarismo golpista, consta também a célula de rejeição ao que de melhor fez o ex-presidente Getúlio Vargas. A construção das bases do moderno Estado Nacional e das regras de proteção aos trabalhadores.

Principalmente por essas decisões Vargas pagou com o suicídio, em 1954, quando o arauto da oposição era Carlos Lacerda. Ele segurou o estandarte da moralidade quando criou a expressão “Mar de Lama”, que supostamente corria sob o Palácio do Catete. Nada provado, mas perfeitamente executado e ampliado pelas trombetas da mídia.

Na eleição de 1950, Vargas deu uma surra eleitoral no udenista Eduardo Gomes, um brigadeiro identificado como reserva moral do País. Gomes já tinha perdido, em 1945, para o candidato Eurico Gaspar Dutra, apoiado por Getúlio. Em 1955, a UDN empurrou para o páreo o marechal Juarez Távora. Ele perdeu para Juscelino Kubitschek, que tinha como vice o getulista João Goulart.

A UDN tentou ganhar no tapetão. Renomadas figuras do partido, como Afonso Arinos, tentaram um golpe branco com o argumento, não previsto na legislação, de que JK não havia conquistado a maioria absoluta de votos. Não deu certo.

Em 1960, os udenistas ganharam a eleição presidencial na garupa da vassoura do tresloucado Jânio Quadros.

Ele renunciou após sete meses, mas levou a faixa presidencial na esperança de voltar ao poder com o apoio dos militares. Prevaleceu, no entanto, a resistência democrática, comandada por Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul.

A esquerda saiu fortalecida do episódio e com a bandeira da legalidade nas mãos.


O udenismo chegou ao poder em 1964. Dessa vez a reboque dos militares, com a deposição de João Goulart.

Por uma sucessão de erros políticos do presidente, e com uma parte da esquerda alimentando-se de fantasias revolucionárias, entregou de mão beijada aos golpistas o discurso da legalidade.

Era falsa.

A legalidade udenista abriu caminho para uma ditadura que durou 21 anos.


O mote da ética levou o espírito udenista, encarnado pelo ex-presidente Fernando Henrique, a propor o impeachment inicialmente e, posteriormente, a renúncia à reeleição ao ex-presidente Lula. Não levaram.


Os conservadores de agora, com o processo democrático fortalecido, sem o discurso da legalidade, acabam de perder a bandeira da moralidade sustentada pela hipocrisia de Demóstenes Torres.

Com que bandeira eles vão à luta eleitoral?

quinta-feira, 5 de abril de 2012

HIGIENISMO UDENISTA: MORADORES DE RUA SÃO EXTERMINADOS!

CARLOS LACERDA O GOLPISTA DA UDN O "MATA-MENDIGOS" NO MAR OU NO RIO DA GUARDA.

OS HIGIENISTAS NEO UDENISTAS, OS QUEREM NOS QUINTOS DOS INFERNOS!



Entidade denuncia extermínio de moradores de rua no país
Por: José Carlos Oliveira, da Agência Câmara

 Em audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, nesta quarta-feira (4) o coordenador do Fórum Nacional de Pessoas em Situação de Rua, Jacinto Mateus, afirmou que 265 moradores de rua foram assassinados no país, nos últimos seis meses.


 Desse total, 190 foram sepultados como indigentes.

 Só no primeiro trimestre deste ano, o número de assassinatos chegou a 170, com base em levantamento do fórum junto à polícia e à imprensa.


 Muitas das mortes estariam ligadas a ações de grupos de extermínio.

Jacinto Mateus classificou a situação de "genocídio" dos moradores de rua e citou casos recentes no Distrito Federal para afirmar que essa violência é contínua e quase diária.

"Quero lembrar Josué Neves Lima, que teve a cabeça esmagada na hípica, no dia 6 de fevereiro deste ano; José Edson Miclos, que foi queimado em Santa Maria, no dia 25 de fevereiro. Quero lembrar um desconhecido que, no dia 21 de fevereiro, foi encontrado às margens da BR 060, dentro de um carrinho.

Quero recordar Adriano Bispo de Oliveira, Ivaldo dos Reis Serra, ambos executados a 300 metros de uma delegacia; Ulisses Cruz Onório, que foi espancado até a morte e jogado dentro de um container, em Taguatinga, no dia 4 de março. E agora, no dia 2 de abril, o Fábio Costa, que foi assassinado na (quadra) 109/110 Sul. Nós estamos acompanhando um processo de higienização terrível", alertou.

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República confirmou que os números são alarmantes. O responsável por políticas públicas destinadas à população de rua da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Welington Pantaleão, citou dados do Centro Nacional de Direitos Humanos, de Belo Horizonte, que listou 165 homicídios de moradores de rua em 2011.

Pantaleão explicou que a secretaria desenvolve um trabalho junto às defensorias públicas para garantir o acompanhamento efetivo e a conclusão dos inquéritos policiais. Segundo ele, no entanto, ”geralmente esses inquéritos já nascem mortos”.
Ações na saúde
O Ministério da Saúde também anunciou a intenção de ampliar o acesso dessa população ao SUS por meio do programa Consultório na Rua, desenvolvido em parceria com municípios. Hoje esses moradores só recebem atendimento em casos de emergência.

O responsável pela divisão de atenção básica à saúde do Ministério da Saúde, Alexandre Teixeira Trino, apresentou detalhes de uma pesquisa realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social sobre os moradores de rua no País.

Segundo o levantamento, quase 52% das pessoas que vivem nas ruas possuem algum parente na cidade em que moram, mas deixam de estar com essas pessoas por questões como alcoolismo, consumo de drogas, desavenças familiares ou desemprego.

O mesmo estudo apontou que, embora mais de 70% dos moradores exerçam alguma atividade remunerada, cerca de 20% delas não consegue se alimentar ao menos uma vez ao dia.

Grupo de trabalho 

A deputada Érika Kokay (PT-DF) anunciou que vai propor um grupo de trabalho na Comissão de Direitos Humanos com dois objetivos básicos para a população de rua. "Que esses agentes públicos que supostamente cometeram crime contra a população em situação de rua - e, particularmente crianças e adolescentes, o que é um agravante - sejam devidamente punidos, a partir de uma apuração com rigor.


 E que possamos ter, de fato, uma política pública intersetorial para o conjunto da população em situação de rua".

Érika Kokay, que preside a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, também ressaltou a necessidade de reverter preconceitos cristalizados na sociedade.


Depoimentos
Durante a audiência pública, o coordenador do Movimento contra o Albergue de Moradores de Rua de Brasília, Luiz Cesário, causou polêmica ao associar essa população a bandidos e a fazer críticas contundentes ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8.069/90).




Segundo o representante do movimento, o albergue mantido pelo governo do Distrito Federal no bairro do Areal, em Águas Claras (DF), é um estorvo para os residentes na região e deveria ser fechado.



 
"Depois que inventaram esse estatuto, todo estupro e todo assalto que tem dentro de Brasília e do Brasil tem um menor envolvido. Os moradores de rua, os albergados, fazem sexo em plena luz do dia, na porta da gente. Tem travesti no albergue que se depila em plena luz do dia.



Chegou ao ponto de um funcionário do Banco Central matar dois ou três. Para um homem concursado que ganha bem chegar ao ponto de matar um morador de rua, imagina o inferno que era a porta desse cidadão". Luiz Cesário deixou a audiência debaixo de vaias.


Durante a audiência, o secretário de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do DF, Daniel Seidel, admitiu que o albergue da região do Areal tem funcionado em situação precária.

Outros moradores de rua passaram a dar depoimentos emocionados, como foi o caso de Ivone Reis, que passou 23 dos seus 29 anos de vida na rua e hoje trabalha como cabeleireira e monitora da ONG Giração.
 "Eu nunca fui marginal. Eu fui estuprada por dois PMs na rodoviária e não denunciei. Para que denunciar? Para gente sair como mentiroso e marginal?

 Hoje eu trabalho, não estou mais nas ruas e achei alguém que acreditou em mim. Muitos moradores de rua têm sonho. Quem falou que nós não sonhamos? A gente não quer esmola. A gente quer um emprego, a gente quer oportunidade. É disso que a gente precisa."

Ao final, a coordenadora da equipe de Saúde da Família Sem Domicílio, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Sandra Duarte, listou ações que serão desenvolvidas nos próximos meses para melhorar a situação dos moradores de rua em Brasília.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

SANTAYANA: O GOLPE DE 64 FOI CONTRA O BRASIL! HÁ UM NOVO CERCO AO BRASIL.

ENTREGUISTAS DA POLÍTICA DO BEIJA MÃOS DE JURACY MAGALHÃES  E DO PROFESSOR GUIDIN, AO BRASIL SÓ A TAREFA DE CARPIR CAFÉ.

Novo cerco ao Brasil


por Mauro Santayana

Não só a conquista do território continental, mas a construção da consciência de pátria – da plena identidade e da soberania de nossos povos – tem sido ato permanente de luta e de resistência, contra a natureza hostil e contra a opressão política.

Só há dois séculos, na esteira da Revolução Francesa, da Guerra de Independência dos Estados Unidos e das guerras napoleônicas, admitiram a nossa existência como povo, mas sob arrogante tutela e subordinação aos seus interesses.

O pior é que as coisas continuam quase da mesma forma. Querem-nos apenas como fornecedores de matérias primas. Ao usar o vocábulo commodities para designar nossos produtos primários, os neoliberais brasileiros engambelam-nos com a sonoridade britânica do termo, como antes os colonizadores nos engabelavam com os espelhos e miçangas. Continuamos exportando minérios e comprando máquinas; exportando soja e pagando royalties por tecnologia; exportando produtos de nossa singular biodiversidade, e importando medicamentos.

Se houvesse sido possível a exportação da cana em seu estado natural, não teríamos construído aqui os primeiros engenhos açucareiros. Só depois da Independência erigimos forjas para a fundição econômica do ferro; até então foices e enxadas vinham da Europa, por via de Portugal.

 A independência dos países latino-americanos foi de interesse da Grã Bretanha, que substituiu Madri e Lisboa. A partir de então, Londres se livrou dos intermediários e passou a disputar, com os Estados Unidos, que cresciam, o nosso mercado, como fornecedor de matérias primas e comprador de  produtos manufaturados.

É interessante notar que todas as vezes que as circunstâncias nos ajudavam, o cerco estrangeiro se fechava sobre o Brasil – e sobre os paises do continente. Nosso desenvolvimento industrial no Segundo Reinado – em que houve, para o bem e para o mal, a aliança da Coroa com Mauá – foi tolhido pela ação britânica, contra a economia brasileira e com o cerco ao grande empreendedor, cuja presença política no continente incomodava a geopolítica imperialista.

A República, não obstante todos os seus avanços, propiciou, pelas  dificuldades políticas de sua consolidação, o assédio britânico. As negociações draconianas da nossa dívida com a praça de Londres – o famoso funding loan é o exemplo da arrogância e voracidade dos banqueiros internacionais – favoreceram o desembarque de sua empresas no país, que, logo se associaram às norte-americanas.

Em 1922, em uma visão histórica equivocada, os tenentes se levantaram contra a eleição do mineiro Artur Bernardes, a partir de cartas falsas, a ele atribuídas, e que ofendiam o marechal Hermes da Fonseca. Até hoje não sabemos, exatamente, a quê e a quem serviram os falsários, não obstante as versões divulgadas.

 Era um bom momento para o Brasil, e que se frustrou em parte, na medida em que o presidente teve que defender, a ferro e fogo, o seu mandato – não tendo, em razão disso, conseguido ampliar as medidas nacionalistas adotadas contra os interesses anglo-saxônicos, entre elas as de nosso desenvolvimento siderúrgico.

Para não lembrar episódios menores no intervalo, o cerco a Getúlio, em seu segundo mandato, é nisso exemplar. O presidente entendera, desde os anos 30, que não teríamos soberania sem que tivéssemos a energia necessária ao desenvolvimento da economia. Por isso, cuidou da Petrobrás e da Eletrobrás, como   bases necessárias à economia industrial brasileira.

Os interesses estrangeiros – leia-se, norte-americanos – se mobilizaram, conforme documentos ianques indesmentíveis, com a ajuda dos meios de comunicação brasileiros,  e políticos cooptados, a fim de acossar o presidente até a tragédia de 24 de agosto de 1954. Não satisfeitos, desde que o tíbio governo de Café Filho não os garantira, tentaram novamente o golpe, em 11 de novembro de 1955, mediante os seus cúmplices nacionais. Se impedissem a posse de Juscelino, como queriam –

 e Lacerda vociferava em seus ataques ao mineiro – a primeira medida seria a revogação do monopólio estatal do petróleo.

A reação dos militares nacionalistas, chefiados por Lott, frustrou-lhes os planos, e Juscelino pôde, em seu qüinqüênio presidir ao extraordinário salto do Brasil rumo ao futuro – enfrentando, ao mesmo tempo os interesses estrangeiros e o derrotismo conformista de muitos brasileiros.

A facção pró-americana, de civis e militares, que não queria o desenvolvimento autônomo do país, também açulada por Lacerda e outros, iniciou o processo golpista, prontamente contido pela reação de Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul. Diante da iminência da guerra civil, houve negociações que mudaram o sistema, implantando-se o  parlamentarismo. 

 Jango assumiu reduzido em seus poderes constitucionais, outorgados pelas eleições livres,  e era natural que a nação lutasse para que ele os recuperasse, como os recuperou, com a vitória no referendo popular.

O novo momento foi, mais uma vez, usado pelos norte-americanos, com a desavergonhada intromissão em nossos assuntos internos, mediante o IBAD e outros instrumentos.

 O golpe de 1964 se fez contra o Brasil, e não em defesa da soi-disant democracia hemisférica contra Cuba e a União Soviética.
 O que eles temiam, e continuam a temer, é a transformação de nosso país em grande potência econômica, provida de conseqüente força militar, capaz de garantir a sua presença política continental e sua soberania no mundo.

Estamos em momento similar, e em plena ascensão. Essa situação auspiciosa, é bom repetir até a exaustão, recomenda a todos os brasileiros, civis e militares, conscientes de seu pertencimento à  comunidade nacional, o máximo de prudência. 

 É preciso fechar as nossas portas  aos estrangeiros, interessados em retirar o seu butim dos conflitos internos, como fazem no Iraque, no Afeganistão, na Líbia – e se preparam para fazer na Síria e no Irã.


sábado, 31 de março de 2012

VIRA LATAS DO PIG , NÃO RECONHECEM A IMPORTÂNCIA DOS BRICS. DA ESTADISTA DILMA ROUSSEF, NEM UMA MENÇÃO, DE COMO O MUNDO FICOU FASCINADO COM A PRESIDENTA DO BRASIL.

OS  "PENAS AMESTRADAS" DO PIG, NÃO PERECEBERAM AINDA QUEM MANDA!

POR HUMBERTO MARTINS NO VERMELHO

O Brics e a necessidade de uma nova ordem mundial



Comentaristas da nossa malfadada mídia burguesa, ainda fascinadas pelos encantos de um império em decadência, não se cansam de sublinhar as contradições econômicas e políticas entre os países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) para sustentar que o grupo não tem unidade nem sentido objetivo para existir. Seria “muito mais uma sigla do que um grupo de países com amplos interesses comuns”, como sugere o articulista do "Estadão" Rolf Kuntz.(COM SEU COMPLEXO DE VIRA LATAS, GRIFO MEU PTREMDAS13E13 )

 

Por Umberto Martins


É fato que os Brics surgiram como um acrônimo criado em 2011 pelo economista Jim O´Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs, num artigo em que reflete sobre as potencialidades de desenvolvimento de quatro países com grande território e população (Brasil, Rússia, Índia e China, a África do Sul foi incluída mais tarde). Sua transformação em grupo econômico com interesses próprios e convergentes é obra de uma sábia engenharia política que envolve Pequim, Brasília, Moscou, Nova Délhi e Pretória.

Viúvas do neoliberalismo
As contradições apontadas pelos ideólogos e políticos conservadores, que se opõem à política externa do governo Dilma e morrem de saudades da diplomacia dos pés descalços de FHC, são reais. Não é difícil perceber, por exemplo, conflitos de interesses no comércio exterior decorrentes da feroz concorrência no setor industrial ou divergências de opinião em relação ao Conselho de Segurança da ONU.

Sabe-se que nem tudo são flores nas relações entre as nações. Estas geralmente obedecem ao mandamento dialético de unidade e luta. Além disto, enquanto prevalecer o capitalismo o caminho do comércio, das finanças e da geopolítica estará sempre minado por infinitas contradições, especialmente em tempo de crise, e mesmo as guerras são inevitáveis.

Mas os fatos revelam que também existem fortes interesses convergentes entre as cinco nações que justificam a unidade dos Brics e explicam sua crescente projeção como grupo político em contraposição (a cada dia mais nítida e aberta) ao decrépito G7. São coisas que as viúvas do neoliberalismo não querem enxergar. A corrente comercial no interior do bloco, responsável hoje por mais de 50% do crescimento mundial, saltou “de US$ 27 bilhões em 2002 para estimados US$ 250 bilhões em 2011", conforme notou a presidente Dilma Rousseff.

Uma ordem obsoleta

O interesse maior do grupo, que vai ficando mais claro na medida em que a história avança, consiste precisamente na necessidade de mudança da presente ordem mundial, que se fundamenta em uma realidade econômica ultrapassada, fruto de uma correlação de forças que caducou em função do desenvolvimento desigual das nações.

Tal ordem, ancorada na hegemonia dos EUA e na liderança do dólar, foi desenhada nos acordos entre potências capitalistas firmados na cidade estadunidense de Bretton Woods em 1944, num momento em que a Segunda Guerra Mundial chegava ao fim. A força da economia dos EUA era avassaladora na ocasião e sua liderança no mundo capitalista incontestável e desejada por aliados em pânico com a expansão do socialismo soviético no leste europeu.

O cenário econômico internacional sofreu profundas mudanças ao longo das últimas décadas, com o declínio do poderio econômico relativo dos Estados Unidos, Europa e Japão, e a ascensão espetacular da China (maior exportadora do mundo e grande investidora e credora mundial) e, em segundo plano, outros países considerados “emergentes”.

Crise mundial


A crise mundial do capitalismo, iniciada no final de 2007 e ainda hoje em curso, aprofundou o processo de desenvolvimento desigual, reforçando o deslocamento da produção industrial do Ocidente para o Oriente e a necessidade objetiva de uma nova ordem internacional, que já não é meramente teórica e ganha corpo e concretude nas reuniões do Brics.

As bases econômicas da hegemonia imperialista dos EUA ruíram, de modo que a velha e caduca ordem proveniente de Bretton Woods é sustentada hoje pela hegemonia ideológica, assegurada pelos monopólios midiáticos, e pela supremacia militar dos EUA e da Otan, que por enquanto é incontestável. A crise, a instabilidade financeira e monetária, o tsunami monetário e o caos fiscal nos países ricos, sobretudo na União Europeia, são sinais inequívocos de falência.

Unidade contra os “ricos”


Realçar as divergências e os conflitos reais ou imaginários no interior do Brics é hoje um osso de ofício da ideologia dominante e reflete especialmente os interesses dos EUA e do G7 em conservar a atual ordem e suas instituições.

A última (quarta) reunião dos Brics, realizada na Índia, avançou nesta direção ao propor iniciativas que apontam para o fim da hegemonia do dólar como moeda mundial, com acordos que preconizam relações comerciais e financeiras baseadas nas moedas dos países que compõem o grupo, a criação de um banco de desenvolvimento (em contraposição ao Banco Mundial), a revisão do sistema de cotas do FMI e Bird e a condenação dos desequilíbrios globais engendrados pela política econômica dos “países ricos”, com destaque para o tsunami monetário criticado por Dilma.

Ao lado do crescimento das relações econômicas, a necessidade de transição a uma nova ordem mundial explica e justifica a unidade do grupo originado por um acrônimo que começou a ganhar forma, identidade e realidade política em 2009, quando realizou sua primeira reunião na cidade russa de Ekaterinburgo. O jogo mal começou.



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

PSDB QUER PARA O BRASIL O QUE NÃO DÁ CERTO NO MUNDO!

ESTA CORJA PODE ESQUECER A CHAVE DO COFRE.

Para PSDB, sem arrochar salário e paralisar o país não há saída.
 


Mal Henrique Meirelles está sendo despachado do Banco Central, o PSDB já está saudoso da política de manter uma trava no crescimento do país, através dos juros altos. Alexandre Tombini foi indicado para suceder Meirelles no BC.

Em nota publicada no site do Instituto Teotônio Vilela (ITV), a legenda faz um arrazoado em defesa da política de arrocho na economia que, na opinião dos tucanos, deveria ser adotada pela presidente eleita, Dilma Rousseff. Segundo os tucanos, é “imperativo que (Dilma) freie a expansão dos gastos públicos”. “As despesas são ascendentes, mas não se ouve uma palavra a respeito disso da presidente eleita”.

O inconformismo tucano com o crescimento do país e os investimentos que o governo Lula tem aportado na economia se expressa no texto e diz que “Dilma poderia começar por ressuscitar uma proposta que integra o PAC, mas foi letra morta até agora: a que limita os reajustes salariais a um percentual pouco acima da variação do PIB”.

O PSDB se mostra escandalizado também com a proposta de Dilma de reduzir os juros e os encargos que isso acarreta na economia: “Tem-se dito que ela perseguirá a redução da dívida pública de 41% para 30% do PIB em quatro anos. Também tem sido divulgado que a meta é baixar o juro real dos atuais 5,3% para 2%. Papel aceita tudo”.

Não é para menos a insatisfação dos tucanos, acostumados com os juros estratosféricos praticados por Henrique Meirelles à frente do Banco Central. Para eles, se não tiver juros altos para os banqueiros, salários baixos, investimento zero em obras e desenvolvimento e privatização isso não é economia.
] 
Falar em aumento de salário, obras, redução da pobreza, etc, tudo isso só na época de eleição, como fez Serra em sua demagogia durante a campanha eleitoral, dizendo até que ia reajustar o salário mínimo para 600 reais. Mas nem bem acabou a eleição e tudo volta ao normal tucanês. Para os tucanos, por que gastar com o PAC, salários, Bolsa-família, Minha Casa Minha Vida, construção de navios e plataformas no país, de refinarias, ferrovias? Tem que ter dinheiro é para os bancos, na opinião deles.

Durante a eleição, Serra se declarou estatista desde criancinha. Agora, após o período eleitoral, eis o que diz o PSDB sobre a Eletrobrás: “o histórico da Eletrobrás no quesito é lastimável. Sob seu guarda-chuva estão várias distribuidoras estaduais que deveriam ter sido privatizadas, mas foram mantidas estatais”.

E a decisão de Dilma e do governo de retirar os investimentos da Eletrobrás do cálculo do superávit primário (despesas do governo, excluindo o gasto com juros), ou seja, ter mais recursos para investir no crescimento, é um deus-nos-acuda para o banqueirismo do PSDB, como a legenda frisa na sua nota.

HORA DO POVO. PPL 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A CORJA DE NEOLIBERAIS USAM A TÉCNICA DA GRADAÇÃO, QUANDO A POPULAÇÃO ACORDA, A DESGRAÇA JÁ ASSOLA SUAS VIDAS.

CIDADÃOS, CUIDADO. AO OUVIR QUALQUER COISA DESTAS BESTAS FERAS, REPRESENTANTES DOS DONOS DO BRASIL E DO PLANETA. NADA QUE ELES DISSEREM, NÃO ACREDITEM. ANALISEM, PENSEM E PERCEBERÃO QUE TUDO O QUE ELES DEFENDEM, NÃO INCLUI O POVO E NEM A SOBERANIA DA NOSSA NAÇÃO.

SÃO UNS LACAIOS DA BANCA MUNDIAL E NACIONAL.

DO CHILE PARA OS USA, PARA APRENDER A VENDER O BRASIL, O QUE ELE FOI FAZER NA SUÍÇA, EM 2007 QUANDO A JUSTIÇA DE LÁ INVESTIGAVA A ALSTOM?

O CÍNICO DISSE AO LARGAR O GOVERNO QUE TINHA O PÉ NA COZINHA... FRANCESA, EVIDENTEMENTE. POIS NÃO É QUE O TARTUFO TEM UM APARTAMENTO EM PARIS NA FOCH AVENUE. ONDE VIVE OS BILIONÁRIOS?

ALGUNS JÁ RECEBERAM MILHÕES PARA REPRESENTAR O PODER MUNDIAL, FALO DE FHC E SUA CEBRAP, QUE RECEBEU DINHEIRO DAS CIA. ESTE TARTUFO DESFILAVA PELAS RUAS DO CHILE COM SUA MERCEDEZ AZUL MARINHO (UM LUXO) PARA QUEM ERA "ESQUERDISTA" REFUGIADO. CERRA, OUTRO "ESQUERDISTA" ESTUDOU, MAS NÃO TERMINOU O CURSO, EM UMA UNIVERSIDADE AMERICANA. COMO,  EM PLENA GUERRA FRIA, OS USA CONCEDERIA BOLSA DE ESTUDOS, PARA UM "ESQUERDISTA".

NA VERDADE, TANTO ELE QUANTO O TARTUFO MOR, FALO DE FHC, ESTAVAM SENDO PREPARADOS PARA USURPAR O PODER NO BRASIL E FAZER DO NOSSO PAÍS UMA ENORME "HACIENDA" DOS USA. FHC COMEÇOU, O CERRA IRIA  TERMINAR.

BARRAMOS ESTES ENTREGUISTAS UDENISTAS DOS INFERNOS NAS URNAS.

NÃO TENHAM VERGONHA DE COMEMORAR ESTE FATO. EU COMEMORO TODOS OS DIAS E COM ENORME JÚBILO.

NÃO SE ILUDAM TAMBÉM COM O FALSO MORALISMO DELES. SÃO TÚMULOS CAIADOS A QUAL CRISTO SE REFERIU.

DESONRA O AVÔ, QUE ERA CONSERVADOR, MAS NÃO ERA ENTREGUISTA, O AVÔ SÓ LEGOU A ELE UMA COISA ERRADA,  CONSPIRAR CONTRA AS ELEIÇÕES DIRETAS, JÁ QUE SABIA QUE NAS URNAS NÃO LEVAVA.

QUE MORAL TEM UM AÉCIO NEVER PARA FALAR DE HONESTIDADE? COMO UM FILHO DO AVÔ CONSEGUE LEVAR UMA VIDA DE BILIONÁRIO, SE SÓ VIVEU DE POLÍTICA? COMO ELE CONSEGUE PAGAR ESTE LUXO TODO DE VIVER PRÁ CIMA E PRÁ BAIXO ENTRE  O BAIXO LEBLON, AMSTERDAM E NOVA YORQUE?

SÓ FALTA ERIGIR UM PANTEÃO DA MORALIDADE PARA ESTES HIPÓCRITAS.


QUE MORAL TEM O TASSO TENHO JATINHO POR QUE POSSO, JÁ QUE TEM O JATO MAS ABASTECE COM DINHEIRO PÚBLICO?

QUE MORAL TEM O ESTELITA GUERRA, QUE NÃO DECLARA O MILIONÁRIO HARAS À RECEITA?

CORJA, O POVO BRASILEIRO SABERÁ ESCORRAÇÁ-LOS NAS URNAS DEFINITIVAMENTE.
A IGREJA DELES, A SEDE DO FMI, ELES ADORAM O DEUS "MERCADO". OS BIÓGRAFOS NÃO FALAM, MAS O FUNDADOR DO CAPITALISMO NA SUA ESSÊNCIA ERA UM TEÓLOGO. POR ISTO QUE EU DIGO, SE FÔSSEMOS DEPENDER DAS TEORIAS DE TEÓLOGOS, ESTARÍAMOS ATÉ HOJE, ANDANDO NO LOMBO DE BURRO.

NO FIM TODOS SEGUEM ESTE TEÓLOGO, ADAM SMITH, OS QUE FUNDARAM A IGREJA ACIMA, SEMPRE AUSPICIARAM NELE. NA TAL "AS RUIQUEZAS DAS NAÇÕES" QUE ESTE TARTUFO IDEALIZOU NUNCA SOBROU NADA PARA O POVO.

 estudantes marcham em Brasília por 10% do PIB para a educação** extinção da CPMF em 2007 deixou a saúde pública com um rombo de R$ 30 bilhões

** emenda 29 busca garantir recursos para o setor, mas divide a base do governo

** arrocho fiscal na Espanha demite 3 mil professores precários da rede pública de Madrid e impõe cortes orçamentários em várias províncias

**professorado espanhol se levanta em greves e mobilizações

** professores da rede estadual  de MG completam três meses em greve por um piso salarial que não canibalize gratificações  anteriores.


RENTISMO CRITICA CORTE NO JURO QUE  DEVORA $ 114,5 BI DO ORÇAMENTO DE 2012 .

 Orçamento federal para 2012 prevê um total de investimentos públicos de R$165,3 bilhões. Os gastos com o juro da dívida pública vão consumir  R$ 114,5 bilhões ( isso apenas para o superávit primário, sem considerar amortizações e rolagem).

O demonizado salário mínimo de R$ 619,00 previsto para 2012, um reajuste de 13%, em nome do qual se acena com o fantasma do descontrole das contas públicas, custará  à União menos que 12% ( R$ 13,3 bi) do total de recursos devorados pelos rentistas.

Com uma diferença importante: beneficiará 19 milhões de aposentados e pensionistas que robustecem o mercado interno de massa num horizonte de recidiva da recessão mundial. 

Apesar da equação favorável a banda rentista e seu tambor midiático criticaram a decisão acertada do Banco Central, que ontem cortou em meio ponto a taxa básica de juro do país, trazendo-a para a 12%.O BC  ao contrário da ortodoxia cega deve ter lido o artigo de Martin Wolf, economista neoliberal e respeitado analista do Financial Times, que avaliou assim o quadro da crise mundial em sua coluna de 30-09:

"  ...a tomada de consciência de que nem os EUA nem a região do euro podem criar condições para uma rápida recuperação do crescimento - ou pior, da paralisante divergência sobre quais seriam essas condições - é assustadora (...). Os riscos de um círculo vicioso, saindo dos fundamentos econômicos ruins aos erros de política, passando pelo pânico e depois voltando aos maus fundamentos, são grandes, no caso de mais retração econômica no futuro (...) Outra reversão da economia agora certamente seria um desastre.

A chave, certamente, é não lidar com uma situação tão perigosa como esta dentro dos limites do pensamento convencional".

DESTINO QUE OS TUNGANOS DE SÃO PAULO OS  DO ROBOANEL CERTAMENTE LEVARIAM O BRASIL.


 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

AÉCIO NEVER ENCHE A CACHOLA DÁ UMA DE ARTICULISTA E DEITA FALAÇÃO CONTRA O GOVERNO.

O FILHO DO AVÔ, DEVE FAZÊ-LO REVIRAR NA TUMBA, O AVÔ ERA CONSERVADOR E DE CENTRO, ESTE É DE EXTREMA DIREITA E ENTREGUISTA, PASSAR O COMANDO DA CEMIG EM QUE O ESTADO  É O ACIONISTA MAIORITÁRIO, PARA A ANDRADE GUTIERREZ QUE É MINORITÁRIO, DEVE TER TIDO VARIO$ MOTIVO$, $Ó PODE!
OW AÉCIO NEVER SEU HEDONISTA DAS MADRUGADAS DO LEBLON, ANTES DE VOCÊ ESCREVER ARTIGOS, QUE MAIS PARECE QUE VOCÊ ESTÁ NUMA "DAQUELAS" EM QUE VC NÃO CONSEGUIA DIRIGIR UM AUTOMÓVEL. LEIA ABAIXO ALGUNS NÚMEROS LEVANTADOS POR DELFIM NETO QUE, DORMINDO ENTENDE MAIS DE ECONOMIA, QUE TODOS OS "ESPECIALISTAS" DO PIG, DE ONDE VOCÊ CATA ESTES SEUS NÚMEROS CONTRA O GOVERNO. DE ONDE VEM TODOS SABEM QUE TÊM A CREDIBILIDADE DE UMA NOTA DE 3 REAIS.

VAMOS LÁ:

Delfim Netto: FHC surfou sobre o Plano Real e quebrou o país
Ex-ministro denuncia desastre e “métodos absolutamente heterodoxos para se reeleger”


O deputado federal Delfim Netto (PMDB/SP) afirmou que Fernando Henrique “surfou sobre o plano real” para se eleger presidente da República por dois mandatos, aplicando um “duplo estelionato eleitoral” no povo brasileiro.


“Elevou para 29% a carga tributária bruta e aumentou de 31% para 49% do PIB o endividamento. Não fez o menor esforço para controlar as despesas, reduzindo o superávit a zero no primeiro quadriênio. Em apenas quatro anos, acumulamos um déficit em conta corrente da ordem de US$ 100 bilhões! O resultado foi trágico”, ressaltou o deputado, assinalando que essa política levou o Brasil a quebrar em 1998 e recorrer ao FMI “com o chapéu na mão, pedir um socorro de US$ 40 bilhões!”. Foi o primeiro “estelionato”, disse Delfim.


O deputado continuou, afirmando que no segundo mandato – depois de se eleger e procurar, “com métodos absolutamente heterodoxos, a sua reeleição sem desincompatibilização, o que seria o segundo ‘estelionato eleitoral’” – diante da exigência de arrocho fiscal feita pelo FMI “descarregou o problema sobre o setor privado, aumentando a carga tributária bruta para 32% já em 1999” .


“Puxado pelo nariz, o governo perdeu o controle do câmbio para o ‘mercado’. Instalou-se depois uma nova e melhor política monetária. Mas o fim foi melancólico. Terminamos 2002 com uma inflação de 12,5% e um crescimento de 1,9%. Acumulamos mais US$ 80 bilhões de déficit em conta corrente. Com reservas de US$ 16 bilhões, e o Brasil ‘quebrado’ pela segunda vez”, observou.


Delfim Neto destaca também que o último surto de desenvolvimento experimentado pelo Brasil ocorreu no governo Itamar Franco (1993/94), “quando crescemos 5,4% ao ano, com equilíbrio externo”. “A carga tributária bruta era de 27% do PIB, e a dívida líquida do setor público, 31% – graças ao vigoroso superávit primário de 3,7% ao ano, em média, no período. As reservas internacionais eram de US$ 40 bilhões, correspondentes a um ano de importação”, completou.



MAIS NÚMEROS DO NEFASTO PERÍODO DO GOVERNO TUCANO EM  QUE ESTE TARTUFO DO AÉCIO FOI LÍDER DO GOVERNO:

 Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;

- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;

- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;


- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;
- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;


- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;


- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;


- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%; inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;


- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.









sábado, 27 de agosto de 2011

O ESGOTO QUE É A ÚLTIMA FLOR DO FASCIO, A VEJA.

JORNALISTAS NO ATAQUE.
                                                                                 JORNALISMO DE ESGOTO.


Que vergonha dona Veja! Isso não é imprensa é quadrilha de bandidos.

Repórter da revista Veja é flagrado em atividade criminosa contra mim
Publicado em 26-Ago-2011 no blog do Zé Dirceu
 
Depois de abandonar todos os critérios jornalísticos, a revista Veja, por meio de um de seus repórteres, também abriu mão da legalidade e, numa prática criminosa, tentou invadir o apartamento no qual costumeiramente me hospedo em um hotel de Brasília.

O ardil começou na tarde dessa quarta-feira (24/08), quando o jornalista Gustavo Nogueira Ribeiro, repórter da revista, se registrou na suíte 1607 do Hotel Nahoum, ao lado do quarto que tenho reservado. Alojado, sentiu-se à vontade para planejar seu próximo passo. Aproximou-se de uma camareira e, alegando estar hospedado no meu apartamento, simulou que havia perdido as chaves e pediu que a funcionária abrisse a porta.

O repórter não contava com a presteza da camareira, que não só resistiu às pressões como, imediatamente, informou à direção do hotel sobre a tentativa de invasão. Desmascarado, o infrator saiu às pressas do estabelecimento, sem fazer check out e dando calote na diária devida, ainda por cima. O hotel registrou a tentativa de violação de domicílio em boletim de ocorrência no 5º Distrito Policial.

A revista não parou por aí.


O jornalista voltou à carga. Fez-se passar por assessor da Prefeitura de Varginha, insistindo em deixar no meu quarto "documentos relevantes". Disse que se chamava Roberto, mas utilizou o mesmo número de celular que constava da ficha de entrada que preencheu com seu verdadeiro nome. O golpe não funcionou porque minha assessoria estranhou o contato e não recebeu os tais “documentos”.

Os procedimentos da Veja se assemelham a escândalo recentemente denunciado na Inglaterra. O tablóide News of the Word tinha como prática para apuração de notícias fazer escutas telefônicas ilegais. O jornal acabou fechado, seus proprietários respondem a processo, jornalistas foram demitidos e presos.

No meio da tarde da quinta-feira, depois de toda a movimentação criminosa do repórter Ribeiro para invadir meu apartamento, outro repórter da revista Veja entrou em contato com o argumento de estar apurando informações para uma reportagem sobre minhas atividades em Brasília.

Invasão de privacidade


O jornalista Daniel Pereira se achou no direito de invadir minha privacidade e meu direito de encontrar com quem quiser e, com a pauta pronta e manipulada, encaminhou perguntas por e-mail já em forma de respostas para praticar, mais uma vez, o antijornalismo e criar um factóide. Pereira fez três perguntas:

1 – Quando está em Brasília, o ex-ministro José Dirceu recebe agentes públicos – ministros, parlamentares, dirigentes de estatais – num hotel. Sobre o que conversam? Demandas empresariais? Votações no Congresso? Articulações políticas?

2 – Geralmente, de quem parte o convite para o encontro – do ex-ministro ou dos interlocutores?

3 – Com quais ministros do governo Dilma o ex-ministro José Dirceu conversou de forma reservada no hotel? Qual o assunto da conversa?

Preparação de uma farsa

Soube, por diversas fontes, que outras pessoas ligadas ao PT e ao governo foram procuradas e questionadas sobre suas relações comigo. Está evidente a preparação de uma farsa, incluindo recurso à ilegalidade, para novo ataque da revista contra minha honra e meus direitos.

Deixei o governo, não sou mais parlamentar. Sou cidadão brasileiro, militante político e dirigente partidário. Essas atribuições me concedem o dever e a legitimidade de receber companheiros e amigos, ocupem ou não cargos públicos, onde quer que seja, sem precisar dar satisfações à Veja acerca de minhas atividades. Essa revista notoriamente se transformou em um antro de práticas antidemocráticas, a serviço das forças conservadoras mais venais.