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sábado, 3 de dezembro de 2011

DILMA, O TRIUNFO DA CORAGEM!

                                          Foto inédita mostra Dilma em interrogatório em 1970

SINTAM A EXPRESSÃO ALTIVA. JÁ OS OFICIAIS... TAMPAM O ROSTO COM AS MÃOS.

DA REVISTA
                                                                           Época

A vida quer coragem (Editora Primeiro Plano), do jornalista Ricardo Amaral, chega às livrarias na primeira quinzena de dezembro. A foto abaixo, inédita, está no livro que conta a trajetória de Dilma Rousseff da guerrilha ao Planalto. Amaral, que foi assessor da Casa Civil e da campanha presidencial, desencavou a imagem no processo contra Dilma na Justiça Militar. A foto foi tirada em novembro de 1970, quando a hoje presidente da República tinha 22 anos. Após 22 dias de tortura, ela respondia a um interrogatório na sede da Auditoria Militar do Rio de Janeiro.

COM INFORMAÇÕES DO
VIOMUNDO

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A DILMA É POP!!!!!

                                  Só dá ela na mídia internacional!
OS MELHORES HOMENS, TÊM SUAS TEMPORADAS DE VÍCIOS! CARTEIRA VENCIDA? OU A VERSÃO DO B.O, BÊBADO OU DROGADO?
BYE, BYE AÉBRIO 2014!
Enviado por luisnassif, seg, 28/11/2011 - 14:09
Da Folha.com
O perfil da presidente Dilma Rousseff será tema de uma reportagem da revista norte-americana "The New Yorker" que circula na edição do dia 5 de dezembro. Em prévia divulgada no site da revista, a publicação mostra que a análise partirá, principalmente, do momento econômico positivo que o Brasil passa, em comparação à economia mundial, para mostrar quem é a presidente.
Sob o título de "The Anointed", a ungida, na tradução literal, remete os feitos de Dilma ao trabalho de seu padrinho e antecessor político, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A reportagem trará fatos da história recente do país, como a ascensão de parte da classe baixa à média em 2010.
Depois analisa que o país era "antes um dos mais ignorantes e de economia instável" e hoje vive um momento de crescimento, baixo endividamento, equilíbrio orçamentário eemprego pleno.
A revista afirma ainda, erroneamente, que o Brasil tem uma inflação baixa.
Em tom crítico, detalha que o Brasil é, "caoticamente democrático", e tem uma imprensa livre, mas que opera de maneiras condicionadas.
Segundo o site, entre os grandes poderes econômicos, o Brasil alcançou algo raro: "alto crescimento, a liberdade política e a diminuição da desigualdade". Nesse contexto, aponta que a força do governo é "Dilma Rousseff".
HISTÓRIA
A reportagem narra a história de Dilma, relatando que, em 2010, Lula a ungiu como sucessora. E que a presidente, agora com 63 anos, era um estudante universitária durante o golpe de 1964 que estabeleceu a ditadura militar no Brasil (1964-1985). Naquele período, ela "rapidamente se radicalizou".
O texto conta que no final dos anos 1960, Dilma foi casada com um militante de oposição à ditadura, Cláudio Galeno Linhares, com quem viveu na clandestinidade, armazenou e transportou armas, bombas e dinheiro roubado, além de planejar e executar ações. Depois, deixou Linhares para se casar com Carlos Araújo.
No início de 1970, após ser presa pelos militares, passou três anos na prisão, onde ela teria sido submetido "a tortura extensiva". Segundo a revista, Dilma insiste que nunca esteve pessoalmente envolvida em ações violentas durante seus dias de militante.
Depois de liberada, ela se pós-graduou em economia, se filiou ao PDT e logo começou a trabalhar em cargos de governo em Porto Alegre.
Quando presidente, Lula se reuniu com Dilma e "de tão impressionado que ficou, a nomeou ministra de Minas e Energia".
E finaliza falando de corrupção: "Mesmo com os numerosos escândalos que têm assolado a administração de Dilma, ninguém acredita que ela seja corrupta".


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PRESIDENTA DILMA CHAMA AS ADMINISTRAÇÕES EUROPÉIAS E DOS ESTADOS UNIDOS DE INSANAS, FINANCIAL TIMES APLAUDE. A CLASSE MÉDIA MANIPULADA PELO PIG QUE DIZIA, ISTO É QUE É CIVILIZAÇÃO! AGORA DIZ: EU MORO É NO BRASIL, NÃO NA EUROPA, ENTÃO TÁ!

ROUSSEF DILMA. BRAZIL PRESIDENT.
PRESIDENTA DILMA: A ADMINISTRAÇÃO DAS DÍVIDAS DA EUROPA E DOS ESTADOS UNIDOS É UMA INSANIDADE. 

Financial Times: Brasil tira proveito do sucesso em meio à “insanidade” global.

do jornal britânico Financial Times


Nunca estranhos à vivência de uma crise econômica, os brasileiros em meses recentes se viram colocados na invejável posição de espectadores das trapalhadas do mundo desenvolvido. 

Os programas de atualidades da TV brasileira  tem estado fervilhando, por semanas, com discussões sobre os problemas enfrentados pela Europa e pelos Estados Unidos, do impasse sobre o teto da dívida em Washington à crise financeira da Grécia e o escândalo do [tabloide] News of the World no Reino Unido. Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, parece ter resumido as percepções dos brasileiros sobre um mundo enlouquecido ao descrever na semana passada as crises da dívida nos Estados Unidos e na Europa como “insanidade”.


A incapacidade política do mundo desenvolvido de encontrar soluções para seus problemas, ela disse, representa uma “ameaça” à economia global. Um mercado emergente em dificuldades uma década atrás, o Brasil é hoje um retrato de estabilidade política e macroeconômica comparado com o parceiro do Norte do qual já ouviu cobranças e com os ex-poderes coloniais da Europa.


O Brasil não apenas é credor dos Estados Unidos, com U$ 327 bilhões de reservas em junho, mas a economia do país está em crescimento constante e o desemprego está em baixa recorde. Ainda assim, com o mundo desenvolvido mostrando tendências no passado associadas aos mercados emergentes, o desafio para o Brasil é como gerenciar o seu sucesso.


O país não pode se tornar complacente diante da ainda desafiadora tarefa de sair da armadilha de renda média na qual sua economia está parada há décadas. A ruptura para a economia brasileira veio durante os anos 90, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lançou uma série de políticas com o objetivo de estabilizar a inflação e a taxa de câmbio. O sucessor dele, ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, manteve o foco na estabilidade macroeconômica enquanto expandia os programas sociais para melhorar o padrão de vida dos muito pobres. 

Os resultados foram impressionantes. O crescimento econômico do Brasil tem em sido em média de 4% pelos últimos oito anos e quase 49 milhões de brasileiros ascenderam para as classes média ou alta.


O Brasil também se provou relativamente responsável ao enfrentar desafios recentes. Seu sucesso econômico tem atraído uma enchente de dinheiro dos mercados estagnados do mundo desenvolvido, afetando o câmbio da moeda brasileira, o real, em relação ao dólar e ameaçando a competitividade da indústria local.

O Brasil respondeu com a assim chamada “guerra cambial” — uma série de controles de capital e de câmbio com o objetivo de conter a apreciação do real. Mas o Brasil tem resistido à maioria das pressões da indústria local para adotar medidas extremas, em vez disso impondo um sistema complexo de impostos desenhados para desencorajar a entrada de “dinheiro quente” de curto prazo.


Na frente fiscal, a sra. Rousseff tentou controlar o aumento dos gastos federais que se deu durante o ano eleitoral [de 2010] reduzindo o tamanho do orçamento deste ano. O banco central também tomou a decisão politicamente difícil de aumentar as já altas taxas de juros cinco vezes este ano, para 12,5%, visando combater a alta da inflação. Juntou essas medidas a passos para reduzir o rápido crescimento do crédito, que alguns analistas acreditam ser insustentável.


Na frente política, a sra. Rousseff tem limpado a corrupção no ministério dos transportes, demitindo autoridades alinhadas com um partido que faz coalizão com o seu Partido dos Trabalhadores. As dificuldades políticas enfrentadas por ela tem sido interpretadas pelo público como uma limpeza de primavera* de uma nova presidente.


Nada disso significa que o Brasil não enfrente seus próprios desafios. Um mercado de trabalho apertado, um sistema educacional fraco e a falta de trabalhadores especializados tem empurrado os salários para cima, enquanto uma infraestrutura pobre aumenta os custos de fazer negócios. 

Os níveis de endividamento das famílias começam a parecer muito pesados para os que tiram proveito do boom de crédito.

O Brasil precisa ter cuidado para não enterrar as novas classes médias sob tanta dívida que, quando a próxima recessão acontecer, elas sejam jogadas de volta à pobreza.

O custo de fazer negócios continua proibitivo, parcialmente por causa dos altos impostos e dos custos de mão-de-obra. E, embora os preços das commodities tenham disparado, os volumes de exportação não acompanharam. O Brasil usou a maior parte da bonança resultante dos preços das commodities para aumentar o volume de suas importações.

O Brasil pode sentir orgulhoso de si neste momento. Mas precisa ficar vigilante para não plantar, durante o atual período de prosperidade, as sementes da próxima crise.

*Spring cleaning,

ou limpeza de primavera, é uma atividade comum nos países do Hemisfério Norte. Depois do inverno em que eles se trancam em casa durante alguns meses, na primavera é hora de dar uma geral na casa.


sábado, 25 de dezembro de 2010

A OPOSIÇÃO AO GOVERNO LULA/DILMA FICARÁ 20 ANOS NO SERENO, ELA( Dilma) SE REELEGERÁ, LULA VOLTARÁ!

O  governo da grande gestora, nossa(do povo) companheira Dilma Roussef,  grande política e que está a 6 anos  gestando a condução das construções das  maiores obras de infra estrutura do mundo e que se encontram no Brasil, se reelegerá. As condições que ela receberá o Brasil são excepcionais, por obra e participação dela. Portanto  ela deverá fazer um governo, excepcional em relação ao do Lula que já foi uma monstruosidade, imaginem de que tipos de resultados estamos falando,  coisas superlativas, portanto, pode vir PIG e Aécio e o escambau em 2014, ela vai novamente liquidar a fatura. à oposição virulenta que está aí, que quer o Brasil em um tempo medievoso e trevoso, só restará, esperar no sereno nisto aí abaixo, sereno e chuva.






A direita tem um projeto político e econômico para o Brasil que não pode apresentar ao povo brasileiros. Porque é um projeto para ela e para seus aliados internacionais.

Temos uma direita tão desatualizada ou servil que ainda não compreendeu que esse projeto fracassou mundialmente: o neoliberalismo.

Como retomar as privatizações e em seguida financiar os grandes grupos econômicos internacionais beneficiados?

Como anunciar o congelamento dos salários dos servidores públicos? Um salário mínimo menor, assim como a eliminação dos direitos sociais dos trabalhadores, através de uma tal reforma trabalhista?

Como anunciar suas estratégias de repressão ao movimento dos trabalhadores organizados no MST? Como anuncair uma política de dependência ao FMI e dos banqueiros internacionais e nacionais?

Como retomar uma política de sucateamento das Universidades públicas e congelar os salários dos professores? Não, a direita ancorada numa elite tacanha e bizonha não tem estofo maral e intelctual para conduzir este país a um patamar de nação independente, soberana, capaz de competir num cenário internacional com as grandes potências mundial.

Daí porque ela tergiversa.