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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Delfim Neto, leva o luto às redações da midiazona.

Penachia per tutti! Blrp,blrp, puuuf! Para a imprensa udenista.

Compare com honestidade.
Ou jornalismo econômico no Brasil, não é uma coisa nem outra.


Os críticos da política econômica do governo (que não conseguem esconder o ressentimento diante do terrível sucesso do processo de redução dos juros) voltaram a se animar diante da divulgação dos números do PIB neste fim de ano.
 
 
 Realmente, em 2012, o Brasil não deverá crescer mais que 1,7% ou 1,8%. São taxas medíocres para os nossos padrões históricos, o que é mais do que suficiente para a oposição comemorar a divulgação de um relatório do FMI, destacando o fato que o Brasil crescerá menos que a África do Sul (!) neste ano…
 
 

Trata-se de um expediente malandro. Não se faz uma comparação honesta, porque não é apenas o crescimento do PIB que dá toda a informação sobre o comportamento da economia de um país.
 
 Basta ver que, apesar do baixo crescimento deste ano, o Brasil não tem praticamente desemprego (algo menos que 5% da força de trabalho), enquanto 25% dos trabalhadores da África do Sul estão desempregados.

Isso nos remete a uma questão interessante: o Brasil está crescendo menos, mas todos os levantamentos internacionais mostram que o Brasil é um país onde a satisfação da sociedade com o governo é das maiores. 
 
O que importa é o crescimento econômico com inclusão social. Temos crescido menos, mas a inclusão continuou.

O Brasil tem reduzido dramaticamente os níveis de desigualdade e isso aumenta o bem-estar da sociedade, além do crescimento. 
 
Poderíamos ter feito melhor, não há a menor dúvida, ampliado o projeto de inclusão e alcançado um ritmo de crescimento bem maior. 
 
É preciso levar em conta, contudo, que a situação mundial continua bastante complicada.

Nossa economia tem ligações externas muito importantes e no início deste ano fomos obrigados a tomar medidas monetárias duras, mecanismos que produziram uma redução muito importante na demanda dos produtos industriais produzidos no Brasil e dificuldades nas exportações. 
 
Crescemos muito menos do que poderíamos e deveríamos ter crescido, mas prosseguimos no nosso programa de inclusão social e praticamente chegamos ao pleno emprego, um contraste monumental com as demais economias.
 
 

Por isso é preciso relativizar a comparação do FMI, que, aliás, não costuma enxergar além do umbigo e ultimamente passou a pisar muito no tomateiro.
 
 
 
 Somos dos poucos países do mundo com déficit fiscal igual a 2,2% do PIB, uma relação dívida/PIB em torno de 35%, uma taxa de inflação de 5,5% ao ano, elevada em relação à meta, mas que deve convergir para os 4,5% no centro da meta.
 
 

Então é uma política que está funcionando e mais importante do que isso é um país já em outro ritmo de crescimento: neste fim de ano é visível o crescimento no terceiro trimestre sobre o segundo, em torno de 1%, o que concretizará aquilo que vínhamos intuindo há muito tempo: o Brasil vai virar 2012 tendo crescido pouco, mas terminando o ano com a economia “rodando” a 3,5% e 4%.

O crescimento em 2013 será construído por nós. Vai ser construído pelo o que o setor privado brasileiro for capaz de realizar, pelo que o governo for capaz de fazer e pela melhora das relações entre o setor privado e o governo.
 
 
 Há condições para sustentar um crescimento econômico de 4% ou 4,5% no ano que vem (como preveem o ministro Guido Mantega e o secretário-executivo da Fazenda, Nelson Barbosa) e depois pro­curar manter esse nível em média até 2030, digamos.

Isso exigirá, certamente, um investimento bruto anual da ordem de 25% do PIB, com déficit em conta corrente de não mais de 1,5% do PIB ao ano.
 
 Exigirá também a continui­dade de uma rigorosa política fiscal, capaz de sustentar a política monetária capaz de produzir o equilíbrio interno e uma aguerrida política cambial, o equilíbrio externo.

Tudo o dito acima e mais: para cooptar o investimento privado indispensável para ampliar o desenvolvimento, o governo precisa insistir em demonstrar ser “pró-mercado” (não “pró-negócio”), ser definitivamente favorável à competição regulada e ágil e não pretender realizar diretamente aquilo que, por sua natureza, o setor privado ­sabe fazer melhor.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ATENTAI-VOS PARA OS QUE TE MANIPULAM. JORNAL INGLÊS FOI FECHADO. LEIAM MAIS, LEIAM OS QUE NÃO TÊM ESPAÇO NA MÍDIA CORPORATIVA, ENTÃO SERÃO INFORMADOS.

O ALERTA  ESTRUTRURAL  ACIONADO PELO  ESCÂNDALO MURDOCH.

ABRAM OS OLHOS:



 A mídia brasileira tem optado por uma abordagem insuficiente -para dizê-lo com indulgência--  dos desdobramentos que  o escândalo  do ‘News of  the World' impõe  às relações entre o dinheiro, a democracia e o direito à  informação.



 É perceptível um esforço de rebaixamento para dar ao escândalo do  ‘ News of de World'  o recorte de um ponto fora da curva.

 O fato, porém, é que o direitista Rupert Murdoch, seu proprietário, montou e maneja no circuito  Inglaterra/ EUA o maior conglomerado de mídia em língua inglesa do  planeta. A investigação jornalística isenta não conseguiria explicar  como fruto da  coincidência que os tentáculos desse império incluam na folha de pagamentos o ex-assessor de imprensa do primeiro-ministro inglês David Cameron -cujo frequentava as festas da editora do ‘News of the World'; ou ,como lembra Lúcia Guimarães, brava correspondente do Estadão em Nova Iorque, que o fundador e atual presidente da rede Fox News, --o canal de tevê norte-americano de Murdoch-- seja Roger Ailes, ex-assessor de propaganda de  Richard Nixon e de George Bush pai.Nos anos 70 Ailes foi o autor de um estudo sugestivamente  intitulado:

 ‘ Como Colocar o Partido Republicano na Mídia'.

Manipulação e  democratização dos meios de comunicação são formas de mediação social que se combatem.  A  manipulação viceja no terreno pantanoso da semi-informação e da semi-cultura que desarma os espíritos  e embrutece o discernimento da liberdade e da Razão, prostrando a cidadania  para o espraiamento tóxico do jornalismo ardiloso que combate  idéias e defende interesses destruindo reputações  e alvejando  biografias.

 Seria oportuno  que as autoridades do país, ainda hesitantes diante da necessidade de regulação da mídia, acompanhassem atentamente o debate em torno do método Murdoch de jornalismo --e não apenas na mídia local.
Há razões para crer que não seja apenas um descuido. Privar a sociedade das interações implícitas e da contextualização política explosiva  de um episódio que só na aparência pode ser tratado como o  caso específico de um tabloide inglês marrom, sugere um esforço de autopreservação diante do espelho incômodo, cuja trinca esfarela  todos os semelhantes a sua volta.
(Carta Maior; 5º feira 14/07/ 2011)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

JORNALISMO ECONÔMICO NO BRASIL, NÃO É UMA COISA NEM OUTRA.! DELFIM NETO SABE DAS COISAS E EMENDA: LULA SALVOU O CAPITALISMO BRASILEIRO!

Como se sabe as previsões sobre economia da senhora leitão, tem a credibilidade de uma nota de 3 doláres, nunca acertou uma em 6 anos de governo Lula.

Isto me credencia a garantir-vos que o animalzinho de estimação dela é muito parecido com o anilmalzinho de estimação da UDN golpista e sua Mídia também golpista, aquela do carlos lacerda, o exterminador de mendigos, so que o deles era representado pela figura de um...



                                                  CORVO, ANIMAL DE ESTIMAÇÃO DA UDN/PSDB E  IMPRENSA BRASILEIRA

  O da Miriam é esta gracinha aí abaixo:


ANIMAL DE ESTIMAÇÃO DE MIRIAM LEITÃO(PIG) ESPECIALISTA EM URUBOLOGIA!

Mas como vaticinadora eu acho mesmo é que ela é: