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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Notícias da mídia udenista sobre Brasília. A imprensa brasileira sempre foi esta merda que vocês poderão confirmar neste texto


O vômito da imprensa udenista dos anos 50. Esta gente que está aí, até hoje: 

AS “VERDADES” QUE A CLASSE MÉDIA DOS ANOS 50 ACREDITAVA:


Bem“Brasília será a maior ruína da história contemporânea.A diferença das
outras é que nunca será habitada por ninguém,já que não ficará pronta”
Carlos Lacerda, líder da União
Democrática Nacional (UDN), em 1957.A

nova capital só
Brasilia fica pronta no prazo fixado se a Novacap se transformar em
fada madrinha de história da carochinha e, em vez de vigas de aço
vindas da América do Norte, a peso de ouro, utilizar uma
varinha de condão”
Editorial do Diário de Notícias,
em dezembro de 1958

“Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se comunicará
com o restantedo país”
Gustavo Corção, pensador católico
e na época especialista em
telecomunicações, em O Globo,(SEMPRE UMA MERDA DE UM “ESPECIALISTA” DA GLOBO!
em julho de 1959

Encheu, viu?
O escritor Gustavo Corção, crítico ferrenho a Brasília, aproveitava-se de seu diploma de engenheiro para escrever artigos dizendo que, por ter o solo muito poroso, o Lago Paranoá nunca seria cheio.

Um dia chega à sua casa um telegrama da presidência da República com a singela pergunta: "Encheu, viu?".

Derrotado no Lago, Corção passou a dizer que devido à localização de Brasília os cabos telefônicos do Rio de Janeiro não chegariam à capital.

No dia 17 de abril de 1960, quando os cabos chegaram, JK pediu a um assessor que ligasse para a casa do escritor: "Os fios chegaram. Viu?".

1957o4 - "Brasília será para JK, o que as pirâmides são para os faraós: seu
túmulo ".
Carlos Lacerda - 1957.


A Belém-Brasília é a estrada das onças.
Liga o nada a lugar nenhum."
Presidente Jânio Quadros, em 1961c

i
7"Autonomia do Rio não virá porque Brasília só servirá para veraneio."
Monsenhor Olímpio de Melo, ex-prefeito do Rio, crítico da correria de JK, em março de 1959


5 - "Afinal de contas para que tanta pressa?
Para satisfação da vaidade?
Bobagem.
Quando se efetivar a mudança, daqui a 4, a 8 ou 10 anos, far-se-á
um obelisco monstro à entrada do El Dorado com a inscrição de que tudo
aquilo é devido ao doutor Juscelino e dar-se- á o seu nome à Praça dos Três
Poderes.
Creio que assim ficará bem para a posteridade ". Editorial
"Variações sobre a mudança" de AH Right no Correio da Manhã, em
8/maio/58




6 — "Antigamente era negócio da China: hoje se diz negócio de Brasília
Meta número um (Brasília) já está paralisada: falta dinheiro para obras.

Três coisas estão prontas: 1- O palácio (do Presidente)
2) O hotel (dos turistas)
3) A cachoeira (que Deus fez)
Reportagem na Tribuna da Imprensa assinada pelo jornalista
Adirson de Barros, em 3/setembro/58



7 - "O sr. Cardia, da censura, interrompeu o locutor Luiz Jatobá que lia
uma crônica do jornalista Darwin Brandão, no programa "Noite de Gala",
da TV Rio.

Houve protestos de Jatobá e do patrocinador do programa
Abraão Medina.

A crônica começava assim: "Nosso assunto hoje é a
história de uma obsessão e de um obcecado.

A obsessão: Brasília. O
obcecado: JK". A leitura da crônica foi interrompida depois desta frase:
"Surgiu uma conversa! Brasília não existe


' Primeira página de O Globo
- 30 de setembro de 1958.


8 - ''''Dificilmente a nova capital será inaugurada em 1960 como deseja o
senhor Juscelino Kubitschek ".
Engenheiro João Carlos Vital (ex-prefeito do Distrito Federal - RJ) - 15
de outubro de 1958.


9 - "Brasília jamais será habitada. O poder executivo pode até levar sua
estrutura para o Planalto Central, mas e os outros dois, Legislativo e
Judiciário, são favoráveis à mudança? ".
Diário de Notícias (editorial) 15 de outubro de 1958.



10 - "Brasília será o símbolo da leviandade e da inconsciência
de um governo ou, antes, de um homem dominado pela
vaidade de imortalizar-se, como os faraós, construindo porém,
não para o próprio túmulo, mas o túmulo das finanças e do
crédito brasileiro. "
Diário de Notícias (editorial) 15 de dezembro de 1958.


13 — "Nada justificava e nem justifica a mudança da capital. Os motivos
alegados a favor da mudança não convencem a ninguém que possua um
mínimo de bom senso ". Senador Othon Mader (UDN-PR)
JB 2/4/59 - Título: Senador quer acabar com a aventura r




14 — "E um desatino!"
Do deputado Adauto Lúcio Cardoso (UDN -GB) depois de chefiar uma
Comissão Mista da Câmara que visitou as obras da construção de
Brasília.
(Jornal do Brasil - Primeiro/maio/59 - Título: Brasília: um desatino




15 - "Tem-se objetado que a água do lago poderá ser absorvida pelo terreno,
deixando-o vazio, total ou parcialmente. Que o perigo existe, não há dúvida,
porque chuvas fortes e prolongadas não enchem os poços abertos, até 25
metros (...) ".


"Estará errada Brasília ou somos nós que estamos errados,
argumentando contra ela. O futuro dirá. "

Maurício Joppert da Silva - ministro dos Transportes no
governo José Linhares e presidente do Clube de
Engenharia, em longo artigo no Jornal do Brasil em
12/julho/1959.


O argumento de que o lago não iria encher foi muito usado também nas
crônicas por Gustavo Corção. Tanto que JK mandou um lacônico
telegrama a Corção quando da inauguração da barragem do Paranoá:


"-ENCHEU, VIU?!"


16 - "As decantadas maravilhas da região são ilusórias. Os seus
característicos de riquezas naturais são os mesmos das pobres savanas
tropicais do Brasil Central". São palavras de Lucas Lopes, (Eng. Lucas
Lopes (ex-Ministro dos Transportes nos governos Café Filho e Nereu
Ramos) um homem realmente de visão. Se as tivesse ouvido no devido
tempo, o dr. Juscelino estaria livre do abacaxi que o atormenta e que duvido
muito seja descascado até 21 de abril de 1960".

 Editorial do Correio da
Manhã "Homem de Visão" em 31 de julho/59.




17 - "Brasília jamais terá energia elétrica ou telefonia. Nunca se
comunicará com o restante do País ".


Gustavo Corção - crítico, colunista do Diário de Notícias e de O
Globo. Pensador católico e especialista em telecomunicações da
época.



18 - "O sr. Juscelino, na sua paranóia progressista, continua a
acelerar a construção de Brasília, como se o Brasil não estivesse
sendo atingido pela crise. A crise social o persegue; sua mania de
grandeza é Brasília".
Correio da Manhã - Editorial "O Feijão e o Delírio" -em
15/9/59


19 - "E preciso que alguém advirta às autoridades brasileiras,
especial ao Presidente da República, que é pouco perigoso isso
de transformar todo visitante estrangeiro numa espécie de camelô
de Brasília. Lá que aparece um que pode querer cobrar direitos
autorais ou serviços profissionais por suas relações públicas.
Que isto se faça com sr. Charles Asnavour, o Marajá de Maroda
ou artistas de cinema, ainda se compreende. Mas que se procure
induzir visitantes oficiais a ir a Brasília dizer coisas simpáticas
não parece elegante, para dizer pouco... Até criança se enfara de
girafa. "
Jornal do Brasil, matéria "Camelôs de Brasília" - 14/10/59


20 - "A Belém Brasília é estrada das onças. Liga o nada a lugar
nenhum ".
Presidente Jânio Quadros - 1961.



É  sem alma. Uma ilha da
fantasia. Nem esquina a cidade tem. As pessoas não tem onde se
encontrar ".
De intelectuais cariocas, conceito que acabou tomando conta do
Brasil.




CONCLUSÃO

A força da personalidade e do destino de JK era tão grande que, se ele não
tivesse construído Brasília naqueles exatos cinco anos da grande arrancada do
desenvolvimento nacional, em que tudo nascia das entranhas da História,
talvez Brasília jamais tivesse sido construída.

Jânio Quadros não iria fazê-la,
pois era contra Brasília.

João Goulart, cercado por crises de todos os lados,
muito menos.

E os militares não teriam imaginação para tanto.

 Brasília
continuaria sendo um belíssimo sonho constitucional.


Imagina, hoje, o presidente Lula tentando construir Brasília. Não teria licença
ambiental do Ibama nem para fazer o Catetinho.







quarta-feira, 4 de abril de 2012

JORNALISMO ECONÔMICO: NO BRASIL, NÃO É UMA COISA NEM OUTRA!

JORNAIS BRASILEROS.

FUI CONTRA TODOS OS PITACOS DELA. ME DEI BEM.  GANHEI DINHEIRO AO IR CONTRA TUDO QUE ELA PREVIU. E DIZEM QUE ELA ENTENDE DE ECONOMIA.

A FRASE DO TÍTULO DO POST É DE DELFIM NETO. ELE NEGA.

'Jornalismo econômico': o país merece desculpas.

O ARTIGO É DE SAUL LEBLON NO BLOG DAS FRASES


Durante décadas, o discernimento histórico da sociedade brasileira foi entorpecido por um barbitúrico de alta toxicidade chamado 'jornalismo econômico'.

Entre outras, sua especialidade era convencer o país de que o assim chamado 'custo Brasil' interpunha-se como um Everest no acesso dos nativos aos bens da civilização. Somente a entrega dos destinos nacionais à eficiência emanada dos livres mercados destravaria a catraca de acesso ao futuro virtuoso.

Desregulação era a palavra-chave. Dois obstáculos se superpunham: os direitos trabalhistas resumidos no pejorativo bordão da 'herança getulista' e os direitos cidadãos, consagrados na Constituição de 1988, que universalizou 'coisas' como licença maternidade, direito à saúde, aposentadoria rural, entre outras temeridades e precipitações. Os especialistas em suas colunas diárias e emissões intermitentes não poupavam os incrédulos e/ou jurássicos: o país não cresceria, os capitais não ingressariam, o mel não jorraria nos rios tropicais enquanto a arquitetura de proteção do trabalhador e a cidadania precoce não fossem erradicadas do leito pátrio.

Em 2002, nas eleições presidenciais, a sociedade arriscou um palpite diferente. O resto é história. Mesmo sem uma ruptura linear com o receituário ortodoxo, o governo deslocou a ênfase das 'reformas' para o resgate do excluídos e a retomada da agenda do desenvolvimento, banida das prioridades nacionais.

Nesta 3ª feira, a Presidenta Dilma reduziu o custo das folhas salariais das empresas sem remover direitos constitucionais, nem afanar trabalhadores. Como? A retomada do crescimento criou mais de 15 milhões de novos empregos nos dois governos de Lula.


 Um mercado de consumo popular formado por 103 milhões de brasileiros redefiniu as bases do crescimento. A economia em ritmo de pleno emprego (hoje a taxa de desemprego oscila em torno de 5,5%, contra 9,5% em 2002) promoveu saudável formalização do trabalho precário.

Entre 2003 e 2010 o número de contribuintes da Previdência aumentou 16,8%. A arrecadação previdenciária e o aumento das contribuições sobre o lucro líquido das empresas elevaram a receita fiscal sem aumentar imposto. Foi isso que permitiu ao governo trocar a contribuição previdenciária das empresas dos atuais 20% da folha para um alíquota de 1% do faturamento - que implica redução de 0,5 ponto no custo previdenciário efetivo.

Inverteu-se assim a prescrição martelada durante 30 anos pelos canarinhos dos livres mercados na imprensa: em vez de sucatear a sociedade extraiu-se do crescimento e da disseminação de direitos as energias para cortar os custos e ampliar a competitividade.


Há um leque de desafios ainda a vencer na construção de um novo ciclo de desenvolvimento.

Mas nada afasta a percepção de que os dogmas embutidos na narrativa 'jornalística' dos anos 80/90 - entre eles o credo anti-estatal, o câmbio livre, a furiosa defesa da livre circulação de capitais e a panacéia dos juros altos associados às metas de inflação - incluem em sua composição doses variáveis de fraude ideológica, interesses endinheirados e genuflexão obsequiosa de profissionais da imprensa, repartidos entre a má fé, a soberba e a ignorância.

Trata-se de um antepasto incompatível com a renovação do cardápio de desenvolvimento brasileiro. É hora de uma autocrítica de profissionais e associações de classe. Pouca dúvida pode haver , cedo ou tarde, um escândalo vai desvelar a rede de 'Cachoeiras e Desmóstenes' nesse braço da desfaçatez midiática.

domingo, 1 de abril de 2012

COMO CALAR A GLOBO? COM $$$$ ORAS!

DO BLOG DOLADODELÁ

Como calar a boca da Globo? Com dinheiro, oras!
       Carta aberta à Rede Globo de Televisão


O Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania – Moral, vem manifestar seu apoio à campanha da Rede Globo com denúncias sobre corrupção apresentadas no programa Fantástico.

A importância desse tipo de denúncia vem compensar a falta de atividade legislativa no país, onde em todos os níveis não existe fiscalização dos atos do executivo. Assim, as propinas azeitam as milionárias campanhas políticas e as trocas de favores por cargos são tão comuns que o povo vive desesperançado.

No estado de Mato Grosso a grande mídia faz um silêncio pavoroso quando o assunto são as denúncias de quem ordena despesas para campanhas publicitárias que são um escândalo. Só a Assembléia legislativa em 2010 usou de 18 milhões do erário para comprar o silêncio da maioria dos veículos.


Por isso vimos pedir que a Rede Globo esclareça ao povo de Mato Grosso e do Brasil, porque em dezembro de 2010 deixou de levar ao ar uma reportagem feita pelo “repórter sem rosto” Eduardo Faustini sobre os processos que envolvem o presidente da Assembléia Legislativa, deputado José Riva, acusado pelo Ministério Público de desviar, em valores atualizados, cerca de meio bilhão de reais dos cofres públicos.

O repórter da Globo, acompanhado de um militante da Ong Moral, com veículo locado pela entidade, foi a Campo Verde onde entrevistou os contadores que montaram as empresas fantasmas. No cemitério em Várzea Grande filmou o túmulo do homem que depois de morto assinou cheques recebidos da Assembléia. O repórter conversou com promotores que promoveram as ações e reuniu-se também com um grupo de dirigentes do Moral, quando as informações foram complementadas.

Porém, na noite do domingo quando todos sentaram à frente da televisão para assistir a reportagem do Fantástico, o que se viu foram quatro inserções de propaganda da Assembléia Legislativa e nada sobre as acusações ao deputado. A reportagem nunca foi ao ar.

O repórter Faustini passou a não atender as ligações em seus telefones, não dando nenhuma explicação para o silêncio da Rede Globo ante as graves denúncias. Enquanto os boatos nos meios jornalísticos e políticos davam conta que a negociação do silêncio envolveu a soma de 10 milhões de reais.
Não acreditando nos boatos, a direção da Ong Moral enviou uma carta ao Diretor de Jornalismo da emissora no Rio de Janeiro, Carlos Henrique Schroder, sem obter resposta. A falta de esclarecimento é um desrespeito inclusive aos profissionais sérios do jornalismo desta emissora que atuam em todo o país.

Como é sabido, o deputado José Riva responde a mais de cem processos, entre ações civis públicas e ações penais, que patinam nos meandros do nosso Poder Judiciário. Para se manter no comando do legislativo local por 17 anos, gasta em média 1,5 milhão de reais por mês com propaganda, emprega fantasmas e loteia favores para acomodar a maioria do seus pares calados e acovardados.

A Rede Globo de Televisão e o repórter Eduardo Faustini devem uma explicação à sociedade matogrossense. O melhor seria a apresentação a reportagem guardada, cujo assunto continua atual. Se aqui em nosso estado uma reportagem sobre corrupção, carregada de provas robustas foi engavetada, quantas mais pelo Brasil terão o mesmo destino?

Cuiabá, 30 de março de 2012.

Ademar Adams
Cláudio Fim
Roberto Vaz da Costa
Gilmar Brunetto

quarta-feira, 28 de março de 2012

PRIVATARIA TUCANA. JORNALISTAS SÃO DEMITIDOS. E O PSDB PREGA A LIBERDADE DE IMPRENSA. NA VERDADE A UDN QUER É LIBERDADE "DA" IMPRENSA.

O PRESIDENTE DO PSDB SERGIO GUERRA, PEDE A CABEÇA DE JORNALISTAS. SÃO OS "DEMOCRATAS" QUE SÃO CONTRA O CONTROLE SOCIAL DA MÍDIA, POR ENTENDER QUE ESTE CONTROLE É CENSURA.



O jornalista Elio Gaspari denunciou hoje a demissão de jornalistas por conta de uma resenha do livro “A Privataria Tucana”.

As cabeças teriam sido pedidas diretamente por Sérgio Guerra, presidente do PSDB.
Amaury Ribeiro Jr., autor o livro, se pronunciou e criticou a atitude: “Pedir a cabeça de jornalista é um golpe contra a liberdade de imprensa”.

Reproduzimos a seguir a coluna de Elio Gaspari e o comentário de Amaury. (Juliana Sada)
===
Patrulha e censura

Por Elio Gaspari, na Folha de S. Paulo

Diga qual foi a publicação onde aconteceu isso:
Tendo publicado em seu site uma resenha favorável a um livro, ela foi denunciada pela direção de um partido político e daí resultaram os seguintes acontecimentos:


1) A resenha foi expurgada.
2) O autor do texto foi dispensado.
3) Semanas depois o editor da revista foi demitido.



Isso aconteceu na revista “História”, o livro resenhado foi “A Privataria Tucana”, a denúncia partiu do doutor Sérgio Guerra, presidente do PSDB, o jornalista dispensado foi Celso de Castro Barbosa e o editor demitido foi o historiador Luciano Figueiredo.

Em nove anos de poder, não há registro de que o comissariado petista com suas teorias de intervenção na imprensa tenha conseguido desempenho semelhante.


A revista é editada pela Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional, que pouco tem a ver com a administração da veneranda instituição. No episódio, sua suposta amizade ofendeu a ideia de pluralidade essencial às bibliotecas.
===
Demitidos por resenhar A Privataria Tucana
Da Geração Editorial


Jornalista e editor foram demitidos por escrever e publicar sobre o livro A Privataria Tucana no site da revista História, você concorda com isso? O autor da Privataria, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. não concorda e coloca a boca no trombone.

“Isso mostra a verdadeira faceta de um partido que se diz democrático, é um absurdo essas atitudes vergonhosas e ultrapassadas. Porque eles não respondem as denúncias do livro? Falaram que me processariam, mas até agora nada disso aconteceu, como diz um velho jurista,
‘Contra fatos não há argumentos’.

Pedir a cabeça de jornalista é um golpe contra a liberdade de imprensa, mas infelizmente isso está se tornando uma rotina no país, principalmente quando se produz matérias contra os tucanos, aí você inclui os mais bicudos”, desabafa Amaury.


Leia outros textos de Plenos Poderes

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

PARA A GLOBONEWS: SOBERBA.

A EMPÁFIA.

Soberba.

Soberba é o sentimento negativo caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas, de arrogâncias , por vezes sem fundamento algum em fatos ou variáveis reais. O termo provém do latim superbia.

As manifestações de soberba podem ser individuais ou grupais. Em termos grupais, podemos exemplificar o nacionalismo xenófobo como uma faceta da soberba. Também todos os tipos de racismo, corporativismo, elitismo, doutrina de povos escolhidos ou eleitos e outras concepções semelhantes, em que um grupo se firma na crença de que é superior, demonstram matizes da soberba.

A manipulação da soberba, do orgulho e da pretensão de superioridade de um grupo ou nação pode mobilizar conflitos armados, onde tais sentimentos de uma massa humana, pouco crítica servem aos interesses políticos, econômicos, ideológicos ou religiosos de seus líderes. Exemplo recente encontra-se na doutrina de superioridade da raça Ariana, que serviu de base ideológica para arregimentar uma nação e desencadear uma Guerra Mundial.

Além deste, podem ser citados o regime de Apartheid que vigorou na África do Sul, a atitude dos colonizadores europeus nos séculos XIX e XX, a atitude recíproca da parcela radical de árabes e judeus, o sistema de castas da sociedade indiana, a Ku Klux Klan norte-americana, entre inúmeros outros.

Também observam-se,  processo semelhante na grande maioria das guerras religiosas registradas na História, o que vem contabilizando um sem-número de mortes, mutilações, retaliações, revanchismos e hostilidades de vários gêneros.


Hélio Borba do blog APOSENTADO INVOCADO

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

TERRORISTAS, PENAS DE ALUGUERES. O TERRORISMO MIDIÁTICO, REGIAMENTE PAGO.



Primeira fila - Otávio Frias Filho, Mônica Waldvogel, Ricardo Boechat, Reinaldo Azevedo, Nélson Sirotsky, Arnaldo Jabor, Fernando Mitre

Segunda fila - Diogo Mainardi, Eliane Cantanhêde, Alexandre Garcia, William Waack, William Bonner, Lucia Hippolito, Josias de Souza

Terceira fila - Augusto Nunes, José Nêumane Pinto, Joelmir Betting, Merval Pereira, Clóvis Rossi, Miriam Leitão, Carlos Alberto SarDEMderg

Quarta fila - Boris Casoy, Renato Machado, Roberto Civita, Ricardo Noblat, Ali Kamel (o ator)

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ATENTAI-VOS PARA OS QUE TE MANIPULAM. JORNAL INGLÊS FOI FECHADO. LEIAM MAIS, LEIAM OS QUE NÃO TÊM ESPAÇO NA MÍDIA CORPORATIVA, ENTÃO SERÃO INFORMADOS.

O ALERTA  ESTRUTRURAL  ACIONADO PELO  ESCÂNDALO MURDOCH.

ABRAM OS OLHOS:



 A mídia brasileira tem optado por uma abordagem insuficiente -para dizê-lo com indulgência--  dos desdobramentos que  o escândalo  do ‘News of  the World' impõe  às relações entre o dinheiro, a democracia e o direito à  informação.



 É perceptível um esforço de rebaixamento para dar ao escândalo do  ‘ News of de World'  o recorte de um ponto fora da curva.

 O fato, porém, é que o direitista Rupert Murdoch, seu proprietário, montou e maneja no circuito  Inglaterra/ EUA o maior conglomerado de mídia em língua inglesa do  planeta. A investigação jornalística isenta não conseguiria explicar  como fruto da  coincidência que os tentáculos desse império incluam na folha de pagamentos o ex-assessor de imprensa do primeiro-ministro inglês David Cameron -cujo frequentava as festas da editora do ‘News of the World'; ou ,como lembra Lúcia Guimarães, brava correspondente do Estadão em Nova Iorque, que o fundador e atual presidente da rede Fox News, --o canal de tevê norte-americano de Murdoch-- seja Roger Ailes, ex-assessor de propaganda de  Richard Nixon e de George Bush pai.Nos anos 70 Ailes foi o autor de um estudo sugestivamente  intitulado:

 ‘ Como Colocar o Partido Republicano na Mídia'.

Manipulação e  democratização dos meios de comunicação são formas de mediação social que se combatem.  A  manipulação viceja no terreno pantanoso da semi-informação e da semi-cultura que desarma os espíritos  e embrutece o discernimento da liberdade e da Razão, prostrando a cidadania  para o espraiamento tóxico do jornalismo ardiloso que combate  idéias e defende interesses destruindo reputações  e alvejando  biografias.

 Seria oportuno  que as autoridades do país, ainda hesitantes diante da necessidade de regulação da mídia, acompanhassem atentamente o debate em torno do método Murdoch de jornalismo --e não apenas na mídia local.
Há razões para crer que não seja apenas um descuido. Privar a sociedade das interações implícitas e da contextualização política explosiva  de um episódio que só na aparência pode ser tratado como o  caso específico de um tabloide inglês marrom, sugere um esforço de autopreservação diante do espelho incômodo, cuja trinca esfarela  todos os semelhantes a sua volta.
(Carta Maior; 5º feira 14/07/ 2011)

SÓ OS BEÓCIOS ACREDITAM NA MÍDIA GORDA, OU SEJA, O PIG, A IMPRENSALONA, SEM QUESTIONAR. ELA É ASSASSINA DE REPUTAÇÃO.

LEMBREM-SE DO CASO DO PADRE JULIO LANCELOTI, QUE TEVE SUA REPUTAÇÃO ASSASSINADA PELA MÍDIA NACIONAL.



DO BLOG BRASIL MOBILIZADO:

     A IMPRENSA, ESTA PANTERA.

Eu não sabia quem era Dominique Strauss-Kahn. Só soube da existência dele depois que as TV's mostraram a sua prisão nos EUA, sob a acusação de ter estuprado uma camareira.

Aí eu soube que ele banqueiro (detesto banqueiros, esses reis da usura ), diretor do FMI e era o nome mais citado nas pesquisas para ser presidente da França. Ao ouvir este último comentário do repórter não pude controlar minhas dúvidas quanto à prisão do Strauss-Kahn, apesar de não gostar dele.
Ainda está nítida na minha memória a espressão de nojo, característica dos nascidos na terra do Asterix quando se sentem encurralados. Esses gauleses, pensei... A imprensa de esquerda (se é que isso existe) o condenou - mas isso era de se esperar, porque a dita imprensa de esquerda costuma agir com uma burrice assustadora- e a imprensa de direita, que faz um esforço sobre-humano para parecer simpática ao cidadã comum, condenou o francês sumariamente, tanto que o ataque de moralismo do Jabor me comoveu.


 Colocaram uma mulher com um rigido código de ética, -coisa que qualquer banqueiro desconhece -á frente do famigerado FMI. Enfim um Strauss -Kahn e sua empáfia gaulesa está ferrado, pensei.

Mas, qual o quê!... de repente descobriram que a camareira havia cometido perjúrio e que o gaulês podia ser inocente, podia ter caído numa armadilha. Mas nada falaram de Sarkozy, seu rival na política. E o caso ganhou outro rumo. Melhor dizendo: não ganhou rumo nenhum, porque a imprensa, essa pantera, passou a fingir que não sabia de nada.

sábado, 18 de dezembro de 2010

HINO DO PIG EM RITMO DE TICO TICO NO FUBÁ!

P I G PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA!!

Hino do PIG ( RITMO DE TICO TICO NO FUBÁ)Eu manipulo cá, eu manipulo lá / Eu manipulo pro governo derrubar / O Lula cai aqui, o Hugo Chávez lá / E a minha grana corrigida vai voltar // Aí omito aqui, aí aumento lá / Distorço tudo pra melhor manipular / O Lula cai aqui, Evo Morales lá / E essa raça vai voltar pro seu lugar



terça-feira, 14 de dezembro de 2010

QUER OUVIR OPNIÕES? A MÍDIA TEM O "ESPECIALISTA".

…







 O problema são as mídias que sempre, sempre, sempre procuram esses mesmos caras para repercutir. Sempre eles. E somente eles. Façam um teste e procurem esses nomes no seu jornal, revista, rádio, TV, site preferidos.



Questões trabalhistas? Disk Pastore

(O sociólogo José Pastore, mas sem dizer que ele dá consultoria para a Confederação Nacional da Indústria e a empresários que têm interesse direto no assunto)



Constitucionalismos? Disk Ives Gandra

(O respeitável jurista do Opus Dei não vacila jamais)



Ética? Disk Romano

(O professor de filosofia Roberto Romano)



Questões sindicais? Disk Leôncio

(O cientista político Leôncio Martins Rodrigues)



Ética na política? Disk Gabeira

(O deputado federal Fernando Gabeira,

que viaja bastante de avião…)



Ética dos juros? Disk Eduardo Giannetti

(O professor do Ibmec é quase um gênio)



Pau no governo Lula? Disk Marco Antônio Villa

(Historiador. Tiro e queda.)



Mais pau no governo Lula?

Disk Lúcia Hippólito - com a vantagem de ser uma das meninas do Jô)



Relações internacionais? Disk Rubens Barbosa

(Ex-embaixador. Precisa diversificar?

Disk Celso Lafer, o ex-chanceler)



Mercado financeiro?

Disk Arminio Fraga, o ex-BC



Mercado financeiro mundial? Disk Paulo Leme

(O cara está em Wall Street, pô, sabe tudo…)



Segurança pública? Disk Zé Vicente

(Ele é durão, estava lá dentro, mas fala como sociólogo. E com a vantagem de não ficar falando em direitos humanos para qualquer “resistência seguida de morte”. É o coronel esclarecido…)



Partidos? PT especificamente? Disk Bolívar

(O cientista político Bolívar Lamounier, mas, por favor, não diga que ele é filiado ao PSDB)



Geografia? História? Demografia? Sociologia? Socialismo? Política? Geopolítica? Raça? Relações internacionais? Coréia? Pré-sal? Cotas? Mensalão? América Latina? MST? Pugilistas cubanos? Liberdade de imprensa? Farc? Tarso Genro?

Disk Demétrio Magnoli.

A LIBERDADE DE IMPRENSA QUE OS DONOS DA MÍDA NÃO QUISERAM!

                                      Da série a notícia que nunca está lá. E as 8 famiglias donas do oligopólio midiático reclamam de tentativa de censura pelo fato do  próximo governo da DILMAIS, irá cria uma agência reguladora de mídia.

                                     Estes fatos ocorreram o ano passado. Tenho certeza que ninguém mais lembra.
Lógico nada mais natural, foi omitido pela mídia:

Lula é ovacionado de pé na OIT, PIG na internet "não sabe"


São 23h40. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encerrou nesta segunda-feira sua visita a Genebra, na Suíça. Discursou e arrancou aplausos em dois braços da ONU - o Conselho de Direitos Humanos e a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Na capa dos portais dos três principais jornais do país, Globo, Folha e Estadão, NADA, NADA, NADA.

Em compensação, no portal da BBC Brasil a viagem de Lula é manchete; às 21h44 era citado quatro vezes na capa.

Primeiro, Lula foi aplaudido no Conselho de Direitos Humanos da ONU. “Eu tenho notado que em algumas campanhas políticas o maior instrumento da direita é dizer que vai diminuir a imigração para garantir o emprego no seu país", afirmou o presidente em notícia publicada na BBC Brasil. "Não podemos permitir que a direita em cada país utilize o imigrante como se ele fosse um mal da nação ocupando o lugar de uma pessoa do próprio país. Nós não podemos permitir que essa visão ideológica tenha lugar no mundo do trabalho. Essa é uma luta muito difícil. Muitas vezes os próprios trabalhadores culpam os imigrantes. Então não é uma luta fácil, mas é uma luta que somente o movimento sindical pode assumir e defender com unhas e dentes."

Depois, ao discursar na plenária da OIT, Lula foi aplaudido seis vezes - e ovacionado de pé ao final de sua participação - ao criticar duramente o modelo econômico pregado pelo neoliberalismo e defender um Estado forte capaz de amparar os cidadãos em um momento de crise econômica.

"Primeiro teve o Consenso de Washington e depois o neoliberalismo, que disse que o Estado tinha de ser o mínimo possível, porque o mercado resolvia qualquer problema. Mas no meio da crise, a quem é que os bancos americanos, os bancos alemães recorreram? Ao Estado. Porque somente o Estado tinha garantia e credibilidade de fazer aquilo que o mercado não conseguia fazer", disse Lula, arrancando aplausos da plateia.