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sexta-feira, 22 de julho de 2011

MAURO SANTAYANA: POVO APOIA O SANEAMENTO DO ESTADO. O POVO APOIA DILMA

COM ELA, ADITIVOU, DANÇOU.


MAURO SANTAYANA, PENSAR QUE ELE FOI FUNDADOR DO DIÁRIO DO RIO DOCE!  ELES DEVERIAM PRODUZIR REPORTAGENS AOS MOLDES DO FUNDADOR.

Um dos efeitos danosos do regime militar que sofremos foi o da nítida separação entre o povo e o poder. O mais autoritário dos presidentes militares, Garrastazu Médici, valeu-se de sua condição de torcedor de futebol para criar  falso vínculo com o povo, mas se tratou de  artifício demagógico que não teve conseqüências de ordem política.


Há, no Brasil – e para o benefício dos dirigentes –  superestimação do poder dos partidos e da obediência a que devem sujeitar-se os que se elegem sob suas legendas. O nosso sistema constitucional não estabelece o mandato imperativo, ainda que os novos legisladores nacionais, ou, seja, os juízes do STF, tenham aprovado a esdrúxula norma de que os mandatos não pertencem aos seus titulares (que receberam os votos nominais populares), mas, sim, a seus partidos, que, em sua maioria, nada significam em matéria de programas e de doutrinas. Não havendo mandato imperativo, os dirigentes partidários não podem impor a seus parlamentares o apoio ou o não apoio a medidas propostas pelo Poder Executivo. Conforme a máxima magistral de Burke, o grande homem de estado britânico, ao eleger-se, o parlamentar só deve fidelidade à Nação e à sua consciência.


Sendo assim, a Presidente Dilma Roussef pode, se quiser, conversar pessoalmente com os parlamentares mais respeitados e ouvidos – das duas Casas do Congresso – e construir, diretamente, o apoio político necessário a seu governo.


Ela deve estar sentindo a forte aprovação popular aos seus esforços pela moralização da administração do Estado. É uma tarefa difícil e penosa, mas necessária. Em 1930, diante da visível erosão da República, com o abuso da Comissão de Verificação de Poderes que cassava, in limine, os mandatos de parlamentares independentes, e não lhes permitia a posse nos cargos para os quais haviam sido eleitos, as atas eleitorais fraudadas nas eleições majoritárias, e o autoritarismo de Washington Luís, ao impor o nome de Júlio Prestes como seu sucessor, o governador de Minas, Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, cunhou a frase forte:


“Façamos a revolução, antes que o povo a faça”. E a Revolução se fez, em outubro daquele ano, com o entusiasmo do povo.


Dilma poderá promover a moralização do Estado. O povo que foi às ruas – nas memoráveis campanhas de 1984, pelas eleições diretas  e em 1992, contra a corrupção – pode bem a elas voltar, a fim de garantir à Presidente o seu apoio na tarefa de devolver o Estado à Nação.

MACACO SIMÃO: DILMA CRIA OUTRO MINISTÉRIO!!

COM ELA É ASSIM: PREVARICOU, DANÇOU!

E A PRESIDENTA DILMAIS, ESTÁ BEM NA FITA. PESQUISAS REVELAM, A APROVAÇÃO TOTAL PELAS MEDIDAS QUE ELA TEM TOMADO, OU SEJA, FAXINA TOTAL.

MANDA OS RATOS DO PR, OU PRasil, COMO DIZ O BLOG DO PHA, REVOLTAREM COM A PRESIDENTA E A POPULAÇÃO, VAMOS VER COMO É QUE ELES FICARÃO NA FITA.

E O MACACO SIMÃO NO MONKEYS NEWS DO UOL DISSE QUE ELA AGORA TEM UMA NOVA PASTA.

O MINISTÉRIO DA DEMISSÃO:

O DMIT
TAMBÉM PUDERA! COM ESTES RATOS DO PRasil, NO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES.




quarta-feira, 20 de julho de 2011

O PRESIDENTE LULA ESTÁ CERTO. TEM QUE "PARTIR" PARA CIMA DA MÍDIA GOLPISTA, O P.I.G.


Por Altamiro Borges

Em seu blog, agora hospedado no portal da Record, o jornalista Ricardo Kotscho critica seu “velho amigo” Lula pelas polêmicas que têm travado ultimamente. Ele diz desconhecer os motivos que levaram a ex-presidente “a subir o tom dos seus discursos em encontros com estudantes [UNE] e sindicalistas [UGT]”, mas conclui que “só Lula sai perdendo com os ataques de Lula”.

Na sua avaliação, o momento político não é oportuno para este “confronto”, em especial contra a mídia hegemônica. “Com seus constantes e cada vez mais irados ataques à imprensa, Lula só dá mais munição para os porta-vozes do bloco mais reacionário da decadente imprensa tucana, que vivem acenando com os fantasmas do ‘controle social da mídia’ e da ‘volta da censura’ como se estivessem torcendo por isso”.

Dilma e o “namorico” com a mídia

Ainda segundo sua leitura política, este confronto não tem servido ao atual governo. “Agindo desta forma, Lula acaba também não ajudando a presidente Dilma, que passa por um momento de sérias dificuldades, em várias áreas do governo, e estava tentando melhorar seu relacionamento com os donos da grande mídia, que a vinham tratando até muito bem antes da crise Palocci”.

Tendo já trabalhado nas redações dos principais jornalões brasileiros, Kotscho avalia que as polêmicas só atiçam os preconceitos de alguns editores e colunistas.

“Cada vez que se sentem atacados, mais agressivos eles se tornam, mais motivados a fazer novas denúncias reais ou imaginárias, a criar um permanente clima de crise do fim do mundo no país. A meu ver, só Lula perde com isso, arriscando a sua própria imagem aqui dentro e lá fora”.

“Competir” com a velha mídia

Respeito, mas discordo da opinião de Ricardo Kotscho. E espero que Lula não acate as idéias do seu velho amigo.

No livro “Do golpe ao Planalto”, o jornalista descreve com maestria as relações intimas que cultivou com o ex-presidente, desde a retomada das greves metalúrgicas no ABC paulista, passando pelas “Caravanas da Cidadania”, até chegar ao posto de secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República no primeiro mandato de Lula.

Na minha modesta opinião, Lula precisa polemizar cada vez mais com a principal força de oposição no país, o partido da mídia.

 Como ele mesmo disse no congresso da UNE, é preciso “competir” com a velha imprensa, desmascarando as suas mentiras. Do contrário, abusando das técnicas de manipulação, a mídia golpista sabotará a sua “imagem”, que goza de enorme prestígio junto ao povo.

 Agora, inclusive, ela inventou a tal de “herança maldita de Lula”.

Esforço pedagógico

No congresso da UGT, o ex-presidente anunciou que viajará o país para “debater política”, para mostrar os avanços do seu governo e para denunciar as manobras da direita brasileira. Esse esforço pedagógico, que infelizmente não foi feito a contento nos seus oito anos de governo, é fundamental para o avanço da consciência política dos brasileiros.


Ele serve como contraponto às manipulações da ditadura midiática – às sujeiras dos Murdochs nativos.

Esta postura aguerrida é que mete medo nos barões da mídia. Eles temem o Lula “palanqueiro”, com seus discursos que encontram enorme ressonância junto ao povo.

 Os tais “formadores de opinião” sabem que não estão mais com a bola toda junto à “opinião pública”. O editorial da Folha de ontem, atacando a volta de Lula aos palanques – “que parece reacender sua vocação messiânica e autoritária” –, mostra que ex-presidente acertou no “momento político”.

Governo acuado

As suas polêmicas, ao contrário do que afirma Kotscho, ajudam o governo Dilma, que se encontra acuado diante do bombardeio da mídia. Há 17 dias, a presidenta sangra diante das graves denúncias de corrupção do Ministério dos Transportes.

Já a crise desencadeada pelo súbito enriquecimento do ex-ministro Palocci paralisou o governo por 23 dias. A lua-de-mel entre Dilma e a mídia durou pouco; o “namorico”, como ironizou Lula, virou uma guerra fratricida.

Na mídia golpista, agora só há notícias ruins sobre o atual governo. Parece que o Brasil virou um inferno – um país de ladrões, com desemprego e miséria crescentes.

 A mesma mídia que blinda os demotucanos, que esconde as suas maracutaias, tenta posar de campeã da ética. Como Murdoch, ela tenta ludibriar os ingênuos e atiçar os ânimos. Alguns “calunistas” inclusive já fazem apelos “à indignação” contra o atual governo, clamam por “protestos de rua”.

Diante desta brutal ofensiva, o governo Dilma se mostra sem personalidade. Parece formado por tecnocratas acuados nas salas com ar condicionado do Palácio do Planalto. Não parte para a ofensiva, não apresenta uma agenda política mais afirmativa, pró-ativa. Rende-se às pressões do “deus-mercado” e do “deus-mídia”.

 Neste cenário preocupante, os discursos num “tom mais elevado” do ex-presidente Lula ajudam a pautar o debate político na sociedade.


quarta-feira, 13 de julho de 2011

PRESIDENTA DILMA, FAZ TODO MUNDO REBOLAR SEM BAMBOLÊ! DEPOIS DIZEM QUE ELA NÃO SABE FAZER POLÍTICA. NÃO, PEDRO BÓ, EU É QUE SEI!

DILMINHA É UM "ANIMAL" POLÍTICO, DEVIDAMENTE LAPIDADO PELO PRESIDENTE LULA!

DO JORNAL "A HORA DO POVO":

Dilma frustra intrigas e efetiva Passos à frente dos Transportes

Presidenta atende pleito do PR para continuar no comando do Ministério dos Transportes.
 presidenta Dilma Rousseff decidiu oficializar na segunda-feira (11) o nome de Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes.

A opção de Dilma por Passos garante a continuidade dos trabalhos do Ministério, ao mesmo tempo em que atende o pleito do PR de continuar à frente da pasta. O nome de Passos frustra as expectativas de setores da mídia oposicionista que torciam por um nome que provocasse uma crise na base aliada.

 



Passos era secretário Executivo do Ministério, é economista com curso de planejamento pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas. Estava interino na pasta após a saída de Alfredo Nascimento e também é filiado ao PR, mesmo partido ao qual pertence o ex-ministro.

Ele iniciou a carreira no Ministério dos Transportes em 1973 como Assessor e Coordenador da Coordenadoria de Acompanhamento e Avaliação da Programação e assumiu interinamente o comando da pasta de março até dezembro de 2010. Ele foi secretário-executivo dos Transportes entre 2001 e 2003 e reassumiu a função em 2007.


O líder do PR no Senado, Magno Malta, defendeu a efetivação do ministro interino nos Transportes. “O Paulo Sérgio Passos já assumiu duas vezes, é um sujeito preparado, conhece a malha rodoviária, é um nome dos mais qualificados hoje para assumir. É o secretário-executivo, conhece tudo”, disse Malta. A efetivação de Paulo Sérgio Passos deve ser publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12/07).


Além de atender ao PR, o secretário-executivo era também a opção preferencial de Dilma para o cargo desde a demissão de Nascimento. A presidenta vê em Passos alguém que, além de representar o partido, demonstrou capacidade ao conduzir bem o ministério todas as vezes que teve que assumir a direção do órgão.

 A presidenta avalia que ele é um nome adequado para a continuidade das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O convite foi informado à imprensa através de nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência.


Antes da saída de Alfredo Nascimento, que volta ao Congresso para exercer o mandato de senador pelo Amazonas, a presidenta havia determinado o afastamento temporário - por 30 dias - de servidores da pasta para que as acusações de irregularidades pudessem ser esclarecidas. Foram afastados: Mauro Barbosa da Silva, chefe de Gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do Gabinete do ministro; Luiz Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da Valec.


 Antes de sair, o ministro Nascimento pediu abertura de uma comissão de sindicância para apurar os fatos.


Nesta terça-feira, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, participa de audiência pública no Senado para explicar sua participação no suposto esquema cujas denúncias levaram à demissão de Nascimento.

 A exoneração de Pagot não foi formalizada até agora no Diário Oficial. E não há certeza de que será. Depende das explicações que ele vai dar ao Senado. A ida dele ao Senado resulta de convite feito pelos senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Pagot foi secretário no governo de Maggi no Mato Grosso.

Na segunda-feira, Dilma rebateu também outras intrigas lançadas por setores da mídia tentando inutilmente jogar seu governo contra o do ex-presidente Lula.

Ela fez questão de ressaltar que, ao contrário do que dizem, recebeu uma “herança bendita” do último governo. “Herança essa que ajudei a construir e por isso tenho muito orgulho dela”, destacou.

A afirmação foi uma resposta a uma matéria sem fonte do “Globo” que insinuou que Dilma “aproveitaria” a crise no Ministério dos Transportes para “fazer uma limpeza” e demitir ministros herdados do governo Lula.

“Em vista dessas notícias, que o governo nega, só posso responder cumprimentando os ministros ausentes Mario Negromonte (Cidades), Pedro Novais (Turismo), Ana de Holanda (Cultura), Orlando Silva (Esporte), Moreira Franco (Assuntos Estratégicos) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário)”, ironizou a presidenta durante solenidade de entrega do “Premio Anísio Teixeira de Educação”.
SÉRGIO CRUZ