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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PRESIDENTE LULA: OPOSIÇÃO FALAR DE CORRUPÇÃO É PIADA!

LULA, SEGURANDO MAIS UM DIPLOMA, QUE COLOCARÁ NA PAREDE DA FUNDAÇÃO LUIS INÁCIO LULA DA SILVA.

DILMA DINAMITE E LULA, RINDO PRAKCT, DO CANTOCHÃO DO PFL E UDN/PSDB, SOBRE CORRUPÇÃO.

Quando os repórteres do PIG tiveram oportunidade de fazer perguntas ao presidente Lula, em Salvador (onde recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Federal da Bahia), foram incomodá-lo com a atual pauta de uma nota só: denúncias de corrupção.

Lula disse que o tema corrupção não deve dominar a agenda do governo (como quer a oposição e a imprensa, para paralisar o Brasil): "Eu não me assusto, porque a corrupção passou a ser o único tema da direita do Brasil".

Continuou, dizendo que a corrupção só aparece quando é investigada, e a presidenta Dilma Rousseff está fazendo o que tem que fazer. "Ninguém pense que ficará impune se fizer alguma coisa errada... Se ela souber, ela vai passar a vassoura", brincou.

Mas Lula também criticou algumas acusações sem cabimento da oposição e da imprensa: "De repente, você vê o PFL (DEMos) falando em honestidade. Aí, você não sabe se é piada..."
Ele disse também que quando o político não tem culpa no cartório, precisa enfrentar as denúncias. "Político tem de ter casco duro... Se o político tremer a cada vez que alguém disser alguma coisa errada dele, se ele não enfrentar a briga para provar que estava certo, as pessoas vão sair (do governo) mesmo."

CHUPINHADO DO  OS AMIGOS DO PRESIDENTE LULA. 

sábado, 20 de agosto de 2011

FHC, O PRESIDENTE MAIS CORRUPTO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA, APOIA A FAXINA QUE DILMA FAZ E ELE NUNCA OUSOU FAZER. QUEM NÃO SE LEMBRA DO SEU "ENGAVETADOR GERAL"?

ESTE TARTUFO CHEFIOU O GOVERNO MAIS CORRUPTO QUE O BRASIL JÁ TEVE E AO MESMO TEMPO FOI O MAIS BLINDADO PELA IMPRENSA CORRUPTA E FASCISTA.

Estranho: até FHC apóia “faxina” de Dilma
Por Altamiro Borges, em seu blog

Segundo o jornalista Kennedy Alencar, FHC parece que está empolgado com a alardeada operação “faxina” da presidenta Dilma Rousseff. “Nas conversas reservadas com dirigentes do PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem defendido que o partido dê apoio à presidente Dilma Rousseff no combate à corrupção”, informa o repórter na Folha online de hoje.
Ainda segundo seu relato, “o ex-presidente conversou sobre o assunto com os governadores Geraldo Alckmin (SP) e Antonio Anastasia (MG). A recomendação foi transmitida ao senador mineiro Aécio Neves, hoje o primeiro da fila tucana para disputar o Palácio do Planalto em 2014. A presença de FHC no encontro de Dilma com governadores do Sudeste, na quinta (18/08), em São Paulo, foi calculada para se transformar num gesto de apoio à presidente”.
FHC nunca enfrentou a corrupção

A excitação do grão-tucano deveria gerar alguma desconfiança no Palácio do Planalto – ao menos, entre os seus ocupantes mais tarimbados, que não confundem assessoria com puxa-saquismo. Afinal, FHC nunca foi um opositor civilizado de Lula ou de Dilma. Pelo contrário. Desde que se converteu ao neoliberalismo, ele sempre articulou as forças de direita contra qualquer projeto de esquerda no país. Egocêntrico e elitista, ele nunca tolerou o êxito de um governo presidido por um peão, um operário.

Sua cruzada contra a corrupção e seu apoio entusiástico à “faxina” no governo Dilma só iludem os ingênuos e os pragmáticos que infestam a política nativa – que desprezam a luta de classes e não têm visão sobre as batalhas futuras. Quem é FHC para falar em combate à corrupção? Uma breve lembrança do que foi o seu longo reinado talvez sirva de alertar os ingênuos que não percebem a manobra do tucano para desgastar o atual governo, paralisá-lo, implodir sua base de apoio e criar fissuras entre Dilma e Lula.

Os indícios das roubalheiras tucanas
Para aliciar sua base de apoio no Congresso Nacional e manter a governabilidade, FHC sempre foi complacente com a corrupção. A aliança principal do grão-tucano foi com o ex-PFL, atual DEM – e sabe-se lá qual será o novo nome da organização fisiológica que sucumbe na crise. Um dos líderes de FHC no parlamento foi o demo José Roberto Arruda, o mesmo que foi pego com a mão da botija no esquema do mensalão do governo do Distrito Federal. A lista de indícios de roubalheira no governo FHC foi grande:
Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, FHC fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias.

Caso Sivam. Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para FHC “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”. A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. FHC bloqueou.

Pasta Rosa. Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”
.
Compra de votos. A reeleição de FHC custou caro ao país. Para mudar a Constituição, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, FHC resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI.

Vale do Rio Doce. Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infra-estrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD.

Privatização da Telebras. O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de FHC, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de FHC. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infra-estrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo FHC impediu que fosse investigada.

Ex-caixa de FHC. A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de FHC e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.

Juiz Lalau. A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era FHC, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que FHC, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”.

Farra do Proer. O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de FHC.

Desvalorização do real. De forma eleitoreira, FHC segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de FHC. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais. Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado.

Sudam e Sudene. De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, FHC extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, FHC extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PRESIDENTA DILMA, FAZ TODO MUNDO REBOLAR SEM BAMBOLÊ! DEPOIS DIZEM QUE ELA NÃO SABE FAZER POLÍTICA. NÃO, PEDRO BÓ, EU É QUE SEI!

DILMINHA É UM "ANIMAL" POLÍTICO, DEVIDAMENTE LAPIDADO PELO PRESIDENTE LULA!

DO JORNAL "A HORA DO POVO":

Dilma frustra intrigas e efetiva Passos à frente dos Transportes

Presidenta atende pleito do PR para continuar no comando do Ministério dos Transportes.
 presidenta Dilma Rousseff decidiu oficializar na segunda-feira (11) o nome de Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes.

A opção de Dilma por Passos garante a continuidade dos trabalhos do Ministério, ao mesmo tempo em que atende o pleito do PR de continuar à frente da pasta. O nome de Passos frustra as expectativas de setores da mídia oposicionista que torciam por um nome que provocasse uma crise na base aliada.

 



Passos era secretário Executivo do Ministério, é economista com curso de planejamento pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas. Estava interino na pasta após a saída de Alfredo Nascimento e também é filiado ao PR, mesmo partido ao qual pertence o ex-ministro.

Ele iniciou a carreira no Ministério dos Transportes em 1973 como Assessor e Coordenador da Coordenadoria de Acompanhamento e Avaliação da Programação e assumiu interinamente o comando da pasta de março até dezembro de 2010. Ele foi secretário-executivo dos Transportes entre 2001 e 2003 e reassumiu a função em 2007.


O líder do PR no Senado, Magno Malta, defendeu a efetivação do ministro interino nos Transportes. “O Paulo Sérgio Passos já assumiu duas vezes, é um sujeito preparado, conhece a malha rodoviária, é um nome dos mais qualificados hoje para assumir. É o secretário-executivo, conhece tudo”, disse Malta. A efetivação de Paulo Sérgio Passos deve ser publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12/07).


Além de atender ao PR, o secretário-executivo era também a opção preferencial de Dilma para o cargo desde a demissão de Nascimento. A presidenta vê em Passos alguém que, além de representar o partido, demonstrou capacidade ao conduzir bem o ministério todas as vezes que teve que assumir a direção do órgão.

 A presidenta avalia que ele é um nome adequado para a continuidade das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O convite foi informado à imprensa através de nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência.


Antes da saída de Alfredo Nascimento, que volta ao Congresso para exercer o mandato de senador pelo Amazonas, a presidenta havia determinado o afastamento temporário - por 30 dias - de servidores da pasta para que as acusações de irregularidades pudessem ser esclarecidas. Foram afastados: Mauro Barbosa da Silva, chefe de Gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do Gabinete do ministro; Luiz Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da Valec.


 Antes de sair, o ministro Nascimento pediu abertura de uma comissão de sindicância para apurar os fatos.


Nesta terça-feira, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, participa de audiência pública no Senado para explicar sua participação no suposto esquema cujas denúncias levaram à demissão de Nascimento.

 A exoneração de Pagot não foi formalizada até agora no Diário Oficial. E não há certeza de que será. Depende das explicações que ele vai dar ao Senado. A ida dele ao Senado resulta de convite feito pelos senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Pagot foi secretário no governo de Maggi no Mato Grosso.

Na segunda-feira, Dilma rebateu também outras intrigas lançadas por setores da mídia tentando inutilmente jogar seu governo contra o do ex-presidente Lula.

Ela fez questão de ressaltar que, ao contrário do que dizem, recebeu uma “herança bendita” do último governo. “Herança essa que ajudei a construir e por isso tenho muito orgulho dela”, destacou.

A afirmação foi uma resposta a uma matéria sem fonte do “Globo” que insinuou que Dilma “aproveitaria” a crise no Ministério dos Transportes para “fazer uma limpeza” e demitir ministros herdados do governo Lula.

“Em vista dessas notícias, que o governo nega, só posso responder cumprimentando os ministros ausentes Mario Negromonte (Cidades), Pedro Novais (Turismo), Ana de Holanda (Cultura), Orlando Silva (Esporte), Moreira Franco (Assuntos Estratégicos) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário)”, ironizou a presidenta durante solenidade de entrega do “Premio Anísio Teixeira de Educação”.
SÉRGIO CRUZ