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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

2014, LAVADA!!!! DILMA DINAMITE 57/º X B ALADEIRO AÉCIO NEVER 18/º. POST DEDICADO AO ANÔNIMO QUE DISSE AQUI NO BLOG, QUE ESTA ANTA, QUE SÓ ANDA COM A CACHOLA CHEIA, TEM CHANCE EM 2014.

Pesquisa 2014: Dilma 57% x 18% Aécio ou... Lula 76% x 11% Aécio


DINAMITE DILMA E LULA, IMBATÍVEIS.

NA FOTO À ESQUERDA, UM UDENISTA MIRIM, À DIREITA UM UDENISTA JUNIOR.

2014 ainda está longe, mas uma pesquisa já parece desanimadora para o senador tucano Aécio Neves. Ele perderia de "lavada" para Dilma. E se o candidato fosse Lula, a diferença seria maior ainda.
A eleição de 2010 nem completou 1 ano, Lula já disse que não é candidato em 2014, mas já tem gente fazendo pesquisa e incluindo seu nome no cenário.

A notícia abaixo é do Valor Econômico.
Maioria prefere que Lula concorra à Presidência

Por Cristian Klein | De São Paulo

A maioria da população brasileira (57%) gostaria que a presidente Dilma Rousseff desistisse de tentar uma reeleição para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se candidatasse em seu lugar. Apenas 29% preferem que Dilma busque um novo mandato em 2014. Esse é um dos principais resultados de pesquisa do Instituto Análise, que entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 5 e 11 deste mês, em cem municípios de todas as regiões do país.


A pesquisa mostra como, depois de oito meses de governo Dilma, a boa lembrança de Lula e sua administração predomina a avaliação do eleitorado e pode influenciar o tabuleiro político e eleitoral.

Para o cientista político Alberto Almeida, coordenador do instituto, um dos dados que chamam mais atenção é a permanência da popularidade de Lula - o que o torna um fator de extremo desequilíbrio no jogo presidencial.

No auge de sua popularidade, Lula alcançou 80% de aprovação (ótimo + bom), quando a campanha de Dilma Rousseff divulgava os feitos de seu governo. Agora, depois de cair um pouco pela falta de exposição na mídia, a aprovação do ex-presidente, de acordo com a pesquisa, chegaria a 82%.

"Isso significa não apenas um reconhecimento de bom desempenho, mas também que parte importante do eleitorado está com 'saudades de Lula'", afirma Alberto Almeida.

A aprovação ao governo Dilma Rousseff é exatamente a metade da de seu antecessor: 41% de respostas "ótimo" e "bom". A desaprovação é ainda mais contrastante: enquanto apenas 3% dos entrevistados consideram que o governo Lula foi ruim ou péssimo, 16% avaliam a administração Dilma como tal. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Outro fator que reforçaria a imagem e o peso de Lula é a transformação de seu governo numa espécie de referência à qual a população toma como medida. Ao serem questionados por que avaliam a administração Dilma Rousseff boa ou ótima, a principal justificativa (25%) dos entrevistados é que a presidente "está dando continuidade ao que o Lula fez". A manutenção do Bolsa-Família é a segunda razão e apareceu em 14% das respostas.

O modelo desenvolvimentista, marca do segundo mandato Lula, também ressurge como uma preferência do eleitorado. Em três questões, os entrevistados se mostraram mais tolerantes, em relação a pesquisa feita no ano passado, com um leve aumento da inflação desde que isso gere mais empregos (62% a 46%), com o risco de crescimento da inflação, se isso acelerar a geração de empregos (56% a 45%) ou se implicar mais gastos na solução dos problemas sociais (45% a 32%). Os resultados deste ano são semelhantes aos de 2009.

A pesquisa também traça cenários eleitorais para a disputa presidencial de 2014 nas quais Lula aparece na liderança absoluta, seja com que candidato for.

Enquanto Dilma, numa simulação de segundo turno, venceria o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por 57% a 18% (diferença de 39 pontos percentuais), Lula elevaria essa vantagem para 65 pontos percentuais: 76% a 11%.

Numa hipotética disputa entre Lula e Dilma, criador venceria criatura por 65% a 18%.

Almeida afirma que pesquisas com comparações como estas serão cada vez mais comuns e, caso os resultados se mantenham, farão com que cresçam as pressões para que Lula volte a disputar a Presidência da República, mesmo que Dilma Rousseff esteja bem avaliada pela opinião pública.
"O importante para o cálculo dos políticos é a expectativa de poder. A candidatura Lula significa minimizar os riscos", diz.
Para Almeida, a pressão virá de governadores, deputados federais e estaduais, que preferirão ter Lula como seu puxador de votos do que a presidente Dilma.

Por outro lado, diz o cientista político, a enorme popularidade de Lula, que põe o PT em situação confortável para 2014, permite a ela mais margem de manobra no governo, seja para arriscar mais, ou pelo, contrário, para adotar um estilo mais conservador.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

PRESIDENTA DILMA, FAZ TODO MUNDO REBOLAR SEM BAMBOLÊ! DEPOIS DIZEM QUE ELA NÃO SABE FAZER POLÍTICA. NÃO, PEDRO BÓ, EU É QUE SEI!

DILMINHA É UM "ANIMAL" POLÍTICO, DEVIDAMENTE LAPIDADO PELO PRESIDENTE LULA!

DO JORNAL "A HORA DO POVO":

Dilma frustra intrigas e efetiva Passos à frente dos Transportes

Presidenta atende pleito do PR para continuar no comando do Ministério dos Transportes.
 presidenta Dilma Rousseff decidiu oficializar na segunda-feira (11) o nome de Paulo Sérgio Passos no Ministério dos Transportes.

A opção de Dilma por Passos garante a continuidade dos trabalhos do Ministério, ao mesmo tempo em que atende o pleito do PR de continuar à frente da pasta. O nome de Passos frustra as expectativas de setores da mídia oposicionista que torciam por um nome que provocasse uma crise na base aliada.

 



Passos era secretário Executivo do Ministério, é economista com curso de planejamento pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas. Estava interino na pasta após a saída de Alfredo Nascimento e também é filiado ao PR, mesmo partido ao qual pertence o ex-ministro.

Ele iniciou a carreira no Ministério dos Transportes em 1973 como Assessor e Coordenador da Coordenadoria de Acompanhamento e Avaliação da Programação e assumiu interinamente o comando da pasta de março até dezembro de 2010. Ele foi secretário-executivo dos Transportes entre 2001 e 2003 e reassumiu a função em 2007.


O líder do PR no Senado, Magno Malta, defendeu a efetivação do ministro interino nos Transportes. “O Paulo Sérgio Passos já assumiu duas vezes, é um sujeito preparado, conhece a malha rodoviária, é um nome dos mais qualificados hoje para assumir. É o secretário-executivo, conhece tudo”, disse Malta. A efetivação de Paulo Sérgio Passos deve ser publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12/07).


Além de atender ao PR, o secretário-executivo era também a opção preferencial de Dilma para o cargo desde a demissão de Nascimento. A presidenta vê em Passos alguém que, além de representar o partido, demonstrou capacidade ao conduzir bem o ministério todas as vezes que teve que assumir a direção do órgão.

 A presidenta avalia que ele é um nome adequado para a continuidade das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O convite foi informado à imprensa através de nota divulgada pela Secretaria de Imprensa da Presidência.


Antes da saída de Alfredo Nascimento, que volta ao Congresso para exercer o mandato de senador pelo Amazonas, a presidenta havia determinado o afastamento temporário - por 30 dias - de servidores da pasta para que as acusações de irregularidades pudessem ser esclarecidas. Foram afastados: Mauro Barbosa da Silva, chefe de Gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do Gabinete do ministro; Luiz Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da Valec.


 Antes de sair, o ministro Nascimento pediu abertura de uma comissão de sindicância para apurar os fatos.


Nesta terça-feira, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, participa de audiência pública no Senado para explicar sua participação no suposto esquema cujas denúncias levaram à demissão de Nascimento.

 A exoneração de Pagot não foi formalizada até agora no Diário Oficial. E não há certeza de que será. Depende das explicações que ele vai dar ao Senado. A ida dele ao Senado resulta de convite feito pelos senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Pagot foi secretário no governo de Maggi no Mato Grosso.

Na segunda-feira, Dilma rebateu também outras intrigas lançadas por setores da mídia tentando inutilmente jogar seu governo contra o do ex-presidente Lula.

Ela fez questão de ressaltar que, ao contrário do que dizem, recebeu uma “herança bendita” do último governo. “Herança essa que ajudei a construir e por isso tenho muito orgulho dela”, destacou.

A afirmação foi uma resposta a uma matéria sem fonte do “Globo” que insinuou que Dilma “aproveitaria” a crise no Ministério dos Transportes para “fazer uma limpeza” e demitir ministros herdados do governo Lula.

“Em vista dessas notícias, que o governo nega, só posso responder cumprimentando os ministros ausentes Mario Negromonte (Cidades), Pedro Novais (Turismo), Ana de Holanda (Cultura), Orlando Silva (Esporte), Moreira Franco (Assuntos Estratégicos) e Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário)”, ironizou a presidenta durante solenidade de entrega do “Premio Anísio Teixeira de Educação”.
SÉRGIO CRUZ