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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Dedicado ao ex, prefeito? Mourão da UDN/PSDB de governador Valadares, sobre suas besteiras publicadas a respeito da dívida pública brasileira no Diário da UDN.


  O Ex, prefeito? Mourão e suas besteiras no Diário da UDN.

O ex, prefeito? De Governador Valadares MG da UDN/PSDB, José Bonifácio Mourão,  deu uma de economista de botequim e deu pitaco sobre a dívida pública brasileira. Falando um monte de bobagens, para os nécios leitores do PIG local.



Alguns idiotas acreditaram nos pitacos dele. Como sempre o pessoal da classe mérdia. Os urubólogos. Que acreditam que esta coisa aí abaixo é um jornal que não faz reporcagens  que possam desgastar o governo Dilma/Lula.




Este Jornal? Foi criado nos anos 60, por um grupo de oligarcas de mierda, (como diria Evita) para contrapor-se ao grande jornal do jornalista Carlos Olavo “ O Combate”.



Oh Deus como eu sofro! Pessoas me citam este jornal, que publicou um artigo sobre a dívida  pública brasileira , escrita por quem não entende porra nenhuma de economia, dívida pública e macro economia.



Não é à toa que este senhor da UDN/PSDB deixou um rombo(garfada mesmo) de 2 milhões na prefeitura de governador Valadares MG.

O processo corre sobre segredo de justiça. Vá lá saber o por que?



Portanto meus amigos jornalistas, professores, membros da classe média, leitores do PIG e quetais me poupem.



Vão se informar, Oh raios! Deixem o PIG de lado. Meu cachorro não aceita na casinha dele nenhum destes jornalões e nem o jornaleco aqui da cidade, o órgão oficial de informação da UDN/PSDB, o Díário da UDN.




De Correio Braziliense



A dívida líquida do setor público chegou a R$ 1,492 trilhão, em maio, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta sexta-feira (29/6). Esse saldo corresponde a 35% de tudo o que o país produz - Produto Interno Bruto (PIB), o menor nível da série do BC iniciada em 2001.

 Em relação ao mês anterior, houve redução de 0,7 ponto percentual. Esse resultado ficou pouco acima da previsão do BC para o mês, que era 34,8% do PIB.

Essa queda na dívida líquida é explicada, principalmente, pela alta do dólar. Isso ocorre porque o país é credor em dólar, ou seja, as reservas internacionais e outros ativos são maiores do que a dívida externa.

Outro indicador fiscal divulgado pelo BC é a dívida bruta do Governo Geral (governos federal, estaduais e municipais), muito utilizado para fazer comparações com outros países.

 No caso da dívida bruta, em que não são considerados esses ativos em moeda estrangeira, mas apenas os passivos, a relação com o PIB é maior: em maio ficou em 56,9%, um pouco acima da projeção do BC (56,7%).

No período, a dívida bruta chegou a R$ 2,425 trilhões.

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terça-feira, 5 de julho de 2011

GOVERNO DILMA CRIA 1.137.000 (UM MILHÃO E CENTO E TRINTA E SETE MIL!!!!)EMPREGOS DE JANEIRO A MAIO. RECORDE.

Governo Dilma, cria hum milhão e cento e trinta e sete mil empregos de janeiro a maio. Um recorde! O menor desemprego em maio desde maio de 2002. O PIG evientemente não repercurte. O deputado aí abaixo está preocupado é com a dívida interna. Que problemão hein?
O deputado Mourão PSDB/DEMO não quer que o país gaste e crie empregos, ele escreve artigos no PIG sobre dívida interna. O negócio dele é o  neo liberalismo. O "Estado Mínimo". Ele esqueceu completamente do governo FHD (d de doar). Aos números:

Delfim Netto: FHC surfou sobre o Plano Real e quebrou o país
Ex-ministro denuncia desastre e “métodos absolutamente heterodoxos para se reeleger”
O deputado federal Delfim Netto (PMDB/SP) afirmou que Fernando Henrique “surfou sobre o plano real” para se eleger presidente da República por dois mandatos, aplicando um “duplo estelionato eleitoral” no povo brasileiro.
“Elevou para 29% a carga tributária bruta e aumentou de 31% para 49% do PIB o endividamento. Não fez o menor esforço para controlar as despesas, reduzindo o superávit a zero no primeiro quadriênio. Em apenas quatro anos, acumulamos um déficit em conta corrente da ordem de US$ 100 bilhões! O resultado foi trágico”, ressaltou o deputado, assinalando que essa política levou o Brasil a quebrar em 1998 e recorrer ao FMI “com o chapéu na mão, pedir um socorro de US$ 40 bilhões!”. Foi o primeiro “estelionato”, disse Delfim.
O deputado continuou, afirmando que no segundo mandato – depois de se eleger e procurar, “com métodos absolutamente heterodoxos, a sua reeleição sem desincompatibilização, o que seria o segundo ‘estelionato eleitoral’” – diante da exigência de arrocho fiscal feita pelo FMI “descarregou o problema sobre o setor privado, aumentando a carga tributária bruta para 32% já em 1999” .
“Puxado pelo nariz, o governo perdeu o controle do câmbio para o ‘mercado’. Instalou-se depois uma nova e melhor política monetária. Mas o fim foi melancólico. Terminamos 2002 com uma inflação de 12,5% e um crescimento de 1,9%. Acumulamos mais US$ 80 bilhões de déficit em conta corrente. Com reservas de US$ 16 bilhões, e o Brasil ‘quebrado’ pela segunda vez”, observou.
Delfim Neto destaca também que o último surto de desenvolvimento experimentado pelo Brasil ocorreu no governo Itamar Franco (1993/94), “quando crescemos 5,4% ao ano, com equilíbrio externo”. “A carga tributária bruta era de 27% do PIB, e a dívida líquida do setor público, 31% – graças ao vigoroso superávit primário de 3,7% ao ano, em média, no período. As reservas internacionais eram de US$ 40 bilhões, correspondentes a um ano de importação”, completou.

A devastação do Brasil no governo tucano-neoliberal: uma memória (1)
No recente relatório da Fitch Ratings, tão aplaudido por alguns, está a afirmação de que os supostos avanços da economia brasileira que motivaram a “elevação” do rating do país no conceito (ou no apetite) dos bancos externos foram aqueles do governo Fernando Henrique - o que, para uma “agência” que obedece aos interesses estrangeiros mais espoliadores e parasitários da face da Terra, é compreensível. Muito menos compreensível são certas afirmações, por quem não é tucano nem fez parte daquele infeliz governo, de que o sucesso do presidente Lula em seu segundo mandato foi devido à continuidade em relação àquela época catastrófica para o Brasil.

 Quando Lula assumiu a Presidência, em 2003, o país estava à beira do colapso - e foi a ruptura com o período anterior que possibilitou, sob a liderança de Lula, que o país se reerguesse, assim como foram os elementos que ainda restavam desse malfadado período que mais obstaculizaram esse reerguimento.
Tudo isso nos parece óbvio, mas, infelizmente, a memória às vezes falha a alguns - e de tanto ouvir a mídia repetir o seu cantochão sobre os supostos “fundamentos” que alguns devastadores do país teriam assentado, há quem faça, inconscientemente, coro a essa infâmia.
 Além disso, existem os jovens, alguns que são tão jovens que mal viveram aquela época. Por todas essas razões, veio-nos a idéia lembrar, brevemente, o que foi aquela aflição para o país e seu povo - para os trabalhadores, para os empresários, para os estudantes, para as mulheres, crianças e homens deste país.
Não encontramos forma melhor de isto fazer do que apresentar uma condensação do relato e análise de Nílson Araújo de Souza em seu livro “A Longa Agonia da Dependência”.
Chamamos a atenção do leitor para o fato de que se trata de obra volumosa - mas acessível a todos os interessados em melhor conhecer a economia e, de resto, a História de nosso país. O que apresentamos aqui é apenas uma amostra - mas suficiente para que conheçamos (ou refresquemos a nossa memória) sobre um dos mais terríveis períodos que o Brasil já passou.
O seu desfecho, com a derrota da reação, do atraso e dos destruidores da nação, apesar das marcas que ainda não foram inteiramente superadas, é uma advertência presente aos inimigos do país. Não há continuidade possível e não há volta possível àquela época. Os que o tentaram, aliás, receberam do povo o seu saudável e bem colocado repúdio.
 (jornal  A Hora do Povo)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

POST DEDICADO AO PROVECTO E CIRCUNSPECTO "ECONOMISTA" DEPUTADO MOURÃO.

O deputado do PSDB/DEMO não quer que o governo gaste. O negócio dele é o  "Consenso de Washington."


Dias atrás o Senhor deputado Mourão deu uma de doublet de economista e fez valer a máxima do, este sim, légítimo economista Delfim neto, que dizia: Reportagem sobre economia no Brasil, não é uma coisa nem outra.

Pois bem, na esteira do PIG nacional,  publicou artigo no PIG local, lascando o sarrafo no governo, que segundo ele não controla a dívida interna, ou seja o mesmo método que o PIG nacional usa para amendrontar a piguiotizada classe média brasileira.

Ora, capitalismo faz-se com dívidas. Ele  deveria ter dito que nesta divida interna está incluida , as maiores obras contratadas no mundo atualmente, ou seja: 3 ferrovias( a transnordestina, está faltando apenas 128 km para o seu término)  3 hidrelétricas , sendo Belo Monte a terceira do mundo. 2 hidrovias, sendo que uma a de Tucuruí tem as maiores eclusas de desnível do mundo, portanto maior que as do panamá, maior obra do Sec. 19. A transposição de um rio, o São Francisco. Poderia citar mais obras inclusas nesta dívida, a dar com o pau, mas vamos para outra parte da dívida, as Despesas Correntes.

 AS DESPESAS CORRENTES ENGLOBAM UMA SÉRIE DE GASTOS E NÃO SÃO SÓ CLIPES E CAFEZINHO. SÂO ENERGIA , ÁGUA , TELEFONE , MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS , PESSOAL DE SAÚDE , DE SEGURANÇA , DAS FORÇAS ARMADAS , DA GUARDA NACIONAL , DA POLÍCIA FEDERAL , DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL E OUTROS FAZEM PARTE DAS DESPESAS CORRENTES , BEM COMO , COMBUSTÍVEL , MATERIAL MÉDICO-HOSPITALAR E OUTROS . QUEREM QUE O BRASIL PARE?(grifo de Hélio Borba, "aposentado invocado")

Bom mesmo era na época do FHD ( d de doar) em que o seu governo aumentava as despesas e o Brasil parava. Aos números:

- Em maio de 1999, o desemprego chegou a 25%;
- Em 1989, o tempo médio de busca por um novo emprego era de 15 semanas. Em 98, chegou a 36 semanas !!!;
- Segundo o Caged, o Brasil destruiu 3,3 milhões de empregos ao longo dos anos 90;
- Em 94, a balança comercial teve um superávit de US$ 10 bilhões; em 98, um déficit de US$ 6 bilhões;
- Durante os dois mandatos do Farol o funcionalismo publico não recebeu um centavo de aumento;
- O Farol anunciou que ia acabar com o legado de Vargas;
- A participação da renda dos trabalhadores no PIB caiu de 52% em 1990 para 41% em 2002;
- A taxa média de crescimento da economia brasileira ao longo dos anos 90 foi a PIOR da História: 2,4%; inferior à média da “década perdida” (os anos 80), que girou em torno de 3%;
- Mesmo com as privatizações do Daniel Dantas, a divida interna do país saltou de R$ 60 bilhões para IMPENSÁVEIS R$ 630 bilhões, enquanto o valor da dívida externa dobrou.

Depois querem saber porque o povo, os rejeitam soberanamente, nas urnas.