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terça-feira, 15 de maio de 2012

Dicionário Cachoeira.



AC Antes de Cachoeira, o crime era praticado de maneira informal, sem método e de forma amadorística. Lucro insignificante. Período da infância de nossos amigos. Ver DC.



Aditamento Acrescentar e multiplicar valores aos contratos após ganhá-los em [i]licitações com propostas reduzidas e irrealistas. Ver Crime organizado.



Amigos Aqueles que comungam as mesmas práticas e não são alcaguetas.
 
 
Comunista Inimigo de nossa organização. Mostra nosso modus operandi e ilumina nosso mundo subterrâneo. Ver Blogueiro sujo.


Crime organizado Atividade laboriosa que permite a compra — por associação — a deputados, senadores, governadores, jornalistas etc. Ademais, juízes também entram no pacote, pois sabem que temos algo em nossos bolsos e malas reservados para eles.
DC Depois de Cachoeira, o crime passou a ser praticado de maneira metódica, profissional e, para ganhar escala, aliado a figuras conhecidas do país. Lucro estratosférico. Período adulto de nossos amigos. Ver AC.

Depende do ponto de vista Exceto o de nossa organização, outras formas de avaliar as coisas não nos interessam.

Ditabranda Nossa lei e nossa ordem. Amém!

Ética Os valores e princípios de conduta de nossa organização. Profissionais imbuídos e compenetrados em encontrar facilidades e vender dificuldades.

Galeria Augusto Probo Imaculado Galeria de pessoas admiráveis. Ver Gente boa.
Gente boa Toda aquela que dá sinal verde aos nossos interesses.

Genuflexão Ato de respeito com quem tem poder. Obedece quem tem juízo, já dizia a mamãe.

GreenCachoeira ONG - Organização não Governamental que aprecias verbas governamentais

Lugar de Justiça Não podemos conviver com a incerteza. Por isso, um Supremo Tribunal favorável é fundamental. Fazemos lobby pelo STP. Ver Ditabranda.

Monopólio da Mídia Muita gente mexendo na mesma coisa não dá certo. O melhor são as oligarquias — sempre simpáticas às nossas demandas — permanecerem no comando dos veículos de comunicação. A advertência é fato concreto: caso venhamos a vacilar, blogueiros sujos e comunistas vão alardear pelos quatro cantos da internet nossas práticas ilícitas [mas extremamente rentáveis].

Mosqueteiro da Ética Pessoa ilibada como nós. Em público, vocifera pelos bons costumes. Em privado, luta por nossos direitos... E é isso que importa. Ver Ética e Mundo animal.
Mundo Animal Antes inofensivo, recluso em seu habitat, passou a acompanhar blogueiros sujos e comunistas, deixando de ler a nossa Revista [da] Marginal. O corolário disso foi devastador para os nossos dividendos.
Notícias geneticamente modificadas Patente exclusiva. O PIG [nosso consorte] alega que também tinha a fórmula. Não gostamos de discutir com sócios. Entretanto, ele jamais conseguiu alcançar a alta tecnologia de nossas sementes. Sem querer nos gabar, nossa organização é PhD no assunto e emite Certificado homologado pelo PIG 14001, art. 25 e 45. Ver Amigos, Ditabranda e PIG.

Pessoa de bem Erro de digitação. Palavra deve ser utilizada apenas no plural. No singular, é merreca, coisa chinfrim não digna de nota.

Pessoas de bens Ver Gente boa.

PIG Sempre apoia boas causas: a) desestabilização do Getúlio, do Juscelino, do João Goulart, do Lula, da Dilma etc.; b) Apoio incondicional à Ditabranda, à Privataria Tucana etc. Ver Amigos, Ditabranda e Notícias geneticamente modificadas.

PIG ingrato Não se abandona um companheiro ferido na estrada ou no mar.

Prevaricar Caso venha a ser flagrado, entregue o caso direto ao PGR certo para ele deixar mofar a ocorrência. Aviso: não há antídoto sobre ações da Polícia Federal.

Privataria Tucana Administração admirável. Adoraríamos ter participado. Uma melancolia nos invade ao sabermos que poderíamos estar lá para contribuir com esse grande feito. Sabemos de nossa capacidade propositiva e logística para aperfeiçoar ações desse tipo. De todo modo, admiramos seus proponentes. Ver Amigos, PIG e Quadrilha Editorial.
Quadrilha Entidade de benfeitores [Ver Depende do ponto de vista] associados, dirigidos por um chefe e dedicados especialmente ao roubo e outras atividades que proporcionem enriquecimento instantâneo e [i]lícito [Ver Depende do ponto de vista].

Quadrilha Editorial Entidade de benfeitores formada para dar ressonância na mídia aos nossos planos. Sem publicidade, travestida de notícia, nossas iniciativas seriam natimortas. Ver PIG.

Representação Nosso pessoal nos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e no PIG. Ver Galeria Augusto Probo Imaculado e Gente boa.

Reunião de inimigos – Gente desocupada que se ocupa em inviabilizar nossas estratégias. Ver Blogueiro sujo e Comunista.

Revista [da] Marginal Braço editorial da quadrilha. Ver Quadrilha Editorial.

Sacolas plásticas Antiecológicas e pecaminosas. Mormente porque não distribuídas por nosso grupo. Adquira apenas sacolas da GreenCachoeira. Ver GreenCachoeira.
Sinceridade É música para nossos ouvidos. Quando ouvimos a contrapartida de nossos sócios, estamos prontos para acrescentar o Delta na equação do valor das propostas.

Super-heróis Não se fará justiça nesse país enquanto não forem erguidas — em cada praça desse país — estátuas em ouro maciço em homenagem a Super-DemGo. Ver Amigos, Ditabranda e PIG.
Tristeza Sarkozy foi derrotado; Serra foi derrotado; os juros caem; e eu não me sinto muito bem... Onde esse mundo vai parar? Ver Blogueiro sujo e Comunista.
Vidente Apenas ir aos confiáveis. Nossa organização não acredita em charlatães, apenas em gente honrada e representante de nossos interesses. Ver Monopólio da Mídia.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Serra agarra a sua chance. Na vEJA de 2002. Quaquaqua! Tem gente que acha que isto é jornalismo.

Cerra em 2010. A treva da idade média.

 

 

Dedicado à classe média que lê esta mercadoria e acha  que é jornalismo. Leiam esta propaganda transvestida de jornalismo, besteira pura.

 

Serra agarra a sua chance


O PSDB faz a escolha óbvia para
disputar o Planalto. Agora, o candidato
tem até junho para subir nas pesquisas
e provar que é viável
Felipe Patury
Beto Barata/AE

O ministro: um grande currículo, uma passagem brilhante no ministério e um desafio ainda maior à frente

José Serra venceu a primeira das duas batalhas mais ambiciosas de sua vida política. Depois de passar os últimos meses envolvido numa disputa interna no PSDB, o ministro da Saúde finalmente decidiu anunciar que ele é, sim, candidato à sucessão do presidente Fernando Henrique Cardoso. O lançamento oficial ocorre nos próximos dias. Com isso, encerra-se a fase apelidada pelo cientista Marcos Coimbra, do Instituto Vox Populi, de "tititi calculado".

É tititi porque, nesse momento de definições de candidaturas, os aspirantes dedicam-se a estapear uns aos outros pelas colunas de jornal. O saldo é uma série de feridas a lamber e diversos ressentimentos a contornar – como os do governador Tasso Jereissati e os do ministro Paulo Renato Souza, dois tucanos que como Serra alimentavam o sonho de chegar ao Palácio do Planalto.

 É também uma etapa calculada, lembra Coimbra, porque tudo gira na esfera previsível da política. Fecha-se um acordo aqui, escanteia-se um desafeto ali e assim se constrói uma maioria capaz de viabilizar a candidatura. A partir de agora, Serra tem uma batalha de outra ordem pela frente. O mais novo presidenciável precisa buscar espaço num campo insondável e imprevisível: a alma do eleitor. Ali, conta pouco o cálculo e nada o tititi.

 O que vale é o conteúdo das propostas que os candidatos oferecem ao país e, claro, a empatia junto à opinião pública.

Para garantir que a resposta do eleitorado seja positiva ao seu nome, Serra não pode perder tempo.

Na semana passada, o ministro se movimentava para escolher quem serão as três figuras-chave do futuro comitê de campanha. São elas o coordenador-geral, que organiza a operação, o tesoureiro, que arruma o dinheiro, e o marqueteiro, que trata de melhorar a imagem do candidato.

O ministro já telefonou para o ex-senador José Richa, do Paraná, e o convidou para ser coordenador. Richa, que prometeu pensar no assunto, iria chefiar uma junta formada pelo ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga, pelo senador Artur da Távola e pelo presidente de Itaipu, Euclides Scalco.

 Para a função de tesoureiro, Serra está preocupado em sinalizar que trabalha com a maior transparência possível. Na semana passada, recebeu a sugestão de montar um grupo de alto coturno integrado por empresários pesos-pesados e contratar como suporte uma empresa de auditoria externa internacional para supervisionar o bom emprego do dinheiro. Quer com isso evitar acusações de desvios ou uso da máquina do Estado.

 Há dúvidas, no entanto, sobre a utilidade da medida, já que, a princípio, as contas só poderiam ser auditadas depois de a eleição acabar.


Para o posto de marqueteiro, Serra trabalha com duas opções. Pode entregar a tarefa a Nizan Guanaes, atualmente trabalhando para Roseana Sarney, que já o procurou para conversar duas vezes.

O marqueteiro baiano trabalhou na campanha fracassada de Serra para a prefeitura de São Paulo, em 1996, e deixou a campanha no meio. Outra possibilidade em estudo é montar um grupo integrado por Guanaes e Nelson Biondi, seu atual braço direito nesse campo.

Serra está preocupado com a definição do nome, pois sabe que a distância entre a vitória e o fracasso na corrida ao Planalto mora também nos detalhes do que ele mostrar ou disser no horário eleitoral gratuito. Um exemplo disso ocorreu na eleição de 1989. Embora Fernando Collor tenha vencido a eleição, a TV não o ajudou.

 Pode parecer incrível, mas vale a pena rever os números do Ibope. O então governador de Alagoas entrou no horário eleitoral com 42% das intenções de voto e chegou às urnas com 30% no primeiro turno.

Ou seja, perdeu 12 pontos porcentuais, bem mais que os 8% que Serra tem hoje. Será que Collor teria sido eleito caso seu patamar de entrada no horário eleitoral não fosse tão elevado?

De acordo com a estratégia discutida até aqui, Serra concorda em adotar todos os cuidados ligados à estampa que possam melhorar sua imagem. Um assunto que já foi discutido é seu sorriso. Serra sofre de bruxismo, ou seja, costuma esfregar as arcadas dentárias à noite, durante o sono.

 O hábito, que o atormenta há anos, provocou o lixamento parcial de seus dentes superiores a ponto de reduzi-los de tamanho. Como ato reflexo, o candidato dificilmente solta um sorriso despreocupado, o que os marqueteiros consideram negativo para sua imagem, pois a atitude passa tensão.


Mas Serra já informou aos aliados que não pretende disputar com Roseana Sarney no campo da simpatia nem tentará parecer descontraído como Anthony Garotinho, um profissional da comunicação. O propósito do ministro é mostrar ao país que, entre os candidatos que já se apresentaram, ele deve ser compreendido como o mais bem preparado para o enorme desafio da Presidência

segunda-feira, 7 de maio de 2012

como a vEJA manipulou a classse média de 2000 até o ano do Cachoeira.

Não existe jornalista bandido, jornalista bandido, bandido é.


Do blod do Marco Aurélio:
DO LADO DE LÁ

Doze anos atrás, um colega, que - por razões mais do que óbvias - preferiu ficar no anonimato, entregou todo esquema de manipulação da Revista Veja já àquela época.
 
O caso teve alguma repercussão na incipiente internet, mas logo, como tudo nesta vida, caiu no esquecimento. É com a memória do brasileiro que a Editora Abril conta mais uma vez para se safar da mais nova safadeza. Se depender da blogosfera progressista e dos sujinhos, acho que muito há a ser lembrado.
 
Para nós, a brincadeira está só começando... Veja a riqueza de detalhes do texto abaixo:
"Talvez o fato de trabalhar para a empresa que se acusa me faça cúmplice. No entanto, algum lampejo de honestidade me ilumina a razão e, por isso, vos narro o que sei. Há anos vivo os melindres da profissão e da filiação ao império Abril.
 
É pena que o colega Mário Sérgio (1) tenha contado tão pouco do que lá se passa. É pena que tenha omitido detalhes importantes das trapaças arquitetadas pelos arrogantes senhores do resumo semanal.
 
 A revelação de tais fatos certamente macularia sua já arranhada reputação. Mas se a disputa se dá no campo da falta de ética, é certo que será superado pelos senhores Tales Alvarenga e Eurípedes Alcântara. (2)

De Mário Sérgio Conti tudo se pode dizer. Que é bruto com as mulheres, que fuma demais e que obriga seus subordinados a coletar argumentos para justificar falsidades. Dos outros dois, pode-se esperar ainda empáfia e ignorância.
 
O primeiro é capaz de recorrer ao Dedoc (3) para descobrir se Vinícius de Moraes está vivo ou morto. O segundo, dublê de cientista e Don Juan da casa, é capaz de fundir boi e tomate numa fantástica e exclusiva descoberta. (4) Diagnóstico: a arrogância é tanta que não lhes cabe mais perder tempo com a aquisição de conhecimento.

 
O garoto de recados da Camorra editorial é o sr. Eduardo Oinegue. (5) Veja bem: Oinegue ao contrário quer dizer Eugênio. O que significaria a eugenia para o império dos Civita? Oinegue foi criado no laboratório da casa. Nunca trabalhou em qualquer outro órgão de imprensa. Saiu diretamente dos bancos escolares para Veja. Mantinha os contatos sujos com Cláudio Humberto (6), no ínicio da década. Hoje, chafurda na lama das matérias plantadas, dos panfletos encomendados pelo governo.

No dia 2 de maio, Alvarenga recebe um telefonema do "chefe supremo". O "filho do pato", alguém diz. Não, a secretária é quem lhe passa a senha. É do "mata-ratos", diz. (7). O diretor de redação está distante da sede naquele momento. O contato, no entanto, é feito rapidamente. Um homem de confiança do presidente Fernando Henrique Cardoso pede uma contrapartida.
 
Afinal, a revista teria "batido" indiretamente no governo ao espicaçar a festa dos 500 anos. Alvarenga defende-se. Segundo ele, a revista "livrou a barra do governo" ao insistir na teoria "Dinamarca". Trata-se da informação de que o governo deu tantas Dinamarcas aos índios e beneficiou um mar de famílias com novas doações de terra.
 
O diretor afirma que o governo saiu "limpinho" da história e que sobrou mesmo só para o "paranaense", numa referência ao ex-ministro Greca. (8)

Do outro lado da linha, o senhor Matarazzo pede novamente uma contrapartida. Alvarenga lembra que já se produz uma matéria sobre o MST, mas que não sabe quando será publicada. "Agora", diz o emissário governista, afirmando que "tudo já está acertado com o dono". Alvarenga ri e pergunta se há qualquer encomenda. "Bota aí esse negócio da Dinamarca. É um país titica, mas dá impressão boa". (9) Alvarenga dialoga com Alcântara e decidem convocar "Oinegue-boy" para executar o serviço sujo.

Começa rapidamente a operação. Durante a semana, Oinegue repreende duramente um repórter que não estaria "cooperando" para rechear o trabalho contra o MST. Discute-se a capa. Dois ou três editores executivos oferecem sugestões. Oinegue fala em "baderna", palavra sempre utilizada para desqualificar adversários de Veja.
 
Os iluminados do semanário não sabem, mas "baderna" era termo freqüentemente utilizado pelo sociólogo Oliveira Viana e pelo pensador católico Jackson Figueiredo, ideólogos do Integralismo, movimento de inspiração nazi-fascista da década de 30. Usavam-no para caracterizar a "anarquia liberal". Decidem que "tática" é palavra importante na chamada "porque lembra futebol e fala fundo ao espírito brasileiro".

Alguém cita uma matéria sobre a Coréia do Norte. Oinegue manda utilizar os termos "Coréia Comunista" e "morta de fome". A revista precisa reforçar subliminarmente a mensagem contra o MST. Escolhe-se uma foto de agricultores para ilustrar a matéria.
 
 A legenda é "agricultura fracassada e crianças subnutridas: o país mais isolado". Num telefonema à redação, Alcântara sugere o uso da palavra "fracasso e fracassado". "Dá sempre certo. A Globo não cansa de usar o termo para avacalhar com greves gerais. Desmobiliza os caras e fode tudo".

A baixaria continua. Nova reunião é marcada entre os chefes. Uma repórter participa. A idéia é pintar o "vilão" da história. Não existe fantasma sem cara. Stedile é o preferido. Alguém sugere colocá-lo no "corpo de Guevara", outro sugere o corpo do cangaceiro Corisco.
 
Resolvem, por fim, realizar uma montagem em que o líder do MST aparece com uma pistola na mão. É um suposto James Bond do mal. Alguém alega que "pode dar processo".
 
"O dr. Civita (10) diz que pode mandar bala", afirma Alvarenga. O chefe da arte morre de rir ao ver o resultado. "Ficou bem bandido mesmo". Na página anterior, o compenetrado Fernando Henrique Cardoso aparece em foto de gabinete. Sério, parece zelar pela segurança dos brasileiros.
 
Pede-se a um repórter que ouça vozes da condenação. "Ouve lá o Celso Bastos. (11) Pra tacar pau na esquerda ele é ótimo, e sempre atende". O clima na redação não é dos melhores. Arranja-se uma foto da Folha Imagem, com um suposto sem-terra chutando uma porta.
 
A matéria vai sendo escrita e reescrita. Há uma frase encomendada, introduzida de última hora: "(Cria-se) assim um mundo em que o MST desempenha o papel do Bem, num cenário maniqueísta em que o governo FHC é o Mal".
 
 
Dois repórteres são muito elogiados pelo editor executivo pelo empenho. Um deles afirma que o termo "baderna" caiu muito bem na história. É uma pena que não tenha se divertido antes. Baderna é o nome de uma dançarina que despertou paixões em sua passagem pelo Rio, em 1851. Os rapazes da época faziam ruído durante suas apresentações. Baderna, doce baderna. Dizem que era linda.



Notas:
* Esta carta, redigida por um funcionário da Editora Abril que prefere se manter anônimo, por razões óbvias, circulou na Internet no mês de maio de 2000.
 
1 - Mario Sergio Conti foi diretor de redação da revista Veja entre 1991 e 1997 e é autor de Notícias do Planalto - A imprensa e Fernando Collor, Companhia das Letras, São Paulo, 1999

2 - Tales Alvarenga é o atual diretor de redação de Veja e Eurípedes Alcântara é o seu redator chefe

3 - Departamento de Documentação da Editora Abril

4 - Barriga histórica de Veja, baseada em falsa matéria científica que "demonstrava" a possibilidade de fusão genética de animais com vegetais. A matéria, copiada de uma revista estrangeira, havia sido publicada como brincadeira de 1º de abril.( O Boi Mate)
 

5 - Eduardo Oinegue é um dos cinco editores executivos de I

6 - Cláudio Humberto Rosa Silva foi o porta-voz do presidente Fernando Collor

7 - Ministro Angelo Andrea Matarazzo, chefe da Secretaria-Geral de Comunicação de Governo da Presidência da República

8 - Ex-ministro do Esporte e Turismo Rafael Valdomiro Greca de Macedo, coordenador dos festejos oficiais dos 500 anos

9 - O trecho publicado, na página 47, ficou assim: "Depois de receber 22 milhões de hectares de terra, área equivalente a cinco Dinamarcas, o MST acrescentou um item novo ao seu tradicional discurso. Agora, a tônica das reivindicações dos sem-terra deixou de ser a distribuição de terras e passou a ser distribuição do dinheiro público - daí a invasão dos prédios do Ministério da Fazenda e da sede do BNDES, no Rio de Janeiro"

10 - Roberto Civita, presidente e editor de Veja

11 - Celso Bastos é professor de Direito Constitucional em São Paulo

Obs: O resgate deste texto foi feito por Ester Alves