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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Leandro Fortes: A Veja é um esgoto. A oposição é um udenismo rasteiro e imoral.

Redações Poeirentas, atreladas  com o crime. 





Por Leandro Fortes

Na CartaCapital dessa semana há uma história dentro de uma história. A história da capa é o desfecho de uma tragédia jornalística anunciada desde que a Editora Abril decidiu, após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, que a revista Veja seria transformada num panfleto ideológico da extrema-direita brasileira.

Abandonado o jornalismo, sobreveio a dedicação quase que exclusiva ao banditismo e ao exercício semanal de desonestidade intelectual.


O resultado é o que se lê, agora, em CartaCapital: Veja era um dos pilares do esquema criminoso de Carlinhos Cachoeira. O outro era o ex-senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Sem a semanal da Abril, não haveria Cachoeira. Sem Cachoeira, não haveria essa formidável máquina de assassinar reputações recheada de publicidade, inclusive oficial.


A outra história é a de um jornalista, Policarpo Jr., que abandonou uma carreira de bom repórter para se subordinar ao que talvez tenha imaginado ser uma carreira brilhante na empresa onde foi praticamente criado.


Ao se subordinar a Carlinhos Cachoeira, muitas vezes de forma incompreensível para um profissional de larga experiência, Policarpo criou na sucursal da Veja, em Brasília, um núcleo experimental do que pior se pode fazer no jornalismo. Em certo momento, instigou um jovem repórter, um garoto de apenas 23 anos, a invadir o quarto do ex-ministro José Dirceu, no Hotel Nahoum, na capital federal.


Esse ato de irresponsabilidade e vandalismo, ainda obscuro no campo das intenções, foi a primeira exalação de mau cheiro desse esgoto transformado em rotina, perceptível até mesmo para quem, em nome das próprias convicções políticas, mantém-se fiel à Veja, como quem se agarra a um tronco podre na esperança de não naufragar.





A compilação e análise dos dados produzidos pela Polícia Federal em duas operações – Vegas, em 2009, e Monte Carlos, em 2012 – demonstram, agora, a seriedade dessa autodesconstrução midiática centrada na Veja, mas seguida em muitos níveis pelo resto da chamada “grande” imprensa brasileira, notadamente as Organizações Globo, Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo e alguns substratos regionais de menor monta.


 Ao se colocar, veladamente, como grupo de ação partidária de oposição, esse setor da mídia contaminou a própria estrutura de produção de notícias, gerou uma miríade de colunistas-papagaios, a repetir as frases que lhes são sopradas dos aquários das redações, e talvez tenha provocado um dano geracional de longo prazo, a consequência mais triste: o péssimo exemplo aos novos repórteres de que jornalismo é um vale tudo, a arte da bajulação calculada, um ofício servil e de remuneração vinculada aos interesses do patrão.




A Operação Vegas, vale lembrar, foi escondida pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel, este mesmo que por ora acusa mensaleiros no STF com base em uma denúncia basicamente moldada sobre os clichês da mídia, em especial, desta Veja sobre a qual sabemos, agora, que tipo de fontes frequentava.

Na Vegas, a PF havia detecdado não somente a participação de Demóstenes Torres na quadrilha, mas também de Policarpo Jr. e da Veja. Essa informação abre uma nova perspectiva a ser explorada pela CPI do Cachoeira, resta saber se vai haver coragem para tal.


Há três meses, representantes das Organizações Globo e da Editora Abril fecharam um sórdido armistício com Michel Temer, vice-presidente da República e cacique-mor do PMDB. Pelo acordo, o noticiário daria um descanso para Dilma Rousseff em troca de jamais, em hipótese alguma, a CPI do Cachoeira convocar Policarpo Jr., ou gente maior, como Roberto Civita, dono da Abril.

 A fachada para essa negociata foi, como de costume, as bandeiras das liberdades de imprensa e de expressão, dois conceitos deliberadamente manipulados pela mídia para que não se compreenda nem um nem outro.

No dia 14 de agosto, terça-feira que vem, o deputado Dr. Rosinha irá ao plenário da CPI apresentar um requerimento de convocação do jornalista Policarpo Jr..

É possível, no mundo irreal criado pela mídia e onde vivem nossos piores parlamentares, que o requerimento caia, justamente, por conta do bloqueio do PMDB e dos votos dessa oposição udenista sem qualquer compromisso com a moral nem o interesse público.

Será uma chance de ouro de todos nós percebermos, enfim, quem é quem naquela comissão.





sábado, 18 de dezembro de 2010

OROFESSOR EMI SADER: UM ESTADO PARA TODOS!

CONFIRAM EXCELENTE ARTIGO DO PROFESSOR SADER PUBLICADO NO SITE CARTA MAIOR:

Um Estado para governar para todos

O Estado sintetiza, de alguma maneira, a sociedade que temos. O político condensa, sintetiza, o conjunto das relações econômicas, sociais e culturais – na visão de Marx.

COMEÇOU COM O GETÚLIO.


ESTE ENTREGUISTA QUIS EVITAR O SURGIMENTO DESTE NOVO ESTADO, ACABANDO COM "A ERA VARGAS"

O Estado brasileiro, antes de 1930, era literalmente o Estado das oligarquias primário-exportadoras: dos setores que produziam para a exportação e dos que comercializavam essa produção e importavam das metrópoles para o consumo das elites. Era um Estado de uma ínfima minoria, governando para o interesse dessa ínfima minoria. A grande maioria da população nem era contemplada pelo Estado, nem se reconhecia nele.

A primeira grande transformação do Estado brasileiro se deu a partir de 1930. O Estado começou a assumir responsabilidades sociais, contemplando a setores populares como cidadãos – sujeitos de direitos -, passou a incentivar a economia voltada para o mercado interno, permitiu o inicio do processo de sindicalização dos trabalhadores, formulou uma ideologia nacional e começou a aparecer como o Estado de todos os brasileiros.

Esse Estado, correlato aos processos de industrialização, de urbanização, de sindicalização, de democratização social e politica, teve um freio radical com o golpe de 1964. A ditadura militar se impôs como governo das elites dominantes contra os setores populares. Além da brutal repressão contra o campo popular e tudo o que tivesse que ver com democracia, impôs o arrocho salarial e a intervenção em todos os sindicatos, promovendo uma lua-de-mel para as grandes empresas nacionais e estrangeiras. Crescia a economia, mas não se distribuía renda, se concentrava a riqueza e se multiplicava a desigualdade e a exclusão social. O Estado tinha se tornado, de novo, um instrumento exclusiva das classes dominantes.



ESTES ATÉ HOJE TORCEM PARA QUE O ESTADO SEJA COMTEMPLADO PELAS CLASSES DOMINANTES.

A democratização permitiu a recuperação de muitos dos direitos democráticos abolidos pela ditadura, permitindo uma nova identificação da população com o Estado, por meio da democracia. Mas esta coincidiu com a explosão da crise da dívida – uma divida alimentada criminosamente pela ditadura militar, que endividou o país sem benefícios para a massa da população e a juros flutuantes. Com a elevação brutal da taxa de juros, a economia do país quebrou, foi interrompido o processo de desenvolvimento econômico que, de uma ou outra forma, tinha se estendido desde 1930. Se desmoralizava a democracia, porque não promovia o bem estar da população e postergava a eleição direta do presidente, até que sua desmoralização levou à eleição de algum provindo da ditadura pouco tempo depois do fim desta, como presidente.

Collor, Itamar e FHC representam a era neoliberal no Brasil, em que o Estado foi reduzido às suas mínimas expressões, a economia foi desregulamentada, o mercado interno aberto aos capitais externos, as relações de trabalho foram precarizadas. O Estado tornou-se o Estado das grandes corporações nacionais e internacionais, sob o reino do mercado e da brutal reconcentração de renda que ele produziu.

O Estado voltou a ser desmoralizado nos discursos de Collor, de FHC, nos meios de comunicação, como inútil, negativo, que arrecada impostos tomando dinheiro dos cidadãos, que é ineficaz, burocrático, que prejudica o funcionamento dinâmico da economia. Em contraposição, se fazia a apologia do mercado, a quem foi entregue valioso patrimônio publico sob a forma das privatizações, deixando circular livremente o capital, para dentro e para fora do país, diminuindo ainda mais a presença do Estado nas politicas sociais. O Estado se afirmava, mais ainda do que no passado, como instrumento das elites do país, contra os interesses nacionais e populares.



PIG (PARIDO DA IMPRENSA GOLPISTA0 CRIADOR DO PAIM PADE CERRA.

Nos últimos anos o governo foi recuperando o prestigio do Estado. Os impostos foram sendo devolvidos à cidadania por intermédio das politicas sociais, pela melhoria do atendimento da população, extensão da educação publica, melhoria relativa da saúde publica. O Estado se responsabilizou por enfrentar a crise, impedindo que produzisse aqui – como em muitos lugares – uma recessão profunda e prolongada.


ELES REFIZERAM A "ERA VARGAS"

Mas tudo isso foi feito na contramão de um Estado que tinha sido feito para não agir, para deixar que o mercado ocupasse todos os espaços. Um Estado burocratizado, adaptado às irregularidades e corrupções, nada transparente, feito para manter a sociedade e o poder como eles são, incapaz de promover suas transformações democráticas.

Em primeiro lugar, o espírito público, a ideia de que não são funcionamentos do Estado, remunerados pelo Estado, mas são servidores públicos, remunerados com os impostos da cidadania e que se devem a ela, tanto na prestação de serviços, como no respeito às leis e normas.

Em segundo lugar, que ocupam cargos por concursos públicos, a forma mais democrática de preenchimento de cargos. Que devem prestar contas periodicamente à cidadania do cumprimento das funções que lhes são assignadas. Que devem ter plano de cargos e salários e avaliação permanente do seu desempenho.

Em terceiro lugar, deve haver transparência absoluta de quem financia o funcionamento do Estado e a quem o Estado transfere os recursos arrecadados. Hoje a estrutura tributaria é muito injusta, recaindo o essencial sobre os mais pobres, com o Estado transferindo uma parte do que arrecada para o capital financeiro, por meio do pagamento das dividas do Estado. O Orçamento Participativo é um instrumento essencial ao caráter púbico e democrático do Estado. Suas formas de existência tem que ser adequadas ao funcionamento eficiente do aparelho do Estado, mas tem que ser transparentes e ser controladas pela cidadania.

O Estado tem que governar para toda a população, tendo neste critério o filtro fundamental das suas decisões. Para que isso ocorra, a cidadania tem que ter mecanismos de informação – que podem ser via internet – e de discussão e controle da atuação dos governos. Os mecanismos de ratificação dos mandatos são uma das formas desse controle, quer permitem atualizar a legitimidade dos governos como produto da avaliação do seu desempenho.

Para que possa haver uma relação democrática e transparente entre governantes e governados, é preciso democratizar radicalmente os meios de comunicação, para que deixem de expressar um setor apenas – claramente minoritário hoje – da população, para propiciar informação minimamente fidedigna, espaços de debate que contem com opiniões que expressem de forma pluralista o que pensa a cidadania no seu conjunto e não apenas a minoria. Para isso é necessário uma imprensa pública – estatal e não estatal – que não seja financiada pelos grandes capitais privados – como acontece atualmente – e que amarra os interesses dessa mídia com os interesses dos mais ricos e poderosos.

Finamente, é necessário terminar com o analfabetismo e com o analfabetismo funcional – que somam a cerca de um terço da população – para que seja possível a informação e o debate generalizados por toda a população do país.

Consolidar, estender e aprofundar um governo para todos requer um Estado adaptado aos interesses das grandes maiorias do país, que demanda portanto profundas transformações – que podem ser obtidas mediante a convocação de uma Assembleia Constituinte autônoma, como a anunciada por Lula e por Dilma na recente campanha eleitoral.


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

COMEÇOU A DESCONTRUÇÃO DO CAVALO MANCO PADIM PADE ÇERRA!

                  Nassif havia previsto no ano passado, que passada a eleição presidencial, a mídia começaria o processo de descontruir serra. Primeiro porque os  poderosos eas 8 famílias donas do oligopólio midiático a serviços dos Yanques têm que dar um jeito de substituir o LACAIO da vez que prestará serviços e será usado como intrumento por esta gente, para apoderarem-se do Estado e principalmente comandarem os destinos dos recursos da União.
                  Posto isto, vamos aos fatos, vcs já observaram como tem sido o teor das  "reporcagens" que estão sendo feitas sobre o Çerra? Todas de uma fidelidade ímpar com a verdade factual, nunca vista na mídia, quando trata-se sobre fatos de seus lacaios.
                   A Folha de São Paulo, noticiou tim tim por tim tim sobre a safadeza entreguista do Çerra, que o Wikileaks vazou do entreguista n. 2 do Brasil  o primeríssimo é o Tartufo FHC. O Jornal a Província de São Paulo (Estadão) se não me engano publicou matérias mostrando como a sáude de São Paulo foi mal administrada. Parece-me que por enquanto só a Globo vem protegendo seu prócer. Até agora não publicou nada contra ele.
                  O oligopólio midiático está puto de raiva de ter apostado em um cavalo manco e quer vingança: Substituição djá!
                  Idiotas! Só eles realmente acreditavam que o Padim Pade Çerra poderia ganhar do LULÃO, o presidente mais bem avaliado por seu povo, que o Brasil já teve. Parece que eles viviam em um holograma, um universo paralelo, onde eles fabulavam e se retroalimentavam de suas fábulas e ainda faziam o seu candidato, Çerra, a acreditar nas suas fábulas.
                  Ora bolas! Era só ir às ruas. Ver a alegria da militancia petista por ter como adversário  o Çerra, para a militancia petista Çerra era o melhor disparado: Ele é bom porque perde.
                  Era só ver a sastifação do governo, em ter o Çerra como adversário. Eles, os governistas lembravam de Tancredo quando se referia a Maluf,   " ele é um bom candidato, porque perde".


                                              PARECE QUE SÓ A VÊNUS PLATINADA, A GLOELBELS  TÁ PROTEGENDO O ÇERRA!


Tancredo: Ele é bom porque perde.

CONFIRMADO PADIM PADE ÇERRA É ENTREGUISTA!

                A  eleição presidencial no Brasil era sobre o pré sal. Quem iria ficar com ele? A dilma foi no cerne da questão. O entreguista mor Padim Pade Çerra, negociava por baixo do pano com a Chevron as mudanças de regras para que os yanques levassem o máximo de proveito e a Petrobras e o povo brasileiro que se danassem. Mas aí veio o wikileaks e pegou o lazarento do Çerra com a mão na cumbuca: "Vcs vão e voltam. "As regras dão para mudar", é e foi sempre por isto que este cínico não pode falar sobre o governo que ele faria. Ele queria era vender o patrimônio público brasileiro, tal qual o FHD ( d de doar).
            
               O lazarendo do FHD ( d de doar), encontrou-se secretamente com investidores  estrangeiros, no hotel Cataratas no dia 17.10.2010, onde garantia: " Furnas e Itaipu, dá para vender, temos que amaciar alguns setores militares."  "A Petrobras nós temos que ir com calma, mas, venceremos as resistências." "A ALCA dá para voltar, mas, com outro nome, este nome já está manjado."

               Tudo isto a mando do Padim Pade Çerra, que no dia participava de um debate na REDETV com a Dilma, onde ele como sempre, levava uma surra da DILMAIS.

               Hoje nós sabemos o mal que o Brasil evitou derrotando as forças reacionárias e conservadoras. Eles formaram um grupo que reuniu o que tem de pior na socieade brasileira, a OPUS DEI, TFP, setores anacrônicos e atrasado da ICAR, colocou até um papa nazista na campanha, pediu ajuda à CIA para espalhar contra informações, tal como em uma guerra, daí a  onda de boatos tentando desconstruir a DILMA, tal qual o TEA PARTY faz , a extrema direita americana ou a Direita Cristã Americana , uma turma de fascistas.

             Graças a Zeus! Eles SIFU. Senão olhe aí abaixo o nos aconteceria.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

MERDOVAL. DEU LULA NA CABEÇA!!!!

Merdoval. I´m sorry. Vc foi é e será contra o PRESIDENTE LULA!  Vc Perdeu Merdoval. Vc é ridículo com aqueles comentários idiotas que fazes na tv. Só idiotas acreditam  ou dá atenção àqueles comentários idiotas, tem que ser muito burro, prá ouvir comentários burros. Vc e  a Gloelbels, SIFU!